Sou assinante desse jornal, mas nem mesmo o abro. Soube disto agora quando já é noite. Pago a assinatura por que necessitamos de muito papel já que embora apenas com a ICA, uma linguiçinha, há que forrar o sanitário da mesma num cantinho da garagem. Esse jornal serve a interesses outros que não são necessariamente os meus e eles torram minha paciência promovendo um esporte vindo daquele maldito país do hemisfério norte em que idiotas usando capacetes como se guardas fossem se chocam de forma propositada. E a influência desse dito jornal é tamanha que já há alguns grupos de idiotas praticando essa coisa que dizem ser esporte.

O Editor

 

 

A RBS acha que “ela” é o ícone das leitoras da revista Dona.

O caderno Dona, jornal Zero Hora, que circula apenas nos finais de semana no formato de revista, foi idealizado para atender o público feminino.

O que ocorre é que a revista é recorrente na apresentação de reportagens sobre gays, lésbicas e transsexuais em geral, sempre apontando seus personagens como exemplos para as mulheres gaúchas.

Dona não é uma publicação gay, mas parece.

A edição deste final de semana é uma elegia desbragada ao trans Pablo Vittar, apresentado como ícone do público feminino e devidamente retratado na capa com longos cabelos loiros, lábios carnudos pintados de roxo e vestido com rendas da época.

É claro que Pablo é apresentado como representante “delas” para o público da revista.

Resta saber a quem a RBS quer enganar e a que público serve.

Copiado de:  http://polibiobraga.blogspot.com.br/2018/01/a-revista-feminina-dona-rbs-virou.html