O menor juro desde 1994

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Os juros de empréstimos bancários para pessoa física atingiram em fevereiro 41,9% ao ano, a menor taxa desde o início da série histórica, em 1994, segundo o Banco Central. Em janeiro, havia sido de 43% e, em fevereiro do ano passado, no auge da crise econômica, a taxa média era de 52,6%. Para linhas destinadas a pessoas jurídicas, a taxa média foi de 25,9% ao ano, contra 26,5% em janeiro e 30,9% em fevereiro do ano passado. Na média entre as duas modalidades, a taxa chegou a 34,3% ao ano, contra 35,1% em janeiro. Em fevereiro de 2009, o número estava em 41,3%. O “spread” bancário – diferença entre o que os bancos pagam para captar o dinheiro e os juros cobrados de seus clientes – foi de 24,3 pontos percentuais, contra 25,1 p.p. em janeiro. Em fevereiro de 2009 estava em 29,7 p.p.. O! “spread” para pessoas físicas foi de 30,8 p.p., o menor da série histórica, contra 41,4 p.p. em fevereiro de 2009. Para empresas, ficou em 16,9 p.p., ante 19 p.p. em fevereiro do ano passado

Fonte: www.AffonsoRitter.com.br

AGRONEGÓCIOS

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São Paulo / SP

Fusões e aquisições deixam setor da cana mais sólidoOs acordos para fusões e aquisições entre usinas de cana ocorridos nos últimos meses, especialmente aqueles que envolveram empresas estrangeiras, deixaram o setor sucroalcooleiro do Brasil mais forte para enfrentar momentos de dificuldades como os registrados em 2009, avaliou o presidente da Unica – União da Indústria de Cana-de-Açúcar -, Marcos Jank. “A gente percebe que isso está gerando um setor mais sólido, com mais estrutura de capital e com maior capacidade de fazer frente às demandas”, declarou ele nesta terça-feira, durante seminário em São Paulo. O presidente da Unica referiu-se em particular à entrada da Shell no segmento de açúcar e etanol, com a joint venture formada com a Cosan. “A Shell seguiu a BP e a Petrobras, que já tinham participação no setor. Mas ela entrou com muito mais força, e inaugura a atuação de petroleiras na indústria de baixo carbono”, declarou. De acordo com dados apresentados pela Unica no evento, na nova safra (2010/11) 22% das companhias terão capital estrangeiro, contra 7% em 2007/08. Ao mesmo tempo, a produção está mais concentrada. Enquanto em 2004/05 cinco empresas respondiam por 12% do volume produzido, em 2009/10 a participação dessas grandes aumentou para 27%. Jank citou exemplos de negociações como a Santelisa Vale, comprada pela Louis Dreyfus Commodities, a negociação da Moema, adquirida pela Bunge, além da aquisição da Brenco pela ETH. Além desses, ele lembrou da compra de uma participação majoritária na Equipav pela indiana Shree Renuka, e também do avanço do Bertin no setor de biocombustíveis, com a negociação com a Infinity. Longo prazo - Para o presidente da Unica, o setor ainda tem grandes perspectivas de crescimento no futuro, seja pela maior demanda por açúcar vinda de países emergentes, seja pela maior utilização de biocombustíveis no mundo desenvolvido e no Brasil. “Pelo etanol, o grande aumento que se espera é pela frota flex (no Brasil), que ainda é de 40% do mercado, embora 90% dos carros novos já sejam flex”, declarou ele, destacando que as exportações do biocombustível são promissoras no futuro. (Agência Reuters)

Fonte: http://www.e-pressbiz.blogspot.com/

Venda de material de construção sobe 19% em fevereiro

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As vendas de materiais de construção no Brasil avançaram 19% em fevereiro na comparação com o mesmo mês do ano passado, mas recuaram 4,15% em relação a janeiro.

Os dados foram divulgados nesta terça-feira pela Abramat (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção).

Segundo a entidade, a queda na comparação mensal pode ser atribuída ao menor número de dias úteis em fevereiro.

“No acumulado do primeiro bimestre deste ano tivemos alta de 16,31%. Assim, mantemos a estimativa de fechar 2010 com um crescimento em torno de 15%”, disse o presidente da Abramat, Melvyn Fox, em comunicado.

Nos últimos 12 meses, o varejo de materiais de construção acumula queda nas vendas de 7,68%. Em fevereiro, as vendas de materiais básicos aumentaram 22,06% em relação ao mesmo período do ano passado, mas recuaram 4,45% ante janeiro.

Já as vendas de materiais de acabamento no mês passado cresceram 13,42% sobre fevereiro de 2009 e caíram 3,56% sobre o primeiro mês deste ano.

De acordo com a Abramat, fevereiro foi o quarto mês com variação positiva das vendas de materiais na relação anual. Para os próximos meses, a entidade estima a continuidade desse movimento, apoiado na manutenção da desoneração do IPI (Imposto Sobre Produtos Industrializados) sobre os materiais de construção e no avanço das obras do programa Minha Casa, Minha Vida.

“A extensão do IPI reduzido para materiais de construção pode beneficiar ainda mais o consumidor ‘formiguinha’. As reformas e ampliações autogeridas de moradias serão um fator primordial para manter a demanda aquecida”, acrescentou o presidente da Abramat. Folha On Line

Fonte: www.camera2.com.br

Vipal entra em pneu novo

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As empresas Vipal, do Brasil, e Fate, da Argentina, decidiram formar uma parceria estratégica para avançar em progressiva integração de suas operações e estruturas. Inicialmente, a Vipal adquiriu 15% de participação da Fate. O negócio envolve ainda a construção de uma fábrica no Brasil, mas executivos não anunciaram o local e quando entrará em operação a nova unidade industrial. É para viabilizar um melhor aproveitamento das oportunidades locais, o desenvolvimento de projetos industriais conjuntos e ocupar um lugar de liderança em seus países. Segundo Arlindo Paludo, presidente do Grupo Vipal, a parceria significa a entrada do Vipal no segmento de pneus novos com alta tecnologia e presença consolidada nas montadoras de veículos e no mercado de reposição.

Fonte: www.AffonsoRitter.com.br

Produção de aço no Brasil sobe 47,9% em fevereiro ante 2009

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A produção brasileira de aço bruto cresceu 47,9% em fevereiro contra igual mês de 2009, para 2,4 milhões de toneladas, informou nesta quinta-feira o IABr (Instituto Aço Brasil).

Na comparação com janeiro de 2010, contudo, houve queda de 11,1% na produção. No começo de 2009, as usinas siderúrgicas em todo o mundo pisaram no freio em meio à recessão global, desligando altos-fornos e reduzindo de forma significativa a produção de aço. A produção de laminados no Brasil no mês passado foi de 2 milhões de toneladas, avanço de 74,5% sobre fevereiro de 2009 e queda de 5,2% ante janeiro deste ano. As vendas internas de produtos de aço, de 1,6 milhão de toneladas em fevereiro, cresceram 64% sobre fevereiro do ano passado e caíram 2,4% contra janeiro de 2010.

Fonte: www.videversus.com.br

Lula satisfeito com o PIB

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Presidente Lula ficou satisfeito com o resultado do PIB registrado em 2009, segundo declarações dos ministros Guido Mantega e Paulo Bernardo nesta quinta-feira (11). Ambos se reuniram com o presidente e apresentaram o resultado divulgado pelo IBGE, que mostrou um recuo de 0,2% em 2009. “Ele [Lula] disse que estava satisfeito com os números e que o Brasil teve um excelente desempenho em 2009, um ano de crise. Ele se preocupou mais em saber o último trimestre porque tem uma influência forte no presente”, afirmou Mantega. Mantega disse ainda que o presidente questionou se a expansão em 2010 é sustentável e o ministro negou que possa gerar inflação. “O crescimento é sustentável porque tem capacidade instalada no Brasil e tem capacidade para rapidamente reagir à demanda”. De acordo com! o titular da Fazenda, a previsão é de crescimento acima de 5,7% em 2010. Já o ministro do Planejamento citou uma estimativa um pouco menor. “A projeção oficial é de 5,2%, mas tem muita gente que acha que pode ser mais do que isso”, completou, elevando a previsão para até 5,5%.

Fonte: www.AffonsoRitter.com.br

O PIB de 2009 retrai 0,2%

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O Brasil registrou no ano passado a primeira retração na atividade econômica desde 1992, sob influência da crise: 0,2%, segundo o IBGE. Naquele ano, a redução foi de 0,47%. No quarto trimestre de 2009, o PIB teve avanço de 2% sobre os três meses imediatamente anteriores, e de 4,3% sobre o quarto trimestre de 2008. Em valores correntes, o PIB alcançou R$ 849,6 bilhões no trimestre e R$ 3,143 trilhões em 2009. O PIB é formado pelo desempenho de três setores. A indústria registrou queda de 5,5% no ano, como registrou queda de 5,2% a agropecuária. Só os serviços contabilizaram desempenho positivo: de 2,6%. O consumo das famílias aumentou 4,1%, o consumo do governo 3,7%, mas o investimento, medido pela Formação Bruta de Capital Fixo, caiu 9,9%, baixando a taxa de investimento para 16,7% do PIB contra 18,7% do ano anterior.

Fonte: www.AffonsoRitter.com.br

Exportações do agronegócio do Brasil sobem 20,6% em fevereiro

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10h44min

As exportações do agronegócio brasileiro subiram 20,6 por cento em fevereiro em relação ao mesmo mês do ano passado, para 4,4 bilhões de dólares, informou nesta quarta-feira o Ministério da Agricultura.

De acordo com comunicado do ministério, carne de frango, carne bovina, açúcar e farelo de soja foram os itens que mais contribuíram para a alta, e o superávit da balança comercial alcançou 3,4 bilhões de dólares. Em janeiro, as exportações haviam recuado 1,8 por cento.

“O mês de fevereiro marca o início de uma recuperação das vendas externas do agronegócio, com a maioria dos grupos de produtos apresentando taxas de crescimento positivas, depois de vários meses de queda com retração do valor exportado em 10 por cento no ano de 2009″, disse o diretor de Promoção Internacional do Agronegócio, Eduardo Sampaio.

O ministério destacou o crescimento da receita da carne bovina in natura de 42,6 por cento no período (de 186 milhões para 265 milhões de dólares). No total, as exportações de carnes bovina, suína e de frango aumentaram 24,5 por cento, passando de 781 milhões de dólares em fevereiro de 2009 para 973 milhões no mês passado.

Já o farelo de soja apresentou alta de 39 por cento no valor exportado, sendo o item mais importante na composição do desempenho do complexo da oleaginosa, que aumentou 17,4 por cento, totalizando 582 milhões de dólares.

O complexo sucroalcooleiro teve alta de 47,8 por cento na receita exportada no mês passado em relação ao mesmo período de 2009, atingindo 729 milhões de dólares. O valor dos embarques de açúcar cresceu 50,9 por cento e do etanol, 22 por cento.

As exportações no período subiram para a maioria dos blocos econômicos e regiões com destaque para Europa Oriental (76,3 por cento), Oriente Médio (40,1 por cento) e Ásia (32,8 por cento).UOL

Fonte: www.camera2.com.br

A inflação já projeta 4,99%

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Economistas consultados pelo Banco Central elevaram a estimativa de inflação pela sétima semana consecutiva e projetam o IPCA em 4,99%, ante projeção de 4,91% feita anteriormente. A previsão está na pesquisa Focus. Também a projeção para o dólar aumentou levemente para R$ 1,81, contra R$ 1,80 na semana anterior. O mercado manteve a estimativa para o crescimento do PIB de 2010 em 5,5%. Para o ano que vem, a previsão é de crescimento de 4,5%. Os economistas mantiveram também suas previsões para a taxa básica de juros (Selic) para 11,25% no fim do ano. Atualmente está em 8,75%. O mercado elevou todas as projeções relativas a índices de inflação em 2010: do IGP-DI de 5,7% para 5,91% e do IGP-M de 5,86% para 5,88%. A projeção do superavit da balança comercial foi mantida em US$ 10 bi! lhões e do deficit nas transações correntes subiu de US$ 50 bilhões para US$ 52 bilhões.

Fonte: www.AffonsoRitter.com.br

FGV: inflação pelo IGP-DI é de 1,09% em fevereiro

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Da Agência Estado

A inflação medida pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) em fevereiro foi de 1,09%, informou hoje a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Em janeiro, a inflação havia sido de 1,01%. O resultado ficou dentro das estimativas dos analistas, que esperavam elevação entre 0,85% e 1,20%, e levemente acima da mediana de 1,07%.

Com o resultado divulgado hoje, o IGP-DI acumula altas de 2,11% no ano e de 0,77% nos 12 meses encerrados em fevereiro. A taxa acumulada do IGP-DI é utilizada como indexador das dívidas dos Estados com a União.Fonte: G1

Fonte: www.camera2.com.br

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