Restos de dinossauro são encontrados no Rio Grande do Sul

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28.01.10 – 17:05

Restos de dinossauro são encontrados no Rio Grande do Sul   DEshow(’180×150′,5,0); Nesta quarta-feira (27), paleontólogos brasileiros anunciaram a descoberta de um pequeno dinossauro carnívoro no município de São João do Polêsine, na Formação Santa Maria, na região Central do Rio Grande do Sul.

Os pesquisadores do projeto ULBRA Paleontologia, encontraram mais um esqueleto de uma mesma espécie que já haviam descoberto há um ano. Os restos fossilizados pertencem a um pequeno dinossauro de 50 cm de altura e aproximadamente 1,3 m de comprimento, com peso de cerca de 8 quilos. Eles teriam vivido há 228 milhões de anos.

A descoberta aconteceu em novembro de 2009, quando uma pequena vértebra foi avistada pelo biólogo André Augusto Brodt, que acompanhava uma expedição de busca.

O novo animal deve ser carnívoro e remonta à origem dos dinossauros. Segundo os paleontólogos da expedição Tiago Raugust, Sérgio Dias da Silva e Rodrigo Carrilho, os fósseis de dinossauros do período Triássico são raríssimos e não há mais que uma dezena de achados em todo o mundo.

Segundo Dias da Silva, o Rio Grande do Sul, e esta localidade em particular, tem muito a explicar sobre a diversificação inicial do grupo, já que este é o sexto tipo diferente de dinossauro Triássico encontrado no Estado.

“Esse achado reforça a idéia de que esse grupo tão diverso e bem sucedido no Jurássico e Cretáceo (períodos geológicos subsequentes ao Triássico) se diversificou em vários grupos, ainda no Triássico, e apenas alguns poucos milhões de anos após o seu surgimento na Terra”, afirma Dias.

*Com informações da Ulbra  Fonte: G1

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Cientistas decifram os genes dos cães

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Cientistas que participaram do maior rastreamento do DNA de dez raças de cães agora podem responder porque os shar-peis são tão enrugados e os poodles tão peludos. Em um estudo inédito divulgada esta semana no “Proceedings of the National Academy of Sciences”, pesquisadores decifraram 155 partes do código genético dos caninos que podem ter papel fundamental na hora de definir as características das raças, como tamanho, temperamento e pelo.

O shar-pei, por exemplo, tem uma mutação no gene HAS2, responsável pela produção de uma enzima essencial para a formação da pele. Para o pesquisador Joshua Akey, do Departamento de Ciências Genômicas da Universidade de Washington, a raça shar-pei provavelmente surgiu após o nascimento de um filhote com uma mutação que deixou sua pele muito enrugada.

- O dono do cachorro deve ter pensado que aquele visual era interessante, e começou a cruzá-lo com outros cães para criar outros animais enrugados – explica Akey.

Como existem mais de 400 raças de cachorros, o mapeamento do DNA dos cães tem sido uma inesgotável fonte de pesquisa para os geneticistas. Os cães estão ajudando os cientistas a descobrirem genes defeituosos em animais e em humanos, e em um futuro próximo podem ajudar a prevenir doenças genéticas.

Fonte: www.camera2.com. br

Aranha ‘gigante’ pode comer até lagartixa, dizem pesquisadores

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25.01.10 – 11:01

Um benefício do acordo de paz entre Israel e Jordânia, assinado há 15 anos, foi a cooperação e o intercâmbio científico entre os países.

Entre os esforços de cooperação mais recentes está um estudo do Vale do Arava envolvendo biólogos da Universidade de Haifa e colegas da Jordânia.

“Ficamos muito felizes em finalmente poder ver que tipo de diversidade existe do outro lado da fronteira”, afirmou Uri Shanas, biólogo do campus de Oranim da universidade. Eles estão observando diferenças biológicas entre o lado israelense, com sua economia agricultora no estilo ocidental, e o gerenciamento nômade de terras no lado da Jordânia.

Porém, em seus estudos, os pesquisadores descobriram outra coisa: uma nova espécie de aranha do deserto.

A aranha, da espécie Cerbalus aravensis, foi coletada nas dunas de Samar, na fronteira jordaniana. A C. aravensis é grande para os padrões de aranhas –até 12,7cm– e vive num pequeno esconderijo na areia, reforçando as paredes com seda. A aranha cobre o esconderijo com um tipo de porta, feita de seda coberta por areia. “Isso disfarça totalmente a entrada”, disse Shanas.

Os cientistas ainda têm de aprender muito sobre os hábitos da aranha, embora se suponha que ela coma insetos e, devido ao tamanho, talvez até pequenas lagartixas. No entanto, Shanas afirmou que o tempo pode estar se esgotando, pois seu habitat está em perigo. As dunas estão sendo usadas para material de construção.

“Elas realmente estão sob grande ameaça”, disse ele. “Quase não resta nada”.Fonte: Folha On Line

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Implante de eletrodos no cérebro pode aliviar sintomas de Parkinson e depressão

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Uma técnica similar ao uso do marcapasso, em pacientes cardíacos, tem sido usada com sucesso para tratar doenças do sistema nervoso, como o mal de Parkinson, e até casos de depressão e outros transtornos psiquiátricos, quando os medicamentos não trazem resultados.

Chamado de neuroestimulação por eletrodos, o procedimento – minimamente invasivo – consiste em implantar um pequeno aparelho que envia estímulos elétricos à região do cérebro envolvida nos sintomas da doença. Apesar de ser realizado há mais de dez anos no exterior, o tratamento ainda é pouco difundido entre os brasileiros.

Segundo o neurocirurgião Cláudio Fernandes Corrêa, do Centro de Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho, que já realizou mais de 20 implantes do gênero, a técnica é segura e apresenta excelentes resultados, mas ainda é pouco conhecida entre pacientes e mesmo entre alguns médicos. “Estamos muito aquém de nossa capacidade de realizar este procedimento no Brasil”, relata.

De acordo com Corrêa, é extremamente comum que os pacientes com doenças degenerativas sejam encaminhados para fazer o implante somente quando a doença já está em estágio avançado, sendo que uma intervenção mais precoce pouparia sofrimento.

Atalício Morbeck Nascimento, de 64 anos, é um desses casos. Residente do interior da Bahia, ele foi encaminhado ao neurocirurgião depois de esgotadas todas as possibilidades farmacológicas. Seis meses após o implante, a evolução expressiva é comemorada pelo irmão, Edvaldo: “A melhora foi de 95%. Ele precisava de ajuda para andar, comer e tomar banho, por causa dos tremores e da rigidez muscular, e agora consegue fazer tudo sozinho”, testemunha. Apesar de ainda ter que fazer fisioterapia para corrigir dificuldades para falar, o paciente diz não sentir mais dores. Além disso, pôde abrir mão de metade dos remédios que tomava antes.

Depressão resistenteEmbora a neuroestimulação por eletrodos já venha sendo utilizada em transtornos psiquiátricos refratários a remédios há alguns anos, o Brasil realizou apenas uma cirurgia desse tipo, até hoje, para depressão. “Não se pode dizer que todos os pacientes vão responder bem ao procedimento, mas é importante que haja a alternativa, uma vez que 20% dos casos são refratários a qualquer tratamento existente, como remédios, terapia e eletrochoque”, conta o médico.

O implante também tem se mostrado útil em pacientes com TOC (Transtorno Obsessivo-Compulsivo), dores crônicas, dependência química, quando terapias não invasivas são inócuas.

Como é a cirurgiaA técnica consiste na inserção de um eletrodo no cérebro do paciente, no núcleo respectivo ao seu problema. No caso de doenças como o Parkinson, em que o objetivo da terapia é combater os movimentos involuntários, o procedimento é realizado com o paciente acordado – apenas com anestesia local – para que ele possa responder aos resultados esperados pela ativação correta no alvo do eletrodo.

O local a ser atingido é matematicamente calculado por um físico que atua dentro da sala de cirurgia, com a ajuda de um software especial que cruza as imagens de ressonância magnética do paciente com mapas científicos, que apontam com precisão a área exata a ser estimulada.

Uma vez confirmado o local, o eletrodo, então, é conectado a um gerador externo, semelhante a um marcapasso, inserido abaixo da clavícula, que emite estímulos de alta frequência. A modulação é feita apenas alguns dias depois, no consultório, por um aparelho de telemetria.

Como não há lesão de nenhuma estrutura, apenas estímulo, o método é totalmente reversível. O principal risco, embora pequeno, é de infecção no pós-operatório. “Nesse caso, é preciso tirar todo o material para tratar”, diz Corrêa. Outro problema possível, mas pouco frequente, é o rompimento de algum vaso durante a inserção do eletrodo. O risco é de aproximadamente 2% e, segundo o neurocirurgião, até hoje não foi registrada nenhuma morte associada ao procedimento

UOL

Fonte: www.camera2.com.br

Técnica indolor com jatos de plasma pode substituir broca de dentista

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Técnica indolor com jatos de plasma pode substituir broca de dentistaDentista (arquivo)

Plasma frio pode destruir as bactérias alojadas nas cavidades dos dentes

Cientistas alemães apresentaram uma nova tecnologia de tratamento dentário a base de jatos de plasma, que, segundo eles, cortará significativamente a dor e o desconforto causados pelos tratamentos convencionais com broca.

O estudo, realizado pela Universidade de Saarland e relatados na revista especializadaJournal of Medical Microbiology, descobriu que o plasma destruiu as bactérias em dentes infectados.

Stefan Rupf, que liderou o estudo, afirmou que a baixa temperatura do plasma matou os micróbios e preservou o dente.

“A broca é uma experiência que gera muito desconforto e, em algumas vezes, dor. Por outro lado, o plasma frio é um método completamente sem contato (com o dente) que é muito eficaz”, afirmou.

“Atualmente há muito progresso no campo da medicina com uso de plasma e o tratamento clínico para cavidades dentais pode ser esperado para dentro de três a cinco anos.”

Normalmente, a broca do dentista é usada para limpar a bactéria alojada em uma cavidade no dente, uma cárie, antes do dentista preencher a cavidade.

A equipe de pesquisadores da Universidade Saarland usou o jato de plasma com o mesmo propósito e constatou que o novo procedimento é capaz de fazer a limpeza de forma rápida e eficaz, mesmo quando a bactéria estava alojada na dentina, a principal parte do dente, abaixo do esmalte.

Luzes fluorescentes

A matéria pode se apresentar em vários estados: sólido, líquido, gasoso e um quarto estado, plasma, que é na verdade o estado mais comum no Universo.

Existem muitas formas naturais de plasma, na matéria que forma o Sol e nos raios que caem durante tempestades, e o uso de plasma artificial é bastante comum na tecnologia moderna, por exemplo em luzes fluorescentes e na fabricação de semicondutores.

O plasma artificial pode ser criado quando se adiciona energia a um gás, usando um campo elétrico ou laser. A matéria resultante pode se comportar de forma diferente quando entra em contato com outras partículas.

Muitos plasmas artificiais podem ser extremamente quentes. Mas o progresso alcançado nos últimos anos permitiu a criação do plasma frio.

Com isso, os cientistas conseguiram desenvolver técnicas que permitem o uso deste plasma para tratar áreas minúsculas específicas no corpo humano. O jato de plasma é capaz de atingir e eliminar bactérias sem afetar o tecido ao redor.

O professor Bill Graham, físico da Universidade Queen’s, de Belfast, afirmou que a medicina com uso de plasma tem o potencial para atingir alvos minúsculos, talvez até uma única célula.

Graham afirma que “bisturis de plasma” já estão sendo usados na medicina esportiva e também há interesse no uso deste instrumento em pacientes com queimaduras.

“Obviamente, assim como com qualquer outro tratamento, precisamos verificar se pode ser usado com segurança, mas não há provas no momento de que existam problemas”, afirmou.


Fonte: BBC Brasil

Arqueólogos acham esqueletos abraçados há 6 mil anos

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21.01.10 – 15:53

Após 20 meses de investigações, arqueólogos da Espanha concluíram que um par de esqueletos encontrados abraçados, no sul do país, tem 6 mil anos.

Embora os ossos tenham sido achados em 2008, a revelação de que eles foram encontrados só foi feita agora, após o estudo detalhado dos esqueletos – que especialistas estão chamando de “os apaixonados”.

A descoberta foi feita por acaso por operários da prefeitura de San Fernando, na província de Cádiz, quando eles preparavam um terreno para construir um estádio de hóquei sobre grama.

Cientistas consideraram o achado “extraordinário do ponto de vista emocional”.

Segundo a antropóloga Milagros Macías, que analisou a fossa dos esqueletos, “o indivíduo depositado à direita corresponde a um adulto com idade dental estimada entre 35 e 40 anos e o da esquerda corresponde a uma menina de 12 anos”.

O relatório confirma ainda que os dois teriam sido enterrados abraçados de propósito.

“Não há dúvidas sobre a intenção por parte dos que executaram o enterro de que houvesse contato físico entre ambos, Já que certamente existiria um forte vínculo afetivo (entre eles).”

Vínculo de amor

O diretor das escavações, Eduardo Vijande, no entanto, diz que “ainda é cedo para garantir que se trate de um casal apaixonado”.

Segundo ele, falta conhecer os resultados das provas antropomórficas e antropométricas para saber se o esqueleto da direita, o adulto, pertence a um homem ou uma mulher, além de exames de DNA que poderiam determinar a existência de uma relação familiar entre ambos.

“Poderiam ser pai e filha, ou mãe e filha, o que mudaria o romantismo do descobrimento, mas ainda assim mantém o vínculo de um grande amor”, afirmou Vijande.

O estudo sobre as ossadas, feito pelo gabinete arqueológico Figlina, destaca a forma em que os braços e pernas foram entrelaçados indicando “mortes simultâneas ou muito próximas no tempo”.

Os investigadores se surpreenderam também com a descoberta de pigmentação ocre na metade inferior dos esqueletos e a localização de várias agulhas de osso na parte posterior do crânio do indivíduo adulto.

Segundo os antropólogos, isso estaria relacionado com os costumes de penteado da época.

O local onde os esqueletos foram descobertos, em San Fernando, se tornou grande sítio arqueológico.

Lá foi encontrado um cemitério pré-histórico de 6 mil anos de idade, do período neolítico, com 83 ossadas em um estado de conservação que surpreendeu os especialistas.Fonte: Estadão

Fonte: www.camera2.com.br

Caverna no México tem os maiores cristais do mundo

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Foto: BBCCaverna Naica, no México (Foto: BBC)

Uma equipe da BBC, do programa sobre geologia How the Earth Made Us (“Como a Terra nos moldou”, em tradução livre) se tornou uma das poucas do mundo a conseguir mostrar a Caverna dos Cristais, ou Caverna Naica, no México.
A caverna foi descoberta em 2000, por acidente, quando mineradores das minas de prata de Naica, no norte do México, conseguiram atravessar uma das paredes da caverna e ficaram surpresos ao descobrir cristais enormes, que depois se revelaram os maiores cristais naturais já encontrados no mundo.
A câmara subterrânea tem algumas estruturas facetadas de selenita que chegam a mais de dez metros de extensão.
A equipe do programa da BBC foi liderada pelo professor de geologia da Universidade de Plymouth, Grã-Bretanha, Iain Stewart.
“É um lugar glorioso, parece uma exposição de arte moderna”, afirmou o professor.
No entanto, segundo Stewart, para os responsáveis pelas minas de Naica, a Caverna dos Cristais tem importância secundária, é apenas um passatempo.
“Eles não ganham nenhum dinheiro (com a caverna) e, cedo ou tarde, quando a situação financeira das minas mudar, será fechada”, disse o professor. “As bombas de água serão retiradas e a caverna será inundada, e os cristais, mais uma vez, ficarão fora de nosso alcance.”

Condições extremasQuando os primeiros exploradores entraram na caverna, eles foram quase vencidos pelas condições dentro dentro do local, saindo de lá quase inconscientes. A temperatura chega aos 50 graus centígrados e a umidade é de 100%.
“A combinação significa que, quando você inala o ar, a superfície de seus pulmões é, na verdade, a superfície mais fria que o ar encontra. Isto significa que os fluidos começam a condensar dentro dos pulmões – e isto não é uma boa notícia”, afirmou o professor.
A equipe da BBC precisou usar uma espécie de roupa refrigeradora, que é parecida com um casaco com um compartimento para a colocação de cubos de gelo. E também uma máscara ligada a um sistema que fornecia ar fresco e seco para a equipe.
“Tudo bem tirar a máscara por um tempo, mas se você ficar sem ela por cerca de dez minutos é provável que comece a passar mal”, disse Stewart.

Mais cristaisStewart lembra que poucos geólogos tiveram a chance de chegar até a caverna.
“Eu ficava me lembrando toda hora: ‘Você está na Caverna de Naica’, pois apenas um punhado de geólogos teve a chance de chegar até lá, então eu sabia do privilégio que desfrutava”, afirmou.
Apesar da perspectiva de fechamento da Caverna dos Cristais, o geólogo afirma que um consolo para os estudiosos é que talvez existam muitas outras cavernas como a de Naica que ainda precisam ser descobertas.
“Para começar, a geologia em volta da caverna sugere que podem existir mais cavernas de cristais na região em volta de Naica”, afirmou. “Mas, de uma forma mais ampla, a crosta da Terra deve ter mais maravilhas como esta.

G1

Fonte: www.camera2.com.br

Ancestrais de europeus vieram do Oriente Médio

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Um novo estudo feito pela Universidade de Leicester indica que a maior parte dos homens europeus descende de agricultores que migraram do Oriente Médio para outras partes da Europa há 10 mil anos. As descobertas foram publicada na última edição do “PLoS Biology”.

Historiadores debates até hoje os motivos que causaram a migração dos agricultores para as mais diversas partes partes da Europa. Com o rastreamento da diversidade genética da população, cientistas estão conseguindo entender melhor este processo. No mais recente estudo, o pesquisador Mark Jobling examinou a diversidade do cromossomo Y, que passa de pai para filho. Seu grupo focou no tipo mais comum do cromossomo, presente em cerca de 110 milhões de europeus. O resultado mostra que a incidência deste cromossomo aumenta do noroeste para o sudeste europeu, sendo mais comum na Irlanda, e que 80% dos europeus têm o cromossomo Y dos agricultores do Oriente Médio.

A invenção da agricultura é talvez uma das mais importantes culturais na história do homem moderno. O aumento da produção de comida incentivou o desenvolvimento das sociedades e culminou nos mais de 7 bilhões de pessoas atualmente no mundo. Na Europa, a agricultura espalhou-se do Crescente Fértil, região que ia do leste do Mediterrâneo à costa do Golfo Pérsico, e incluía os vales do Tigre e Eufrates.Fonte: O Globo

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Análises de tipo de fonte termal sugerem novas possibilidades para a evolução da vida

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Restam poucos lugares a serem explorados nos continentes da Terra, e é improvável que muitas novas maravilhas naturais sejam reveladas em algum ponto remoto. Mas abaixo da superfície oceânica é outra história. Sabemos mais sobre as características de Marte que sobre os 75% subaquáticos de nosso próprio planeta. Surpresas incríveis nos aguardam ali.

Uma delas foi desvendada em dezembro de 2000. Uma expedição que mapeava uma montanha submersa, conhecida como maciço Atlantis, a meio caminho entre as ilhas Bermudas e Canárias, e a 800 metros abaixo da superfície do Atlântico Norte, deparou com um pilar de rocha branca, alto como um edifício de 20 andares, que se erguia do leito marinho. Com auxílio do veículo de controle remoto, Argo II, e o submergível tripulado Alvin, os cientistas fizeram um levantamento e colheram amostras da misteriosa torre. Embora restrições de tempo limitassem a investigação a um único mergulho do Alvin, os pesquisadores conseguiram reunir informações suficientes para determinar que a formação rochosa era apenas uma de várias estruturas semelhantes que emitiam água marítima morna. Eles haviam descoberto uma região de fontes termais submarinas, que batizaram de Campo Hidrotermal de Lost City. E ele não se assemelhava a nada conhecido, nem às agora famosas “black smokers” (fumarolas, ou chaminés negras).

O relato inicial sobre o achado, publicado na revista Nature em julho de 2001, suscitou ondas de empolgação na comunidade científica. A principal autora, a geóloga Deborah S. Kelley, da University of Washington, e seus colegas levantaram várias questões fundamentais. Como esse campo hidrotermal se formou? Que tipos de organismos vivem lá e como sobrevivem? Em 2003, Kelley chefiou uma abrangente expedição, de seis semanas, a Lost City para averiguar. Agora, após anos de minuciosas análises das amostras colhidas nessa missão, os cientistas começam a dar respostas fascinantes.

As descobertas do campo termal levaram à reconsideração de noções há muito aceitas sobre o ambiente químico que pode ter propiciado o aparecimento da vida na Terra. Além disso, os resultados acarretaram uma expansão das ideias científicas sobre onde, além deste Planeta Azul, seria possível encontrar vida – e desafiaram os conceitos estabelecidos sobre como procurar por ela.Fonte: UOL

Fonte: www.camera2.com.br

Menina encontra polvo mortífero ao lavar conchas em banheira

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Australiana de seis anos mostra polvo mortífero que ela encontrou em uma concha

O polvo que chega a apenas 20 centímetros tem veneno mortal

Uma menina de seis anos encontrou um polvo que possui veneno mortal enquanto lavava conchas na banheira de sua casa, em Victoria, na Austrália.

O polvo-de-anéis-azuis, nome popular do Hapalochlaena maculosa, estava escondido dentro de uma das conchas que Holly Smith havia coletado na praia de Point Lonsdale, no sudeste do país.

Por ter ficado muito tempo fora da água salgada, o animal acabou morrendo e foi guardado pelo pai de Holly em um frasco de vidro (como mostra a foto acima).

Essa espécie de polvo é pequena, chegando no máximo a 20 centímetros de comprimento.

Porém, apesar do tamanho, ele é considerado uma das criaturas marinhas mais venenosas existentes.

O veneno do animal, suficiente para paralisar dez homens, é produzido por bactérias nas glândulas salivares do polvo.

O veneno contém tetrodoxina, que causa paralisia motora e parada respiratória, e não tem antídoto.

A picada do polvo-de-anéis-azuis pode provocar a morte em cerca de meia hora.

Segundo o ecologista Alex Giannuzzi do Centro Marinho de Queenscliff, a espécie é muito comum na Austrália, “mas é um animal muito tímido que gosta de esconder-se em lugares mais calmos e protegidos”.

O animal só ataca humanos se for provocado. BBC Brasil

Fonte: www.camera2.com.br

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