Horário eleitoral já torrou minha paciência.

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Agora ali vi a cãodidata dizer que a fazenda era de seu marido e das filhas do mesmo. Num intindi. Ela hoje vestia um casado ou algo parecido com a cor laranja mecânica, aquela mesma da seleção holandiana. Deve ter sido uma homenagem ao cãodidato morto do acidente com o avião ainda não devidamente explicado, pois avião fantasma. Ele voava, mas não existia. Como ela hoje estava uma graçinha me fez lembrar a Lebre Camargo. Juro que pensei que a mesma tinha vortado e tava ali na minha TV.
O Prévidi no seu excelente blog hoje se referiu a um cãodidato mais do que chato e que vai aos estúdios de TV usando inclusive o chapéu, pois fantasiado de fazendeiro urbano. O que talvez desconheça o Prévidi é que esse chato para não dizer palhaço é assim como o outro, o Manoelzinho, chefe da igreja MTG, coroné dessa polícia de quarteirão que tem as unhas mais compridas do universo.
Eu sei e já sabia em que vou votar, pois tenho consciência política, logo para mim esse horário na TV serve somente para me irritar.

Investimento de R$ 150 mi

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A Tanac, de Montenegro, investirá R$ 150 milhões em uma fábrica de pellets de madeira no distrito industrial de Rio Grande. Trata-se de um biocombustível que usa a serragem da madeira como matéria-prima. O Protocolo de Intenções foi assinado nesta terça-feira (30) pelo secretário Mauro Knijnik, secretário adjunto da Fazenda, André Paiva, e pelo diretor-superintendente da empresa, Otávio Decusati. “É um projeto importante, com impacto na cadeia produtiva gaúcha e na Metade Sul, que recebe mais um investimento de vulto”, afirmou Knijnik, ressaltando ainda a tradição da Tanac no Estado. Segundo Decusati, 90% do investimento será através de contrato com fornecedoras gaúchas e os 10% restantes, relativos a equipamentos de pré-moagem, moagem, peletização e resfriamento, de fabricação alemã, serão internalizados pelo porto de Rio Grande.

Fonte: www.AffonsoRitter.com.br

Ex-coronel admite ter recebido ordens para bombardear praça com 10 mil pessoas em 1964

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DITADURA

Paulo Diniz também revelou que treinou uma tropa de indígenas no Alto Rio Negro

01/10/2014 | 09:17 | O GLOBO
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Um ex-coronel do Exército admitiu que teria bombardeado uma praça em Goiânia, onde estavam mais de 10 mil pessoas, caso o governador de Goiás, Mauro Borges, não houvesse renunciado. O caso ocorreu no dia 26 de novembro de 1964, meses após o golpe militar, e foi revelado durante uma série de depoimentos ouvidos pela Comissão Nacional da Verdade (CNV) nesta terça-feira em Belo Horizonte (MG).

- Estive em Goiânia, ficamos hospedados no hospital Rassi. Eu era tenente, mas minha especialidade era tiro de arma curva, cálculo de tiro. A missão que nós tivemos era destruir as três pontes do Rio Meia Ponte. Tiro foi regulado para ali, mas havia mais de 10 mil na praça – relatou o ex-coronel do Exército Paulo Rubens Pereira Diniz, à época tenente com 25 anos.

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Segundo o depoimento, Diniz era lotado no Batalhão da Guarda Presidencial (BGP) e recebeu a ordem para assumir um pelotão de “morteiro e arma curva” por causa de sua especialidade – o militar é engenheiro. Questionado pelo coordenador da comissão, Pedro Dallari, Diniz admitiu que iria bombardear a praça, ocupada por manifestantes pró Borges.

- Nós, tenentes, éramos donos da verdade. Eu teria cumprido a ordem – afirmou.

Dallari chegou a comparar o episódio ao Riocentro, em 1981. Além de admitir que houve tortura no Exército durante o período de Ditadura, Diniz revelou que treinou uma tropa de indígenas no Alto Rio Negro, na Amazônia. O objetivo era combater guerrilheiros, como os que lutaram no Araguaia.

Em depoimento que durou cerca de 50 minutos, o ex-coronel ainda pediu anistia à CNV ao afirmar que sofreu perseguição de superiores.

- Isso (episódios como o da praça em Goiânia) abala qualquer um – afirmou.

Passado sobrio

Antes dos depoimentos, integrantes da CNV, peritos e quatro torturados durante a Ditadura visitaram o antigo 12º Regimento de Infantaria do Exército, o atual 12º Batalhão de Infantaria, em Belo Horizonte, por cerca de 2h. A estrutura na capital mineira é uma das sete instalações militares identificadas por pesquisa da CNV onde foram realizadas violações graves dos direitos humanos.

- Foi uma noite de terror. Fui preso dia 31 de julho de 1969 e me trouxeram para cá. Foi a noite toda de pancada, algemado, choque elétrico, golpes de cacetete. Quebraram meu pé com martelo. Fiquei internado uma semana no pronto-socorro e outros dois meses em outro hospital. Uma noite foi o suficiente para quase morrer – relembrou o médico aposentado Carlos Antônio Melgaço Valadares.

- Foi aqui que os militares me disseram que a paciência havia acabado. Foi numa sala daqui que os militares me disseram: “já que você teima em não falar nada, vamos te entregar para um sargento que é sádico, tem prazer e se excita com o sofrimento especialmente das mulheres”. Me botaram num jipe de cabeça abaixada e me levaram a um posto policial no meio da estrada. Me torturaram das 19h às 5h, me estupraram. Houve espancamento, pau de arara, telefone, choque elétrico – relata, emocionada, Gilse Cosenza.

Apesar de reviver dores do passado, todos os torturados (Gildásio Cosenza e Emely Vieira Salazar também visitaram a estrutura militar) consideraram a ação da CNV importante.

- Meu sentimento é de satisfação de saber que, embora tenha se passado muitos anos, há grupos e pessoas em resgatar nossa história – disse Emely.

Em Minas, segundo levantamento da CNV, 24 pessoas morreram ou desapareceram durante a Ditadura.

- A violência foi muito grande. O local (antigo 12º RI) foi muito modificado. Testemunhas reconheceram alguns pontos de referência e reavivou na memória deles a lembrança do que passaram nesse local, um local importante de Belo Horizonte, mas que lamentavelmente virou uma casa de horrores – avaliou o coordenador da comissão, Pedro Dallari.

A CNV pretende visitar nos próximos dias as últimas duas instalações militares reconhecidamente usadas para graves infrações de diretos humanos: onde funcionou Doi-Codi do IX Exército, no Recife (PE), e a Base Naval da Ilha das Flores. Há ainda uma pesquisa feita para revelar estruturas clandestinas usadas na Ditadura como locais de tortura. Em Belo Horizonte, o ponto era uma casa (hoje um prédio) no bairro Renascença, na região Nordeste da cidade. Todos os relatórios serão entregues no dia 10 de dezembro.

Estrutura permanente

A CNV, que já teve os trabalhos estendidos por seis meses, rechaça pedir nova prorrogação para a realização dos trabalhos. No entanto, Dallari afirmou que pretende sugerir a criação de um “ente permanente para tocar a apuração”.

- No Uruguai, existe uma comissão que se chama Comissão do Passado Recente, que é justamente alguém que pode dar continuidade a esse trabalho no âmbito oficial. De qualquer maneira, um dos legados importantes da CNV foi ter gerado uma rede de entidades que vão dar continuidade a esse trabalho. Estamos deixando um legado que vai permitir que a universidade brasileira aprofunde nesses estudos – afirmou.

Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/vidapublica/conteudo.phtml?tl=1&id=1502867&tit=Ex-coronel-admite-ter-recebido-ordens-para-bombardear-praca-com-10-mil-pessoas-em-1964

Está difícil aturar os erros crassos em ZH

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(Trânsito 01/10/2014 | 07h25
Carro colide contra poste na Farrapos, em Porto Alegre
Segundo testemunhas, havia três pessoas dentro do Astra)

“Diz o blogueiro – Esse absurdo está na edição digital de ZH, agora.
Gostaria que me explicassem como pode o automóvel ser o sujeito do fato. Esse carro anda sozinho?
Criem vergonha e se matriculem no MOBRAL ainda hoje.”

Livro que afirma que Lampião era homossexual e Maria Bonita infiel pode ser publicado

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Cabra macho, sim senhor!

Ação que tentava impedir o lançamento da obra foi ajuizada pela filha do casal.

terça-feira, 30 de setembro de 2014

lampião era moça
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A 2ª câmara Cível do TJ/SE reformou decisão de 1ª grau que proibia o lançamento e venda de livro sobre a vida do falecido cangaceiro Lampião. A obra “Lampião Mata Sete”, do escritor Pedro de Moraes, defende a tese de que Virgulino Ferreira da Silva era homossexual e que sua esposa, Maria Bonita, era infiel. A ação foi ajuizada por Expedita Ferreira Nunes, filha do casal.

Em seu voto, o relator, desembargador Cezário Siqueira Neto, entendeu que garantir o direito à liberdade de expressão coaduna-se com os recentes julgamentos do STF, em manifesto combate à censura.

“Se a recorrida, autora da ação, sentiu-se ‘ofendida’ com o conteúdo do livro em testilha, pode-se valer dos meios legais cabíveis. Porém, querer impedir o direito de livre expressão do autor da obra, no caso concreto, caracterizaria patente medida de censura, vedada por nosso Constituinte.”

Ainda segundo o relator, a garantia básica da liberdade de expressão do pensamento representa um dos fundamentos em que repousa a ordem democrática, não cabendo ao Judiciário estabelecer padrões de conduta que impliquem em restrição à divulgação do pensamento.

O magistrado lembrou ainda que o personagem principal do livro é uma figura pública. “As pessoas públicas, por se submeterem voluntariamente à exposição pública, abrem mão de uma parcela de sua privacidade, sendo menor a intensidade de proteção.”

“Comungo do pensamento, no sentido de não caber mais retrocesso há um tempo em que, por conta de um carimbo da ‘censura’, os autores ficavam impedidos da publicação de obras literárias, peças teatrais, músicas, e etc, por vezes, de grande conteúdo intelectual. Na atualidade, deve prevalecer o pensamento da responsabilidade pela manifestação de pensamento, mesmo porque a própria sociedade se encarrega de dar o devido valor às publicações, manifestações que contenham conteúdo intelectual.”

Processo: 201200213096

Fonte: http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI208569,81042-Livro+que+afirma+que+Lampiao+era+homossexual+e+Maria+Bonita+infiel

Esses poderes e seus podres

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Postado por Juremir em 30 de setembro de 2014 – Uncategorized

Olho o mapa dos poderes e vejo um descalabro geral. O ministro Luís Fux (STF) concedeu auxílio-moradia de mais de quatro mil reais a toda a magistratura. Fux é o mesmo que, faz alguns meses, posava de paladino da moral e da preocupação com o dinheiro público. Depois disso, virou lobista da filha, uma patricinha de 32 anos, sem grande experiência jurídica, que tentou emplacar no cargo de desembargadora na cota da OAB. Sim, tem esse tipo de cota. Chama-se quinto constitucional. Não é racial nem de classe. Mas acaba quase sempre com brancos ricos. Olha o mapa dos poderes e vejo que esse auxílio-moradia dos togados é o segundo, pois, há pouco, houve outro, diluído sob o nome de Parcela Autônoma de Equivalência. Olho o mapa dos poderes e vejo que os togados gaúchos votarão hoje uma nova teta para eles mesmos: auxílio-alimentação. Logo eles que ganham subsídios.

Subsídio é termo inventado para pagar o judiciário com um pacote sem discriminações, o que deveria impedir novos penduricalhos. A plebe também quer poder aumentar o próprio salário. Eu quero. Olho o mapa dos candidatos e vejo, ainda vejo, ainda não se apagou na sucessão de escândalos, que Aécio Neves mandou construir aeroporto em terras da família, que Dilma, na direção da Petrobrás, autorizou um negócio absurdo de compra de uma refinaria nos Estados Unidos e que Marina Silva tem como conselheira e amiga a herdeira do Itaú. Olho o mapa dos poderes e fico sabendo que o presidente da CAPES, relevante organismo do Ministério da Educação, defende a contratação de professores para as universidades federais sem concurso sob o argumento de que os concursos são “jogos de cartas marcadas”. Uau!

O que espanta na afirmação de Guimarães, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, é a possibilidade de que ela seja verdadeira, o que se viu recentemente, num concurso transformado em polêmica e em contenda judicial, na Faculdade de Direito da UFRGS. Em lugar de se tomar providências, melhor driblar os concursos? A culpa é sempre do sofá. A oposição aproveita e grita em tom de pergunta e escárnio: “Depois do Mais Médicos, o Mais Professores”? Olha o mapa dos poderes e vejo velhos profissionais da mídia tentando abocanhar os poderes que sempre criticaram para, obviamente, fazer diferente, mas com velhas receitas que não se mostraram eficientes, embora sempre soem modernas na boca dos marqueteiros e dos empresários desejosos de pagar menos impostos sem deixar de pedir mais serviços e benefícios ao Estado via BNDES.

Olho o mapa dos poderes e vejo executivo, judiciário e legislativo sem muita independência. Um tentando adquirir as “vantagens” obtidas pelos outros em nome da isonomia e do equilíbrio do saque legal aos cofres públicos. Olho o mapa dos poderes e digo com elegância: foi-se o boi com a corda, a égua com os arreios e o magistrado com a toga. Olha o mapa dos poderes e vejo o prefeito de Porto Alegre, filiado ao PDT de Leonel Brizola, não se atrever a sancionar lei de Pedro Ruas, do PSOL, trocando o novo da Avenida Castelo Branco, homenagem a um ditador, para Avenida da Legalidade.

Vou-me embora para Palomas. Lá não tem mapa nem poderes. Mando eu.

Copiado do blog de Juremir Machado da Silva

Mentiras e descaso com a Segurança Pública

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terça-feira, 30 de setembro de 2014

Por Tico Lacerda

onibus-incendiados

É evidente que o debate de hoje será centrado na questão da segurança pública. Portanto, reitero o seguinte: o governador mente quando diz que fez o maior investimento em segurança da nossa história.

No mesmo dia Em que gastava com publicidade na RBS e DC, propagandeando que estava investindo 115 milhões, o jornal concorrente ND da RIC-RECORD, trazia em suas páginas, as autoridades da SSP, reconhecendo a necessidade de mudar o sistema dos rádios das policias e DEAP, de analógico para digital, porém afirmando que não possuíam recursos para isso (precisavam de 15 milhões e olha que já tinham recebido 10 milhões do BNDES).

A Anatel já recomendava essa migração desde 2010. Fui “investigar”, pois não é a minha função e descobri que a empresa DIRECTA de Lages, que recebe todos os anos 4,5 milhões para fornecer esse serviço sucateado e que auxilia os criminosos, pois são facilmente interceptadas as conversas dos policiais e agentes do DEAP, é de um grande amigo e concunhado do governador.

Dizem que seus negócios nunca prosperaram tanto como nos últimos 4 anos. OU seja, hoje as nossas polícias enfrentam o crime organizado, sem possuírem nem o básico, que é um bom e ágil sistema de comunicação entre todos. Isso é um crime contra todos nós catarinenses e aqueles que escolheram o nosso estado para viver e pagarem seus impostos!!

O governador faz a sua campanha a base de publicidades mentirosas e milionárias. Contrata para seu assessor direto de comunicação, o editor chefe do Diário Catarinense, da RBS e por isso, não saiu sequer uma linha a respeito do que volto a denunciar aqui.

Isso é uma vergonha e um desrespeito para com todos nós!! Cchega de mentiras e farsas!!! Com essa nova onda de atentados ocorrendo em nosso estado, não é possível que um irresponsável desses e seus protetores não sejam desmascarados no debate de hoje dentro da própria empresa que oculta e abafa esses fatos criminosos!!!

Fonte: http://cangarubim.blogspot.com.br/2014/09/mentiras-e-descaso-com-seguranca-publica.html

Estado laico avança na instruída Suíça em caminho sem volta

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TERÇA-FEIRA, 30 DE SETEMBRO DE 2014

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por Jacques Neyrinck
para Les Baptisé-e-s, site da Conferência Católica Dos Batizados Franceses

caminhoPopulação suíça se distancia
cada vez mais das religiões
Andando pela região da campanha suíça, nós vemos a fachada de diversas igrejas e capelas, propagadas por toda a parte e maravilhosamente conservadas. Diferentemente da França laica, que na maior parte das suas regiões sustenta direta e generosamente as igrejas com o pagamento de salários aos ministros do culto. E a Constituição inicia com estas palavras, inimagináveis em qualquer outro lugar: “Em nome de Deus onipotente (…)”. Isso significa que a Suíça é um oásis de cristianismo institucional existente?

A realidade é bem diferente: a maioria dos suíços se declara não confessos. Pessoas e instituições se afastam cada vez mais das confissões, enquanto a religião está mais presente na mídia e na política como assunto para debates. Segundo uma pesquisa, as pessoas sem confissão representam cerca de 64% da população na Suíça, enquanto que somente 17% dos habitantes são praticantes. Além disso, 10% da população Suíça se diz contrária a religião e 9% declara estar envolvido com praticas espirituais alternativas, geralmente orientais. A fome espiritual é saciada por práticas sumárias: yoga, meditação, peregrinação a Compostela, travessia do Saara, alimentação restrita, ações humanitárias, esoterismo artístico.

Segundo a análise dos pesquisadores, o número de católicos romanos e protestantes diminuiu a partir da revolução cultural de 68. Mas, ao mesmo tempo, grupos progressistas e conservadores se encontram inseridos seja no cristianismo, no judaísmo e no islamismo. A formação do Estado laico vai de encontro com o crescimento dos fundamentalismos, e também com um estremecimento das relações entre indivíduos muito religiosos e aqueles que não o são. E como pagamento, as igrejas “históricas”, católica e protestante, colaboram fraternamente, muito longe das disputas em questão. Porque, antes ou depois, os pilares das Igrejas “históricas” quebrarão, até que elas deixem de ser grupos visíveis e influentes: as instituições batalham pela sua sobrevivência.

Esta evolução rápida colocou interrogações nos poderes púbicos, que são visceralmente ligados a perenidade das Igrejas, fatores de estabilidade numa paisagem cultural muito fragmentada, entre quatro línguas e vinte e seis pilares particularizados. Pelo menos 28 grupos de pesquisa foram mobilizados entre 2007 e 2010 em todo o território suíço. Suas pesquisas foram financiadas pela Confederação por valores aproximados a 10 milhões de francos. Segundo esses pesquisadores, as autoridades suíças devem se esforçar para a busca da igualdade de direitos entre os diversos grupos religiosos e encorajar o respeito da liberdade de religião. Os poderes públicos federais e locais devem encorajar a vontade de integração entre os imigrantes, como a formação de uniões competentes e estáveis.

No entanto uma iniciativa popular em sentido oposto comportou uma votação, nos termos dos quais um artigo da Constituição federal já proíbe a construção de minaretes no país. Se não há vontade política do poder público em manter a paz religiosa, ou o desinteresse da população pela prática do cristianismo, a propriedade religiosa é construída agora sobre o registro da oposição ao islamismo. Enfim, a maior parte dos suíços, que não possuem religião, acaba preocupada com o surgimento de uma confissão caracterizada de uma prática regular. O medo do islamismo se reflete de certo modo no medo de todas as religiões, o de ser visto como uma fonte de tensões, senão de violência.

A disponibilidade dos poderes públicos não compensa então o desinteresse de uma população que é ao mesmo tempo uma das mais ricas e instruídas da Europa. A formação do Estado laico progride inexoravelmente.

Com tradução IHU Online.

Leia mais em http://www.paulopes.com.br/#ixzz3EqjBvP54
Paulopes informa que reprodução deste texto só poderá ser feita com o CRÉDITO e LINK da origem.

Fonte: http://www.paulopes.com.br/2014/09/estado-laico-avanca-na-suica-em-caminho-sem-volta.html#.VCtN7mddVGM

“Digo eu: nós precisamos nos apropriar do nosso país antes que esses espertalhões donos de igrejas que surgem diuturnamente como gafanhotos na lavoura nos tomem o Estado Brasileiro em seu proveito próprio. Igualmente precisamos reformar a Constituição Federal que absurdamente concede IMUNIDADE TRIBUTÁRIA a todas as igrejas, antigas e novas. Você paga tributos, as igrejas não pagam nada e nem dão satisfação à Receita Federal sobre o quanto arrecadam e no que gastam.
Edir Macedo, o mais rico deles e que se intitula BISPO inaugurou um templo que custou a bagatela de 630 milhões de reais em São Paulo e não pagará um único centavo de IPTU. Isto é justo? Óbvio que não. Mãos à obra já.”

Veja do que essa senadora é capaz.

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A verdade sobre essa Senadora levada para Brasília por um Senador Biônico (jamais eleito, pois nomeado pela ditadura). Copiei e cole o link abaixo no seu navegador e saiba o que essa senadora fez com os pobres em Gramado.
Vale a pena assistir, pois uma atitude criminosa dessa senhora contra os pobres em cidade serrana.

Capim com inço na avenida

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Prefeitura de Porto Alegre precisa examinar alguns detalhes das obras em andamento nas vias públicas. Inclusive a grama plantada na Gaston Mazeron, que mais parece capim, arrecadado em alguma várzea, e que é hoje o único verde da agora larga avenida, após o corte das árvores.

Fonte: www.AffonsoRitter.com.br

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