Praia de Xangri-Lá

Saiba tudo o que REALMENTE acontece em Xangri-Lá

Autor: jloeffler (Page 1 of 4858)

Díaz-Canel: a resposta de Cuba à pandemia foi «muito digna»

Internacional|Cuba

AbrilAbril

 

 

«Na luta contra a pandemia alcançámos um resultado digno, digníssimo, e mais nas condições em que o país o fez», afirmou o presidente de Cuba num encontro com cientistas responsáveis pelo combate à Covid-19.

Está-se a fazer ciência no meio de uma situação de contingência. afirmou Díaz-Canel

Está-se a fazer ciência no meio de uma situação de contingência. afirmou Díaz-Canel Créditos / Estudios Revolución

Numa reunião que manteve, esta semana, com especialistas centrados no combate à epidemia, no Palácio da Revolução, em Havana, Miguel Díaz-Canel sublinhou que, antes de o surto epidémico chegar a território cubano, o país já tinha «uma situação complexa, económica e social, provocada pelo bloqueio e a Lei Helms-Burton».

Não obstante, afirmou, «o resultado científico que alcançámos deu ao país uma visibilidade e um prestígio tremendo, como componente fundamental no combate». «Não termos uma nova vaga é a quimera, e, naturalmente, chegar à vacina cubana o mais rapidamente possível», disse, citado pelo diário Granma.

No encontro, o presidente de Cuba deu particular ênfase «ao contributo da biotecnologia cubana para o combate à Covid-19», tendo-se referido ao papel que o anticorpo monoclonal Anti-CD6 e o péptido CIGB-258 têm para evitar a morte de pacientes em estado grave e crítico, depois de serem infectados com o coronavírus SARS-CoV-2, e para impedir que outros pacientes chegem a esses estados.

Cerca de 50 países pedem a Cuba o antiviral que teve êxito na China

Ler mais

Graças aos resultados desses produtos biotecnológicos, em Cuba regista-se 1% de falecidos graves e críticos abaixo da média mundial e da América Latina e Caraíbas, sublinhou o chefe de Estado.

«No mundo, 80% dos pacientes que chegam ao estado crítico estão a morrer. Em Cuba, com a utilização desses medicamentos, 80% dos que chegam a estados críticos e graves estão a ser salvos», acrescentou.

«Isto é fruto da ciência cubana, do desenvolvimento do nosso sistema de Saúde e da integração que esse sistema pode alcançar para fazer frente à pandemia», afirmou Díaz-Canel, lembrando que «se está a fazer ciência no meio de uma situação de contingência» e que «isso tem um valor adicional».

Sistema de Saúde cubano não entrou em colapso

Na reunião, que teve lugar no final da semana, o decano da Faculdade de Matemática e Computação da Universidade de Havana, Raúl Guinovart, comentou que o país caribenho consegue passar pela pandemia com resultados favoráveis devido às medidas tomadas pelas autoridades.

Cuba, na vanguarda da investigação, recebe material médico da China

Ler mais

O investigador disse que, antes de 30 de Março, «muitos críticos e não críticos» do país previam uma «situação muito mais complicada» para Cuba, tendo por base a noção de que «países ricos, com sistemas de Saúde com muitos mais recursos e não sujeitos a um bloqueio, tinham praticamente colapsado».

Ao invés, «o sistema de Saúde cubano conseguiu controlar a epidemia, não entrou em colapso e vai a caminho de erradicar» a doença, frisou.

Apesar de os dados serem positivos e o cenário na Ilha se afigurar favorável, o presidente cubano pediu aos cidadãos que mantenham a disciplina e a responsabilidade, de modo a evitar uma segunda vaga, considerando fundamental manter as medidas de higiene e distanciamento físico mesmo quando se passar à normalidade.

Copiado de:  https://www.abrilabril.pt/internacional/diaz-canel-resposta-de-cuba-pandemia-foi-muito-digna

Casa explode após vazamento de gás, em Santo Amaro da Imperatriz

terça-feira, 19 de maio de 2020

Explosão foi registrada nesta terça-feira (19), em residência onde moravam um casal de idosos; gás vazou através de uma tubulação velha de cobre, afirmam bombeiros

REDAÇÃO ND, FLORIANÓPOLIS19/05/2020 ÀS 13H58

Uma casa explodiu por volta das 8h40 desta terça-feira (19) no bairro Vila Becker, em Santo Amaro da Imperatriz, na Grande Florianópolis. Nela moravam Luiz Gonzaga, de 70 anos, e a sua esposa Terezinha Gonzaga, de 68 anos – Regional FM/Divulgação/ND

Conforme o Sargento Vilson Aloísio Furtado, do Corpo de Bombeiros do município, a explosão ocorreu devido a um vazamento de gás de cozinha – Regional FM/Divulgação/ND

Aos bombeiros, Luiz afirmou que tinha trocado dois dias antes o botijão de gás, localizado em um abrigo subterrâneo aberto, na área externa da casa. O botijão era ligado ao fogão por uma tubulação de cobre que passa por debaixo da laje da casa, explica Furtado – Regional FM/Divulgação/ND

Após realizar a troca do botijão, os dois idosos começaram a sentir cheiro de gás, entretanto continuaram a utilizar o fogão normalmente – Regional FM/Divulgação/ND

Na manhã desta terça-feira (19), o idoso decidiu comprovar se havia vazamento ou não, mas de uma maneira não recomendada pelas autoridades. Gonzaga acendeu um esqueiro próxima a válvula, momento em que ocorreu a explosão – Regional FM/Divulgação/ND

A suspeita dos bombeiros é que havia vazamento na própria tubulação de cobre, uma vez que ela foi construída há 20 anos e até então não tinha passado por reparos, explica Furtado. “O cobre deve ter desgastado com o tempo” explica o Sargento. No vazamento, o gás preenche todo o ambiente e, ao encontrar uma chama, ele se expande e causa explosão em questão de milésimos de segundos – Regional FM/Divulgação/ND

Apesar da explosão ter condenado toda a casa e provavelmente ter destruído 100% dos móveis, afirma Furtado, os dois idosos não sofreram ferimentos graves – Regional FM/Divulgação/ND

Luiz sofreu queimaduras leves na face. Já a esposa estava em um dos quartos durante o acidente. A explosão “abriu” um buraco no chão, onde ela caiu e ficou isolada da casa, onde os móveis despencavam. Após alguns minutos ela mesma saiu do buraco. Ela sofreu pequenos ferimentos no joelho e no pé, além de dor na
coluna, sendo hospitalizada – Regional FM/Divulgação/ND

Logo após o acidente, Luiz desligou o gás. Luiz Gonzaga dispensou a realização de perícia na casa, afirmando que a família não tem seguro. A construção será demolida. Os idosos agora estão abrigados em uma edícula, localizada nos fundos do terreno. – Regional FM/Divulgação/ND

Em caso de vazamento de gás, especialistas sugerem que a pessoa corte o fornecimento de gás e ligue imediatamente aos bombeiros, pelo número 193 – Regional FM/Divulgação/ND

Copiado de:  http://izidoroazevedo.blogspot.com/2020/05/casa-explode-apos-vazamento-de-gas-em.html

“O Brasil tem muita reserva”, diz presidente do Banco Central

quinta-feira, 21 de maio de 2020

Roberto Campos Neto falou em amplo espaço para venda das reservas de US$ 343 bilhões, que foram acumuladas nos governos Lula e Dilma e estão sendo queimadas por Bolsonaro
21 de maio de 2020, 04:52 h Atualizado em 21 de maio de 2020, 07:26
Presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, em Brasília 07/04/2020 (Foto: REUTERS/Adriano Machado)
247 – O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, pretende continuar queimando as reservas internacionais que foram acumuladas nos governos dos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, que foram fundamentais para conferir estabilidade macroeconômica para o Brasil. Abaixo, reportagem da Reuters:
(Reuters) – O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou nesta quarta-feira que a autarquia tem espaço amplo para a venda de reservas internacionais e poderá aumentar sua atuação no câmbio se considerar necessário.
“Brasil tem muita reserva, inclusive em percentual do PIB (Produto Interno Bruto) a reserva subiu porque desvalorizou mais do que o que foi vendido”, afirmou ele, a respeito do estoque que está hoje em 343 bilhões de dólares, frente a 357 bilhões de dólares no início do ano.
Em live promovida pela Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib), Campos Neto pontuou que, nos últimos dias, o BC aumentou um pouco o nível de intervenção cambial por entender que o Brasil estava descolado de outros países emergentes.
Campos Neto ressaltou que o Brasil tem espaço fiscal menor do que alguns países que anunciaram programas grandes de enfrentamento à crise e reconheceu que, em meio a esse quadro, o risco ligado ao país acabou subindo.
Ele destacou que o Brasil não tem o luxo de ter muito espaço fiscal, razão pela qual há piora rápida nos preços dos ativos quando o mercado entende que a saída dos trilhos não vai ter volta.
“Se for tentada uma solução onde você vai atingir um novo equilíbrio fiscal muito pior permanente, os mercados vão punir, os investidores vão punir o Brasil de uma forma que a gente vai voltar para o equilíbrio antigo, que é um equilíbrio de juros altos”, disse.
Segundo Campos Neto, esse cenário será mais desafiador do que no passado, já que o equilíbrio de juros altos foi alcançado antes em meio ao crescimento da dívida. Agora, ele seria vivido com a dívida em patamar já muito maior.
Mesmo assim, ele ponderou preferir dar dinheiro para todos no país conseguirem honrar seus contratos, o que pioraria as contas públicas, a um cenário de quebra indiscriminada de contratos.
O presidente do BC alertou que há projetos parlamentares sobre o tema e decisões judiciais que respaldam essa prática, mas que o caminho seria extremamente danoso para a retomada.
MAIS MEDIDAS
De acordo com Campos Neto, o BC deve anunciar nas próximas semanas novas medidas, mais voltadas para o direcionamento do crédito. Ele avaliou que o sistema está com liquidez, mas que é preciso fazer com que o dinheiro chegue na ponta.
Sem dar detalhes, ele afirmou que haverá uma iniciativa voltada para o mercado imobiliário.
Em relação a ações já adotadas, Campos Neto reconheceu que não está havendo saída muito grande nos Depósitos a Prazo com Garantia Especial (DPGE), e que o BC está fazendo ajuste no programa.
Ele também disse que haverá modificações no programa de financiamento à folha de pagamento das empresas, que não teve o alcance esperado pela autoridade monetária.
Campos Neto rebateu críticas de que os bancos não estão emprestando, ao afirmar que as instituições financeiras estão sim aumentando concessões. Mas ele admitiu que esse crescimento se dá mais para as grandes empresas.
Em outra frente, ele ponderou que, como a demanda de crédito saltou pela falta de previsibilidade de fluxo de caixa das empresas, mesmo que os bancos fechem mais financiamentos elas seguirão com a sensação de não estarem sendo atendidas.
“Se a gente fizer uma conta de quanto a gente precisaria ter de crédito para atender toda demanda de crédito, provavelmente você ia chegar numa conclusão de que ia ter que dobrar a base de capital dos bancos”, afirmou.
Segundo o presidente do BC, a atuação da autarquia na compra de títulos públicos, possibilidade aberta pela Proposta de Emenda à Constituição do Orçamento de Guerra, será pautada pela estabilização de mercado no tocante à curva de juros, balanceando a negociação de papéis curtos e longos.
“A gente acha que não deveria embarcar em nada além disso até termos certeza que não temos mais potência em política monetária”, afirmou. “E se, em algum momento, for entendido que não tem mais potência em política monetária e que nós precisamos fazer algo além, aí vai surgir a conversa do que podemos fazer além disso com os instrumentos que nós temos.”
ECONOMIA
Sobre a profunda queda na economia esperada para este ano, Campos Neto disse ser difícil traçar projeções em função do cenário de grandes incertezas com os desafios impostos pelo surto de Covid-19.
Para o desemprego, contudo, ele adiantou expectativa de uma taxa acima de 15% como consequência da crise.
Campos Neto destacou que tanto entre países que não adotaram lockdown quanto entre aqueles que já estão relaxando medidas restritivas a volta ao consumo de serviços está “bem lenta”, já que o medo ainda é predominante e tem sido uma variável importante no comportamento das pessoas.
Copiado de:  http://izidoroazevedo.blogspot.com/2020/05/o-brasil-tem-muita-reserva-diz.html

SONHOS E INDIGNAÇÕES

sexta-feira, 22 de maio de 2020

Quando começou esse auê do virus, fiquei frio, levei minha vida normal, de P. Alegre para Unistalda, de lá para Xangrilá , desconheci solenemente a ordem do régulo municipal que se arvorou em legislador federal,passeei na orla, nos domínios do que pertence à União ( lembremo-nos que nossos municípios ainda não são nações independentes, conquanto alguns prefeitos se arvorem à condição de imperadores). No entanto o pessoal foi se assustando e começou uma bagunça de informações pelas redes sociais.
Estava me  lembrando de um sonho que tive. Eu era um recruta que iria lutar contra, deixa-me ver, contra a China. Minha arma era um revólver calibre 22, daqueles de matar tico-tico. Posição! Sentido! Entrou o general, o marechal, o sargento, não consegui ver bem as dragonas e exclamou: “ vamos combater o exército da China, mas vejam bem, cuidem-se, não queremos que ninguém morra, por isso vocês vão ficar dentro dos quartéis, bem quietinhos”. Ao que um recruta redarguiu: “ mas daí vamos morrer de fome!” O comandante disse:” isso é bobagem, nosso agro é forte,agro é pop,  vocês só pensam em comida!”. Os produtores rurais nos salvariam. Para eles não tem ruim. Mas e as indústrias? Nisso acordei todo suado.
O que me está incomodando é o fato de a maioria dos mandatários públicos nunca ter pegado numa enxada, nem montado num cavalo, não para desfilar tipo gauchinho de apartamento, mas para cuidar do gado. Me incomoda que não estão nem aí para os prejuízos.
  A maioria quer tirar o seu da reta. Aí ficam pintando corzinhas, mandando restaurantes afastarem as mesinhas  tantos milímetros para cá ou para lá. Coisas de burocratas que mandam o povo  usar esses paninhos, mas eles aparecem na foto sem nada.
Impossível não falar sobre nosso  presidente. Não sei que livro pode ter lido para levar o presidencialismo a este purismo. O presidente é que manda e fim de papo?Não pode continuar assim. Não creio que  domine todas as áreas do conhecimento. Precisa de seus ministros para o ajudarem a governar. Para alívio geral parece que está menos impulsivo e mais cordato. A grande verdade é que andou dando tiros no próprio pé.
É evidente que está no ar o fenômeno da submersão,com escafandro e tudo. Conheço dezenas, quase centenas de políticos que há meses eram partidários incontestes de nosso presidente. Hoje estão quietos, submergiram para esperar o que vai acontecer. Vamos ver quanto dura o oxigênio.
Pergunta final: sou comerciante, não fiz nada errado, mandaram eu fechar as portas, tive um baita prejuízo. Quem vai me ressarcir?

No Rio, 19 familiares de Bolsonaro estão sob investigação

Share to WhatsAppShare to LinkedIn

No vídeo gravado a partir da reunião do conselho de ministros em dia 22 de abril, o presidente Jair Bolsonaro teria defendido trocas no comando da Polícia Federal do Rio para tentar evitar que familiares e amigos seus fossem “prejudicados” em investigações em curso. Mas quantos familiares de Bolsonaro, além dos filhos Carlos e Flávio, são investigados no Rio?

Carlos e Flávio Bolsonaro são alvos de cinco procedimentos de investigação no Ministério Público do Rio que apuram a existência de funcionários fantasmas em seus gabinetes e a possível devolução de parte de seus salários, prática conhecida como rachadinha. Em ambos, parentes do presidente são alvos de investigação.

No caso de Carlos, são sete familiares. Ana Cristina Siqueira Valle, ex-mulher do presidente e que foi chefe de gabinete do filho ‘02’, além de outros seis parentes dela são investigados. Já no procedimento sobre Flávio, outros 12.  Entre eles, estão o avô dele, João Braga, o primo Léo Índio e mais dez familiares de Ana Cristina, incluindo também o ex-sogro, José Procópio Valle. Nessa investigação surgem como alvo também Fabrício Queiroz, amigo do presidente, e seus parentes entre o rol de investigados.

Embora a Polícia Federal não seja a titular dessa investigação, desde 2018 dois inquéritos apuram fatos relacionados. A PF tinha um inquérito eleitoral até março deste ano que apurava se o senador Flávio Bolsonaro cometeu lavagem de dinheiro e falsidade ideológica eleitoral ao declarar seus bens nas eleições de 2014, 2016 e 2018. Esse procedimento foi instaurado a partir da denúncia de um cidadão sobre as declarações do senador à Justiça Eleitoral. Flávio atribuiu valores diferentes para um mesmo apartamento. O GLOBO apurou que a PF concluiu o caso sem fazer quebras de sigilo fiscal e bancário.

O inquérito tramitou até março, quando foi enviado ao Judiciário com pedido de arquivamento por não ter encontrado indícios dos crimes apontados. No entanto, na investigação do MP do Rio, os promotores apontam a existência de indícios de que o dinheiro da devolução dos salários seria lavado por meio da compra de imóveis. Parte da investigação envolve justamente o imóvel que era foco do inquérito da PF. O MP, porém, ainda não concluiu o caso e o senador nega as acusações.

Além disso, tramita na Delegacia de Repressão a Corrupção e Crimes Financeiros da PF do Rio um inquérito no qual Queiroz foi considerado “interessado” em uma das linhas de investigação.  No início do ano passado, uma pessoa, cuja identidade é mantida em sigilo, foi convocada para depor e no curso das perguntas foi questionada sobre Queiroz e suas atividades na Alerj.

A defesa de Queiroz  pediu acesso aos autos em agosto do ano passado, mas a  juíza da 5ª Vara Federal Criminal, Adriana Alves dos Santos Cruz, negou o acesso porque a PF informou que Queiroz não era formalmente investigado e a menção que existia a ele era o relatório do Coaf no qual ficou registrada uma movimentação atípica de R$ 1,2 milhão na conta dele. Essa investigação segue tramitando.

Além disso, no fim de outubro, veio a público depoimento do porteiro do condomínio onde Bolsonaro mora no Rio. Ele afirmou à Polícia Civil que um dos assassinos da vereadora Marielle Franco pediu para ir à casa de Bolsonaro no mesmo dia do crime — versão contraditada por uma perícia do Ministério Público em áudios da portaria. O presidente viu no episódio uma perseguição do governo Witzel à ele e sua família. Por isso, pediu a Moro uma investigação. A PF abriu inquérito e ouviu o porteiro, que voltou atrás. Bolsonaro avalia que não houve empenho para isentá-lo. O GLOBO apurou que o inquérito está sendo relatado e o porteiro não será indiciado. O Globo

O conteúdo deste blog é livre e seus editores não têm ressalvas na reprodução do conteúdo em outros canais, desde que dados os devidos créditos.

Finalmente temos uma belíssima manhã aqui no litoral

 

 

Céu azul, sol pleno e temperatura baixa, verdadeira manhã de inverno, algo que fazia tempo não víamos.

Até mesmo os pássaros ainda estão muito quietos.

Os cães também se mantém silentes.

O bicho gente, o que normalmente mais perturba também está escondido.

Viva o inverno com sua beleza ímpar.

Sei quão duro é o inverno aos que pouco ou nada têm e que também aqui no litoral são muitos, muitos mesmos e que os vemos passando na frente de nossas casas arrecadando nas lixeiras algo que lhes possa ser útil.

Esses não são poucos, tenham certeza. Costumam viver às margens de nossas lagoas onde erguem barracos com papelão e lonas plásticas para se abrigarem com suas famílias.

Esses durante o dia percorrem nossas ruas examinando lixeiras em busca de algo descartado e que lhes possa ser útil, especialmente alimentos.

São invisíveis à maioria que pouco além de seus narizes enxerga algo.

E assim segue a vida nesse planeta que penso que até o final do século se livrará de nossa espécie, predadora ímpar e ainda seguindo seu curso no Universo.

Governo do MA divulga nota de solidariedade a médico cubano

Share to WhatsAppShare to LinkedIn

Sobre a acusação feita pelo deputado estadual Wellington do Curso de que no Maranhão médicos cubanos foram contratados pelo Governo do Estado de forma ilegal, conforme vídeo divulgado nas redes sociais e em grupos de aplicativos de mensagens, a Secretaria de Estado dos Direitos Humanos e Participação Popular (Sedihpop) emite a seguinte nota:

Os médicos cubanos foram contratados conforme regras estabelecidas no Decreto Nº 35.762 de 27 de abril de 2020 editado pelo governador Flávio Dino, e posterior Edital de Convocação que chamou para comparecer perante a Secretaria de Estado de Saúde (SES) inicialmente 40 profissionais médicos selecionados em processo seletivo simplificado. Todos os médicos cubanos ou de qualquer outra nacionalidade, inclusive brasileiros, no caso em questão, fizeram parte do Programa Mais Médicos ou foram intercambistas de acordo com a Lei Nº 12.871. Ou seja, já preenchiam os requisitos para exercer a profissão no Estado Brasileiro antes mesmo da contratação pelo Governo do Maranhão, nesta situação de pandemia.

Ao se deslocar até uma unidade de saúde (UPA da Vila Luisão) e lá constranger um profissional da saúde, no exercício de seu trabalho, o deputado Wellington do Curso, ofende a dignidade da pessoa humana e sua condição de estrangeiro, visto que existem outros meios para a realização da denúncia, em caso de discordância da contratação dos médicos ou de qualquer outro profissional. É lamentável que, principalmente neste momento de grande crise sanitária, o deputado se utilize do cargo para constranger e humilhar profissionais de saúde, colocando em risco a sua saúde e a de outras pessoas e produzindo mais uma notícia falsa.

O conteúdo deste blog é livre e seus editores não têm ressalvas na reprodução do conteúdo em outros canais, desde que dados os devidos créditos.

COVID-19 e Brasil: a crônica de um genocídio

manaus_mortos_covid19-597x400

Foto: enterro coletivo de vítimas fatais em Manaus/AM – fonte: reprodução/twitter

Autor: Sandro Ari Andrade de Miranda, advogado, doutorando em sociologia.

O termo genocídio passou a ser utilizado de forma mais comum por jornalísticas e pelas ciências sociais depois do holocausto nazista que mandou milhões de judeus, ciganos, homossexuais, comunistas e deficientes físicos para campos de concentração e câmaras de gás. No entanto, este não é o único exemplo histórico de genocídio. Temos o massacre de 2/3 da população dos povos originários das Américas durante o período da colonização, seja pela violência, seja pela disseminação de doenças desconhecidas, o assassínio dos povos africanos por europeus e as consequências de diversas guerras fraticidade travadas por interesses econômicos ou de fronteiras. A busca de poder, de riquezas e o descaso com as vidas daqueles considerados como descartáveis por governantes são traços comuns em todos estes processos.

No Brasil, o termo genocídio também não é muito utilizado nos registros dos liros de história, mas práticas genocidas são mais comuns do que parecem e normalmente estão associadas a ideologias e comportamentos políticos. Por sinal, a eleição de Bolsonaro para a Presidência da República foi acompanhada de vários elementos discursivos que indicavam um comportamento genocida, tais como a defesa intransigente da liberação do comércio de armas, de uma economia sem salvaguardas de proteção social, o desprezo pela ciência e pelos povos tradicionais e o apelo constante a valores nacionalistas e fascistas. Esperar um comportamento republicano de quem sempre foi avesso à democracia é, no mínimo, uma ingenuidade.

Quando os primeiros sinais de um surto pandêmico se apresentavam nos países asiáticos, o governo brasileiro comemorava o desmantelamento do sistema previdenciário e discutia a imposição de um ajuste fiscal ainda mais rigoroso, com cortes em vários setores de políticas públicas, dos direitos de| servidores, além de uma nova investida contra as regras de proteção do trabalho. Antes da pandemia o Brasil amargava um índice de 13 milhões de desempregados, o retorno ao mapa mundial da fome e assistia o corte indiscriminado de recursos no Programa Bolsafamília no Nordeste. Além disto, o ano de 2019 foi marcado pelo crescimento acelerado do desmatamento e dos crimes ambientais, inclusive com a poluição de todo o litoral nordestino por lançamento de petróleo, pelo corte de bolsas de pesquisa e pela restrição do acesso às universidades públicas. Somam-se a estes fatores as heranças do Governo Temer que extinguiu todos os programas de urbanização e impôs a Emenda Constitucional nº 95/2016, norma que retirou bilhões de reais das áreas de saúde e assistência social para atender aos interesses do mercado financeiro.

Como se observa, desde a chegada de Temer ao poder o Brasil vem semeando o caminho de um desastre, algo que apenas se agravou com a bagunça institucional criada por Bolsonaro. Não há nenhum sinal de preocupação real com o enfrentamento da crise no discurso presidencial. Inclusive há um recurso farsesco à questão dos empregos para justificar as tentativa de forçar uma retomada das atividades econômicas comerciais, algo incompatível com as suas ações. O desemprego no Brasil é um resultado direto das ações do governo, algo que somente foi piorado com a pandemia.

O relato do avanço da pandemia de COVID-19 na Europa criou uma falta interpretação de que esta era uma doença que afetava especialmente a população idosa. Isto foi muito da narrativa dramática de sistemas de saúde colapsados que passaram a escolher quem deveria ser tratado nas unidades intensivas, com base no maior tempo potencial de vida. No entanto, a própria Organização Mundial de Saúde já indicava a possibilidade de rejuvenescimento da doença em países como Brasil e Estados Unidos e um dos fatores impulsionadores desta preocupação era exatamente a desigualdade no acesso aos sistemas de saúde.

De fato, em ambos os países a doença se universalizou em todas as faixas etárias com mais intensidade do que na Europa e na Ásia. Tanto que a maioria das vítimas fatais de COVID-19 no Brasil esta na faixa etária de 20 à 39 anos. Quais os motivos para isto? Algumas questões podem ser apresentadas:

1º) embora a doenças tenha se iniciado nas classes mais abastadas economicamente, a maioria das vítimas fatais de COVID-19 no Brasil e nos Estados Unidos são pessoas de baixa renda, com acesso restrito a um sistema de saúde colapsado ( Brasil) ou nenhum acesso (EUA).

2º) são países onde existem grandes metrópoles cercadas de regiões com subabitação. No Brasil as favelas, nos EUA, os acampamentos de veículos. Mesmo em regime de distanciamento social, faltam locais adequados e estratégias de isolamento consistentes por parte dos governos. Se nos bairros de classe alta e média ainda é possível propor que pessoas infectadas pelo vírus sejam mantidas com máscara em quartos isolados, na periferia, em casas de 1 ou 2 cômodos, isto é impossível. Talvez fosse possível pensar na utilização temporária de equipamentos urbanos como escolas e ginásios de esportes como enfermarias improvisadas (modelo chinês), mas para tanto seria necessário aumentar o número de profissionais de saúde. Não é por acaso, por exemplo, que Manaus, cidade cercada por palafitas, seja a cidade brasileira com a situação mais dramática em termos de mortalidade.

3º) no Brasil, praticamente não existem unidades de internação nas periferias. Mesmo as UPAS estão localizadas em regiões mais centrais. Os hospitais de campanha, em sua maioria, foram instalados em regiões mais centralizadas como no exemplo do Estádio Pacaembu ou no Rio-Centro. Isto demanda dificuldades de acesso, pois com o distanciamento social ocorreu a restrição dos sistemas de transporte. Uma descentralização maior dos equipamentos de saúde nas grandes cidades ajudaria a reduzir o impacto da doença nas periferias.

4º) ao contrário dos países europeus, nem Brasil, nem EUA, apresentaram medidas eficientes de apoio aos trabalhadores que ficaram afastados dos seus postos. E mesmo projetos aprovados emergencialmente, como a renda mínima, sofrem com embaraços burocráticos e insegurança nos pagamentos, fator agravado no Brasil pela postura do governo que prioriza o ajuste fiscal.

5º) as constantes tentativas dos governos brasileiro e norte-americano, bem como de governos subnacionais, de forçar um retorno regular das atividades econômicas sem nenhuma garantia de segurança. Na prática, tais posturas acabam forçando uma ruptura das ações de distanciamento social, dando a falsa impressão de normalidade e prejudicando o combate à pandemia.

6º) a ausência de iniciativa por parte dos Governos brasileiros para unificar os sistemas de internação hospitalar. Como os recursos são escassos, a falta de um sistema unificado de atendimento reforça a diferenciação de classe e aumenta a taxa de mortalidade exatamente no segmento mais vulnerável estruturalmente, além de aumentar a burocracia/demora para internações de urgência.

7º) a ausência testes. Isto prejudica o trabalho de vigilância e resulta em voo cego, prejudica o pensamento estratégico dos órgãos de saúde e cria uma falsa sensação de normalidade, facilitando a disseminação do vírus. O distanciamento social é uma medida para reduzir o impacto da pandemia nos sistemas de saúde. Quando há uma redução nas ações de controle, a movimentação de pessoas aumenta e o impacto nos sistemas de atendimento em saúde também, até porque outras doenças continuam coexistindo. A falta de testes permite a disseminação do vírus por assintomáticos, elevado o risco. Os EUA acelerou o processo de testagem depois que o vírus resultou em elevado número de mortes, mas o Brasil continua com números absurdos de subnotificação.

Como se observa, existe uma série de fatores que resulta no aumento da mortalidade da COVID-19 no Brasil, alguns estruturais, mas muitos resultantes de problemas criados pelo próprios governos, especialmente pelo Federal. Este, por sinal, não falha apenas por ter abdicado do seu papel de coordenação e planejamento, mas por agir contra as medidas de proteção, admitindo mortes como uma consequência natural. Trata-se de um pensamento que ultrapassa a barreira da irresponsabilidade e ingressa no âmbito da intencionalidade. Não há uma real preocupação com o desemprego, até porque este foi criado pela política econômica. Não há uma preocupação com a vida, pois os mortos se acumulam sem causar empatia no centro do poder. Há, na verdade, um projeto de poder ideológico autoritário, que já estava presente no processo eleitoral, no qual as mortes fazem parte do cálculo político apenas como uma variável. Logo, estamos diante de um genocídio.

CALÇA DE VELUDO, BUNDA DE FORA

quarta-feira, 13 de maio de 2020
No cadastro de Jair Bolsonaro, para fins de exame de COVID-19, o laboratório SABIN Medicina Diagnóstica, colocou o CPF n. 453.178.287/91, que corresponde ao real cadastro do Coiso, conforme site da Receita Federal, além do RG.
De que adiantou colocar um nome falso (Airton Guedes e Rafael Augusto Alves da Costa Ferraz) se o CPF identificava o verdadeiro indivíduo de quem o material foi coletado?
Segredo de polichinelo.
Resultado de imagem para segredo de polichinelo
Parece piada!!! Aliás, os dois ns. de documentos  conferem com os fornecidos em ação popular  proposta por JANDIRA FEGHALI e outro, constante do endereço que segue:
https://static.congressoemfoco.uol.com.br/2019/12/A%C3%A7%C3%A3o-Popular-contra-Preg%C3%A3o-Eletr%C3%B5nico-para-compra-jormais-e-revistas-com-exclus%C3%A3o-Folha-SPaulo.pdf(…) AÇÃO POPULAR COM PEDIDO DE LIMINAR contra a UNIÃO FEDERAL, pessoa jurídica de direito público, representada pela Advocacia Geral da União, com endereço no Ed. Multi Brasil Corporate – Brasília/DF, CEP 70.070-030, no Setor de Autarquias Sul – Quadra 3 – Lote Rua Presidente Faria, 240, CEP: 80.020-290, bem como contra o cidadão que exerce o cargo de Presidente da República, Senhor JAIR MESSIAS BOLSONARO, brasileiro, casado, militar, portador da Cédula de Identidade RG n° 3032827 SSP/DF, inscrito no CPF sob o n° 453.178.287-91, no exercício de mandato de Presidente da República, residente e domiciliado na cidade de Brasília/DF e estabelecido no Palácio do Planalto, Brasília/DF; DIEGO FERNANDES DO NASCIMENTO, MAURÍCIO COSTA DOS SANTOS, ANDRÉ LUIZ DA COSTA AZEVEDO, ERLANDIO LEITE PAULINO, FRANCISCO TELES FEITOSA, DELFINO BERNARDES RABELO, JOHN CARLOS BENÍCIO GOMES, todos brasileiros, servidores públicos, residentes e domiciliados em Brasília/DF, estabelecidos na Presidencia da República, pelos motivos de fato e de direito que passam a exposto: (…)

ReproduçãoReprodução

Tribunal mantém prisão preventiva de ex-PM investigado por tráfico internacional de drogas e de armas – TRF4

Publicado em 13 de Maio de 2020 às 09h52

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) negou Habeas Corpus (HC) impetrado pela defesa de um ex-policial militar, residente de Marechal Cândido Rondon (PR), que é investigado como um dos integrantes de uma organização criminosa de tráfico de drogas e de armas vindas do Paraguai. A decisão do relator do caso, desembargador federal Leandro Paulsen, indeferiu o pedido de concessão de liberdade provisória ao suspeito, ressaltando o risco de fuga e a necessidade de garantia da ordem pública.

O homem de 44 anos foi denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF) após ter sua prisão em flagrante decretada em abril, durante uma operação da Polícia Federal (PF) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF) em três cidades na região Noroeste do Paraná onde o grupo criminoso atuava.

Na ocasião, foram apreendidas oito toneladas de maconha, cerca de 20 armas, diversas munições além de veículos roubados. Segundo as investigações, as drogas e o equipamento seriam destinados a facções criminosas de São Paulo e do Rio de Janeiro.

O pedido de liberdade provisória do acusado foi negado pela 1ª Vara Federal de Umuarama (PR), que salientou os indícios de que ele teria participação importante nas atividades delituosas, sendo identificado como um dos comandantes do grupo.

Contra a decisão de primeiro grau, a defesa impetrou o HC no tribunal, sustentando que a prisão em flagrante, que ocorreu em trânsito, teria sido irregular por não serem constatadas atitudes delituosas no momento da interceptação.

Na análise do pedido liminar, o relator na corte verificou que os elementos probatórios são suficientes para a manutenção da preventiva, afastando a alegação de ilegalidade da prisão em flagrante.

Paulsen constatou o risco de persistência criminosa provocado pela liberdade do ex-PM, observando que ele já foi investigado em pelo menos outras três operações da PF ligadas ao tráfico de drogas.

O magistrado apontou ainda que o fato da detenção do acusado ter se dado em locomoção entre cidades poderia representar outra preocupação legal, o que sugere que possivelmente já possuía conhecimento das buscas e apreensões realizadas naquele dia, situação que recomenda a manutenção da prisão cautelar também sob o prisma da conveniência da instrução criminal, a fim de evitar a fuga do investigado e para prevenir eventual destruição de provas e ocultação de outros bens.

De acordo com o desembargador, ante a magnitude dos crimes narrados, em relação aos quais haveria o envolvimento do paciente, justifica-se sua segregação cautelar para o acautelamento da ordem pública.

Fonte: Tribunal Regional Federal da 4ª Região

Copiado de:  http://www.sintese.com/noticia_integra_new.asp?id=458557

Page 1 of 4858

Desenvolvido em WordPress & Tema por Anders Norén