Dois dos três sobreviventes do crime em Novo Hamburgo foram encaminhados ao Protege
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O revólver calibre .38 encontrado pela polícia, que teria sido usado em uma chacina em Novo Hamburgo na terça-feira, é da Brigada Militar, segundo o delegado responsável pelo caso, Moacir Fermino Bernardo. No entanto, de acordo com ele, as testemunhas afirmam que o revólver que matou três homens era diferente. O policial afirma ter indícios de que pelo menos dois Policiais Militares de Campo Bom estariam envolvidos no assassinato. O triplo homicídio ocorreu em uma casa no bairro Canudos. O delegado encaminhou dois dos três sobreviventes do crime ao Protege (programa de proteção a testemunhas do Governo Estadual). O comandante de policiamento do Vale do Sinos, coronel Nicomedes Barros Vieira Júnior, declarou, que não afastará os militares suspeitos de participação na chacina de suas funções, antes da Polícia Civil apontar indícios contundentes de que eles tenham realmente envolvimento no crime. Nicomedes disse que ainda não foi instaurado Inquérito Policial Militar (IPM) porque os suspeitos estavam de folga no momento do atentado, que resultou em três mortes e ferimentos graves em outras três pessoas. Agora, os investigadores tentam localizar uma pessoa que estaria dentro da casa no momento da chacina e teria conseguido escapar, embrenhando-se em um matagal, que cerca o local. Os feridos estão no Hospital Municipal de Novo Hamburgo. Um deles, de 27 anos, permanece internado em estado grave no bloco cirúrgico da instituição. Os outros dois, estão na emergência, a estado de saúde também é considerado grave. O crime ocorreu no final da madrugada de terça-feira. Por volta das 5h30min, dois homens invadiram a casa, onde estavam as vítimas, situada na rua Chico Xavier e deferiram os tiros. Os corpos ficaram empilhados no pátio. Dentro da moradia, o assoalho ficou com várias poças de sangue. “Os dois (suspeitos de cometer o crime), que entraram na casa, e outro homem que estava dentro de um carro seriam de Campo Bom”, revelou o delegado. “A motivação do crime seria vingança, pois as pessoas que estavam na residência, usuárias de drogas, realizavam furtos e roubos no bairro Canudos, em Novo Hamburgo, e também em Campo Bom”. Fonte: Paulo Roberto Tavares/Correio do Povo Diz o blogueiro – isto não é novidade, pois o médico Becker foi morto com uma pistola semi-automática do estado e com municão da BRIGADA MILITAR. No final do IP o fato foi atribuido a um desfateto do morto, um batuqueiro e um traficante. Este é o goveno de dona Yeda, amiga pessoal do Arruda cuja Polícia até hoje vem escondendo a verdade sobre o assassintao do Marcelo Cavalcante. |



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