Caros,
A escritora da AELN – Academia de Escritores do Litoral Norte/RS, Rosalva Rocha, foi premiada no 7º Concurso Literário Expresso das Letras, promovido pela Editora Revolução Cultural em Parceria com a Academia de Letras e Artes de Porto Alegre. O poema premiado, Tempo perdido, foi publicado no site da AELN em novembro.
Leiam mais a respeito do concurso e também o poema premiado em http://aeln.org/escritora-da-aeln-premiada-em-concurso-literario/
Acompanhe também as atividades culturais da AELN durante o veraneio acessando www.aeln.org
Cordialmente,
Rodrigo Trespach
Assessor de Imprensa AELN
É só clicar em cima do nome da música erguer o volume e aguardar pra ouvir!!…músicas originais, algumas tão antigas como a história e todas com uma sinopse do cantor ou do compositor . Divirta-se! Ody
Colaboração do meu Ir.’. Big Ody

PARA GOSTAR DE LER
Miguezim de Princesa
I
Se o dinheiro está curto
Até pra comprar cueca
E nem de longe imagino
Visitar um sítio asteca,
Posso em sonhos viajar
Nos livros que encontrar
Dentro da biblioteca.
II
Pego um avião moderno
E saio rasgando o céu,
Entre cortinas de nuvens
Que mais se parecem um véu
Da noiva da esperança,
E vou me parar na França
Conhecendo a Torre Eiffel.
III
Num banquinho de madeira,
Sem tirar os pés da terra,
Nas letras do livro-sonho,
Que tanta grandeza encerra,
Com algumas páginas lidas
Vejo todas as batidas
Do Big Bang da Inglaterra.
IV
Num distante pé de serra
Alguém ouvirá meu grito
A saudar a Palestina,
Seus pastores com cabritos,
Em meio a tanta incerteza,
E mais à frente as belezas
Das pirâmides do Egito.
V
Viajo também nos braços
Do romanceiro de cá,
Das lendas e das estórias
Do povo do meu lugar,
Vou dormir com um poema
E me acordo com Iracema
De José de Alencar.
VI
No Rio Grande do Norte,
Prosseguindo meu estudo,
Vou conhecendo a Iara
De belo corpo desnudo.
Pro sonho ficar mais quente,
Ela eu ganhei de presente
Do grande Câmara Cascudo.
VII
Na vizinha Paraíba,
Vi João Grilo na subida;
Fui ao céu e ao inferno,
Que era um beco sem saída
Por Ariano criado
No enredo bem bolado
Auto da Compadecida.
VIII
Nas páginas paraibanas,
Vi quanto Augusto sofreu
Ao escrever Versos Íntimos
No eterno Livro do EU;
Apurando o meu empenho,
De Zé Lins vi o Engenho
Cujo fogo já morreu.
IX
Dancei frevo em Pernambuco
Em terreiro, praça e sala,
Maracatu, caboclinho,
Fiquei em ponto de bala,
Gilberto Freire, gentil,
Me apresentou o Brasil
Em Casa Grande e Senzala.
X
Pelo século 19
Me enfurnei no sertão:
Conheci Maria Moura,
A valentia e a paixão
Que dobravam coronel.
Quem me contou foi Rachel
Na porteira do mourão.
XI
Com Aluizio Azevedo,
Numa Casa de Pensão,
Vi mulato de Cortiço
(Nossa miscigenação),
Andei com Gonçalves Dias,
Indianista da poesia,
Nas terras do Maranhão.
XII
Fui parar nas Alagoas,
Terra de Graciliano,
Onde a cachorra baleia
Foi atrás de Fabiano,
Vidas Secas de lamentos,
Batalhas e sofrimentos,
Sem rumo, esperança e plano.
XIII
Vi o Sargento Getúlio
Tomado de valentia,
De posse de uma lazarina,
Caminhar de noite e dia,
Conduzindo sem clemência
Um preso na diligência
Entre Sergipe e Bahia.
XIV
Quem contou foi João Ubaldo,
E o fez com maestria,
Bem depois de Jorge Amado,
Escritor-mor da Bahia,
Que soube falar de amores,
Crenças, culturas e dores
Com cheiros de maresia.
XV
Vejo a Tenda dos Milagres,
Em noite de lua cheia;
Gabriela cheira a cravo
No fogo que incendeia;
Na Cidade Baixa a farra,
Molecagem e algazarra
Dos Capitães da Areia.
XVI
O Nordeste é muito rico
Em termos de criação:
Aqui servimos banquete
De puríssima inspiração.
Só porque nunca fui jeca,
Estou numa biblioteca
Com o mundo em minhas mãos.
Escrito por Miguezim às 21h49
Fonte: http://miguellucena.zip.net
>
>
>
>
>
> Cordelista natural de Santa Bárbara-BA,
> residente em Salvador.
>
> Curtir o Pedro Bial
> E sentir tanta alegria
> É sinal de que você
> O mau-gosto aprecia
> Dá valor ao que é banal
> É preguiçoso mental
> E adora baixaria.
>
> Há muito tempo não vejo
> Um programa tão ‘fuleiro’
> Produzido pela Globo
> Visando Ibope e dinheiro
> Que além de alienar
> Vai por certo atrofiar
> A mente do brasileiro.
>
> Eu me refiro ao brasileiro
> Que está em formação
> E precisa evoluir
> Através da Educação
> Mas se torna um refém
> Iletrado, ‘zé-ninguém’
> Um escravo da ilusão.
>
> Em frente à televisão
> Lá está toda a família
> Longe da realidade
> Onde a bobagem fervilha
> Não sabendo essa gente
> Desprovida e inocente
> Desta enorme ‘armadilha’.
>
> Cuidado, Pedro Bial
> Chega de esculhambação
> Respeite o trabalhador
> Dessa sofrida Nação
> Deixe de chamar de heróis
> Essas girls e esses boys
> Que têm cara de bundão.
>
> O seu pai e a sua mãe,
> Querido Pedro Bial,
> São verdadeiros heróis
> E merecem nosso aval
> Pois tiveram que lutar
> Pra manter e te educar
> Com esforço especial.
>
> Muitos já se sentem mal
> Com seu discurso vazio.
> Pessoas inteligentes
> Se enchem de calafrio
> Porque quando você fala
> A sua palavra é bala
> A ferir o nosso brio.
>
> Um país como Brasil
> Carente de educação
> Precisa de gente grande
> Para dar boa lição
> Mas você na rede Globo
> Faz esse papel de bobo
> Enganando a Nação.
>
> Respeite, Pedro Bienal
> Nosso povo brasileiro
> Que acorda de madrugada
> E trabalha o dia inteiro
> Dar muito duro, anda rouco
> Paga impostos, ganha pouco:
> Povo HERÓI, povo guerreiro.
>
> Esse programa da Globo
> Vem nos mostrar sem engano
> Que tudo que ali ocorre
> Parece um zoológico humano
> Onde impera a esperteza
> A malandragem, a baixeza:
> Um cenário sub-humano.
>
> A moral e a inteligência
> Não são mais valorizadas.
> Os “heróis”
> protagonizam
> Um mundo de palhaçadas
> Sem critério e sem ética
> Em que vaidade e estética
> São muito mais que louvadas.
>
> Não se vê força poética
> Nem projeto educativo.
> Um mar de vulgaridade
> Já tornou-se imperativo.
> O que se vê realmente
> É um programa deprimente
> Sem nenhum objetivo.
>
> É grande o constrangimento
> De pessoas confinadas
> Num espaço luxuoso
> Curtindo todas baladas:
> Corpos “belos” na piscina
> A gastar adrenalina:
> Nesse mar de palhaçadas.
>
> Se a intenção da Globo
> É de nos “emburrecer”
> Deixando o povo demente
> Refém do seu poder:
> Pois saiba que a exceção
> (Amantes da educação)
> Vai contestar a valer.
>
> E vocês caros irmãos
> Que estão nessa cegueira
> Não façam mais ligações
> Apoiando essa besteira.
> Não deem sua grana à Globo
> Isso é papel de bobo:
> Fujam dessa baboseira.
>
> E saiba, caro leitor
> Que nós somos os culpados
> Porque sai do nosso bolso
> Esses milhões desejados
> Que são ligações diárias
> Bastante desnecessárias
> Pra esses desocupados.
>
> A loja do BBB
> Vendendo só porcaria
> Enganando muita gente
> Que logo se contagia
> Com tanta futilidade
> Um mar de vulgaridade
> Que nunca terá valia.
>
> Chega de vulgaridade
> E apelo sexual.
> Não somos só futebol,
> baixaria e carnaval.
> Queremos Educação
> E também evolução
> No mundo espiritual.
>
>
> Bial reveja logo esse
> equívoco
> Reaja à força do mal…
> Eleve o seu coração
> Tomando uma decisão
> Ou então: siga, animal…
A 11ª edição do Porto Verão Alegre oferece à Capital até 11 de fevereiro mais de 50 espetáculos de teatro profissional, 16 atrações de música e várias atividades culturais paralelas, na maioria gratuitas ao público. O evento conta com apoio da prefeitura.
Teatro de rua, dança, artes plásticas, literatura, ilusionismo, debates de cinema e psicanálise, stand up, mostra de vídeo, apresentações de teatro na Praça da Cultura do Praia de Belas Shopping e teatro infantil são alguns dos inúmeros eventos previstos no Porto Verão Alegre.
Organizado há onze anos por artistas da Capital, o Porto Verão Alegre é o maior evento cooperativado da América Latina. Surgiu para preencher uma lacuna de oferta cultural que ocorria tradicionalmente em Porto Alegre no período de verão. O evento movimenta diretamente mais de mil artistas, além de bares, restaurantes, transporte público e hotéis.
Dicas de eventos especiais
- As Segundas Literárias na Livraria Saraiva do Shopping Praia de Belas, às 19h30, terá claudia Tajes e Pula Teitelbaum no dia 25 e Antonio Carlos Resende e José Pedro Goulart no dia 8 de fevereiro.
- As Terças Alegres na Fundação Iberê Camargo tem programação com visitas às exposições “Cálculo da Expressão e Paisagens de Dentro”, além de oficinas de desenho, gravura e pintura, das 15h às 17h.
- Tem teatro adulto com entrada franca às Quartas no Praia, na Praça de Artes do Shopping Praia de Belas, sempre às 20h, com os espetáculos “Lipstick Station” (27/01) e “Pois é, vizinha…” (03/02).
- O Teatro Novo DC leva o espetáculo infantil “A menina das Estrelas” no próximo domingo, 24.
- O evento Cinesog – Cinema e Psicanálise ocorre no Instituto NT, às 19h30, da próxima terça-feira, 26, com a exibição do filme “Partir” e comentários de Roger Lerina e Sissi Vigil Castiel.
Outras informações podem ser obtidas pelo telefone 3362-1061.
Clique aqui para conferir a programação completa
Os ingressos antecipados podem ser adquiridos nos seguintes locais:
Ponto Especial Net
DC Shopping – Praça de Alimentação – loja 114 – Prédio C
Praia de Belas Shopping
Av. Praia de Belas, 1181
Multisom Esquina Democrática
Rua dos Andradas, 1362 – esquina com a Borges de Medeiros
Multisom Moinhos Shopping
Rua Olavo Barreto Viana, 36 – loja 110
Multisom BarraShoppingSul
Av. Diário de Notícias, 300
Pé de Meia Iguatemi
Shopping Iguatemi
Av. João Wallig, 1800
Pé de Meia Shopping Total
Shopping Total
Av. Cristóvão Colombo, 545 – loja 273
(descontos para assinantes do Clube ZH, idosos e estudantes)Fonte: Site Pref POA
Fonte: www.camera2.com.br

Robert B. Parker morreu na escrivaninha de sua casa
Robert B. Parker, cujo estilo sucinto e eloquente fez do investigador particular Spenser um dos mais reconhecíveis personagens de ficção de Boston, sofreu um ataque cardíaco em sua escrivaninha, na casa em que vivia em Cambridge. Ele morreu na hora, aos 77 anos.
Musculoso e áspero como seu criador, Spenser tinha outros traços em comum com Parker. Por trás de uma aparência externa combativa, os dois gostavam de comida fina acompanhada por uma boa cerveja. Os dois tinham um senso aguçado de humor e seguiam um rígido código de honra.
Ao longo das três dúzias de romances protagonizados por Spenser que ele deixou, Parker apresentou a cidade de Boston a milhares de leitores; a cidade era protagonista tão importante de suas histórias quanto o corpulento investigador que as estrelava. Em um gênero previsível, Parker criou um detetive complexo e dotado de um lado sensível. O diálogo sardônico entre Parker e a perpétua namorada Susan Silverman, que trabalha como psicanalista, representa uma releitura moderna da troca de farpas verbais entre os personagens Nick e Nora Charles, criados gerações antes pelo conhecido escritor policial Dashiell Hammett.
“Ele foi responsável por uma virada sísmica na literatura policial”, disse Dennis Lehane, um escritor de grande sucesso de venda cujos romances Mystic River e Gone, Baby, Gone, foram adaptados para o cinema. “Ele subitamente tornou os romances policiais sexy, no melhor sentido do termo. Havia uma forma de ficção policial antes de Bob, e outra depois dele”.
Joseph Finder, outro escritor de Boston, autor de romances de espionagem, disse que Parker “tomou as histórias urbanas de detetives particulares, que estavam estagnadas há anos, desde James M. Cain e Raymond Chandler, e as revitalizou. Ele incorporou muitas das linhas temáticas padronizadas -o detetive durão, solitário, o homem honrado percorrendo as ruas perigosas- e as atualizou, de modo que o personagem Spenser se tornou quase um avatar do escritor -um homem que cozinhava e que sempre foi extremamente dedicado a uma mulher, da mesma maneira que Bob Parker com relação à sua esposa, Joan”.
Com 65 livros publicados em 37 anos de carreira, Parker era tão prolífico quanto culto. Usou Spenser -”escrito com S, como o poeta inglês”- em 37 desses romances. Também escreveu 28 outros livros, entre os quais uma série protagonizada por Jesse Stone, o chefe de polícia da fictícia Paradise, Massachusetts, e uma por Sunny Randall, uma investigadora particular em Boston.
Seu mais recente livro, Split Image, protagonizado por Stone, deve sair no mês que vem, informou a agente de Parker, Helen Brann, de Nova York.
O personagem mais conhecido do escritor foi transformado em série de TV, Spenser for Hire, estrelada por Robert Urich. As histórias de Jesse Stone foram adaptadas para a televisão, em filmes estrelados por Tom Selleck; e Appaloosa, uma história do velho oeste que Parker escreveu em 2005, foi adaptada para o cinema em 2008, com direção e interpretação de Ed Harris, cujas estantes abrigam prateleiras inteiras das obras de Parker.
“Robert escreveu sobre a amizade entre dois homens de uma maneira que me inspirou”, disse Harris sobre Appaloosa. “Era uma história perfeita, uma ótima sensação”.
Parker, acrescentou o ator, “era um tesouro nacional. Eu o amava, e vou sentir sua falta”.
Brann, que representa Parker há 42 anos, disse que ele teve um ataque cardíaco quando sua mulher não estava em casa. “Ela falou com ele mais cedo, e saiu para uma caminhada. Quando voltou, uma hora mais tarde, ele havia morrido”, disse Brann. “Estava em sua escrivaninha, como quase sempre”.
Produzindo quase cinco páginas de texto ao dia, Parker mantinha um ritmo que poucos escritores são capazes de imitar. Quando perguntado sobre o seu segredo, ele fazia tudo parecer simples.
“A arte de escrever um bom policial é simplesmente a arte de escrever”, ele disse aoBoston Globe em 2007. “Você cria personagens interessantes e os coloca em circunstâncias interessantes, e depois descobre como livrá-los delas. As pessoas usualmente não se surpreendem com os finais dos meus livros”.
Talvez, mas leitores de todo o mundo corriam para devorar romance após romance. Brann estima que Parker tenha vendido mais de seis milhões de livros em todo o mundo, ao longo de sua carreira. Seu trabalho foi traduzido para 24 idiomas.
Ele era professor de inglês na Universidade Northeastern quando começou a escrever os romances protagonizados por Spenser, cujo primeiro nome jamais é revelado. Parker não apreciava a vida acadêmica e não escondia sua animosidade, já na primeira sentença de seu primeiro romance: “O escritório do reitor da universidade parecia o saguão de um bordel vitoriano bem sucedido”.
Em 1975, Walter Robinson, resenhista do Boston Globe, recebeu positivamente God Save the Child, o segundo romance de Parker: “Spenser está de volta, e ainda bem que isso aconteceu rápido o bastante para que os apreciadores dessa rara combinação entre boa literatura e bom romance policial possam desfrutar”.
Parker se criou em Springfield, onde ele conheceu Joan Hall em uma festa de aniversário quando os dois tinham três anos de idade. Voltaram a se encontrar anos mais tarde, no Colby College, no Maine. Ele decidiu conquistá-la. Ela primeiro resistiu, mas terminou cedendo. Casaram-se em 1956.
“Ele era muito inteligente, e sabia disso, e eu apreciava o fato”, ela disse ao Boston Globeem 1981. “Sempre foi o único homem que não me entediou”.
Depois de servir o exército, Parker teve diversos empregos antes de fazer seu doutorado em literatura inglesa na Universidade de Boston.
No começo dos anos 80, o casal se separou mas posteriormente os dois voltaram a viver juntos, sob um arranjo que reconhecem publicamente como incomum, mas que funcionou para eles: compraram uma casa grande em Cambridge, e cada um tinha uma ala separada.
Parker dedicava todos os seus livros à mulher, e disse ao Boston Globe em 1992 que “ela foi o fator central da minha vida desde que eu era criança. Não é possível me compreender sem compreender o que me une a ela”.
Além da mulher, Parker deixa dois filhos ¿David, de Nova York, e Daniel, de Santa Monica, Califórnia. A família planeja uma cerimônia fúnebre.
A despeito da riqueza e da fama propiciada pela televisão, cinema e vendas mundiais, Parker “era um sujeito muito confiável, um homem despretensioso”, disse Kate Mattes, proprietária da livraria Kate’s Mystery Books, em Cambridge, há 26 anos. “Ele jamais era arrogante, jamais se gabava, ainda que certamente tivesse o direito de fazê-lo”.
Parker, que muitas vezes se comparou a um carpinteiro que faz livros, ajudou outras pessoas a aprender o ofício.
“Minha dívida é imensa, e sempre fui muito claro quanto a isso”, disse Lehane. “Meu primeiro livro tem tanto de Robert Parker no primeiro capítulo que até me surpreende que ele nunca tenha me processado”
Terra
Fonte: www.camera2.com.br
O município de Balneário Pinhal, no litoral norte do Rio Grande do Sul, apresentará à comunidade no dia 05 de fevereiro o FAC – Fundo de Auxílio à Cultura. O lançamento da ação será durante a XII Feira do Livro, que acontece no Parque Cidadão, tendo Duca Leindecker como patrono.
Durante o lançamento será apresentada a identidade visual do FAC-Balneário Pinhal, o edital e o calendário. O orçamento para 2010 é de R$ 30 mil.
De 08 de fevereiro a 08 de março, os trabalhadores da cultura (artistas, músicos, escultores, artesãs, compositores, escritores, artistas plásticos, cantores, etc…) que residem em Balneário Pinhal poderão realizar o seu cadastramento de Agente Cultural Municipal. O formulário estará disponível no site da Prefeitura (www.balneariopinhal.rs.gov.br), juntamente com a lei e o edital.
Após este período os Agentes Culturais cadastrados no FAC participarão de um curso de capacitação onde receberão toda a orientação para o preenchimento do formulário de apresentação de projeto e de prestação de contas. Este curso será realizado nos dias 26 e 27 de março.
Trata-se do primeiro município no litoral norte a implantar um fundo próprio de incentivo à cultura. No Rio Grande do Sul, iniciativa semelhante é desenvolvida nos municípios de Porto Alegre, Caxias do Sul, Santo Augusto, São Leopoldo e Pelotas.
Fonte: assessoria de comunicação balneario pinhal
Diz o blogueiro – lá estes fatos auspiciosos ocorrem por terem eles um Prefeito de verdade, pois o Jorge é um homem culto e por isto de visão mais abrangente. Felizes eles e que assim continuem.
Para conservar práticas espirituais, aldeia no AM ganha escola de xamanismo
Cultura Sem comentários »A influência de culturas externas ameaça a tradição do xamanismo entre os índios. Para tentar salvar os conhecimentos tradicionais dos baniwas, foi criada na aldeia Uapuí, na Terra Indígena Alto Rio Negro, no noroeste do Amazonas, uma escola para que novas gerações aprendam as técnicas de cura espiritual criadas ao longo de séculos por esse povo da floresta. A inauguração aconteceu no final do ano passado.
Mulheres baniwas receberam visitantes com dança para a inauguração da escola de xamanismo na aldeia Uapuí. (Foto: Michel C. Wright/Divulgação)“É uma escola para revitalização do conhecimento dos índios baniwas”, explica o antropólogo Robin Wright, da Universidade da Flórida, nos EUA, que passou anos procurando patrocínio para o projeto, até conseguir apoio da Fundação para Estudos Xamânicos, sediada na Califórnia.
Wright conta que a chegada de missionários cristãos à região da Cabeça do Cachorro, onde fica a aldeia Uapuí, levou muitos índios a abandonarem suas crenças tradicionais.
Os pajés, a quem os índios atribuem o poder da cura por meio do mundo espiritual, foram perseguidos e acusados de práticas satânicas. Isso fez com que eles permanecessem somente em aldeias mais isoladas.
Os xamãs passam anos estudando para conseguir entrar em transe e, segundo acreditam os índios, buscar no mundo dos espíritos a receita de cura de cada doença, que então se dá com ingredientes naturais. “É um sistema de crença que nós não temos”, comenta Wright.
Segundo o pesquisador, a formação de novos pajés é importante porque eles conhecem a cura para doenças específicas da área do noroeste da Amazônia, causadas por fungos, plantas ou animais, entre outros, que não foram estudados pela ciência.
Na maloca construída com apoio americano na aldeia Uapuí, um grupo inicial de 12 alunos de diferentes aldeias baniwas vai estudar por pelo menos dois anos para se iniciar na pajelança, embora a aquisição dos conhecimentos tradicionais seja algo que leva a vida toda entre os xamãs.
Fonte: www.camer2.com.br





Comentários Recentes