Praia de Xangri-Lá

Saiba tudo o que REALMENTE acontece em Xangri-Lá

Rogério Correia lamenta suposto hackeamento de Joice Hasselmann: “Quantas maldades serão reveladas”

21 DE JULHO DE 2019, 20H50

“Vixe! Quantas maldades contra o povo deverão ser reveladas. Minha colega deputada deve estar em pânico!”, ironizou o deputado federal

Foto: Reprodução/YouTube

O deputado federal Rogério Correia (PT-MG) comentou sobre o anúncio de Joice Hasselmann (PSL-SP) de que teria sido vítima de ataque hacker. Correia lamentou a situação e temeu pelo conteúdo que poderia ser revelado e ironizou: “deve estar em pânico”.

“Vixe! Quantas maldades contra o povo deverão ser reveladas. Minha colega deputada deve estar em pânico!”, publicou Correia em sua conta no Twitter.

Rogério Correia

@RogerioCorreia_

Vixe ! Quantas maldades contra o povo deverão ser reveladas. Minha colega deputada deve estar em pânico! https://twitter.com/jornaloglobo/status/1153036926103900161 

Jornal O Globo

@JornalOGlobo

Joice Hasselmann afirma que teve celular hackeado: ‘criminoso invadiu meu telefone e isso é caso de polícia’: https://glo.bo/2Lx2c2b 

Copiado de:  https://revistaforum.com.br/rogerio-correia-lamenta-suposto-hackeamento-de-joice-hasselmann-quantas-maldades-serao-reveladas/?utm_source=notificacaopush&utm_medium=onesignal

A denúncia da deputada de que teria sido hackeada veio horas depois do The Intercept Brasil divulgar nova reportagem do Vaza Jato. Joice disse que o conteúdo de seu celular foi enviado para o colunista Lauro Jardim, do O Globo.

Bolsonaro, um furúnculo mental

O último arroto monárquico de Bolsonaro que ecoou foi seu ataque ao povo nordestino. Nem no reino das laranjas se viu um bocejo de graça, de riso no seu preconceito conduzido pelo já pra lá de manjado racismo.

Bolsonaro declarou uma guerra contra ele próprio e, todos os dias nesses mais de 200 de luto presidencial, ele bombardeia seu próprio governo.

Bolsonaro não tem noção da responsabilidade do cargo que ocupa, ele quer viver na base do cenário de papelão. Por isso conduz o país para o abismo e ainda acha que isso é pouco, pois pensa que somos todos animais como ele.

Não há a menor sombra de dúvida que essa caricatura grotesca, que é a cara da elite brasileira, não governa por muito tempo. É muito esforço de uma pessoa para produzir tanta asneira, tanta burrice, completamente fora do papel de um presidente. E olha que os bolsominions de um pasto que a cada dia fica mais ralo de gado, dizem que isso é uma criação de estilo.

Leia Também:   COORDENADOR DA LAVA JATO, NA PGR, PEDE DEMISSÃO: Abandonou o barco.

Bolsonaro esteve na Câmara por trinta anos sem produzir nada de concreto para o país. Ficou esse tempo todo debruçado no espelho fazendo uma política rasteira, barata para enriquecimento próprio e da família, tudo isso na base de declarações estúpidas como essa do ataque aos nordestinos.

Não é preciso falar de sua relação profundamente enraizada com as milícias e os benefícios financeiros que isso lhe rende, falo de um sujeito meramente estúpido, troncho, fantasiado de si próprio. Mas, fazer o quê?

Esse furúnculo mental representa a incultura da elite econômica do país, branca, falsária, corrupta e rigorosamente bocó.

Copiado de:  https://www.apostagem.com.br/2019/07/21/bolsonaro-um-furunculo-mental/

COORDENADOR DA LAVA JATO, NA PGR, PEDE DEMISSÃO: Abandonou o barco.

Poeta e ensaísta cubano Roberto Fernández Retamar: «hasta siempre»!

INTERNACIONAL|CULTURA

AbrilAbril

O poeta e ensaísta Roberto Fernández Retamar morreu este sábado em Havana. Entusiasta da Revolução Cubana, desenvolveu um trabalho cultural ímpar à frente da prestigiada Casa das Américas.

Roberto Fernández Retamar (1930-2019). Foto de arquivo.

Roberto Fernández Retamar (1930-2019). Foto de arquivo. CréditosEPA/STR / Lusa

O poeta e ensaísta cubano Roberto Fernández Retamar, Prémio Nacional de Literatura e presidente da prestigiosa Casa das Américas, morreu este sábado em Havana, aos 89 anos.

«Perdemos um dos maiores poetas e pensadores da Nossa América e do mundo: Roberto Fernández Retamar. Deixa-nos um trabalho excepcional, focado na descolonização e anti-imperialismo», escreveu na rede social Twitter o ex-ministro da Cultura da ilha, Abel Prieto.

Jornalista, poeta, ensaísta, professor universitário e diplomata, Fernández Retamar (1930-2019) começou a trabalhar muito cedo como jornalista na revista Alba, para a qual entrevistou o vencedor do Prémio Nobel da Literatura norte-americano Ernest Hemingway.

Na década de 1950 colaborou com a revista emblemática Orígenes e envolveu-se na luta clandestina contra o regime de Fulgencio Batista.

Após o triunfo da revolução liderada por Fidel Castro em 1959 fundou e editou até 1964 a revista Unión, juntamente com os renomados intelectuais Nicolás Guillén, Alejo Carpentier e José Rodríguez Feo.

Casa das Américas: 60 anos a afirmar a cultura latino-americana

LER MAIS

Roberto Fernández Retamar ocupou vários cargos em instituições culturais, incluindo a prestigiada Casa das Américas. A instituição, fundada em 1959 por Haydée Santamaría, heroína cubana do assalto ao Quartel Moncada, constituiu-se como um marco na cultura do continente ao longo dos últimos 60 anos. A partir de 1965 Fernández Retamar dirige a revista Casa de Las Américas e em 1986 assumiu a presidência da prestigiada instituição, que assegurou até ao seu último dia de vida.

Foi membro da Academia Cubana da Língua, que dirigiu entre 2008 e 2012, e membro correspondente da Real Academia Espanhola.

Autor de uma vasta obra em prosa e verso, os seus livros foram traduzidos para uma dúzia de idiomas e o seu ensaio Caliban, notas sobre a cultura da Nossa América (1971) é considerado um dos mais importantes da literatura latino-americana do século XX.

Fernández Retamar era membro do Conselho Cubano de Estado – o órgão máximo do Governo no país – e deputado na Assembleia Nacional entre 1998 e 2013.

Entre outras distinções foi agraciado em 1989 com o Prémio Nacional de Literatura, o mais importante do género na ilha, e com o Prémio Nacional de Ciências Sociais, em 2012. Em Janeiro passado viu ser-lhe atribuído pela UNESCO o Prémio Internacional José Martí durante a IV Conferência Internacional pelo Equilíbrio do Mundo, em Havana.

Os restos mortais de Roberto Fernández Retamar serão incinerados e, na próxima semana, uma homenagem será preparada como despedida na Casa das Américas.

com Agência Lusa

Copiado de:  https://www.abrilabril.pt/internacional/poeta-e-ensaista-cubano-roberto-fernandez-retamar-hasta-siempre

Vaza Jato: Dallagnol queria falar do PT, mas não de Flávio Bolsonaro e Queiroz

 

21 DE JULHO DE 2019, 14H46

Apesar da empolgação inicial para comentar denúncias contra deputado petista, o procurador da Lava Jato recusou convite de programa da Globo por temer ter que falar sobre o escândalo Flávio Bolsonaro/Fabrício Queiroz

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Em nova publicação da série Vaza Jato, o site The Intercept Brasil trouxe a público neste domingo (21) diálogos inéditos entre procuradores federais da Lava Jato. As conversas revelam que Deltan Dallagnol, chefe da força-tarefa, sugeriu aos colegas que o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, protegeria o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) nas investigações sobre o caso Queiroz para não desagradar o presidente e para garantir uma possível indicação para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF).

No entanto, ao longo da matéria, fica claro que o próprio Dallagnol também se encontrou dividido entre seguir com seu discurso de combate apartidário à corrupção ou antagonizar o senador e filho do presidente.

O dilema do procurador surgiu em 21 de janeiro de 2019, quando cerca de um mês após estourar o escândalo Queiroz, Dallagnol recebeu um convite para o “Fantástico”, da Globo, para uma entrevista sobre a questão do foro privilegiado.

Em princípio, o procurador se animou com a ideia de falar sobre o possível foco da matéria: denúncias envolvendo o deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS). Ele hesitou, porém, em aceitar o convite por temer cair no assunto Flávio Bolsonaro.

Veja também:  Reinaldo Azevedo anuncia mais um vazamento que envolve ministro do STF e Dallagnol

Os colegas da Lava Jato concordaram que a melhor opção era rejeitar o convite do Fantástico para evitar o que chamaram de um “bola dividida Flávio Bolsonaro”.

Dallagnol – 16:44:44 – Pessoal, temos um pedido de entrevsita do fantástico sobre foro privilegiado. O caso central é bom, envolvendo o Paulo Pimenta, se isso for verdade rs. O risco é eles decidirem no fim focar no Flávio Bolsonaro eusarem nossas falas nesse outro contexto. De um modo ou de outro, o que temos pra falar é a mesma coisa. Além disso, algumas informações que buscam não temos (são da PGR). A questão é se é conveniente darmos entrevista para essa reportagem ou não. Eu não vejo que tenhamos nada a ganhar porque a questão do foro já tá definida. Diferente de uma matéria sobre prisão em segunda instância…

Curiosamente, em 17 de janeiro desse ano, quatro dias antes do convite do Fantástico, os assessores de imprensa de Dallagnol comentaram sobre a firmeza no posicionamento do procurador, o que “reforça o apartidarismo”. O mesmo assessor, no entanto, criticou a posição de Moro sobre o caso: “sem contar que a fala de Moro sobre Queiroz foi muito ‘neutra’. não teve firmeza, sabe? para muita gente, pareceu que Moro quis sair pela tangente”.

Veja também:  Bolsonaro bajula Evo Morales e pede para ele trocar a mão esquerda pela direita em foto oficial

O caso Queiroz não irá embora tão cedo. Pior para Sérgio Moro

Apesar de o próprio Fabrício Queiroz estar sumido, o escândalo que o conecta à família Bolsonaro – do primogênito à primeira-dama – não dá nenhum indício de ir embora tão cedo.

Não por falta de tentativa, é claro, uma vez que o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli acolheu pedido da defesa de Flávio Bolsonaro e paralisou as investigações sobre o senador.

Com a decisão do ministro, suspende-se todos os inquéritos abertos, em todas as instâncias, a partir de dados compartilhados por órgãos de controle como o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e a Receita Federal, sem autorização judicial prévia.

Na prática, todos os casos só poderão ser retomados ou encerrados definitivamente quando o STF se manifestar sobre a questão. O julgamento que irá analisar e debater o caso está marcado para 21 de novembro, em plenário.

Por ora parece ser uma vitória do senador e filho do presidente, mas o buraco do caso Queiroz pode ser bem mais embaixo. Segundo a Veja, que teve acesso ao documento que embasou a quebra de sigilo de Flávio Bolsonaro, o Ministério Público do Rio de Janeiro vê indícios que sugerem a prática dos crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa no gabinete do então deputado.

Veja também:  Ataque de Bolsonaro contra nordestinos alavanca a tag #OrgulhoDoNordeste

Agora, mesmo que Dallagnol e outros procuradores talvez não precisem se manifestar mais a respeito do assunto, o mesmo não poderá ser dito daquele a quem realmente será cobrada uma resolução satisfatória ao caso: Sérgio Moro. Resta saber se ele o fará, e como isso será feito.

Copiado de:  https://revistaforum.com.br/vaza-jato-dallagnol-queria-falar-do-pt-mas-nao-de-flavio-bolsonaro-e-queiroz/

 

Decisão de Toffoli vai causar ‘enxurrada de ações’ nos tribunais

O ministro decidiu suspendeu alguns processos após pedido da defesa de Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), que estava sendo investigado

Decisão de Toffoli vai causar 'enxurrada de ações' nos tribunais
Notícias ao Minuto Brasil

21/07/19 15:00 ‧ HÁ 3 HORAS POR ESTADAO CONTEUDO

POLÍTICA STF

Adecisão do presidente do Supremo, ministro Dias Toffoli, de suspender processos e investigações abertas com base em dados da Receita ou do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), sem prévia autorização da Justiça, vai ser muito contestada nos tribunais e pode causar uma ‘enxurrada de ações’.

A avaliação é do criminalista Yuri Sahione, presidente da Comissão de Compliance da Ordem dos Advogados do Brasil.

Toffoli decidiu que todos os casos que foram deflagrados a partir de informações do Coaf, sem aval da Justiça, têm de ser suspensos. Sua decisão vale até novembro, quando a Corte máxima leva a plenário a matéria.

A medida contrariou promotores e procuradores em todo o País, que alertam para o ‘engessamento’ de investigações sobre corrupção e também contra facções criminosas e o tráfico.

A ordem do ministro foi dada no âmbito de pedido da defesa do senador Flávio Bolsonaro (PSL/RJ), filho do presidente, alvo de investigação do Ministério Público do Rio por suposta lavagem de dinheiro quando ainda exercia o mandato de deputado estadual fluminense.

“O problema é que há casos que só existem em razão da comunicação ou de informações pedidas ao Coaf pelo Ministério Público, como é o caso envolvendo o senador Flávio Bolsonaro”, afirma Sahione, mestre em Direito Penal pela Universidade do Estado do Rio.

“Mas há muitos outros casos em que já existia uma investigação deflagrada, por exemplo, em razão de uma colaboração premiada ou de algum outro elemento que as autoridades tomaram conhecimento”, ele assinala.

Segundo Sahione, ‘a partir de então é solicitado apoio ao Coaf com informações para que possa embasar a operação’. Ele aponta uma dúvida que deverá surgir a partir da decisão do ministro.

“Se o Coaf já prestou informações e a solicitação se deu em razão de outros elementos de prova anteriormente obtidos, mas sem autorização judicial, a investigação poderia seguir considerando que a mesma não foi aberta por causa de dados pedidos pelo órgão?. Essa é uma interrogação que vai ter de ser decidida caso a caso e, na minha opinião, a partir da importância e da influência das informações prestadas pelo Coaf para as investigações.”

Para Sahione, ‘a verdade é que hoje, das centenas de investigações e ações judiciais propostas na Lava Jato e em outras operações, todas são passíveis de questionamento judicial sem a menor sombra de dúvidas’.

“Inclusive as ações que já possuem decisões com condenações”,assegura.

Copiado de:  https://www.noticiasaominuto.com.br/politica/982222/decisao-de-toffoli-vai-causar-enxurrada-de-acoes-nos-tribunais?utm_source=notification&utm_medium=push&utm_campaign=982222

Petrobras não abastece navios iranianos alegando que estão sob sanção dos EUA

19 DE JULHO DE 2019, 13H48

Em clara submissão ao governo de Donald Trump, Jair Bolsonaro disse que empresas brasileiras já foram avisadas sobre a questão. Empresa conseguiu liminar na justiça para abastecer os navios, mas a decisão foi derrubada por Dias Toffoli

Navio iraniano que está no Porto de Paranaguá (Reprodução/TV Globo)

A influência ideológica do governo Jair Bolsonaro (PSL) nas empresas estatais pode aprofundar ainda mais os problemas diplomáticos brasileiros. Nesta sexta-feira (19), a Petrobras enviou comunicado aos agentes do sistema financeiro dizendo que não abasteceu dois navios iranianos ancorados no porto de Paranaguá, no Paraná, alegando que estariam sob sanção dos Estados Unidos.

Inscreva-se no nosso Canal do YouTube, ative o sininho e passe a assistir ao nosso conteúdo exclusivo

Em clara submissão ao governo de Donald Trump, Bolsonaro disse que empresas brasileiras já foram avisadas sobre a questão.

“Existe esse problema, os EUA, de forma unilateral, pelo o que me consta, tem embargos levantados contra o Irã. As empresas brasileiras formam avisadas por nós desse problema e estão correndo risco neste sentido”, disse.

Na nota, a estatal diz que “caso a Petrobras venha a abastecer esses navios, ficará sujeita ao risco de ser incluída na mesma lista de empresas sob sanções estadunidenses, o que poderia ocasionar graves prejuízos à companhia”.

“A Petrobras não forneceu combustível à empresa exportadora, pois os navios iranianos por ela contratados e a empresa iraniana proprietária dessas embarcações encontram-se sancionados pelos Estados Unidos e constam da lista de Specially Designated Nationals and Blocked Persons List (SDN) do Office of Foreign Assets Control (OFAC)”.

Veja também:  Pai bolsonarista ataca e expõe filha médica em redes sociais porque ela apoiou Haddad

Os navios, chamados Bavand e Termeh, vieram ao Brasil carregados de ureia e deveriam retornar ao Irã com milho brasileiro. Eles estão parados desde o início de junho. Na nota, a Petrobras destacou que ureia é um produto “também sujeito a sanções norte-americanas”.

Tofolli
Em nota divulgada nesta sexta-feira, a exportadora que afreta (aluga) os navios que estão parados afirma que a sanção não se aplica a comida e produtos agrícolas.

A companhia chegou a conseguir uma liminar na Justiça ordenando o abastecimento dos cargueiros, mas a decisão foi derrubada pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli.

“O combustível será usado para possibilitar a exportação de milho. Ainda que a norma do Tesouro Americano fosse aplicada à Petrobras, o transporte de alimentos é uma das exceções previstas no que a lei americana chama de ‘Humanitarian Exception’, ou exceção humanitária, que é uma licença geral para o transporte de commodities agrícolas, comida, medicamentos e equipamentos médicos”, diz o texto.

A companhia diz também que só a Petrobras pode fornecer o tipo de combustível necessário porque ela é monopolista nesse segmento. “Não há outras alternativas viáveis e seguras para o abastecimento das embarcações”.

Copiado de:

TEMOS UM BELÍSSIMO DOMINGO NO LITORAL NORTE

 

 

Ausente a chuva já faz duas semanas, chuva que nos castigou bastante.

A temperatura externa é agradável embora a presença de vento que sopra do quadrante nordeste, nordeste mesmo e não aquele que os tolos urbanos que militam nos grandes meios de comunicação de nossa Capital que no veraneio para cá se deslocam e dizem soprar, pois no verão predomina o VENTO LESTE.

Aparentemente está tudo calmo e nas proximidades de nosso modesto rancho não há veranistas, mas temos a presença expressiva de pássaros aos quais forneço diariamente quirera de milho.

Pela manhã assistia aquela que é a MELHOR EMISSORA DE TELEVISÃO de nosso país, a TV CULTURA/SP e no programa do senhor LEANDRO BOLDRI presentes alguns músicos, um dos quais disse ser aqui de Tramandaí.

Esse músico entregou ao apresentador algo que continha escamas de tainhas.

Disse tal presente que nas ESCAMAS DE TAINHAS é vista a imagem de uma tal santa que apareceu em algum lugar.

Assim são os brasileiros e parte expressiva da humanidade que engolem tudo aquilo que não sabendo explicar, dizem ser divino.

Fiquei então a pensar que irão dizer que o tal tenente defenestrado do Exército Brasileiro, dedo duro durante a ditadura e hoje, vergonhosamente pelo menos para mim ocupando a Presidência da República por que excreta diuturnamente e em qualquer lugar e sem o menor constrangimento o faz sempre pela boca.

Ontem foi a vez de o dito Presidente atacar a figura do senhor FLAVIO DINO, Governador RELEITO do Maranhão de onde destronou a família de José Ribamar de Araujo Costa, também conhecido como José SARNEY, aquele que quando assumiu a Presidência da República já faz bastante tempo nos jogou num caos inesquecível, pelo menos aos que têm boa memória.

Dino aos desinformados digo que prestou concurso público à PGR e na mesma ocasião em que o tal MORO.

A diferença é que DINO mercê de sua qualificação foi o PRIMEIRO COLOCADO. Não contente com tal atividade pediu demissão, isto mesmo, demitiu-se para então fazer vida político partidária.

Moro ficou VINTE E DOIS ANOS na Magistratura Federal e tornou-se conhecido desde quando passou a perseguir ao Presidente LULA.

Eleito aquele que excreta pela boca diuturnamente à Presidência, Moro tratou de, com apenas VINTE E DOIS ANOS DE SERVIÇO buscar aposentadoria para assim integrar o Governo que ele enquanto Magistrado tudo fez para que lá chegasse.

Hoje Moro é apenas mais uma figura decorativa em Brasília, embora custe à nação mais um GORDO SALÁRIO ao final de cada mês.

Assim são os MORO da vida e que certamente não são poucos.

Bolsonaro é tigrão com Nordeste e Tchutchuca com os EUA, diz Tijolaço

“O presidente valentão sabe muito bem com quem pode sê-lo e com que pode se fazer de poderoso.Agride os nordestinos, que dependem do Governo Federal para mitigar injustiça histórica. Mas fala fino com os norte-americanos”, diz o jornalista Fernando Brito, do blog Tijolaço

(Foto: Divulgação)

Por Fernando Brito, do Tijolaço – O presidente valentão sabe muito bem com quem pode sê-lo e com que pode se fazer de poderoso.

Agride – e não é de hoje, veja aqui – os nordestinos, que dependem do Governo Federal para mitigar injustiça histórica.

Mas fala fino com os norte-americanos e, mesmo sem ameaças de retaliação, nega-se a vender combustível para navios que levam milho comprado – e pago – pelo Irã, país com o qual temos plenas relações diplomáticas.

Digo sem ameaças porque, publicamente ao menos, não foram feitas e mesmo nas sanções impostas aos EUA pelo Irã há exceção para alimentos e, ao que se saiba, milho não é outra coisa, a menos que já se tenha inventado o fubá de destruição em massa.

O Irã é nosso maior parceiro comercial no Oriente Médio e parceiro altamente vantajoso: nosso sexto maior saldo de exportações versus importações.

Mas nosso presidente pessoalmente diz que mandou avisar dos riscos de negociar com os iranianos e que dane-se quem se atreveu a fazê-lo.

Afinal, vender bilhões de dólares e milho e soja ao governo de Teerã não é nada perto das guerras comercial por três caminhões de banana do Equador ou de vender alguns abacates para a Argentina.

Como estamos na iminência de, litaralemnte, colocarmos um menino de recados em nossa embaixada em Washington, vamos deixar os navios quase encalhados e o milho, quem sabe, apodrecer.

Ou, quem sabe, fazer um pedido de “quebra essa, Tio Trump”, que a gente não vende mais para eles e ajuda os iranianos a passarem fome, feito essa que não existe no Brasil e ajuda a criar uma crise semelhante à da Venezuela…

Nada como ter uma Tchutchuca para ser tigrão com os pobres.

Copiado de:  https://www.brasil247.com/brasil/bolsonaro-e-tigrao-com-nordeste-e-tchutchuca-com-os-eua-diz-tijolaco

Livro revela que Bolsonaro foi autor de croquis com bombas para explodirem no Rio na década de 80

 

Ele não deixou o EB. Foi sim defenestrado e com salário de Capitão que até dezembro passado era de SEIS MIL E OITOCENTOS REAIS, enquanto um guarda aqui no nosso Estado com o mesmo ‘status’ embolsa absurdos VINTE MIL REAIS. Honesto diz ser, mas dias antes de assumir a Presidência tratou de acumular com a ‘aposentadoria’ do EB a de Deputado Federal.

Quer ferrar aos que trabalham duro por toda uma vida com aposentadoria vergonhosa e assim penso que prega moral vestindo apenas cueca.

Ainda adolescente já demonstrava simpatia por milicos a ponto de ter sido ‘DEDO DURO’ durante a ditadura.

O Editor

 

 

Livro do jornalista Luiz Maklouf Carvalho, “O cadete e o capitão — a vida de Jair Bolsonaro no quartel”, que será lançado em agosto pela editora Todavia, revela que os croquis encontrados com Bolsonaro na década de 80, com detalhes sobre onde implantar bombas em locais estratégicos do Rio de Janeiro, foram elaborados por Bolsonaro

Bolsonaro quando estava no Exército
Bolsonaro quando estava no Exército (Foto: Reprodução/Instagram)

247 – Livro do jornalista Luiz Maklouf Carvalho, “O cadete e o capitão — a vida de Jair Bolsonaro no quartel”, que será lançado em agosto pela editora Todavia, revela que os croquis encontrados com Bolsonaro na década de 80, com detalhes sobre onde implantar bombas em locais estratégicos do Rio de Janeiro, foram elaborados por Bolsonaro.

Maklouf examinou a documentação do processo instaurado na época pelo Superior Tribunal Militar (STM), além de ter ouvido as cinco horas de áudio da sessão secreta que tratou do caso. “Também entrevistou personagens que atuaram no caso e reuniu indícios suficientes para apontar que a autoria do croqui era mesmo de Bolsonaro”, destaca o jornalista Guilherme Amado em seu blog.

Bolsonaro, que havia sido condenado em um primeiro julgamento, acabou inocentado posteriormente pelo STM. Ele então deixou o Exército e ingressou na vida política.

Copiado de:  https://www.brasil247.com/cultura/livro-revela-que-bolsonaro-foi-autor-de-croquis-com-bombas-para-explodirem-no-rio-na-decada-de-80-9zisn6w1

Page 1 of 4719

Desenvolvido em WordPress & Tema por Anders Norén