ACIRRADO DEBATE MÔNICA X JUREMIR HOJE NA GUAÍBA

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Foi eletrizante o debate hoje no programa do Rogério Mendelski.
Juremir Machado da Silva havia escrito um artigo no C. do Povo, criticando acerbamente Mônica Leal e a Governadora pelo fato de as mesmas terem participado da Cavalgada do Mar. E agregou que Mônica tinha ajudado a “matar cavalos”.

A Secretária da Cultura pediu espaço no programa de Mendelski e a cobra fumou hoje pela manhã.
Mônica declarou que o cavalo por ela usado era da Brigada Militar; treinado, portanto, para percursos maiores. E que, se falhas houve, foram da organização, em que ela não tinha ingerência. Mas concordava em que muitas coisas teriam que mudar nas cavalgadas. Só não admitia que, pelo fato de ter prestigiado o evento, setores a estavam tentando denegrir.
Foi quando Juremir disse que o ” mundo cultural” do Estado era contra ela na Cultura. Ao que a Secretária disse que precisou que alguém de fora do ” mundo cultural” assumisse, pagasse um rombo de vários milhões de reais, descobrisse a fraude na LIC, fosse ao Ministério Público denunciar os criminosos e percorresse todo o interior, prestigiando os eventos locais. E mais: trazendo respeitabilidade de novo à area da Cultura.
Juremir ainda a acusou de exonerar Voltaire Schilling sem motivos. Ao que Mônica não mostrou todas as cartas que tem na mão. Mas afirmou que o cargo era de confiança e, assim sendo, nada impedia a demissão se quebrada essa confiança.
Agora aos meus leitores: as cartas que Mônica não quis revelar – e fez bem – foram mostradas à sra; Governadora e estão na Procuradoria para exame.
Mônica revelou-se uma debatedora aguerrida, implacável, corajosa.
E, diga-se a bem da verdade, Juremir não amaciou em momento algum. Mas acho que perdeu o debate.
Pontos para Mendelski que se portou como magistrado durante o calor do embate.

Fonte:  http://blog.gessinger.com.br/

Diz o blogueiro - eu tenho simpatia pela Monica que conheci numa cerimônia judaica na Plataforma de Atlântida faz dois anos. Porém desconhecia eu que o estado banca a alimentação e trato de cavalos para que ocupantes de Cargos de Comissão participem de cavalgadas.  Assim fica fácil “aparecer” quando nós pobres mortais e pagadores de tributos alimentamos e patrocinamos o trato deste animal. Irmão nosso, pois a esta altura penso que sejamos burros.

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