Praia de Xangri-Lá

Saiba tudo o que REALMENTE acontece em Xangri-Lá

Autor: jloeffler (Page 3 of 4589)

Não deveriam estar presos também?



Fernando Henrique Cardoso e Alberto Goldman, dois bandidos.

Quando na Presidência da República FCH mandou Goldman elaborar Lei que OBRIGAVA a Petrobras a receber toda a produção de álcool dos usineiros paulistas  e estocá-la por tempo indeterminado.

Quando da retirada os ‘amigos’ usineiros nada deviam pela ESTOCAGEM e à Petrobras cabia indenizar pelo volume evaporado durante o tempo de permanência em seus tanques.

Aqui em nosso Estado era descarregado petróleo bruto que levado por oleoduto até Canoas onde era e continua sendo processado e ali obtido como até hoje QUEROSENE. Tal produto era então levado por dutos até Triunfo nas instalações do Polo Petroquímico. Ali desse querosene saem incontáveis produtos tal como plásticos. Ali era e continua sendo produzido um aditivo conhecido como MTBE o qual adicionado ao querosene fazia com que o mesmo queimasse em motores de carros como se gasolina fosse.

FHC decidiu proibir tal adição alegando para tal que referido aditivo era nocivo aos motores e à saúde humana. Assim passamos a queimar TRINTA POR CENTO de cachaça paulista em motores de nossos carros.

Tal CACHAÇA vem por mar até o Terminal da Petrobras em Tramandaí e dali transportado por dutos até Canoas e posteriormente por caminhões tanque a todos os recantos de nosso Estado.

O MTBE continuou e continua sendo produzido ali e exportado à Europa que o emprega e nada vê de poluente no mesmo.

FHC e Alberto Goldman são honestos por que não são petistas, caso contrário estariam na cadeia.

Bolsonaro assina demissão de Bebianno

Jair Bolsonaro assinou neste sábado a demissão do ministro Gustavo Bebianno, diz o Estadão.

Será publicada na segunda-feira.

O presidente não tinha escolha, é claro. Agora só falta afastar seu filho do Palácio do Planalto.

(O Antagonista)

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Prefeito Hilton Gonçalo discute a produção de mandioca com representantes da AMBEV

O prefeito Hilton Gonçalo participou na última quinta-feira (14), de uma reunião com representante da AMBEV e membros da Federação da Agricultura e Pecuária do Maranhão, para discutir o aumento do plantio da mandioca que serve como matéria-prima para a produção da cerveja Magnífica.

Hilton Gonçalo acredita que o potencial agrícola do Maranhão, especialmente do município de Santa Rita, no plantio de mandioca deve ser melhor aproveitado pela AMBEV, que atualmente compra o produto agrícola, mas envia para Pernambuco para transformá-lo em fécula e aí sim ocorrer a produção da cerveja.

O prefeito de Santa Rita inclusive sugeriu que possa ser discutida a construção de uma fecularia no Maranhão, afinal assim existiria geração de emprego e renda no estado, além de deixar o custo da produção da Magnífica mais barato.

Atualmente a Ambev está produzindo duas cervejas à base de mandioca, a Magnífica no Maranhão e a Nossa em Pernambuco, ambas são vendidas de forma exclusiva somente nos dois estados.

Durante a reunião que contou com a participação do presidente da FAEMA e do Sebrae, Raimundo Coelho, assim como do vice-presidente do Sebrae, Celso Gonçalo, foi abordado o assunto da distribuição da cerveja que ainda não está presente nos grandes supermercados do Maranhão.

O representante da AMBEV explicou que isso decorre por conta da produção, que ainda não atende toda a demanda. Diante desse fato, mais uma vez foi sugerida a ampliação e o incentivo à produção da mandioca no estado.

Hilton Gonçalo é um incentivador do desenvolvimento agrícola de Santa Rita, e por isso ele defende que a mandioca não deve ser usada apenas para a produção de farinha. “Acabou aquela história que Santa Rita era conhecida por ser a terra da farinha, hoje nós produzimos muito mais, claro que mantemos a tradição da nossa deliciosa farinha, mas atualmente somos produtores de outras culturas agrícolas, assim como temos um grande potencial na piscicultura”, declarou.

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Que compromissos Bolsonaro firmou com os judeus?

Vivemos desde a chegada dos portugueses em nosso país sob o controle do IMPÉRIO DO VATICANO. Os candidatos presidenciais se submetem a verdadeiro interrogatório da dita CNBB, algo para mim até mesmo criminoso. Com a tomada do Congresso Nacional por uma mega quadrilha dos ditos “crentes”, quadrilha chefiada pelo tal CUnha que quando poderoso levava esses cretinos a Israel vez que todos eles fãs de Israel por que inimigos do Vaticano. Assim surgiram tais laços com esse Estado que para mim é um estado que não merece o menor respeito ou consideração por que não respeita nada e a ninguém, muito menos fronteiras.

O Editor
sábado, 16 de fevereiro de 2019
Até hoje fico cogitando sobre a razão da defesa apaixonada que uma entidade judaica fez do então candidato Jair Bolsonaro.
Fico imaginando que tipo de promessas o indivíduo, sabidamente um desequilibrado e preconceituoso assumido (assim como seu vice Mourão, que agora faz pose de sensato), terá feito à comunidade judaica, para merecer tantas simpatias. Será por mera afinidade ideológica (o texto mostra que a entidade é obviamente de direita radical)?
O tempo dirá. Vejam a polêmica da época, envolvendo um hitoriador que tem conhecido programa na televisão brasileira:

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“Associação de Judeus sai em Defesa de Jair Bolsonaro

A ASBI – Associação Sionista Brasil – Israel – uma associação que reúne judeus de todo o Brasil – emitiu uma nota de repúdio referente ao que foi declarado pelo historiador Marco Antonio Villa
13 DE FEVEREIRO DE 2018
por Marina Remy
Foto: Pletz.com

A ASBI – Associação Sionista Brasil – Israel – uma associação que reúne judeus de todo o Brasil – emitiu uma nota de repúdio referente ao que foi declarado pelo historiador Marco Antonio Villa, em programa na Rádio Jovem Pan. Villa, na ocasião, chamou o deputado Jair Bolsonaro e seus apoiadores de “nazistas”.
 
Nas redes sociais, vários internautas indignados com as expressões injuriosas e caluniosas usadas por Villa, manifestaram intenção em processá-lo no juízo cível e criminal.
 
Em um vídeo que circulou no Twitter e no Facebook, um dos filhos de Bolsonaro disse que o deputado acionará a justiça contra Marco Antonio Villa. Segundo apurado, várias ações judiciais serão propostas contra o historiador.
 
Segue a nota da ASBI na íntegra:
 
A ASBI – Associação Sionista Brasil – Israel
 
repudia veementemente as acusações feitas pelo historiador Marco Antônio Villa contra o deputado e candidato à presidência da república Jair Bolsonaro.
 
Apoiamos Bolsonaro por reconhecermos nele um amigo, um admirador da cultura e tradições judaicas e um defensor da soberania do Estado de Israel.
 
Acreditamos na sua sinceridade e empenho para combater a ideologia marxista que está destruindo o Brasil.
 
Compreendemos que a sociedade brasileira foi esgarçada de tal forma, que a única oportunidade do país se reerguer e se livrar deste câncer é dando uma guinada à direita para se reequilibrar e voltar ao centro.
 
Entendemos que um Congresso forte e livre de progressistas no poder é o que vai devolver o país à normalidade e aos valores morais e éticos que estruturaram a nossa sociedade.
 
Decidimos que é chegado o momento de nos posicionarmos, e isso significa rejeitar qualquer administração pública de qualquer matiz de esquerda.
 
Urge que o país se oxigene para o seu próprio bem. Estamos intoxicados com a desmoralização dos valores judaico-cristãos que perverteram a sociedade, mudando a ordem das coisas a ponto de transformar a exceção em regra é a regra em exceção.
 
Aprendemos que um erro será sempre um erro, ainda que o pensamento vigente considere um acerto, ou que um acerto continuará sendo um acerto, ainda que o pensamento vigente considere um erro.
 
Colocamo-nos à disposição da família Bolsonaro para organizar quaisquer eventos que ajudem a esclarecer a posição política diante dos questionamentos que todos estão fazendo sobre diferentes e polêmicos temas. 
 
A ASBI apoia ideias que desenvolvam o país, que mantenham suas tradições, que preservem sua história e que eduquem os brasileiros de forma construtiva.
 
Ao acusar Bolsonaro e seus eleitores de nazistas, o historiador aponta seu dedo para boa parte da comunidade judaica que o apoia e se sente ofendida com este ataque desproporcional e histérico.
 
Se estes que o criticam de forma virulenta são os mesmos que se consideram e se apresentam como moderados, então são eles que nos mostram o que pode vir em seguida com os seus excessos e os seus julgamentos que assassinam reputações.
 
Equipe ASBI”
Copiado de:  http://izidoroazevedo.blogspot.com/2019/02/que-compromissos-bolsonaro-firmou-com.html

Dário Berger não será preso?

O STF negou ontem habeas corpus para vários presos, eis que já condenados, como Lula, em segunda instância.
Mas o senador Dário Berger, também condenado em segundo grau, continua livre, leve e solto e mais, acabou de ser escolhido para presidir a Comissão de Educação do Senado.
De onde vem essa imunidade do parlamentar catarinense: do fato de ser de origem judaica? Ou ele sequer tem consciência de sua judeidade?
Certa vez encontrei-o, acompanhado do seu advogado, o procurador aposentado Jaime Coelho, no fórum de Florianópolis. Estava em campanha e seu procurador veio cumprimentar-me e apresentá-lo. Sugeri que visitasse a entidade que representa os judeus em SC, em busca de apoio. Ficou um tanto embaraçado com a minha inesperada sugestão. Como a conversa foi curta, não insisti na ideia.
Sei lá!!!

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Cohen, Levy, Katz & CIA: A origem dos sobrenomes
Dr. Harvey Minkoff. Adaptado de Di Yiddishe Heim
É de conhecimento geral que sobrenomes como Cohen, Levy e Katz são praticamente exclusivos dos judeus e que Gross, Schneider, Schwartz e Weiss comumente também indicam famílias judias. Os sobrenomes do povo judeu originaram uma importante fonte de conhecimento sobre história e cultura judaicas.
De acordo com o segundo capítulo de Bereshit, no início dos tempos, todas as coisas vivas foram trazidas a Adam para que ele as nomeasse. A vida era obviamente mais simples quando havia apenas dois de cada espécie. De fato, mesmo o nome de Adam é uma das palavras hebraicas para homem; e a Bíblia regularmente se refere a sua esposa como haishá – “a mulher.”
À medida que as pessoas se multiplicavam, contudo, e se tornou necessário distinguir uma da outra, surgiram nomes próprios. E quando estes não mais eram suficientes, várias formas de nomear foram adicionadas, mostrando ascendência, profissão, origem ou alguma outra característica que diferenciasse os diversos Yossefs, Aharons ou Miriams que viviam numa única comunidade. Desta forma, na Bíblia, encontramos parentesco para ambos, judeus (Yehoshua ben [filho de] Nun, e não-judeus (Balak ben Tsipor, Bil’am ben Beor), bem como nomes que incorporavam uma série de antepassados – Côrach ben Yits’har ben Kehat ben Levi. Durante o período talmúdico encontramos Yochanan, o Sapateiro; Hillel, o Babilônio; Gamliel, o Ancião; Aba Arika, o Alto.
Os modernos sobrenomes hereditários remontam ao fim da Idade Média e, entre os judeus, uns poucos séculos mais tarde. Começaram com as famílias reais, ansiosas por identificar a si mesmas com um famoso ancestral ou propriedades. Quando os nobres imitaram a realeza e a plebe os nobres, os sobrenomes estabeleceram-se por toda a Europa.
Embora judeus emancipados tomassem sobrenomes em reconhecimento a sua assimilação cultural, os judeus em geral primeiramente resistiram à tendência. Mas à medida que as cidades e as nações começaram a organizar arquivos oficiais, tornou-se óbvio que apelidos de família permanentes eram essenciais à eficiência; e dos judeus foi exigido que adotassem sobrenomes em um país após o outro – na Áustria em 1787, França em 1808, Prússia em 1812.
Ao adaptar a antiga tradição sob a qual cada judeu é identificado ou como um descendente de Aharon, o primeiro sacerdote (cohen) ou da tribo de Levi, ou do resto da nação judaica (Israel), muitas famílias chamavam a si mesmas de Cohen, Cohn, Kahn, Kahana; Levy, Levi, Levin; Israel, Iserel. Outros empregavam títulos-padrão de sinagogas como Chazan, (cantor) e Beck, de Baal Corê, (“o ledor da Torá”) ou acrósticos como Katz, de Cohen Tsêdec, (“o justo sacerdote”) e Segal, de Segan Leviyá (“ajudante sacerdotal”).
Apesar da severa condenação do Shulchan Aruch de apelidos pejorativos, as pessoas com os mesmos nomes eram distinguidas por características físicas como Grande, Pequeno, Magro, Gordo. Isto é mais evidente em famílias com diversos primos com o mesmo nome de um avô, uma situação que resulta em nomes como Moshê der roiter (“o ruivo”) em oposição a Moshê der shvartser (“o moreno”).
Mas talvez os mais antigos de todos – de volta às bênçãos de Yaacov sobre seus filhos ao final de Bereshit – são aquelas designando atributos de animais: Yehudá, Gur Aryê (“jovem leão”), Binyamin, Zev (“lobo”), Naftali, Hirsch (“cervo”).
Embora judeus emancipados tomassem sobrenomes em reconhecimento a sua assimilação cultural, os judeus em geral primeiramente resistiram à tendência.
Durante a Idade Média na Alemanha, era comum que um nome judaico fosse seguido por seu equivalente germânico, como Aryê Lowe (“leão”), correspondendo ao yidish Aryê Leib, Dov Ber (“urso”), Tsevi Hirsch (“cervo”), Zev Wolf (“lobo”). Este costume era aparentemente difundido, como pode ser observado em sobrenomes russos. Lev (“leão”), Volk (“lobo”), Olen (“cervo”), Medved (“urso”) e mesmo o nome espanhol Lopez, do latim lupus (“lobo”).
Enquanto os sobrenomes escolhidos para si mesmos eram agradáveis ou ao menos neutros, os forçosamente impostos eram freqüentemente cruéis. Motivados por amplo anti-semitismo ou o desejo de suborno, as autoridades impingiam a suas vítimas nomes como Kalb (“bezerro”), Knoble (“alho”), Schlemmer (“comilão”), Zwieble (“cebola”).
Poderíamos presumir que as colônias judaicas deram origem ao árabe ibn Ezra; ao inglês, Israelson; ao alemão, Mendelssohn; ao russo, Jacobowitz; ao polonês, Abramowicz. E a este respeito é interessante notar a popularidade de um nome como David, que forma a base de Davidson, Davidowitz, Davidowicz, além de nomes que terminam em – berg (“cidade”), – berger (“da cidade”), -owitz e -ski (“de”), como Greenberg, Goldberg, Gartenberg, Neuberger, Isenberger, Moskowitz, Washavski, Poznanski.
À medida que os judeus migraram de um país para outro, por força ou por escolha, tinham constantemente de anglicizar, galicizar, hebraizar, diminuir, aumentar, dar outra grafia, reinterpretar ou simplesmente mudar nomes que antes tinham significado em outra língua.
Desta maneira, o nome descritivo Frummer (“religioso”) tornou-se Farmer; Gartenberg tornou-se Gardener, ao contrário de nomes profissionais judaicos. Do mesmo modo, Shkolnik tornou-se Eshkol; Myerson, Meir; Gruen, Ben Gurion; Berg tornou-se Boroughs; Schreiber, Writer e Wright; Chayat tornou-se Hyatt ou talvez Chase.
E, por ironia, todo o propósito dos sobrenomes, o de possuir um registro permanente de laços familiares – ficou subvertido.

Quer saber mais?
Se você deseja pesquisar a origem de seu sobrenome, indicamos dois endereços para você:
http://www.jewishgen.org/
http://www.bh.org.il/Genealogy/index.asp

Fonte: http://www.chabad.org.br/biblioteca/artigos/sobre_nomes/origem_nomes.html

Copiado de:  http://izidoroazevedo.blogspot.com/2019/02/dario-berger-nao-sera-preso.html

Bolsonaro envuelto en escándalo por candidatos “fantasma”

La Justicia brasileña abrió una investigación contra el ultraderechista Jair Bolsonaro y su familia para indagar sobre las transferencias de dinero a candidatos locales y regionales “fantasma”, que involucra a uno de sus ministros más importantes, el secretario general de la Presidencia Gustavo Bebbiano. El ministro está acusado de haber desviado más de 100 mil sólares en 2018 cuando fue uno de los responsables de la campaña del Partido Social Liberal (PSL), cuyo candidato presidencial era el capitán retirado del Ejército, Bolsonaro.

El asunto tiene su origen en una investigación del diario Folha de Sao Paulo, que afirma que el PSL habría financiado diferentes “candidaturas fantasma” para las elecciones de octubre pasado. El diario informó, el fin de semana pasado, que el PSL transfirió 130.000 dólares a un candidato a un legislador estatal de Pernambuco que obtuvo apenas 274 votos. Otro informe encontró que el ministro de Turismo, Marcelo Alvario Antonio, un incondicional del partido de Bolsonaro, envió dinero a cuatro presuntos candidatos “fachada” en Minas Gerais.

Bebianno intentó minimizar la crisis y afirmó que había conversado varias veces con el presidente antes de que este saliera del hospital de Sao Paulo donde se le retiró la bolsa de colostomía que cargaba desde el atentado con puñal que sufrió en septiembre pasado. “No existe ninguna crisis. Solo hoy hablé tres veces con el presidente (Bolsonaro)” a través de mensajes por Whatsapp, dijo Bebianno

Sin embargo, el mismo día que fue dado de alta el presidente intentó desligarse de lo sucedido. Ya determiné a la Policía Federal para que abra un caso para investigar”, afirmó el ex militar que pareció soltarle la mano al funcionario con tal de limpiar su imagen.

Poco antes, el hijo del mandatario, el concejal de Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro, ya había desmentido al ministro en Twitter, e incluso publicó un audio en el que aparentemente Bolsonaro le dice a Bebianno por teléfono que no puede hablar sobre las denuncias en cuestión.

Este escándalo se da en momentos en que el ultraderechista intenta lanzar una reforma conservadora de las jubilaciones, que busca establecer una edad mínima de 62 años para las mujeres y de 65 para las hombres, con un período de transición de 12 años. “Me gustaría no hacer ninguna reforma de las jubilaciones, pero estamos obligados a hacerla, porque, en caso contrario, Brasil quebrará en 2022 o 2023”, afirmó Bolsonaro, cuyo liderazgo fue luego puesto en duda por un aliado importante.

El presidente de la Cámara de Diputados de Brasil, Rodrigo Maia, afirmó este jueves que el presidente está utilizando a su familia en lugar de “liderar una solución” para la crisis generada por las denuncias.

“El gobierno está maximizando un problema y esto lo complica, genera inseguridad, porque la impresión que da es que el presidente está usando a su hijo para pedirle a Bebianno que renuncie. ¿Él es el presidente de la República, o no? No es más un diputado, ni presidente de una asociación de militares. Entonces si tiene algún problema, tiene que comandar la solución, no puede, desde mi punto de vista, mezclar a la familia, porque termina generando inseguridad”, lo cruzó Maia.

Esta no es la única denuncia por corrupción que cerca a la familia Bolsonaro. Hace diez días, un juez de la Corte Suprema de Brasil ordenó que se retome una causa que involucra a otro hijo del mandatario, Flavio Bolsonaro por evasión fiscal. El Consejo de Control de Actividades Fiscales (Coaf) detectó que por la cuenta bancaria de un asesor de Bolsonaro hijo pasaron unos 255 mil dólares que no estarían justificados y que incluyen movimientos a la cuenta de la ahora primera dama, Michelle Bolsonaro.

Fuente: https://latinoamericapiensa.com/bolsonaro-en-la-mira-de-la-justicia-por-el-escandalo-de-los-candidatos-fantasma/15668/

Copiado de:  https://islamiacu.blogspot.com/2019/02/bolsonaro-envuelto-en-escandalo-por-candidatos-fantasma.html#more

“Israel nunca foi obrigado a respeitar as leis”

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Publicado por: Redação Irã News

Autor:
Publicada em 28/06/2017 às 17:20
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Foto:
Imagens como esta, do massacre de Kafr Qasim, contribuíram para conter a violência israelense. Mas nem tanto
por Leneide Duarte-Plon/De Paris
Carta Capital
A historiadora Sandrine Mansour demole a versão sionista que pretende justificar a tragédia dos palestinos
Para marcar os 50 anos da Guerra dos Seis Dias, de junho de 1967, quando Israel ocupou Gaza, o Golan, a Cisjordânia e Jerusalém Leste (até hoje apenas Gaza foi desocupada), a ONG francesa Attac promoveu, em Paris, juntamente com a Association France-Palestine Solidarité, a projeção do filme La Terre Parle Arabe, de Maryse Gargour.
Depois do filme, o público debateu com a doutora em História e pesquisadora franco-palestina Sandrine Mansour, autora, entre outros, do livro L’Histoire Occultée des Palestiniens, 1947-1953. Assim como o filme, ela desconstruiu os mitos fundadores do Estado de Israel, entre eles “a partida voluntária dos palestinos para o exílio, influenciados pelos países árabes”.
“Desde o fim do século XIX, o Comitê do Movimento Sionista encarregado de solucionar a expulsão dos palestinos chamava de transferência essa futura expulsão”, explica Mansour em entrevista exclusiva a CartaCapital.
A Nakba, ou Catástrofe, como os palestinos denominam a expulsão em diversas ondas, estendeu-se até a década de 1950. A primeira foi a de 1945, depois vieram mais três. A de março de 1948 expulsou mais de 300 mil palestinos. Depois, até os anos 1950, de 150 mil a 200 mil. Centenas de aldeias palestinas sumiram literalmente do mapa da antiga Palestina.
A historiadora explica que hoje, na França, os sionistas tentam assimilar qualquer crítica a Israel como antissemitismo, inclusive quando franceses do movimento internacional Boycott Désinvestissement Sanctions (BDS) conclamam ao boicote dos produtos israelenses para lutar contra o apartheid dos palestinos. Eles podem ser punidos com multa e pena de prisão.
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Sandrine e seu livro A História Ocultada dos Palestinos (Foto: Franck Tomps)
CartaCapital: Seu livro L’Histoire Occultée des Palestiniens, 1947-1953 lança novas luzes sobre a história dos palestinos. Que aspecto dessa história foi ocultado e por quem? Quais os mitos sionistas sobre a Palestina e seu povo?
Sandrine Mansour: Como muitos conflitos no mundo, a história escrita e disseminada foi a do vencedor, isto é, de Israel. Por outro lado, por causa da responsabilidade europeia no genocídio dos judeus na Europa, esta contribuiu nessa ocultação. Até porque a Europa teve, e continua a ter sob outras formas, um espírito colonial como o sionismo, que é uma ideologia nacional e colonial.
Por essas razões, a narrativa da história palestina foi ocultada durante muitos anos. Somente nos anos 1980 vimos surgir os livros dos “novos historiadores” israelenses que trabalharam com arquivos do Estado de Israel e puderam confirmar o que diziam os palestinos e trazer detalhes precisos (modo operacional, unidades sionistas ativas etc.).
Por outro lado, como em todos os traumatismos, os palestinos nomearam e dataram o mais significativo deles, a expulsão do maior número de palestinos de suas terras. É a Nakba, a Catástrofe. Ora, se a palavra é adequada, a data de 15 de maio de 1948 não é exata. As grandes expulsões começaram realmente no dia seguinte ao voto na ONU de 29 de novembro de 1947, que determinava a Partilha da Palestina. As expulsões prosseguiram por muitos anos, mas pode-se dizer que a Nakba diminuiu de intensidade em 1953, com o Massacre de Qibya.
CC: Por que diminuiu?
SM: Foi o início da generalização da foto de imprensa e a imagem de Israel foi arranhada. Houve diminuição, mas não cessou, pois em 1956 houve outro massacre em Kafr Qasim. Depois, nova expulsão de palestinos em 1967. Em seguida as expulsões continuam, mas de maneira regular, surda, na forma de demolições de casas, prisões, a construção do muro, colonização…
Entre os mitos há o da “terra sem povo para um povo sem terra”, enquanto os sionistas sabiam muito bem que a Palestina tinha uma grande população.
Foi disseminado também o mito de que os países árabes incentivaram os palestinos a partir, quando, na realidade, tratava-se de uma limpeza étnica, como diz o título do livro do historiador israelense Ilan Pappé. E esses mitos são numerosos nesse conflito duradouro.
CC: Em junho de 1967, depois da Guerra dos Seis Dias, Israel ocupou a Cisjordânia, Gaza, o Golan e Jerusalém Leste. Por que essa ocupação pôde continuar até hoje, com exceção de Gaza?
SM: Pela colonização que existe desde o início, pela impunidade total, já que, apesar de diferentes resoluções da ONU condenando a posse do território, Israel nunca foi obrigado a respeitar as leis. Além disso, há uma enorme máquina de propaganda no mundo lembrando a responsabilidade dos europeus durante o genocídio dos judeus, para impedir qualquer crítica à política de expansão de Israel.
O americano Norman Finkelstein chama isso de a “indústria do Holocausto”. E essa indústria de propaganda continua, já que hoje numerosos países se opõem às críticas contra o Estado de Israel, confundindo-as com antissionismo e antissemitismo. A crítica está cada vez mais controlada, o que dá a Israel tempo para prosseguir seu projeto colonial e esmagar todos os direitos dos palestinos.
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O historiador israelense Ilan Pappé sustenta que o que houve foi ‘uma limpeza étnica’ (Foto: Geoffrey Swaine/Rex)
CC: A expulsão dos palestinos é o tema do livro do historiador israelense Ilan Pappé, Le Nettoyage Ethnique de la Palestine. Ele diz que, nos anos 1920, os palestinos representavam entre 80% e 90% da população da Palestina, então sob mandato britânico. Por que os palestinos não podiam ficar nas aldeias que existiam no território atribuído pela ONU ao futuro Estado judeu e como a demografia mudou?
SM: A demografia mudou pela chegada de grande número de judeus vindos da Europa. Ajudados pelo governo britânico e, depois, pelos Estados Unidos, os sionistas queriam se instalar na Palestina e reivindicaram até mesmo outros territórios no momento da partilha do Estado Otomano. Mesmo a Grã-Bretanha tendo limitado a imigração de judeus, esta continuou progressiva de maneira ilegal.
As expulsões dos palestinos permitiram aos judeus tornar-se maioria no território que lhes foi atribuído. Instauraram um sistema de segregação que tornava os palestinos “ausentes”, mesmo que expulsos a apenas 100 metros. Enfim, por uma política repressiva que impedia aos palestinos retornar às suas casas, incentivando ao mesmo tempo até hoje a imigração de judeus para Israel.
Os palestinos já estavam fragilizados depois da repressão da Grande Revolta de 1936, em face de um movimento sionista muito poderoso, armado e financiado.
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Finkelstein denuncia a ‘indústria do Holocausto’ (Foto: Chen Xu/FotoArena)
CC: Como explicar o fato de os sionistas terem criado um Estado judaico e o Estado da Palestina ser ainda, 70 anos depois do Plano de Partilha, uma miragem para o povo palestino?
SM: Aceitando o Plano de Partilha, Israel não quis se contentar com ele. Os textos das discussões internas da Agência Judaica mostram bem que era uma estratégia para obter progressivamente mais pela guerra. A paz teria estancado a anexação de terras. De fato, foram os sionistas que convenceram os britânicos sobre o Plano de Partilha, primeiramente em 1922 e, depois, em 1937.
Para eles, era preciso pôr a mão em uma parte do território, reforçar sua instalação e, assim, prosseguir conquistando mais terras. Em 1948, graças à guerra árabe-israelense, Israel conquista 78% do território, bem mais do que o que lhe fora atribuído pelo Plano de Partilha de 1947.
Em 1967, Israel multiplica por quatro seu território em alguns dias. Depois a colonização tem como objetivo criar um fato consumado para garantir a conquista. O único problema é que hoje eles não podem expulsar como em 1947 ou 1967. Então, isolam os palestinos em três zonas da Cisjordânia e em Gaza.
E teve também a tomada do Golan, sem esquecer as guerras no Líbano e a tomada do Sinai. E fato de a ONU nunca ter conseguido, através de suas resoluções, impor a Israel o respeito ao direito internacional.
CC: Ilan Pappé escreve em seu livro: “Até a ocupação da Palestina pela Grã-Bretanha em 1918, o sionismo foi uma mistura de ideologia nacionalista e de prática colonial”. O sionismo de hoje tem outra imagem?
SM: Penso que não. Ele se tornou high tech (haja vista a força deles na internet), mas o que há é fundamentalmente uma ideologia colonial, racista também quando se vê como os israelenses tratam os judeus imigrados dos países da África Negra. E ele é nacional no sentido em que a religião judaica é a nacionalidade, antes de tudo. O projeto não foi alterado e a política do fato consumado serve a seus interesses.
CC: Israel vangloria-se de ser a “única democracia” no Oriente Médio. O conceito de democracia é adequado a Israel? E por que o país é tão obcecado pela demografia?
SM: Não se trata de uma democracia, mas de uma teocracia na qual a supremacia é dada aos judeus. Os palestinos que vivem em Israel se tornaram israelenses depois de 1948, porém não gozam dos mesmos direitos, ainda que tenham o direito de voto. É um sistema com diversos níveis, um apartheid que recusa essa denominação.
É como se Israel tivesse construído uma fachada “democrática” para agradar aos ocidentais (sim, pode haver artigos muito críticos na imprensa de israel), mas isso convive com um sistema de discriminação no interior de seu território (é proibido ensinar a Nakba nas escolas de Israel) e também nos territórios ocupados, onde os colonos têm todos os direitos (são armados e protegidos pelo Exército de Israel, como em Hebron), enquanto os palestinos não têm.
A demografia é uma ameaça desde o início do projeto sionista, já que o Comitê de Transferência tinha aconselhado que o número de “árabes” (eles procuram ignorar a palavra “palestinos”) não deveria superar 20% no território de Israel. Esse limite ainda em vigor não pode ser ultrapassado e, por isso, o governo impede que famílias separadas entre a Cisjordânia e Israel se reúnam em Israel.
Por isso eles querem deixar poucos palestinos na Zona C (delimitada pelos acordos de Oslo), equivalente a 62% da Cisjordânia, para poder anexar mais sem a população que se encontra amontoada nas zonas A e B, os 38% da Cisjordânia que corresponde a apenas 22% da Palestina histórica. Por isso também estão demolindo as casas palestinas de Jerusalém Leste e colocando colonos na cidade para mudar a demografia.
Um dos slogans dos sionistas entre eles era “mais terras e menos árabes”, título de outro excelente livro do historiador Nur Masalha. Por outro lado, utilizando a palavra árabe em vez de palestino, eles querem que os palestinos, o mundo árabe e os ocidentais admitam que, como os árabes têm vastos territórios, podem acolher os palestinos. Eles negam a especificidade, a origem e a história dos palestinos.
CC: Há uma fratura na sociedade israelense? Penso nos ex-militares da ONG Breaking the Silence, que denuncia a brutalidade da ocupação, e a ONG B’Tselem”, que se apresenta como “um centro israelense de informação para os direitos humanos nos territórios ocupados”.
SM: Essa fratura existe há anos. Ela foi mais forte nos anos 1990, depois da primeira Intifada. Contudo, os organismos israelenses que lutam nesse sentido indicam que o movimento se enfraqueceu depois de 2000, momento em que a “ameaça” iraquiana primeiro, depois iraniana, permitiu serrar fileira na sociedade israelense como vítima potencial.
Por outro lado, a sociedade israelense está em plena crise, econômica sobretudo, o que não facilita o desenvolvimento dessas ONGs. Elas são perseguidas pelas autoridades, há leis e ações judiciárias contra eles. A educação dada nas escolas mantém a ideia de que os palestinos são a causa de todos os males. O cineasta israelense Eyal Sivan mostra essa situação em seu filme Izkor: Ou les esclaves de la mémoire.
Fonte: https://www.iranews.com.br/israel-nunca-foi-obrigado-respeitar-as-leis/
Copiado de:  http://izidoroazevedo.blogspot.com/2019/02/israel-nunca-foi-obrigado-respeitar-as.html

Bebianno se reúne com Bolsonaro, recusa diretoria de estatal e vai deixar governo

BRASÍLIA —  O secretário-geral da Presidência, Gustavo Bebianno,vai deixar o governo. Em conversa com o presidente Jair Bolsonaronesta sexta-feira,  Bebianno foi convidado a ocupar a diretoria de uma estatal, mas não aceitou e, por isso, ficou decidido que vai sair do governo, segundo relato de auxiliares do presidente.

A permanência de Bebianno no governo tinha sido costurada pelo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, mas Bolsonaro não ficou satisfeito. Queria rebaixar o auxiliar de posto, o que não foi aceito por Bebianno. O ministro teria dito que a oferta era uma demonstração de “ingratidão”.

Segundo esses auxiliares, o presidente e seu ministro até teriam combinado uma nova conversa na segunda-feira, mas a divulgação pela imprensa da intenção de Bolsonaro de exonerá-lo teria acelerado o processo.

Ao longo da semana, Bebianno tentou ser recebido por Bolsonaro diversas vezes, mas vinha sendo ignorado. Nesta tarde, o presidente, finalmente, resolveu atendê-lo. Em um primeiro momento, a conversa teve a participação do vice-presidente Hamilton Mourão, de Onyx e de Augusto Heleno, chefe do Gabinete de Segurança Institucional. Ao final, o ministro e o presidente se reuniram sozinhos em um diálogo ríspido, com ataques de ambos os lados.

Envolto numa crise provocada pelo vereador Carlos Bolsonaro, filho do presidente, que trabalha pela demissão do desafeto no governo, o ministro passou os últimos dias tentando se segurar no cargo. Bebianno enfrenta um processo de desgaste provocado por denúncias envolvendo irregularidades na sua gestão à frente do caixa eleitoral do PSL, partido dele e de Bolsonaro.

Durante a crise, Bebianno recebeu o apoio de ministros palacianos, militares do governo e parlamentares, incluindo o presidente da Câmara, Rodrigo Maia . Eles consideraram grave o envolvimento de familiares de Bolsonaro com o governo e atuaram para segurar Bebianno no cargo e, consequentemente, evitar a imagem de que o rumo do Palácio é ditado pelos filhos do presidente. O trio que possui cargos eletivo é apontado como um gerador de crise para Bolsonaro. (O Globo)

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O insuportável novamente

Inacreditável, mais uma vez o tal MARUN, porta voz daquele descendente dos descobridores do vidro, aquele cretino que com o seu “coroné” de estimação (arrecadador) tomaram o Governo Federal e enfiaram os pés pelas mãos. Pois esse MALA SEM ALÇA mais uma vez está no Pampa Debates e por isto já vou trocar de Canal, pois esse é insuportável.

Se aproxima um inverno de muito pouco dinheiro circulando na cidade









O litoral sentirá os efeitos desse veraneio ainda nesse primeiro semestre. As casas contíguas a nossa estão vazias quase todo o tempo, diferente de veraneios anteriores.

Estivemos no denominado Centrinho no meio dessa tarde para fazer compras e o que vi me deixou preocupado. O movimento era o mesmo que ali ocorre em tais dias e horários fora do veraneio.

A única certeza que tenho é que o consumo de gasolina vem sendo muito grande assim como o de álcool, pois os poucos que aqui chegam gastam mais na compra cervejas que continua muito grande.

Nossas cidade e obviamente as demais do litoral norte terão um péssimo ano. Hoje encontramos tantas lojas abertas na cidade como lojas postas para ALUGAR.

Em compensação penso que temos aqui algo que realmente deve preocupar aos que pensam, pois GUINCHOS circulando vazios pela cidade como se estivessem procurando por “clientes ou patos”. Por certo nessa época do ano eles faturam um bom dinheiro. O inverno deles também será frio e longo.

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