Praia de Xangri-Lá

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Religiosos ‘perdoam’ escravas sexuais do Estado Islâmico

Essa situação define bem o que são as religiões, ou seja, nada mais do que uma forma de dominar aos que não pensam e assim tomar deles tudo o possível, ou seja, dinheiro. Desta forma o dinheiro é o verdadeiro senhor do mundo e quem não o tem nem mesmo para igrejas vale coisa alguma.

O Editor

 

 

 

 

SEGUNDA-FEIRA, 16 DE JANEIRO DE 2017
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Muitas das mulheres sequestradas
são vendidas no mercado de escravas
Uma sacerdotisa da minoria religiosa yazidi perdoou em uma cerimônia Khalida Khudeda, 22, como se a jovem fosse culpada por ter sido sequestrada e, por um ano, estuprada diariamente pelos terroristas do Estado Islâmico.

Assim como Khalida, outras mulheres têm sido “perdoadas” por ter sido escrava sexual.

O deus dos yazidis é abraâmico, o mesmo dos judeus, católicos e muçulmanos. Mas eles incorporaram crenças persas e rituais do zoroastrismo.

A maioria dos seguidores dessa religião sincrética é originária do norte do Iraque.

Depois do infortúnio de terem sido sequestradas pelo Estado Islâmico, Khalida e outras mulheres libertadas tiveram a sorte de estarem habilitadas para receber o perdão, porque para elas foi aberta exceção.

Se não fosse uma decisão recente dos líderes religiosos que permitiu que fossem rebatizadas, elas não poderiam voltar para casa por serem “impuras”.

Mas ainda assim elas continuam sendo vistas na comunidade pelos olhos do preconceito religiosos. Homens e mulheres mantêm certa distância delas.

Coisa da religião, da justiça divina.

Com informação das agências e foto de reprodução de imagem do Youtube.

Envio de correção.

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Concurso para Agentes Penitenciários

 

Finalmente será realizado concurso à formação de Agentes Penitenciários. As vagas previstas estão longe, muito longe mesmo de atender a real demanda e assim poder colocar todos os guardas do Sartori na rua, lugar de onde nunca deveriam ter saído. No sistema prisional de nosso Estado há as ditas Delegacias Penitenciárias, algo criado apenas para desviar de função alguns dezenas de servidores que simpáticos aos governos de plantão ali são acomodados papando FGs e não exercendo a função para a qual se destinam e em razão do que lhes são pagos salários. Há muitas coisas, muitas coisas mesmo a serem corrigidas e que ao longo do tempo vem sendo praticadas para favorecer afilhados políticos e não ao contribuinte que em última análise é quem paga todas as contas da Administração do Estado.

 

Cooperativa de prostitutas   

Bancos ganham muito dinheiro e remuneram irrisoriamente quem neles investe. Cooperativas não geram lucros e sim resultado e este é dividido entre todos os cooperados na razão direta de participação no capital. Aqui não daria certo vez que a prostituição está despencando. As coisas estão de tal forma em nossa sociedade que já faz tempo abandonou os bons costumes. E cito como incentivador disto a maldita e $onegadora Rede Globo que tem uma programação do nível mais baixo que seja possível examinar. Ali há um programa apresentado por uma jovem mãe, ‘veronista’ em Atlântida, distrito de Xangri-Lá que uma síntese de um puteiro. Numa oportunidade que passava pelo citado canal vi ao fundo a figura de um falo. Nesse programa o papai dessa senhora prestigiava o programa da filhinha fazendo-se presente. Na minha família isto jamais ocorreria, disto eu certo, não por ser melhor do que os outros, mas por que soubemos educar nossos filhos.

O Editor

 

A cidade de Amsterdã abrirá em maio sua primeira cooperativa de prostitutas, que terá 14 vitrines no Bairro da Luz Vermelha, com o desafio de “fortalecer a posição das profissionais do sexo”, explicou à Agência Efe o porta-voz do projeto “My Red Light”, Richard Bouwman. Os bordéis são legais na Holanda desde 2000. Devido a uma lei municipal, as mulheres que exercem a prostituição devem ter pelo menos 21 anos, embora “a indústria tenha sido normalizada”, comentou o prefeito da cidade, Eberhard van der Laan, em carta escrita em setembro do ano passado. Com a intenção de melhorar a situação das profissionais do sexo, a própria prefeitura iniciou em 2014 um estudo para avaliar como seria um “negócio autogerido”, de modo que as prostitutas fossem “menos dependentes de terceiros”, explicava o governante na carta. Dois anos depois, em agosto de 2016, nasceu a fundação “Nossa própria janela”, com a colaboração de diversas prostitutas. Desde o início elas focaram em buscar o investimento necessário, já que os locais escolhidos para o bordel precisavam de reformas. A Prefeitura não se envolveu, deixando que investidores privados entrassem com o capital inicial. O projeto se tornará realidade no dia 1º de maio, quando “My Red Light” abrirá suas 14 vitrines em duas ruas do famoso Bairro da Luz Vermelha, às margens de um dos canais da cidade, e contará com um quarto sadomasoquista e outro adaptado para deficientes, um aspecto que, segundo Bouwman, “não é algo muito comum” na região. As prostitutas deverão estar registradas como trabalhadoras autônomas na Câmara de Comércio e falar holandês ou inglês de maneira fluente para alugar um quarto em “My Red Light”. O bordel não intervirá na negociação entre a prostituta e o cliente, serão as próprias trabalhadoras que estabelecerão os termos do acordo com os interessados no serviço sexual. O site do projeto “My Red Light” mostrará em tempo real quais prostitutas estão trabalhando no momento e por quanto tempo. O prefeito de Amsterdã detalhou que o projeto será supervisionado “para saber melhor seu impacto”, embora seja ciente que “não é um remédio nem uma solução para todos os problemas da indústria da prostituição” e admita que não há garantias de que “algo não vá dar errado”.

Copiado de: www.AffonsoRitter.com.br

Oito ricos = 50% dos pobres   

Apenas oito bilionários detinham a mesma riqueza da metade mais pobre da população mundial em 2016, formada por 3,6 bilhões de pessoas, aponta novo relatório da ONG Oxfam. Em 2015, o número era de nove bilionários. Os cálculos levam em consideração os números do banco suíço Credit Suisse – que calcula a riqueza dos mais pobres – e a lista de milionários da revista Forbes. Os oito homens mais ricos do mundo, segundo a Forbes, são o fundador da Microsoft, Bill Gates, o presidente da Inditex, dona da Zara, Amancio Ortega, o investidor Warren Buffett, o empresário mexicano Carlos Slim, o fundador da Amazon, Jeff Bezos, o criador do Facebook, Mark Zuckerberg, o diretor-executivo da Oracle, Larry Ellison, e o empresário e político americano, Michael Bloomberg. Juntos, os oito bilionár! ios têm US$ 426 bilhões. Já a riqueza da metade mais pobre da população mundial é de US$ 409 bilhões, segundo a diretora executiva da Oxfam no Brasil, Katia Maia. Dados mais completos para China e Índia, com ampla população mais pobre, segundo Katia, trouxeram mudanças para o levantamento da Oxfam. Antes, era de 62 o número de milionários cuja riqueza correspondia àquela da metade mais pobre da população mundial em 2015. Com a revisão dos dados, são oito bilionários.

Copiado de: www.AffonsoRitter.com.br

Contando rompimento com Janot, Aragão diz que Janot o mandou à p… que o pariu e falou que Lula é bandido

por Luiz Müller

O ex-ministro da Justiça Eugênio Aragão deu entrevista a Luiz Maklouf Carvalho, do Estadão, sobre seu rompimento com Rodrigo Janot.

O procurador-geral da República Rodrigo Janot teria lhe mandado um email, em maio de 2016, dizendo o seguinte: “Arengão, bota a língua no palato”.

Aragão estava de volta à PGR e tratava, com Janot, da função que ocuparia.

“Que diabos quer dizer ‘bota a língua no palato’?”, perguntou-se Aragão durante a entrevista ao Estado, gravada com seu consentimento, em uma cafeteria da Asa Sul do Plano Piloto, em Brasília. Foi uma dúvida que surgiu ao ler a metáfora sobre o céu da boca. “Significa um palavrão?”, perguntou-se, experimentando dois ou três. Conformou-se com a ordinária explicação de que Rodrigo o mandara calar a boca e/ou parar de arengar. Era um sábado, 21 de maio. Na segunda, 23, um impalatável Aragão foi ao gabinete de Janot.

“Ele me deu quarenta minutos de chá de cadeira”, contou, no segundo suco de melancia. Chegou, então, o subprocurador da República Eduardo Pelella, do círculo de estrita confiança de Janot (mais ontem do que hoje). “O Rodrigo é o Pink, o Pelella é que é o Cérebro”, disse Aragão, brincando com o seriado famoso.

Pelella, que não quis dar entrevista, levou-o, “gentil, mas monossilábico”, à sala contígua ao gabinete, e foi ter com Janot. Quando sentiu que outro chá de cadeira seria servido, Aragão resolveu entrar. “Os dois levaram um susto”, contou. Pelella pediu que o colega sentasse, e se retirou.

Começou, então, conforme diálogo relatado por Aragão ao Estado, a tensa e última conversa de uma longa amizade:

Janot: Você me deu um soco na boca do estômago com aquela mensagem (“não estou interessado em cargos”).

Aragão: É aquilo mesmo que está escrito lá.

Janot: Então considere-se desconvidado.

Aragão: Ótimo. Eu não quero convite (para função), tudo bem, não tem problema. Olha, Rodrigo, nós somos diferentes. É isso mesmo. Para mim, você foi uma decepção…

Janot: O que você está querendo dizer? Vai me chamar de traíra?

Aragão: Não, traíra não. Não chega a tanto. Desleal, mas traíra não. (No caso Operação da Lava Jato) você foi extremamente seletivo…

Janot: Você vem aqui no meu gabinete para me dizer que eu estou sendo seletivo?

Aragão: É isso mesmo.

Janot: Você vai para a p… que o pariu… Você acha que esse (ex-presidente) Lula é um santo? Ele é bandido, igual a todos os outros…

Aragão: Você foi muito mesquinho em relação ao Lula, só porque ele disse que você foi ingrato (em razão da indicação para a função)… Não tinha nem de levar isso em consideração.

Janot: Isso é o que você acha. Eu sou diferente. O Lula é bandido, como todos os outros. E você vai à m…

Aragão: E os vazamentos das delações? Eu tive informações, quando ministro da Justiça, pelo Setor de Inteligência da Polícia Federal, que saíram aqui da PGR…

Janot: Daqui não vazou nada. E eu não te devo satisfação, você não é corregedor.

Aragão: É, você não me deve satisfação, mas posso pensar de você o que eu quiser.

Janot: Você vá à m…, você não é meu corregedor.

Aragão: Eu não vim aqui para conversar nesse nível. Só vim aqui para te avisar que estou de volta.

 

(…)

A divergência começou, sempre na versão de Aragão, nos idos do mensalão, mais precisamente quando Janot, já procurador-geral – “com a minha decisiva ajuda”, diz Aragão – pediu a prisão de José Genoino (e de outros líderes petistas), em novembro de 2013, acatada pelo ministro Joaquim Barbosa, do Supremo. “O Rodrigo já tinha dito ao Genoino, na minha frente, e na casa dele, várias vezes, que ele não era culpado”, contou o ex-ministro da Justiça.

Copiado de: https://luizmuller.com/2017/01/15/contando-rompimento-com-janot-aragao-diz-que-janot-o-mandou-a-p-que-o-pariu-e-falou-que-lula-e-bandido/

A segurança (nacional) e o visitador

Fernando Rosa

“Dependendo de como funciona uma sociedade, pode-se permitir que qualquer pessoa vá a uma embaixada e passe informações internas. Mas a maioria das sociedades que sobrevivem tem regras contra isso. Regras que proíbem que informações políticas delicadas sejam dadas a outro estado”.
Julian Assange, do Wikileaks, a respeito das “visitas” de Michel Temer à Embaixada dos Estados Unidos.

Art. 1º – Esta Lei prevê os crimes que lesam ou expõem a perigo de lesão:
I – a integridade territorial e a soberania nacional;
Il – o regime representativo e democrático, a Federação e o Estado de Direito;

Art. 13 – Comunicar, entregar ou permitir a comunicação ou a entrega, a governo ou grupo estrangeiro, ou a organização ou grupo de existência ilegal, de dados, documentos ou cópias de documentos, planos, códigos, cifras ou assuntos que, no interesse do Estado brasileiro, são classificados como sigilosos.
LEI Nº 7.170, DE 14 DE  DEZEMBRO DE 1983 (Define os crimes contra a segurança nacional, a ordem política e social, estabelece seu processo e julgamento e dá outras providências).

O governo golpista resolveu aderir ao “fakenews” praticado pelos seus parceiros derrotados nas eleições norte-americanas. Lá, produzem dossiês falsos, tentam intrigar Trump com Putin, entre outras campanhas do interesse do comando rentista-bélico. Por aqui, por meio da Veja e da GloboNews, apostam em criar um clima de desconfiança em relação à segurança do Palácio do Planalto, nos governos Lula e Dilma.

Segundo a Veja e a GloboNews, o general Sérgio Etchegoyen afirmou que o Palácio do Planalto, sede da Presidência da República, não tem câmeras de segurança desde 2009″. Na entrevista, Etchegoyen disse achar que a retirada foi proposital e que a situação “era de descontrole”. O general afirmou que impediram que as câmeras fossem recolocadas e que o palácio passou anos em que, convenientemente, não houve registro de imagens”.

A tentativa de promover esse tipo de suspeição contra os governos anteriores é, no mínimo, uma imprudência, ou então, intencional iniciativa de má-fé. Talvez não seja por acaso que a “pauta” surgiu agora, logo após a confirmação das denúncias de “espionagem” contra o interino Michel Temer. Ou seja, o que já era comentado nos bastidores agora veio à tona com a entrevista de Julian Assange, do Wikilekas, ao jornalista Fernando Morais.

Se o chefe do GSI está tão preocupado com o tema da segurança, é justo e correto, mas antes de sugerir ações “às escondidas” deveria ler a entrevista de Assange no blog Nocaute. Nela, o hacker diz com todas as letras que “Michel Temer teve reuniões privadas na embaixada americana para passar a eles questões de inteligência política”. Segundo Assange, mais do que recompensa em dinheiro, havia o interesse “de construir um boa relação de forma a ter trocas de informação de parte a parte. E apoio político”.

No caso de não terem lido a entrevista, facilitamos o trecho abaixo:

“Fernando (Morais): O WikiLeaks divulga um milhão de documentos por ano. Você certamente não se lembra de tudo, mas dos documentos do WikiLeaks o que é sabido a respeito da relação do então vice-presidente Temer com os serviços de inteligência estrangeiros, particularmente norte americanos?

(Julian) Assange: Nós publicamos várias mensagens sobre isso. Uma em particular é de janeiro de 2006, em que ele vai à embaixada americana. A mensagem é somente a respeito das informações fornecidas por Michel Temer, suas visões políticas e as estratégias do seu partido.

Isso mostra um grau um pouco preocupante de conforto dele com a embaixada americana. O que ele terá como retorno? Ele está claramente dando informações internas à embaixada dos EUA por alguma razão. Provavelmente para pedir algum favor aos Estados Unidos, talvez para receber informações deles em retorno.

Ele foi à embaixada americana várias vezes pra falar. A mensagem que publicamos em janeiro é só sobre essas comunicações. Frequentemente a embaixada retorna contato a respeito de alguma questão e consultam diversos informantes de partidos diferentes e juntam essa informação.

Temer enviou informações várias vezes para a embaixada americana, mas outros também o fizeram. Gente do seu gabinete e também gente de dentro do PT. Então, pessoalmente, eu acho que dada a natureza da relação do Brasil com os Estados Unidos e considerando a intenção do departamento de Estado americano em maximizar os interesses da Chevron e ExxonMobil, estão provendo aos EUA inteligência política interna sobre o que se passa politicamente no Brasil.

Com essas informações o Departamento de Estado pode fazer manobras em defesa dos interesses das grandes companhias americanas de petróleo. O que não necessariamente está alinhado com os interesses do Brasil.

Dependendo de como funciona uma sociedade, pode-se permitir que qualquer pessoa vá a uma embaixada e passe informações internas. Mas a maioria das sociedades que sobrevivem tem regras contra isso. Regras que proíbem que informações políticas delicadas sejam dadas a outro estado”.

Além disso, é importante também lembrar que muito mais grave do que a “falta de câmeras de segurança no Palácio do Planalto” são  as escutas telefônicas da NSA no gabinete da presidenta Dilma, denuncias por Edward Snowden. Em especial a partir de 2009, o governo brasileiro e a Petrobras, em particular, foram alvo de um “acompanhamento” por parte das agências norte-americanas, talvez tão danoso aos interesses nacionais quanto as visitas de Temer à Embaixada norte-americana.

Como já dissemos em relação a Operação Lava Jato, nessa hora, é bom lembrar da Lei nº 7.170, de 14 de dezembro de 183, que “define os crimes contra a segurança nacional, a ordem política e social, estabelece seu processo e julgamento e dá outras providências”. Mais conhecida como Lei de Segurança Nacional, no artigo 8º prevê como crime “entrar em entendimento ou negociação com governo ou grupo estrangeiro, ou seus agentes, para provocar guerra ou atos de hostilidade contra o Brasil”.

Já e seu artigo 13º, a Lei nº 7.170 especifica os tipos de crimes, como “comunicar, entregar ou permitir a comunicação ou a entrega, a governo ou grupo estrangeiro, ou a organização ou grupo de existência ilegal, de dados, documentos ou cópias de documentos, planos, códigos, cifras ou assuntos que, no interesse do Estado brasileiro, são classificados como sigilosos”. As penas de reclusão vão de 3 a 15 anos.

Copiado de:  https://luizmuller.com/2017/01/15/a-seguranca-nacional-e-o-visitador/

O fetiche por uniformes e a obsessão por Lula farão Doria se fantasiar de torneiro mecânico

por Luiz Müller

 Por Kiko Nogueira no Diário do Centro do Mundo

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João Doria deu mais um show no sábado, dia 14. Na Avenida 23 de Maio, apagou pichações com uma maquininha que ele mal sabia utilizar, mas não precisava porque o que interessava eram os efeitos especiais.

Anunciou que vai retirar os grafites dos Arcos do Jânio, iniciativa do projeto Cidade Linda. Falou de um tal “grafitódromo”, espaço que quer reservar para painéis e murais, sem informar onde isso vai ficar. Em sua marquetolagem, a área terá lojas de itens licenciados e será inspirada “em um bairro de Miami Beach”.

Doria pediu também para os paulistanos serem alcaguetes e “filmarem, fotografarem e denunciarem pichadores”, no melhor estilo Gestapo. No meio de tanto absurdo da era do pós ridículo, esse detalhe vira uma bobagem a mais.

Desta feita, pelo menos, Doria não inventou que tinha um coordenador para um programa, como fez com o muralista Kobra, que o desmentiu de maneira vexaminosa. Sujou de tinta o tênis Osklen. Vai valer uma grana num leilão beneficente.

Mas o que vai ficando cada vez mais claro como o sol é o fetiche do prefeito por uniformes. Em seus happenings populistas, ele já se fantasiou de gari (em duas ocasiões), pedreiro, jardineiro e operador de motocompressor.

Um alfaiate costuma dar um tapa para que ele saia bonito nas fotos e nos vídeos que manda uma equipe fazer e paus mandados postam nas redes sociais. Seus secretários não têm a mesma mamata.

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Gilberto Natalini, do Verde e Meio Ambiente, por exemplo, estava visivelmente desconfortável numa roupa alguns números maior, transformado numa espécie de homem samambaia.

Natalini, 64 anos, líder comunitário, fã de um salgado de boteco, é obrigado a se submeter a esse tipo de situação. É questão de tempo para esses micos virarem ódio ao chefe janota.

Doria tem prazer em se vestir como operário. Ele se sente numa Broadway mental. O capricho, o cuidado, o amor é evidente dos pés à cabeça. Ensaia ele em casa à noite, assistindo “Bob, o Construtor”?

O fetichismo de vestuário gira em torno de uma fixação com um determinado acessório ou tipo de roupa — ou com uma pessoa que use tal vestimenta.

Existem desde adoradores de látex a gente que coleciona indumentária nazista para sessões de sado masoquismo. O limite é o da imaginação.

Essa obsessão de JD só é superada pela que tem por Lula. Desde os tempos do movimento Cansei, Lula está na mira do empresário.

Num Roda Viva com Eduardo Cunha, chamou-o, com ironia que deve ter considerado uma tremenda sacada, de “animal político”.

Durante a campanha, xingou Lula, entre outras coisas, de “sem vergonha”. No teatro dos Arcos do Jânio, fez um discursinho para sua claque: “Essa é uma muda de pau-brasil. Vou dedicar o plantio dessa muda ao Lula, Luís Inácio Lula da Silva, o maior cara de pau do Brasil. Presente para você, Lula”.

Uma mulher dá uma risada forçada ao fundo.

Parte é estratégia. Bater no PT e em Lula dá Ibope e ele é prova de que funciona. Mas outra parte vem de um recanto mais profundo na psique de João Doria. Por que dar uma cotovelada assim, totalmente de graça?

Não se espante se, na próxima apresentação, João Doria estiver de torneiro mecânico, glorioso, brilhando na avenida.

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Luiz Müller | janeiro 15, 2017 às 2:12 am | Tags: Dória, fetiche, golpe,
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PT, mostra a tua cara! (Por João Vicente Goulart)

por Luiz Müller

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Da PÁGINA 64

Por João Vicente Goulart*

A eleição para Presidência da Câmara dos Deputados está trazendo à tona a verdadeira face dos bastidores da política atual: perversa, hipócrita e fisiológica.

A movimentação de alguns setores do PT indica que, mesmo após a covarde e ilícita deposição da Presidente Dilma Rousseff, onde houve uma mobilização dos setores militantes daquele partido, da esquerda , PDT, PC do B, PSOL , movimentos sociais, como MST, Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, e tantas outras organizações que se uniram em torno da Frente Brasil Popular em defesa de nossa democracia vilipendiada, assistimos atônitos uma possível aliança com candidatos da base governista em torno de cargos da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados e a traiçoeira opção de esquecer estas lutas, compondo covardemente com o inimigo golpista, por farelos e migalhas.

A movimentação de alguns deputados do PT, Vicente Cândido, José Mentor e Carlos Zarattini, por exemplo, pululando no ar do gabinete de Rodrigo Maia, nos traz a impressão clara que esta posição pragmática, em torno de cargos da Mesa Diretora, fará com que, um acordão venha acontecer nos bastidores daquele que outrora fora o grande Partido da Esquerda.

As dissimulações destas hostes partidárias chegam ao cúmulo de tentar, segundo ultimas informações, apoiarem, não a candidatura natural de André Figueiredo, como única oposição legítima e sim uma segunda candidatura governista, como a de Jovair Arantes, o relator do impeachment.

Para que? Para não dizerem que estariam apoiando Maia, o candidato do governo, porém tramando com o próprio, um grande acordão em torno de cargos, onde a renúncia de Jovair no último minuto, desarticularia qualquer outra alternativa de última hora, migrando os votos para a verdadeira e golpista candidatura de Maia e assegurando, desta maneira, a primeira secretaria ao PT.

Isto esconderia a traição? Não, pois há milhares de militantes na rua que há anos lutam por um país mais justo e se envergonharão de uma posição de tal índole, afinal, como dizia Brizola, “a política ama a traição, mas abomina o traidor”.

2018 está perto e uma posição de traição às bases pode ser o esfacelamento da união das forças populares necessária à próxima eleição.

Sem mais subterfúgios.

PT, mostra a tua cara!

*João Vicente Goulart
Diretor IPG-Instituto João Goulart

Copiado de:  https://luizmuller.com/2017/01/15/pt-mostra-a-tua-cara-por-joao-vicente-goulart/

SUS adota a pseudociência da cura pelas mãos, o Reiki

SEXTA-FEIRA, 13 DE JANEIRO DE 2017

 

Isto é até compreensível om um primeiro passo por parte dessa quadrilha de donos de igrejas que tomaram o Congresso Nacional de assalto e agora se acomodam no Governo. Por certo o passo seguinte será a compra de curas milagrosas nas igrejas desses vermes que infestam a vida política nacional e que assim poderão sugar tudo o que a nação produzir.

O Editor

 

Até adeptos da medicina alternativa não aceitam a prática

O Diário Oficial da União informa que o SUS (Sistema Único de Saúde) integrou aos seus procedimentos o Reiki.

Inventado em 1922 pelo monge budista Mikao Usul, o Reiki é uma pseudociência e, por isso, não deveria ser adotado pelo sistema oficial de saúde.

A prática do Reiki consiste da “cura” por intermédio da postura das mãos sobre o doente, de modo que para ele canalize a energia universal, que garante o equilibro fisco, emocional e espiritual.

Que energia universal é essa?

A sua existência está cientificamente comprovada?

Não.

Até mesmo adeptos da medicina alternativa não aceitam o Reiki.

Tanto que o Centro para Medicina Complementar e Alternativa dos Estados Unidos concluiu que não existe qualquer evidência do poder de cura do Reiki.

Trata-se de um embuste.

Os doentes vão achar que estão sendo tratados, quando na verdade estarão sendo vítimas de uma enganação.

Em vez de adotar esse tipo de besteira, o SUS deveria investir em equipamentos e contratar mais médicos, para acabar com as filas.

Com informação do Diário Oficial e de outras fontes.

Envio de correção.

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O povo Guarani deu um passo histórico ao constituir o sistema no município de Charagua, localizado na região sudeste do país

 

No Fuente Directa | Tradução Bruno Bassi e revisão de Maíra Mathias

Depois de mais de dois séculos de semiescravidão, servidão e uma ampla luta pela recuperação de sua autonomia, no último sábado (07/01), os guaranis alcançaram seu objetivo e deram à luz o ivimarae, sua “terra sem mal”.

O Órgão Eleitoral Plurinacional entregou as patentes às 46 autoridades eleitas para o Autogoverno da Autonomia Guarani Charagua Iyambae, em ato solene realizado no histórico Centro Arakuaarenda – mesmo local onde em 1987 fora fundada a Assembleia do Povo Guarani –, dando assim início ao primeiro governo autônomo indígena da Bolívia.

O ato, no qual as autoridades eleitas receberam a habilitação para exercer seus cargos, é o ponto culminante no processo de reconstrução da nação Guarani, que passará agora a se autogerir sob as normas e procedimentos próprios de seu povo.

No domingo (08/01), as lideranças indígenas deram posse aos novos representantes eleitos, em um ato para o qual foram convidadas autoridades nacionais e internacionais, mas cujo destaque principal foi, sem dúvida, “a presença das nossas lideranças indígenas locais, naturais, e serão elas que darão posse às nossas novas autoridades”, informou Ronald Andrés, uma das lideranças de Charagua Norte.

Ato de posse das autoridades indígenas em Charagua. | Foto: TSE
Ato de posse das autoridades indígenas em Charagua. | Foto: TSE

As 46 autoridades empossadas conformarão os três órgãos do Autogoverno da Autonomia Guarani Charagua Iyambae instituídos pelo Estatuto Autonômico: o Ñemboati Reta, órgão de decisão coletiva composto por 27 membros divididos em três assembleias, em mandato de três anos; o Mborakuai Simbika Iyapoa Reta, órgão legislativo com 12 membros eleitos por um período de cinco anos; e o Tëtarembiokuai Reta, correspondente ao poder executivo, cujos seis membros são eleitos por cinco anos sem possibilidade de reeleição. Este último conta ainda com um órgão anexo, o Tëtarembiokuai Reta Imborika, cujo único membro é o responsável pela gestão e administração pública durante três anos.

De acordo com Crispin Solano, representante de Charagua Norte e um dos principais líderes do processo de construção da autonomia indígena Guarani, a conformação do autogoverno não foi simples, mas ele pôde, aos 70 anos, enfim, ver parte de seu sonho realizado. “Na idade em que me encontro, esta conquista já não é para mim, mas para os que virão e por isso é importante levar este processo adiante, porque não foi nada fácil conquistar a autonomia”.

Solano lembra que a Guerra do Kuruyuqui (1) dividiu o povo Guarani, levando a uma longa trajetória de reunificação que se deu lentamente a partir de comunidades de trabalho para, somente em 1987, fundar-se a Assembleia do Povo Guarani, por onde se iniciou o processo de autonomia.

PROCESSO AUTONÔMICO

O porta-voz do Tribunal Supremo Eleitoral (TSE) da Bolívia, José Luis Exeni Rodríguez, explica que o tribunal, através do Serviço Intercultural de Fortalecimento Democrático, acompanhou o processo em todas as suas etapas desde 6 de dezembro de 2009, quando o município de Charagua decidiu em referendo por sua conversão em entidade de autonomia indígena (2).

Quase um ano depois, em 30 de novembro de 2010, instaurou-se a Assembleia Autonômica com 52 membros representantes das comunidades de Charagua, que construíram o projeto do Estatuto Autonômico tendo em vista suas próprias normas e procedimentos. Em 19 meses concluiu-se a redação do Estatuto, sendo aprovado por unanimidade pelos membros da Assembleia, cuja votação foi supervisionada por uma comissão de técnicos do Estado boliviano, com o objetivo de verificar se os trabalhos se desenvolveriam de acordo com as normas estabelecidas pelo próprio regulamento interno da Assembleia.

Passado o controle de constitucionalidade, o Estatuto Autonômico de Charagua Iyambae foi aprovado por votação majoritária em referendo realizado em 20 de setembro de 2015.

Sobre essa base, a eleição das autoridades representantes do novo autogoverno indígena aconteceu durante sete processos eleitorais, quatro dos quais se realizaram em zonas guaranis, seguindo os preceitos indígenas de decisão por assembleia, quando foram escolhidos os representantes para a Assembleia Autonômica e para os órgãos Legislativo e Executivo. Nas duas zonas urbanas – Charagua Estación e Charagua Pueblo –, onde vivem migrantes e pessoas que não se identificam como guaranis, a escolha se deu por voto secreto. A última etapa se deu com a realização da Assembleia Interzonal Eleitoral, espaço no qual se reuniram as quatro zonas guaranis e as duas zonas urbanas para eleger por aclamação os representantes da Assembleia Autonômica dos Parques Nacionais e da Área de Conservação, e do TRI.

NAÇÃO GUARANI

O Autogoverno da Autonomia Guarani Charagua Iyambae foi impulsionado pelas capitanias Charagua Norte, Parapitiguasu, Alto Isoso e Bajo Isoso, no município de Charagua, localizado no sudeste da Bolívia, na província Cordillera do departamento de Santa Cruz.

Segundo os dados do Censo de Población y Vivienda 2012, elaborado pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), Charagua conta com uma população de 32.186 habitantes, dos quais 16.502 estão em idade de votar. São 9.342 falantes do idioma guarani, enquanto 17.123 se identificam como indígenas guaranis.

O grande desafio do Autogoverno da Autonomia Guarani Charagua Iyambae é realizar uma gestão pública que recupere a visão da nação Guarani, respondendo de maneira eficiente às 23 competências exclusivas, 5 compartilhadas e 10 concorrentes outorgadas pela Constituição Boliviana de 2009 às entidades territoriais autônomas indígenas, conforme manifesta o porta-voz do Tribunal Eleitoral Departamental de Santa Cruz, Eulogio Nuñez.

AUTOGOVERNO

O Estatuto Autonômico de Charagua Iyambae consta de 101 artigos distribuídos em sete títulos, cinco disposições transitórias e uma disposição final, que contemplam as bases fundamentais sobre as quais se assenta a Autonomia Guarani Charagua Iyambae. Todas as ações estabelecidas pelo estatuto têm como fim alcançar o ivimarae, a “terra sem mal”.

A partir da aprovação do documento, Charagua passou a denominar-se Charagua Iyambae, sendo esta última palavra definida dentro da língua guarani como o viver em plena independência, sem escravidão e sob nenhum tipo de servidão, ou seja, “viver sem donos”.

Para a líder indígena e representante eleita, Silvia Canda, com a aplicação do Estatuto há uma reconfiguração estrutural dos poderes e da estrutura social. “Nosso estatuto é bastante claro e busca uma maior participação na tomada de decisões para que não sejam apenas as autoridades que decidam sobre o futuro de todo um povo, de todo um território, mas para que haja um engajamento de todas as bases, de toda a população, e o reconhecimento explícito de nossas formas e procedimentos próprios para a tomada de decisões”.

“No caso das áreas urbanas, se dá mais força às juntas vicinais”, explica o mburubicha (grande chefe) da Zona Charagua Norte, Ronald Andrés Caraica, que acompanhou o processo desde a primeira solicitação realizada ante a Assembleia Constituinte Boliviana. De acordo com Andrés, o sistema de governo agora passará a ser exercido de forma horizontal e não vertical como ocorria com o sistema de governo municipalista.

A norma institucional do Autogoverno de Charagua Iyambae garante que, com a conformação dos três órgãos de governo – Tëtarembiokuai Reta (Executivo), MborokuaiSimbikaIyapoa Reta (Legislativo) e Ñemboati Reta (órgão de decisão coletiva) –, este último seja a máxima instância de decisão.

A justiça em Charagua Iyambae se administrará de acordo às normas e procedimentos próprios, garantindo a transparência, igualdade e respeito aos direitos e princípios da cultura guarani, segundo estabelece o Estatuto Autonômico.

A implementação do Estatuto representa também uma mudança substancial na administração dos recursos econômicos que outrora chegava à entidade territorial autônoma através do governo departamental de Santa Cruz. Agora, a administração dos recursos econômicos se desenvolverá de forma descentralizada, sujeita a uma lei autônoma que regulamentará sua execução, sendo distribuídos de acordo a critérios populacionais, de equidade e necessidades prioritárias.

No campo educacional, a norma básica institucional de Charagua Iyambae institui o Conselho Educativo do Povo Originário Guarani como instância de coordenação para o desenvolvimento dos planos, programas e projetos empreendidos neste âmbito. O responsável de Educação de Charagua Norte, Roger Moreno, explica: “Nós queremos nos apropriar da educação, que as crianças aprendam nossa tecnologia, que usem nossos recursos, a tecelagem e bordado, nossa língua, porque isso faz parte de nós”.

Por outro lado, busca-se recuperar práticas tradicionais de medicina. Omburubicha Javier Aramayo explica que no passado as parteiras desempenhavam um papel fundamental na assistência dos nascimentos, sendo essa atuação pouco a pouco esquecida por conta da chegada da medicina ocidental. Agora, um dos objetivos é recuperar a sabedoria das parteiras.

TERRA SEM MAL

Uma das áreas mais importantes será a participação cidadã na tomada de decisões. Segundo menciona Ronald Andrés, a partir da mudança estrutural que ocorrerá com a conformação dos três órgãos de governo, se espera uma reconfiguração estrutural quanto à participação da sociedade na tomada de decisões.

A porta-voz do TSE, Dunia Sandoval, destaca a importância da prática da democracia intercultural no processo formativo da Autonomia Indígena de Charagua Iyambae, uma vez que a eleição de suas autoridades, na maioria dos casos, se deu de acordo com procedimentos próprios, recuperando a assembleia como espaço para tomada de decisões.

A Constituição Boliviana estabelece que a democracia se exerce de três formas: (1) direta e participativa, por meio de referendo, iniciativa legislativa cidadã, revogatória de mandato, assembleia e consulta prévia; (2) representativa, por meio da eleição de representantes por voto universal, direto e secreto; e (3) comunitária, por meio da eleição, designação ou nominação de autoridades e representantes por normas e procedimentos próprios das nações e povos indígenas originários, campesinos, entre outros.

No caso da conformação do Autogoverno da Autonomia Guarani Charagua Iyambae coexistiram os três tipos de democracia, devidamente acompanhados pelo Órgão Eleitoral.

“Este processo permitiu aprofundar a democracia intercultural e temos o orgulho de afirmar que acompanhamos e seguimos todo este processo que hoje se encerra com a entrega das patentes às autoridades”, conclui o porta-voz do TSE boliviano, José Luis Exeni Rodríguez.

Enquanto se iniciam os festejos pela conquista da tão sonhada autonomia, aprofundando a democracia em Charagua Iyambae, o líder Guarani Casiano Solano conclui que “todos foram convidados a participar, os menonitas (3), os pecuaristas, os irmãos que vivem no altiplano, para que possam fazer parte, para que possam bem-viver em nossa terra sem mal que está nascendo”.

1. Conflito armado que decreta no ano de 1892 o fim da resistência indígena Guarani frente ao Exército boliviano.

2. A Constitução Boliviana promulgada em 2009 reconhece a existência de 4 tipos de autonomia na organização territorial do Estado: departamental, municipal, regional e indígena-originária-campesina. A iniciativa do Autogoverno da Autonomia Guarani CharaguaIyambae tornou-se a primeira a adotar este mecanismo constitucional.

3. Grupo de denominações cristãs que descende diretamente do movimento anabatista que surgiu na Europa no século XVI, paralelamente à Reforma Protestante. Segundo estimativas de 2009, há mais de 1,7 milhões de menonitas no mundo, marcadamente nas Américas do Norte e do Sul.

Copiado de: http://outraspalavras.net/deolhonosruralistas/2017/01/12/surge-o-primeiro-autogoverno-indigena-da-bolivia/

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