Carta de delegado critica ações da PM e Associação dos oficiais repudia manifestação

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27 de fevereiro de 2015
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Manifesto está circulando na rede interna da PC e tem recebido inúmeras manifestações de apoio dos colegas da Polícia Civil catarinense. Confira a íntegra abaixo:

Causou estranheza fato ocorrido no sul de Santa Catarina, quando um Delegado de Polícia deu voz de prisão a quatro soldados da Polícia Militar catarinense e a seu comandante, um tenente-coronel.

Estranheza pela coragem da Autoridade Policial, já que posturas desse tipo não são comuns no estado.

Por outro lado, não surpreende, nem um pouco, a postura dos policiais militares.

Não surpreende a agressividade dos soldados contra um sujeito que furtou dois míseros frascos de repelente de um mercado. Resolveram, como é de praxe entre eles, açoitar o criminoso em repúdio a sua conduta delinquente.

Não surpreende o desrespeito na postura adotada pelos policiais militares, comandante inclusive, dentro de uma Delegacia de Polícia. Isso, ressalta-se, vem de tempos. E, ainda que não denote uma postura institucional, vem ocorrendo reiteradamente, de modo que não pode mais ser considerado um fato isolado.

As relações entre Polícia Civil e Polícia Militar do Estado de Santa Catarina não são boas já há muito tempo. Ainda que haja um esforço conjunto entre as direções das instituições para acobertar as diferenças e desentendimentos, fato é que as polícias catarinenses não convivem harmonicamente.

Há, por certo, bons relacionamentos pessoais entres os policiais, mas a frequência com que os atritos vêm ocorrendo é alarmante.

A Polícia Militar adota uma postura arrogante e prepotente. Invade atribuições, se escora numa superioridade numérica e bélica para impor sua vontade. Não deixa margem para contraponto. Não há espaço para questionamentos relacionados à conduta dos integrantes daquela instituição. Caso contrariados, partem para agressões verbais e até físicas.

Isso não é novidade, casos recentes e contundentes comprovam e contradizem a versão enfeitada divulgada pelos milicianos.

A Polícia Militar e a associação representativa de seus oficiais não têm o que repudiar na conduta do Delegado Leandro Loreto. Quem repudia a postura arrogante e desvirtuada de princípios éticos, morais e constitucionais dos milicianos é a sociedade e toda a comunidade jurídica.

Em nota, a ACORS faz uma comparação insensata com porões da ditadura, criticando fala da Autoridade Policial. Fato é que hoje em dia a prática de abusos físicos é comum nas fileiras da PMSC, como já foi em tempos passados.

E não se discute nem os absurdos procedimentais perpetrados pela ultrapassada instituição.

São essas condutas e posturas que sustentam e dão corpo aos cada vez mais fortes anseios pela extinção das polícias militares em todo Brasil, partindo do princípio que militarização só cabe às Forças Armadas.

O Delegado Leandro Loreto tem apoio de todos os seus colegas Delegados de Polícia de Santa Catarina, por sua louvável e equilibrada postura, adequada a todos os princípios legais que norteiam as atividades de Polícia Judiciária e Segurança Pública.

Castigo físico não é meio de punição aceito em nosso ordenamento jurídico. É crime. Por isso a voz de prisão foi acertada. Se o tenente-coronel comandante fosse equilibrado, e estivesse em seu melhor juízo, teria apoiado o Delegado e tomado as devidas providências contra seus subordinados. Não o fez. Ao contrário. Agiu toscamente e deixou claro todo o seu despreparo.

Os Delegados de Polícia de Santa Catarina reafirmam apoio ao seu colega, e ao acerto de sua decisão. Correto em todos os sentidos jurídicos e sociais.

Os Delegados de Polícia de Santa Catarina manifestam e reforçam sua postura de defender os direitos de toda a sociedade catarinense, sua postura de agir dentro dos limites legais, impondo o rigor da lei a todos sem distinção, sem abusos, sem tolerar corporativismos, atuando na linha de frente e nos bastidores da segurança pública deste estado.

A Polícia Civil catarinense é respeitada nacionalmente por sua capacidade técnica e operacional, por seu profissionalismo, por sua imparcialidade, e não deixará que sujeitos e instituições envergonhem a sociedade catarinense com abusos e atrocidades. A Polícia Civil

não deixará que a população seja manipulada por informações falsas e tendenciosas, sendo levada a um retrocesso jurídico perverso e egoísta.

Defendemos que cada instituição tem seu papel definido em lei, e que essa lei deve ser respeitada em todas as situações e circunstâncias, não podendo ser mitigada de acordo com interesses individuais ou de grupos alheios ao bem estar público.

Ontem um mero ladrão de repelentes, um policial; num passado mais distante um surfista, um pai de família, um trabalhador, outros policiais… Quem será a vítima amanhã?

Não permitiremos que os oficiais da Polícia Militar e seus subordinados mantenham a população refém de suas arbitrariedades e entendimentos particulares. Lutaremos pela Lei e pela Justiça, mesmo com o risco da própria vida!

Rodolfo Farah Valente Filho

Delegado de Polícia Civil de Santa Catarina
Delegacia de Polícia da Comarca de Mafra
Delegacia Regional de Polícia de Mafra
ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS DA PM REPUDIA CRÍTICAS DO DELEGADO
A Associação dos Oficiais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina – ACORS manifesta à sociedade catarinense e à mídia sua indignação e repúdio às ações e declarações do Delegado Leandro Loreto, em virtude de desentendimento ocorrido na Delegacia de Laguna entre ele e as guarnições da PMSC, em 25 de fevereiro de 2015.
Inicialmente, ressaltamos que a ACORS está acompanhando atentamente o episódio e já mobilizou sua Assessoria Jurídica a fim de prestar total apoio ao Tenente Coronel Jefer Francisco Fernandes, que prontamente atuou em defesa de seus Comandados, respeitando a lei e repelindo arbitrariedade perpetrada pelo Delegado.
É importante esclarecer que entendemos a postura do Delegado Loreto como uma ação individual e isolada, que não reflete a relação institucional harmoniosa que vigora entre a Polícia Militar e a Polícia Civil, ou mesmo entre Oficiais Militares Estaduais e Delegados de Polícia. O fruto dessa relação impacta positivamente nas atuações de Segurança Pública em nosso Estado, o que faz de Santa Catarina o Estado mais seguro do País.
Já o referido Delegado, ao agir de maneira hostil e arbitrária contra os Policiais Militares que atendiam a uma ocorrência, vem na contramão da moderna doutrina de polícia, a qual incentiva a atuação profissional e sistêmica das diversas corporações e agências de segurança pública, buscando proteger a vida, o patrimônio e os direitos de todos os cidadãos.
Nossos policiais militares foram, em tese, desrespeitados, constrangidos e vítimas de abuso de autoridade em ação desproporcional aos fatos do episódio.
Em suas declarações ao portal G1, o Delegado Loreto foi infeliz ao remeter o fato ocorrido a uma postura estatal, portanto, institucional, chegando à ignorância histórica de dizer: “É uma atitude impensável que remonta a ditadura. Não é um caso isolado, é reflexo de uma postura estatal”. Deveria o douto colega tomar conhecimento de que os porões da ditadura no Brasil não aconteciam em quarteis da Polícia Militar. Tais declarações demonstram fraqueza intelectual que se rende a um discurso raso, vazio e preconceituoso.
Não nos surpreende a postura adotada pelo Delegado, no caso concreto, visto em outros episódios ter se portado de maneira similar nas relações com outros policiais.
A Polícia Militar de Santa Catarina é respeitada e reconhecida em todo o Brasil pelo seu alto grau de profissionalismo, seja em sua estrutura organizacional ou mesmo na atuação gerencial e operacional de seus homens e mulheres que atuam na linha de frente. Todo esse episódio envergonha a Segurança Pública Catarinense.
Defendemos a apuração completa e profunda do episódio, como forma de esclarecer à sociedade catarinense e de garantir a preservação dos direitos de todos os envolvidos. Dessa forma, manifestamos nosso repúdio a qualquer forma de violência ou violação de direitos, sejam eles dos presos durante os atos administrativos de ofício, sejam dos profissionais de segurança pública que atuaram no episódio.
A ACORS, entidade legítima de representação dos interesses dos Oficiais Militares Estaduais catarinenses, continuará sendo a voz ativa e incessante em quaisquer circunstâncias e contra o jugo daqueles que contribuem para a insegurança da sociedade catarinense.
“… mesmo com o risco da própria vida!”
Florianópolis, 26 de fevereiro de 2015.
Diretoria da ACORS

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INÍCIO
Postado por rafael_martini, às 14:38
Categorias: Sem categoria

Copiado de: http://wp.clicrbs.com.br/visor/2015/02/27/carta-de-delegado-critica-acoes-da-policia-militar-em-laguna-e-reacende-crise/?topo=67,2,18,,,67

Digo eu: aqui no Rio Grande do Sul a situação é parecida, pois esses coronés estão com as unhas enormes. Necessário extinguir essas instituições anacrônicas e criar Guardas Civis Municipais. Tanto aqui como em SC eles estão se emendando com o MP e só fazem besteiras. Ano passado um tal coroné Marcineiro que ao invés de ficar no quartelzinho fazendo e consertando móveis fez uma enorme besteira junto com o amiguinho Promotor provocaram toda a confusão em Joinville durante uma partida de futebol. Nenhum dos dos dois foi punido o mesmo preso. Esses coronés precisam entender que Autoridade Policial há somente uma e esta é o Delegado de Polícia. Dou força aos meus colegas da POLÍCIA de Santa Catarina.

DELEGACIAS DE POLICIA FECHADAS

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SÁBADO, 28 DE FEVEREIRO DE 2015

POLÍCIA

Com o atual governo, a segurança não é artigo de primeira necessidade, afinal andam comentando nos corredores, que não haverá mais verba de substituição, ou seja, nas delegacias onde há somente um agente e este tirar ferias ou licença, o que não poderá ser negado, ninguém ira substitui-lo, por falta de verba. Em nossa região litoral, Dps como Quintão, Tavares e Maquiné se o agente se ausentar por qualquer que seja o motivo, a delegacia será fechada até o seu retorno. Os policiais e a comunidade esperam ansiosos para que sejam somente boatos, pois a criminalidade cresce a olhos vistos, e a comunidade não pode ficar a mercê de decisões absurdas como esta.

Fonte: http://www.blogdolobao.com.br/2015/02/delegacias-de-policia-fechadas.html

AINDA HÁ JUÍZES NA ARGENTINA? – QUEM NÃO DESEJA QUE O ATENTADO À AMIA SEJA APURADO COM ISENÇÃO?

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As inconsistências da denúncia contra a presidenta argentina

Buenos Aires, 27 fev (Prensa Latina)

rafecas

Figuras de vários setores e juristas da Argentina avaliam hoje o ditame do juiz Daniel Rafecas que desconsiderou “por inexistência de delito” a denúncia de que o Executivo acobertou terroristas.Rafecas afirmou que faltam elementos para promover a investigação solicitada pelo promotor Gerardo Pollicita, quem acusou a mandatária e seu Chanceler com base na acusação, lançada por Alberto Nisman, de acobertar os responsáveis do atentado à associação judia AMIA.

“Ficou claro que nenhuma das duas hipóteses de delito apresentadas pelo promotor Pollicita em seu requerimento se sustentam minimamente”, argumentou Rafecas.

Esse promotor pode apelar a decisão perante a Câmara Federal, e a oposição, incluída a que está dentro do Poder Judicial, pode ter outras cartas embaixo da manga.

Julio Maier, ex-presidente do Tribunal Superior da Cidade Buenos Aires, concordou com Rafecas que o delito de ação pública não está contido na denúncia.

Por sua vez, o ex-ministro de Justiça, León Arslanián qualificou como inobjetável a decisão do juiz federal que, segundo considerou Maier, está muito bem sustentada.

Inicialmente, Nisman acusou a Presidenta e seu Chanceler de acobertar o suposto envolvimento do Irã no ataque à AMIA em 1994 em troca de petróleo, o que foi usado pela oposição para desatar um escândalo político.

Depois de sua estranha morte, que despertou ainda mais a ofensiva contra o governo, Pollicita apresentou uma denúncia formal e exigiu vênia processual para acometer 50 medidas de prova.

“Fica claro que nenhuma das duas hipóteses de delito sustentada pelo promotor Pollicita em seu requerimento se sustentam minimamente”, setenciou o juiz Rafecas que agora muito provavelmente será alvo dos dardos da oposição política e midiática.

Sobre o Memorando de Entendimento com o Irã, o magistrado explicou que “o suposto delito nunca foi cometido”. Esse acordo estabeleceria uma Comissão da Verdade para que Nisman e um juiz argentino pudessem interrogar os iranianos envolvidos.

Mas o próprio Nisman foi contra, como o resto da oposição, e uma parte do Poder Judicial, declarando a medida anticonstitucional.

E com respeito à anulação dos “alertas vermelhos” da Interpol, argumentou que “a evidência reunida, longe de sustentar minimamente a versão fiscal, a desmente de um modo rotundo e lapidário, levando também à mesma conclusão da inexistência de um delito”.

tgj/mh/cc
Modificado el (viernes, 27 de febrero de 2015)

Fonte: http://www.prensalatina.com.br/

Copiado de: http://izidoroazevedo.blogspot.com.br/

Há tucano na lista? E Aécio: Pergunte ao Janot

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sábado, 28 de fevereiro de 2015

Josias de Souza

As principais lideranças do PSDB no Senado reuniram-se ao redor de Fernando Henrique Cardoso, em São Paulo. Trocaram impressões sobre uma conjuntura em que se misturam duas encrencas: a crise ética e a crise econômica. Na saída, os repórteres crivaram os presentes de perguntas sobre a Operação Lava Jato.

Sobre o zunzunzum de que haveria tucanos na lista, os entrevistados desconversaram. “Vamos aguardar a semana que vem”, disse, por exemplo, José Serra. Perguntou-se a Aécio Neves se seu nome poderia estar na relação que será enviada ao STF pelo chefe do Ministério Público.

E ele: “Pergunte ao Janot.” Hummmmm… Esse tipo de pergunta só tem uma resposta aceitável. Podendo, o entrevistado deve dizer: “Me respeite!” Não podendo, é melhor silenciar.

Copiado de: http://izidoroazevedo.blogspot.com.br/

Islâmicos de Bangladesch matam blogueiro ateu com golpes de facão

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SEXTA-FEIRA, 27 DE FEVEREIRO DE 2015

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Roy escrevia em
defesa do Estado laico
O blogueiro ateu americano Avijit Roy (foto), 42, que vivia em Atlanta (EUA), foi assassinado a golpes de facão em Daca, capital de Bangladesch, por dois militantes islâmicos. Ele morreu quando estava sendo transportado para o hospital. Rafida Ahmed Bonya, 45, sua mulher, foi golpeada na cabeça e se encontra hospitalizada em estado crítico.

A polícia está investigando um grupo de islâmico local que elogiou o ataque. Houve protesto em ruas de Daca contra a violência.

O médico que fez a autópsia do corpo disse que Roy foi morto por assassinos profissionais, que lhe desferiram três golpes de facão “muito precisos” na cabeça dele, causando graves hemorragias.

A família de Roy informou que ele escrevia no blog “Mente Aberta” textos sobre defesa do Estado laico, ciência e questões sociais. Ele também escrevia como convidado para revistas e jornais e era autor de sete livros.

Recentemente, no Facebook, Roy escreveu que o ateísmo é “um conceito racional que se opõe a qualquer crença não científica e irracional”.

A sua família disse que Roy vinha sofrendo ameaça de radicais islâmicos havia tempo.

Em 2014, um ativista islâmico disse que Roy, por viver nos Estados Unidos, seria assassinado quando saísse do seu país. “Ele será morto quando vier a Blangladesh.”

Em dois anos, Roy é o segundo blogueiro ateu assassinado em Bangladesch. O país tem 160 milhões de habitantes. Desse total, 90% são muçulmanos.

Em uma entrevista coletiva, Jennifer Psaki, porta-voz do Departamento de Estado dos Estados Unidos, lamentou a morte de Roy e disse que se tratou mais do que um ataque contra uma pessoa, “mas de uma covardia contra princípios universais de livre manifestação consagrados na Constituição de Bangladesh”, um pais onde há liberdades intelectual e religiosa.
Arifur Rahman, outro blogueiro que esteve na feira de livros em Daca, disse que o governo do país não tem demonstrado esforço para combater o radicalismo religioso.

Por isso, disse, a violência contra ateus deve continuar.

Copiado de: http://www.paulopes.com.br/

Digo eu: desde que o nosso mais remoto ancestral inventou a religião como forma de buscar compreender sua origem e destino e logo após o dinheiro como instrumento de comércio ali decretou a desgraça da sua espécie. Nosso país é um Estado LAICO, assim diz nossa Carta Política, mas infelizmente hoje já estão no Congresso Nacional cerca de 15% dos seus integrantes empregados ou donos de igrejas.
Isto a mim preocupa, pois logo estarão querendo ditar normas em nosso sociedade. Acredito necessário séria reflexão sobre esse assunto e o mais breve possível.

Prefeitura de Porto Alegre perdeu excelente oportunidade de ficar calada.

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Está em ZH digital agora: “TRANSPORTE PÚBLICO
EPTC não descarta novo aumento da tarifa de ônibus em 2015”

Acredito que essa não é uma notícia para ser divulgada no atual momento em que interesses escusos estão tentando incendiar o país.
Fortunati e os seus merecem uns cascudos daqueles que eram dados em tempos idos nos moleques que não sabiam se comportar.

O Juiz e a Cidadania, o livro

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Posted: 27 Feb 2015 06:18 PM PST

capa livro

– Tu é o Juiz?
Sim, respondi.
– Parece não, retrucou a criança.
Este breve diálogo aconteceu entre o autor desta obra e a filha de uma servidora do poder judiciário durante a confraternização de final de ano.
O que busca o autor com este pequeno texto é discutir exatamente isto, ou seja, que Juiz não é Deus e que seu papel fundamental é garantir direitos, em busca da construção de uma sociedade livre, justa e solidária, fundada nos princípios da cidadania e dignidade da pessoa humana, assim estabelecido na CF de 1988.
Neste sentido, impõe a Constituição que cabe ao juiz desenvolver um sentimento profundo de alteridade e sentir-se no lugar de todos que lhe procuram com fome e sede de justiça. Encarnar-se e sentir-se na pele do mendigo que bate à sua porta pedindo água ou pão; da mãe do jovem preso acusado de ser traficante de drogas; da mãe aflita pelos alimentos devidos pelo pai de seu filho; do sem-teto ou sem-terra em vias de ser despejado; do jovem sonhador, protestando nas ruas por um mundo melhor; do consumidor lesado e extorquido pelos juros exorbitantes cobrados pelo sistema financeiro em contratos de adesão; do dependente químico em busca de apoio e um ombro amigo, dignidade e cidadania; dos doentes mentais que querem ser sujeitos de direitos e que os normais compreendam sua loucura…
Afinal, decidir rima com garantir os direitos conquistados na luta histórica da humanidade pela liberdade, pão, terra e direito de ser feliz.

Boa leitura!

Conheça toda a coleção: http://www.paraentenderdireito.com.br/livro.php?id=26

Fonte: http://www.gerivaldoneiva.com/2015/02/o-juiz-e-cidadania-o-livro.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+GerivaldoNeiva-JuizDeDireito+%28Gerivaldo+Neiva+-+Juiz+de+Direito%29

Ana Pellini reúne-se com secretários do Meio Ambiente do Litoral Norte

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Publicado em 26/02/2015 as 15:38 Imprimir

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A secretária do Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Ana Pellini, reúne-se nesta sexta-feira (27), em Capão da Canoa, com os secretários do Meio Ambiente dos municípios do Litoral Norte.
Em convite enviado à Associação dos Municípios do Litoral Norte, Pellini disse que o encontro é a integração, o compartilhamento e a formação de parcerias entre a secretaria estadual e as secretarias municipais, especialmente quanto ao licenciamento ambiental, a fiscalização e os projetos estratégicos da área. A reunião ocorre às 14 horas na sede da prefeitura de Capão da Canoa.
Ana Pellini vai participar da Assembleia Geral de Verão promovida da Federação das Associações dos Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), ocasião em que os administradores estarão reunidos nos próximos dias.

Copiado de: www.litoralmania.com.br

Digo eu: nada tenho contra ou a favor da senhora Ana Pellini. Considero estranho que sendo contadora e não tendo filiação partidária está sempre empregada em algum órgão público estadual ou municipal. Foi da administração da senhora Yeda, já trabalhou na PROCEMPA, empresa da Prefeitura de Porto Alegre assim como em extensa lista de empregos públicos. Hoje essa senhora é Secretária Estadual para o Meio Ambiente e como tal esteve em reunião com as Prefeituras do litoral norte.
Para mim uma figura enigmática e que pelas circunstâncias me deixa curioso.

A ascendência judaica dos Peixoto e de outros

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Cartas

cartas judeus peixotoFoto Ilustrativa

Em relação ao belo artigo sobre a família Sulzberger e o jornal The New York Times, gostaria apenas de acrescentar que esta família descrita como sendo de judeus-alemães, esquece ou esconde um ramo que é basicamente de judeus portugueses, no qual sobrenomes como Mendes Peixoto, Campos Pereira, Mendes Seixas, Maduro, Viera e Lopes identificaram os ancestrais próximos de Arthur Ochs Sulzberger, o atual patriarca da família.
Edição 40 – Março de 2003

Entre todos estes ancestrais há também uma brasileira nascida em
Recife, que pertenceu ao enclave holandês formado naquela cidade durante o século XVII.

Os judeus holandeses eram em sua maioria, naquele período, cristãos-novos ibéricos ou seus filhos, que fugiram dos rigores da Inquisição, para desfrutar a relativa tolerância religiosa dos Países Baixos. Quando os holandeses ocuparam Pernambuco, muitos judeus aproveitaram a oportunidade para voltar ao mundo ibérico. Eles permaneceram no Brasil até a expulsão dos ocupantes holandeses. Nestes anos, desenvolveram atividades comerciais e, como era natural, religiosas também. Interagiram com cristãos-novos locais, estabeleceram sinagogas, trouxeram rabinos.

Um destes rabinos, Isaac Aboab da Fonseca, nascido como cristão-novo em Castro Daire, Portugal, é considerado o primeiro rabino do hemisfério ocidental. Ele pertencia a uma velha dinastia rabínica espanhola e que na expulsão dos judeus da Espanha optou por Portugal, país no qual seus descendentes tiveram que se converter ao catolicismo em 1497, e onde nasceu Simão da Fonseca, que alteraria seu nome quando foi para a Holanda integrando-se ao judaísmo. Isaac Aboab casou-se e teve filhos e, destes, netos e netas, descendência que chegou até os nossos dias.

Levantando a genealogia dos primeiros judeus que chegaram aos EUA, o rabino Malcolm H. Stern encontrou a pernambucana Rachel, de quem ele não conseguiu identificar os pais, mas, que baseado em outras evidências, atribuiu-lhe o sobrenome Aboab, entroncando-a na família do primeiro rabino brasileiro. Ainda não temos muitos elementos sobre esta matriarca brasileira. Sabe-se apenas que ela se casou com Moses Cohen, filho de Diogo Mendes Peixoto. O filho do casal, Josuah Cohen Peixoto, nasceu em Caiena, em 1663, mas foi casar-se em Amsterdã com Ester de Jacob Cohen Peixoto, originária de Bordeaux. O casal teve um filho, Daniel Cohen Peixoto, que saiu de Amsterdã para Curaçao. Sua esposa, Grcia de Abraham Campos Pereira, pertencia também a famílias portuguesas. A filha de ambos, Leah Cohen Peixoto, casou-se o curaçaense Samuel Levy Maduro Peixoto, em 1765, e tiveram Moses Levy Maduro Peixoto, que se casou com Judith de Samuel Lopes Salzedo. Eles tiveram Daniel Levy Maduro Peixoto, e este se casou com Rachel Mendes Seixas, de uma família que chegou aos EUA em 1730, vinda de Portugal, onde tinham vivido como cristãos-novos quase dois séculos e meio.

Daniel Levy Maduro Peixoto (1767-1828), foi um médico importante em New York, e de seu casamento com Rachel Mendes Seixas teve dois filhos. Um deles, Judith Salzedo Peixoto, casou-se com David Holis Hays, e tiveram Rachel Peixoto Hays, em 1861. Ela rompeu com a tradição de casamentos entre judeus portuguses (Portogeese Joden) e casou-se com o judeu ale- mão Cyrus Lindauer Sulzberger. O filho deste casal, Arthur Hays Sulzberger, casou-se com Iphigene Bertha Ochs, filha e herdeira de Adolph Simon Ochs, cria-dor do The New York Times. Ele sucedeu ao sogro na direção do jornal, que repassou o cargo ao filho Arthur Ochs Sulzberger, atual presidente do grupo.

Assim, quase oculta na genealogia de uma família da aristocracia judaica norte-americana, onde encontramos rabinos importantes, comerciantes e médicos, empresários e editores do mais conhecido jornal mundial, encontramos também uma pernambucana quase anônima, a recifense Rachel, como a matriarca de todos.

(Fonte: Stern, Malcolm H., First American Jewish Families, 600 Genealogies, 1654-1988, Baltimore, 1991)
Paulo Valadares
Historiador, Sociedade Genealógica Judaica do Brasil – São Paulo, SP

Fonte: MORASHA

Copiado de: http://izidoroazevedo.blogspot.com.br/

Petrobras, a Perola Arranhada.

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Temos que responsabilizar quem mal dirige – os corruptores e os funcionários que se venderam – e não a instituição que vem sendo denegrida, que é a Pérola do Brasil com um patrimônio físico e humano com alta capacidade tecnológica, exemplo é a primeira perfuração sobre água no Brasil utilizando barcaças, que antes transportavam derivado de Mataripe para Salvador, liderada pelo Eng. Yvan Barreto de Carvalho em 1954 poço DJ-129. BA
Situava-se na foz do Rio Dom João à 2,5km da costa com um lâmina d’água de 4,2m, com profundidade final de 321m, produzindo 160 barris/dia, de um óleo de 39° AP. Em 1955 os volumes recuperáveis originais em Dom João eram de 166 milhões de barris de óleo e de 1,3 bilhões de m3 de gás natural.
Devido ao empenho e capacidade de seus funcionários chegamos à liderança tecnológica de águas profundas no Pré-sal.
Não podem ser confundidos os valores das ações que flutuam conforme o mercado com o que é a Petrobras, que com suas refinarias, plataformas e com seu corpo técnico que fornece combustível para movimentar o país gerando empregos diretos e indiretos.
Temos que retirar políticos com sua influência e sindicalistas exercendo cargos de gerências fora das funções de origem na empresa, deixando o quadro técnico trabalhar e continuar nas mãos de brasileiros, pois se for privatizada seremos mais reféns do que já somos do capital estrangeiro.
Carlos H. Furlan

Digo eu: o autor desse texto foi contemporâneo do meu falecido irmão quando trabalhavam na REFAP. Tenho o Furlan na conta de um excelente amigo e acima de tudo um brasileiro respeitável.

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