Não temos Prefeito, temos empregador-mor.

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A rua em que residimos, Rua Rio Camisas é asfaltada assim como a Rua Rio Ibicui. Na Ibicui há palmeiras plantadas em toda a extensão. Tanto o asfalto como as palmeiras que a mim não agradam, aliás, não só a mim, pois os pássaros não conseguem fazer ali seus ninhos. Mas o que mais preocupa é que à Prefeitura restaria tão somente fazer a capina da rua. Pois nem mesmo isto eles fazem. Temos um Prefeito que não exerce suas obrigações, estando transformado no empregador-mor de nossa cidade e região.

Se você duvida, veja a horta de “agrião” que tomou conta do espaço entre o meio fio e a pista de rolamento da Rua Rio Ibicui.

(As fotos são de autoria do editor)

Conferência Internacional de Cidades Inovadoras 2010

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Inovação- Curitiba sedia Conferência Internacional de Cidades Inovadoras

Promovida pelo Sistema Fiep, a CICI2010 trará mais de 80 especialistas nacionais e internacionais para debater soluções que promovam a sustentabilidade e a prosperidade econômica e social nas cidades

Entre os dias 10 e 13 de março, Curitiba receberá mais de 80 especialistas de todo o mundo que irão debater caminhos para a construção de realidades urbanas mais inovadoras, prósperas e humanizadas. Uma iniciativa do Sistema Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), a Conferência Internacional de Cidades Inovadoras (CICI2010) trará experiências de sucesso em planejamento urbano, sustentabilidade, mobilidade, gestão e políticas públicas, entre outras, que transformaram cidades em ambientes propícios ao desenvolvimento econômico, social e ambiental.

Entre os nomes de peso que participarão da conferência estão Steve Johnson (EUA), autor de seis best-sellers que influenciaram desde ações de planejamento urbano até a luta contra o terrorismo; Pierre Lévy (Canadá), filósofo que estuda o conceito de inteligência colet iva; Marc Giget (França), diretor-fundador do Instituto Europeu de Estratégias Criativas e Inovação; Jaime Lerner (Brasil), arquiteto e urbanista, ex-prefeito de Curitiba; Jeff Olson (EUA), arquiteto e urbanista envolvido em projetos que contemplam espaços verdes e meios de transporte alternativos; Marc Weiss (EUA), presidente do Global Urban Development e líder do projeto Climate Prosperity; Clay Shirk (EUA), professor de Efeitos Econômicos e Sociais das Tecnologias da Internet e de New Media na New York University; e o arquiteto Mitsuru Senda (Japão). A lista completa e o currículo dos palestrantes estão no site www.cici2010.org.br.

Representantes de mais de 50 cidades, de todos os continentes, já confirmaram presença na CICI2010. O evento acontecerá dentro da área de mais de 80 mil metros quadrados do Cietep, sede da Fiep no Jardim Botânico que tem localização estratégica, com acesso fácil e rápido ao Aeroporto Internacional Afonso Pena e a apenas 5 quilômetros do centro de Curitiba. São esperados cerca de 1.500 inscritos, que participarão de uma série de atividades durante os quatro dias da conferência.

“A inovação é o único caminho para construirmos uma sociedade sustentá vel. E para que as empresas brasileiras e todo o País inovem é preciso, antes de tudo, que nossas cidades sejam inovadoras”, afirma o presidente do Sistema Fiep, Rodrigo da Rocha Loures. “A CICI2010 será uma grande oportunidade para que possamos pôr nossas cidades definitivamente na rota da inovação”, acrescenta.

Copromovida pelas prefeituras de Curitiba, Lyon (França), Bengaluru (Índia) e Austin (Estados Unidos) e com apoio institucional das Nações Unidas, a conferência é dirigida a empresários, gestores públicos, pesquisadores, estudantes e interessados em inovação. O evento está dividido em quatro grandes temas: “O reflorescimento das cidades”, com experiências de inovações sociais e tecnológicas para a construção de um novo ambiente urbano; “A reinvenção do governo a partir das cidades”, que trará inovações em gestão e experiências de inovações políticas e da cidade como sistema vivo; “A governança do desenvolvimento nas cidades”, uma mostra de experiências de inovações para o desenvolvimento local e apresentação de experiências de inovações para a sustentabilidade; e “Cidade-rede e redes de cidades”, que servirá para a formação do núcleo da Rede de Cidades Inovadoras.

Paralelamente à CICI2010 serão realizados outros eventos integrados, c omo a Conferência Internacional sobre Redes Sociais, o 1º Encontro Internacional de Cidades de Médio Porte e o 2º Encontro de Governos Locais da Índia, Brasil e África do Sul. E será lançado o projeto “Curitiba, Cidade Inovadora 2030”, que visa transformar a cidade e sua região metropolitana em um espaço propício à inovação, à educação e ao surgimento de uma indústria mais sustentável.

Inscrições – As inscrições para a Conferência Internacional de Cidades Inovadoras podem ser feitas pelo site www.cici2010.org.br. Até 21 de fevereiro, o pacote completo para acompanhar o evento, com acesso liberado a toda a programação da conferência, tem preço promocional de R$ 440,00. Estudantes têm 50% de desconto. Também é possível adquirir pacotes menores, para acompanhar uma ou mais conferências da noite, onde estarão alguns dos principais palestrantes da CICI2010. O pagamento pode ser feito por cartão de crédito ou depósito bancário.

Apoio: Planeta Voluntários

Conferência Internacional de Cidades Inovadoras 2010

Saiba mais: www.cici2010.org.br

Curitiba/ Paraná/ Brasil

Fonte: Agência de Notícias do Terceiro Setor

São Paulo: Plano Diretor sem revisão, e agora?

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Por Jorge Wilheim

A recente cassação de vereadores de São Paulo, em primeira instância, por terem recebido de 20% a 70% dos recursos de campanha de uma empresa (AIB), aparentemente inativa, porém fortemente vinculada ao Secovi, o sindicato das empresas do mercado imobiliário, deveria acarretar o adiamento ou cancelamento das discussões e da votação do Projeto de Lei (PL) nº 671/2007, que versa sobre a revisão do Plano Diretor Estratégico (PDE) – Lei nº 13.430, de 2002. A redação do parecer, elaborado pelo vereador Police Neto, não pode alterar essa situação constrangedora, além do que seu extenso texto passa ao largo de todas as alterações do plano, nitidamente beneficiando o setor imobiliário. O parecer termina pela aprovação do PL, porém transformado em substitutivo, em decorrência de eventuais debates em plenário que levem em consideração as diretrizes conceituais novas apresentadas pelo parecerista, revogando-se o plano vigente desde 2002.

Com efeito, é provável que o prefeito Gilberto Kassab, mais sensível do que seu antecessor, assim como os demais vereadores levem em consideração o acréscimo de resistência da mídia e das 180 entidades da sociedade civil – entre as quais o Defenda São Paulo, o Movimento Nossa São Paulo, o Polis e outras de igual prestígio – que se manifestam de forma precisa e homogênea contra as profundas alterações que o PL pretende fazer no Plano Diretor vigente, acusando essa revisão de apenas beneficiar o setor mais voraz do mercado imobiliário. Esses aspectos nocivos à cidade foram explicitados pelas entidades em reunião da Comissão de Urbanismo da Câmara Municipal: a inexistência de qualquer avaliação do plano vigente, a fim de justificar as revisões propostas; a retirada arbitrária de todas as diretrizes de longo prazo: sociais, econômicas, culturais, segurança, de abastecimento, educação e saúde, reduzindo o plano a uso de solo, ambiente e sistema viário; a retirada das macroáreas em que se determinam, para cada setor da cidade, as características de preservação, contenção, qualificação de urbanização consolidada, expansão com estruturação, as quais orientam a Lei de Uso do Solo, abrindo-se destarte a perspectiva para alterações arbitrárias do zoneamento.

Cumpre informar que o parecer do relator e a Prefeitura mencionam reuniões públicas realizadas, porém não informam o fato de que em nenhuma delas se apresentou, artigo por artigo, o que se propunha alterar ou mesmo retirar, tornando ineficaz o seu debate.

Por esses motivos as entidades sugeriam que a Câmara devolvesse o texto da revisão ao Executivo para que este procedesse a uma reformulação. No entanto, permiti-me, na ocasião, outra observação que agora torno pública. O PDE foi elaborado para uma vigência de 2002 a 2012. Durante os anos de 2010 e seguintes poder-se-ia iniciar a prévia avaliação, e não passar a construir o próximo plano. Mormente nas atuais circunstâncias, em que, independentemente da manutenção ou do cancelamento da cassação, boa parte da Câmara permanecerá sob o manto da suspeição de estar vinculada aos interesses do setor mais voraz do mercado imobiliário.

A fim de ir além do já determinado pelo inovador plano vigente e supondo que nos próximos dois anos haverá tempo para regulamentar importantes artigos existentes – assim como implantar os corredores de ônibus planejados, porém ainda faltantes, completar a construção dos restantes CEUs da periferia, ampliar a rede integrada de transporte público -, vejam, por exemplo, quantos temas surgidos nos últimos anos poderiam enriquecer o novo PDE:

Rever a legislação de transferência de potencial construtivo e proceder à normatização da densidade de veículos privados, como medidas de contenção edilícia, a fim de estancar o afogamento do trânsito no sistema viário, que já não corresponde ao volume de construção permitido; criação da rede de infradutos, melhorando a manutenção das redes e a paisagem urbana; elaboração e implantação dos planos de bairros, valorizando as referências locais e os pontos de encontro; aumento do poder dos subprefeitos e implantação dos conselhos de representantes; integração do Plano Diretor a um plano da macrometrópole, a fim de criar uma região urbanizada de São Paulo, com polos e núcleos interligados que implantem um novo modelo de vida urbana; ampla cobertura de ilhas digitais e telecentros; implantação de um Plano de Transporte de Cargas, criando-se os centros de transferência intermodal de cargas na proximidade das rodovia; elaboração do Programa Municipal de Mudanças Climáticas e implantação de suas ações estratégicas; alterações de gestão que instituam a prática de redes sociais público-privadas; invenção e modificação da tecnologia de tratamento de esgoto; implantação do programa de mobiliário urbano.

Menciono os exemplos acima para comprovar que a cidade ganharia se substituísse a proposta de revisão do plano vigente pela elaboração e discussão de subsídios para o próximo plano, abrindo a oportunidade para amplo debate até 2013. Valeria a pena, contudo, não perder alguns artigos de caráter ambiental, desdobramentos úteis e bem formulados do plano vigente e constantes do atual projeto de lei da revisão; eles poderiam ser objeto de um documento próprio a ser aprovado pela Câmara.

Informo, ainda, por pertinente, que no Movimento Nossa São Paulo já iniciamos um processo de estudo e debate do que poderia ser a São Paulo de 2022, ano-meta do próximo Plano Diretor, assim como ano de comemorações do bicentenário da Independência e do centenário da Semana de Arte Moderna…

Jorge Wilheim é arquiteto e urbanista. E-mail: jorge.Wilheim@jorgewilheim.com.br
Artigo publicado originalmente pelo jornal O Estado de S. Paulo
(Envolverde/O autor)

© Copyleft – É livre a reprodução exclusivamente para fins não comerciais, desde que o autor e a fonte sejam citados e esta nota seja incluída.

Toda vez que chove na cidade, muda a geografia da mesma e surge o LAGO CAMISAS

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Nesta tarde recebi comentário aqui no blog de um leitor que alega que a canalização feita por um dos condomínios que iria levar as águas da Rua Rio Camisas até o mar, não foi concluido pela Prefeitura em decorrência do que toda vez que chove, a Rua Rio Camisas se transforma no LAGO CAMISAS.

Faz poucos dias transitava pela mesma quando cheguei à margem do lago e fui obrigado a retornar pelo fato de não tenho carro anfíbio e não ser nadador. Fica aqui ao Prefeito a sugestão de que inclua no currículo das escolas municipais aulas de natação. Mas antes do próximo alagamento vou passar na Capesca e ver quanto custa um colete salva-vidas e adquirir para minha segurança já que embora a alta arrecadação  o Prefeito BASSANI sabedor de que esta sepultado politicamente com sua cassação que irreversível, pouco ou nada está fazendo pela cidade.

(fotos do editor)

Ao fundo sobre o passseio você vê o caminhão que recolhe dejetos dos cagadores móveis alugados pela Prefeitura por preços vergonhosos, o que será objeto de uma próxima matéria.

Desleixo do Prefeito com cidade.

Cidade 2 Comentários »

O desleixo do prefeito Bassani, o atual, com nossa cidade chegou a um nível não mais suportável.  Ele torra anualmente cerca de 2,5 milhões de reais com “estagiários” e isto entendo como campanha eleitoral continuada. Ele foi reeleito por ter transformado a Prefeitura num enorme cabide de empregos. E assim continua. É um gastador que não se contém. Penso que sua origem humilde o que não lhe permitiu alcançar maior escolaridade o tenha feito um ostentador dos mais expressivos. Nossas ruas, especialmente a minha, está tomada por “mato” junto ao meio fio e de assustar. Até sugiro a ele que ao invés dessas macegas que ali se proliferam que plante agrião, pois este poderia ser aproveitado na merenda escolar, sobrando assim mais dinheiro ainda para empregar e garantir votos possivelmente para sua irmã sucedê-lo, pois ele está com a corda no pescoço (teve seu mandato cassado não passado) e desta penso que não consiga sair.

A Avenida Paraguaçu igualmente está em estado deplorável. Nas proximidades da Rua rio Ibicui, rua em que habito, os buracos tomaram conta mais uma vez. Penso que tenha entrado expressiva soma nas burras municipais e se estiver certo ele nada fez talvez por pirraça. Há ainda outra possível explicação para este estado lamentável de nossa cidade que ele não mais vê. Por que digo isto? Explico. Ano passado ele licitou a compra de um automóvel de passeio que deveria ter determinada medida entre eixos, com bancos em couro preto, com air bag em todo o interior, direção hidráulica, tocador de CD com MP3, ar condicionado e rodas de liga leve. Este veículo custou tão somente 70 mil reais aos contribuintes e isto para dar a ele o conforto que entende merecedor. Será que merece mesmo? Diga você leitor comentando esta matéria.

Veja a seguir fotografias obtidas pelo editor que é retratista desde o ano de 1968.

Pedimos escusas aos leitores por não termos localizado a fotografia do carro de uso exclusivo de sua excelência, o qual é muito bem “guardado” a fim de não ser fotografado. Vamos obter foto do mesmo em breve e traremos a você leitor.

Leitores: Fantástico culpa a população pelas enchentes

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Atualizado em 07 de fevereiro de 2010 às 23:38 | Publicado em 07 de fevereiro de 2010 às 23:13

Fernando Vaz (07/02/2010 – 21:50)

Olá Azenha…

E para completar…

Novamente a Globo (fantastico!!!) coloca a culpa das enchentes em SP no lixo e na população.

Agora a pouco, em “reporcagem” de 10 minutos, o Fantastico!!! culpa a população e a falta de educação pelos constantes alagamentos em SP.

Quanto a manchete da folha…

Não dá nem para comentar, Sou de Recife, e só vejo desenvolvimento aqui.

Acho que esta reporcagem foi feita em Alagoas, unico estado nordestino dirigido por tucanos. está matéria nordestino e Brasileiro esperto não engole.

Ismar Curi (07/02/2010 – 21:47)

Falando em editoria, acabei de assitir no Fantástico o repórter criminalizar população da cidade de São Paulo pelas enchentes por causa do lixo deixado nas calçadas, a coisa foi longa, o próprio repórter disse que permaneceu 14 horas na rua para obervar como lixo iria impedir a água de escoar pelos coletores. Chegaram mesmo a introduzir uma micro-camêra dentro de uma galeria e mostrar todo o lixo lá. Depois entrevistaram rapidamente um especialista em drenagem, que de cara disse que não é possível culpar o cidadão comum, que deveria se investir em educação e infra-estrutura…e de pronto a reportagem não não discutir mais nada, e voltou ao lixo na rua. Incrível como a coisa pode ser tão anti-ética…

Saiba aqui o principal motivo pelo qual São Paulo alaga: a falta de limpeza do principal rio que atravessa a cidade, o rio Tietê.

Fonte:  http://www.viomundo.com.br

Diz o blogueiro – essa rede poderosa é das coisas mais desonestas que há neste país. Ou não sabem eles que governantes são parte do mesmo povo a que se referem? E mais ainda, não é o povo que permite a ocupação desenfreada de áreas onde a lei do parcelamento do solo não permite tal?

Prédio histórico corre risco de desabar no Centro da Capital

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Um prédio de 1917, tombado pelo Patrimônio Histórico, segundo a Secretaria Municipal de Obras e Viação (Smov), corre risco de desabar no Centro de Porto Alegre. A secretaria constatou risco iminente de queda da estrutura de oito metros, localizada na esquina das ruas Riachuelo e Marechal Floriano, números 308/310.

De acordo com a Smov, o local está desabitado e uma empresa já foi contratada emergencialmente para recuperar a fachada, segundo o diretor de divisão de controle da secretaria, Paulo André Machado. As obras, que serão cobradas judicialmente do proprietário, deverão ser iniciadas até o final de semana. “A responsabilidade pela manutenção do local é do proprietário”, disse. “Ele já foi notificado e autuado diversas vezes.” Por ser um prédio tombado, não é possível que ele seja derrubado. “A edificação está inserida na área cultural, prevista no Plano Diretor de Porto Alegre”, explicou.

Ainda de acordo com Machado, a edificação tem problemas na fachada e um incêndio, ocorrido anteriormente, também pode ter abalado a estrutura. A possível sua queda poderia causar danos em toda a extensão da rua. Mas não existe risco para os prédios que ficam ao lado, conforme o diretor.

As ruas foram bloqueadas preventivamente em função do risco. Desvios estão sendo feitos pela Salgado Filho, segundo a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC).  Agentes da empresa orientam os motoristas.

Ainda não há previsão para a liberação da área.Fonte: R7

Fonte: www.camera2.com.br

Melhora do transporte urbano em função da Copa trará mais conforto à população, diz ministro

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13.01.10 – 15:55

A melhora no transporte urbano nas grandes cidades, de modo a atender a população durante os eventos esportivos previstos para os próximos anos no país, vai proporcionar mais conforto àqueles que sofrem hoje as consequências da deficiência desse setor nas grandes cidades.

A avaliação foi feita nesta quarta-feira (13) pelo ministro das Cidades, Márcio Fortes, ao comentar o assunto em entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, da Empresa Brasil de Comunicação.

Ele destacou que o transporte individual está deixando o trânsito caótico nas grandes cidades, mas o cidadão que está ao volante e vê o povo no metrô ou nos ônibus urbanos “imprensado feito sardinha na lata”, com certeza prefere usar o seu carro e se submeter aos transtornos dos engarrafamentos e da falta de estacionamentos, a enftrentar o transporte de massa.

Segundo o ministro, é importante oferecer meios de locomoção que propiciem conforto, junto com o fator quantidade e usar originalidade e criatividade para desestimular as pessoas a usar o automóvel.

As obras previstas para melhorar o trânsito urbano estão previstas no PAC Mobilidade (PAC II), parte do Programa de Aceleração do Crescimento, para ser cumprida a partir de 2011, com foco para a realização no Brasil da Copa das Confederações, da Copa do Mundo de 2014 e da Olimpíada, em 2016.

O PAC Mobilidade será objeto de cerimônia prevista para o final da tarde desta quarta-feira, 13, no Palácio do Planalto, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de ministros, parlamentares e governadores.

A realização dos eventos no Brasil também cria a necessidade de investimentos governamentais em outras áreas, como segurança, saúde, além de mudanças em portos e aeroportos, lembrou o ministro.

Segundo Fortes, a reforma dos estádios será coordenada pelo ministro do Esporte, Orlando Silva, e as obras vão ter apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), com recursos de R$ 400 milhões, podendo também haver participação dos governos estaduais.

Na área do transporte aéreo, ele disse que tem sido discutida no governo a necessidade de alterações, principalmente no caso do Aeroporto Internacional de Brasília por ser um ponto de distribuição de voos. Os aeroportos vão contar com mudanças na área das pistas e nos terminais que servem aos passageiros.

A preocupação do governo, segundo o ministro, é que em todas as áreas tudo seja realizado a tempo. Ele lembrou que em muitos lugares vão ser feitas alterações urbanas relevantes, que levam tempo, como no caso da criação de corredores exclusivos para ônibus, a exemplo do que existe em Curitiba.

Em Brasília está prevista a criação de linha para Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) entre o Aeroporto Internacional e o início da Asa Sul, que vai facilitar o deslocamento de turistas e de torcedores.

Fonte: www.camera2.com.br

Rio limita total de cadeiras e proíbe a caipirinha e o queijo coalho em praias

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11.01.10 – 12:10

“Tem cadeira, Julio?”, pergunta com sotaque carregado o turista italiano. “Não, não tem.” Julio Capone, dono de uma barraca de cadeiras e guarda-sóis em Ipanema, na zona sul do Rio, baixa os olhos atrás dos óculos de grau. “Estou com a cara no chão.”

Desde que o Choque de Ordem desembarcou na praia onde ele trabalha há 28 anos, a negativa passou a ser frequente. A ação da prefeitura do Rio pela ordem pública, que há dois meses tenta “padronizar” Ipanema, Leblon e Arpoador, define o limite de 80 cadeiras e 40 guarda-sóis –Capone tinha 150 e 80 peças, respectivamente.

“Num dia de sol, trabalho com 300 pessoas. Lógico que elas não chegam no mesmo horário e, por isso, com minhas 150 cadeiras, eu podia atender a todos. Mas 80 é um absurdo, um desencontro.”

A prefeitura diz que o total de cadeiras guarda-sóis foi definido pela Associação do Comércio Legalizado de Praia, em documento com 820 assinaturas de comerciantes. Além das 80 cadeiras amarelas e 40 guarda-sóis, cada um dos 197 barraqueiros licenciados para as três praias recebe da prefeitura duas caixas térmicas, duas lixeiras e uma tenda branca.

As caixas térmicas, apenas duas, são outro motivo de queixa: “Temos mais justamente para deixar gelando os produtos. Vendia 200 cocos antes. Agora, só posso vender 120, porque não tenho como repor coco gelado. O cliente que vem a Ipanema não quer coco quente”, diz Capone.

“E não pode fazer caipirinha nem vender piña colada [drinque de abacaxi com leite condensado]. Também não pode abrir coco, porque não pode ter facão na barraca”, conta Maria José dos Reis, 38, paraibana que se mudou aos 17 anos para o Rio e trabalha desde então na areia.

Caipirinha, agora, só industrializada. O mate de galão –clássico das praias cariocas assim como o biscoito Globo– foi liberado, mas o queijo coalho, não. A prefeitura diz “tolerar” o mate de galão (embora a Vigilância Sanitária peça a proibição) e promete coletar amostras periodicamente para análises de qualidade.

A professora Vera Pereira, 60, há anos troca Teresópolis pela capital do Rio em Janeiro. Na última semana, sentada no Leme, contava orgulhosa seu feito: “Dois garotos jogavam bola na frente do mar. Fui lá, pedi para parar”.

Embora o Choque de Ordem deva chegar ao Leme e a Copacabana só em meados de janeiro, os garotos pararam: jogar bola, perto da água, seja como frescobol, futebol ou vôlei, está proibido das 8h às 17h. Fonte: Folha On Line

Fonte: www.camera2.com.br

Diz o blogueiro – o que ocorre lá vai ocorrer também em Camboriú e Capão onde há muita gente, gente demais mesmo para pouca praia.

RS: prefeito diz que construções em áreas de risco são comuns

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Após a forte chuva que causou deslizamentos de terras e matou uma pessoa no domingo em Três Coroas, a 72 km de Porto Alegre (RS), o prefeito do município, Rogério Grade (PMDB), afirmou na manhã desta segunda-feira que as construções de residências em áreas de encosta são comuns, já que a cidade é rodeada de morros. Em entrevista àRádio Gaúcha, Grade disse que as construções em áreas de risco causam preocupação, ainda mais porque a cidade possui poucos locais disponíveis seguros para fazer reassentamentos. “Não há muitas áreas disponíveis aqui que não sejam encostas de morro. Há toda essa dificuldade de se repensar outras situações para reassentar essas pessoas”, disse.

O Grade afirmou também que a prefeitura iniciou no domingo, em parceria com o Corpo de Bombeiros e Defesa Civil, um levantamento para mapear as áreas de risco da cidade e, com isso, saber o número exato de pessoas que residem em áreas de risco no município.

Depois de pronta, a documentação deve ser encaminhada aos governos Estadual e Federal. O objetivo é conseguir auxílios para reconstrução da cidade. “Acredito que até a metade do ano a gente consiga ter toda a documentação pronta e tentar alguma ajuda do governo”, disse.

Escavadeira e caminhão ajudam na limpeza da cidade
Além de Três Coroas, o município de Igrejinha também foi fortemente atingido pela chuva de domingo. A partir desta segunda-feira, uma escavadeira hidráulica e um caminhão ajudam no trabalho de limpeza das duas cidades.

De acordo com informações da Defesa Civil do Rio Grande do Sul, cerca de 30 pessoas ficaram desabrigadas e 150 desalojadas. Houve alagamento de casas, de fábricas e do comércio local. O Corpo de Bombeiros da Brigada Militar e voluntários de empresas de rafting da região ajudaram no resgate e socorro às vítimas. Equipes da Defesa Civil fazem agora o levantamento dos estragos.

Em diversos pontos, o tráfego de pessoas e veículos voltou a ser liberado, mas estradas do interior e locais com encostas permanecem bloqueados, o que dificulta o acesso dos moradores. A ponte mais antiga do centro de Igrejinha foi interditada por causa de uma rachadura. Também foi registrada a queda de barreira na RS-115, nos kms 27 e 14,5

Terra

Fonte: www.camera2.com.br

Diz o blogueiro – este perdeu ótima oportunidade de ficar de boca fechada. Lembro que ainda na Polícia Judiciária e lotado em Igrejinha, fui procurado pelo Roberto Argenta, então Prefeito daquela cidade o qual solicitava que fossem apuradas responsabilidades de loteadores em toda a cidade. Foi instaurado IP e resultaram diversas pessoas condenadas pela pratica de crimes decorrentes da não observação  da Lei do Parcelamento do Solo Urbano. Infelizmente os Prefeitos, com raríssimas e honrosas exceções, pouco conhecimento tem, resultando daí administrações desastrosas.

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