Praia de Xangri-Lá

Saiba tudo o que REALMENTE acontece em Xangri-Lá

Author: jloeffler (Page 1 of 4253)

A revista feminina Dona, RBS, virou revista gay

Sou assinante desse jornal, mas nem mesmo o abro. Soube disto agora quando já é noite. Pago a assinatura por que necessitamos de muito papel já que embora apenas com a ICA, uma linguiçinha, há que forrar o sanitário da mesma num cantinho da garagem. Esse jornal serve a interesses outros que não são necessariamente os meus e eles torram minha paciência promovendo um esporte vindo daquele maldito país do hemisfério norte em que idiotas usando capacetes como se guardas fossem se chocam de forma propositada. E a influência desse dito jornal é tamanha que já há alguns grupos de idiotas praticando essa coisa que dizem ser esporte.

O Editor

 

 

A RBS acha que “ela” é o ícone das leitoras da revista Dona.

O caderno Dona, jornal Zero Hora, que circula apenas nos finais de semana no formato de revista, foi idealizado para atender o público feminino.

O que ocorre é que a revista é recorrente na apresentação de reportagens sobre gays, lésbicas e transsexuais em geral, sempre apontando seus personagens como exemplos para as mulheres gaúchas.

Dona não é uma publicação gay, mas parece.

A edição deste final de semana é uma elegia desbragada ao trans Pablo Vittar, apresentado como ícone do público feminino e devidamente retratado na capa com longos cabelos loiros, lábios carnudos pintados de roxo e vestido com rendas da época.

É claro que Pablo é apresentado como representante “delas” para o público da revista.

Resta saber a quem a RBS quer enganar e a que público serve.

Copiado de:  http://polibiobraga.blogspot.com.br/2018/01/a-revista-feminina-dona-rbs-virou.html

Planeta da Fumaça

O tempo passou e eles, de$one$tos por que $onegadores e tidos pelo idiotizado povo desse Estado como os senhores do raio e do trovão continuam com o PLANETA DA FUMAÇA. Essa praga a mim não mais perturba, mas muita gente, muita gente mesmo que investiu pesado nos ditos “condomínios horizontais fechados” que assim livrou-se de ser importunada por gente humilde que hoje mais do que nunca busca vender coisas para tal batendo de porta em porta, mas quando chega tal lixo lá são obrigados a fugir da cidade vez que a polícia de quarteirão tem no mínimo estreitos laços com essa gente e para lá acorre com UM MIL ou mais servidores, aqueles mesmos que dizem não dispor para nos prestar serviço. Levam de tudo. Motocicletas, aqueles que escoltam altas autoridades, camionetas, automóveis, caminhões, ônibus, cavalos e até mesmo reforçam a tal BASE AEROESPACIAL montada à margem da RS. Será que há apenas simpatia? Duvido, pois quando ocorriam badernas em Porto Alegre imediatamente como que do nada surgiam centenas desses guardas para proteger essa empre$a do povão que ia lá jogar merda em seus vidros.

Durante o deslocamento de multidões muitas vezes houve ataques contra instalações do INSTITUTO GERAL DE PERÍCIAS que obviamente era relegado a um plano inferior e penso que também por que com isto assim se torna ainda mais difícil a árdua atividade da POLÍCIA JUDICIÁRIA que eles embora não confessem, desejam ver sumir, pois com toda a pompa de marchas para frente, para os lados e sei lá mais o que, todos eles estão sujeitos a ÚNICA AUTORIDADE POLICIAL  que há que são os DELEGADOS DE POLÍCIA.

O Editor

domingo, 5 de dezembro de 2010

(Prezados leitores posto este texto mais uma vez, pois faz pouco tempo soube que no dia dia 06 de fevereiro passado o editor do site www.litoralmania.com.br onde assino coluna recebeu um telefonema de alguém da Rede Bunda Suja exigindo que o texto fosse retirado do ar. Receberam como resposta que deveriam se dirigir a mim. Até hoje ainda não o fizeram.)

01/02/2010

Resido aqui em Xangri-Lá faz dez anos. Em 2001 abri escritório de assessoria imobiliária e estava ganhando dinheiro até que por razões éticas me obriguei a sair do mercado o que já foi objeto de comentário anterior.

No primeiro ano aluguei a um jovem, bonito e simpático casal além de educado um imóvel por uma quinzena. Era uma edícula obviamente nos fundos de uma residência de uma septuagenária. Ocorre que quando do tal Planeta, ao invés do casal vir sózinho, vieram não sei mais quantos.

Havia barracas até mesmo no jardim. Desnecessário dizer os problemas que me foram criados. Fui tirado da cama durante a madrugada pelo senhorio. Como profissional me cerquei de todas as garantias possíveis. A multa foi paga e daí em diante prometi a mim mesmo jamais alugar imóvel no período do Planeta da Fumaça.

Pois nestes dois ou três dias acorre a nossa cidade uma horda difícil de descrever. Eles vêm em bandos, de motocicleta, de ônibus e somente não vêm de trem ou via lacustre por que estas modalidades já não mais existem, infelizmente. Ainda ontem à noite passei pela Avenida Central e observei quantidade expressiva de veículos de luxo, todos próximos aos restaurantes lá instalados.

E me pus a pensar na desilusão dos proprietários de tais estabelecimentos, dos freqüentadores e dos proprietários de imóveis nos condomínios que circundam aquele local de insanidade e podridão moral. E dizer que o MP faz de conta que não sabe que naquele antro a bebida rola solta. Por certo não somente bebida. Como admitir que menores de 18 anos, penalmente irresponsáveis por seus atos lá permanecem durante dois dias, varando as madrugadas? São crianças e adolescentes para a defesa do quais há o ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE.

Para que serve o Ministério Público? Quanto a Prefeitura nada tenho a dizer vez que o Prefeito tem medo dessa gente cretina, voltada somente ao lucro, gente que mantém enorme oligopólio de comunicação social em Santa Catarina já objeto de investigação da Procuradora Geral da República e que aqui caminham para o mesmo destino. O que fazemos nós pra nos livramos desta gente cretina e ambiciosa que só vê cifrões à sua frente?

Temos feito muito pouco e penso que chegada a hora dedarmos um basta, pois nós a cidadania é que devemos decidir o que é bom para nós, nossos filhos e netos. Vamos nos livrar deles. Sei que não é fácil.

Eles são muito convincentes. Faz pouco tempo doaram ao Conselho Tutelar de nossa cidade uma Kombi. Isto deve ter satisfeito ao Promotor Público que atua nesta área. Penso que o mesmo tenha uma visão pequena. E a Prefeitura que depois troca a dívida deles pela presença do moderno circo. Moderno circo sim, pois outrora quando eu era criança os circos tinham um glamour enorme. Erguiam suas lonas e para tal usavam o elefante que muito lembra nossa cidadania, pois muito forte, mas com muito pouco cérebro.

O circo era o máximo que uma cidade interiorana recebia e era uma festa maravilhosa. Pois estes circos não mais existem. Temos hoje o moderno circo chamado JA e que vem a cidade na data de seu aniversário de onde transmite alguns minutos ao vivo além do outro circo que é o Galpão Crioulo do qual participa um cidadão que muito prezo o meu mano Nico Fagundes. Pois assim eles agem e ninguém levanta a voz contra estes absurdos. Em 2007 escrevi dois textos com os seguintes títulos: Vergonha e Vergonha II, ambos em dezembro.

O segundo foi postado no meu blog, no www.previdi.com.br e no www.litoralmania.com.br no dia 14 de dezembro, uma sexta-feira. Na segunda-feira 17 havia na Assembléia à noite a entrega do Prêmio ARI de jornalismo. Lá o editor do site previdi foi procurado por alguém deles indignado com o VERGONHA II. Para tranqüilizar o editor do site a quem prezo, informei que não iriam processá-lo e nem a mim, pois não tinham certidão negativa do que alegara no texto já que minha fonte trabalha na Prefeitura e muito perto do Prefeito, além de ser uma fonte absolutamente confiável. Fico por aqui para não me tornar enfadonho, prezados leitores.
Até a próxima.

Jorge Loeffler
jorge.loeffler@gmail.com

Chega a 92 número de fugitivos de presídio em RR; visitas são suspensas

Detentos escaparam na madrugada desta sexta-feira (19) por um túnel de cerca de 100 metros

Chega a 92 número de fugitivos de presídio em RR; visitas são suspensas
Notícias ao Minuto Brasil

HÁ 55 MINS POR NOTÍCIAS AO MINUTO

JUSTIÇA BOA VISTA

Secretaria Estadual de Justiça e Cidadania (Sejuc) suspendeu as visitas a detentos da Penitenciária Agrícola de Monte Cristo, em Boa Vista, após uma fuga em massa que ocorreu na madrugada de sexta-feira (19). De acordo com o G1, há 92 fugitivos.

Os presos escaparam por um túnel de 100 metros escavado na ala 14 do presídio. Após a ação, o governo montou uma força-tarefa entre a Divisão de Inteligência e Captura (Dicap), a Polícia Miliar, a Polícia Civil e a Secretaria de Segurança Pública para recapturar os foragidos do presídio.

Guilherme Longo, acusado de matar o menino Joaquim, é extraditado

“A suspensão das visitas ocorre por medida de segurança. Inclusive, esses 92 presos que fugiram ficarão 90 dias sem visitas quando forem recapturados”, disse o secretário da Sejuc, Ronan Marinho.

Marinho afirmou ainda que o túnel por onde fugiram os detentos era antigo e estava parcialmente soterrado. A secretaria realiza uma operação com máquinas para fechá-lo.

Copiado de:  https://www.noticiasaominuto.com.br/justica/511857/chega-a-92-numero-de-fugitivos-de-presidio-em-rr-visitas-sao-suspensas?utm_source=notification&utm_medium=push&utm_campaign=511857

Em meio século de vida pública, José Sarney não fez nada pelo Brasil (e nem pelo Maranhão)

Já faz muitos anos li, confesso que não recordo onde, que esse ancião conhecido como José Sarney teria nascido JOSÉ RIBAMAR DE ARAUJO COSTA. Como lá havia uma companhia inglesa que gerava energia elétrica assim como mantinha um serviço de bondes elétricos, uma das muitas coisas que certos merdas durante a ditadura mandaram extinguir. Quem mandava naquela companhia era um inglês que exigia que o tratassem pelo título de SIR e cujo nome seria NEY. Assim por soar bonito papais passaram a dar tal nome aos seus filhotes.

O então José Ribamar de Araujo Costa tinha um colega em sala de aula cujo nome seria Epitácio que foi o nome dado aqui no extremo sul ao meu sogro, obviamente já falecido, pois amigo de infância de outro garoto que também trocou de nome. Refiro-me ao ITAGIBA de Moura Brizola, ambos nascidos em São Bento, subdistrito de Carazinho e cujo município era Passo Fundo.

ITAGIBA quando chegou em Porto Alegre foi tratar de fazer seus documentos e por não gostar do nome adotou o nome de Leonel. A passagem de Brizola por Viamão onde foi acolhido pela senhora Julieta PINTO Cesar, uma verdadeira mecenas é também uma bela história.

Voltando ao objeto desse comentário que é aquele que ainda se julga senhor do Maranhão. Certa feita, consta que em sala de aula a professora perguntou a um dos alunos de onde vinha a laranja tendo o mesmo respondido que da LARANJEIRA. A seguir a professora teria perguntado ao Epitácio de onde vinha o café e ele prontamente teria respondido que da CAFETEIRA.

Nosso gigantesco país de norte a sul e de leste a oeste e repleto de histórias, umas demasiado tocantes e outras tantas demasiado hilárias.

O Editor

 

 

No devastador artigo “José Sarney, o mais longevo oligarca brasileiro”, o professor e historiador Marco Antonio Villa sintetiza momentos da biografia do político maranhense, que começou jovem na política, apoiou a ditadura militar, lutou contra as ‘diretas já’, caiu de paraquedas na Presidência da República e foi senador pelo Macapá por 24 longos anos sem nunca ter de fato morado lá.

Tudo isso sem ter realizado “uma importante ação em prol do Brasil, nada, absolutamente nada”, frisa Villa.

Mas o historiador esqueceu de citar que Sarney também nunca fez nada pelo Maranhão. O velho cacique lidera o clã que por mais de 50 anos governou o estado. Sarney e sua família são frequentemente apontados como responsáveis pelos péssimos indicadores socioeconômicos do Maranhão, acumulados nas últimas cinco décadas. Até 2014, o estado era sempre lembrado pela extrema pobreza e pelas condições medievais de vida do povo maranhense.

Ha três anos afastados do poder, Sarney vê o futuro de seu grupo político ameaçado. Com sua base derretida e poucos aliados históricos, sua filha Roseana Sarney (MDB) tentará retomar o poder nas eleições gerais deste ano. Com baixa popularidade até entre a classe política, as chances de Roseana são mínimas.

O conteúdo deste blog é livre e seus editores não têm ressalvas na reprodução do conteúdo em outros canais, desde que dados os devidos créditos.

Leia mais: http://jornalpequeno.blog.br/johncutrim/em-meio-seculo-de-vida-publica-sarney-nao-fez-nada-pelo-brasil-e-nem-pelo-maranhao/#ixzz54kIpdnfR

E o rompimento da barragem em Mariana parece não ter ocorrido  

 

O tempo corre, o tempo voa, mas a responsabilização dos que por culpa ou dolo permitiram ocorresse aquele verdadeiro HORROR que foi o rompimento de uma barragem contendo vários minerais altamente nocivos à vida animal de modo geral e muitas mortes de habitantes de uma pequena cidade continuam livres, pois tenho a impressão que tanto a POLÍCIA FEDERAL quanto os AGENTES do MPF parece terem obrigação e prazo para liquidarem com o PT e seu líder, o Lula.

A responsabilização da empresa mineradora obviamente traria sérios prejuízos financeiros aos senhores do norte a quem o nada probo FHC entregou a Vale por meia dúzia de moedas.

Hoje como decorrência do desequilíbrio ambiental ocorrido com tal barragem está ocorrendo uma epidemia de febre amarela.

Os grandes e de$one$tos meios de comunicação nada falam sobre isto e assim o público devidamente idiotizado segue ao matadouro como uma boiada.

 

BEM-VINDO AO BRASIL

Isto é que é “celeridade” – Após 45 anos, MPF denuncia delegado e informante por morte de militante

 Essa é a face do MPF que eles não gostariam fosse exposta, mas é a verdadeira face.
O Editor

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Volta ao passado19 de janeiro de 2018, 16h44

O Ministério Público Federal em São Paulo denunciou dois homens, ainda vivos, pela morte do militante político Ronaldo Mouth Queiroz em 1973. Segundo o órgão, o então delegado Cláudio Antônio Guerra atirou no estudante de Geologia a partir de informações passadas por João Henrique Ferreira de Carvalho, um agente infiltrado na Ação Libertadora Nacional (ALN, organização de guerrilha contra o regime militar, da qual Mouth fazia parte).

Em nova denúncia sobre casos ligados ao período, o MPF reforçou a tese de que o caso é imprescritível e impassível de anistia, por se inserir no contexto de ataque sistemático do Estado à população durante a ditadura, caracterizando crime contra a humanidade. Para virar ação penal, a denúncia precisa ser aceita pela 1ª Vara Criminal Federal de São Paulo.

A estratégia, porém, tem sido pouco recebida pelo Judiciário brasileiro. Até abril do ano passado, nenhuma das 26 denúncias sobre o regime militar havia tido sucesso, conforme reportagem da ConJur. O Supremo Tribunal Federal, por exemplo, suspendeu o andamento de três casos, porque a corte já definiu que a Lei da Anistia vale para todos os crimes políticos e conexos entre 1961 e 1979 (ADPF 153).

Coleta de depoimentos
A nova acusação baseia-se em depoimentos ao MPF, à Polícia Federal e à Comissão Nacional da Verdade. Segundo a denúncia, Cláudio Guerra confessou ter sido o autor dos dois tiros que mataram Mouth na manhã de 6 de abril de 1973, em um ponto de ônibus na Avenida Angélica, no bairro de Higienópolis. Na época, o delegado estava a serviço do Departamento de Operações de Informações (DOI) do II Exército.

De acordo com o MPF, uma testemunha ocular relatou que Mouth estava parado na calçada, desarmado, até virar alvo de execução sumária. Segundo esse depoimento, Cláudio alterou a cena do crime para forjar situação de confronto, colocando inclusive uma arma na mão da vítima.

A versão oficial indicou que o militante havia morrido após resistir à prisão e trocar tiros com policiais. O corpo, no entanto, nunca foi submetido a perícia que revelasse vestígios de pólvora nas mãos.

O procurador da República Andrey Borges de Mendonça, autor da denúncia, afirma que João Henrique foi “um dos responsáveis por dizimar a Ação Libertadora Nacional” ao repassar “todas as informações necessárias para os repressores identificarem e executarem Ronaldo Mouth Queiroz e os demais militantes”.

Cláudio e João Henrique são acusados de homicídio qualificado, cometido sem chance de defesa da vítima e por motivo torpe, relacionado à manutenção do regime militar. O MPF quer que a Justiça considere outros agravantes para a fixação da pena, entre eles traição e abuso de autoridade. O ex-delegado foi denunciado também por fraude processual.

A Procuradoria quer que ambos sejam condenados ainda à perda de eventuais cargos públicos que ocupem e aposentadorias que recebam, além de medalhas e condecorações que tenham obtido de órgãos militares. Com informações da Assessoria de Imprensa do MPF-SP.

0000827-43.2018.4.03.6181

Revista Consultor Jurídico, 19 de janeiro de 2018, 16h44

Copiado de:   http://izidoroazevedo.blogspot.com.br/2018/01/isto-e-que-e-celeridade-apos-45-anos.html

Agora no Jornal da Cultura na TVCultura/SP

 

 

 

Mais ataques contra os salários e benefícios da Magistratura em nosso país. Ninguém, repito, ninguém fala em cortar os absurdos que embolsam todos os meses tanto Deputados Estaduais, Federais e mesmo Senadores.

Essa gente quando trabalho o faz por três dias na semana, isto mesmo, apenas TRÊS DIAS, pois nos outros quatro dias precisam estar em suas bases eleitorais. Igualmente esses parasitas mantém uma cambada de vagabundos, os tais cabos eleitorais nas regiões de onde provém.

E esses cabos eleitorais ganham muito, muito mesmo, bem mais do que a grande maioria dos que trabalham sete dias por semana para poderem oferecer o mínimo em alimentos às suas famílias.  

Se alguém duvidar do que digo que busque saber qual o patrimônio imobiliário desses denominados parlamentares.

 

TOTALITARISMO JUDICIÁRIO E O JULGAMENTO DE LULA

tribunal do povo

Foto: cena real de tribunal nazista presidido pelo juiz Roland Freisler, ao centro, famoso por seus abusos.

 

Autor: Sandro Ari Andrade de Miranda, advogado, mestre em ciências sociais.

Fui buscar, novamente, na obra da filósofa alemã Hannah Arendt a melhor expressão para descrever o momento que estamos atravessando. Totalitarismo, de forma sintética, ocorre quando um grupo assume o poder e passa a exercê-lo sem nenhum limite, através da utilização de uma ideologia autoritária e uso massivo dos meios de comunicação para legitimar as suas decisões. Não há uma preocupação com a verdade, mas com a imposição de uma versão que sustente o poder estabelecido.

Digo isto porque qualquer jurista em início de carreira, ao ler a sentença processada pelo juiz federal paranaense Sérgio Moro contra o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai observar que a mesma carece de um elemento substancial para qualquer julgamento: fundamentos probatórios. Trata-se de um mero conjunto de suposições e analogias, cuja utilização no processo penal é ilegal, um depoimento derivado de colaboração premiada que não possui base material, ou seja, não é prova e matérias de jornais, especialmente do jornal “O Globo”. Logo, dentro de um regime jurídico normal, é uma sentença nula, absolutamente nula, de pleno direito. Muito pior, é um caso onde temos um acusado de corrupção passiva e as pessoas que seriam as corruptoras foram absolvidas pelo próprio juiz que presidiu o processo, em ato de total surrealismo jurídico.

Todavia, a conduta adotada pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região parece muito distante da esperada por uma corte que tem a responsabilidade de conduzir um processo dessa envergadura, não pelos fatos (o processo é patético), mas pelo envolvimento da figura política mais relevante da América Latina. Quando o desembargador Thompson Flores vai para a imprensa defender Sérgio Moro, ele erra, pois fere o seu dever de decoro. Da mesma forma, quando o mesmo juiz arma um circo alegando que outros desembargadores estão sendo ameaçados, apenas contribui para o clima de tensão que já elevado. Caberia ao mesmo o dever de manter-se distante dos conflitos.

Outro fato que torna o julgamento ainda mais complexo é a crescente perda de credibilidade do poder judiciário. Na prática, os tribunais vêm demonstrando que condenam e absolvem as pessoas quando querem, com elevado grau de arbítrio e atecnicidade. Isto eleva a insegurança jurídica e reforça o ambiente totalitário. A violação sistemática de direitos fundamentais para acalmar a falsa opinião pública de jornais e revistas da mídia oligopolista transforma o Poder Judiciário em verdadeira “Caixa de Pandora”. Infelizmente, esta caixa é pródiga na distribuição dos males do mundo e responsável direta pelo sufocamento da esperança.

Copiado de:  https://sustentabilidadeedemocracia.wordpress.com/2018/01/19/totalitarismo-judiciario-e-o-julgamento-de-lula/

PPPP

 

 

O título não é nenhuma sigla de partido político ou marca de algum produto que esteja chegando ao mercado. O título hoje está apenas ampliado.

Até alguns anos passados se dizia que cadeia era destinada a PRETOS, POBRES e PUTAS. O tempo passou e tal título deveria ter ficado mais curto, mas não nesse país em que os senhores do capital mandam.

Agora foi acrescido à lista mais um ‘P’ que é o ‘P’ de petistas. Penso que esqueci o outro ‘P’, este dos PAUPÉRRIMOS.

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