Praia de Xangri-Lá

Saiba tudo o que REALMENTE acontece em Xangri-Lá

Polícia do Maranhão investiga morte de líder indígena de tribo ameaçada por madeireiros

RIO DE JANEIRO (Thomson Reuters Foundation) – Um líder indígena foi encontrado morto no Maranhão, expondo a crescente ameaça a tribos que combatem o desmatamento ilegal na Amazônia, disseram ativistas e autoridades.

O corpo de Jorginho Guajajara foi encontrado com o pescoço quebrado próximo a um rio, informou o grupo de direitos humanos Survival International. A polícia do Maranhão confirmou nesta quinta-feira estar investigando o caso.

Jorginho era uma das lideranças do povo indígena Guajajara, conhecidos como Guardiões da Amazônia e que tem enfrentando repetidas ameaças de um poderoso grupo madeireiro que opera na região do seu território.

“Esse é só mais um de muitos assassinatos que vêm acontecendo no Maranhão… por causa do trabalho dos indígenas para proteger o território contra os madeireiros”, disse Sônia Guajajara, líder indígena e candidata a vice-presidente pelo PSOL.

“Nosso povo não está aguentando mais essa omissão do poder público e acaba pagando com a própria vida”, acrescentou em entrevista por telefone à Thomson Reuters Foundation.

O Brasil tem sido palco de diversas mortes por conflitos de terra, expondo o embate entre a preservação da cultura indígena e o desenvolvimento econômico.

Desde 2000, cerca de 80 membros da tribo Guajajara foram assassinados, de acordo com estimativas de grupos de direitos humanos.

A Fundação Nacional do Índio (Funai) disse em comunicado estar ciente do assassinato e afirmou estar cooperando com a polícia.

A Terra Indígena Araribóia, onde os Guajajaras vivem, também abriga os índios Awá, já descritos pelo Survival International como a tribo mais ameaçada do mundo, porque não têm para onde ir caso sua floresta seja desmatada.

O governo brasileiro tem enfrentado dificuldades para proteger o vasto território da Amazônia devido a cortes de gastos e a uma crescente pressão política para liberar reservas indígenas para mineração, disse o grupo.

Nesse cenário, os Guardiões da Amazônia têm protegido a reserva indígena com suas próprias mãos.

Em maio, o governo enviou agentes do Ibama depois que a tribo capturou um grupo madeireiro e ateou fogo em seu caminhão.

“O que realmente é necessário é prover uma segurança adequada na região de maneira contínua”, disse Fiona Watson, diretora de pesquisa do Survival International. “O Ibama ir de tempos em tempos, não é a solução”.

O conteúdo deste blog é livre e seus editores não têm ressalvas na reprodução do conteúdo em outros canais, desde que dados os devidos créditos.

Leia mais: http://jornalpequeno.blog.br/johncutrim/policia-do-maranhao-investiga-morte-de-lider-indigena-de-tribo-ameacada-por-madeireiros/#ixzz5OONUPNab

Enfermeira que atropelou cães em São Luís foi afastada de suas funções e multada pelo crime

A enfermeira do trabalho, Ana Giselle Ferreira Atan,  filmada atropelando dois cães, no bairro Residencial Pinheiros, em São Luís, foi afastada de suas funções na Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH) nesta quinta-feira (16), após imagens do caso circularem nas redes sociais.

O caso, que aconteceu na última terça-feira, dia 14, chegou ao conhecimento da diretoria da instituição que logo tomou as medidas cabíveis ao caso. O presidente da instituição, Vanderley Ramos, anunciou o afastamento da enfermeira de suas funções.

“A respeito do episódio envolvendo a empregada da EMSERH, Gisele Atan, apesar de ocorrido no ambiente de sua vida privada, quero expressar o sentimento de toda a empresa de profunda indignação e desaprovação, informando que a empregada já se encontra suspensa de suas funções”, afirmou Vanderley.

Crime Ambiental
A Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Naturais (SEMA) aplicou multa de R$ 6 mil na acusada em obediência ao que diz o artigo 70 da Lei de Crimes Ambientais (Lei 9605/98) e ao artigo 29 do Decreto Federal 6514/08, que regulamentam e especificam as penas para infrações ambientais.

Segundo o artigo 70, que dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente, e dá outras providências, “Considera-se infração administrativa ambiental toda ação ou omissão que viole as regras jurídicas de uso, gozo, promoção, proteção e recuperação do meio ambiente”.

Já o artigo 29 do Decreto nº 6.514 de 22 de Julho de 2008, estabelece as sanções, a prática ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos, “Multa de R$ 500,00 (quinhentos reais) a R$ 3.000,00 (três mil reais) por indivíduo”, diz.

“Desde quando tomamos conhecimento dos fatos, a SEMA, dentro da sua competência, tomou as providências cabíveis de natureza administrativa, identificando e autuando a infratora com a penalidade máxima prevista na Lei de Crimes Ambientais”, explica o titular da SEMA, Marcelo Coelho.

Investigação Policial
Segundo o delegado e Superintende de Policia Civil da Capital, Breno Galdino, a delegacia de Meio Ambiente já recebeu a denuncia sobre o caso e deu seguimento às investigações sobre o crime.

“Foi feito um Boletim de Ocorrência do caso e depois disso nós iniciamos o levantamento das informações. As investigações estão em andamento, nossas equipes foram até a residência da acusada e da proprietária dos cães, onde entraram em contato com os envolvidos no caso e agora estamos aguardando a apresentação da Giselli, que ficou marcada acontecer até a manhã desta sexta”, explica o Delegado.

O caso está a cargo da delegada Caroliny Santana, que será responsável por ouvir o depoimento da acusada, dos proprietários dos cães e das testemunhas.

“Em caso de indiciamento, o crime é o de maus tratos a animais, previsto na Lei de Crimes Ambientais, que pode ser agravado pelo óbito de um dos animais. A pena inicial é de 3 meses a 1 ano, mas pode ocorrer um aumento de 1/3 a 1/6 da pena pelo óbito”, conta o Galdino.

O conteúdo deste blog é livre e seus editores não têm ressalvas na reprodução do conteúdo em outros canais, desde que dados os devidos créditos.

Leia mais: http://jornalpequeno.blog.br/johncutrim/enfermeira-que-atropelou-caes-em-sao-luis-foi-afastada-de-suas-funcoes-e-multada-pelo-crime/#ixzz5OOMORUT2

Lei que atualiza valores de penalidades para quem não realiza manutenção da calçada é válida

 

Têm atribuições as Prefeituras Municipais, mas há a parte dos contribuintes que precisam ser realizadas. Em Porto Alegre não há um Prefeito de verdade, pois vi no final de semana que a cidade está tomada por buracos e CRATERAS vez que sujeito eleito Prefeito de tão incapaz que é prefere atritar-se com os servidores do quadro. Por certo ele que jamais administrou coisa alguma e imagina que deve apenas empregar parasitas de seu partido nos ditos ‘CARGOS EM COMISSÃO’. Esse vai     incomodar a cidadania até o final do mandato e depois irá   pagar tudo isto com juros e correção monetária. Quem viver até verá que estou certo.

O Editor   


(Imagem meramente ilustrativa/PxHere)

Magistrados do Órgão Especial do TJRS julgaram constitucional a Lei Municipal Complementar nº 530/2017, de Caxias do Sul, que estabelece regras mais severas para os proprietários ou inquilinos que não realizarem limpeza, reparo e manutenção do passeio público, fronteiriço dos imóveis que possuem. A decisão é do dia 13/8.

Caso

O Prefeito de Caxias do Sul ingressou com Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) afirmando que a legislação foi promulgada pela Câmara de Vereadores, afrontando o princípio da separação dos Poderes, pois legisla sobre matéria que ocasiona aumento de despesas ao Poder Executivo. Também alegou existir ofensa aos princípios da isonomia e da ampla defesa, uma vez que o proprietário ou o possuidor notificado é coibido de exercer seu direito de defesa, atribuindo-se a aplicação de multa de forma imediata, já na primeira autuação. Destacou também ser arbitrário o procedimento de aplicação de multa sem a possibilidade de realizar a obrigação ou o direito de ingressar com recurso.

Decisão

Conforme o relator do processo, Desembargador Francisco José Moesch, a lei não ofende dispositivos da Constituição Estadual porque não dispõe sobre organização, funcionamento ou estruturação da administração pública municipal. Destaca também que a lei regulamenta a obrigação, já existente, de que os proprietários ou inquilinos têm de realizar limpeza e manutenção do passeio fronteiriço ao bem imóvel de sua propriedade.

Ao prever a obrigação de ressarcimento ao Município de Caxias do Sul pelas eventuais despesas com a realização dos reparos, não se está criando a obrigação de o Poder Público providenciar a manutenção devida, mas tão somente o dever de o particular ressarci-lo caso venha a ocorrer”, afirmou o Desembargador Moesch.

No voto, o magistrado ressalta ainda a ausência de ofensa aos princípios da ampla defesa e da isonomia na aplicação da multa na primeira notificação, porquanto há previsão de defesa do particular no Código de Posturas do Município.

A unanimidade dos Desembargadores do Órgão Especial do TJRS votou no mesmo sentido.

Processo nº 70075985747


EXPEDIENTE
Texto: Rafaela Souza
Assessora-Coordenadora de Imprensa: Adriana Arend
imprensa@tj.rs.gov.br

Copiado de:  http://www.tjrs.jus.br/site/imprensa/noticias/?idNoticia=439541

Nasrallah: «Resistência libanesa é hoje mais forte»

Abril Abril

No discurso a propósito do 12.º aniversário do fim da guerra dos 33 dias no Líbano, Hassan Nasrallah sublinhou o «fracasso» das políticas levadas a cabo pelos EUA na Palestina, na Síria e no Irão.

https://www.abrilabril.pt/sites/default/files/styles/jumbo1200x630/public/assets/img/7947.jpg?itok=PE8uOpnc
Tropas do Hezbollah

Tropas do HezbollahCréditos/ wisozk.info

Falando num canal de televisão libanês, o secretário-geral do Hezbollah repudiou o chamado «acordo do século» que a actual administração norte-americana quer implementar na Palestina, sublinhando que nenhuma facção política palestiniana lhe declarou o seu apoio.

Apresentado como um plano para alcançar a paz entre Israel e a Palestina, o acordo referido foi proposto o ano passado e, apesar de permanecer em grande medida na penumbra, foi rejeitado pelos palestinianos, que sublinham, entre outras questões, que a sua adopção implicará o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel e a anexação dos grandes colonatos construídos na Margem Ocidental ocupada.

Relativamente à guerra ainda em curso na Síria, Sayyed Hassan Nasrallah denunciou a aliança entre Israel, a Arábia Saudita, os EUA e outras potências ocidentais para derrubar o governo de Bashar al-Assad. No entanto, o líder do movimento de resistência libanês considera que esse plano «já fracassou», sendo a prova disso a disposição expressa por vários países para retomar os laços diplomáticos com a Síria.

«Tal como vencemos a guerra em 2006, também venceremos a guerra contra o terrorismo na Síria», frisou, citado pela HispanTV.

«O Irão vai resistir»

O secretário-geral do Hezbollah afirmou que, «como eles [o Ocidente] não podem entrar em guerra com o Irão, então impõem-lhe sanções, para pressionar o cidadão comum com a queda da moeda e da economia».

Mostrou-se, no entanto, confiante quanto à capacidade de resistência do país persa face à mais recente agressão, o pacote de sanções repostas em 6 de Agosto último pelo presidente norte-americano, Donald Trump, depois de, em 8 de Maio, os EUA terem concretizado a saída do Plano de Acção Conjunto Global (JCPOA, na sigla em inglês).

Este acordo nuclear foi subscrito em 2015 pelo Irão e pelo Grupo 5+1 (os cinco membros com assento permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas – EUA, Reino Unido, França, Rússia e China – e a Alemanha).

«O Irão tem enfrentado sanções desde a vitória da Revolução Islâmica, em 1979. Ele [Trump] está a reforçá-las, mas elas tem estado lá desde 1979 e o Irão persistiu, e há-de celebrar o 40.º aniversário da vitória da sua revolução», sublinhou, citado pela PressTV.

A 12 anos da vitória contra Israel

Estas declarações foram proferidas no contexto do 12.º aniversário da retirada das tropas israelitas do Líbano, no final da guerra dos 33 dias. A este propósito, Nasrallah agradeceu o apoio que a o Irão e a Síria deram à resistência libanesa.

Sobre o actual contexto, disse que o Hezbollah não receia uma eventual guerra com Israel e que ninguém deve «usar a ameaça» ou «tentar assustar» a resistência libanesa com a guerra.

Justificou esta asserção dizendo que o Hezbollah é hoje mais forte do que alguma vez foi, possuindo melhor equipamento militar, mais capacidade e melhores quadros do que quando expulsou Israel do Líbano, em 2006.

Copiado de:  https://www.abrilabril.pt/internacional/nasrallah-resistencia-libanesa-e-hoje-mais-forte?from=onesignal

TSE nega participação de Lula em debate na Rede TV

Cenasa encerra atividades do Colégio São Paulo

ENSINO PRIVADO

Após constantes atrasos salariais, acordos firmados desde 2008 para o pagamento das pendências, FGTS e multas previstas na Convenção Coletiva, muitas vezes descumpridos pela mantenedora, pela redução no número de alunos nas turmas e problemas de gestão, a Rede Cenasa decidiu, em julho, encerrar as atividades do Colégio São Paulo, em Porto Alegre.

O Sinpro/RS vem acompanhando os professores da instituição desde o início das dificuldades enfrentadas pela Rede, quando ingressou com ações na Justiça do Trabalho cobrando o acerto dos débitos com os professores.

Para o Sindicato, diante do notório quadro de dificuldades não foi surpresa o encerramento das atividades. O que causa estranheza é a forma desrespeitosa do desligamento dos professores, que dedicaram anos de sua vida e no momento de despedida não receberão a indenização das verbas rescisórias e direitos trabalhistas garantidos.

“As rescisões dos contratos de trabalho serão acompanhadas pelo Sindicato com apoio aos docentes”, explica Celso Stefanoski, diretor do Sinpro/RS. A entidade disponibilizará a assessoria jurídica, através de escritório conveniado, que deve analisar caso a caso e ingressar com ações individuais.

Copiado de:  https://www.extraclasse.org.br/edicoes/2018/08/cenasa-encerra-atividades-do-colegio-sao-paulo/

Manual da Igreja Católica dos EUA orienta como acobertar estupradores

Justiça diz que Diocese da
Pensilvânia não estava
preocupada em proteger
as crianças, mas dar cobertura
aos  pedófilos e proteger
a imagem da Igreja
[notícia]

por Scott Dodd
para New York Times

Evite o escândalo. Use eufemismos. Faça perguntas inadequadas. Tranque as denúncias em um “arquivo secreto”. E, acima de tudo, não conte à polícia.

Essas são algumas das táticas que os líderes da Igreja Católica na Pensilvânia, EUA, usaram para esconder o abuso sexual de crianças por padres ao longo de 70 anos, de acordo com um relatório do grande júri do caso divulgado na terça-feira, dia 14 de agosto de 2018.

 Na Judiciário americano, o grande júri é um organismo que decide se uma investigação criminal deve ser transformada em processo judicial, com a acusação formal dos acusados.

“É como um manual para esconder a verdade”, disse o grande júri, cuja investigação identificou mais de mil vítimas de abuso sexual em seis dioceses católicas na Pensilvânia.

Agentes especiais do Centro Nacional de Análise de Crimes Violentos do FBI (a polícia federal americana) revisaram as evidências coletadas pelo júri, informa o relatório, e identificaram uma série de práticas que foram regularmente usadas pelas seis dioceses para encobrir denúncias de abuso.

“Apesar de cada distrito da Igreja ter suas idiossincrasias, o padrão era praticamente o mesmo”, diz o relatório.
“O principal não era ajudar as crianças, mas evitar o ‘escândalo’. Essa não é a nossa palavra, mas a deles. Aparece repetidamente nos documentos que recuperamos .

Aqui está como o grande júri descreveu os métodos da Igreja Católica para encobrir o abuso e proteger os padres:

Primeiro, certifique-se de usar eufemismos em vez de palavras reais para descrever as agressões sexuais nos documentos da diocese. Nunca diga “estupro”; diga “contato inadequado” ou “problemas de limite”.

Segundo, não conduza investigações genuínas com pessoal devidamente treinado. Em vez disso, designe membros do clero para fazer perguntas inadequadas e depois faça julgamentos sobre a credibilidade dos colegas com quem vivem e trabalham.


Terceiro, para uma aparência de integridade, envie padres para “avaliação” nos centros de tratamento psiquiátrico administrados pela Igreja. Permita que esses especialistas “diagnostiquem” se o padre era um pedófilo, baseado em grande parte nos “autorrelatos” do padre, e independentemente de o padre ter realmente se engajado em contato sexual com uma criança.

Em quarto lugar, quando um padre precisa ser removido, não diga o motivo. Diga aos seus paroquianos que ele está de “licença médica” ou que sofre de “esgotamento nervoso”. Ou não diga nada.

Quinto, mesmo que um padre esteja estuprando crianças, continue fornecendo-lhe moradia e pagando suas demais despesas, embora ele possa estar usando esses recursos para cometer mais agressões sexuais.

Em sexto lugar, se a conduta de um predador se tornar conhecida da comunidade, não o remova do sacerdócio para garantir que não haja mais crianças vitimadas. Em vez disso, transfira-o para um novo local onde ninguém saiba que ele é um abusador de crianças.

Finalmente e acima de tudo, não diga à polícia. O abuso sexual de crianças é e tem sido, em todos os momentos relevantes, um crime. Mas não trate dessa maneira; lide com isso como uma questão pessoal, que deve ser resolvida “dentro de casa”.

Copiado de:  https://www.paulopes.com.br/2018/08/manual-da-igreja-catolica-dos-eua-orienta-como-acobertar-estupradores.html#.W3XmRF5KjIW

Ação em combate ao tráfico em áreas escolares prende homem em flagrante em Canoas

Publicação: 

Ação em combate ao tráfico em áreas escolares prende homem em flagrante em Canoas
Ação em combate ao tráfico em áreas escolares prende homem em flagrante em Canoas – Foto: Policia Civil

No fim da tarde desta quarta-feira (15), a Polícia Civil, através da 1ª Delegacia de Polícia de Canoas, prendeu um homem em flagrante por tráfico de drogas. Na ação foram apreendidas 35 petecas de cocaína e 14 mil reais em espécie.

Segundo a delegada Katia Rheinheimer, prisão se deu durante o cumprimento de mandado judicial, após recebimento de denúncia anônima. Efetuadas as buscas, os policias localizaram 35 petecas de cocaína, no total de 33,5 gramas, embaladas individualmente e prontas para o comércio. “Além da droga, foi apreendida a quantia de 14 mil reais em espécie e o veículo do indivíduo que era utilizado, por vezes, para a entrega da droga para usuários. Estima-se que o valor aproximado de cada peteca comercializada poderia chegar a 50 reais, devido a quantidade grande de cocaína que era vendida em cada uma delas.” completou a delegada.

O preso possui antecedentes por ameaça, jogos de azar, posse de entorpecentes e de tráfico de drogas. A ação é um prosseguimento ao combate à oferta de drogas próximo a áreas escolares.

Fabiano Costa

Copiado de:   http://www.pc.rs.gov.br/conteudo/50199/acao-em-combate-ao-trafico-em-areas-escolares-prende-homem-em-flagrante-em-canoas

1ª Turma nega pedido de nulidade de processo contra promotor de justiça

Publicado em 15 de Agosto de 2018 às 13h52

STF –

Por unanimidade, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) indeferiu Mandado de Segurança (MS 34751) ajuizado por um promotor de justiça do Estado do Ceará contra ato do Conselho Nacional do Ministério Público que, em processo administrativo disciplinar, aplicou a ele pena de disponibilidade compulsória, com proventos proporcionais, até a conclusão de ação civil para perda do cargo. O promotor é acusado de ter orientado a defesa de policiais acusados de homicídio.

O processo foi instaurado depois que, em interceptação telefônica autorizada pela justiça estadual, as delegadas responsáveis pelo inquérito descobriram que a defesa dos policiais recebia orientações do promotor. No mandado de segurança ajuizado junto ao STF, que pede a nulidade do processo, a defesa alega que a prova seria ilícita, pois a primeira instância da justiça estadual não teria competência para determinar a interceptação telefônica de membro do Ministério Público.

O relator do processo, ministro Marco Aurélio, afirmou não ter constatado ilicitude que justifique a nulidade do processo. O ministro observou que a interceptação telefônica do promotor ocorreu de forma fortuita, pois a autorização de gravação era relativa ao telefone pertencente ao advogado dos policiais acusados de homicídio. Ressaltou que, tão logo se descobriu que a voz era do promotor, o processo foi deslocado para a Procuradoria-Geral de Justiça do Estado do Ceará para dar prosseguimento às investigações.

Fonte: Supremo Tribunal Federal

Copiado de:  http://www.sintese.com/noticia_integra_new.asp?id=435017

Tribunal mantém condenação de proprietário que demoliu prédio tombado em Florianópolis

 

Publicado em 15 de Agosto de 2018 às 10h59

TRF4 –

A 4ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) manteve, na última semana, sentença que condenou o proprietário de um imóvel demolido, que era tombado como patrimônio histórico e artístico do município de Florianópolis, nas proximidades da Ponte Hercílio Luz, a pagar R$ 20 mil reais de indenização por danos morais coletivos. A decisão determinou ainda que o réu se abstenha de fazer qualquer intervenção no terreno até a realização do Estudo de Impacto de Vizinhança pelo Serviço de Patrimônio Histórico e pelo Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis.

O prédio ficava no Conjunto Urbano Rita Maria, na Rua Henrique Vargas, nº 318, no poligonal de entorno da ponte da capital catarinense, considerado Área de Preservação Cultural (APC) pelo plano diretor do município. Em julho de 2013, o réu demoliu o imóvel sem autorização ou licença.

O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou ação civil pública contra este e obteve sentença de parcial procedência, apelando ao tribunal para obter a recomposição do bem ou, em caso de impossibilidade, a indenização em valor equivalente ao imóvel demolido.

O réu também recorreu sustentando que não havia sido notificado do tombamento por parte do município e que, em nível federal, apenas a Ponte Hercílio Luz é referida. Alegou ainda que não haveria dano moral coletivo indenizável porque o imóvel estava em péssimas condições, a ponto de ruir.

Conforme o relator do caso no TRF4, juiz federal convocado Sérgio Renato Tejada Garcia, embora seja fato incontroverso que o imóvel estava submetido a regime especial, uma vez que era tombado em nível federal e municipal, é infundada a pretensão do MPF à reconstrução da edificação demolida irregularmente, uma vez que um bem que se singulariza pelo seu valor histórico-cultural intrínseco jamais pode ser reconstituído, por obra humana, porque sempre será uma reprodução, imitação ou réplica, jamais o próprio original.

O magistrado também ressaltou que os argumentos de que o imóvel estava em avançado estado de deterioração e o réu não possuía recursos suficientes para a restauração não minimizam a irregularidade, pois este deveria ter comunicado à autoridade local sua intenção de demolição, o que permitiria a adoção pelo Poder Público de outras medidas tendentes à sua preservação, inclusive eventual aporte de recursos públicos para obras de conservação e reparação.

A ocorrência de dano moral coletivo, assim entendido como a lesão a valores de uma coletividade que transcende a esfera individual de cada um dos seus integrantes, atingindo uma classe específica ou não de pessoas, é inequívoca, uma vez que a supressão de um exemplar único, com valor histórico singular, do cenário urbano, impacta negativamente a memória cultural do povo e implica uma perda de difícil reparação, ante a impossibilidade de reconstrução do original. Nessa perspectiva, o fato de o imóvel encontrar-se em mau estado de conservação, por culpa do próprio proprietário, não tem o efeito de afastar o prejuízo decorrente de sua demolição, afirmou o juiz.

Quanto ao valor da condenação, ele entendeu ser adequado às peculiaridades do caso, tais como o mau estado de conservação da casa e a condição sócio-econômica do réu, atendendo à tríplice finalidade de punir, compensar e inibir a reiteração da injusta lesão.

Nº do Processo: 5021490-84.2014.4.04.7200

Fonte: Tribunal Regional Federal da 4ª Região

 

Copiado de:  http://www.sintese.com/noticia_integra_new.asp?id=435029

Page 1 of 4440

Desenvolvido em WordPress & Tema por Anders Norén