Câmara Municipal ou lupanar?

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Acabo de ver na TV Globo matéria sobre a Câmara Municipal de Boa Vista em Roraima. Já tinha visto absurdos em minha vida, mas nunca nesse nível.
Xangri-Lá num passado não muito distante levou seus Vereadores a Fernando Noronha para frequentarem cursos que obviamente nada mais foram do que turismo na forma mais deslavada. Em Xangri-Lá houve uma administração na Câmara em que a Presidente foi a irmã do MENTIROSO. Ao final do exercício, como cidadão, contribuinte e eleitor requeri me fossem informadas quais as viagens feitas por vereadores e servidores, razão das mesmas, destino, custos de passagens e hospedagem assim como diárias recebidas. Dita senhora com a aquela cara de anta mandou um advogado me informar por escrito que tais informações não seriam prestadas por que iriam ferir a INTIMIDADE dos vereadores. Se tais despesas foram pagas pelos contribuintes como negar tal informação? Obviamente que referida senhora não tem vergonha na cara. No último ano do mandato anterior outra senhora vereadora presidia aquela Casa Legislativa e de Tesouraria sumiram, acreditem R$ 130.000,00 que até o momento não retornaram aos cofres municipais ao que sei. Foi realizado um PAD que resultou na demissão do Contador, concursado que era.
Dentre os Presidentes daquela Casa Legislativa destaco a atuação do então Vereador Gilberto Santo Tarasconi que promoveu sim cursos, mas realizados no recinto da Câmara e trocou toda a mobília que estava em estado deplorável ao invés de fazer reformas como quase todos os seus antecessores fizeram.
A roubalheira revelada faz poucos minutos na Globo é de fazer corar qualquer estátua esculpida no mais branco dentre todos os mármores.
Aquilo não é uma casa legislativa e sim o maior lupanar que existe na vida política de nosso país. Eu disse lupanar que é sinônimo de puteiro, pois de lá a vergonha sumiu faz muito tempo.
A roubalheira é enorme na base de tudo que são os municípios. Há ainda o emprego absurdo de recursos do erário em festas tais como essas da igreja MTG, hoje sob tutela da RB$. Faz poucos dias uma festa destas, destinada aos ‘fazendeiros de mentirinha’, custou ao erário de Xangri-Lá algo em torno de R$ 400.000,00 sem cobrança de ingressos, do espaço usado por barracas, água ou energia elétrica. Tudo pago pelo contribuinte. Se a cidade estivesse 100% até poderia tal ser tolerado, mas nos últimos DEZ ANOS praticamente não houve a construção de salas de aula, senão uma escola na Vila Figueirinha que está sendo concluída e com recursos federais. Sei dos bons propósitos do atual Prefeito, bancário aposentado e fazendeiro de verdade, homem bem sucedido, mas que não consegue conter esses ‘gauchos’.

É o “clima” nos bastidores da platinada… kkkkkkkkk

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“Diz o Editor – isso é viadagem demais, não lhes parece?

Pedro Bial e Galvão Bueno dão selinho em especial da Globo
CENA DE BASTIDORES FOI EXIBIDA PELA GLOBO NEWS NA NOITE DE SÁBADO

Miau e Galvão elas se beijam

Pedro Bial e Galvão Bueno dão selinho em especial da Globo GloboNews/Reprodução
Foto: GloboNews / Reprodução

O jornalista e apresentador Pedro Bial e o narrador Galvão Bueno deram um selinho nos bastidores do especial de 50 anos da TV Globo. A cena não foi apresentada na emissora, mas, no sábado à noite, foi levada ao ar pela Globo News, dentro do programa Globo News Documento.

Copiado de: http://mariscoventania.blogspot.com.br/

Piloto de asa-delta morre em queda no Vale do Paranhana, RS

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HOMEM DE 33 ANOS ERA CONHECIDO ENTRE OS PRATICANTES DO ESPORTE.
ACIDENTE OCORREU NO MORRO FERRABRAZ EM SAPIRANGA NO SÁBADO (25).

Do G1 RS

Um piloto de asa-delta morreu em um acidente no Morro Ferrabraz em Sapiranga, no Vale do Paranhana no Rio Grande do Sul. Identificado como Ismael Dri, de 33 anos, ele sofreu uma queda na área de pouso na tarde de sábado (25).
O Corpo de Bombeiros foi acionado. No local, o piloto estava inconsciente, mas ainda com vida, segundo a corporação. Socorrido pelo Samu, ele não resistiu e acabou morrendo no caminho para o hospital.
Com 550 metros de altitude, o Morro Ferrabraz é um dos pontos turísticos da cidade, onde é comum a prática dede asa-delta e paraglider. Natural de Sapiranga, o piloto era conhecido e prestigiado entre os praticantes do esporte.
Em nota oficial assinada pela Federação Gaúcha de Voo Livre e Associação Gaúcha de Voo Livre, as instituições prestaram condolências aos familiares e amigos e afirmaram que o piloto era querido por todos e um praticante assíduo do esporte.

Copiado de: http://mariscoventania.blogspot.com.br/

Capitalismo e tráfico de escravos em bolsa

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Postado por Juremir em 26 de abril de 2015 – Uncategorized
O tráfico de escravos foi uma operação capitalista. Yuval Noah Harari, em “Sapiens, uma breve história da humanidade” (L&PM), crava: “O comércio de escravos não era controlado por nenhum Estado ou governo. Foi uma iniciativa puramente econômica, organizada e financiada pelo livre mercado de acordo com as leis da oferta e da demanda. As empresas privadas de comércio de escravos vendiam ações nas bolsas de valores de Amsterdã, Londres e Paris. Europeus de classe média à procura de um bom investimento compravam essas ações”. No século XVI, a taxa de retorno dessas ações infames era de 6% ao ano. Um belo negócio para quem não se perdia em dilemas éticos.

O racismo não foi a causa, mas a consequência disso, segundo Harari: “O capitalismo matou milhões por pura indiferença unida à ganância. O comércio de escravos no Atlântico não derivou de ódio racista para com os africanos. Os indivíduos que compravam as ações, os corretores que as venderam e os administradores das empresas de comércio de escravos raramente pensavam nos africanos. O mesmo pode ser dito dos proprietários de plantações de açúcar: muitos deles viviam longe das plantações e a única informação que exigiam eram livros contábeis com registros precisos de lucros e perdas”. A “banalidade do mal” nazista foi precedida pela banalidade da ganância capitalista, que inventou o racismo contra os africanos para legitimar e naturalizar o comércio que ceifou milhões de vida. Era só um bom negócio com carne humana encontrada com fartura na África.

Harari destaca que o mesmo foi feito pela Companhia das Índias Orientais, que levou à fome dez milhões de bengaleses: “As campanhas militares da VOC na Indonésia eram financiadas por burgueses holandeses honestos que amavam seus filhos, faziam doações de caridade e apreciavam boa música e boa arte, mas não tinham consideração alguma pelo sofrimento dos habitantes de Java, Sumatra e Malaca. Inúmeros outros crimes e contravenções acompanharam o crescimento da economia moderna em outras partes do mundo”. No século XIX, a ciência capitalista inventou teorias raciais para tentar justificar o direito dos brancos de dominar os negros. Não colou. Mas provocou enormes estragos cujos efeitos ainda se fazem sentir.

A história da acumulação primitiva do capitalismo é a verdadeira história universal da infâmia. Os mais otimistas, ou cínicos, garantem que esse foi o preço pago pela liberdade atual. Só a ironia de Harari serve de contraveneno: “Já a maioria das pessoas hoje consegue viver de acordo com o ideal capitalista-consumista. A nova ética promete o paraíso sob a condição que os ricos continuem gananciosos e dediquem seu tempo a ganhar mais dinheiro, e as massas deem rédea solta a seus desejos de paixões – e comprem cada vez mais. Essa é a primeira religião na história cujos seguidores realmente fazem o que se espera que façam. Mas como temos certeza de que, em troca, teremos o paraíso? Nós vimos na televisão”. É simples assim.

O passado dessa mercadoria altamente rentável que foi o negro ainda pode ser reciclado em filmes de Hollywood.

O lucro é alto.

Copiado do blog de Juremir Machado da Silva

ROSEANA e MALUF – Peritos em maracutaias, que nunca são presos

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A filha do Sarney faz uma lambança atrás de outras e nunca se vê sua responsabilização.
Até parece discípula do Paulo Maluf, que consegue a mesma imunidade, sistematicamente.
O que há de comum entre eles?

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Roseana Sarney passou dois terços da verba publicitária do Maranhão para jornal de sua família

roseana

Roseana: generosa com o jornal de sua família

A família Sarney engordou a poupança graças ao governo do Maranhão nos últimos quatro anos. Dos 15 milhões de reais investidos com publicidade institucional em jornais pelo governo Roseana Sarney, 10 milhões de reais (dois terços do total) foram destinados a O Estado do Maranhão, diário de sua família.

O Jornal Pequeno, mais crítico aos governos Sarney, recebeu nos quatro anos 610 667 de reais, enquanto foram pagos 1 083 368 de reais em publicidade no mesmo período para O Imparcial.

Por Lauro Jardim, VEJA

Copiado de: http://izidoroazevedo.blogspot.com.br/

Observações dessa tarde.

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Depois de almoçarmos aqui no centro da cidade fomos até Xangri-Lá abraçar nossa neta, a Carla Isabelle que hoje completa seus seis aninhos.
Quando da ida vi ‘fazendeiros de mentirinha’ cavalgando sobre a pista de rolamento da Estrada do Mar e no sentido oposto ao do nosso destino.
Tenho pelos equinos grande respeito inclusive por que depois de sua adoção como montaria conferiu aos exércitos velocidade em deslocamentos e assim de alguma maneira mudou a história das guerras das quais o bicho homem não abre mão.
No retorno encontrei mais desses pseudo fazendeiros cavalgando sobre a pista de rolamento. Por que o Sartori não manda sua guarda rodoviária trabalhar? Governador é eleito para o que mesmo?
Nas áreas que margeiam citada rodovia uma verdadeira erva daninha, o tal Pinus vem tomando conta de todo o espaço disponível. Essa praga assim como o Eucalipto são espécies exóticas e que só nos tem causado problemas.
Na saída e Xangri-Lá, quando do retorno percebi expressiva presença de Mamona.
Então fiquei me perguntado por que em terras áridas de nosso estado por que esse vegetal não é cultivado já que produz óleo lubrificante empregado em áreas externas de aeronaves vez que não congela sob-baixíssimas temperaturas. Em Israel essa espécie é cultivada e dela além do óleo extraem da massa do grão depois de esmagado até produtos cosméticos. E lá o caule dessa planta é prensado e da fibra são confeccionados sacos de aniagem.
Temos comportamentos um tanto estranho, pois plantas nativas como a mamona nós desprezamos como se fosse tão somente erva daninha.

Globo mata e pede desculpas. Patético!

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26/04/2015 – Copyleft

Por razões oportunistas, a Globo está ‘confessando’ os crimes cometidos nestes seus 50 anos, mas é claro que ela não têm dito a verdade nua e crua…

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Altamiro Borges

Latuff Globo
Latuff
A retrospectiva da TV Globo sobre os seus 50 anos de existência é patética! Lembra o assassino que mata e depois pede, candidamente, desculpa pelo crime cometido! Na terça-feira (21), no segundo capítulo da série comemorativa do ‘Jornal Nacional’, a emissora admitiu pela primeira vez que “errou” na cobertura da campanha das Diretas-Já, que teve papel decisivo para o fim da ditadura. Já na noite seguinte, o famoso ‘JN’ fez um mea-culpa sobre a edição criminosa do debate entre Lula e Collor nas eleições de 1989. No ano passado, a famiglia Marinho – proprietária do império global – também havia feito uma autocrítica matreira sobre a sua participação no golpe militar de 1964. A sociedade, vítima destas e de tantas outras manipulações, absolverá a criminosa Rede Globo?

Todas estas autocríticas são oportunistas e marotas. No caso da jornada pelas Diretas-Já, o apresentador William Bonner até tentou disfarçar o boicote da TV Globo à massiva mobilização a sociedade. Disse que a cobertura do comício de 25 de janeiro de 1984, que a emissora noticiou como se fosse “um dia de festa em São Paulo”, foi apenas um “erro” de edição: “Essa reportagem provocou muita polêmica ao longo de muitos anos porque, embora ela falasse do comício das Diretas, o texto que introduzia a reportagem não falava em comício pelas Diretas”. O serviçal da famiglia Marinho não explicou, porém, porque a Rede Globo apoiou a ditadura até os seus últimos dias e tentou, sempre, boicotar as lutas pela redemocratização do país – e não apenas o comício paulista.

Já no falso mea-culpa sobre a edição do debate Lula-Collor, o mesmo William Bonner tentou vender a imagem de que a emissora não apoiou o “caçador de marajás” – criado e alavancado pela emissora durante toda a campanha presidencial de 1989. Novamente, o porta-voz do império afirmou que a TV Globo foi mal interpretada na cobertura daquela eleição. “Um debate entre candidatos é um confronto de ideias que precisa ser visto no todo… Resumir, como se faz em um jogo de futebol, com os melhores momentos, que foi a ideia na época, é um risco enorme”. Haja cinismo! Depois, a direção da emissora e alguns dos seus profissionais capachos – que chamam patrão de companheiro – ficam magoados com o povo nas ruas grita: “O povo não é bobo. Fora Rede Globo”.
Já que a TV Globo está confessando – por meras razões oportunistas e mercadológicas – os crimes cometidos nestes 50 anos de vida, reproduzo abaixo um texto escrito em 2010, quando a emissora completou 45 anos. A lista de crimes é enorme. O ‘JN’ precisará de mais tempo para sua penitência:

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Os crimes da Rede Globo

Por Altamiro Borges

“Sim, eu uso o poder [da TV Globo], mas eu sempre faço isso patrioticamente, tentando corrigir as coisas, buscando os melhores caminhos para o país e seus Estados”. Roberto Marinho.

A tentativa de manipulação dos resultados das eleições presidenciais de 2006 não é o único caso escabroso que justifica a reflexão crítica sobre o papel da TV Globo, agora em discussão devido ao fim do prazo da sua concessão pública em 5 de outubro. Na sua longa história, esta poderosa emissora já cometeu várias outras barbaridades na sua cobertura de importantes fatos políticos do país. Com base num levantamento do professor Venício de Lima, exposto no livro “Mídia, crise política e poder no Brasil”, destacamos outros três episódios reveladores do péssimo jornalismo praticado por esta corporação midiática, sempre a serviço dos interesses das classes dominantes.

Como aponta o autor na abertura do ensaio, o que distingue a TV Globo de outras redes privadas e comerciais é que, “sob o comando de Roberto Marinho, ao longo dos anos da ditadura militar, ela se transformaria em uma das maiores, mais lucrativas e mais poderosas redes de televisão do planeta. Outorgada durante o governo de Juscelino Kubitschek (1958) e inaugurada em 1965, a TV Globo do Rio de Janeiro, junto às suas outras concessões de televisão, viria a constituir uma rede nacional de emissoras próprias e afiliadas que, não só por sua centralidade na construção das representações sociais dominantes, mas pelo grau de interferência direta que passou a exercer, foi fator decisivo em vários momentos da história política do Brasil nas últimas décadas”.

A fraude contra Brizola

O primeiro caso lembrado por Venício de Lima ocorreu em 1982, já na fase de agonia do regime militar. Leonel Brizola, que retornou do seu longo exílio em 1979, candidatou-se ao governo do Rio de Janeiro. Sua candidatura não agradou à ditadura nem à direção da TV Globo – conforme denunciou um ex-executivo da empresa, Homero Sanchez. Segundo ele, Roberto Irineu Marinho, filho do dono e um dos quatro homens fortes da corporação, havia assumido o compromisso com o candidato do regime, Moreira Franco. Foi montado um esquema para fraudar a contagem dos votos através da empresa Proconsult, cujo programador era um oficial da reversa do Exército.

Nesta trama macabra, a TV Globo ficou com o encargo de manipular a divulgação da apuração. Mas, já prevendo a fraude, foi montado um esquema paralelo de apuração, organizado por uma empresa rival, o Jornal do Brasil. A armação criminosa foi desmascarada, Leonel Brizola foi eleito governador e a poderosa Rede Globo ficou desmoralizada na sociedade. Até o jornal Folha de S.Paulo criticou “esta grave e inédita” maracutaia. “O verdadeiro fiasco em que se envolveu a Rede Globo de Televisão durante a fase inicial das apurações no Rio de Janeiro torna ainda mais presentes as inquietações quanto ao papel da chamada mídia eletrônica no Brasil”, alertou.

Passadas as eleições, mesmo desmoralizada, a Globo continuou a fazer campanha feroz contra o governador Leonel Brizola, democraticamente eleito pelo povo. Ela procurou vender a imagem de que ele era culpado pelo aumento da criminalidade e, sem provas, tentou associá-lo ao mundo do crime. Numa entrevista ao jornal The New York Times, em 1987, o próprio Roberto Marinho confessou essa ilegal manipulação. “Em determinado momento, me convenci de que o Sr. Leonel Brizola era um mau governador. Ele transformou a cidade maravilhosa que é o Rio de Janeiro numa cidade de mendigos e vendedores ambulantes. Passei a considerar o Sr. Brizola daninho e perigoso e lutei contra ele. Realmente, usei todas as possibilidades para derrotá-lo”.

Sabotagem das Diretas-Já

Em 1983, com a ditadura já cambaleante, cresceu a rejeição dos brasileiros contra a excrescência do Colégio Eleitoral, que escolhia de forma indireta e autoritária o presidente da República. O jovem deputado federal Dante de Oliveira apresentou uma emenda constitucional fixando a eleição direta a partir de 1985. Os militares reagiram. “A campanha pela eleição direta reveste-se, agora, de caráter meramente perturbador”, esbravejou o presidente-general João Batista Figueiredo. Apesar desta reação aterrorizante, milhões de pessoas começaram a sair às ruas para exigir o democrático direito de votar, na campanha que ficou conhecida como das Diretas-Já.

A TV Globo, totalmente ligada à ditadura, simplesmente ignorou as gigantescas manifestações. Chegou a rejeitar matéria paga sobre o protesto das Diretas-Já em Curitiba. Até duas semanas antes da votação da Emenda Dante Oliveira ela não divulgou nenhum dos eventos da campanha, que reunia centenas de milhares de brasileiros. No comício de São Paulo, em 25 de janeiro de 1984, ela só aceitou noticiar o ato, que juntou 300 mil pessoas, após conversa reservada entre o presidente do PMDB, Ulysses Guimarães, e o chefão Roberto Marinho. Mesmo assim, registrou o comício de maneira distorcida, como se fosse parte da comemoração do aniversário da cidade.

Somente quando percebeu o forte desgaste na sociedade, com os manifestantes aos gritos de “o povo não é bobo, fora Rede Globo”, a emissora começou a tratar da campanha – já na reta final da votação da emenda, em 25 de abril. Novamente, Roberto Marinho confessou seu crime numa entrevista. “Achamos que os comícios pró-diretas poderiam representar um fator de inquietação nacional e, por isso, realizamos apenas reportagens regionais. Mas a paixão popular foi tamanha que resolvemos tratar o assunto em rede nacional”. O “deus todo-poderoso” foi obrigado a ceder.

O ministro da TV Globo

Venício de Lima também relata o curioso episódio da nomeação do ministro da Fazenda Maílson da Nóbrega, em 1988, o que confirma o poder da Rede Globo para indicar e derrubar autoridades do governo e para interferir, de maneira indevida e inconstitucional, nos rumos do Brasil. Numa entrevista à revista Playboy, o próprio descreveu que a sua indicação foi fruto de uma negociação entre Roberto Marinho e o presidente da República José Sarney – que, por acaso, já controlava a mídia no Maranhão, possuindo uma afiliada da TV Globo no Estado. Ainda como secretário do governo, num cargo subalterno, Maílson da Nóbrega recebeu um telefone emblemático.

“No dia 5 de janeiro, o presidente me ligou perguntando: ‘O senhor teria problemas em trocar umas idéias com o Roberto Marinho?’. Respondi: ‘De jeito nenhum, sou um admirador dele e até gostaria de ter essa oportunidade’… A Globo tinha um escritório em Brasília. Fui lá e fiquei mais de duas horas com o doutor Roberto Marinho. Ele me perguntou sobre tudo, parecia que estava sendo sabatinado. Terminada a conversa, falou: ‘Gostei muito, estou impressionado’. De volta ao ministério, entro no gabinete e aparece a secretária: ‘Parabéns, o senhor é o ministro da Fazenda’. Perguntei: ‘Como assim?’. E ela: ‘Deu no plantão da Globo [no Jornal Nacional]”.

Da mesma forma como indicou, o poderoso Marinho também derrubou o ministro, segundo sua interpretação. “Um belo dia, o jornal O Globo me demitiu. Deu na manchete: ‘Inflação derruba Maílson, o interino que durou vinte meses”, descreve o ex-ministro, que arremata. “Isso teve origem num projeto de exportação de casas pré-fabricadas, para pagamento com títulos da dívida externa, que o Ministério da Fazenda vetou. O doutor Roberto Marinho tinha participação neste negócio… O fato é que O Globo começou a fazer editoriais contra o Ministério da Fazenda”.

Lista extensa de crimes

No livro “Roberto Marinho”, escrito pelo puxa-saco Pedro Bial, alguns entrevistados, inclusive o ex-presidente José Sarney, afirmam que era comum o dono da TV Globo ser consultado sobre a escolha de ministros. Pedro Bial, como fiel servidor da emissora, considera “natural que, na hora de escolher seus ministros, o presidente [Tancredo Neves] submeta os seus nomes, um a um, ao dono da Globo”. No recente livro “Sobre formigas e a cigarras”, o ex-ministro Antonio Palocci também relata que consultou a direção da empresa sobre a famosa “carta aos brasileiros”, na qual o candidato Lula se comprometia a não romper os contratos com as corporações capitalistas.

Na prática, este império interfere ativamente na vida política nacional, seja através de coberturas manipuladas ou de negociatas de bastidores – nas quais ameaça com o seu poder de “persuasão”. Além dos três casos escabrosos, Venício de Lima cita outras ingerências indevidas da TV Globo: “papel de legitimadora do regime militar”; “autocensura interna na cobertura da primeira greve de petroleiros, em 1983″; “ação coordenada na Constituinte de 1987/1988″; “apoio a Fernando Collor de Mello, expresso, sobretudo, na reedição do último debate entre candidatos no segundo turno de 1989″; “apoio à eleição e reeleição de FHC”; “até seu papel de ‘fiel da balança’ na crise política de 2005-2006″, contra o presidente Lula. A lista dos crimes é bem extensa.

Copiado de: http://cartamaior.com.br/

Base do poder de Eduardo Cunha está no controle da bancada BBB, da bala, boi e Bíblia

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“Diz o Editor – esse sujeito é o que há de mais pernicioso no Congresso Nacional. Lamento que um ESTADO LAICO como o nosso permita a presença de quase uma centena desses exploradores da ignorância do povão. Esse deputado para mim não passa de um verme.”

domingo, 26 de abril de 2015

Base do poder de Eduardo Cunha está no controle da bancada BBB, da bala, boi e Bíblia
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, tem angariado apoio parlamentar nas mais diversas investidas contra o Palácio do Planalto. Mas é em uma delas, de caráter ultraconservador, que o peemedebista conseguiu de fato criar uma tropa de choque. Ele uniu três grupos de forte poder de pressão num só bloco, que passou a atuar conjuntamente. É a bancada “BBB”, alusão às iniciais de “bala, boi e Bíblia”. Nas principais comissões e no plenário, as demandas dos três setores têm obtido vitórias graças ao apoio mútuo e à liderança do presidente da Câmara. A bancada da bala tem 275 parlamentares. A ruralista, 198, e a evangélica, 74. Vinte parlamentares atuam nas três, entre eles Cunha, que é evangélico. Nas frentes da “bala” e do “boi” há 105 deputados simultaneamente. E 22 congressistas estão nas frentes da “Bíblia” e da “bala” ao mesmo tempo. O presidente da bancada evangélica, João Campos (PSDB-GO), por exemplo, é delegado de polícia e vice-presidente da bancada da bala. Ao todo, 373 (73%) dos 513 deputados estão inscritos em pelo menos um dos três grupos. Entre os resultados já obtidos pela ação conjunta, o mais robusto foi o da aprovação pela Comissão de Constituição e Justiça da Proposta de Emenda à Constituição da redução da maioridade penal, que estava parada na Câmara havia 22 anos. A comissão formada para redigir a PEC foi dominada pelos integrantes da Frente Parlamentar de Segurança Pública: 15 dos 27 membros decidirão qual será o conteúdo a ser levado ao plenário. Na semana passada, também houve apoio mútuo para a instalação da comissão que revoga o Estatuto do Desarmamento – que pode resultar na flexibilização das regras que dificultam o porte de armas. O presidente da comissão é o presidente da frente ruralista Marcos Montes (PSD-MG). Uma grande vitória dos ruralistas com apoio de evangélicos e integrantes da bancada da bala foi a criação de uma comissão especial para elaborar um texto final sobre a PEC que transfere do Executivo para o Congresso a demarcação das terras indígenas. “Eles atuaram de forma unificada. Essas três bancadas têm uma lógica fundamentalistas”, crítica a deputada Erika Kokay (PT-DF). Já a bancada da bala teve apoio para aprovar o projeto que torna crime hediondo assassinato e agressão a policiais com aumento da pena para quem usar menor em crimes. Evangélicos tentam também garantir o apoio dos outros dois bês para que seja aprovado pela CCJ e, posteriormente, em plenário, o Estatuto do Nascituro, que dispõem sobre a proteção integral ao recém-nascido e prevê benefício para feto fruto de estupro. Também trabalham para barrar qualquer tentativa de avanço na Casa de pautas como a descriminalização do aborto. Têm ainda por objetivo a aprovação do Estatuto da Família, que define família como núcleo formado por homem e mulher. Na votação da terceirização – um tema caro a Cunha, mas que não é de interesse comum dos “BBBs”, 293 deputados das três frentes participaram. Destes, 182 apoiaram o projeto, 107 foram contrários, 4 se abstiveram.

Copiado de: http://poncheverde.blogspot.com.br/

Juventude do MST e do Levante realizam escrachos em afiliadas da RBS, no RS, neste domingo 26/04

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Published abril 26, 2015 Uncategorized Leave a Comment

Tags:juventude, Levante, MST, RBS, Rede Globo, Rio Grande do Sul
Com a chamada #Fora Globo Golpista, os escrachos acontecem nos municípios de Bagé, Caxias do Sul, Erechim, Pelotas, Passo Fundo, Santa Maria, Santa Cruz e Santa Rosa.

escrachos fora GLOBO
globo.jpgDa Página do MST
Neste domingo (26), cerca 500 jovens do MST e do Levante Popular da Juventude realizam escrachos públicos em oito afiliadas da RBS no Rio Grande do Sul, para “descomemorar” o aniversário de 50 anos da Rede Globo.
Com a chamada #ForaGloboGolpista, os escrachos acontecem nos municípios de Bagé, Caxias do Sul, Erechim, Pelotas, Passo Fundo, Santa Maria, Santa Cruz e Santa Rosa.
Os atos fazem parte de um conjunto de atividades realizadas na semana do dia 26 de abril, por movimentos sociais, sindicatos, coletivos de juventude e mídia alternativa no país, que questionam o papel da empresa de comunicação na história política do Brasil, as suspeitas de sonegação de impostos e a barreira que esse monopólio impõe para a democratização da comunicação (clique aqui para ver os locais dos atos).
No manifesto “50 anos da TV Globo: vamos descomemorar!”, as entidades afirmam que o grupo midiático apoiou a ditadura militar – e foi beneficiada por isso -, e “na fase recente, a TV Globo militou contra todo e qualquer avanço mais progressista, atuando na desestabilização dos governos que não rezam integralmente a sua cartilha. Nas marchas de março desse ano, ela ajudou a mobilizar o anseio golpista”.
Segundo as organizações, é necessário que a população se mobilize para exigir uma mídia democrática, enfrentando o controle e impondo limites a Globo, uma das maiores emissoras de comunicação do país.
O manifesto aponta que a democratização dos meios de comunicação no Brasil somente se tornará possível com o fim do monopólio.
Monopólio Grupo RBS
O grupo RBS, que surge em 1957 no RS, detém o monopólio das comunicações no estado. No seu site institucional a empresa se apresenta como “a maior rede regional de TV do país com 18 emissoras distribuídas no RS e em SC, com 85% da programação da Rede Globo e 15% voltada ao público local”.
Concentra ainda 25 emissoras de rádio, 8 jornais diários, 4 portais na internet, uma editora, uma gráfica, uma gravadora, uma empresa de logística, entre outros empreendimentos.
De acordo com o artigo 12 do Decreto 236 (28/2 de 1967), uma entidade só poderá ter “concessão ou permissão para executar serviço de radiodifusão, em todo o País” no limite de 4 rádios AM e 6 FM por localidade, 3 AM de alcance regional e cinco emissoras de TV em VHF em todo o País, obedecendo o limite de duas por Estado. Porém, o monopólio midiático da RBS ultrapassa de longe esse limite.

Copiado de: https://luizmullerpt.wordpress.com

RBS – ESCÂNDALOS NADA REPUBLICANOS MANCHAM A IMAGEM DA FAMÍLIA SITROSKY

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by Leudo Costa

DOIS ESCÂNDALOS POLICIAIS – OPERAÇÕES ZHELOTES E PAVLOVA ‘RONDARAM E SUBIRAM” AS ESCADARIAS DO GRUPO RBS NOS ÚLTIMOS 30 DIAS. AMBOS ENVOLVEM A ALTA DIREÇÃO DO GRUPO E O GENRO DO PRESIDENTE NELSON SIROTSKY

RBS logo
rbs

Escândalos econômico-financeiros, crimes hediondos e repugnantes praticados contra o ser humano, desconstituição da imagem de políticos e administradores públicos e, principalmente a exposição diária de pequenos punguistas, ladrões e marginais de toda a ordem nortearam por décadas as seções mais populares dos jornais, emissoras de rádio e das tvs do Grupo RBS. MAS COMO DIZ A VOZ DO POVO… quem é estilingue, um dia vira vidraça..

Os gaúchos estão constrangido ao saber que o maior grupo de comunicação do Estado, a RBS, que todo o dia ministra “aulas sobre honestidade, bom comportamento e correção ética – possui um manual próprio -” fez uso métodos não republicanos para “fraudar” o fisco. Segundo informa a Polícia Federal e o Ministério Público, o Grupo RBS teria pago R$ 15 milhões para “fazer desaparecer” uma dívida para com o Brasil na ordem de R$ 650 milhões.

A ação criminosas apurada na ZHELOTES, praticada em qualquer país sério do mundo, teria os dirigentes da RBS, de forma preventiva, recolhidos numa cadeia pública – vide empreiteiros da Lava-Jato – para a necessária e justa aplicação da lei penal. A condenação seria duríssima. Os serviços concedidos pelo governo – rádio e televisão – seriam suspensos no primeiro momento e retomados após apuração sumária capitaneada pelo Ministério Público. Aqui não há que se falar em censura, perseguição ou mesmo retaliação. Seria uma decisão legal, prevista no ordenamento jurídico em vigência no Brasil, que só não é aplicada pela frouxidão e leniência de algumas autoridades, também “enroladas” nas falcatruas da OPERAÇÃO ZHELOTES.

Agora, deflagrada a Operação PAVLOVA outro nome ligado a família controladora do Grupo RBS surge no vértice de mais um escândalo. Trata-se de Patrick Lucchese, genro de Nelson Sirostky.

Deflagrada em 15 de abril, a operação Pavlova, da Polícia Federal, investigou crimes financeiros praticados desde 2011 a partir do Rio Grande do Sul e que geraram desvios milionários a empresas do ramo de seguros, capitalização e previdência. Contratos para prestações de serviços que não eram realizados ultrapassaram cifras de R$ 10 e até de R$ 20 milhões. O delegado de repressão a crimes financeiros, Tiago Busato, admite não ter o montante exato do prejuízo. “Colhemos, hoje, uma grande quantidade de provas e documentos. Vamos fazer uma análise do conteúdo probatório, mas dá para garantir que alguns contratos envolviam cifras milionárias”, adiantou. Para tentar reverter as perdas, foram bloqueados as contas bancárias e os bens dos investigados, como cinco veículos de luxo, além de imóveis localizados dentro e fora do Rio Grande do Sul. A procuradora federal Patrícia Weber explicou que o patrimônio das empresas do segmento é baseado nos recursos mensais pagos pelos segurados. “Se o fluxo financeiro das instituições está comprometido, gerando endividamento e situação de falência, quem fica prejudicado é o cliente que não garante o benefício em caso de necessidade. Desse modo, a prática gera uma preocupação social e o segurado é lesado diretamente”, afirmou ela. Os crimes praticados foram lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e gestão fraudulenta. Quatro empresários e um advogado, suspeitos de participarem do esquema, já prestaram depoimento, Desse grupo, pelo menos quatro foram indiciados. Nesse grupo está Patrick Lucchese, filho do cirurgião cardíaco Fernando Lucchese, que é casado com uma filha do empresário Nelson Sirotski.

O mais estranho é que as duas OPERAÇÕES POLICIAIS – ZHELOTES E PAVLOVA – foram “blindadas” pela justiça. Foi decretado o segredo de justiça, mecanismo só aceitável quando se trata de matéria relacionada com o direito de família, onde pai, mãe e filhos tem de ser preservados..

O Juiz Sérgio Moro já ensinou: Não existe segredo de justiça quando as ações criminosas são praticadas contra o Estado. Toda a população tem o direito de ser informada sobre de tudo. A Constituição e a Lei Penal em vigência no Brasil não contempla, nem mesmo em tese a classificação de “castas” sociais ou penas seletivas…

Copiado de: http://cristalvox.com.br/

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