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Acusados de forjar provas da morte de açougueiro, três policiais do Bope são presos em SC

Aos cretinos que tanto gostam de falar sobre as maravilhas da DITADURA lembro que a absurda manutenção desses  “exércitos de mentirinha” de Governadores com a ainda mais absurda extinção das então GUARDAS CIVIS, o que dizem ser polícia MILITAR foi LITERALMENTE DESMONTADA A SEGURANÇA NAS RUAS DE NOSSO PAÍS.

São instituições que oneram em demasia aos Tesouros Estaduais e que poucos serviços prestam aos contribuintes.  Se imaginam “militares de verdade” e custam muito mais do que as FFAA.

Ou nosso país trata de se livrar dessas coisas ditas polícias militares ou elas acabam com os Estados.

Não faz muito tempo um grupo de MILITARES DE VERDADE, Oficiais do Exército, buscou por via judicial em Brasília equiparação salarial com essas guardas estaduais militarizadas que não são militares na verdadeira acepção do termo e muito menos POLÍCIA.

Os ditos oficiais devido a sua relevante prioridade não são  vistos nas ruas prestando serviços aos que pagam tributos e assim seus patrões.

Eles são vistos e em profusão quando das festas “gáuchas” como o tal 20 de setembro.

Não há semana em que não ocorram ataques a caixas  eletrônicos durante a noite o que é demasiado facilitado por que eles não se expõem à noite.

Depois de tentados ou consumados os fatos eles fazem enorme correria e assim iludem aos incautos dentre os quais ‘repórteres’ que por tolos ou despreparados acreditam em tudo que deles ouvem.

Temos hoje no RGS quase uma centena de cidades nas quais não há uma AUTORIDADE POLICIAL lotada, pois autoridades policiais são apenas os DELEGADOS DE POLÍCIA.

Será realizado concurso público para o preenchimento de UMA CENTENA de cargos de Delegados e absurdas TREZENTAS vagas para capitão que farão o mesmo que um sargento, ou seja, escalas de serviço. Esses TREZENTOS irão custar, cada um deles absurdamente VINTE MIL MENSAIS que é o salário inicial na carreira de Delegado de Polícia.

O Editor

BALNEÁRIO PIÇARRAS

10/08/2018– 08h46min

  –  Atualizada em 10/08/2018– 10h19min
Acusados de forjar provas da morte de açougueiro, três policiais do Bope são presos em SC Arquivo Pessoal/

Após ser acertado pelo disparo, José Manoel Pereira foi encaminhado para o hospital e morreu em dois dias

Foto: Arquivo Pessoal

Três policiais militares do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) de Florianópolis foram presos no fim da tarde de quinta-feira. Eles são acusados de forjar as provas da morte de José Manoel Pereira, de 44 anos, que veio a óbito em 18 de novembro de 2017 após ser atingido por disparo dos policiais em Balneário Piçarras, no Litoral Norte do Estado. Os PMs estão no batalhão da corporação na Capital.

Conforme a decisão judicial, aceita após denúncia do Ministério Público, o carro em que estavam José Manoel Pereira e outras pessoas foi confundido com um veículo de assaltantes de banco. Em vez de realizar a ordem de parada do carro, de acordo com a Justiça, os policiais atiraram contra os passageiros em uma das principais avenidas do município. Um dos disparos atingiu a nuca de José Manoel Pereira, que morreu dois dias depois no hospital.

A decisão diz ainda que houve uma sucessão de erros administrativos e criminais praticados pelos acusados. A investigação aponta que os policiais tiveram acesso e apagaram as imagens de uma empresa de videomonitoramento privado, a qual mostrava o momento exato do tiro.

O comando da PM disse que a corporação foi comunicada da ordem de prisão no final da tarde de quinta-feira, realizando cumprimento imediato da decisão judicial. Além disso, comunicou que a instituição não irá se manifestar sobre os fundamentos da medida nem sobre o mérito do processo pois estão na esfera do Judiciário.

José comemorava o feriado com os familiares

Conforme relato do sobrinho de José Manoel Pereira na época, na noite do dia 15 de novembro eles aproveitaram o feriado de Proclamação da República para fazer um churrasco em casa. Por volta das 2h30, já no dia 16 de novembro, foram até a conveniência de um posto de gasolina para comprar mais cerveja. Somente o sobrinho de José saiu do carro e estava sendo atendido quando ouviu o barulho de tiros. Com receio da ação, ele retornou ao carro e o grupo saiu rapidamente do local.

O homem contou na época que os policiais começaram a atirar na direção dos ocupantes do veículo — o primeiro tiro atingiu a cabeça de José. Outros dois homens também foram atingidos durante o tiroteio, mas não tiveram ferimentos mais graves. De acordo com o familiar, José não tinha nenhum envolvimento com a quadrilha de assaltantes, eles foram vítimas porque estavam ‘no lugar errado, na hora errada’.

Após ser acertado, José Manoel Pereira foi encaminhado para o Hospital Marieta Konder Bornhausen, em Itajaí. Segundo o sobrinho da vítima afirmou na época, o tio permaneceu internado em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) durante quase dois dias.

* Com informações na NSC TV

Copiado de:   http://dc.clicrbs.com.br/sc/noticias/noticia/2018/08/acusados-de-forjar-provas-da-morte-de-acougueiro-tres-policiais-do-bope-sao-presos-em-sc-10533452.html

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