Exportações do agronegócio do Brasil sobem 20,6% em fevereiro

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10h44min

As exportações do agronegócio brasileiro subiram 20,6 por cento em fevereiro em relação ao mesmo mês do ano passado, para 4,4 bilhões de dólares, informou nesta quarta-feira o Ministério da Agricultura.

De acordo com comunicado do ministério, carne de frango, carne bovina, açúcar e farelo de soja foram os itens que mais contribuíram para a alta, e o superávit da balança comercial alcançou 3,4 bilhões de dólares. Em janeiro, as exportações haviam recuado 1,8 por cento.

“O mês de fevereiro marca o início de uma recuperação das vendas externas do agronegócio, com a maioria dos grupos de produtos apresentando taxas de crescimento positivas, depois de vários meses de queda com retração do valor exportado em 10 por cento no ano de 2009″, disse o diretor de Promoção Internacional do Agronegócio, Eduardo Sampaio.

O ministério destacou o crescimento da receita da carne bovina in natura de 42,6 por cento no período (de 186 milhões para 265 milhões de dólares). No total, as exportações de carnes bovina, suína e de frango aumentaram 24,5 por cento, passando de 781 milhões de dólares em fevereiro de 2009 para 973 milhões no mês passado.

Já o farelo de soja apresentou alta de 39 por cento no valor exportado, sendo o item mais importante na composição do desempenho do complexo da oleaginosa, que aumentou 17,4 por cento, totalizando 582 milhões de dólares.

O complexo sucroalcooleiro teve alta de 47,8 por cento na receita exportada no mês passado em relação ao mesmo período de 2009, atingindo 729 milhões de dólares. O valor dos embarques de açúcar cresceu 50,9 por cento e do etanol, 22 por cento.

As exportações no período subiram para a maioria dos blocos econômicos e regiões com destaque para Europa Oriental (76,3 por cento), Oriente Médio (40,1 por cento) e Ásia (32,8 por cento).UOL

Fonte: www.camera2.com.br

A inflação já projeta 4,99%

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Economistas consultados pelo Banco Central elevaram a estimativa de inflação pela sétima semana consecutiva e projetam o IPCA em 4,99%, ante projeção de 4,91% feita anteriormente. A previsão está na pesquisa Focus. Também a projeção para o dólar aumentou levemente para R$ 1,81, contra R$ 1,80 na semana anterior. O mercado manteve a estimativa para o crescimento do PIB de 2010 em 5,5%. Para o ano que vem, a previsão é de crescimento de 4,5%. Os economistas mantiveram também suas previsões para a taxa básica de juros (Selic) para 11,25% no fim do ano. Atualmente está em 8,75%. O mercado elevou todas as projeções relativas a índices de inflação em 2010: do IGP-DI de 5,7% para 5,91% e do IGP-M de 5,86% para 5,88%. A projeção do superavit da balança comercial foi mantida em US$ 10 bi! lhões e do deficit nas transações correntes subiu de US$ 50 bilhões para US$ 52 bilhões.

Fonte: www.AffonsoRitter.com.br

FGV: inflação pelo IGP-DI é de 1,09% em fevereiro

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Da Agência Estado

A inflação medida pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) em fevereiro foi de 1,09%, informou hoje a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Em janeiro, a inflação havia sido de 1,01%. O resultado ficou dentro das estimativas dos analistas, que esperavam elevação entre 0,85% e 1,20%, e levemente acima da mediana de 1,07%.

Com o resultado divulgado hoje, o IGP-DI acumula altas de 2,11% no ano e de 0,77% nos 12 meses encerrados em fevereiro. A taxa acumulada do IGP-DI é utilizada como indexador das dívidas dos Estados com a União.Fonte: G1

Fonte: www.camera2.com.br

Mantega detalha medidas estudadas para exportadores

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Edição 288 | Ano II

São Paulo / SP

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, detalhou em entrevista a um jornal neste domingo as medidas que o governo prepara para estimular os exportadores, mas ressaltou que elas ainda precisam de aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Mantega disse que a primeira medida é aumentar o conceito de empresa preponderantemente exportadora, que tem vantagens fiscais, baixando de 60 para 40 por cento o patamar da produção que ela precisa vender para fora. Outro ponto é isentar as empresas enquadradas no Simples, com renda bruta de até 2,4 milhões de reais. “Se além desse valor elas exportarem, não serão desenquadradas. Até certo limite vão continuar a se beneficiar do Simples”, disse Mantega. Outra medida é isentar remessas de serviços do Imposto de Renda se elas estiverem relacionadas a operações de comércio exterior. “Uma empresa exportadora que vai expor em uma feira, por exemplo, tem que pagar pelos serviços. Essa remessa será isenta de IR”, explicou o ministro. Mantega citou ainda a criação de uma apólice de seguro usando como base o Fundo Garantidor de Exportação, já existente. “O exportador recebe apólice e com isso vai baratear o custo, pois baixa o risco.” “São medidas que estão em fase final, sendo discutidas como o ministro (do Desenvolvimento) Miguel Jorge e todas têm que passar pela aprovação de Lula. (Agência Reuters)

Fonte:  http://www.e-pressbiz.blogspot.com/

Arrecadação de ICMS da Bahia teve pior desempenho entre os Estados

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Estudos realizados com base nos dados constantes no site do COTEPE apontam a Bahia como o estado que teve o pior crescimento de arrecadação de ICMS dos últimos quatro anos (2006 a 2009). A afirmação é o diretor de Assuntos Econômicos do Instituto dos Auditores Fiscais do Estado da Bahia – IAF, o auditor fiscal Sérgio Furquim. Furquim, que também coordena o Núcleo de Estudos da Sefaz do Futuro, apresenta números em que a Bahia ocupa a 27ª posição no ranking nacional, com um crescimento nominal 17,88%, muito abaixo do obtido pelo estado de Roraima, com 58,53%, e abaixo de estados como Pernambuco e Maranhão, que obtiveram respectivamente 41,60% e 37,56%, no mesmo período.
O estudo, que tem por objetivo analisar as políticas públicas adotadas pelos governantes e o seu reflexo sobre a arrecadação dos diversos estados, aponta que a falta de investimentos em infraestrutura, aliado a baixa atração de investimentos privados foi a principal responsável pelo fraco desempenho da economia baiana. A falta de planejamento fez com que a Bahia demorasse muito para engatar um sólido plano de desenvolvimento, fazendo com que perdesse espaço junto aos grandes projetos do PAC. “É inadmissível que após ser considerado em 2008 o pior porto do Brasil pelo Centro de Estudos em Logística da UFRJ o Porto de Salvador voltasse a ser considerado novamente o pior. Esse descaso com investimentos em infraestrutura portuária é um dos principais responsáveis pela baixa movimentação de contêineres que afunila o escoamento de cargas. É indiscutível que os investimentos de Pernambuco no Porto de Suape fizeram toda a diferença em favor do estado vizinho”, afirmou Sérgio Furquim. Também estados que adotaram tratamento diferenciado aos seus contribuintes tiveram um crescimento muito maior do que a Bahia, citando como exemplo Mato Grosso, Goiás e Mato Grosso do Sul, tratados como vilões da guerra fiscal e que tiveram crescimento acima de 42% nos últimos quatro anos.
O estudo mostra, também, que estados com arrecadação historicamente superior a da Bahia, como São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Paraná, com variação entre 35,85% e 27,71%, tiveram taxas de crescimentos bem maiores no mesmo período, afastando cada vez mais a possibilidade da Bahia vir a alcançar a 5ª posição em arrecadação de ICMS no ranking nacional. Segundo Furquim, em 2006 a arrecadação do Paraná era pouco mais de R$ 650 milhões superior à da Bahia, em 2009 essa diferença saltou para R$ 2.155 milhões, valor superior ao dobro de todos os investimentos realizados pelo governo baiano em 2009. Através de um estudo detalhado do conjunto das medidas editadas pelas secretarias de Fazendas dos demais estados da Federação, poderá saber se com precisão a causa do baixo desempenho da arrecadação baiana, bastante afetada pelos problemas que ocorreram nos últimos anos na Sefaz e pela falta de experiência da equipe que geriu a pasta fazendária.
Contudo, para Sérgio Furquim, o grande responsável pelo baixo crescimento econômico baiano nos últimos quatro anos, foi, sem dúvida alguma, a falta de investimentos públicos. A crise econômica mundial não pode ser usada como desculpa para tudo, pois, enquanto a Bahia teve apenas R$ 902,70 milhões de investimentos do PAC em 2007 e 2008, o estado de Pernambuco teve mais de R$ 11 bilhões, conforme o balanço de dois anos do Programa de Aceleração de Crescimento (PAC) divulgado pelo Governo Federal. Sem dúvidas, os investimentos públicos impulsionam o desenvolvimento da economia local, pois geram emprego, injetam recursos e, quase sempre, estão relacionados com melhorias na infraestrutura e valorização da população, refletindo diretamente sobre a capacidade produtiva e, consequentemente, sobre o desempenho da arrecadação, afirmou o analista econômico do IAF.

Fonte:  http://www.e-pressbiz.blogspot.com/

Diz o blogueiro – os “Fordistas” que tanto criticvaram o governo Olívio agora ficam calados, ou melhor, continuam enchendo a bola da Bahia, escondendo assim essa verdade incontestável.Eles não têm mesmo é vergonha na cara.

Indústria do RS cresce 6,6%

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O ano começou positivo para a indústria gaúcha, que contabilizou em janeiro um desempenho 6,6% maior do que em igual mês de 2009. Sobre dezembro, a expansão foi de 2%, sem os efeitos sazonais, e o quinto mês consecutivo de avanço. “É um importante passo para a manutenção do processo de recuperação da nossa economia, fortemente abalada pela turbulência internacional a partir do final de 2008 e que ainda não retornou aos patamares pré-crise”, comentou o presidente da Fiergs, Paulo Tigre, ao avaliar o Índice de Desempenho Industrial (IDI), nesta quinta-feira (04). Para ele, as questões que mais vêm impactando favoravelmente estão relacionadas ao mercado interno: crescimento do crédito, emprego e renda, além do ajuste de estoques concluído no final de 2009. Também têm dado a sua co! ntribuição a retomada dos investimentos, que impulsionaram o setor metal-mecânico, em especial o segmento de Máquinas e Equipamentos, e o aumento das exportações (19% em janeiro). As variáveis do IDI ligadas à produção foram as responsáveis pelo cenário positivo da atividade industrial: compras 36,4% em relação a janeiro de 2009; faturamento 12% e utilização da capacidade instalada 3%. Só as horas trabalhadas na produção ficaram negativas (-1,2%).

Fonte: www.AffonsoRitter.com.br

Governo estabelece sobretaxa para importação de calçado chinês por cinco anos

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08:25

O governo ampliou na quinta-feira (4) a sobretaxa aplicada na importação de calçados chineses para evitar a prática de dumping. O valor subiu de US$ 12,47 para US$ 13,85 por par e terá validade por cinco anos.

A sobretaxa estava sendo cobrada provisoriamente nos últimos seis meses e perderia a validade na próxima segunda-feira, dia 8. A decisão de torná-la definitiva foi tomada pelo Comitê Executivo de Gestão (Gecex) da Câmara de Comércio Exterior (Camex).

Dumping
A investigação de dumping nas exportações chinesas de calçados para o Brasil foi aberta pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior em dezembro de 2008, a pedido da Associação Brasileira de Calçados (Abicalçados).

O dumping (exportação de bens para outros mercados com preços inferiores aos praticados no mercado de origem) é considerado uma prática desleal de concorrência pela Organização Mundial do Comércio (OMC).

Um grupo de parlamentares e prefeitos de cidades brasileiras produtoras de calçados percorreram esta semana os sete ministérios que compõem o Gecex para pediram apoio na manutenção de sobretaxa sobre os calçados importados da China.

Eles alegam que a sobretaxa provisória evitou a entrada de 30 milhões de pares no Brasil desde setembro e estimulou as empresas a voltarem a contratar para aumentar a produção.

Produtos
O Ministério do Desenvolvimento informou que a medida, que ainda será publicada no Diário Oficial da União, exclui sandálias praianas e os utilizados exclusivamente para a prática de alguns esportes como esqui, surfe de neve, patinação, lutas, boxe e ciclismo.

Também não tributa as importações chinesas de pantufas, sapatilhas para dança, calçados descartáveis, calçados utilizados como item de segurança em fábricas, calçados fabricados totalmente em material têxtil, sapatos de bebês cuja parte superior seja totalmente fabricada em tecido, além dos calçados de couro natural.Fonte: G1

Fonte: www.camera2.com.br

Cartões lideram as dívidas

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Pesquisa da Confederação Nacional do Comércio (CNC), divulgada pela Fecomércio, dá conta de que 67,7% das famílias gaúchas estão endividadas, embora 2,7 pontos percentuais menos do que em janeiro. Na liderança, o cartão de crédito com 62,5% dos entrevistados, que deve ser visto não como vilão, mas como evolução, já que seu papel é a de substituir o dinheiro, observa o economista Pedro Ramos, da Fecomércio: “Ele agrega algumas vantagens, como a facilidade de pagamento, com maior número de parcelas, além da própria segurança de porte sobre o dinheiro”. Mas Ramos alerta para um fator bastante desfavorável: a taxa de juros. É a mais alta do mercado. Em eventual atraso, supera em muito a do carnê.

Fonte: www.AffonsoRitter.com.br

Veículos batem recorde

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Às vésperas da volta do IPI à alíquota original, as vendas de veículos registraram em fevereiro o melhor resultado para o mês na história da indústria automobilística, com o emplacamento de 221 mil unidades, de acordo com os dados obtidos pela Folha Online. O resultado superou o contabilizado em 2008 (200,8 mil), que detinha a maior marca até então, e representa um acréscimo de 10,9% nos emplacamentos no confronto com fevereiro de 2009, quando o desempenho do setor automotivo foi afetado pela crise econômica mundial. Na comparação com janeiro deste ano, os licenciamentos também registraram aumento (3,6%) apesar da diferença entre a quantidade de dias úteis devido ao feriado de Carnaval. No primeiro bimestre, foram vendidos 434,3 mil veículos, o que engloba automóveis, comerciais leve! s, ônibus e caminhões, com expansão de 9,5% no comparativo com o mesmo intervalo em 2009.

Fonte: www.AffonsoRitter.com.br

Risco Brasil recua 6,51% e fecha aos 201 pontos

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Considerado um dos principais termômetros da confiança dos investidores na economia brasileira, o EMBI+, calculado pelo Banco JP Morgan Chase, fechou a segunda-feira aos 201 pontos, uma forte queda de 6,51% perante os 215 pontos registrados na sexta-feira.

Sobre o EMBI + Brasil

O Emerging Markets Bond Index – Brasil é um índice que reflete o comportamento dos títulos da dívida externa brasileira. Corresponde à média ponderada dos prêmios pagos por esses títulos em relação a papéis de prazo equivalente do Tesouro dos Estados Unidos, tido como o país mais solvente do mundo, de risco praticamente nulo.

O indicador mensura o excedente que se paga em relação à rentabilidade garantida pelos bônus do governo norte-americano. Significa dizer que a cada 100 pontos expressos pelo risco Brasil, os títulos do país pagam uma sobretaxa de 1% sobre os papéis dos EUA.

Basicamente, o mercado usa o EMBI+ para medir a capacidade de um país honrar os seus compromissos financeiros. A interpretação dos investidores é de que quanto maior a pontuação do indicador de risco, mais perigoso fica aplicar no país. Assim, para atrair capital estrangeiro, o governo tido como “arriscado” deve oferecer altas taxas de juros para convencer os investidores externos a financiar sua dívida – ao que se chama prêmio pelo risco.Fonte: UOL

Fonte: www.camea2.com.br

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