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Autor: jloeffler (Page 1 of 4658)

BOLSONARO TENTA AUTOGOLPE COM CERCO AO CONGRESSO E JUDICIÁRIO

BOLSONARO JÁ COGITOU RENÚNCIA, RELATA ALTO COMANDO DO EXÉRCITO

WEINTRAUB CORTA VERBA DE HOSPITAIS UNIVERSITÁRIOS QUE ATENDERIAM 2,7 MILHÕES DE BRASILEIROS

FLORESTAN: DIREITA JÁ TENTA CONSTRUIR UMA SAÍDA SEM BOLSONARO

Governo inicia tratativas com Maduro para ter energia em Roraima

 

Esse Governo Federal que temos é composto por idiotas no mais amplo sentido do termo. Esbravejaram em defesa do tal JOÃO COIÓ também conhecido João Guaido como candidato a DITADOR na Venezuela e agora baixam as calças e conversam com o Governo do PRESIDENTE reeleito daquele país por necessitarem de energia elétrica por eles fornecida.

O Editor

 

 

 

Os governos do presidente Jair Bolsonaro e do ditador Nicolás Maduro já iniciaram conversas formais
Governo inicia tratativas com Maduro para ter energia em Roraima
Notícias ao Minuto Brasil

HÁ 52 MINS POR NOTÍCIAS AO MINUTO

BRASIL POLÍTICA

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Os governos do presidente Jair Bolsonaro e do ditador Nicolás Maduro iniciaram conversas formais para o restabelecimento de energia elétrica venezuelana para Roraima.

Dirigentes da Eletronorte (estatal responsável por comprar a eletricidade enviada ao estado pela usina de Guri, na Venezuela) se reuniram na tarde desta quinta-feira (16), no Senado, com Freddy Efrain, o principal diplomata a serviço de Maduro no país.

O objetivo da reunião foi tratar dos detalhes técnicos para a retomada do envio de eletricidade da Venezuela para Roraima.

“Os venezuelanos querem saber qual a forma que o Brasil vai usar para fazer o pagamento. Ficou acertado que a Eletronorte vai dar essa fórmula na segunda-feira (20) e dizer como vai fazer o pagamento”, afirmou o senador Telmário Mota (PROS-RR), que intermediou o encontro.

“A Eletronorte vai dizer qual é a forma para fazer esse pagamento. A gente passa para Venezuela e, acatando, ela já libera [a eletricidade]”, completou o parlamentar.

Roraima é o único estado do Brasil que depende da energia venezuelana, por não faz parte do sistema interligado nacional (SIN).

Desde o acirramento da crise no país vizinho, o envio de eletricidade da hidrelétrica de Guri, na Venezuela, vinha enfrentando uma série de interrupções, principalmente pela falta de manutenção na linha de transmissão.

O fornecimento de energia do país vizinho está totalmente cortado desde o início de março, quando um mega-apagão deixou a Venezuela às escuras durante seis dias.

O estado brasileiro passou a ser abastecido integralmente por termelétricas, que custam mais caro do que a eletricidade venezuelana.

Quando o fornecimento de Guri foi interrompido, a fronteira do Brasil com a Venezuela estava fechada e as relações com Maduro viviam uma tensão sem precedentes.

O presidente Bolsonaro não só reconheceu o líder opositor Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela, como passou a atuar fortemente no cenário internacional pela saída de Maduro do poder.

Se a atuação contra o ditador nos fóruns internacionais continua, ao menos na fronteira entre os dois países o nível de tensão diminuiu nos últimos dias.

O governo venezuelano anunciou no último dia 10 de maio a reabertura da fronteira entre as cidades de Pacaraima (no Brasil) e Santa Elena de Uairén (na Venezuela).

Isso possibilitou o início das conversas para o restabelecimento da energia venezuelana para Roraima.

O tema é de extrema importância para Maduro, uma vez que o país é alvo de sanções dos Estados Unidos, que limitam o acesso do regime a recursos internacionais.

De acordo com o senador Telmário Mota, a fatura que o Brasil paga para ter acesso à eletricidade de Guri é de cerca de R$ 264 milhões por ano.

A retomada do envio de eletricidade depende justamente do meio que será utilizado para garantir os pagamentos, segundo o senador. O objetivo é encontrar uma rota financeira que não viole as sanções impostas pelos EUA.

A Folha questionou a Eletronorte sobre a reunião. “A Eletronorte participou da reunião com o objetivo de buscar soluções para a retomada do suprimento de energia ao estado de Roraima”, respondeu a empresa.

A crise de fornecimento de energia em Roraima fez com que Bolsonaro declarasse o linhão de Tucuruí um empreendimento de infraestrutura de interesse da política de defesa nacional.

O projeto visa criar uma linha de transmissão para ligar Roraima ao sistema interligado de abastecimento de energia elétrica, o que acabaria com a dependência da eletricidade do estrangeiro.

A obra ainda não começou e mesmo com uma construção acelerada -em razão da decisão de Bolsonaro de declará-la de interesse nacional- só deve ficar pronta nos próximos anos.

Quando a fronteira com a Venezuela foi reaberta, Bolsonaro disse que tratava-se de uma “medida inteligente” por parte de Maduro. “Parece também que a energia elétrica vai ser restabelecida, isso ajuda.

Mas não nos deixa longe de buscar longe de buscar a construção do linhão Manaus-Boa Vista”, declarou o presidente.

Copiado de:  https://www.noticiasaominuto.com.br/brasil/916137/governo-inicia-tratativas-com-maduro-para-ter-energia-em-roraima?utm_source=notification&utm_medium=push&utm_campaign=916137

Soltos os últimos presos pela operação que investiga fraude na saúde de Estância Velha

Além das prisões, polícia cumpriu dez mandados de prisão (FOTO: ISAÍAS RHEINHEIMER)

Estância Velha – As últimas quatro pessoas presas durante a Operação Anamnese, desencadeada pela Polícia Civil na semana passada, foram soltas na sexta-feira e no sábado (18), dia em que vencia o prazo da prisão temporária expedida pela Justiça.

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Conforme o delegado Max Otto Ritter, a última a ser liberada foi a ex-secretária de Saúde, Eloise Gernhardt, que estava presa no Presídio Madre Pelletier, em Porto Alegre. Além dela, ainda estavam presos três sócios da Clínica Previne.

O delegado destaca que a primeira fase da investigação foi concluída com sucesso, mas que há bastante material para examinar.

EXAMES

A operação Anamnese, realizada na última terça-feira, resultou na prisão temporária de oito pessoas, entre as quais os ex-secretários de Saúde de Estância Velha, Mauri Martinelli (que estava licenciado por motivo de saúde), Eloise Gernhardt (interina) e Ana Paula Gularte Macedo. De acordo com a investigação, entre outras coisas, a Previne cobrava da Prefeitura por exames não feitos e gestores públicos participam do esquema.

Copiado de:  https://odiario.net/por-municipio/estancia-velha/soltos-os-ultimos-presos-pela-operacao-que-investiga-fraude-na-saude-de-estancia-velha/

Despindo o manto “sagrado” do direito à propriedade privada (por Guinter Tlaija Leipnitz)

A apropriação territorial do solo brasileiro não tem nada de sagrado. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Guinter Tlaija Leipnitz (*)

Em declarações proferidas num evento do agronegócio, realizado no interior de São Paulo, no dia 29 de abril deste ano, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que pretende trabalhar pela aprovação na Câmara de um projeto que visa permitir que produtores rurais atirem contra “invasores” sem que sofram punição. Ele defendeu a ideia afirmando que ela irá ajudar a combater a violência no campo e proteger o “cidadão de bem”. Para o presidente, o fundamento dessa proposta é que “a propriedade privada é sagrada e ponto final”.

Ao recorrer à ideia-força do suposto caráter sagrado da propriedade privada, jogando para sua plateia, Bolsonaro não disse nada de novo. É uma afirmação recorrente, entre elites e autoridades, desde o século XIX, na Europa, nos Estados Unidos e na América Latina. Na França pós-revolução, legisladores responsáveis pelo Código Civil ressaltavam a garantia ao cidadão para que pudessem desfrutar da propriedade do modo “mais absoluto possível”. No Uruguai, quando da elaboração da primeira versão de seu Código Rural, datada de 1875, a demora para a finalização desse texto legal era justificada porque a feitura dessas leis afetava “em todas as suas faces o direito mais sagrado do homem em sociedade, – o direito de propriedade”. Poderíamos pinçar outros tantos exemplos históricos repetidos à exaustão pelos interessados em entoar o “mantra” sagrado da propriedade privada.

Ora, o afã que esses sujeitos tinham em afirmar aos quatro ventos essa origem “sobrenatural” do direito à propriedade privada revela, justamente, a sua face histórica: o direito à propriedade privada – em seu sentido exclusivista – celebrado nos textos legais, aqui e acolá, era uma novidade do tamanho de sua fragilidade, diante de outros direitos historicamente experienciados e reconhecidos até então. Os mandatários franceses herdeiros da Revolução conseguiram eliminar os “encargos” (por que não direitos?) feudais dos antigos senhores, mas enfrentaram grande resistência ao tentar fazer o mesmo com as práticas costumeiras dos camponeses, como o direito à pastagem do gado pós-colheita em terras que não eram de sua propriedade.

No Uruguai de fins do século XIX, segmentos mais empenhados no seio das elites latifundiárias buscavam combater a comunalidade característica de campos de pastoreio do pampa e da exploração de matos e bosques. Ou seja, em ambos os casos citados (como em inúmeros outros) os grupos interessados na afirmação da propriedade privada – apenas uma entre as variadas formas historicamente construídas de apropriação dos recursos – fizeram uso da esfera estatal para afirmá-la enquanto direito, diante de outras práticas de exercício do uso da terra. O Estado, ao mesmo tempo em que protegia certos direitos, desprotegia vários outros.

No Brasil não tem sido diferente. Um breve exame histórico dos diferentes rincões rurais do nosso país, pelo menos desde o século XIX, atesta que uma tentativa de afirmação absoluta do direito de propriedade privada, na realidade cotidiana, nos autos de processos judiciais, nos discursos políticos, nunca escapou do conflito e da contestação de sua presumida universalidade. A maior parte da população rural, composta de camponeses/as, indígenas, libertos/as, trabalhadores/as, entre outros grupos, invariavelmente procurava legitimar seus direitos a pedaços de terra, disputados palmo a palmo contra senhores e gente mais “graúda”, a partir da comprovação do uso efetivo dos campos, com moradia e cultivo, de usos imemoriais mediados pela tradição, entre outros expedientes. Seus direitos nem sempre foram reconhecidos, esbarrando em adversários com títulos muitas vezes duvidosos, frutos da fraude sistemática, que até hoje é verificável na apropriação territorial do solo brasileiro. Mas estavam lá, resistindo a sua maneira, e deixando registros suficientes para nos lembrar que a propriedade privada, tal qual concebe Bolsonaro e outros adeptos da adoração a essa “divindade”, não surgiu no seio da humanidade como se fosse a “palavra revelada”.

Isso tudo sabemos por meio de pesquisa realizada especialmente no âmbito das universidades, fruto do trabalho rigoroso de profissionais de distintos campos do saber das Ciências Humanas, como historiadores/as, antropólogos/as, cientistas sociais e pesquisadores/as do Direito.

Portanto, nada mais mundano que o direito de propriedade privada. A interpretação crítica que dirigimos a essa forma histórica de apropriação dos recursos naturais não implica que esta seja irreal ou um simples “engodo” para favorecer as classes dominantes. Apenas ressaltamos que o discurso hegemônico daqueles que a defendem como um direito intocável e inviolável configura ideologia na sua mais pura forma. Em nome de sua suposta “sacralidade”, a violência no campo prolifera, crimes e fraudes são cometidos; o direito à vida, à dignidade humana, à soberania e à segurança alimentar é desprezado; a defesa do meio ambiente é fragilizada. Porém, não precisamos encarar isso como uma fatalidade. Não esqueçamos que o direito à propriedade privada convive, na Constituição, com vários outros, inclusive com o da função social da propriedade, que estabelece limites ao seu caráter incondicional. Ele não se sobrepõe automaticamente diante dos demais.

Para concluir, é importante que a produção de conhecimento sobre o tema possa contribuir com o debate público a respeito das questões pertinentes ao agro brasileiro, e, principalmente, andar junto com as demandas dos movimentos sociais do campo. Entendo que isso seja fundamental para a elaboração de um contradiscurso que possa ser contraposto à hegemonia do latifúndio, escudado na defesa supostamente inconteste do direito à propriedade privada plena. Se o Estado, as interpretações hegemônicas e os interesses dos mais poderosos não estão ao lado desses movimentos, com certeza o conhecimento histórico pode ser uma ferramenta importante na desnaturalização, e consequente desconstrução do direito à propriedade privada como “sagrado”. Na verdade, é um instrumento potencialmente capaz de derrubar a própria ideia da propriedade como algo que nasce naturalmente com a sociedade, e desnudar sua fantasia universalista, evidenciando seu caráter social, historicamente construído, e portanto, mutável.

(*) Historiador, professor da Universidade Federal do Pampa

Copiado de:   https://www.sul21.com.br/opiniaopublica/2019/05/despindo-o-manto-sagrado-do-direito-a-propriedade-privada-por-guinter-tlaija-leipnitz/

Bolsonaro ironiza estudantes: ‘Pessoalzinho que eu cortei verba’

 

O imprestável Estado de Israel manipulou e muito bem o povinho através da Internet e assim colocou esse saco de estrume na Presidência assim como o filho dele, marginal da pior espécie como deputado no Rio de Janeiro e hoje Senador da República.

Não é por amor que ele vive agarrado no saco dos judeus e colocou quase somente judeus no seu DESGOVERNO.

O Editor

 

 

Bolsonaro sobre manifestações de estudantes
Bolsonaro ironiza estudantes: 'Pessoalzinho que eu cortei verba'
Notícias ao Minuto Brasil

HÁ 1 HORA POR NOTÍCIAS AO MINUTO

POLÍTICA PRESIDENTE

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O presidente Jair Bolsonaro chamou neste sábado (18) as manifestações contra o contingenciamento na educação que ocorreram na semana passada de “movimento do pessoalzinho aí que eu cortei verba”.

Bolsonaro foi à portaria do Palácio da Alvorada de sandália, short amarelo e a camisa do segundo uniforme da Seleção Brasileira para cumprimentar 36 estudantes de uma escola privada de São Paulo que, de longe, gritavam “oh, Bolsonaro, cadê você? Eu vim aqui só pra te ver”.

Ao cumprimentar os estudantes, perguntou espontaneamente a eles sobre as manifestações. “E este movimento do pessoalzinho aí que eu cortei verba, o que vocês acharam?”, indagou Bolsonaro. “Um lixo. A gente é estudante de verdade. A gente estuda”, respondeu um dos alunos do Colégio Bandeirantes, que, segundo dados coletados pelo Datafolha em 2017, tem mensalidade de mais de R$ 3 mil. “Contingenciamento”, disse um outro aluno, após Bolsonaro  falar em corte.

Na quinta-feira (16), em Dallas (EUA), Bolsonaro disse que a Folha de S.Paulo não tem que contratar “qualquer uma” para trabalhar no jornal depois que a repórter que acompanhava a visita presidencial se referiu ao bloqueio e recursos no orçamento da educação como corte.

Os estudantes do Bandeirantes foram a Brasília para uma atividade da escola. Antes da chegada do presidente, uma das guias do passeio orientou os alunos que, mesmo quem não gostasse do presidente, o respeitasse. Ganhou de presente uma camisa do primeiro uniforme da Seleção. “Pelo Brasil, tá ok?”

Ao chegar perto dos alunos, Bolsonaro levantou a camisa para mostrar a cicatriz da facada que levou em setembro do ano passado, durante ato de campanha no interior de Minas Gerais.

Depois de puxar assunto com os alunos sobre as manifestações de quarta-feira (15) em ao menos 170 cidades do país, continuou no assunto. “É uma minoria  que manda  na  escola. O pessoal fica aí, professor, alguns, oferecendo ponto, facilidades [inaudível] nem sabe o que vai fazer na rua.”

Um dos estudantes, então, diz que Bolsonaro teve sua fala distorcida pela imprensa. Bolsonaro reiterou o que disse nos Estados Unidos, inclusive chamando os manifestantes novamente de “idiotas inúteis”. “Em Dallas, eu falei, sim, que uma parte são idiotas úteis. É verdade, ué. É mentira? Meu pessoal esteve na rua ouvindo a molecada ‘o que você está fazendo aqui?’. Não sabe de nada. É massa de manobra dos espertalhões de sempre, do pessoal que quer voltar ao poder. Para alguns grupos está difícil a vida, acabou a teta”, disse Bolsonaro.

O presidente também relativizou a autonomia dos reitores das universidades federais.”Universidade, por exemplo, os reitores têm autonomia. Mas, hoje em dia, parece que eles têm, na verdade, autonomia total, soberania. Têm que prestar  as contas  do que está acontecendo.”

Jair Bolsonaro também criticou a qualidade do ensino público no país. “O currículo escolar não é bom. No meu tempo, na idade de vocês, colégio público era bom. Colégio particular não era bom. Hoje, inverteu o negócio. O colégio particular pago, como regra, é bom. O público, como regra –como regra, antes que a imprensa fale que estou atingindo todo mundo– não  é bom”, disse Bolsonaro.

Saudado como “mito” pelos estudantes, Bolsonaro levou-os para depois da barreira de segurança e fez fotos em grupo e individualmente.Durante cerca de meia hora, cumprimentou também outros turistas, fez fotos com crianças no colo e gravou vídeos a pedido deles.

Copiado de:  https://www.noticiasaominuto.com.br/politica/916390/bolsonaro-ironiza-estudantes-pessoalzinho-que-eu-cortei-verba?utm_source=notification&utm_medium=push&utm_campaign=916390

FACEBOOK BANE EMPRESA DE ISRAEL QUE IMPULSIONAVA FAKE NEWS EM ELEIÇÕES

TRAMANDAÍ ESTÁ LIBERADA AOS LADRÕES

 

 

Quando almoçávamos nesse sábado em Restaurante localizado em frente ao boteco de nome ASUN soube que na noite anterior um ladrão tripulando uma motocicleta esteve num imóvel próximo dali e creiam, naquela que é a principal e mais movimentada via de Nova Tramandaí e adjacências, na noite anterior dali subtraiu um cabrito que ensacou, deixando apenas a cabeça do animal para fora, colocando o mesmo na moto e evadiu-se sem ser importunado.

Porém havia dois cabritos naquele local e o mesmo ladrão cerca de uma hora depois retornou e fez o mesmo com o outro cabrito.

Isto tudo ficou perfeitamente gravado pelo sistema de segurança do restaurante.

Policiamento em nossa ruas não há, essa é a verdade. Interessante que outro dia quando lá fomos almoçar estava estacionado na frente do restaurante um desses luxuosos automóveis comprados pela ANTA SERRANA quando ainda se esforçava para terminar com nosso Estado.

São automóveis vistosos e o que lá estava estacionado por que dois servidores dessa guarda de quarteirão foram ali almoçar.

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