Gib Bosta Brasil na visão do cordelista Antonio Barreto.

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> Cordelista natural de Santa Bárbara-BA,
> residente em Salvador.
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> Curtir o Pedro Bial
> E sentir tanta alegria
> É sinal de que você
> O mau-gosto aprecia
> Dá valor ao que é banal
> É preguiçoso mental
> E adora baixaria.
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> Há muito tempo não vejo
> Um programa tão ‘fuleiro’
> Produzido pela Globo
> Visando Ibope e dinheiro
> Que além de alienar
> Vai por certo atrofiar
> A mente do brasileiro.
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> Eu me refiro ao brasileiro
> Que está em formação
> E precisa evoluir
> Através da Educação
> Mas se torna um refém
> Iletrado, ‘zé-ninguém’
> Um escravo da ilusão.
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> Em frente à televisão
> Lá está toda a família
> Longe da realidade
> Onde a bobagem fervilha
> Não sabendo essa gente
> Desprovida e inocente
> Desta enorme ‘armadilha’.
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> Cuidado, Pedro Bial
> Chega de esculhambação
> Respeite o trabalhador
> Dessa sofrida Nação
> Deixe de chamar de heróis
> Essas girls e esses boys
> Que têm cara de bundão.
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> O seu pai e a sua mãe,
> Querido Pedro Bial,
> São verdadeiros heróis
> E merecem nosso aval
> Pois tiveram que lutar
> Pra manter e te educar
> Com esforço especial.
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> Muitos já se sentem mal
> Com seu discurso vazio.
> Pessoas inteligentes
> Se enchem de calafrio
> Porque quando você fala
> A sua palavra é bala
> A ferir o nosso brio.
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> Um país como Brasil
> Carente de educação
> Precisa de gente grande
> Para dar boa lição
> Mas você na rede Globo
> Faz esse papel de bobo
> Enganando a Nação.
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> Respeite, Pedro Bienal
> Nosso povo brasileiro
> Que acorda de madrugada
> E trabalha o dia inteiro
> Dar muito duro, anda rouco
> Paga impostos, ganha pouco:
> Povo HERÓI, povo guerreiro.
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> Esse programa da Globo
> Vem nos mostrar sem engano
> Que tudo que ali ocorre
> Parece um zoológico humano
> Onde impera a esperteza
> A malandragem, a baixeza:
> Um cenário sub-humano.
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> A moral e a inteligência
> Não são mais valorizadas.
> Os “heróis”
> protagonizam
> Um mundo de palhaçadas
> Sem critério e sem ética
> Em que vaidade e estética
> São muito mais que louvadas.
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> Não se vê força poética
> Nem projeto educativo.
> Um mar de vulgaridade
> Já tornou-se imperativo.
> O que se vê realmente
> É um programa deprimente
> Sem nenhum objetivo.
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> É grande o constrangimento
> De pessoas confinadas
> Num espaço luxuoso
> Curtindo todas baladas:
> Corpos “belos” na piscina
> A gastar adrenalina:
> Nesse mar de palhaçadas.
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> Se a intenção da Globo
> É de nos “emburrecer”
> Deixando o povo demente
> Refém do seu poder:
> Pois saiba que a exceção
> (Amantes da educação)
> Vai contestar a valer.
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> E vocês caros irmãos
> Que estão nessa cegueira
> Não façam mais ligações
> Apoiando essa besteira.
> Não deem sua grana à Globo
> Isso é papel de bobo:
> Fujam dessa baboseira.
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> E saiba, caro leitor
> Que nós somos os culpados
> Porque sai do nosso bolso
> Esses milhões desejados
> Que são ligações diárias
> Bastante desnecessárias
> Pra esses desocupados.
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> A loja do BBB
> Vendendo só porcaria
> Enganando muita gente
> Que logo se contagia
> Com tanta futilidade
> Um mar de vulgaridade
> Que nunca terá valia.
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> Chega de vulgaridade
> E apelo sexual.
> Não somos só futebol,
> baixaria e carnaval.
> Queremos Educação
> E também evolução
> No mundo espiritual.
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> Bial reveja logo esse
> equívoco
> Reaja à força do mal…
> Eleve o seu coração
> Tomando uma decisão
> Ou então: siga, animal…

Humberto Gessinger em Atlântida Sul na Feira do Livro

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Porto Verão Alegre oferece espetáculos de teatro, música e cultura

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A 11ª edição do Porto Verão Alegre oferece à Capital até 11 de fevereiro mais de 50 espetáculos de teatro profissional, 16 atrações de música e várias atividades culturais paralelas, na maioria gratuitas ao público. O evento conta com apoio da prefeitura.

Teatro de rua, dança, artes plásticas, literatura, ilusionismo, debates de cinema e psicanálise, stand up, mostra de vídeo, apresentações de teatro na Praça da Cultura do Praia de Belas Shopping e teatro infantil são alguns dos inúmeros eventos previstos no Porto Verão Alegre.

Organizado há onze anos por artistas da Capital, o Porto Verão Alegre é o maior evento cooperativado da América Latina. Surgiu para preencher uma lacuna de oferta cultural que ocorria tradicionalmente em Porto Alegre no período de verão. O evento movimenta diretamente mais de mil artistas, além de bares, restaurantes, transporte público e hotéis.

Dicas de eventos especiais

- As Segundas Literárias na Livraria Saraiva do Shopping Praia de Belas, às 19h30, terá claudia Tajes e Pula Teitelbaum no dia 25 e Antonio Carlos Resende e José Pedro Goulart no dia 8 de fevereiro.

- As Terças Alegres na Fundação Iberê Camargo tem programação com visitas às exposições “Cálculo da Expressão e Paisagens de Dentro”, além de oficinas de desenho, gravura e pintura, das 15h às 17h.

- Tem teatro adulto com entrada franca às Quartas no Praia, na Praça de Artes do Shopping Praia de Belas, sempre às 20h, com os espetáculos “Lipstick Station” (27/01) e “Pois é, vizinha…” (03/02).

- O Teatro Novo DC leva o espetáculo infantil “A menina das Estrelas” no próximo domingo, 24.

- O evento Cinesog – Cinema e Psicanálise ocorre no Instituto NT, às 19h30, da próxima terça-feira, 26, com a exibição do filme “Partir” e comentários de Roger Lerina e Sissi Vigil Castiel.

Outras informações podem ser obtidas pelo telefone 3362-1061.

Clique aqui para conferir a programação completa

Os ingressos antecipados podem ser adquiridos nos seguintes locais:

Ponto Especial Net
DC Shopping – Praça de Alimentação – loja 114 – Prédio C

Praia de Belas Shopping
Av. Praia de Belas, 1181

Multisom Esquina Democrática
Rua dos Andradas, 1362 – esquina com a Borges de Medeiros

Multisom Moinhos Shopping
Rua Olavo Barreto Viana, 36 – loja 110

Multisom BarraShoppingSul
Av. Diário de Notícias, 300

Pé de Meia Iguatemi
Shopping Iguatemi
Av. João Wallig, 1800

Pé de Meia Shopping Total
Shopping Total
Av. Cristóvão Colombo, 545 – loja 273

(descontos para assinantes do Clube ZH, idosos e estudantes)Fonte: Site Pref POA

Fonte: www.camera2.com.br

Morre aos 77 anos o escritor policial Robert B. Parker

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Robert B. Parker morreu na escrivaninha de sua casa Foto: The New York Times

Robert B. Parker morreu na escrivaninha de sua casa

Robert B. Parker, cujo estilo sucinto e eloquente fez do investigador particular Spenser um dos mais reconhecíveis personagens de ficção de Boston, sofreu um ataque cardíaco em sua escrivaninha, na casa em que vivia em Cambridge. Ele morreu na hora, aos 77 anos.

Musculoso e áspero como seu criador, Spenser tinha outros traços em comum com Parker. Por trás de uma aparência externa combativa, os dois gostavam de comida fina acompanhada por uma boa cerveja. Os dois tinham um senso aguçado de humor e seguiam um rígido código de honra.

Ao longo das três dúzias de romances protagonizados por Spenser que ele deixou, Parker apresentou a cidade de Boston a milhares de leitores; a cidade era protagonista tão importante de suas histórias quanto o corpulento investigador que as estrelava. Em um gênero previsível, Parker criou um detetive complexo e dotado de um lado sensível. O diálogo sardônico entre Parker e a perpétua namorada Susan Silverman, que trabalha como psicanalista, representa uma releitura moderna da troca de farpas verbais entre os personagens Nick e Nora Charles, criados gerações antes pelo conhecido escritor policial Dashiell Hammett.

“Ele foi responsável por uma virada sísmica na literatura policial”, disse Dennis Lehane, um escritor de grande sucesso de venda cujos romances Mystic RiverGone, Baby, Gone, foram adaptados para o cinema. “Ele subitamente tornou os romances policiais sexy, no melhor sentido do termo. Havia uma forma de ficção policial antes de Bob, e outra depois dele”.

Joseph Finder, outro escritor de Boston, autor de romances de espionagem, disse que Parker “tomou as histórias urbanas de detetives particulares, que estavam estagnadas há anos, desde James M. Cain e Raymond Chandler, e as revitalizou. Ele incorporou muitas das linhas temáticas padronizadas -o detetive durão, solitário, o homem honrado percorrendo as ruas perigosas- e as atualizou, de modo que o personagem Spenser se tornou quase um avatar do escritor -um homem que cozinhava e que sempre foi extremamente dedicado a uma mulher, da mesma maneira que Bob Parker com relação à sua esposa, Joan”.

Com 65 livros publicados em 37 anos de carreira, Parker era tão prolífico quanto culto. Usou Spenser -”escrito com S, como o poeta inglês”- em 37 desses romances. Também escreveu 28 outros livros, entre os quais uma série protagonizada por Jesse Stone, o chefe de polícia da fictícia Paradise, Massachusetts, e uma por Sunny Randall, uma investigadora particular em Boston.

Seu mais recente livro, Split Image, protagonizado por Stone, deve sair no mês que vem, informou a agente de Parker, Helen Brann, de Nova York.

O personagem mais conhecido do escritor foi transformado em série de TV, Spenser for Hire, estrelada por Robert Urich. As histórias de Jesse Stone foram adaptadas para a televisão, em filmes estrelados por Tom Selleck; e Appaloosa, uma história do velho oeste que Parker escreveu em 2005, foi adaptada para o cinema em 2008, com direção e interpretação de Ed Harris, cujas estantes abrigam prateleiras inteiras das obras de Parker.

“Robert escreveu sobre a amizade entre dois homens de uma maneira que me inspirou”, disse Harris sobre Appaloosa. “Era uma história perfeita, uma ótima sensação”.

Parker, acrescentou o ator, “era um tesouro nacional. Eu o amava, e vou sentir sua falta”.

Brann, que representa Parker há 42 anos, disse que ele teve um ataque cardíaco quando sua mulher não estava em casa. “Ela falou com ele mais cedo, e saiu para uma caminhada. Quando voltou, uma hora mais tarde, ele havia morrido”, disse Brann. “Estava em sua escrivaninha, como quase sempre”.

Produzindo quase cinco páginas de texto ao dia, Parker mantinha um ritmo que poucos escritores são capazes de imitar. Quando perguntado sobre o seu segredo, ele fazia tudo parecer simples.

“A arte de escrever um bom policial é simplesmente a arte de escrever”, ele disse aoBoston Globe em 2007. “Você cria personagens interessantes e os coloca em circunstâncias interessantes, e depois descobre como livrá-los delas. As pessoas usualmente não se surpreendem com os finais dos meus livros”.

Talvez, mas leitores de todo o mundo corriam para devorar romance após romance. Brann estima que Parker tenha vendido mais de seis milhões de livros em todo o mundo, ao longo de sua carreira. Seu trabalho foi traduzido para 24 idiomas.

Ele era professor de inglês na Universidade Northeastern quando começou a escrever os romances protagonizados por Spenser, cujo primeiro nome jamais é revelado. Parker não apreciava a vida acadêmica e não escondia sua animosidade, já na primeira sentença de seu primeiro romance: “O escritório do reitor da universidade parecia o saguão de um bordel vitoriano bem sucedido”.

Em 1975, Walter Robinson, resenhista do Boston Globe, recebeu positivamente God Save the Child, o segundo romance de Parker: “Spenser está de volta, e ainda bem que isso aconteceu rápido o bastante para que os apreciadores dessa rara combinação entre boa literatura e bom romance policial possam desfrutar”.

Parker se criou em Springfield, onde ele conheceu Joan Hall em uma festa de aniversário quando os dois tinham três anos de idade. Voltaram a se encontrar anos mais tarde, no Colby College, no Maine. Ele decidiu conquistá-la. Ela primeiro resistiu, mas terminou cedendo. Casaram-se em 1956.

“Ele era muito inteligente, e sabia disso, e eu apreciava o fato”, ela disse ao Boston Globeem 1981. “Sempre foi o único homem que não me entediou”.

Depois de servir o exército, Parker teve diversos empregos antes de fazer seu doutorado em literatura inglesa na Universidade de Boston.

No começo dos anos 80, o casal se separou mas posteriormente os dois voltaram a viver juntos, sob um arranjo que reconhecem publicamente como incomum, mas que funcionou para eles: compraram uma casa grande em Cambridge, e cada um tinha uma ala separada.

Parker dedicava todos os seus livros à mulher, e disse ao Boston Globe em 1992 que “ela foi o fator central da minha vida desde que eu era criança. Não é possível me compreender sem compreender o que me une a ela”.

Além da mulher, Parker deixa dois filhos ¿David, de Nova York, e Daniel, de Santa Monica, Califórnia. A família planeja uma cerimônia fúnebre.

A despeito da riqueza e da fama propiciada pela televisão, cinema e vendas mundiais, Parker “era um sujeito muito confiável, um homem despretensioso”, disse Kate Mattes, proprietária da livraria Kate’s Mystery Books, em Cambridge, há 26 anos. “Ele jamais era arrogante, jamais se gabava, ainda que certamente tivesse o direito de fazê-lo”.

Parker, que muitas vezes se comparou a um carpinteiro que faz livros, ajudou outras pessoas a aprender o ofício.

“Minha dívida é imensa, e sempre fui muito claro quanto a isso”, disse Lehane. “Meu primeiro livro tem tanto de Robert Parker no primeiro capítulo que até me surpreende que ele nunca tenha me processado”

Terra

Fonte: www.camera2.com.br

Balneário Pinhal lança Fundo próprio de Auxílio à Cultura

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O município de Balneário Pinhal, no litoral norte do Rio Grande do Sul, apresentará à comunidade no dia 05 de fevereiro o FAC – Fundo de Auxílio à Cultura. O lançamento da ação será durante a XII Feira do Livro, que acontece no Parque Cidadão, tendo Duca Leindecker como patrono.

Durante o lançamento será apresentada a identidade visual do FAC-Balneário Pinhal, o edital e o calendário. O orçamento para 2010 é de R$ 30 mil.

De 08 de fevereiro a 08 de março, os trabalhadores da cultura (artistas, músicos, escultores, artesãs, compositores, escritores, artistas plásticos, cantores, etc…) que residem em Balneário Pinhal poderão realizar o seu cadastramento de Agente Cultural Municipal. O formulário estará disponível no site da Prefeitura (www.balneariopinhal.rs.gov.br), juntamente com a lei e o edital.

Após este período os Agentes Culturais cadastrados no FAC participarão de um curso de capacitação onde receberão toda a orientação para o preenchimento do formulário de apresentação de projeto e de prestação de contas. Este curso será realizado nos dias 26 e 27 de março.

Trata-se do primeiro município no litoral norte a implantar um fundo próprio de incentivo à cultura. No Rio Grande do Sul, iniciativa semelhante é desenvolvida nos municípios de Porto Alegre, Caxias do Sul, Santo Augusto, São Leopoldo e Pelotas.

Fonte: assessoria de comunicação balneario pinhal

Diz o blogueiro – lá estes fatos auspiciosos ocorrem por terem eles um Prefeito de verdade, pois o Jorge é um homem culto e por isto de visão mais abrangente. Felizes eles e que assim continuem.

Para conservar práticas espirituais, aldeia no AM ganha escola de xamanismo

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A influência de culturas externas ameaça a tradição do xamanismo entre os índios. Para tentar salvar os conhecimentos tradicionais dos baniwas, foi criada na aldeia Uapuí, na Terra Indígena Alto Rio Negro, no noroeste do Amazonas, uma escola para que novas gerações aprendam as técnicas de cura espiritual criadas ao longo de séculos por esse povo da floresta. A inauguração aconteceu no final do ano passado.

Foto: Michel C. Wright/DivulgaçãoMulheres baniwas receberam visitantes com dança para a inauguração da escola de xamanismo na aldeia Uapuí. (Foto: Michel C. Wright/Divulgação)“É uma escola para revitalização do conhecimento dos índios baniwas”, explica o antropólogo Robin Wright, da Universidade da Flórida, nos EUA, que passou anos procurando patrocínio para o projeto, até conseguir apoio da Fundação para Estudos Xamânicos, sediada na Califórnia.

Wright conta que a chegada de missionários cristãos à região da Cabeça do Cachorro, onde fica a aldeia Uapuí, levou muitos índios a abandonarem suas crenças tradicionais.

Os pajés, a quem os índios atribuem o poder da cura por meio do mundo espiritual, foram perseguidos e acusados de práticas satânicas. Isso fez com que eles permanecessem somente em aldeias mais isoladas.

Os xamãs passam anos estudando para conseguir entrar em transe e, segundo acreditam os índios, buscar no mundo dos espíritos a receita de cura de cada doença, que então se dá com ingredientes naturais. “É um sistema de crença que nós não temos”, comenta Wright.
Segundo o pesquisador, a formação de novos pajés é importante porque eles conhecem a cura para doenças específicas da área do noroeste da Amazônia, causadas por fungos, plantas ou animais, entre outros, que não foram estudados pela ciência.

Na maloca construída com apoio americano na aldeia Uapuí, um grupo inicial de 12 alunos de diferentes aldeias baniwas vai estudar por pelo menos dois anos para se iniciar na pajelança, embora a aquisição dos conhecimentos tradicionais seja algo que leva a vida toda entre os xamãs.

Fonte: www.camer2.com.br

Yeda rejeita a TV Brasil, de graça, e paga para ter Cultura

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07.01.10

O governo gaúcho, da tucana Yeda Crusius, rejeitou uma proposta para que a TV educativa local, a TVE, retransmita a TV Brasil, do governo federal, para renovar contrato em que passará a pagar para veicular programas da TV Cultura, emissora ligada ao governo tucano de São Paulo, informa reportagem de Ana Flor, publicada nesta quinta-feira (7) pela Folha. Segundo a reportagem, abrir mão da parceria com a TV Brasil significará para a TVE a perda de pelo menos R$ 500 mil em produção de programas ao ano, além de investimentos para migração para o sistema digital.

A Folha informa que a emissora gaúcha fica ainda obrigada a mudar de sede, já que o prédio que ocupa há 30 anos e que pertencia ao INSS foi comprado pela EBC (Empresa Brasil de Comunicação), responsável pela TV Brasil.

Outro lado

A presidência da TVE afirma que não há necessidade de acordo com a TV do governo federal, porque “está muito bem servida” pela parceria com a TV Cultura. Mas, como a emissora de São Paulo decidiu cobrar pela retransmissão, a TVE passará a desembolsar em torno de R$ 20 mil ao mês.

“Nosso momento atual é investir em programação local. Queremos reorganizar uma fundação que busca desesperadamente sua autossustentação”, afirmou o presidente, Ricardo Azeredo.

Dentro do governo gaúcho, a opinião é que a TV Brasil é um instrumento do governo Lula. Fonte: Folha On Line

Fonte: www.camera2.com.br

A provável extinção da TVE e da FM Cultura

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Dec 30th, 2009

by miltonribeiro.

Olha, eu não vejo televisão. Para mim, a TV existe para as notícias e o futebol. Como as notícias vêm com o filtro das grandes corporações, fico mesmo é com o futebol. Então, não pensem que conheço a programação da TVE. Nunca conheci. Mas sei de alguns fatos: a TVE tinha uma programação que vinha de três fontes: a TV Cultura de São Paulo, TV Educativa do Rio de Janeiro e havia a programação local. O espaço era dividido por 3, de forma mais ou menos igual. Só que, em 2 de dezembro de 2007, a Educativa do Rio foi extinta para dar no lugar à TV Brasil, canal de televisão pública do governo federal, fundada no dia em que começaram as transmissões de sinal de TV Digital em território brasileiro. A programação da TV Brasil parece ser boa. Aí é que Ela entra na história. Identificando a TV Brasil como a TV do Lula, a Inepta resolveu cortar a programação vinda do Rio, ficando só com a sua e a da TV do Serra (TV Cultura de São Paulo). Nunca antes um governador achara que as TVs públicas do Brasil tinham uma programação tão partidarizada a ponto de impedir as emissões vermelhas de um ou as azuis de outro, mesmo em programas sobre arte ou gastronomia. O estranho é uma governadora que já conta com todas as emissoras comerciais — todas notoriamente pró-Ela e anti-PT — , especialmente a maior delas, parece desprezar tamanho favor, investindo seu tempo em impedir a chegada ao estado de perigosos programas lulistas à sua TV de baixa audiência… Ou quem sabe quer vender alguma coisa à principal patrocinadora?

Bem, então chegou o impasse. A TVE gaúcha e a FM Cultura estão num prédio do INSS. O contrato chegará ao seu final em março e a desgovernadora teria que manifestar sua intenção de compra até meados deste mês. Faria ótimo negócio realizando a compra, o preço era uma bagatela. Porém a Néscia deixou a data expirar. Não comprou o prédio. Nem vai mais. De forma mui lépida e inteligente, a TV Brasil, a do Lula, esperou que o prazo da Trouxa passasse, foi lá no INSS e arrematou o imóvel. Imaginem só: um prédio prontinho, histórico (era o ex-estúdio da TV Piratini da rede de Chatô, encampado pelo INSS quando da falência), com estúdios, antena, estrutura, fiação, vista para o lago Guaíba, tudo lindo e pronto, como não interessaria? Só não interessa à Tola.

Nesse embate, quem se rala é a TVE e a FM Cultura. Agora, a Parva arranjou um lugar para as emissoras: um andar inteiro do Centro Administrativo, um garajão no térreo, hoje cheio de entulho. Detalhe: a TVE tem que se mudar para lá em março. A Tonta chamou a transferência de local de Revitalização. Na boa, eu fico imaginando o ânimo dos funcionários da empresa com a Revitalização que a Palerma pretende. O jornalismo da TV não informa absolutamente nada sobre seu futuro. É a chapa branca elevada a níveis paroxísticos: prefere não olhar para a injeção letal que se aproxima. O presidente do Conselho Deliberativo das Emissoras percebe manobras do Desgoverno para acabar com as emissoras. Ah, é mesmo? Como ele descobriu?

Falta nos fará a FM Cultura, 107,7. O melhor da música brasileira toca ali. Um dia, Mônica Salmaso falou comigo em Parati e disse, encantada:

– Lá vocês têm aquela rádio. A melhor do país.

Ali, pode-se ouvir o melhor mesmo. É a única FM onde se pode ouvir Hermeto, Guinga, Edu Lobo, os grupos instrumentais só ouvidos no exterior, toda a discografia da Biscoito Fino, etc. E há um glorioso programa diário de jazz, o “Sessão Jazz“, apresentado há 11 anos pelo apaixonadíssimo Paulo Moreira. São duas horas por dia na companhia de um baita conhecedor. É algo finíssimo, um luxo que a Ignara não deseja ter. É notável: Serra e FHC demitiram John Neschling lá, o Yedão trata de imitá-los envenenando a cultura daqui com uma desLeal secretária, com uma Sinfônica sem sede e agora… Caramba, que coincidência!

Fonte: http://miltonribeiro.opsblog.org/

Importância da vírgula

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Campanha dos 100 anos da ABI (Associação Brasileira de Imprensa)

Vírgula pode ser uma pausa… ou não.

Não, espere.
Não espere.

Ela pode sumir com seu dinheiro…

23,4.
2,34.

Pode criar heróis…

Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.

Ela pode ser a solução…

Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.

A vírgula muda uma opinião…

Não queremos saber.
Não, queremos saber.

A vírgula pode condenar ou salvar…

Não tenha clemência!
Não, tenha clemência!

Uma vírgula muda tudo.
ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.

Fonte:   http://cassionei.blogspot.com/

José Luiz Prévidi, editor do site www.previdi.com.br lança mais um livro

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Papo do Dia
Sexta, 18 de dezembro de 2009, e final de semana

Aos ídolos, amigos e leitores
Hoje, no site do Fernando Albrecht ele registra o 5º livro que estou lançando (o Felipe Vieira também noticia – pelo menos até o início da manhã). E lá pelas tantas pergunta se já plantei 5 árvores e se tenho 5 filhos. Tenho dois filhos e não lembro se já plantei 5 árvores, por ser completamente inepto nestas tarefas manuais. Plantei uma macieira e um caquizeiro que não vingaram.
Farofa com Pimentão – Histórias de Praia está muito legal. Típico livro para se levar nas férias. Muita abobrinha, no bom sentido.
São 29 colaboradores que tratam de pequenas recordações, histórias curtas, lembranças de infância e mesmo farofadas homéricas, com riqueza de detalhes.
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Viu o banner lá em cima?
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O release que está sendo distribuído:
O ponto alto do 5º livro do jornalista José Luiz Prévidi, “Farofa com Pimentão – Histórias de Praia” é a participação de 29 colaboradores, de diversas áreas, mas que têm o dom de contar histórias. “Tem história de tudo que é tipo, de vários tamanhos, e o mais legal é que nada foi combinado – quer dizer, nenhum soube o que o outro iria tratar. Aliás, ninguém soube quem participaria”, explica Prévidi.
E acrescenta: “É mais um livro sem dramas, questionamentos ou perplexidades. Nada disso. É para divertir, passar bons momentos de ócio”.
Farofa com Pimentão tem 112 páginas e a capa é do Denison Mendes, que também colabora com uma história. Tem o indispensável apoio do Governo do RS, através do Banrisul, e do Sesc-RS.
Num primeiro momento estará a venda no www.previdi.com.br e na Banca da República – esquina da rua da República com avenida João Pessoa.
O lançamento vai ser na próxima terça, 22 de dezembro, no Tapas Bar, na rua da República, 30 – quase esquina da avenida João Pessoa. A partir das 18 horas o Prévidi estará recebendo amigos e leitores do www.previdi.com.br. Neste dia, o livro estará custando 10 reais.
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Não preciso dizer que aguardo a todos!!

CapaFarofa

Fonte: www.previdi.com.br

Diz o blogueiro – penso que uma dessas histórias seja uma narrada por mim e ocorrida comigo, meu irmão e meu pai, lá no ano 50, no maior balneário do estado, Cidreira.

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