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A cidade de Estrela no Vale do Taquari é uma pacata cidade separada de Lajeado pelo rio que estabelece a divisa municipal. Lá habitam minha filha, genro e netos. Semana passada minha filha me mandou fotos de lá já preparada ao Natal. Ocorre que lá como em Gramado os comerciantes colocam a mão no bolso na hora de comemorar o Natal vez que eles são os maiores interessados no consumismo verificado nessa e em tantas outras datas “festivas”. Recebi de alguns leitores protestos por não termos nossa cidade enfeitada em razão de tal data. Faz dois anos a Prefeitura comprou alguns materiais de decoração natalina que custaram cerca de 40 mil reais. Ao que sei nenhum bolicheiro, digo, comerciante enfiou a mão na própria guaiaca. Aqui as coisas são assim, ou seja, gostam de festas e mais festas desde que as mesmas sejam com dinheiro do erário.
Como disse faz dois anos que enfeitaram a Praça Ramiro Correa e lá levamos nosso neto, o Guilherme Luís e este se encantou com um enorme burro que lá estava. Quando me perguntou de quem era o tal burro caí na asneira de dizer a ele que o prefeito havia comprado o tal. Dali em diante todos os anos ele quando aqui chega nos diz que quer ir ver o burro do prefeito. Como crianças são crianças e o prefeito de burro não tem nada, pois apenas inculto, deixo o Guilherme assim se expressar. Andaram licitando alguma empresa para a decoração de Natal. Se não estou enganado ano passado tal não foi necessário, pois o investimento já havia sido feito e bastava tão somente montar tais tralhas.
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A criação geme!
(Romanos 8: 20,22)
A lei, quando em boas mãos, pode ser de grande utilidade.
Como Advogados (a), Juízes (a), Promotores (a), Delegados (a), ou como simples cidadão, nós podemos muito, podemos defender os indefesos, os fracos, os inocentes.
Para começar, repasse esta mensagem.
NÃO SE OMITA!
Diz o blogueiro – realmente revoltante tal comportamento e tudo para suprir a vaidade de algumas criaturas destituídas de sentimentos outros que não a vaidade. Em que mesmo diferimos dos nossos ancestrais, aqueles que viveram nas cavernas?
Desagravo Público em Gramado reafirma defesa das prerrogativas da advocacia
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Guilherme Castelli – OAB/RS |
Ato foi realizado na sala da OAB/RS no Foro local, nesta sexta-feira (18).
Conduzida pelo presidente da OAB/RS, Claudio Lamachia, foi realizada, nesta sexta-feira (18), em Gramado, sessão de Desagravo Público ao advogado Fábio Leandro Rods Ferreira. O profissional teve as prerrogativas desrespeitadas pelo capitão da Brigada Militar Maurício Ferro Correa, que proferiu inadequado juízo de valor de caráter ofensivo e intimidatório sobre um recurso elaborado por Ferreira. A atitude pretendeu desqualificar o trabalho do profissional.
O ato foi realizado na sala da Ordem gaúcha no Foro de Gramado, com a presença do presidente da subseção local, Luiz Guilherme Steffens, e do presidente da Comissão de Defesa, Assistência e Prerrogativas (CDAP), conselheiro seccional Marcelo Bertoluci, além da procuradora do município Carolina Fisch.
Após a leitura da Nota de Desagravo, feita por Bertoluci, Lamachia destacou que a Ordem não admite qualquer desrespeito às prerrogativas da advocacia. "O advogado tem a responsabilidade de representar o cidadão na busca dos direitos à Justiça e, portanto, é inaceitável que as prerrogativas sejam violadas", lembrou. O processo de Desagravo, aprovado pelo Conselho Pleno, teve como relator o conselheiro seccional Darci Norte Rebelo Jr.
No caso em questão, o desagravado, no exercício da profissão, elaborou recurso administrativo em favor de seu constituinte, policial militar, com o intuito de anular processo administrativo disciplinar ou converter a punição em advertência. No julgamento, diante de toda a tropa, o capitão da Brigada Militar Maurício Ferro Correa proferiu a ofensa em relação ao recurso, atingindo o profissional e a classe.
Segundo Bertoluci, é fundamental que os advogados procurem a OAB/RS, por meio da CDAP, quando houver violação das prerrogativas. "É uma atitude que ajuda na valorização de toda a advocacia, pois quando um profissional é atingido, toda a classe também é", destacou.
Saiba mais
O Desagravo Público é uma medida do Conselho Pleno da OAB/RS em favor de advogado que tenha sido ofendido no exercício da profissão ou em razão dela. É um instrumento de defesa dos direitos e prerrogativas da advocacia. A Ordem dispõe todo o suporte jurídico ao profissional, tanto em Ação Penal quanto em eventual Ação Civil.
Confira a íntegra da nota de Desagravo:
NOTA DE DESAGRAVO PÚBLICO:
PROCESSO Nº: 280683/2010
A Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Rio Grande do Sul, nesta sessão pública de desagravo, manifesta sua solidariedade e apoio ao advogado Fábio Leandro Rods Ferreira, OABRS 74.779, em razão de ele ter sofrido violação de suas prerrogativas profissionais, estabelecidas no art. 7º, da Lei nº 8.906/94, como se passa a relatar.
O Dr. Fábio, no exercício de suas prerrogativas profissionais, elaborou recurso administrativo em favor de seu constituinte, policial militar, com o intuito anular processo administrativo disciplinar ou converter a punição em advertência.
O Advogado desagravado cursou pós-graduação em segurança pública, é titulado emérito pelo Comando Militar do Sul e tem experiência neste ramo, tendo elaborado o recurso administrativo de forma respeitosa e com boa técnica jurídica.
No julgamento, lido diante de toda a tropa, o Capitão Maurício Ferro Correa, proferiu inadequado juízo de valor de caráter ofensivo e intimidatório sobre o recurso elaborado, pretendendo desqualificar o trabalho do procurador. Dessa forma, ofendeu ao Advogado e a toda categoria.
Ora, compete a quem julga acolher ou não as teses expostas, aplicando a lei ao caso concreto, submetido ao órgão judicante. Não é o advogado quem está em sendo julgado, razão pela qual é descabido o juízo de valor emitido em relação ao trabalho do profissional.
Não há hierarquia nem subordinação entre advogados, julgadores e membros do Ministério Público [Lei nº 8.906/94, art. 6º] – e no caso em tela o Capitão Maurício estava exercendo a função de julgador -, pois só há o devido processo legal com esse equilíbrio entre esses atores do processo. Por isso que, no exercício da profissão, o advogado é inviolável por seus atos e manifestações [Lei nº 8.906/94, art. 2º, §3º].
Por tudo isso, com fulcro no art. 7º, inc. XVII e §5º, da Lei nº 8.906/94, realiza-se esta sessão pública de desagravo ao profissional mencionado, em repúdio à atitude do Capitão Maurício Ferro Correa, que reuniu a tropa para proferir manifestação intimidatória contra o Dr. Fábio Leandro Rods Ferreira.
A Seccional Gaúcha da Ordem dos Advogados do Rio Grande do Sul está e sempre estará ao lado do direito e solidária com os advogados que o exercem com zelo e correção, apoiando-os sempre que suas prerrogativas profissionais forem vilipendiadas, como ocorreu no caso aqui narrado.
Gramado, 18 de novembro de 2011.
Darci Norte Rebelo Jr
OAB/RS 55242
Conselheiro Seccional Relator
CALÇAS CAÍDAS
Esta tendência nasceu nas prisões dos Estados Unidos, em que os reclusos que estavam receptivos a manter relações sexuais com outros presos precisaram inventar um sinal que passasse despercebido aos guardas prisionais para não sofrerem consequências…
Por isso, quem usasse calças caídas abaixo da cintura, de modo a mostrar parcialmente as nádegas, demonstrava que estava disponível para fazer sexo com outros homens.
Se a gurizada soubesse disto, duvido que continuassem
mostrando pra todo o mundo na rua…
12 de outubro, feriado religioso, mas que comemora-se o dia das crianças. Mais um dia capitalista de ampliarmos o consumo. Infelizmente são as crianças um dos principais alvos da “psicologia” pró consumo. Abaixo segue uma dica de filme bem crítico sobre a mercantilização e alienação anti-ecológica que fazem com as crianças. Será que aquele monte de educação ambiental, pouco transformadora obviamente, que fazem com as crianças nas escolas discute isso?Ou seria uma educação ambiental preocupada com o não jogar o lixo no chão, fechar a torneira pra escovar os dentes, etc e tal? Sim, podemos ensinar-fazer-mudar hábitos individualmente, mas discussões mais de fundo também são importantes de fazermos com as crianças. (Cíntia)
CRIANÇA, A ALMA DO NEGÓCIO
Um documentário sobre publicidade, consumo e infância.
Produtora: Maria Farinha Produções
Direção: Estela Renner
Produção Executiva: Marcos Nisti
Sinopse: “Por que meu filho sempre me pede um brinquedo novo? Por que minha filha quer mais uma boneca se ela já tem uma caixa cheia de bonecas? Por que meu filho acha que precisa de mais um tênis? Por que eu comprei maquiagem para minha filha se ela só tem cinco anos? Por que meu filho sofre tanto se ele não tem o último modelo de um celular? Por que eu não consigo dizer não? Ele pede, eu compro e mesmo assim meu filho sempre quer mais. De onde vem este desejo constante de consumo?” Este documentário reflete sobre estas questões e mostra como no Brasil a criança se tornou a alma do negócio para a publicidade. A indústria descobriu que é mais fácil convencer uma criança do que um adulto, então, as crianças são bombardeadas por propagandas que estimulam o consumo e que falam diretamente com elas. O resultado disso é devastador: crianças que, aos cinco anos, já vão à escola totalmente maquiadas e deixaram de brincar de correr por causa de seus saltos altos; que sabem as marcas de todos os celulares mas não sabem o que é uma minhoca; que reconhecem as marcas de todos os salgadinhos mas não sabem os nomes de frutas e legumes. Num jogo desigual e desumano, os anunciantes ficam com o lucro enquanto as crianças arcam com o prejuízo de sua infância encurtada. Contundente, ousado e real, este documentário escancara a perplexidade deste cenário, convidando você a refletir sobre seu papel dentro dele e sobre o futuro da infância.
Veja o restante do documentário nos links abaixo:
Parte 2 – http://www.youtube.com/watch?v=UkcVM0Vcwd0
Parte 3 – http://www.youtube.com/watch?v=eq0gqEeaNL8
Parte 4 – http://www.youtube.com/watch?v=2d0DWuZsAfM
Parte 5 – http://www.youtube.com/watch?v=88v1i9BXTS8
Créditos finais - http://www.youtube.com/watch?v=Oqk7uUnEurY
Com colaboração de http://srtabia.com/2009/05/crianca-e-consumo/
Caro Juremir (CORREIO DO POVO)!
Meu nome é Maurício Girardi. Sou Físico. Pela manhã sou vice-diretor no Colégio Estadual Piratini, em Porto Alegre, onde à noite leciono a disciplina de Física para os três anos do Ensino Médio.
Pois bem, olha só o que me aconteceu: estou eu dando aula para uma turma de segundo ano.
Era 21/06/11 e talvez pela entrada do inverno, resolveu também ir à aula uma daquelas alunas “turista” que aparece uma que outra vez para “fazer uma social”. Para rever os conhecidos.
Por três vezes tive que pedir licença para a mocinha para poder explicar o conteúdo que abordávamos. Parece que estão fazendo um favor em nos permitir um espaço de fala. Eis que após insistentes pedidos, estando eu no meio de uma explicação que necessitava bastante atenção de todos, toca o celular da menina, interrompendo todo um processo de desenvolvimento de uma idéia e prejudicando o andamento da aula.
Mudei o tom do pedido e aconselhei aquela menina que, se objetivo dela não era o de estudar, então que procurasse outro local, que fizesse um curso à distância ou coisa do gênero, pois ali naquela sala estavam pessoas que queriam aprender ''e que o Colégio é um local onde se vai para estudar''. Então, a “estudante” quis argumentar, quando falei que não discutiria com ela. Neste momento tocou o sinal e fui para a troca de turma. A menina resolveu ir embora e desceu as escadas chorando por ter sido repreendida na frente de colegas.
De casa, a mãe da menina ligou para a Escola e falou com o vice-diretor da noite, relatando que tinha conhecidos influentes em Porto Alegre e que aquilo não iria ficar assim. Em nenhum momento procurou escutar a minha versão nem mesmo para dizer, se fosse o caso, que minha postura teria sido errada. Tampouco procurou a diretora da Escola.
Qual passo dado pela mãe? Polícia Civil!
Isso mesmo, tive que comparecer no dia 13/07/11 na oitava delegacia de polícia de Porto Alegre para prestar esclarecimento por ter constrangido (?) uma adolescente (17 anos), ''que muito pouco frequenta a aula e quando o faz é para importunar, atrapalhar seus colegas e professores''.
A que ponto que chegamos? Isso é um desabafo. Tenho 39 anos e resolvi ser professor porque sempre gostei de ensinar, de ver alguém se apropriar do conhecimento e crescer. Mas te confesso, está cada vez mais difícil. Sinceramente, acho que é mais um professor que o Estado perde. Tenho outras opções no mercado.
Em situações como essa, enxergamos a nossa fragilidade frente ao sistema. Como leitor da tua coluna, e sabendo que abordas com freqüência temas relacionados à educação, ''te peço que dediques umas linhas a respeito da violência contra o professor''.
JOSÉ CÂNDIDO RODRIGUES SILVA
Santiago – RS
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