A moto mais veloz do mundo

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Acidente que parece ter ocorrido na Avenida Central de Atlântida. A moto é a mais rápida do mundo, pois vai de 0 a 100 km/h em menos de um segundo.

Baixe o vídeo:

https://mail-attachment.googleusercontent.com/attachment?ui=2&ik=08beab126a&view=att&th=1323c719558c8378&attid=0.1&disp=safe&zw&saduie=AG9B_P-VqzRiyZhsGoDlKk49iMNN&sadet=1315274780851&sads=Ul47VrbpzBO5uU14eUVPnibv8W8

HOURELHO o dicionário de um certo presidente . . .

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Testículo…. ……… ……… …Texto pequeno
Abismado…. ……… ……… Aquele que caiu num abismo
Pressupor… ……… ……… ..Colocar preço em algo
Missão……. ……… ……… …Missa prolongada
Padrão……. ……… ……… Padre muito alto
Estouro….. ……… ……… .Touro que virou boi
Democracia.. ……… ……… Sistema de governo do inferno
Barracão….. ……… ……… Proíbe a entrada de cachorros
Homossexual. ……… ……… .Sabão para partes íntimas
Ministério… ……… ……… Pequeno aparelho de som
Edifício….. ……… ……..Antônimo de 'é fácil'
Diabetes…. ……… ……… …Dançarinas do diabo
Detergente.. ……… ……… .Ato de prender humanos
Armarinho… ……… ……… Vento que vem do mar
Eficiência… ……… ……..Estudo das propriedades do 'F'
Conversão…. ……… ……… Papo prolongado
Barganhar… ……… ……… ..Receber de herança um bar
Fluxograma.. ……… ……… Direção em que cresce o capim
Halogênio…. ……… ……..Cumprimento a um gênio
Expedidor… ……… ……… Antigo mendigo
Luz solar……. ……… …….Sapato com luz na sola
Cleptomaníaco. ……… ……..Fã de Eric Clapton
Tripulante.. ……… ……… Especialista em salto triplo
Aspirado…. ……… ……… .Carta de baralho maluca
Cerveja….. ……… ……… O sonho de toda revista
Regime militar….. ……… ….Dieta feita no exército
Bimestre…. ……… ……… .Mestre em duas artes marciais
Caçador…… ……… ……..Quem procura ter dor
Volátil…… ……… ……..Avisa ao tio que vai lá
Assaltante.. ……… ……… Um 'A' que salta
Determine… ……… ……… ..Prender a namorada do Mickey
Pornográfico. ……… ……… .O mesmo que por no desenho
Coordenada.. ……… ……… Que não tem cor
Presidiário.. ……… ……..Que é preso todos OS dias
Ratificar… ……… ……… Tornar-se um rato
Suburbanos.. ……… ……… ..Habitantes de túneis do metrô
Violentamente. ……… …….Viu bem devagar
Contribuir.. ……… ……… .Ir com vários índios

 

Diz o blogueiro – e por certo de muito mais gente, infelizmente.

 

 

A cor não existe: o que você vê é luz

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Rosas são vermelhas, violetas são azuis… será mesmo? O fato é que as cores que você enxerga podem não ser as mesmas que outra pessoa vê. Isso porque percebemos as cores através do nosso cérebro, e não de nossos olhos.
A cor não existe objetivamente, pelo menos não em qualquer sentido literal. O que existe é a luz – que é detectada até mesmo pelas medusas, que não tem cérebro, o que mostra a simplicidade da sensação.
Obviamente você pode qualificar e identificar as cores, mas elas são inteiramente fabricadas em nossos cérebros. E a luz, por incrível que pareça, pode ser transformada em qualquer cor em nossa mente – como é possível perceber em ilusões de óptica.
A cor é criada com base em nossas experiências passadas. É por isso que vemos as ilusões de óptica. Quando olhamos para uma imagem que é consistente com uma experiência passada da “vida real”, o cérebro se comporta como se os objetos da imagem ilusória fossem reais, da mesma forma.
A cor tem sido o cerne da evolução por milhões de anos. Para entender isso, basta pensar na relação entre os polinizadores e as flores (as flores são coloridas para benefício próprio) ou nos diferentes animais que utilizam as cores como forma de se camuflarem ou de atraírem a atenção – como no caso do pavão.
Pense nas cores das roupas que você está usando. Toda a moda, cosméticos e indústrias de design são baseadas na cor. O que isso significa? Que nossa percepção da cor moldou o que somos. A cor, mesmo não existindo fisicamente, moldou o mundo e a cultura humana.
É por essa relação íntima com a cor que as pessoas se perguntam por séculos: você vê o que eu vejo? A resposta nos diz não apenas como nosso cérebro funciona, mas também quem somos enquanto indivíduos e sociedade.
Em um experimento que testou a relação entre cores e emoções, que envolveu um grupo de 150 pessoas de diferentes idades, quase todos os adultos relacionaram o amarelo à felicidade, a tristeza com o azul e o vermelho com a raiva. As crianças mostraram a mesma tendência, mas as escolhas eram mais misturadas e variáveis.
Por outro lado, crianças e adultos mostraram uma relação semelhante entre a cor e os sons. Os sons mais baixos foram representadas por azul escuro e os mais altos por amarelo brilhante. O experimento indica que as pessoas parecem ter mapas mentais internos entre as cores e outras qualidades perceptivas, como sons e formas.
Em outro estudo, algumas pessoas receberam 49 blocos coloridos para que colocassem sobre uma superfície com 49 espaços. O número de imagens possíveis a serem criadas era de 10 elevado à potência de 62 – um número gigantesco.
Mas as escolhas das pessoas foram extremamente previsíveis, pois a maioria delas agrupou as cores conforme a semelhança. Isso porque temos uma necessidade inerente de criar estruturas que nos são familiares, como cores semelhantes que existem nas imagens da natureza.
Um terceiro experimento investigou os fundamentos da visão de cores. Foi pedida que pessoas avaliassem se haviam diferenças em simples detecções de luz. As mulheres foram mais sensíveis do que os homens, assim como as mulheres que tem um forte senso de controle foram mais sensíveis do que as que se sentiam impotentes – realmente algo notável quando estamos falando apenas de detecção de luz.
Assim, todos nós vemos o mundo de formas diferentes. Na verdade, não temos escolha quanto a isso porque as nossas experiências do mundo são necessariamente diversificadas. Nenhum de nós vê o mundo como ele realmente é: cada um de nós vê de acordo com nossas histórias partilhadas e com as individuais.
Esta compreensão fornece um ótimo argumento para celebrarmos a diversidade, ao invés do medo e do preconceito que são gerados com as cores. Elas são únicas, assim como cada pessoa que as enxerga.
[BBC]

Pois é…

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Com as ruas esburacadas desse jeito, é preciso ser muito virtuoso para não dar um mau passo.

 

Democracia é aquele regime pelo qual qualquer cidadão pode ser presidente da República, menos eu e você, naturalmente.

 

- O eleitor, obrigatoriamente, tem que ser qualificado. O candidato, não.

 

 

Max Nunes nasceu no Rio de Janeiro, em 1922. Médico, acabou se tornando um dos maiores humoristas brasileiros.

Criador do famoso programa "Balança, Mas Não Cai", da década de 50, na Rádio Nacional, passou pelo Diário da Noite e Tribuna da Imprensa, sendo hoje um dos produtores do Jô Soares.


As pérolas acima foram extraídas de "Uma Pulga Na Camisola – O Máximo De Max Nunes", Companhia das Letras – São Paulo, 1996, páginas diversas, seleção e organização de Ruy Castro. 

 

 

 

 

Diz o blogueiro – estabeleceu-se hoje à tarde uma polêmica sobre artigo meu versando sobre obra que não vai dar certo o que não importa a certas pessoas mesmo sendo evidente que a mesma deverá ser feita novamente em muito pouco tempo, pois quem paga é o contribuinte e este que se dane. Por coincidência recebi de uma querida leitora esse material que até parece ter sido encomendado. Essa considero uma feliz coincidência.

 

Como hoje é sábado vamos para algo mais leve e agradável

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Faz poucos dias o José Luiz Previdi, nascido no Rio de Janeiro, meu amigo a quem chamo de “seu” José pescou no blog do Clóvis Heberle (http://clovisheberle.blogspot.com/) e postou no seu blog (http://previdi.blogspot.com/) um belo texto em homenagem à minha cidade natal, Porto Alegre. Recebi faz poucos minutos do amigo Don A. Foerster essas fotografias do Rio de Janeiro de ontem com as quais brindo meus leitores e em especial ao amigo Prévidi.

 
 
 
 
 
Com certeza, bem poucos viram estas fotos ! ! !
 
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Aterro do Flamengo – 1962

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Barcaça Rio-Niterói para veículos – início anos 70
 
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Bairro Cinelândia – anos 50
 
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Colégio Andrews – anos 70
 
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Bairro Copacabana – 1923
 
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Bairro Glória – 1865 (Igreja do Outeiro [colina] da Glória)
 
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Na Glória – 1859
 
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Igreja da Imaculada Conceição – anos 70 – bairro Botafogo
 
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Igreja de Santa Luzia – 1960 – Castelo
(à esquerda Ministério da Educação; à direita Ministério do Trabalho e
Ministério da Fazenda, ambos na Av. Pres. Antonio Carlos
 
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Igreja de São Francisco de Paula – anos 30 (Largo S. Francisco – Centro)
 
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Bairro Ipanema – anos 50
 
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Palácio Pedro Ernesto – Cinelândia – 1965
 
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P i e r   de   Ipanema  -  1972
 
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Praia de Botafogo – Mourisco – 1954
 
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Praia de Botafogo – Mourisco – 1970
 
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Praia de Copacabana – 1956

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Rua Barata Ribeiro – 1928

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Teatro Municipal – início século _ 1900
 
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Rua Tonelero com Rua Siqueira Campos – anos 60 Bairro Peixoto
(em Copacabana)
 
 
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Uma historinha do balacobaco:

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Foto de Sperotto com Olívio? Nem pra remédio!!

 Olívio Dutra assumiu o Governo do RS em janeiro de 1999. Desde os primeiros dias era bronca e mais bronca. O pessoal pagava para entrar numa bronca e pagava para não sair. Algo parecido já havia acontecido quando Olívio venceu a disputa para a Prefeitura de Porto Alegre.
Como estávamos ali-ali, na porta de um Estado Socialista, o Governador e seus assessores não suportavam os representantes do capital. Mais do que normal.
Com o pessoal do agronegócio não podia ser diferente.
Era pau e pau, de todos os lados. Mas, em alguns momentos, com elegãncia. E até mesmo bom humor.
—–
Um dia, Olívio Dutra disse a Carlos Sperotto, presidente da Farsul, que queria conversar.
- Pois não, governador. Quando?
- Pode ser na segunda.
- E a que horas?
Olívio não deve ter segurado o riso:
- Às 6 da manhã.
—–
Já imaginou? Uma audiência às 6 da manhã, no Palácio Piratini!!
Sperotto, seriíssimo:
- Sim, Governador, estarei lá para conversar.
—–
O Palácio Piratini, numa segunda às 6 da manhã, está entregue aos fantasmas e a alguns brigadianos.
Antes da hora marcada, Sperotto estava lá, pronto para o "diálogo".
Um oficial o instalou no gabinete e não demorou muito entra Olívio.
O Governador estava com aquela cor de quem acordou fora de hora, tipo pálido, cabelo molhado, lambido para trás; numa mão uma cuia e na outra uma térmica.
Se cumprimentaram, formalmente.
Olívio tomou o primeiro chimarrão.
Encheu a cuia e ofereceu a Sperotto. Aceitou.
Volta a cuia e o Governador sorve mais um. Oferece o próximo a Sperotto.
O presidente da Farsul, com a mão espalmada, balança a cabeça, e lasca:
- Não, Governador, obrigado. Estou verde de tanto chimarrão que já tomei, desde às 4 da manhã!!
—–
Vocês não querem saber como foi o "diálogo", né?
Provocação e mais provocação. Reforma agrária, falta de apoio aos produtores, por aí.
—–
O advogado Nestor Hein foi testemunha do histórico encontro.
—–
Muitos anos depois:
- Doutor Sperotto, o senhor estava tomando chimarrão desde às 4 da manhã?
- Que nada, rapaz!! Nem dormi, porque aí não me acordava!!

 

  

Diz o blogueiro – essa é daquelas que nos fazem começar o dia com no mínimo um largo sorriso no rosto. A partir de hoje não mais vou chamar o Previdi pelo apelido que os amigos o chamam e não me perguntem qual é. A partir de hoje vou tratá-lo como arqueólogo da política, pois desenterrou uma história do arco da velha. Visitem o blog dele todos os dias e tenham a certeza de que não vão se arrepender, cujo endereço é:

http://previdi.blogspot.com/

  

Pio IX – Um Papa na Maçonaria

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Dentre os Papas, Pio IX destacou-se pelo ódio anticristão contra a Maçonaria.

 

Mostrou-se rancoroso contra a Instituição depois de Papa.

 

Pio IX chamava-se Giovanni Ferreti Mastai. Ele foi Maçom, tendo pertencido ao quadro de obreiros da Loja Eterna Cadena, de Palermo (Itália).

 

 Sob o número 13.715 foi arquivada, em 1839 na Loja Fidelidade Germânica, do Oriente de Nurenberg uma credencial de que foi portador o Irmão Giovanni Ferreti Mastai, devidamente autenticado, com selo da Loja Perpétua, de Nápolis.

 

Como Irmão, como Maçom, Giovanni Ferreti Mastai foi recebido na Loja Fidelidade Germânica.

 

O Irmão Ferretti nasceu em 1792. Passou dois anos no Chile, servindo como secretário do vigário apostólico Mazzi; foi Arcebispo de Spoleto em 1827, bispo de Imola em 1832 e foi elevado a Cardeal, em 1840, e eleito Papa em 1846..

 

Confrontando- se as datas, verifica-se que, em 1839, quando o Irmão Ferretti foi fraternalmente recebido na Loja Maçônica na Alemanha, já era Bispo.

 

 Ascendendo a Papa, Giovanni Ferretti Mastai traiu seu Juramento, feito em Loja Maçônica , com a mão sobre o Livro da Lei e honrou a Maçonaria com o seu ódio, culminando com a publicação, em 08 de dezembro de 1864, do Syllabus, e em que amontoou todas as bulas papais e encíclicas contra a Maçonaria, de que fizera parte.

 

A Loja Eterna Cadena, filiada à Grande Loja de Palermo, em 26 de março de 1846 considerando o procedimento condenável do Irmão Giovanni, resolveu expulsá-lo como traidor, depois de convocá-lo para defender-se. Sua expulsão foi determinada por Victor Manuel, Rei da Itália e de toda a Península e Grão-Mestre da Maçonaria da Itália, que decretou mais tarde, em 1865 sua expulsão da Ordem por ter excomungado todos os membros da Maçonaria. Sua expulsão pelo Rei italiano e Grão-Mestre foi classificada como Perjuro.

 

A Igreja Católica sempre tem procurado ocultar este episódio.

 

Pio IX que tão ferozmente investiu contra os Maçons, sobretudo os da Itália, foi feito prisioneiro em 20 de setembro de 1870, pelos patriotas que lutavam e conquistaram a Unificação Italiana, tendo à frente vários Maçons inclusive, entre eles: Garibaldi, Mazzini, Cavour, Manzoni e outros.

 

Apesar de feroz inimigo da Maçonaria, que traiu, Pio IX foi tratado com consideração pelos Maçons, seus aprisionadores. Viram nele o antigo Irmão transviado e, embora fosse ele um Perjuro, prevaleceu o Princípio Sagrado de Fraternidade.

 

Foi belíssima a lição de amor ao próximo, dada pelos Maçons ao Papa Pio IX.

 

Em conseqüência da bula Syllabus de Pio IX, contra a Maçonaria, é que surgiu no Brasil, a rumorosa Questão dos Bispos, também denominada Questão Epíscopo-maçônica, quando Dom Vital, Bispo de Olinda, e Dom Antonio Macedo, Bispo do Pará, pretenderam que o Syllabus se sobrepusesse às Leis Civis Brasileiras, exigindo que as Irmandades religiosas eliminassem do seu seio os numerosos Maçons católicos que a compunham.

 

 As Irmandades reagiram e recorreram à Justiça, tendo tido ganho de causa. Os Bispos não acataram a decisão da Justiça.

 

 Foram julgados e condenados a quatro anos de prisão, com trabalho forçado.

 

 Um ano e pouco depois o Duque de Caxias, Maçom, então Presidente do Ministério do Segundo Império, anistiou-os.

 

Caríssimos Irmãos, este é mais um episódio maçônico que deve ser divulgado!

Dizer o quê?

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Olha aí uma atualização pra gente !
 

ATUALIZAÇÃO DO PORTUGUÊS PARA A VELHA GUARDA

Ligar-se para mudanças dos anos 70/80 para os dias de hoje: 

Antes era: Agora é:
creme rinse condicionador
obrigado valeu
é complicado é foda
collant body
rouge blush
ancião e coroa veio
bailinho e discoteca balada
japona jaqueta
nos bastidores making off
cafona brega
programa de entrevistas talk-show
reclame propaganda
calça cocota calça cintura baixa
flertar, paquerar dar mole
oi, olá, como vai? e aê?
cópia, imitação genérico
curtir, zoar causar
mamãe, posso ir? veiaaaa, fui!!!
legal, bacana manero, irado
mulher de vida fácil garota de programa
legal o negócio xapado o baguio
pasta de dente creme dental
cansaço estresse
desculpe foi mal
oi, tudo bem? e aê, belê?
ficou chateada ficou bolada
médico de senhoras gineco
superlegal irado
primário e ginásio ensino fundamental
preste atenção! se liga!
por favor quebra essa
recreio intervalo
radinho de pilhas ipod
manequim modelo e atriz
retrato foto
jardineira macacão
mentira kaô
saquei tô ligado
entendeu? copiou?
gafe mico
fofoca, ti-ti-ti babado
ha ha ha uhauhauhauha
fotocópia xerox
brilho labial gloss
bola ao cesto basquete
folhinha calendário
empregada doméstica secretária
faxineira diarista
vou verificar vou estar verificando (!)
madureza supletivo
vidro fumê insulfilm
posso te ligar? posso te add?
tingir uma roupa customizar
dar no pé, ir embora vazar
embrulho pacote
lycra stretch
tristeza deprê
beque zagueiro
rádio patrulha viatura
atlético sarado
peituda siliconada
professor de ginástica personal
quadro negro board
babosa aloe vera
lepra hanseníase
Ave Maria!!! Afffff!!
caramba caraca
namoro pegação
laquê spray
de montão pracarai!
derrame AVC
chapa dos pulmões raio-x
sua bênção, papai "qualé", coroa?
tem certeza? ah! fala sério!
banha gordura localizada
alisamento chapinha
boteco no fim do expediente happy hour
costureira estilista
negro afrodescendente
professora tia, profe
senhor tiozinho
bunduda popozuda!
Amorrrrrrr! Benhhêêêêê!
 nihil  nada
olha o barulho! ó o auê aí ô!

  

E aí mano veio, atualizô? Agora vaza geral aí pra galera atualizá também, tá ligado?

Traição na favela

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Crônica da Traição na Favela

* Por Júlio Pegna, pescado no Blog do Saraiva.

Diz que Seu Fernando andou se engraçando com Dona Miriam no tempo em que ele ainda nem era secretário da Associação de Moradores do Morro da Realeza, no subúrbio. Era bastante conhecido, na época, bem casado e pai zeloso de três filhos. Um exemplo de bom marido na comunidade.

 
Ao se ver embuchada, Dona Miriam correu para o patrão. Pediu ajuda, ameaçou. Seu Roberto, dono do jornal do bairro, se enfureceu. Ele não queria que ela abrisse o bico; devia favores a Seu Fernando e chamou Dona Miriam para um conversório no particular. O encontro foi no barraco de Seu Itamar, presidente da Associação.

Vizinhança ouviu gritos e xingamentos, depois, o choro de uma mulher. Lá pelas tantas, Dona Miriam foi vista saindo do barraco com uma pequena mala, pouca coisa. Nunca mais apareceu por aquelas bandas, foi embora sem nem levar o jogo de sofá que havia acabo de comprar à prazo.

Seu Fernando ligou para compadre Roberto, que atendeu em sua pequena sala, ao lado da pilha de papel jornal. Espaço apertado, não podia falar como queria. Havia mais gente na redação e estavam fechando a edição semanal.

- Fica calmo, tudo vai dar certo. Daqui não sai nada. Cuida pra teu povo se calar também.

Recado dado. Seu Fernando sentiu alívio. Podia confiar. Desceu o morro e foi beber com os amigos. Ficaram no pagode até de manhã, quando a luz do sol bateu no beco de entrada da favela. Seu Fernando subiu para casa.

No cômodo das crianças, entrou em silêncio. Passou a mão no cabelo de Bia e de Lu, suas filhas, que dividiam o mesmo colchão; parou para olhar o rosto de Paulo Henrique, seu filho, que dormia profundamente no colchonete, no chão. Por um instante, quase chorou. Conteve a lágrima e saiu sem fazer barulho.

- Já acordada, Rutinha? Vê se dorme, mulher. – disse para a esposa que abria os olhos.
- Vou levantar. Tenho roupa pra lavar! – ela respondeu, bocejando.

Depois de ter sido secretário de Seu Itamar, Fernando acabou conquistando a cadeira de Presidente da Associação. Foi uma festa grande, com muita cerveja, muitos amigos, muita badalação; ele sempre soube que teria esse cargo, fazia por merecer. Tinha trazido luz elétrica para o Morro da Realeza através de um amigo vereador. Seu Roberto ajudou muito fazendo propaganda em seu jornal.

Assim foi que Seu Fernando ficou famoso. Até reformou o barraco que vivia e mandou os filhos estudarem em colégio do centro da cidade. Rutinha, que não gostava de aparecer, era quem preparava os discursos do marido quando ele, lá do alto do Morro, falava para a comunidade.

O tempo foi passando.

De vez em quando, um recado do compadre Roberto o deixava nervoso. Era sempre a mesma coisa. Dizia que o açougue e a lavadeira cancelaram a propaganda no jornal do bairro, que estava passando necessidade e mal dava pra pagar o papel e a tinta. Lá ia Seu Fernando mandar algum anúncio da Associação, nem que fosse apenas para dizer que no dia da Padroeira do Morro da Realeza a Associação faria uma macarronada coletiva para todos os moradores. Ficava incomodado com a situação, mas sempre cedia.

Uma noite, poucos dias antes de morrer, seu Roberto quis que seu compadre conhecesse o filho de Dona Miriam. Foram de ônibus por mais de 200 km até chegar num vilarejo onde Dona Miriam vivia. Era um casebre simples, mas não faltava nada nem a ela, nem a Tomás, o filho deles.

Depois da morte de Rutinha, Seu Fernando se entristeceu. Já não era mais tão importante na comunidade; seus filhos estavam crescidos e seus amigos, muitos deles, o haviam esquecido. A comunidade do Morro da Realeza, agora, vivia tempos de mais prosperidade; o novo presidente trouxera água e asfalto; até um posto de saúde havia sido construído por lá. Seu Fernando sentia-se velho e abandonado; pouca gente costuma ficar no alto do Morro para ouvir seus discursos.

Foi atrás de Tomás quando o garoto se formou no colégio. Dona Miriam ficou feliz. Decidiu assumir o menino; queria, de novo, ser chamado de papai. Contou para todo mundo da favela que tinha um filho. Disse que não tinha contado antes para não magoar Rutinha. Já não fazia muita diferença na comunidade o que ele tinha a dizer.

Os filhos de Seu Fernando não gostaram da notícia. A casa de três cômodos que eles moravam teria mais um dono. A TV de 32 polegadas e a geladeira duplex era só deles.

Ameaçaram ir ao programa do Ratinho pedir exame de DNA. Seu Fernando não gostou. Seus poucos amigos deram conselhos; era melhor fazer o tal exame para que Dona Miriam não ficasse mal vista. Ele concordou. Foi ao posto de saúde. Marcaram para apanhar o resultado em quinze dias.

Chovia na tarde em que Seu Fernando sentou na parte mais alta do morro. De lá, podia ver o tamanho da comunidade e a quantidade de novos barracos que chegaram com o progresso. A cobertura sobre sua cabeça deixava gotas de água molharem seu parco cabelo. Ele lembrou de Rutinha e dos discursos que ela escrevia quando ele subia para falar para seu povo. Era um tempo bom, quando seus amigos o admiravam e ele era querido.

Rasgou o envelope que acabara de buscar no posto de saúde. De dentro, retirou um papel. Havia muita coisa escrita; esfregou os olhos e colocou os óculos para começar a ler. A chuva quase molhou o papel, mas ele se inclinou para apanhar a luz que vinha do poste acima dele e desviou da água. Sentiu um nó na garganta e vontade de chorar. O papel dizia que Tomás não era seu filho.

Levantou dali e, silenciosamente, a passos lentos, foi descendo os degraus que o levariam para casa. Precisava beber aquela cachaça que estava escondida na penteadeira.

Ouviu um grito vindo da casa de Dona Joana, a faxineira do Posto de Saúde. Virou-se para olhar e viu a boca desdentada dela, que sorria, e dizia sem bem alto e sem parar:

- Olha o corno, gente, olha o corno ali!

Todo mundo na comunidade riu dele. A cada degrau que descia, mais vozes repetiam o que Dona Joana acabara de dizer. Velhos e crianças que ali estavam também riam dele, apontavam o dedo enquanto ele passava. Até que ele entrou em seu barraco de três cômodos e bateu a porta.

Seu Fernando precisava ficar só.
 

Coisas recebidas na Internet

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Quero muito agradecer a todos pelos e-mails educacionais que tenho recebido ao longo da vida.

Graças a vcs hoje sou outra pessoa.
Graças às suas prédicas quase diárias:

Eu não  abro mais a porta do  banheiro sem usar uma toalha de papel nas mãos; não bebo mais refrigerante com rodelas de  limão nem como camarão com o limão para não me  intoxicar, Agora chupo laranja preocupando-me com as milhares de bactérias na casca;
 
Eu não consigo  mais usar o controle remoto em quartos de hotel porque não sei  o que a última pessoa estava fazendo enquanto navegava nos canais da tv;
Eu tenho  dificuldade em apertar a mão de alguém que  estava dirigindo porque o passatempo predileto de alguém dirigindo é  cutucar o nariz;

Eu não consigo pegar numa bolsa de mulher com medo que  ela a tenha colocado no chão de um banheiro público;

Eu tenho que mandar um agradecimento especial para quem me  mandou uma mensagem falando do cocô de rato na cola de envelopes porque  agora eu uso uma esponja úmida para cada envelope que precisa ser selado.
 
Pela mesma  razão, escovo  vigorosamente cada latinha antes de abri-la;

Eu não tenho  mais economias porque dei para  uma menina doente (Penny Brown) que está para morrer pela 1.387.258a. vez.
 
Eu não tenho  mais dinheiro mas isto vai  mudar quando eu receber os 15.000 dólares que o Bill  Gates/Microsoft e AOL vão me mandar  por participar no programa especial de e-mail.

Eu não me  preocupo mais com minha alma porque eu tenho  363.214 anjos olhando por mim, e a novena de Santa Theresa atendeu todos os meus desejos E depois, Nossa Senhora tá morando aqui em casa.

Eu não posso mais beber um drink num bar porque posso  acordar numa banheira cheia de gelo sem meus rins.

Eu não posso  mais usar desodorantes cancerígenos mesmo fedendo como um búfalo num dia quente.

GRAÇAS A VOCÊS aprendi que  minhas preces só serão atendidas se eu enviar um e-mail para 7 dos meus  amigos e fizer um desejo em 5 minutos.

GRAÇAS Á SUA PREOCUPAÇÃO eu não bebo mais Coca Cola porque ela é capaz de remover manchas em privadas.

Eu não  abasteço mais o carro sem ter alguém vigiando o carro para que um serial killer não entre  no banco de trás enquanto eu estou abastecendo.

Eu não bebo mais Pepsi ou Fanta porque as pessoas que produzem esses produtos são ateístas e se recusaram a colocar nas latinhas "Feito por Deus".

E OBRIGADO POR  ME AVISAR que eu não  posso esquentar um copo de água no micro-ondas e tampouco atender celular em dias de temporal, porque podem estourar na minha cara e me desfigurar para a vida inteira.

Eu não vou mais ao cinema porque me disseram que eu posso ser picada por num alfinete infectado com AIDS quando eu sentar.

Eu não vou mais a shopping centers porque alguém pode me drogar com uma amostra de perfume e me roubar
Eu não recebo mais pacotes da UPS ou FedEx porque na realidade os entregadores são agentes disfarçados da Al Qaeda.

E eu não atendo mais telefones porque alguém vai me pedir que disque um número pelo qual eu vou receber uma conta com chamadas para a Jamaica, Uganda, Singapura, São João de Mato Dentro, Macaé e Uzbekistão.

GRAÇAS A VOCÊS eu não uso outra privada que não a minha porque uma enorme cobra preta pode estar  escondida dentro da privada e me matar instantaneamente quando me picar.

 

E GRAÇAS AO SEU ÓTIMO CONSELHO
eu não me  abaixo mais para pegar uma moeda caída no chão do estacionamento porque  provavelmente foi colocada lá por um tarado sexual que estará esperando  prá me agarrar quando eu me abaixar…

Eu não dirijo mais meu carro porque  comprando gasolina de algumas empresas, estou apoiando a Al Qaeda e se comprar das outras companhias, estou apoiando os ditadores sul-americanos. E se comprar da BR=Distribuidora, da Petrobrás, vou quebrar outra corrente dos consumidores cidadãos.

Eu não mexo  mais no meu jardim porque tenho  medo de ser picado pela aranha madeira e minha mão cair.

Se você não mandar este e-mail para pelo menos 144.000 pessoas nos próximos 70 minutos,  uma pomba grande com diarreia vai pousar em sua cabeça às 17horas de  amanhã, e as moscas de 120 camelos vão infestar suas costas, causando o crescimento de uma enorme corcunda cabeluda.

Eu sei que isto vai acontecer porque aconteceu com a cabeleireira da melhor amiga do segundo marido da prima da sogra de minha vizinha.

 

Ah, e a propósito:

Um cientista  alemão da Argentina descobriu, após um longo estudo, que pessoas com pouca atividade cerebral lêem seus e-mails com a mão sobre o  mouse.

 

Não preocupe em tirá-la, agora é tarde demais! Que Pena!

P.S.: Eu agora guardo minha escova de dentes no quarto, assim não corro o risco de contaminá-la com as bactérias da privada, seguindo conselhos do Dr. Bactéria do G1.com da Rede Globo…

Recebido de Cláudia Ruschel

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