Praia de Xangri-Lá

Saiba tudo o que REALMENTE acontece em Xangri-Lá

Lava Jato Gaúcha

Penso que isto se trata de grande maldade, pois o Ministro PADRILHA ao que sabemos todos foi trazido de Canela ao litoral por João Carlos Wender que havia sido hoteleiro em Canela e aqui chegando conseguiu ser eleito o PRIMEIRO Prefeito em Imbé, mas logo foi cassado por que o ‘mais esperto dentre os espertos’. A esposa de Wender lecionava numa escola estadual aqui em Tramandaí onde era muita paparicada por boa parte das colegas já que tida como rica.

O hoje Ministro Padrilha estudou muito e trabalhou muito tornando-se assim proprietário de milhares de hectares nos quais implantou loteamentos que o tornaram o cidadão mais rico em Tramandaí.

O Editor

QUINTA-FEIRA, 17 DE AGOSTO DE 2017

A Polícia Federal considerou ontem que a deflagração da Operação Ético,derivada da Operação Xepa, resultará numa Lava Jato Gaúcha.

As buscas e apreensões feitas ontem em Porto Alegre, visaram sobretudo empresas e escritórios do empreiteiro Athos Cordeiro e do seu irmão, o doleiro Tonico, no caso Antonio Albornoz Cordeiro. Duas entidades dos empreiteiros gaúchos, Areop e Sicepot, também estão sob investigação.Athos foi presidente de ambas.

O caso tem origem na delação da construtora Odebrecht. Ela revelou que  destinou 1 milhão de reais em espécie ao ministro-chefe da Casa Civil Eliseu Padilha em Porto Alegre. De acordo com delatores da empreiteira, esses recursos foram operados pelo doleiro gaúcho Antônio Cláudio Albernaz Cordeiro, conhecido como “Tonico”.

Em depoimento sigiloso prestado na Operação Lava-Jato, Tonico  confirmou que fazia transações escusas com a construtora. O doleiro também contou aos investigadores que, em meio às eleições de 2014, recebeu em seu escritório, em Porto Alegre, um “senhor alto, com idade aproximada de 55/60 anos e totalmente grisalho”.  Essa pessoa não se identificou. Disse apenas a senha “Angorá” para retirar 1 milhão de reais.

Fonte:  https://blogdopolibiobraga.blogspot.com.br/2017/08/lava-jato-gaucha.html

Beto Richa fez rombo de R$ 5,147 bilhões na ParanáPrevidência, diz estudo do Tesouro Nacional

Pois no Paraná haviam criado o Fundo de Previdência dos Servidores Públicos e esse tal desGovernador com a conivência da Assembleia Legislativa meteu a mão nesse dinheiro que, gostem ou não era dos servidores. Obviamente que servidores fizeram pressão justa e legal para evitar serem roubados. Resultou que os truculentos guardas desse desGovernador caíram de pau sobre os que protestavam. O desGovernador foi processado e ABSOLVIDO. Isto explica como funciona o Paraná que teve escândalos como o do Bamerindus e cujo resultado foi que todos os bandidos saíram ilesos. Quem mesmo foi o MAGISTRADO que atuou neste caso? Alguém pode fazer o favor de me informar?

O Editor

  | Comente agora

O governador Beto Richa (PSDB) “está com tudo e não está prosa” quando o assunto é arrombar as contas públicas e desgraçar a poupança previdenciária dos servidores estaduais do Paraná.

Objeto de disputa que culminou com o massacre de 29 de abril de 2015, no Centro Cívico de Curitiba, o rombo na ParanáPrevidência chegou a R$ 5,147 bilhões no ano passado, de acordo com dados do Tesouro Nacional.

superávit na ParanáPrevidência era de R$ 8 bilhões há dois anos e 4 meses, quando a Assembleia Legislativa do Paraná autorizou o tucano confiscar a poupança previdenciária do funcionalismo público do estado.

O Tesouro Nacional informa que os estados estão maquiando R$ 30 bilhões a menos o rombo nas suas respectivas previdências, cujo déficit total detectado no ano de 2016 chega a R$ 84,4 bilhões.

O Tribunal de Contas da União veda a prática de maquiagem para esconder o rombo na previdência dos servidores.

Com informações da Agência Estadão.

Fonte:  https://www.esmaelmorais.com.br/2017/08/beto-richa-fez-rombo-de-r-5147-bilhoes-na-paranaprevidencia-diz-estudo-do-tesouro-nacional/

SARTORI PREJUDICA AGRICULTURA FAMILIAR AO REDUZIR IMPOSTO PARA INDUSTRIAS QUE IMPORTAM LEITE

 

O MP por certo nada dirá ou fará, pois mais preocupado em ferrar produtores visando vender sua imagem acima de tudo.

À de$one$ta por que $onegadora Globo e sua não menos de$one$ta por que também $onegadora, a RB$ que hoje tem em suas mãos DOIS dos três Senadores a que nosso Estado tem direito também não  importa vez que certamente abocanha o máximo que pode em dinheiro do Tesouro do Estado destinado à publicidade. E assim o misto de filósofo e humorista sem graça vai fazendo sua campanha à reeleição jogando para cima dinheiro da cidadania que está nos cofres da CORSAN. E o povo? Bem esse se não fosse IDIOTIZADO não teria dado cerca de um milhão de votos ao senador que surrou a sua jovem esposa com um cinto, cidadão que jamais havia concorrido a cargo eletivo. Se isto que digo acima não explica o verdadeiro atraso de nosso Estado confesso que nada mais sei.

O Editor

 

 

por Luiz Müller

vACASA Agricultura Familiar tem papel fundamental no RS. O leite que a gente toma aqui no RS, aquele das caixinhas, vem da agricultura familiar. Ou melhor, vinha. Por que o Governo do Estado, ao invés de criar uma política para ajudar este pequeno agricultor em tempos de crise que vivemos, fez o contrário. Decretou a redução de ICMS para as grandes indústrias que IMPORTAM leite. Ou seja, vale mais a pena a industria trazer de fora do que comprar dos agricultores do Estado, ou então o agricultor do Estado, já prejudicado pela violenta crise provocada por Temer e sua gangue, ainda tem que baixar o já baixo preço de seu leite para conseguir vender para as indústrias. Já nós, moradores das cidades, só vemos o preço do Leite aumentar. Veja a nota da FETRAF-SUL -Federação dos Trabalhadores da Agricultura Familiar do RS:

MAIS UMA CRISE NA CADEIA DO LEITE NO RS

A Agricultura Familiar reafirma-se como a grande produtora de alimentos do Brasil, tanto para consumo interno quanto para a exportação. A agricultura familiar tem força social e muita eficiência, pois com menor área de terra e menos recursos econômico-financeiros, tem maior produtividade e gera mais postos de trabalho que a agricultura empresarial. A agricultura familiar tem a marca da diversificação produtiva e cultural de alto significado e importância para o nosso país.

Em termos de sustentabilidade e garantia de renda, os modelos implementados pela Agricultura Familiar se diferem dos demais pela produção de alimentos de forma sustentável e diversificada. Neste sentido, a produção leiteira tem se mostrado a alternativa que mais cresceu na agricultura familiar nos últimos anos. Além de ser alimento, preservar o meio ambiente é uma atividade que gera renda mensal aos agricultores, possibilitando que muitas famílias permaneçam no meio rural. O aumento da produção e produtividade são consequências de uma série de ações dos Agricultores Familiares, que buscam todos os dias melhorar a qualidade deste produto, aliados a investimentos de políticas públicas, de financiamentos de custeio e investimento como o custeio pecuário e o Mais Alimentos e políticas de comercialização como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e Merenda Escolar (PNAE).

A atividade leiteira é muito importante para o Rio Grande do Sul, porém a agricultura familiar também é fundamental para a produção de leite no RS, CONFORME RELATÓRIO PUBLICADO EM 2015 pelo Instituto Gaúcho do Leite (IGL). Dos 84,1mil produtores de leite do estado, 82,2mil são enquadrados como familiares, ou seja, 97%. Outro dado importante para a sócio-economia do estado é que somente em cinco municípios do estado não possuem produção leiteira destinada a comercialização com cooperativas e empresas.

Hoje a cadeia leiteira, novamente, se encontra em crise, principalmente pela baixa do preço pago ao agricultor. Essa crise está associada à crise econômica que vive o Brasil e que remeteu a retração do consumo, por causa da redução do poder aquisitivo, desemprego, baixo valor do salário mínimo. Outro elemento de crise é devido a importação de leite da Argentina e Uruguai, que só nos primeiros 5 meses do ano foram de US$ 223,5 milhões, 71 milhões a mais do que no mesmo período do ano passado. O terceiro elemento que contribuem para crise é a política tributária adotada pelo governo estadual, através dos decretos 53.059 de 09/06/2016 – que reduziu o ICMS de 18% para 12% sobre a importação de leite em pó, quando industrializado por empresas do Estado; Decreto 53.184 de 06/09/2016 – estabeleceu o ICMS de 4% sobre a importação de leite por empresas também sediadas no RS, mas que transferem o leite importado para outra indústria do grupo, localizada em outro estado. Na prática, significa que, além de privilegiar a importação de leite, nosso estado está beneficiando as empresas que não industrializam e nem geram empregos e renda no RS.

Quando não somente o valor recebido pelo leite coloca os agricultores familiares em crise, em 2017 o sul do país vem sofrendo com os fenômenos climáticos extremos, chuvas em excesso no mês de junho, seca e geadas no mês julho, estes atingiram as pastagens e produção de forragens de inverno, causando uma baixa significativa na produção e produtividade, portanto a baixa produção e o preço baixo são uma combinação catastrófica para os Agricultores Familiares.

Diante deste contexto, a FETRAF-RS/CUT apresenta a seguinte pauta:

Governo do Estado do Rio Grande do Sul:

1-Revogação imediata dos decretos 53.059 e 53.184 que facilitam a importação de leite de outros países.

2- Retirada imediata da Assembleia Legislativa do Projeto de lei 214/2015 que trata do crédito presumido das agroindústrias, atingindo de forma negativa a cadeia leiteira e consequentemente a agricultura familiar.

Governo Federal:

1- Estabelecer cotas de importação principalmente de leite em pó da Argentina e Uruguai.

2- Retomada e disponibilidade de recursos para os Programas de Formação de Estoque e PAA pela CONAB, contemplando as cooperativas da Agricultura Familiar.

Fonte:  https://luizmuller.com/2017/08/17/sartori-prejudica-agricultura-familiar-ao-reduzir-imposto-para-industrias-que-importam-leite/

Comissão discute hoje parecer sobre PEC que amplia rol de cargos privativos de brasileiros natos

 

 

Assunto interessante sem dúvida. Temos um estrangeiro naturalizado que hoje preside o Banco Central. Refiro-me a ILAN GOLFAJN que embora em algo que li na Globo consta ser fluminense, mas é naturalizado vez que nascido no ESTADO DE ISRAEL. Esse estrangeiro naturalizado é também dirigente do Banco Itaú, o mesmo que na última eleição presidencial devia a bagatela de DEZENOVE BILHÕES DE REAIS ao Tesouro Nacional e destinou UM BILHÃO DE REAIS à campanha do ET DE XAPURI, a senhora Marina Silva. Há coisas que poucos observam e confesso que difíceis de compreender e de aceitar.

O Editor

 

 

 

Publicado em 16 de Agosto de 2017 às 15h00

C.FED –

O cargo de senador é um dos que a PEC torna exclusivos de brasileiros natos

A comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa a proposta de emenda à Constituição (PEC 306/17) que amplia relação de cargos privativos de brasileiros natos reúne-se nesta tarde para apresentação, discussão e votação do parecer do relator, deputado Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ).

A PEC, apresentada pelo deputado Hildo Rocha (PMDB-MA), inclui no rol de cargos exclusivos de brasileiros natos os de senador, governador, vice-governador e ministro das Relações Exteriores. O objetivo é garantir a segurança nacional.

Atualmente, são privativos de brasileiro nato os cargos de presidente e vice-presidente da República, de presidente da Câmara dos Deputados, de presidente do Senado, de ministro do Supremo Tribunal Federal, da carreira diplomática, de oficial das Forças Armadas e de ministro da Defesa.

A reunião está marcada para as 14h30, no plenário 10, e poderá ser acompanhada pelo WebCamara.

Fonte: Câmara dos Deputados Federais

Fonte:  http://www.sintese.com/noticia_integra_new.asp?id=418970

Carmen Lucia, mulher respeitável dá exemplo de cidadania

 

Confesso aos leitores que tinha essa senhora ao lado de outra aqui do Estado que por ter perdido um filho em acidente de trânsito em decorrência do consumo do álcool faz campanhas contra condutores que usam ou abusam do consumo do álcool como as mulheres mais feias em nosso país.

Carmen Lucia para mim continua não sendo bonita, mas é demasiado simples e simpática.

Faz pouco tempo ela esteve presente no programa do senhor Bial. Esse senhor hoje tem um programa de entrevistas na de$one$ta por que $onegadora Rede Globo, programa que substitui ao do gordo José Eugênio Soares.

No programa daquele gordo o CU era citado diversas vezes durante o programa e no atual citaram até agora apenas BUNDA e por uma vez ao que sei.

Carmen Lucia foi extremamente simpática e disse que dos 11 aos 17 anos seus pais a enclausuraram num convento, exatamente na melhor parte de sua juventude.

Agora em Canal da TV Record o senhor Babeiro comenta que Carmen Lucia faz poucos dias ao comparecer a um compromisso em São Paulo desceu do avião e usou um TÁXI para ir até o local e dali saiu usando outro táxi para chegar ao aeroporto.

Carmen Lucia tem a minha admiração e penso seja excelente exemplo a ser seguido por essa corja que hoje ocupa Brasília enchendo os bolsos sem o menor pudor.

Aquele velho desequilibrado deu um imóvel funcional à mulher que presta serviços de camareira à Primeira Cuidadora de idosos do nosso país.

Por falar em velho lembro outro que jamais havia disputado cargo eletivo e abocanhou UM MILHÃO DE VOTOS DOS GÁUCHOS IDIOTIZADOS.

Falo sobre o doutor adevogado eleito Senador pela de$one$ta por que $onegadora RB$ que hoje ocupa duas das três vagas destinadas ao nosso Estado.

Pois esse idoso também desposou uma jovem e não por que razão aplicou na mesma uma surra usando o cinto, tal como ocorria em tempos idos. A senhora procurou a POLÍCIA.

O Poder Judiciário determinou a saída desse senhor do imóvel funcional e até hoje nunca mais a de$one$ta RB$ tocou no assunto.

Em razão disto penso que acredito que a jovem esposa desse idoso ainda esteja ocupando um excelente apartamento funcional que deve ter cerca de uns QUATROCENTOS METROS QUADRADOS e eu que embora burro jamais votaria nos empregados da tal RB$ pago junto tal conta.

III – MÚSICAS DE RESISTÊNCIA I

por sandroaamiranda

4787d6d5e1fe4b1fea20ba874980cf1c

Foto: Álbum “Calabar“, de Chico Buarque de Hollanda, que foi censurado e foi um dos símbolos contra a ditadura militar.

 

A música sempre foi um grande meio de comunicação social, forma de arte e de expressão popular. Ao longo dos anos, tornou-se símbolo de resistência contra a opressão econômica, social e política, e instrumento de resistência daqueles e daquelas que necessitam expor ao público problemas que são invisibilizados por outros meios.

Nesta terceira homenagem aos 3 anos do Blog Sustentabilidade e Democracia, escolhemos músicas brasileiras que são símbolo de resistência social e política. Cantores  e compositores como Chico Buarque e Caetano Veloso, por exemplo, possuem muitas obras reprimidas durante a ditadura militar, especialmente, assim como Odair José, que não é tão aclamado pela crítica. Mas existem várias outros momentos em que a arte foi reprimida, inclusive no Carnaval em face da pressão religiosa. O samba, maior símbolo da nossa cultura, durante muito tempo foi marginalizado nos “salões“, e só ganhou espaço real com a explosão do Carnaval e da Bossa Nova.

Abaixo, um pequeno exemplo de um universo imenso de músicas brasileiras que são símbolo de resistência, a grande maioria consagrada nos dias de hoje pelo público e pela crítica.

 

  1. Sinal Fechado. Composição e Interpretação: Paulinho da Viola.

 

2. Divino Maravilhoso. Composição: Caetano Veloso e Gilberto Gil. Interpretação: Gal Costa.

 

3. Tá Certo Doutor. Composição e Interpretação: Gonzaguinha

 

4. Cálice. Composição: Chico Buarque e Gilberto Gil. Interpretação: Chico Buarque e Milton Nascimento.

 

5. Pra Não Dizer que Não Falei das Flores. Composição e Interpretação: Geraldo Vandré.

 

sandroaamiranda | 17 de agosto de 2017 às 12:26 AM | Categorias: Sem categoria | URL: http://wp.me/p4Yku5-JP
Fonte:  https://sustentabilidadeedemocracia.wordpress.com/2017/08/17/iii-musicas-de-resistencia-i/

Tribunal determina que Tesouro Nacional retire restrição de financiamento ao município de Gravataí

Publicado em 16 de Agosto de 2017 às 15h00

TRF4 –

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) manteve, na última semana, sentença que determina que a União se abstenha de exigir do município de Gravataí (RS) a regularização de uma operação de crédito junto ao Banrisul para que possa contratar novos financiamentos com a União. Segundo a decisão, não é razoável manter o ente municipal privado de eventuais possibilidades creditícias por conta de inscrição em cadastros restritivos.

A existência da referida operação de crédito entre o Banrisul e o município em situação irregular, levou a Secretaria de Tesouro Nacional (STN) a restringir a tomada de financiamentos pelo governo municipal.

O município ajuizou ação na 3ª Vara Federal de Porto Alegre contra a União, alegando que está sofrendo severos prejuízos. Pediu tutela antecipada para que a União se abstivesse de levar em conta a operação de crédito irregular anteriormente firmada entre o Município e o Banrisul para fins de obtenção de novos financiamentos.

A tutela foi deferida e posteriormente confirmada pela sentença. A União recorrer ao TRF4, alegando que a falta de regularização da questão junto ao Banrisul importa em clara violação à Lei de Responsabilidade Fiscal, e que a STN nada mais faz do que obedecer rigorosamente às precrições da lei, em atendimento ao princípio da legalidade, requerendo a improcedência da sentença.

O relator do caso, juiz federal convocado Sérgio Renato Tejada Garcia, manteve o entendimento de primeira instância. A exigência da STN quanto a uma solução para a dívida entre o município e o Banrisul não mereceu guarida, uma vez que estava a depender de decisão judicial na ação de cobrança entre os mesmos, de demorado trâmite, não sendo razoável manter o ente municipal privado de eventuais possibilidades creditícias por conta de inscrição em cadastros restritivos, afirmou o juiz.

Nº do Processo: 5084542-63.2014.4.04.7100

Fonte: Tribunal Regional Federal da 4ª Região

Copiado de:  http://www.sintese.com/noticia_integra_new.asp?id=418970

Ministra Cármen Lúcia propõe ação de cidadania contra a corrupção e combate aos privilégios

Publicado em 16 de Agosto de 2017 às 15h01

STF –

“Precisamos combater os privilégios e transformar isso aqui em uma República verdadeira”, afirmou a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, em palestra proferida no encerramento do IV Fórum Jovem Pan Mitos e Fatos, realizado nesta terça-feira (15), em São Paulo. Ela propôs a união de todos os brasileiros em uma ação de cidadania contra a corrupção e pela Justiça.

Para a ministra, a exemplo da Ação da Cidadania contra a Fome e a Miséria lançada em 1993 pelo sociólogo Herbert de Souza, o Betinho – todos devem se unir no combate à corrupção e na busca de um país ético, justo e solidário. “Uma sociedade tem o direito de abrir mão de valores éticos em nome de interesses pessoais?”, indagou. “Estamos no mesmo barco. Se der certo, chegamos a um bom porto, se der errado, afundaremos todos nós”, afirmou, reforçando a necessidade de união da sociedade para combater as mazelas da corrupção e dos privilégios.

Em sua avaliação, é preciso que o próprio cidadão brasileiro tome para si a consciência de que é possível a construção de um novo modelo de país, afastando a concepção preconizada na chamada “Lei de Gerson”, segundo a qual “deve-se ter vantagem em tudo”. Citando frases que, segundo a ministra, refletem um sentimento social como “sempre foi assim” ou “todo mundo faz”, ela reforçou que corrupção é crime e como tal deve ser investigado, processado e punido.

A ministra afirmou que não é contra a política, mas contra a forma como a política é feita no Brasil. “É preciso mudar a forma de fazer política”, defendeu. Citando a filósofa alemã Hanna Arendt, para quem ou há política ou há guerra entre as pessoas, ela disse que não acredita que se possa viver fora da política. A política é a forma de a gente viver com nossos consensos e não nossos dissensos, lembrou.

Sobre o papel da Justiça e do Judiciário no atual contexto do país, a presidente do STF reconheceu que há um “estresse social” à espera de resultados imediatos. “A população clama por Justiça e contra a impunidade. E ética não é uma escolha, mas a única forma de se viver sem o caos”, observou. Para Cármen Lúcia, os valores podem mudar ao longo do tempo, mas a busca por Justiça é permanente e as instituições precisam dar uma resposta à sociedade. “Corrupção é um ato de traição contra o cidadão. Corroi as instituições, deteriora a política e descontrola a economia, é um fator de destruição institucional”, frisou.

Segundo a ministra Cármen Lúcia, o Brasil tem boas leis, como a de Improbidade Administrativa (Lei 8.429/1992) e a Lei Maria da Penha (Lei 11.340/2006), que são copiadas em outros países, mas que aqui encontram dificuldades em serem cumpridas. Ela salientou ainda a importância da política na construção de uma sociedade ética e democrática. “O Brasil somos todos nós. Portanto, nós teremos ética e democracia no Brasil quando a ação da cidadania contra a corrupção e pela Justiça for a luta de cada um de nós, juntos, porque juntos somos muito mais”, disse.

A ministra, iniciou sua palestra afirmando que nutre um profundo amor pelo Brasil e que acredita no país e em seus cidadãos. “Eu quero mudar o Brasil, não quero me mudar do Brasil”, enfatizou.

Fonte: Supremo Tribunal Federal

Copiado de:  http://www.sintese.com/noticia_integra_new.asp?id=418950

Veja é condenada a pagar indenização a Guilherme Estrella

Veja é condenada a pagar indenização a Guilherme Estrella

16 Agosto Escrito por  Joaquim de Carvalho Lido 681 vezes

A revista foi condenada a indenizar Estrella em R$ 100 mil

 

O geólogo Guilherme Estrella, que foi diretor de Exploração e Produção da Petrobras nos governos Lula e Dilma e um dos pioneiros na pesquisa que levou à descoberta de petróleo no pré-sal no mar territorial do Brasil, venceu uma disputa judicial que travava com a revista Veja por causa de duas reportagens publicadas em abril de 2014, quando era intenso o noticiário em torno da Petrobras e a Lava Jato.

Ele foi acusado de receber “propina paga por uma fornecedora holandesa da Petrobras”. A fonte da informação era um suposto depoimento do publicitário Marcos Valério — depoimento que nunca apareceu — e uma sindicância da empresa, que existiu, mas que não tinha nenhuma relação com Estrella.

Na época, ele notificou a Veja com um pedido de direito de resposta, mas não conseguiu publicar sua versão. O escritório do advogado Wadih Damus, que é deputado federal pelo PT, entrou com a ação na Justiça do Rio de Janeiro e a decisão saiu no último dia 9, assinada pela juíza Maria Cristina Barros Gutierrez Slaibi, da 3a. Vara Cível do Rio de Janeiro.

Veja foi condenada a indenizar Estrella em 100 mil reais e terá de lhe conceder o direito de resposta. Sentenciou a juíza:

“Se é certo que o ordenamento constitucional brasileiro ampara a liberdade de expressão, protegendo-a contra indevidas interferências do Estado ou contra injustas agressões emanadas de particulares, não é menos exato que essa modalidade de direito fundamental – que vincula não só o Poder Público como, também, os próprios particulares – encontra, no direito de resposta (e na relevante função instrumental que ele desempenha), um poderoso fator de neutralização de excessos lesivos decorrentes da liberdade de comunicação, além de representar um significativo poder jurídico deferido a qualquer interessado “para se defender de qualquer notícia ou opinião inverídica, ofensiva ou prejudicial”

A vitória de Estrella tem um valor simbólico para os funcionários da Petrobras. A trajetória dele dentro da empresa é considerada exemplar. Entrou na Petrobras por concurso público, há 44 anos, e liderou a equipe de descobriu uma das maiores reservas de petróleo no Iraque, quando a Petrobras atuou naquele país do Orienta Médio, ainda no governo militar.

De volta ao Brasil, sempre defendeu a atuação estratégica da Petrobras, com a indutora de crescimento de outras empresas, a que, na visão dele, se deve dar tratamento especial para contratação, exatamente como é feito nos Estados Unidos.

Na atuação de geólogo propriamente, foi um dos primeiros a apontar a existência de petróleo no pré-sal, o que viria a se confirmar quando ele já ocupava a Diretoria de Exploração e Pesquisa, quando sofreu pressão do PMDB para deixar o cargo, no governo de Dilma Rousseff.

Quando surgiram as primeiras denuncias de corrupção na empresa, em 2014, reagiu. Diante de uma plateia de petroleiros no Rio de Janeiro, atacou o ex-diretor de Abastecimento Paulo Roberto Costa.

“É um bandido que exerceu por 30 anos cargo de gerência. Nas famílias ou mesmo nas instituições religiosas, tem gente boa e gente ruim. O Paulo Roberto é um bandido, que foi denunciado por este governo”.

Em tom de desabafo, Estrella afirmou que o esquema de corrupção investigado na Petrobras não teve origem no governo comando pelo PT.

“Vocês estão pensando que roubalheira na Petrobras só aconteceu nesse governo?”, questionou à plateia do seminário “Modelo Energético Brasileiro”.

Veja poderá recorrer da decisão da Justiça do Rio de Janeiro.

Fonte: Diário do Centro do Mundo

Copiado de:  http://aepet.org.br/w3/index.php?option=com_k2&view=item&id=592:veja-e-condenada-a-pagar-indenizacao-a-guilherme-estrella&Itemid=364

SGDC: a venda de mais uma parte da soberania nacional

SGDC: a venda de mais uma parte da soberania nacional

16 Agosto Escrito por  Clube de Engenharia Lido 130 vezes

No próximo dia 27 de setembro o país pode retroceder no que seria uma grande conquista na área das telecomunicações e da segurança nacional.

Está marcado para esse dia o leilão de 57% da capacidade civil total disponível no Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações (SGDC), em dois lotes, um com 35% da capacidade e outro com 22%. A importância do primeiro satélite nacional, após a privatização ocorrida no setor, quando todos os satélites nacionais passaram para as mãos de empresas estrangeiras, contrasta com a decisão de ceder parte de seu uso às multinacionais, que já controlam os cerca de 50 outros satélites que prestam serviços no território nacional.

O SGDC foi construído pela Telebras com o objetivo de promover comunicações seguras para o sistema de defesa nacional, para as comunicações estratégicas do governo e promover o desenvolvimento socioeconômico do Brasil, buscando a massificação da Banda Larga. Resultado de um acordo bilateral firmado entre a França, a Telebras e a Agência Espacial Brasileira (AEB), o projeto tinha sido pensado com foco no atendimento de governo, educação, saúde pública e serviços de cidadania. Se insere, também, em iniciativas como as Cidades Inteligentes, pontos de Wi-Fi Social e garantir a conectividade em pontos não atendidos por operadoras.

Mudança de planos
Embora o projeto inicial fosse ter no satélite um caminho seguro para as comunicações governamentais, de defesa – com a interligação de projetos estratégicos como o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron), o Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul (Sisgaaz) e o Sistema de Defesa Aérea (Sisdabra) – e de uso civil para a população, atendendo mais de dois mil municípios com conexão de banda larga, em especial na Região norte do país, pouco antes de seu lançamento, em fevereiro, o governo anunciou o leilão de 80% de sua capacidade. Adicionalmente, não obstante a Telebras ganhar gratuitamente a posição orbital 75 W, e ser dispensada de participar de uma licitação, com a condição de que fossem respeitados os objetivos do Plano Nacional de Banda Larga, as empresas que irão arrematar a banda Ka do satélite não têm, pelo edital de licitação, obrigações claras de atendimento, metas de universalização ou preço mínimo para vender esta banda larga.

A pressão promovida pela sociedade civil organizada desde então, com a participação do Clube de Engenharia surtiu efeito. Um novo edital foi preparado com modificações, incluindo a diminuição da capacidade licitada de 79% para 57%, e a data para o leilão remarcada. Segundo Marcio Patusco, diretor técnico do Clube e chefe da Divisão Técnica de Eletrônica e Tecnologia da Informação, “provavelmente as reações contrárias pesaram, mas a essência da privatização, e não de atendimento social, permanece”. Além dos dois lotes a venda, totalizando 23 Gbps dos 56 Gbps da capacidade total, 11 Gbps serão garantidos à Telebras e outros 12 Gbps não têm destino certo, ainda podendo ser vendidos em leilão. O novo edital trata da cota social apenas ao determinar que os compradores dos lotes deverão, para cumprir o PNBL, garantir 25% da capacidade de cada feixe com a entrega de banda larga.

A luta segue
Embora o governo tenha recuado parcialmente na venda do satélite nacional, a licitação segue sendo considerada uma enorme perda para o país. “Existe ajuizada uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) no Supremo Tribunal Federal pelo não cumprimento das obrigações formuladas por ocasião da aprovação do projeto dentro das condições do PNBL, como o atendimento social, a não exigência de licitação, o não pagamento do valor relativo à posição orbital, entre outros”, destaca Patusco.

Entidades da sociedade civil buscam impedir a venda por vias judiciais. Há representação no Ministério Público, uma denúncia junto ao Tribunal de Contas da União, sob a relatoria do Ministro Benjamin Zymler pautado para julgamento ainda esse mês e uma Ação Popular, que tramita na 13ª Vara Federal. Em face dessas reações, o leilão, que estava marcado para 28 de agosto, foi remarcado.

Fonte: Clube de Engenharia

Copiado de:  http://aepet.org.br/w3/index.php?option=com_k2&view=item&id=602:sgdc-a-venda-de-mais-uma-parte-da-soberania-nacional&Itemid=364

Powered by WordPress & Theme by Anders Norén