Esse é um problema insolúvel ou de difícil solução e dois são os fatores que o agravam. O crescimento demográfico é assustador aos que pensam. Em 1970, ano da Copa do Mundo éramos 90 milhões os brasileiros. Hoje passados tão somente 46 anos, ou menos de meio século já somos mais de 204 milhões os habitantes deste país. Mais do que dobramos nossa população em menos de MEIO SÉCULO. Isto é, gostemos ou não, um absurdo. Os fatores que nos levaram a tal são muitos. A educação que está longe de ser aquilo que deveria, as vergonhosas omissões de Prefeitos que fazem de conta que não é com eles esse problema. Há lei federal que veda a ocupação humana em áreas de alagamento assim como em encostas de morros.

Não venham me dizer que Prefeitos nada sabem, pois não é preciso excepcional qualificação para que um Prefeito perceba tais problemas.

E digo isto por que quando lotado em Igrejinha convidado pelo então Prefeito tomei com ele um belo café da manhã em seu gabinete quando ele me expôs sua preocupação com a disseminação de loteamentos em áreas de risco bem como perguntou-se o que a POLÍCIA poderia fazer para coibir tal.

O que tinha e podia ser feito foi realizado. Alguns cidadãos, inclusive profissionais com formação superior restaram condenados por inobservar o disposto em Lei Federal.

As igrejas em minha ótica são outra praga com o tal CRESCEI E MULTIPLICAI-VOS o que faz com que cresça o número de possíveis trouxas para darem dinheiro a elas.

E tais problemas que aqui são enormes ocorrem em menor ou maior volume em todos os cantos desse planeta que já não mais suporta essa praga dita humanidade.

Nossa espécie me faz lembrar as nuvens de gafanhotos que ocorriam inclusive em Porto Alegre nos meus tempos de guri.

Nossa espécie praticamente acabou com os gafanhotos, mas o planeta igualmente vai acabar com essa praga que o aflige e que somos nós. Fiquem certos disto.

A vida aqui como a conhecemos tem quando muito ainda uns CENTO E CINQUENTA ANOS, se tanto, creiam.