Fiscais resgatam felinos que seriam vendidos a R$ 30 mil

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Uma onça-pintada e um gato maracajá fêmea foram resgatados pela Secretaria de Meio Ambiente de Coari, a 365 quilômetros de Manaus, pouco antes de serem vendidos cada um a cerca de R$ 30 mil a turistas estrangeiros. A partir da denúncia da prefeitura, a Polícia Federal no Amazonas vai começar investigar uma possível rede de mercado negro de animais silvestres.

“A parte mais difícil é identificar os compradores, que certamente tentariam o transporte por barco pela fronteira”, disse delegado do Meio Ambiente da PF, Carlos André Gastão.

Os animais foram entregues ontem à sede regional do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), em Manaus. Atualmente o Ibama mantém, além dos dois animais resgatados, quatro jaguatiricas e duas fêmeas de gatos mouriscos, à espera de adoção de zoológicos brasileiros, todos retirados de situação de maus tratos.

Segundo o agente ambiental da secretaria de Coari, Wagner Moreira Braga, as investigações duraram mais de um ano. Os animais foram criados por ribeirinhos desde filhotes. A onça batizada de Catarina estava magra e mal cuidada, tem cerca de um ano de idade e estava sendo mantida numa jaula onde mal conseguia ficar em pé. Já a fêmea de gato-maracajá, batizada de Renata, também tem cerca de um ano de idade e era mantida em um quarto com ar condicionado constantemente ligado e está com pneumonia.

De acordo com Braga, as denúncias da compra de outros animais foram feitas no ano passado. “Sabemos que onças e peixes-boi já foram vendidos a turistas que mantém zoológicos particulares”, contou. Eles compram os animais e transportam de barco até a fronteira com a Colômbia, numa viagem que pode durar até cinco dias.

A estimativa da Prefeitura de Coari é que esse mercado negro movimente cerca de R$ 300 mil por ano na cidade. “Temos poucos agentes, por isso nossa dificuldade em atuar e a necessidade de a Polícia Federal intervir”, defendeu Braga. Estadão

Fonte: www.camera2.com.br

Amazônia terá torre de pesquisa de 320 metros para monitorar a atmosfera

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Uma torre de 320 metros de altura será construída na Amazônia para monitorar a atmosfera e os gases-estufa. Com a torre, os cientistas esperam ter condições de fazer projeções mais confiáveis sobre os impactos das mudanças climáticas globais na Amazônia para os próximos 30 anos. A construção da estação de pesquisa, uma parceria entre Brasil e Alemanha, deve terminar no final do próximo ano e terá investimentos de R$ 24 milhões. No projeto Atto (Observatório Amazônico de Torre Alta), os cientistas farão as pesquisas 270 metros acima das copas das árvores. Hoje, as maiores torres usadas para pesquisas na região têm 67 metros.

“A grande função das torres será mostrar com dados científicos a importância da floresta amazônica em termos de serviços ambientais e, com isso, incentivar as políticas públicas e desenvolver instrumentos para combater o desmatamento”, diz Jochen Schöngart, pesquisador do Instituto Max Planck de Química, da Alemanha, que participa do projeto. Pelo Brasil, coordenam o projeto o Inpa (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia) e a Universidade Estadual do Amazonas. O Atto terá a maior torre de observação atmosférica da América Latina. Outras quatro torres de 80 metros serão erguidas no entorno da principal. O complexo será construído dentro da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã, em Presidente Figueiredo, a 133 quilômetros de Manaus. No entorno da torre maior serão instalados radares e perfiladores atmosféricos de temperatura, umidade, aerossóis e sensores de medidas de concentração e fluxos de gases.

Fonter: www.videversus.com.br

Serra das Confusões no Piauí será o maior parque do bioma Caatinga

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Seg, 15/Fev/2010 00:00 Política Ambiental

3296Importante sitio histórico e ecológico terá área ampliada com incorporação da Serra Vermelha. Acordo entre o MMA/ICMBio e o governo do estado foi fechado em Brasília

Numa das paisagens mais deslumbrantes do Piauí, o Parque Nacional da Serra das Confusões se tornará, a partir de março, a maior unidade de conservação da Caatinga ao incorporar aos seus quase 5,5 mil hectares parte da área da Serra Vermelha. Situado ao sul do estado em um bioma de transição com o Cerrado, o Parque preserva, ainda, sítios históricos de valor inestimável, além de ser um importante destino turístico do Nordeste.

Um acordo entre o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e o Governo do Piauí, que vinha sendo costurado desde 2008, foi fechado na quarta-feira (10/2) entre o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, e o governador do Piauí, Wellington Dias, em reunião no MMA com o presidente do ICMBio, Rômulo Mendes.

Com isso, as áreas de maior altitude da Serra Vermelha passam a integrar a área protegida, e a agropecuária poderá explorar as áreas mais baixas. O decreto ampliando o Parque deverá ser assinado no início de março pelo presidente Lula.

O entendimento prevê, ainda, a incorporação da reserva legal de 20% das propriedades, como é previsto pelo Código Florestal para o bioma Caatinga, pelo Parque. A medida é destinada a atender aos produtores que atuam no entorno daquela Unidade de Conservação e assegurar uma área maior para a produção.

O memorial descritivo da área está em fase de conclusão pelo ICMBio. Documento que servirá para definir, além do território a ser incorporado ao parque, a Área de Preservação Permanente (APP) para os pequenos, médios e grandes produtores da região. O Instituto já identificou a área de concentração prioritária para a produção na região de Novo Horizontina. A estimativa inicial é ampliar o Parque Serra das Confusões em 270 mil hectares, número que depende da conclusão do memorial.

Peixe Boi – Na reunião também foi discutida a criação no Piauí de um Refúgio da Vida Silvestre, na região litorânea de Cajueiro da Praia, no estuário do Rio Timona. A expectativa é que o Governo aproveite que 2010 foi declarado pela ONU como “Ano Internacional da Biodiversidade” para anunciar a medida. Pesquisadores identificaram a área como o único ponto no País onde o peixe boi marinho – uma das espécies brasileira mais ameaçadas de extinção – consegue se reproduzir naturalmente.

Segundo Rômulo Melo, os entendimentos são no sentido de compatibilizar as atividades turísticas à necessidade de conservação do peixe boi marinho. “Estamos discutindo com o Governo do Estado a possibilidade de ajustarmos os limites propostos originalmente, de forma a ampliarmos a conservação e ainda ser viabilizado o turismo, no que diz respeito à indústria hoteleira”, disse.

Clima – Durante o encontro, o governador do Piauí ainda entregou ao ministro documento com sugestões de medidas preventivas para o semiárido que possam ser especificadas no decreto de regulamentação do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima, que está em elaboração por vários ministérios, sob a coordenação da Casa Civil, desde que foi sancionado pelo presidente Lula em dezembro do ano passado.

Entre as ações sugeridas estão a proteção da fertilidade do solo, projetos de microbacias, mudanças do sistema de produção agrícola, planos de prevenção de erosão em períodos de cheias após longas estiagem, e outras iniciativas. “É mais barato impedir a degradação do que recuperar, sem contar o que se perde de qualidade de vida para a população e para a produção agrícola”, realçou o ministro Minc. MMA / EcoAgência.

Fonte:  www.portaldomeioambiente.org.br

A Usina de Belo Monte, a Advocacia Geral da União e os Procuradores Federais

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http://3.bp.blogspot.com/___EdwlBWfxM/Sq5byydf5lI/AAAAAAAAAno/qWtJcOmLr-c/s320/belo+monstro.JPGpor Carol Manzoli Palma e Francisco Saccomano Neto

No dia de hoje (04/02/2010) fomos surpreendidos com uma notícia publicada no “Estadão”, de que o Presidente Luiz Inácio autorizou a Advocacia Geral da União a divulgar nota onde ameaça os membros do Ministério Público Federal que promoverem ações judiciais com a finalidade de questionar as licenças e o andamento do processo de liberação da construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Pará.

Não entraremos na questão energética, na necessidade da construção e nem mesmo na questão dos impactos ambientais, mas sim, na questão do direito de um órgão constitucionalmente legitimado, que é o Ministério Público, de levar ao conhecimento do Poder Judiciário a discussão de tais questões.

Em primeiro lugar gostariamos de lembrar que no Brasil existe um curso de nível superior que forma Bacharéis em Direito. Após a conclusão deste curso, o Bacharel poderá optar por uma entre diversas carreiras, privadas ou públicas, dentre as quais destacamos as de Advogado da União e de membro do Ministério Público Federal.

Portanto, analisando a formação acadêmica, os membros dos dois órgãos são colegas. Além disso, ambos pertencem a um órgão Federal. O que os diferencia é a atuação de cada um.

Ao membro da Advocacia Geral da União cabe representar, judicial ou extrajudicialmente, a União, enquanto que ao Ministério Público Federal é reservada a tarefa de defender a ordem jurídica, o regime democrático e os interesses sociais e individuais indisponíveis.

Outro aspecto importante de se ressaltar é que uma das características principais da busca pela Justiça é a de que a maior parte dos procedimentos são contenciosos, ou seja, o autor vai a juízo em busca de uma prestação jurisdicional e o réu resiste a esta pretensão.

A nossa Carta Magna em seu artigo 5º, XXXV, diz que a lei não poderá excluir da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito.

Ora, ao que nos parece, a declaração da Advocacia Geral da União foi infeliz, pois não se pode impedir que o Ministério Público Federal, através de seus membros deixe de cumprir suas obrigações constitucionais, pois todos sabemos da importância da atuação firme e livre do Ministério Público.

Aliás, o combate travado diariamente entre advogados e promotores ou procuradores de Justiça se constituem na construção diária do Estado Democrático de Direito, cabendo ressaltar também a importância da liberdade de atuação dos membros da Magistratura.

Não descartamos que podem haver hipóteses de abusos do “Direito de Ação”, mas para isso, a Advocacia da União conta com profissionais competentes para liquidar através de preliminares ou prejudiciais de mérito as ações em sua fase inicial.

Assim, temos a certeza de que os Membros do Ministério Público Federal não se intimidarão com a “ameaça” formulada pela Advocacia Geral da União, e pedimos que continuem lutando a favor das causas ambientais. Por outro lado, esperamos que os membros da Advocacia Geral da União tenham disposição e competência para agir quando entenderem que existam abusos por partes de membros do Ministério Público. E acima de tudo esperamos que o Poder Judiciário tenha serenidade para decidir as questões.

Nossa maior preocupação, entretanto, é de que um dia a Advocacia Geral da União resolva mandar o mesmo recado aos Juízes Federais que acolherem as prestações ministeriais, de outros órgãos ou até mesmo setores da sociedade organizada.

Fonte: http://novoespacoambiental.blogspot.com/

Voluntário do Conselho Tutelar é espancado até a morte no interior do Amazonas

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O Comissário do Conselho Tutelar Laziel Celestino Cruz, de 20 anos, foi espancando e pisoteado até a morte, na noite da última terça-feira, 20, no município de Santa Isabel do Rio Negro, a 628 quilômetros de Manaus). A polícia suspeita que o crime tenha sido cometido por vingança.

O comissário trabalhava como voluntário do Conselho Tutelar do município. Segundo informações da polícia, ele foi morto quando voltava para casa depois de uma festa. O assassinato teria sido por vingança, já que o acusado de ter praticado o crime teria sido repreendido pelo comissário há alguns meses. A suspeita motivo foi confirmada pela presidente do Conselho Tutelar, Maria Auxiliadora Fontes.

A esposa de Laziel Cruz, Maria das Dores Celestino, que está grávida, confirmou que Laziel Cruz recebia ameaças de morte.

- Não imaginávamos que isso podia acontecer por ele trabalhar no conselho tutelar. Acreditamos que esse seja o motivo – afirmou.

O suspeito de ter matado o comissário é um menor de 16 anos, que está foragido. A Presidente do Conselho Tutelar pediu reforço no policiamento da cidade.Fonte: O Globo

Fonte: www.camera2.com.br

Museu da Amazônia constrói ‘planetário indígena’ em Manaus

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28.12.09 – 01:16

A partir de janeiro, quem visitar a capital do Amazonas poderá enxergar o céu de outra maneira. O Museu da Amazônia (Musa) acaba de construir um planetário para mostrar como diferentes grupos indígenas interpretam as estrelas.

“O mesmo céu era visto de forma distinta por cada etnia. Cada uma tinha seus mitos”, conta o astrônomo Germano Afonso, do Musa, que estuda a relação entre as culturas indígenas e os astros. “Eles faziam a leitura do céu para regular o cotidiano, a caça, a pesca. Pelo céu, eles sabem quando vai haver uma estiagem ou um pequeno período de chuva.”

Foto: Museu da Amazônia/DivulgaçãoO astrônomo Germano Afonso, do Musa, mostra a constelação que alguns povos indígenas conhecem como Homem Velho. Na cultura greco-romana, o mesmo conjunto de astros é conhecido como Órion, o caçador. (Foto: Museu da Amazônia/Divulgação) Cinco monitores indígenas já foram treinados pelo museu para explicar como seus povos interpretavam as estrelas. Eles são alunos da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e pertencem aos povos baré, desana, tukano e ticuna. “Como eles vão ser professores, também podem ensinar para as gerações mais novas”, explica Afonso.

Ampliar Foto Foto: Museu da Amazônia/Divulgação Foto: Museu da Amazônia/Divulgação Céu amazônico será projetado dentro de uma sala cilíndrica, que foi instalada na Reserva Ducke, em Manaus. (Foto: Museu da Amazônia/Divulgação) A sala onde os astros serão projetados tem formato cilíndrico, preparado para mostrar o céu da forma como é visto pelos povos amazônicos, que estão próximos ao Equador. Segundo o astrônomo, todos os equipamentos usados no planetário – incluindo os softwares de projeção – foram desenvolvidos na capital amazonense.

As instalações foram construídas na Reserva Adolpho Ducke, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), onde também está sendo construída a sede do Musa.
Fonte: G1

Fonte: www.camera2.com.br

Corte de luz da Venezuela custará R$ 50 milhões ao Brasil

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23.12.09

A Eletronorte –subsidiária da Eletrobrás na região Norte do país– prevê prejuízo de até R$ 50 milhões com a suspensão do envio pela Venezuela de 41% da energia consumida em parte de Roraima.

As perdas, diz a empresa, vão ser causadas pela reativação de termoelétricas e pela contratação de PIE (Produtores Independentes de Energia).

Consumo de energia elétrica na Venezuela deve ser reduzido em 20%

Para diminuir as perdas, a empresa diz que vai pedir recursos da CCC (Conta de Consumo de Combustíveis), tarifa cobrada de todos os consumidores para subsidiar a energia em regiões isoladas.

A partir de janeiro, os venezuelanos vão suspender o fornecimento de 20 MW (megawatts) mensais para o Estado. Em fevereiro, planejam suspender o envio de mais 20 MW.

Boa Vista e mais cinco cidades de Roraima consomem 97 MW mensais, energia que vem exclusivamente da Venezuela, já que o sistema de distribuição de energia do Estado não está interligado ao resto do Brasil. Fonte: Folha On Line

Fonte: www.camera2.com.br

Livro: Grandes Expedições à Amazônia Brasileira

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O Livro apresenta informações de maneira organizada nos meandros das incursões amazônicas, com notável qualidade de pesquisa e texto de João Meirelles Filho

Grandes Expedições à Amazônia Brasileira é uma inédita síntese textual e iconográfica sobre uma região que combina fascínio, cobiça, esperança, devaneio e aventura. O livro, recém-lançado pela editora Metalivros, destaca-se pela quantidade e diversidade de viagens, a riqueza das narrativas e os registros materiais (são cerca de 280 imagens, entre mapas, desenhos, fotografias ou coleções).
O texto do especialista João Meirelles Filho resulta de quase vinte anos de pesquisa histórica e envolvimento em iniciativas de educação, sustentabilidade ambiental e responsabilidade social na região amazônica. A obra, de 244 páginas, tem tiragem inicial de 3.000 exemplares.

O projeto, concebido pelo autor em conjunto com o editor Ronaldo Graça Couto, adota a estratégia de restringir o tema do ano de 1500 até as viagens de Rondon nos anos 1930 – visto que a partir disso a quantidade de expedições se multiplica exponencialmente em busca de riquezas, pesquisas de toda sorte ou mesmo de aventuras. “É a primeira obra a tratar do legado dessas incursões que tanto fizeram evoluir o conhecimento sobre a Amazônia localizada em território nacional”, diz Ronaldo da Graça Couto.

As 42 viagens selecionadas são apresentadas em ordem cronológica, a partir do momento em que a primeira expedição européia adentra a Amazônia. Cada capítulo está organizando em igual sequência, segundo a seguinte itemização: data da expedição; contexto histórico e cultural; líder (a biografia do líder ou dos líderes); principais colaboradores; percurso; obra (produção escrita e iconográfica); e principais contribuições. Em vista dessa organização, a primeira forma de ler a obra é simplesmente seguir a cronologia apresentada. Porém cada capítulo pode ser lido, aleatoriamente, em separado, já que trata de uma única expedição.

Grandes Expedições à Amazônia Brasileira faz parte de um pacote de lançamentos da Metalivros neste final de ano. Além de Capitais do Brasil, de Eduardo Logullo, que saiu no final de outubro, estão previstos também Jardins Marinhos Tropicais, de André Seale, Instantes do Mundo, de Antonella Kann, ambos para início de novembro, e Olhar de João – Fotografias de um Príncipe do Brasil, de D. João de Orleans e Bragança e Jardins Botânicos do Brasil, de Evaristo Eduardo de Miranda, com fotografias de Fabio Colombini, esses dois para o início de dezembro do corrente.

Metalivros
A Metalivros, de Ronaldo Graça Couto e de Robert Feith, consolidou-se como realizadora de projetos artísticos, culturais, ambientais e institucionais de qualidade, produzindo obras que abordam temas como ciências naturais, arte, história e arquitetura brasileiras. Hoje, duas entre cada três de suas publicações disponíveis têm o Brasil no título. Fundada no Rio de Janeiro em 1985 e mudando-se para São Paulo em 1990, a editora, também realizadora de exposições, privilegia a diversidade natural e cultural brasileira.
SERVIÇO:
Grandes Expedições à Amazônia Brasileira (Metalivros, 2009)
Texto: João Meirelles Filhos
Idioma: português
ISBN: 978-85-85371-78-4
Preço: R$ 140,00
244 páginas
244 imagens
www.metalivros.com.br
(Envolverde/Assessoria)

© Copyleft – É livre a reprodução exclusivamente para fins não comerciais, desde que o autor e a fonte sejam citados e esta nota seja incluída.

Saiba quais são os animais gigantes da Amazônia

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07.11.09

A Amazônia é a maior floresta tropical do mundo, mas não é só o tamanho de sua área que surpreende. Entre as espécies nativas da região, existem animais gigantes que despertam a curiosidade. Assim como a floresta, alguns desses bichos correm o risco de desaparecer. Conheça alguns deles:

Gigantes da Amazônia

Foto: DivulgaçãoFoto: Divulgação (Foto: Divulgação) BESOURO (Titanus giganteus)

Quem é: maior besouro do mundo e maior inseto, em termos de volume.
Tamanho: chega a 22 cm.
Peso: pode pesar 70 gramas.
Onde vive: na selva amazônica, onde o calor e a fartura de comida contribuem para seu desenvolvimento.
Curiosidades: a espécie é voadora e não pica, mas pode beliscar com força usando suas poderosas mandíbulas.

Foto: ICMBio/DivulgaçãoFoto: ICMBio/Divulgação (Foto: ICMBio/Divulgação) GAVIÃO REAL (Harpia harpyja)

Quem é: também chamada de harpia, é a maior ave de rapina do mundo.
Tamanho: entre 50 e 90 centímetros de altura e envergadura de 2 metros.
Peso: de 4 a 9 quilos.
Onde vive: com a destruição de outros habitats naturais, encontra-se praticamente restrita à Amazônia.

Ameaças: caça predatória.
Curiosidade: com suas enormes garras, a harpia captura macacos e preguiças nas árvores, em pleno vôo.

Foto: Jason Buberal/Creative CommonsFoto: Jason Buberal/Creative Commons (Foto: Jason Buberal/Wikimedia Commons) JACARÉ-AÇU (Melanosuchus Níger)

Quem é: maior jacaré sul-americano.
Tamanho: chega a 6 metros de comprimento.
Peso: pode pesar 300 quilos.
Onde vive: rios e lagos.
Curiosidade: quando o jacaré-açu captura uma presa pequena, ele a engole inteira. Quando a vítima é maior, o animal segura a presa pelas mandíbulas e a sacode até que ela se despedace.

Foto: Creative CommonsFoto: Creative Commons (Foto: Creative Commons) PIRARUCU (Arapaima gigas)

Quem é: um dos maiores peixes de água doce do mundo, conhecido como bacalhau da Amazônia.
Tamanho: pode alcançar 3 metros de comprimento.
Peso: pode pesar até 200 kg.
Onde vive: na bacia amazônica.
Ameaças: sua carne é bastante apreciada e o peixe tem sido pescado em excesso.
Curiosidade: as escamas da cauda e do ventre do pirarucu são vermelhas, o que justifica seu nome: “pira” (peixe) e “urucum” (vermelho), nos termos indígenas.

Foto: Eva Krocher / Wikimedia CommonsFoto: Eva Krocher / Wikimedia Commons (Foto: Eva Krocher / Wikimedia Commons) SUCURI (Eunectes murinus)

Quem é: uma das maiores serpentes não-venenosas do mundo.
Tamanho: já foram capturadas sucuris com até 10 metros.
Peso: de 30 a 90 quilos.
Onde vive: rios, lagos e matas.

Curiosidade: ela mata suas presas por sufocamento. Seu maxilar inferior é dividido em duas partes, o que lhe permite abrir a boca para engolir animais muito maiores, como capivaras (foto) e veados.

Foto: ICMBio/DivulgaçãoFoto: ICMBio/Divulgação (Foto: ICMBio/Divulgação) TARTARUGA-DA-AMAZÔNIA (Podocnemis expansa)

Quem é: maior quelônio (réptil com carapaça) de água doce do mundo.
Tamanho: 90 cm de comprimento.
Peso: em média, 50 kg.

Onde vive: rios e lagos.
Ameaças: Sua carne é um prato apreciado na Amazônia e muitos animais se alimentam dos filhotes.
Curiosidades: as tartarugas-da-Amazônia desovam dentro de buracos nas praias de rio. Quando os filhotes nascem, jacarés e aves ficam à espreita para devorá

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