Praia de Xangri-Lá

Saiba tudo o que REALMENTE acontece em Xangri-Lá

Autor: jloeffler (Page 1 of 4487)

Tucano Beto Richa e seu irmão pedem “salvo-conduto” para evitar novas prisões na Lava Jato

Parem com a perseguição a essa honrada família, pois ligada ao P$DB que até mesmo os idiotas sabem ser um partido de vestais. Essa tal LAVA JATO foi criada mesmo para remover da vida política nacional ao Presidente LULA, maior ídolo político desse século no seio de nosso povo.

O Editor

 

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

O ex-governador tucano do Paraná, Beto Richa (PSDB), e o irmão dele, Pepe Richa (PSDB), ingressaram na terça-feira (16) com um habeas corpus preventivo no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), em Porto Alegre. O pedido, assinado por oito advogados, encaminhado à desembargadora Salise Monteiro Sanchotene, pede um “salvo-conduto” para que os irmãos não sejam presos em eventual novo pedido de prisão do Ministério Público Federal no âmbito das operações Integração II e Piloto, 53ª e 55ª fases da Lava Jato, coordenadas pelo juiz Paulo Sérgio Ribeiro, da 23ª Vara Federal de Curitiba. As duas investigações apontam para o mesmo grupo político e revelaram esquemas de corrupção e fraudes nos contratos de pedágio do Anel de Integração e corrupção na proposta de duplicação da PR-323, respectivamente.
No pedido, os advogados dos irmãos tucanos Richa alegam que o objetivo é “resguardar a liberdade de locomoção dos pacientes, que se encontram sob ameaça, diante dos procedimentos penais em trâmite perante o Juízo Federal Substituto da 23ª Vara Federal de Curitiba”. Ambos também são alvos de denúncia e mandados de prisão preventiva na Operação Rádio Patrulha, do Ministério do Paraná, que investiga corrupção no programa Patrulhas do Campo, de recuperação de estradas rurais no interior do Paraná, e é conduzida pelo juiz da 23ª Vara Criminal de Curitiba, Fernando Fischer.
Eles estão em liberdade por decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal. A liberdade é baseada em uma ADPF (Arguições de Descumprimento de Preceito Fundamental), de número 444, que impede a condução coercitiva para interrogatório. Os advogados alegaram na ocasião que as prisões eram conduções coercitivas disfarçadas. Com base em argumentos semelhantes, o habeas corpus preventivo nos processos da Lava Jato também tenta impedir que os investigados sejam presos pelos mesmos motivos. “O que se não pode admitir, contudo, é o uso estratégico, tático e ilegal da decretação de sucessivas prisões cautelares, destituídas de qualquer respaldo fático idôneo”, aponta o pedido.  “Uma das estratégias utilizadas na Operação Lava Jato para perpetuar prisões cautelares e blindar a análise da legalidade das medidas impostas, pelas instâncias jurisdicionais superiores, tem consistido em decretar prisões preventivas e, poucos dias (ou semanas) antes do julgamento dos habeas corpus impetrados contra essas cautelares, nas instâncias jurisdicionais superiores, impor-se, então, novas medidas preventivas, com base em supostos elementos probatórios “novos”, adotando, porém, os mesmos fundamentos cautelares anteriormente deduzidos”, afirma o documento.
Para os advogados, não há possibilidade de continuação de suposto ato delitivo e que os fatos são antigos, o que impede eventual abuso de “poderio econômico” e de “influência política”, uma vez que Beto Richa não possui mais cargo. “O objetivo do MP Federal e do MP Estadual em destruir a campanha política de Beto Richa ao Senado Federal mediante a deflagração de três operações policiais sucessivas, ilegais e completamente desprovidas de contemporaneidade, às vésperas da data agendada para a realização das eleições, foi alcançado com êxito”, diz o documento.
Os advogados afirmam ainda que a Operação Integração II, que teve apenas Pepe como alvo, também prejudicou Beto Richa, porque foi realizada às vésperas das eleições. “Ao ser postergado o cumprimento das medidas cautelares expedidas em desfavor de Pepe Richa, para poucos dias antes das eleições, houve efetivo e direto impacto no processo político eleitoral”. Em nota emitida na ocasião da decisão do ministro Gilmar Mendes, o Ministério Público Federal afirmou que “a decisão desconsiderou a existência de evidências claras de corrupção sistêmica nos pedágios do governo do Paraná, vigente há mais de 19 anos e que importou no pagamento de dezenas de milhões de reais em propinas para majorar preços e suprimir obras necessárias, o que acarretou inúmeros acidentes e mortes”, disse a força-tarefa”.
Os procuradores também afirmaram que o entendimento de Gilmar Mendes desrespeitou o devido processo legal. “A decisão fechou os olhos para as razões da sua suspeição apresentadas pelo Ministério Público do Paraná e para os fundamentos da inadequação da decisão exarada apresentados pela Procuradoria-Geral da República, diante de decisão idêntica proferida no bojo da Operação Rádio Patrulha. Tais razões e fundamentos se aplicam a este caso e se somam a inúmeras declarações proferidas pelo ministro contra a Lava Jato ao longo dos dois últimos anos, que reforçam sua suspeição”, diz a nota emitida em setembro. O habeas corpus preventivo é assinado pelos advogados José Roberto Figueiredo Santoro, Antônia Lélia Neves Sanches, Raquel Botelho Santoro, André Luiz Gerheim, Bernardo Strobel Guimarães, Maria Letícia Nascimento Gontijo, Leandro Baeta Ponzo e Bruno A. Vigo Milanez.
Copiado de:  https://poncheverde.blogspot.com/2018/10/tucano-beto-richa-e-seu-irmao-pedem.html

Dona de cadela condenada por maus-tratos e abandono

 


(Imagem meramente ilustrativa/Pixabay)

Os Desembargadores da 4ª Câmara Criminal, por maioria, condenaram a dona de uma cachorra a 3 meses de detenção, em regime aberto, por não cuidar do animal que se recuperava de uma cirurgia. Ela poderá prestar serviços à comunidade.

Caso

A ré é acusada de maus-tratos contra o animal, por abandoná-la em via pública, estando em péssimas condições de saúde. Atropelada, teve os membros fraturados e passou por cirurgia na área de medicina veterinária da Secretaria Especial dos Direitos dos Animais (SEDA). A recomendação era de que após a internação e a alta, deveria retornar para revisão.

No dia marcado, a responsável pela cadela não a levou para a consulta. A médica ligou para a ré e ela informou que não havia necessidade de retorno porque o animal estava sendo atendido por um veterinário particular. Pouco mais de um mês após a internação, a cachorra foi encontrada na rua, em situação de abandono e más condições de saúde. Inclusive, com o mesmo curativo do dia em que teve alta da internação. Houve outra ligação para a responsável e ela disse que o animal estava muito bem. Quando a médica avisou que a cadela estava com ela, na clínica, com uma grave infecção, a ré desligou o telefone.

A dona da cachorra foi absolvida em primeira instância. O Ministério Público recorreu da decisão ao Tribunal de Justiça.

Acórdão

Em seu voto, o Desembargador Rogério Gesta Leal, relator do Acórdão, afirmou haver provas suficientes sobre a materialidade do delito.

Ele detalhou que a situação só foi descoberta porque a SEDA recebeu a solicitação para verificar um animal encontrado em situação de abandono portando coleira de identificação da SEDA.

O magistrado reproduziu os depoimentos de testemunhas e uma delas, a gestora da unidade de medicina veterinária, afirmou que a ré chegou a assinar um termo se comprometendo a dar continuidade ao tratamento e retornar no dia agendado.

Por fim, a dona do animal foi condenada a 3 meses de detenção em regime aberto. A pena foi substituída por prestação de serviços à comunidade.

Participaram da votação os Desembargadores Newton Brasil de Leão e Aristides Pedroso de Albuquerque Neto.

Proc. nº 70078185261


EXPEDIENTE
Texto: Patrícia Cavalheiro
Assessora-Coordenadora de Imprensa: Adriana Arend
imprensa@tj.rs.gov.br

Copiado de:  http://www.tjrs.jus.br/site/imprensa/noticias/?idNoticia=446335

Cada deputado custa mais de R$ 2 milhões por ano

 

Salário de R$ 33.763, auxílio-moradia de R$ 4.253 ou apartamento de graça para morar, verba de R$ 101,9 mil para contratar até 25 funcionários, de R$ 30.788,66 a R$ 45.612,53 por mês para gastar com alimentação, aluguel de veículo e escritório, divulgação do mandato, entre outras despesas. Dois salários no primeiro e no último mês da legislatura como ajuda de custo, ressarcimento de gastos com médicos.

Esses são os principais benefícios a que um deputado federal brasileiro tem direito. Entre salários e outras benesses atreladas ao mandato, cada um deles custa ao contribuinte R$ 2,14 milhões por ano, ou R$ 179 mil por mês. Somadas as despesas com todos os 513 integrantes da Câmara, as despesas chegam a R$ 91,8 milhões todo mês. Ou R$ 1,1 bilhão por ano.

Os dados são de levantamento do Congresso em Foco com base nos valores atualizados dos benefícios dos parlamentares na Câmara (veja a lista abaixo).

(atualizada em agosto de 2018):

Benefício Média Mensal Por Ano
Salário 33.763,00 405.156,00
Ajuda de custo ¹ 1.406,79 16.881,48
Cotão² 40.256,17 483.073,99
Auxílio Moradia³ 1.608,34 19.300,08
Verba de gabinete para até 25 funcionários 106.866,59 1.282.399,08
Total por deputado 183.900,89 2.206.810,63
Total dos 513 deputados 94.341.156,57 1.132.093.853,19

 

Carros oficiais.  São 11 carros para uso dos seguintes deputados: o presidente da Câmara; os outros 6 integrantes da Mesa (vice e secretários, mas não os suplentes); o procurador parlamentar; a procuradora da Mulher; o ouvidor da Casa; e o presidente do Conselho de Ética.

OBSERVAÇÕES

(1) Ajuda de custo. O 14º e o 15º salários foram extintos em 2013, restando apenas a ajuda de custo. O valor remanescente se refere à média anual do valor dessa ajuda de custo, que é paga apenas duas vezes em 4 anos.

(2) Cotão. Valor se refere à média dos 513 deputados, consideradas as diferenças entre estados. A média não computa adicional de R$ 1.353,04 devido a líderes e vice-líderes partidários. O Cotão inclui passagens aéreas, fretamento de aeronaves, alimentação do parlamentar, cota postal e telefônica, combustíveis e lubrificantes, consultorias, divulgação do mandato, aluguel e demais despesas de escritórios políticos, assinatura de publicações e serviços de TV e internet, contratação de serviços de segurança. O telefone dos imóveis funcionais está fora do cotão: é de uso livre, sem franquia. O cotão varia, de estado para estado, de R$ 30,7 mil a R$ 45,6 mil, conforme a relação abaixo (valores em R$):

UNIDADE DA FEDERAÇÃO VALOR DA COTA (R$)
AC 44.632,46
AL 40.944,10
AM 43.570,12
AP 43.374,78
BA 39.010,85
CE 42.451,77
DF 30.788,66
ES 37.423,91
GO 35.507,06
MA 42.151,69
MG 36.092,71
MS 40.542,84
MT 39.428,03
PA 42.227,45
PB 42.032,56
PE 41.676,80
PI 40.971,77
PR 38.871,86
RJ 35.759,97
RN 42.731,99
RO 43.672,49
RR 45.612,53
RS 40.875,90
SC 39.877,78
SE 40.139,26
SP 37.043,53
TO 39.503,61

 

(3) Auxílio-moradia. O valor indicado representa a média de gastos de acordo com o uso do benefício em cada época. Atualmente, o valor é de R$ 4.253,00. Mas só quem não usa apartamento funcional tem direito ao benefício. Atualmente, 319 deputados ocupam os apartamentos localizados na Asa Sul e na Asa Norte.

(4) Saúde. Os deputados só são ressarcidos em serviços médicos que não puderem ser prestados no Departamento Médico (Demed) da Câmara, em Brasília.

Mais sobre verbas e cotas

Copiado:   https://congressoemfoco.uol.com.br/especial/noticias/cada-deputado-custa-r-2-milhoes-por-ano/

PF encontra “contatos atípicos” em mensagens entre procurador e homem da mala de Temer

 

A Polícia Federal (PF) encontrou mensagens eletrônicas trocadas entre o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures, ex-assessor do presidente Michel Temer (MDB), e o secretário-geral da Procuradoria-Geral da República (PGR), Alexandre Camanho. Ele é um dos principais auxiliares na gestão da atual chefe da PGR, Raquel Dodge, indicada por Temer para o comando do Ministério Público Federal (MPF). Mas Dodge ainda não estava no posto na época da troca de mensagens.

As informações foram veiculadas nesta tarde no site do jornal O Globo. Nas conversas, Alexandre faz indicações para o ministério de Temer e sugere que Rocha Loures encaminhe informações ao presidente. Em um dos diálogos, acrescenta a reportagem, o secretário-geral diz ter um assunto importante e urgente a tratar e pede que a conversa seja fora do Palácio do Planalto, pois teria caráter muito expositivo.

A troca de mensagens foi revelada no relatório final do inquérito dos portos encaminhado pela PF ao Supremo Tribunal Federal (STF). Ontem (terça, 16), o relatório foi entregue ao ministro do STF Luís Roberto Barroso com pedido de indiciamento do presidente Michel Temer, de Rocha Loures e outras nove pessoas por crimes como corrupção passiva, lavagem de dinheiro e formação de organização criminosa.

O ex-deputado pelo MDB do Paraná Rodrigo Rocha Loures foi afastado do mandato em maio de 2017, depois de aparecer em uma gravação recebendo uma mala de dinheiro com R$ 500 mil de um executivo do frigorífico JBS. O político foi chefe de gabinete de Temer, em 2011. Em 2015, assumiu a chefia de assessoria parlamentar do então vice-presidente e, em seguida, a chefia de gabinete da Secretaria de Relações Institucionais do governo. Em 2016, após o impeachment, Rocha Loures passou a ser assessor especial de Temer, que havia assumido a Presidência.

O procurador afirmou ao jornal que as conversas que teve com o ex-deputado foram motivadas pela relação de amizade entre os dois.

 

Leia a íntegra da reportagem de O Globo

Copiado de: https://congressoemfoco.uol.com.br/governo/pf-encontra-contatos-atipicos-em-mensagens-entre-procurador-e-homem-da-mala-de-temer/

Ibope: Eduardo Leite lidera com 59% dos válidos; Sartori tem 41%

Que bela notícia para o encerramento do dia. Finalmente vamos nos livrar dessa cambada de bandidos desse inútil MDBo$ta que desde os tempos do tal Britto que contou com a conivência desse múmia serrana ao dar início à destruição de nosso Estado. Que vá para o raio que o parta, pois pior do que eles ninguém conseguirá fazer.

O Editor

 

 

Eduardo Leite (PSDB) e José Ivo Sartori (MDB). Fotos: Guilherme Santos e Joana Berwanger/Sul21

Da Redação

O Ibope divulgou no início da noite desta quarta-feira (17) o resultado da primeira pesquisa realizada pelo instituto sobre a disputa de segundo turno da eleição para o governo do Rio Grande do Sul. Considerando apenas os votos válidos, Eduardo Leite (PSDB) aparece em primeiro lugar com 59%, contra 41% do atual governador José Ivo Sartori (MDB). O levantamento, contratado pelo Grupo RBS, ouviu 1.008 eleitores entre os dias 14 e 16 de outubro e tem uma margem de erro de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Considerando os votos totais, Eduardo Leite tem 52% e José Ivo Sartori 36%, com 8% de brancos e nulos e 4% que não souberam responder. No quesito rejeição, 36% dos entrevistados afirmaram que não votariam em Sartori de jeito nenhum. O índice de rejeição de Eduardo Leite é de 12%.

Copiado de:   https://www.sul21.com.br/areazero/2018/10/ibope-eduardo-leite-lidera-com-59-dos-validos-sartori-tem-41/

Em 1993, Bolsonaro denunciou fraude em voto impresso e defendeu apuração eletrônica

Transcorridos longos VINTE E CINCO ANOS  ou UM QUARTO DE SÉCULO e esse sujeito continua o mesmo. Bate na mesma tecla. Não sei o que fez com que o Exército Brasileiro o tenha mandado para casa com uma boa pensão ainda tão jovem, mas por certo boa coisa não fez. Deveria ter sido expulso por que criou problemas. Pelo que observo depois de tanto tempo continua o mesmo do passado e embora com todo o procedimento cirúrgico continua excretando por via oral.

O Editor

Matéria do JB de 21 de agosto de 1993 com a fala de Bolsonaro sobre o voto impresso | Foto: Reprodução/Biblioteca Nacional

Da Redação

O Jornal do Brasil de 21 de agosto de 1993 noticia que o então deputado federal de primeiro mandato Jair Bolsonaro (PPR-RJ) participou de um evento no Clube Militar, no Rio de Janeiro, para definir estratégias para a “salvação do Brasil”. Na ocasião, o capitão da reserva defendeu a informatização da apuração dos votos. “Esse Congresso está mais do que podre. Estamos votando uma lei eleitoral que não muda nada. Não querem informatizar as apurações pelo TRE. Sabe o que vai acontecer? Os militares terão 30 mil votos e só serão computados 3 mil”.

A notícia foi divulgada mais cedo no site da revista Época e confirmada em uma busca na hemeroteca digital da Biblioteca Nacional, que conta com as edições digitalizadas do Jornal do Brasil.

A urna eletrônica foi utilizada pela primeira vez no Brasil nas eleições de 1994, em caráter de teste. Em 1996, um terço do eleitorado já votou em urnas eletrônicas, que foram utilizadas em 57 cidades com mais de 200 mil habitantes. Em 1998, mais de 50% dos eleitores já votaram por meio do equipamento eletrônico.

A universalização do voto eletrônico ocorreu dois anos mais tarde, na eleição de 2000.

Reprodução de página do JB de 21 de agosto de 1993 | Foto: Reprodução/Biblioteca Nacional

Ugeirm/Sindicato lança nota sobre “conversa” com o candidato Ivo Sartori/MDB

  • Esse tal Sartori tem mesmo uma cara de pau ímpar. Imagino essa anta nomeada como interventor do Estado durante a ditadura. Por certo a POLÍCIA JUDICIÁRIA teria hoje centenas ou milhares de “desaparecidos”. Vai para casa sua anta serrana.
  • O Editor
  • POR:

“A direção da UGEIRM recebeu, através das redes sociais, uma “convocação” do atual governador e candidato à reeleição, José Ivo Sartori, para uma conversa com os servidores da segurança pública. Tal chamado se dá ao mesmo tempo em que o governo retém, ilegalmente, a contribuição dos servidores fazem às entidades sindicais.

Logo depois de confirmadas as candidaturas para o governo do estado, a UGEIRM encaminhou a todos os candidatos um convite para comparecer à sede do sindicato e apresentar suas propostas às eleições de outubro. A assessoria da candidatura do atual governador respondeu, dizendo que não compareceria a nenhum debate de entidades corporativas e priorizaria os debates nos meios de comunicação. O que demonstrava que o diálogo com os servidores da segurança pública não era de seu interesse nessas eleições. Tal resposta foi recebida com naturalidade pelos policiais civis, pois seguiam a lógica adotada durante todo o governo Sartori/MDB e repetia a posição tomada nas eleições de 2014, quando o governador também se negou ao diálogo com os servidores da segurança pública.

Policial foi atingida por bala de borracha durante votação do Pacote do governo na Assembleia

Durante os quatro anos de mandato do governo Sartori/MDB, a UGEIRM se colocou permanentemente à disposição do diálogo com o governo, com a finalidade de encontrar soluções para os graves problemas da segurança pública gaúcha. Em todos esses momentos, fomos solenemente ignorados pelo governador do estado. Quando da apresentação dos seus projetos na Assembleia Legislativa, o único “diálogo” apresentado, foram as bombas de gás lacrimogênio e as balas de borracha que nos impediram de ingressar nas galerias para acompanhar as votações. Em nenhum projeto apresentado, que diziam respeito aos servidores públicos, houve sequer uma consulta às entidades sindicais. Quando os policiais convocaram uma paralisação de denúncia da situação calamitosa da segurança pública no estado, a resposta do governo foi um vídeo, divulgado nas redes sociais, onde acusava os sindicatos de irresponsáveis com a população gaúcha.

Nesses lamentáveis quatro anos de governo, os policiais receberam seus salários religiosamente em atraso. A decisão de atrasar os salários foi tomada sem nenhum diálogo com as entidades. Desde o seu primeiro ano de mandato, o governo instaurou o caos nas carceragens das delegacias, com presos superlotando as celas e algemados em corredores ou detidos em viaturas estacionadas nas calçadas, colocando a vida dos policiais em risco. A UGEIRM, em conjunto com a OAB, convocou todos os setores da sociedade civil, incluindo o Legislativo, o Judiciário e o Executivo, na busca de soluções para o problema. Novamente, o governo ignorou o chamado das entidades ao diálogo e preferiu anunciar soluções esdrúxulas, como a inauguração de um ônibus cela para desafogar as carceragens. Precisamos ir ao Uruguai para dialogar com a OEA (Organização dos Estados Americanos) que, ao contrário do governo Sartori/MDB, nos recebeu prontamente. A nossa tabela de subsídios foi duramente atacada pelo governo e a sua bancada, quando da discussão da Lei estadual de Responsabilidade Fiscal na assembleia Legislativa. Na ocasião, os deputados da base governista acusaram os servidores da segurança pública de responsáveis pela crise financeira do estado. Um desses parlamentares chegou a dizer que a opinião dos servidores não interessava, pois servidor público não elege ninguém.

Portanto, a direção da UGEIRM avalia que tal convocação por parte do candidato à reeleição, José Ivo Sartori, não oferece qualquer benefício para a categoria e a população gaúcha. Se o governador quiser conhecer as propostas dos policiais civis para a segurança pública do estado, a UGEIRM não terá nenhum problema em enviar nosso Programa elaborado em conjunto com o Conselho de Representantes da entidade. Caso o governador consiga sua tão sonhada reeleição, a entidade estará, como sempre esteve, à disposição para o debate institucional com o novo governo.

Por outro lado, se o governador quiser, como ocupante atual do Palácio Piratini, discutir com o sindicato a situação da segurança pública, o atraso dos salários, a situação das carceragens, ou qualquer outro tema que diga respeito à categoria, estaremos à disposição. Mas não participaremos de atos de campanha do atual governador. Qualquer reunião com o governador será realizada nas dependências do Palácio Piratini, durante o horário de expediente e terá que constar da agenda do governador. Esse diálogo com o governo vem sendo buscado incessantemente pela UGEIRM. Nos últimos seis meses, a direção vem, diariamente, reiterando um pedido de audiência com o Chefe da Casa Civil que nos ignora solenemente.”

Copiado de:  http://www.jornalja.com.br/ugeirm-sindicato-lanca-nota-sobre-conversa-com-o-candidato-ivo-sartori-mdb/

Marchezan licita R$ 34,9 milhões para publicidade em 2019

Esse Prefeito parece um alienado mental. A cidade tomada por crateras em todas as vias e isto nós vimos nas últimas semanas quando lá tivemos que ir em dois finais de semana e ele disse à imprensa que para o ano vindouro o déficit orçamentário será maior do que um bilhão de reais e ainda joga um pouco mais fora para assim acalmar os jornalões para que assim batam menos nessa sua vergonhosa e dita administração. Não será parente do SERTÓRIO e pergunto isto por que tal como o dito cujo gosta de arrotar.

O Editor

 

 

O Diário Oficial de Porto Alegre publica nesta terça feira o edital para contratação de duas agências de publicidade pela prefeitura municipal,  pelo prazo de 12 meses.

O investimento está previsto na Lei Orçamentária Anual (LOA) entregue essa semana na Câmara Municipal de Vereadores.

Desde que assumiu a administração municipal, a gestão do prefeito Nelson Marchezan Júnior está sem agência de propaganda.

“Essa licitação pretende suprir um déficit de comunicação que é sentido pela cidade, especialmente na divulgação de serviços de utilidade pública, como campanhas de prevenção a doenças, educação no trânsito e ações de sustentabilidade”, explicou o secretário municipal de Comunicação, Orestes de Andrade Jr.

A dotação orçamentária do edital é de R$ 34,9 milhões.

Entre as secretarias que mais receberão verbas para investir em comunicação estão a Secretaria Municipal da Saúde (R$ 5,9 milhões), Fazenda (R$ 3,9 milhões), Planejamento e Gestão (R$ 3,7 milhões), Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico (R$ 2,1 milhões) e Secretaria Municipal de Infraestrutura e Mobilidade (R$ 1,9 milhão).

O secretário explica que em quase dois anos (22 meses) de governo foram investidos apenas R$ 6,5 milhões em verba publicitária, equivalente a 0,05% do orçamento total da prefeitura.

A média aplicada em publicidade nos últimos 15 anos é de 0,33% do orçamento geral do município. O governo Marchezan projeta utilizar 0,27% do orçamento até 2020.

(Com informações da Assessoria de Imprensa)

Copiado de:  http://www.jornalja.com.br/marchezan-tera-r-349-milhoes-para-divulgar-seus-atos-em-2019/

Brum Torres, o Caçapava, resolve finalmente sair do MDB no Rio Grande do Sul

terça-feira, 16 de outubro de 2018

O MDB do Rio Grande do Sul é um deserto de inteligência, e agora perdeu o que talvez fosse seu único “intelectual”. João Carlos Brum Torres, o Caçapava, pediu desfiliação do partido. Ele foi presidente da antiga Fundação Ulysses Guimarães, hoje controlada por Eliseu Padilha, ministro da Casa Civil e denunciado no “Quadrilhão do MDB” pela Procuradoria Geral da República. Por duas vezes foi secretário do Planejamento do governo gaúcho, em administrações emedebistas. Suas passagens por este cargo foram absolutamente inúteis, porque o MDB do Rio Grande do Sul, que está no quinto governo do partido desde a redemocratização do País, jamais teve programa de desenvolvimento para o Estado. Sempre manteve políticas fiscalistas sob o comando de fiscais do ICMS. Esses são os verdadeiros autores de “política econômico-financeira” do MDB, ou seja, política nenhuma. Agora, com o Estado afundado em uma violenta crise financeira, arrecadando muito menos do que gasta, o partido ainda quer se encaminhar para o sexto mandato. Para quê?  Nas vezes em que ficou na titularidade da Secretaria de Planejamento do Rio Grande do Sul, João Carlos Brum Torres se notabilizou pela contratação de consultorias que premiavam as “inteligências” do PMDB com generosos pagamentos em troca de nenhum resultado prático. João Carlos Brum Torres, o Caçapava, é formado em Direito e Filosofia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), mestre em Filosofia pela Universidade de Paris VIII e doutor em Ciência Política pela Universidade de São Paulo. Atuou como professor titular no Departamento de Filosofia da UFRGS. É autor de “Valor e forma do valor” (Ed. Símbolo, 1979) e de “Figuras do Estado Moderno” (Ed. Brasiliense, 1989). .No final da década de 60 ele participou de um seminário no Curso de Filosofia da UFRGS, em que três “intelectuais” debatiam o papel do homem na história, sob a ótica de três filósofos: Hegel, Merleau Ponty e Althusser. O filósofo Gerd Bornheim (depois cassado e expulso da universidade, tendo sido obrigado a passar um longo tempo como exilado em Paris, onde chegou a trabalhar inclusive como porteiro de hotel) conduzia o curso pela ótica do pensamento de Hegel; Caçapava procurava responder as perguntas propostas pela ótica do filósofo existencialista francês Merleau Ponty, e o comuno-trotskista Marco Aurélio Garcia tratava do tema do seminário pela ótica do pensamento do teórico comunista francês Louis Althusser. O seminário era aberto e frequentado inclusive por muitos estudantes secundaristas, Ultimamente, João Carlos Brum Torres vinha se chocando com o governo do ex-comunista e atualmente um muito pragmático emedebista José Ivo Sartori (também ex-seminarista). Caçapava ficou desgostoso com a extinção da Fundação de Economia e Estatística, a FEE, uma inutilidade pela qual se aposentou a mulher sapiens Dilma Rousseff. “Intelectuais” gaúchos gostam de viver das aparências. Marco Aurélio Garcia, por exemplo, gostava de exibir anotações em guardanapo de bar-restaurante com rabiscos que supostamente tinham sido feitos por Louis Althusser. E a mulher dele, Elisabeth Souza Lobo, dava cursinhos de preparação teórica para militantes iniciantes no POC (Partido Operário Comunista) pelo livro “Fundamentos do Marxismo”, da comunista chilena Marta Hanecker. Uma porcaria de livro esquemático, manualzinho vagabundo, indigno de qualquer pensador. João Carlos Brum Torres sempre demonstrou uma admiração especial pelo comuno-petista Tarso Genro, um stalinista tido como “pensador moderno” por parte dos acadêmicos gaúchos. E chegou a conseguir uma autorização especial do então PMDB para trabalhar na gestão do PT na prefeitura de Porto Alegre. Uma suprema inutilidade. No início do governo de Germano Rigotto no Palácio Piratini, ele redigiu um documento e o levou para o congresso do PMDB em Tramandaí, no qual propunha que o partido liberasse geral os seus militantes para qualquer coligação, incluindo o PT, na eleição de 2004 para a prefeitura de Porto Alegre. Na verdade, o cenário já estava montado: o comuno-trotskista Miguel Rossetto, da DS (Democracia Socialista, grupelho trotskista que se abriga no PT) seria o candidato à prefeitura da capital gaúcha, tendo um peemedebista como candidato a vice-prefeito. O documento da Fundação Ulysses Guimarães foi descoberto e discutido previamente pelo grupo de apoio do então vereador Sebastião Melo, onde foi chamado diretamente de “capitulação” e “traição do partido” diante do petismo, até ali inimigo figadal dos peemedebistas gaúchos. A reunião tinha a presença de cerca de 50 pessoas, em um edifício de escritórios na Avenida Praia de Belas, que tem uma agência do Banco do Brasil no térreo. Da discussão resultou a elaboração de um panfleto, redigido por um jornalista que fazia parte do grupo, ocupando face e reverso de uma folha A4, com o título “O rei está nú”. Este panfleto foi distribuído aos participantes do Congresso de Tramandaí. O resultado foi que o então governador Germano Rigotto falou muito rapidamente na abertura do congresso dos peemedebistas gaúchos e saiu apressado, dirigindo-se de helicóptero a Vacaria, para a abertura do Rodeio Internacional da cidade. João Carlos Brum Torres, o Caçapava, falou a seguir, sendo muito vaiado, e retirou de discussão a proposição do seu documento. O congresso dos peemedebistas gaúchos terminou aprovando outro documento, no qual era prevista a possibilidade de qualquer coligação, menos com o PT. O documento foi enviado para a imprensa nacional. Na segunda-feira, o então poderoso primeiro ministro petista, José Dirceu, chefe da Casa Civil da Presidência da República, ligou irritado para o governador Germano Rigotto, cobrando que ele desmentisse os termos da “Carta de Tramandaí”. Rigotto convocou uma coletiva de imprensa e tentou dizer que aquele documento não era oficial, que não tinha sido aprovado. O certo é que o PMDB gaúcho não se coligou com o PT na eleição de 2004, e nunca mais depois disso. Mas, se dependesse de João Carlos Brum Torres, o emedebismo gaúcho teria se tornado caudatário do petismo, assim como também desejava (sempre desejou) o velho cacique Pedro Simon. Isso nunca aconteceu porque as bases partidárias se insurgiram.
Copiado de:   https://poncheverde.blogspot.com/2018/10/brum-torres-o-cacapava-resolve.html

A primeira vez da juíza

Edição de terça-feira, 16 de outubro de 2018.

Charge de Gerson Kauer

Imagem da Matéria

Era uma ação de obrigação de fazer decorrente de vício oculto, ajuizada pela empresa proprietária de um motel, contra a construtora do prédio hoteleiro. Em que pese ter sido contratado o isolamento acústico, a insuficiência e/ou a deficiência do material empregado tinham resultado na percepção ambiental da propagação dos sussurros típicos ao prazer. Estes alcançavam os apartamentos contíguos e, às vezes, até os prédios vizinhos.

Na audiência de tentativa de conciliação, sem acordo entre as partes, o advogado da demandante ponderou com firmeza:

– Doutora, é absolutamente necessária a inspeção judicial, com a presença de Vossa Excelência no local.

A magistrada enrubesceu e mostrou indecisão. O profissional da advocacia insistiu:

– A inspeção será decisiva. E a senhora poderá, com a prestação jurisdicional ´in loco´, demonstrar que não é uma magistrada de gabinete, mas uma juíza inovadora, rente aos fatos da vida

Concordando afinal, a magistrada iniciante na carreira – 40 anos, solteira – ditou ao escrevente:

– Inspeção judicial no dia 9 de agosto de 2018, às 10 h. O autor deverá providenciar para que, na ocasião, pelo menos uma das suítes a serem periciadas esteja limpa, arrumada e evidentemente desocupada.

E dirigindo-se aos advogados e às partes, ponderou:

– Espero que os senhores colaborem comigo nesta situação singular, até porque será a minha primeira vez… neste tipo de inspeção.

No dia certo, os atores da cena forense estavam presentes. A magistrada chegou dirigindo seu próprio automóvel. O escrivão, o digitador e o estagiário foram num veículo oficial. Numa das suítes temáticas, a juíza logo examinou os defeitos de acabamento, a má vedação das janelas e a vibração do ar condicionado. Faltava aferir o mais difícil: a deficiente vedação sonora. Eis que, de repente – tal como já cantou Maysa – o inesperado fez uma surpresa…

Da suíte ao lado provieram irreprodutíveis gritos e quentes palavras, de uma mulher em transe por estar, presumivelmente, no pique orgástico do ato sexual. Também era possível escutar, em decibéis um tanto menores, a reação masculina de aprovação à parceira.

Estava feita a prova de que o isolamento acústico era precário, o que encaminhava a uma sentença de procedência da ação. Na audiência de encerramento da instrução, duas semanas depois, a empreiteira acordou pagar 80% da pretensão financeira do motel. Celebrado o acordo, a juíza comentou sorridente:

 Foi a minha primeira e última vez no motel, como juíza…

Os circunstantes da solenidade entraram no tom.

Dois ou três dias depois, ficou-se sabendo, via “rádio-corredor” da OAB local, que – independentemente das efetivas condições do precário isolamento acústico do prédio – o dono do motel contratara, especialmente, um casal para, na hora certa, na suíte vizinha realizar o programado desempenho de êxtase sonora.

Copiado de:   http://www.espacovital.com.br/noticia-36487-primeira-vez-juiza

 

Page 1 of 4487

Desenvolvido em WordPress & Tema por Anders Norén