31/07/10
Jayme Copstein
O noticiário sobre a corrupção no Brasil, envolvendo milhões de reais, tornou-se tão banal que o brasileiro acabou perdendo o entendimento do que seja um milhão.
O que significa realmente um milhão? Se alguém contasse em voz alta, 24 horas por dia, sem parar – 1…. 2…. 3…. até um milhão – de maneira a dizer um algarismo ou número por segundo, gastaria nada menos que 12 dias para terminar a enumeração.
O passo normal de uma pessoa, contando do calcanhar do pé que fica para trás à ponta dos dedos do pé que avança, mede em torno de 75 centímetros.
Significa que, se alguém se dispuser a dar um milhão de passos, quando acabar terá percorrido nada menos do que 750 quilômetros.
O exemplo mais contundente refere-se às moedas de um real que manipulamos todos os dias. Têm espessura de dois milímetros (cálculo arredondado para menos, para facilitar o cálculo). Se conseguíssemos empilhar um milhão de moedas de um real, uma em cima da outra, formaríamos uma coluna de 2 quilômetros de altura, ou seja, um edifício de 10 andares.
O dinheiro dos mortos
Mas já que foi referido o dinheiro dos “vivos”, falemos também no dinheiro dos mortos – sem aspas. Ainda persiste o hábito, em pequenas cidades do interior, de colocar moedas nos olhos dos defuntos, sob o pretexto de manter suas pálpebras cerradas.
O costume foi herdado dos portugueses, nos tempos coloniais, e mudou com o correr dos anos. Primitivamente se colocava um pão e uma moeda debaixo da cabeça do morto. O pão era para mostrar que não morrera de fome. O dinheiro, para entregar a São Pedro, a fim de que abrisse as portas do céu.
Os portugueses não inventaram esta superstição. Foi herdada dos gregos que acreditavam em um rio subterrâneo,o Aqueronte (Rio das Dores)m separando o mundo dos vivos do mundo do além. Um cão de três cabeças, Cérbero, guardava a porta do reino da morte.
Os gregos punham moedas na boca do defunto e um bolo nas suas mãos. As moedas serviam para pagar Caronte, o barqueiro que fazia a travessia do Aqueronte. O bolo era para acalmar a fúria de Cérbero.
Como a corrupção é tão antiga quanto o homem, as famílias mais ricas enchiam a boca do finado de moedas, na suposição de Caronte o faria passar antes dos demais defuntos.
Com o correr dos tempos, a religião dos gregos, povoada de deuses e deusas muito humanos, foram cedendo lugar a outras crenças. Mas as superstições ficaram, com algumas modificações no ritual e profunda transformação nas justificativas.
A linguagem dos leques
Não se sabe ao certo quem inventou o leque, mas foram os italianos que o introduziram na França no século 17. A partir de então, espalhou-se por toda a Europa e o resto do mundo, predominando majestoso até ser substituído pelos prosaicos ventiladores e condicionadores de ar.
Durante seu reinado, os leques desempenharam papel importante na etiqueta social. Eram instrumento de comunicação secreta entre namorados, na época em que a moral não permitia momentos de intimidade, mesmo que fosse só verbal, entre jovens do sexo oposto.
Em um baile, se um homem olhava uma mulher e ela se abanasse, movendo lentamente seu leque, isso significava – “Você me é completamente indiferente”.
Se a moça surgisse à janela, abanando-se, ela estaria dizendo ao namorado que logo iria sair à rua. Se apenas exibisse o leque fechado, era um aviso: – “Não saio hoje”.
Se a jovem agarrasse o leque pelo meio, era sinal de alerta. Queria dizer: “Mamãe descobriu tudo. Cuidado!”
Eu vou… eu vou… prá casa agora eu vou…
“Um Dunga,…
….onze Sonecas e
…190 milhões de Zangados…”
As autoridades estão preocupadas com a ploleferação da pornofonografia na Internet”
“Eu concordo em gênero e número igual”
“Na China, o presidente Maose Tung continua vivo, apesar de morto”
“A Bulimia é a grande canção do cantor Nelson Rodrigues”
“Não preserve apenas o meio ambiente e sim todo ele”
“Um litro de água a 20ºC + Um litro de água a 20ºC = 2 litros de água a 40ºC”
“A Terra se vira nela mesma, e esse difícil movimento denomina-se Arrotação”
“O Pericles foi o principal ditador da Democracia Grega”
“Um braço de mar é um pedaço de mar em forma de braço”
“Os Indios Brasileiros tinham medo dos animais domésticos, eles só gostavam de animais ferozes
No final da tarde desta segunda-feira tomei o rumo de Porto Alegre, onde deveria e participei da Instalação de uma Loja Maçônica. Rumava pela RS-389 com destino a Osório. Logo depois do primeiro pardal no sentido em que viajava surge uma longa reta, à margem direita da qual está colocada uma torre de telefonia celular da operadora Claro. Quando já bem próximo da referida torre avistei a direita o Morro da Borrússia. A Prefeitura de lá asfaltou a subida ao mesmo e a iluminou. Eram exatamente 17h58 min. conferidos no meu relógio de pulso. As luzes haviam sido acesas fazia pouco. Como a luminosidade do dia já desaparecia, a visão que tive da Borrússia é de que a mesma estava com incontável número de focos de incêndio vez que a estrada lá é sinuosa. Uma visão linda e que só nos é proporcionada no final do dia, naquele horário em que viajava. Fico me perguntando como é que a quase totalidade das pessoas passam em locais maravilhosos e nada vêem. Como são desligadas. Ou talvez não sejam desligadas e sim de pouca sensibilidade.
Antes era: – Agora é:
creme rinse – condicionador
obrigado – valeu
é complicado – é foda
collant - body
rouge – blush
ancião e coroa – véi
bailinho e discoteca – balada
japona – jaqueta
nos bastidores – making off
cafona – brega
programa de entrevistas – talk-show
reclame – propaganda
calça cocota – calça cintura baixa
flertar, paquerar – dar mole
oi, olá, como vai? – e aê?
cópia, imitação – genérico
curtir, zoar – causar
mamãe, posso ir? – véiaaaa, fui!!!
legal, bacana – muito loco, irado
mulher de vida fácil – garota de programa
legal o negócio – xapado o bagúio
pasta de dente – creme dental
cansaço – estresse
desculpe – foi mal
oi, tudo bem? – e aê, belê?
ficou chateada – ficou bolada
médico de senhoras – ginéco
superlegal – irado
primário e ginásio – ensino fundamental
preste atenção – se liga na bagaça
por favor – quebra essa
recreio – intervalo
radinho de pilhas – ipod
manequim – modelo e atriz
retrato – foto
jardineira – macacão
mentira – caô
saquei – tô ligado
entendeu? – copiou?
gafe – mico
fofoca – babado
ha ha ha – uhauhauhauha
fotocópia – xerox
brilho labial – gloss
bola ao cesto – basquete
folhinha – calendário
empregada doméstica – secretária do lar
faxineira – diarista
vou verificar – vou estar verificando
madureza – supletivo
vidro fumê – insulfilm
posso te ligar? – posso te add?
tingir uma roupa – customizar
dar no pé – vazar
embrulho – pacote
lycra – stretch
tristeza – deprê
beque – zagueiro
rádio patrulha – viatura
atlético – sarado
peituda – siliconada
professor de ginástica – personal trainning
quadro negro – lousa
babosa – aloe vera
lepra – hanseníase
Ave Maria!!! – Afffff!!
caramba – caralho
namoro – pegação
laquê – spray
de montão – pracarai!
derrame – AVC
chapa dos pulmões - raio-x de tórax
sua bênção, papai – “qualé”, coroa?
você tem certeza? – fala sério aê!
banha – gordura localizada
casa de fundos – edícula
bar no fim do expediente – happy hour
costureira – estilista
sai daqui – vaza
professor – tia, prof
aquele senhor – aquele tiozinho
bela bunda! – que rabão!
Amorrrrrrr! – Benhhêêêêê!
desculpe, mas esta questão que você me submeteu é impossível de cumprir! – nem fudendo!
olha o barulho! – ó o auê aí ô!
(Colaboração do mano Roberto Ody)
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Gabriela Carelli
Noah Friedman-Rudovsky/The New York Times![]() |
| Riqueza inexplorada A salina de Uyuni, na Bolívia, que abriga a maior reserva de lítio do mundo: uma dezena de empresas internacionais quer explorá-la, mas ainda não conseguiu convencer Evo Morales. O presidente boliviano diz não querer que estrangeiros “saqueiem” o seu país |
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O lítio, metal cujas jazidas se encontram misturadas às salinas, faz parte da vida de todo mundo. Ele é a matéria-prima das baterias presentes em 90% dos notebooks, 60% dos celulares e em todos os aparelhos de MP3 do planeta. Graças às baterias de íons de lítio, de tecnologia mais moderna que suas antecessoras feitas de chumbo, os equipamentos eletrônicos pessoais vêm se tornando cada vez menores e mais possantes. Agora, com os planos da indústria automobilística de expandir a produção de carros movidos a eletricidade, a tendência é que o lítio adquira um peso cada vez maior na matriz energética mundial. Isso porque as baterias de íons de lítio, em versão bem mais avantajada do que a usada em aparelhos eletrônicos, são consideradas a melhor alternativa para equipar os novos modelos elétricos ou híbridos. No último salão do automóvel de Detroit, em janeiro, a Toyota anunciou uma nova versão do Prius – o primeiro híbrido a se tornar um sucesso de vendas –, em que a bateria de níquel-cádmio será substituída por uma de íons de lítio. A General Motors, que com seu modelo Volt, com lançamento previsto para 2010, pretende transformar o nicho dos carros híbridos num segmento de mercado popular, juntou-se à fabricante de eletrônicos coreana LG para desenvolver sua própria linha de baterias de íons de lítio.
Se depender das nações desenvolvidas, ávidas por diminuir sua dependência do petróleo produzido em países com governo pouco confiável como o Irã e a Venezuela, o destino dos carros elétricos e das baterias de íons de lítio é promissor. O presidente americano Barack Obama quer ver 1 milhão de veículos movidos a eletricidade circulando pelos Estados Unidos em 2015. O mesmo número de carros movidos a bateria deve compor a frota alemã em 2020, segundo os planos da chanceler Angela Merkel. A consultoria americana Free-donia Group, uma das maiores do setor automotivo, acredita que 4,5 milhões de carros híbridos serão vendidos no mundo até 2013. Esse cenário, porém, pode esbarrar num obstáculo. Metade das reservas de lítio do mundo repousa na salina de Uyuni, na Bolívia, país de futuro político e econômico imprevisível diante dos desatinos de Evo Morales. O presidente boliviano nacionalizou de forma atabalhoada os setores de petróleo e gás natural do país. Ele já sinalizou que fará o possível para dificultar o acesso do mundo ao lítio de Uyuni.
Nos últimos dois anos, uma dezena de companhias estrangeiras mostrou interesse em explorar a salina de Uyuni, sem sucesso. As reservas bolivianas continuam praticamente inexploradas. Em visita recente à França, Morales afirmou que está aberto a negociações, mas não quer ser apenas o exportador do lítio. Ele exige uma participação da Bolívia no mercado de automóveis fabricados com baterias de íons de lítio. Assim como a Arábia Saudita tem as maiores reservas de petróleo do mundo, a Bolívia foi premiada com o equivalente em lítio. Há também reservas significativas de lítio no Chile e na Argentina. Juntamente com o Tibete, na China, esses países respondem pela maior parte das 105 000 toneladas produzidas anualmente no mundo. O metal, transformado em carbonato, é também usado na fabricação de remédios e vidros. Mas, se a popularização dos automóveis elétricos vingar, só a Bolívia será capaz de fornecer o lítio necessário para abastecer a frota.
As baterias de íons de lítio representam um notável avanço tecnológico, mas estão longe de ser a resposta para um antigo desafio da ciência – como armazenar energia elétrica em grande quantidade e de forma eficiente e segura. Por enquanto, a melhor forma encontrada para estocar eletricidade são as baterias eletroquímicas, feitas à base de metais. Desde a criação da primeira bateria, feita de chumbo ácido, em 1859, os pesquisadores percorrem a tabela periódica em busca do metal mais adequado a essa função. Apesar de todos os avanços, os ganhos de eficiência das baterias foram pequenos ao longo do tempo. As baterias de íons de lítio armazenam apenas três vezes mais energia do que aquelas criadas há 150 anos.
Agora, os cientistas estão diante de uma limitação em suas pesquisas. Quase todos os metais capazes de armazenar energia de forma eficaz e segura já foram usados. “O lítio marca o limite da evolução das baterias eletroquímicas. Não há outro elemento com o mesmo desempenho”, explica Edson Ticianelli, diretor, em São Carlos, do Instituto de Química da Universidade de São Paulo. A próxima aposta é a troca das baterias eletroquímicas por dispositivos que fornecem energia por meio do hidrogênio. Essa tecnologia, conhecida como fuel cell, já é utilizada em pequena escala e a custos altos. Só deve estar disponível, a preços acessíveis, daqui a duas décadas. Nesse período, para fabricar as baterias mais eficientes, é possível que o mundo dependa dos humores de Evo Morales.
18h08min

A britânica Andrea Fletcher sempre foi a feliz companheira do respeitado escritor e jornalista John Ozimek e mãe de Rafe, 5 anos. O parceiro sempre foi tudo que ela desejou: gentil, honesto, inteligente, pai dedicado – não só ao filho do casal, mas também às filhas do primeiro casamento de cada um deles, Natasha, de 16 anos, e Meg, da mesma idade.
Após o último Natal, porém, John apareceu com uma novidade: nunca foi feliz sendo homem. Quer ser uma mulher. E já tem um nome: Jane Fae.
Andrea foi pega de surpresa. Ficou confusa. Mas, com o tempo, de acordo com a matéria de hoje do Daily Mail, simplesmente aceitou a mudança. “Ele pode continuar sendo o que sempre foi. E eu continuo a amar essa pessoa, não importa se é homem ou mulher”, afirmou. Andrea já comprou roupas de mulher para John…digo, Jane, e também um perfume feminino.

Ela conta que durante um bom tempo o companheiro andou distante e calado e ela sabia que ele tinha algo a dizer. “Pensei que ele me contaria que tinha alguma doença horrível ou que iria nos abandonar. Mas, no fim, era isso. Confesso que até fiquei aliviada”, disse Andrea. “Não vou abandonar minha alma gêmea”, garantiu, na entrevista.
O menino Rafe estranhou o pai vestido de mulher. “Por que papai está usando uma saia?”, questionou. A mãe explicou: “Alguns pais vestem saias se assim desejarem”. O menino aceitou a explicação. Mas continua chamando “Jane” de pai. “E é o que ele é para Rafe”, diz Andrea.
Na rua, o casal já enfrenta o preconceito geral. “Duas moças passaram por nós no supermercado e começaram a rir da aparência de John. Fiquei com muita raiva e gritei para elas: pelo menos não são feias e gordas como vocês! Elas calaram a boca”, conta Andrea
G1
Fonte: www.camera2.com.br
Ganhador da Quina sorteada na sexta-feira sacou prêmio ontem em agência bancária no Centro de Joinville

Ele é joinvilense, noivo e agora dono de R$ 2.023.360,16. O ganhador do terceiro maior prêmio pago pela Quina neste ano passou ontem na agência da Caixa Econômica Federal da rua do Príncipe, no Centro de Joinville, para retirar a pequena fortuna. O homem entrou no banco ao meio-dia e ficou até 13 horas, mas não falou muito.
Segundo a superintendência da Caixa, o ganhador decidiu aplicar todo o valor na poupança e comentou que, futuramente, pretende investir parte do dinheiro em imóveis, mas não precisou quanto nem onde. Se ficar tudo na poupança, em um mês, o novo milionário joinvilense vai faturar R$ 10,1 mil só de juros.
O homem fez a aposta na Universo Loterias, localizada na rua 15 de Novembro, número 601. O jogo foi o 2.221, sorteado em Santos (SP) na última sexta-feira. Em 18 anos, este foi o maior prêmio que saiu da lotérica, segundo os donos, o casal Júlio Sassaki, de 55 anos, e Salete, de 44.
Quando o banco avisou em qual das 31 lotéricas da cidade havia sido feito o bilhete premiado, o casal não parou de responder a perguntas curiosas de apostadores. Parar marcar o acontecimento, o casal planeja pregar uma faixa em frente à casa lotérica. As dezenas que deram sorte ao joinvilense foram: 14 – 19 – 30 – 72 – 76. Este ano, a Quina fez 19 vencedores em 11 cidades. No jogo 2.221, a quadra teve 78 acertadores. Cada um levou R$ 5.538,57. O terno teve 5.816 acertadores, que ganharam R$ 106,11 cada.
De acordo com a assessoria da Superintendência Regional da Caixa, os maiores prêmios já pagos em Joinville em loterias foram no ano de 2008. No dia 16 de agosto, o concurso 996 da Mega-sena foi sorteado em Bauru (SP) e entregou uma bolada de R$ 14.458.257,67 para cada um dos acertadores: um de Joinville e outro de Barretos (SP).
O joinvilense, que na hora nem sabia o que fazer com tanto dinheiro, abriu um negócio e continua trabalhando e morando na cidade, segundo informações do banco.
O outro grande prêmio saiu na Dupla Sena, no concurso 622, realizado dia 8 de janeiro em Penedo (AL), que pagou R$ 9.977.736,42 a um único acertador de Joinville. Neste caso, o dono do bilhete premiado só retirou a bolada um mês depois porque estava na praia.
Fonte: http://www.clauderioaugusto.com.br/






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