Dívida com União: a bola de neve que congela o orçamento gaúcho

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O orçamento anual é a principal carta de intenções de um governo. É onde estão as projeções de investimentos e de aplicação de recursos. É, também, uma espécie de bandeira política onde uma administração pode imprimir sua marca e impor qualquer inversão de prioridades que considere necessária.

Heraldo Pereira afirma que Paulo Henrique Amorim faz uma “leitura intolerante”

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Anderson Scardoelli

A edição de abril da Raça Brasil traz uma entrevista com o repórter de política e eventual apresentador do ‘Jornal Nacional’, da Rede Globo, Heraldo Pereira. À publicação, o jornalista respondeu a 19 perguntas feitas por Amilton Pinheiro. Além de falar da carreira, o âncora substituto do ‘JN’ falou pela primeira vez a respeito do processo movido contra Paulo Henrique Amorim, da TV Record. De acordo com ele, o colega de profissão foi intolerante e precisava pagar pelo ato racista.

heraldo_pereira_-_raa_brasilNa entrevista à publicação da Editora Escala, que está disponível na íntegra na internet, Heraldo diz ter orgulho de sua raça e criticou relacionou a conduta de Amorim, que postou no blog Conversa Afiada que o jornalista só fazia sucesso por ser negro e de origem humilde, com a política. “Não vou permitir que um indivíduo que faz propaganda do que é ser negro em suas rodinhas de convertidos tardios ao esquerdismo, todos criados em berço de ouro, venha me dizer o que é ser negro”, afirmou o jornalista da Globo.

Heraldo ainda citou detalhes do processo judicial contra o apresentador da Record, ao contar que Amorim chegou a dizer que usou a expressão “negro de alma branca” para elogiá-lo. Apesar de afirmar que conseguiu o que desejava em relação ao editor do Conversa Afiada, o repórter da Rede Globo avaliou que a atitude de seu colega de profissão jamais será reparado. Só eu e a minha família sabemos a dor que sofri ao ler todo aquele lixo em formato de texto. É algo indescritível”.

Fonte: http://portal.comunique-se.com.br/index.php/editorias/17-destaque-home/68397-heraldo-pereira-afirma-que-paulo-henrique-amorim-faz-uma-leitura-intolerante.html

 

Diz o blogueiro – esse assunto é controverso. Entendo que não se pode qualificar alguém, independente da cor da pele de ser desta ou daquela raça, pois somos todos membros da RAÇA HUMANA. Assim sendo a diferença da cor da pele para mim deve ser qualificada como etnia. Pergunto-me quem são os maiores “racistas” nesse país, segundo a ótica da maioria. Eu mesmo respondo. São os boleiros de pele negra que casam em 99% dos casos com loiras, muitas das quais são loiras de farmácia, mas loiras. Essa é uma questão muito delicada e qualquer palavra impensada pode gerar não somente um constrangimento como até um processo judicial.

Luis Nassif afirma que redator-chefe da Veja trocou mais de 200 telefonemas com “bicheiro” preso pela Polícia Federal

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Redação Comunique-se

Na manhã desta segunda-feira, 26, o jornalista Luis Nassif publicou no site Advivo que o redator-chefe e chefe da sucursal da revista Veja em Brasília, Policarpo Júnior, trocou mais de 200 telefonemas com o empresário Carlos Augusto de Almeida Ramos, conhecido como Carlinhos Cachoeira. Suspeito de chefiar uma quadrilha de exploração de jogos com máquinas caça-níqueis, o empresário foi preso no dia 29 de fevereiro, durante a Operação Monte Carlo da Polícia Federal.
Policarpo Júnior foi alvo de críticas de Luis Nassif. Funcionário da Veja participou da edição 2008 do "Curso Abril de Jornalismo". (Imagem: Henrique Gualtieri/Abril)
Em seu blog, Nassif afirma que Policarpo Júnior conversa com Cachoeira sobre as reportagens publicadas pela Veja, além de trocar outras informações e receber elogios do “bicheiro”. O jornalista do Advivo ainda sugere que o funcionário da publicação da Editora Abril só foi promovido – desde janeiro é um dos quatro redatores-chefes da revista – devido à “associação” que fez com o empresário que está em um presido federal de segurança máxima em Mossoró, interior do Rio Grande do Norte. 

Nassif não poupa críticas ao jornalista da Veja e põe em xeque a conduta ética de seu colega de profissão. “Cada publicação costuma ter alguns repórteres incumbidos do trabalho sujo. Policarpo é mais que isso”, afirmou. “As gravações efetuadas mostram sinais incontestes de associação criminosa da revista com o bicheiro. São mais de 200 telefonemas trocados”, publicou. O diretor do Advivo também afirmou que “há indícios de que Cachoeira foi sócio da revista na maioria dos escândalos dos últimos anos”.

Integrante da redação da Veja em Brasília há mais de dez anos, Policarpo Júnior já foi repórter de política e atualmente acumula as funções de redator-chefe da revista – cargo que divide com Thaís Oyama, Fábio Altman e Lauro Jardim – e de chefe da sucursal na capital federal. Em 2005, foi o responsável por publicar que o então chefe do Departamento de Contratação e Administração de Material dos Correios, Maurício Marinho, foi flagrado recebendo R$ 3 mil de propina – caso considerado um dos precursores do “Escândalo do Mensalão”. A respeito das afirmações de Nassif, Policardo Júnior não se pronunciou até o momento.

Fonte:  http://portal.comunique-se.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=68314:luis-nassif-afirma-que-redator-chefe-da-veja-trocou-mais-de-200-telefonemas-com-bicheiro-preso-pela-policia-federal&catid=17:destaque-home&Itemid=20

Mais uma na edição digital de hoje do Correio do Povo

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Filho de Eike Batista atropela e mata ciclista no Rio, segundo polícia

 

Diz o blogueiro – esse título está na edição digital do Correio do Povo de hoje e espero que alguém por lá faça a correção haja vista que o leitor não tem a obrigação de receber em sua casa ou local de trabelho uma coisa estúpida como essa. Esse é o comportamento que acirra os ânimos entre condutores de veículos automotores e ciclistas. Como tanto bicicletas quanto veículos automotores são VEÍCULOS não podem as mesmas ser objeto de ATROPELAMENTO. O CICLISTA se estiver desembarcado e assim na condição de PEDESTRE sim poderá ser atropelado. Isto está na Legislação de Trânsito. Infelizmente falta o preparo necessário aos jovens que saem hoje dos cursos  de jornalismo e inclusive disposição de ler, infelizmente.No que concerne aos EDITORES nem mesmo ouso dizer aqui o que penso e sei que meus leitores bem me compreendem, pois inteligentes.

No Correio do Povo, edição digital agora

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Tumor de Lula não apareceu em tomografia, diz médico

Ex-presidente passou por exames para verificar se estava com inflação nos pulmões

‘Número Dois’ do jornalismo da Veja, redator-chefe Mario Sabino deixa a revista

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Anderson Scardoelli

 

Funcionário da revista Veja desde 1994, o jornalista Mario Sabino deixa a principal publicação da Editora Abril. A saída dele foi confirmada na noite desta quinta-feira (24), após ocupar por anos o cargo de redator-chefe.  De acordo com nota publicada na Veja.com, a decisão foi do profissional, que decidiu deixar  de lado o trabalho na mídia.

Na equipe de jornalismo do veículo de comunicação, Sabino era o segundo na hierarquia, ficando abaixo apenas do diretor de redação Eurípedes Alcântara. Inclusive, em agosto, durante as férias de Alcântara, Sabino assumiu a direção da Veja por um mês.

A Editora Abril ainda não definiu o profissional que substituirá. Na escala de cargos da Veja, os editores executivos têm importância de chefia subsequente ao redator-chefe. Atualmente, Carlos Graieb, Fábio Altman, Isabela Boscov, Jaime Klintowitz, Thaís Oyama e Vilma Gryzinski ocupam estes cargos. 

Carreira
Jornalista desde 1984, Sabino teve passagem pela Folha de São Paulo, empresa em que foi editor de livros. Além da redação do Grupo Folha e Editora Abril, o jornalista se dedica à literatura, sendo autor de O dia em que matei meu pai, O antinarciso, A Boca da Verdade e O vício do amor.

No dia em que foi divulgada a saída da Veja, Sabino apareceu na TV, ao ser entrevistado pelo ‘Programa do Jô’, da Globo. Na atração, ele comentou sobre o trabalho como escritor, disse que setores da esquerda queriam controlar a imprensa e que o governo Dilma tem sido uma “grata surpresa”.

 

Mario Sabino deixa a Veja após 17 anos na redação da revista.
(Imagem: Divulgação)
 

Jornalistas da Veja lamentam
Blogueiro da Veja.com, Reinaldo Azevedo elogiou o trabalho de Sabino à frente da redação da versão impressa. "Os profissionais de VEJA e da VEJA lamentam a saída de Mario Sabino. Todos sabemos que, em seu novo caminho, atuará com o brilho, o rigor e a competência de sempre", postou.

Em nota publicada na Veja.com e assinada por Eurípedes Alcântara, a saída do redator-chefe foi confirmada. No texto, o diretor afirma que foi Sabino quem quis deixar a publicação, para se dedicar a novos projetos profissionais. A afirmação dele vai contra o que foi publicado pelo Brasil 247, que apontou a saída como decisão do presidente da Abril Mídia, Fábio Barbosa.

Confira a íntegra da nota assinada por Alcântara, intitulada "Antes que prevaleça a desinformação":

VEJA
Nota do diretor à redação
Meus caros,
 
antes que prevaleçam a maledicência e a desinformação, matérias-primas dos bucaneiros da internet, gostaria de esclarecer o que existe de factual sobre a decisão do Mario Sabino de deixar o jornalismo e, como consequência, seu cargo de redator chefe de VEJA. Havia um ano eu tentava dissuadir o Mario da determinação de deixar a profissão. Ele argumentava que o exercício do jornalismo já não lhe proporcionava a mesma satisfação. Embora eu apontasse que ele continuava a desempenhar suas atribuições com a responsabilidade, brilhantismo, ousadia e originalidade de sempre, Mario foi consolidando sua decisão de mudar de rumos profissionais.
 
Na semana passada, finalmente, Mario Sabino me procurou para dizer que seguiria mesmo outro caminho.
 
A decisão do Mario representa uma grande perda – para nós da redação de VEJA e para o jornalismo. Ele esteve ao meu lado durante quase oito anos, no cargo que ainda exercerá até o início do próximo ano, sempre como a melhor companhia que um diretor de redação pode ter na trincheira do jornalismo rigoroso e independente. Perco o convívio de um amigo, mas não a sua amizade. Fica conosco sua lição de profissionalismo intenso e de apego exacerbado à busca da verdade, para ele mais do que uma simples virtude, uma razão de vida.  Sob essa ótica, farei e anunciarei nas próximas semanas as mudanças que a decisão do Mario acarreta.
 
Eurípedes Alcântara
Diretor de Redação

25/11/2011

 

Fonte: www.comunique-se.com.br

 

 

 

“Liberdade de imprensa não é um direito absoluto”

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Filed under: Claudio Baldino Maciel,Grupos Mafiomidiáticos — Gilmar Crestani @ 9:38 am
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Em debate realizado em Porto Alegre, o desembargador do Tribunal de Justiça do RS, Claudio Baldino Maciel, afirmou que os meios de comunicação tem usado da liberdade de imprensa para violar outros princípios constitucionais. Jornalistas brasileiros concordam e defendem regulamentação do setor, com mecanismos para combate ao monopólio e fomento à pluralidade e diversidade de veículos, para que a liberdade de imprensa não seja restrita aos poucos grupos que controlam o setor.

por Bia Barbosa, em Carta Maior

Porto Alegre – Em maio de 2009, o Supremo Tribunal Federal derrubou integralmente a Lei de Imprensa afirmando que não pode haver qualquer regulação para o exercício da atividade jornalística. Em debate realizado nesta quinta-feira (3) em Porto Alegre, promovido pela Associação de Juízes do Rio Grande do Sul (Ajuris), Associação Brasileira de Empresas e Empreendedores de Comunicação (Altercom) e Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social, a tônica das discussões, no entanto, foi no sentido contrário.

Na avaliação do desembargador do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, Claudio Baldino Maciel, a liberdade de imprensa não é um direito absoluto, e comporta ponderações quando outros princípios constitucionais estão em jogo, como a privacidade e a intimidade. “Sei que este é um ponto de tensão entre juízes e jornalistas; alguns setores da imprensa entendem como censura, mas é preciso compreender que o direito à liberdade de imprensa não é, como nenhum outro direito, absoluto. É claro que, quando se trata de uma pessoa pública, o interesse público sobressai. Mas cabe ao juiz normatizar esses conflitos”, afirmou.

Para Claudio Baldino Maciel, a atividade de comunicação, especialmente pelo impacto que tem na vida das pessoas, deve ser regulada. O desembargador tratou especificamente do artigo 220 da Constituição Federal, que proíbe monopólios diretos e indiretos no setor, citando o caso de uma ação do Ministério Público Federal contra a RBS que possui mais de 20 emissoras de TV, oito jornais e diversas emissoras de rádio na região Sul do país.

“É uma atividade que, também pela falta de regulamentação, gerou o coronelismo eletrônico, que representa uma promiscuidade enorme entre o poder político local e até nacional e as concessões de meios de comunicação, violando inclusive o artigo 54 da Constituição Federal. O vínculo da grande mídia com as elites é inegável no país. É fundamental que esta atividade seja, portanto, regulada”, avalia. “Não há nenhum profissional que precise de tanta independência quanto o jornalista para trabalhar como o juiz. Se foi criado o Conselho Nacional de Justiça, por que não pensar em uma regulamentação da atividade de imprensa?”, questionou Maciel.
 

Distribuição e financiamento

“Precisamos garantir a liberdade de imprensa a quem não tem o direito de se fazer ouvir. Por isso é preciso combater o monopólio e gerar um conjunto de medidas políticas e econômicas que façam o país trafegar da liberdade formal para a real”, disse Breno Altmann.

É uma batalha que se trava não apenas na regulação da propriedade, mas também na questão do financiamento, produção e distribuição do conteúdo. Na França, por exemplo, até pouco tempo os jornaleiros eram obrigados a expor de forma equânime na banca todos os jornais, e a distribuição das publicações no país era feita por uma empresa estatal. Assim, havia uma interferência na distribuição para garantir a liberdade de escolha do leitor. No Brasil, o monopólio chega inclusive à distribuição de publicações impressas, controlada em cerca de 100% pelo Grupo Abril. Faltam ainda mecanismos de estímulo à diversidade e pluralidade de conteúdos.

“No Brasil não há qualquer fonte estável de financiamento para grupos locais ou regionais, como fundos de apoio a novos veículos. Tampouco há regras para a distribuição publicitária que busquem garantir estabilidade das publicações; há uma evidente desigualdade de opotunidades. Este tipo de definição sequer não depende de aprovação parlamentar, mas diante da enorme reação da mídia depois que a Secom [Secretaria de Comunicação da Presidência da República] decidiu usar o critério técnico para distribuir a verba publicitária, o governo recuou em novas iniciativas”, criticou Altmann.

O diretor da Altercom alertou para a necessidade de não se cair no conto das “ilusões tecnológicas”. A idéia de que a internet é solução para o monopólio é uma frustração. É verdade que todo mundo pode atuar na rede. Mas na internet já se reproduz o mesmo mecanismo de monopólio que na televisão: 70% do acesso está concentrado em quatro portais de notícias. E isso atrai a publicidade também. Repete-se, assim, o mecanismo da concentração no financiamento e na distribuição”, relatou.

Atualmente, apesar de contar com uma audiência que gira em torno de 50%, 70% da publicidade aplicada em televisão vai para a Rede Globo. Como a TV é o meio que recebe metade do bolo publicitário do país, pode-se afirmar que, aqui, uma única empresa detem o contro de 35% de toda a verba publicitária em circulação no país.

“Ou seja, para cada R$ 1 investido em publicidade no Brasil, a família Marinho fica com 35 centavos. É um disparate”, criticou o jornalista Paulo Henrique Amorim, do blog Conversa Afiada. “O maior anunciante do Brasil é o Estado e suas empresas. Mas quem garante que o R$ 1 que o Banco do Brasil coloca na Globo corresponde à audiência que a Globo diz que tem? Como o gestor público pode ter certeza de que o dinheiro do povo está recebendo a entrega de alcance que a Globo diz ter, já que os dados do Ibope são questionáveis?”, perguntou.

Paulo Henrique Amorim lembrou que, nos últimos três anos, embora a audiência da Globo esteja em queda, seus telespectadores não estão migrando para as emissoras concorrentes, mas para a internet – onde vão acessar os portais da Globo – e para o cabo e o satélite – onde também há um monopólio do mesmo grupo.

“A indústria do cabo, por exemplo, foi impedida de ser disseminada pela Globo, para que não canibalizasse sua própria TV aberta. Por isso o cabo é tão caro no Brasil”, explicou. “E as rádios e jornais do interior vivem da divulgação das agências de informação dos portais da globo, da Folha e do Estadão. Nenhuma nova democracia vive nesse monopólio, não há conformação industrial deste tipo em nenhum outro país”, disse Amorim.

Uma das propostas defendidas no debate em Porto Alegre foi então a criação de fundos públicos que criem condições materiais para a democratização e fomentem o desenvolvimento da imprensa regional e setorial que não faz parte da tradicional economia de mercado.

Claudio Baldino Maciel: “Liberdade de imprensa não é um direito absoluto” | Viomundo – O que você não vê na mídia

 

Fonte: http://fichacorrida.wordpress.com/2011/11/06/liberdade-de-imprensa-no-um-direito-absoluto/

Correio do Povo anuncia alterações em cadernos

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Novidades fazem parte de um projeto de reformulação iniciado pela editoria de Economia

 

A assessoria de imprensa da Rede Record RS divulgou as mudanças iniciadas no jornal Correio do Povo, além da editoria de Economia, já anunciada na terça-feira, 1º. O Guia de Turismo, com dicas de destinos e pacotes de viagens, volta reformulado. Quarta-feira será o novo dia do caderno Habitação & Mercado, que será substituído na sexta-feira pelo caderno Mais Preza.

 

Fonte: www.coletiva.net

Mais uma de ZH

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MARCEL STÜRMER – RUMO AO PAN – ASSALTADO

 
 

O veículo foi encontrado, mas sem os pertences do patinador.

 Logo depois de Marcel embarcar, no início da tarde,  eles foram até um   shopping e compraram as roupas  . Mas as peças ainda precisam ser bordadas.

 http://wp.clicrbs.com.br/lajeado/

 

 

Diz o blogueiro – confesso que embora tenha tentado não entendi, pois confusa a redação.Primeiro alguém embarca e depois vai fazer compras?

 

 

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Leia mais: http://wp.clicrbs.com.br/lajeado/

Zerohora.com faz escola na casa

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Zerohora.com faz escola na casa
No transitozh – twitter:
BR-116 com retenção de fluxo da Estação São Luis até a praça do Avião, em Canoas
O Eduardo Escobar indaga: Será que um diurético resolveria?

Fonte: http://previdi.blogspot.com/

Diz o blogueiro – faz poucos dias no correiodopovo.com encontrei matéria em que constava que ladrões SEQUESTRAVAM veículos para pedir resgate.

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