‘Número Dois’ do jornalismo da Veja, redator-chefe Mario Sabino deixa a revista

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Anderson Scardoelli

 

Funcionário da revista Veja desde 1994, o jornalista Mario Sabino deixa a principal publicação da Editora Abril. A saída dele foi confirmada na noite desta quinta-feira (24), após ocupar por anos o cargo de redator-chefe.  De acordo com nota publicada na Veja.com, a decisão foi do profissional, que decidiu deixar  de lado o trabalho na mídia.

Na equipe de jornalismo do veículo de comunicação, Sabino era o segundo na hierarquia, ficando abaixo apenas do diretor de redação Eurípedes Alcântara. Inclusive, em agosto, durante as férias de Alcântara, Sabino assumiu a direção da Veja por um mês.

A Editora Abril ainda não definiu o profissional que substituirá. Na escala de cargos da Veja, os editores executivos têm importância de chefia subsequente ao redator-chefe. Atualmente, Carlos Graieb, Fábio Altman, Isabela Boscov, Jaime Klintowitz, Thaís Oyama e Vilma Gryzinski ocupam estes cargos. 

Carreira
Jornalista desde 1984, Sabino teve passagem pela Folha de São Paulo, empresa em que foi editor de livros. Além da redação do Grupo Folha e Editora Abril, o jornalista se dedica à literatura, sendo autor de O dia em que matei meu pai, O antinarciso, A Boca da Verdade e O vício do amor.

No dia em que foi divulgada a saída da Veja, Sabino apareceu na TV, ao ser entrevistado pelo ‘Programa do Jô’, da Globo. Na atração, ele comentou sobre o trabalho como escritor, disse que setores da esquerda queriam controlar a imprensa e que o governo Dilma tem sido uma “grata surpresa”.

 

Mario Sabino deixa a Veja após 17 anos na redação da revista.
(Imagem: Divulgação)
 

Jornalistas da Veja lamentam
Blogueiro da Veja.com, Reinaldo Azevedo elogiou o trabalho de Sabino à frente da redação da versão impressa. "Os profissionais de VEJA e da VEJA lamentam a saída de Mario Sabino. Todos sabemos que, em seu novo caminho, atuará com o brilho, o rigor e a competência de sempre", postou.

Em nota publicada na Veja.com e assinada por Eurípedes Alcântara, a saída do redator-chefe foi confirmada. No texto, o diretor afirma que foi Sabino quem quis deixar a publicação, para se dedicar a novos projetos profissionais. A afirmação dele vai contra o que foi publicado pelo Brasil 247, que apontou a saída como decisão do presidente da Abril Mídia, Fábio Barbosa.

Confira a íntegra da nota assinada por Alcântara, intitulada "Antes que prevaleça a desinformação":

VEJA
Nota do diretor à redação
Meus caros,
 
antes que prevaleçam a maledicência e a desinformação, matérias-primas dos bucaneiros da internet, gostaria de esclarecer o que existe de factual sobre a decisão do Mario Sabino de deixar o jornalismo e, como consequência, seu cargo de redator chefe de VEJA. Havia um ano eu tentava dissuadir o Mario da determinação de deixar a profissão. Ele argumentava que o exercício do jornalismo já não lhe proporcionava a mesma satisfação. Embora eu apontasse que ele continuava a desempenhar suas atribuições com a responsabilidade, brilhantismo, ousadia e originalidade de sempre, Mario foi consolidando sua decisão de mudar de rumos profissionais.
 
Na semana passada, finalmente, Mario Sabino me procurou para dizer que seguiria mesmo outro caminho.
 
A decisão do Mario representa uma grande perda – para nós da redação de VEJA e para o jornalismo. Ele esteve ao meu lado durante quase oito anos, no cargo que ainda exercerá até o início do próximo ano, sempre como a melhor companhia que um diretor de redação pode ter na trincheira do jornalismo rigoroso e independente. Perco o convívio de um amigo, mas não a sua amizade. Fica conosco sua lição de profissionalismo intenso e de apego exacerbado à busca da verdade, para ele mais do que uma simples virtude, uma razão de vida.  Sob essa ótica, farei e anunciarei nas próximas semanas as mudanças que a decisão do Mario acarreta.
 
Eurípedes Alcântara
Diretor de Redação

25/11/2011

 

Fonte: www.comunique-se.com.br

 

 

 

“Liberdade de imprensa não é um direito absoluto”

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Filed under: Claudio Baldino Maciel,Grupos Mafiomidiáticos — Gilmar Crestani @ 9:38 am
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Em debate realizado em Porto Alegre, o desembargador do Tribunal de Justiça do RS, Claudio Baldino Maciel, afirmou que os meios de comunicação tem usado da liberdade de imprensa para violar outros princípios constitucionais. Jornalistas brasileiros concordam e defendem regulamentação do setor, com mecanismos para combate ao monopólio e fomento à pluralidade e diversidade de veículos, para que a liberdade de imprensa não seja restrita aos poucos grupos que controlam o setor.

por Bia Barbosa, em Carta Maior

Porto Alegre – Em maio de 2009, o Supremo Tribunal Federal derrubou integralmente a Lei de Imprensa afirmando que não pode haver qualquer regulação para o exercício da atividade jornalística. Em debate realizado nesta quinta-feira (3) em Porto Alegre, promovido pela Associação de Juízes do Rio Grande do Sul (Ajuris), Associação Brasileira de Empresas e Empreendedores de Comunicação (Altercom) e Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social, a tônica das discussões, no entanto, foi no sentido contrário.

Na avaliação do desembargador do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, Claudio Baldino Maciel, a liberdade de imprensa não é um direito absoluto, e comporta ponderações quando outros princípios constitucionais estão em jogo, como a privacidade e a intimidade. “Sei que este é um ponto de tensão entre juízes e jornalistas; alguns setores da imprensa entendem como censura, mas é preciso compreender que o direito à liberdade de imprensa não é, como nenhum outro direito, absoluto. É claro que, quando se trata de uma pessoa pública, o interesse público sobressai. Mas cabe ao juiz normatizar esses conflitos”, afirmou.

Para Claudio Baldino Maciel, a atividade de comunicação, especialmente pelo impacto que tem na vida das pessoas, deve ser regulada. O desembargador tratou especificamente do artigo 220 da Constituição Federal, que proíbe monopólios diretos e indiretos no setor, citando o caso de uma ação do Ministério Público Federal contra a RBS que possui mais de 20 emissoras de TV, oito jornais e diversas emissoras de rádio na região Sul do país.

“É uma atividade que, também pela falta de regulamentação, gerou o coronelismo eletrônico, que representa uma promiscuidade enorme entre o poder político local e até nacional e as concessões de meios de comunicação, violando inclusive o artigo 54 da Constituição Federal. O vínculo da grande mídia com as elites é inegável no país. É fundamental que esta atividade seja, portanto, regulada”, avalia. “Não há nenhum profissional que precise de tanta independência quanto o jornalista para trabalhar como o juiz. Se foi criado o Conselho Nacional de Justiça, por que não pensar em uma regulamentação da atividade de imprensa?”, questionou Maciel.
 

Distribuição e financiamento

“Precisamos garantir a liberdade de imprensa a quem não tem o direito de se fazer ouvir. Por isso é preciso combater o monopólio e gerar um conjunto de medidas políticas e econômicas que façam o país trafegar da liberdade formal para a real”, disse Breno Altmann.

É uma batalha que se trava não apenas na regulação da propriedade, mas também na questão do financiamento, produção e distribuição do conteúdo. Na França, por exemplo, até pouco tempo os jornaleiros eram obrigados a expor de forma equânime na banca todos os jornais, e a distribuição das publicações no país era feita por uma empresa estatal. Assim, havia uma interferência na distribuição para garantir a liberdade de escolha do leitor. No Brasil, o monopólio chega inclusive à distribuição de publicações impressas, controlada em cerca de 100% pelo Grupo Abril. Faltam ainda mecanismos de estímulo à diversidade e pluralidade de conteúdos.

“No Brasil não há qualquer fonte estável de financiamento para grupos locais ou regionais, como fundos de apoio a novos veículos. Tampouco há regras para a distribuição publicitária que busquem garantir estabilidade das publicações; há uma evidente desigualdade de opotunidades. Este tipo de definição sequer não depende de aprovação parlamentar, mas diante da enorme reação da mídia depois que a Secom [Secretaria de Comunicação da Presidência da República] decidiu usar o critério técnico para distribuir a verba publicitária, o governo recuou em novas iniciativas”, criticou Altmann.

O diretor da Altercom alertou para a necessidade de não se cair no conto das “ilusões tecnológicas”. A idéia de que a internet é solução para o monopólio é uma frustração. É verdade que todo mundo pode atuar na rede. Mas na internet já se reproduz o mesmo mecanismo de monopólio que na televisão: 70% do acesso está concentrado em quatro portais de notícias. E isso atrai a publicidade também. Repete-se, assim, o mecanismo da concentração no financiamento e na distribuição”, relatou.

Atualmente, apesar de contar com uma audiência que gira em torno de 50%, 70% da publicidade aplicada em televisão vai para a Rede Globo. Como a TV é o meio que recebe metade do bolo publicitário do país, pode-se afirmar que, aqui, uma única empresa detem o contro de 35% de toda a verba publicitária em circulação no país.

“Ou seja, para cada R$ 1 investido em publicidade no Brasil, a família Marinho fica com 35 centavos. É um disparate”, criticou o jornalista Paulo Henrique Amorim, do blog Conversa Afiada. “O maior anunciante do Brasil é o Estado e suas empresas. Mas quem garante que o R$ 1 que o Banco do Brasil coloca na Globo corresponde à audiência que a Globo diz que tem? Como o gestor público pode ter certeza de que o dinheiro do povo está recebendo a entrega de alcance que a Globo diz ter, já que os dados do Ibope são questionáveis?”, perguntou.

Paulo Henrique Amorim lembrou que, nos últimos três anos, embora a audiência da Globo esteja em queda, seus telespectadores não estão migrando para as emissoras concorrentes, mas para a internet – onde vão acessar os portais da Globo – e para o cabo e o satélite – onde também há um monopólio do mesmo grupo.

“A indústria do cabo, por exemplo, foi impedida de ser disseminada pela Globo, para que não canibalizasse sua própria TV aberta. Por isso o cabo é tão caro no Brasil”, explicou. “E as rádios e jornais do interior vivem da divulgação das agências de informação dos portais da globo, da Folha e do Estadão. Nenhuma nova democracia vive nesse monopólio, não há conformação industrial deste tipo em nenhum outro país”, disse Amorim.

Uma das propostas defendidas no debate em Porto Alegre foi então a criação de fundos públicos que criem condições materiais para a democratização e fomentem o desenvolvimento da imprensa regional e setorial que não faz parte da tradicional economia de mercado.

Claudio Baldino Maciel: “Liberdade de imprensa não é um direito absoluto” | Viomundo – O que você não vê na mídia

 

Fonte: http://fichacorrida.wordpress.com/2011/11/06/liberdade-de-imprensa-no-um-direito-absoluto/

Correio do Povo anuncia alterações em cadernos

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Novidades fazem parte de um projeto de reformulação iniciado pela editoria de Economia

 

A assessoria de imprensa da Rede Record RS divulgou as mudanças iniciadas no jornal Correio do Povo, além da editoria de Economia, já anunciada na terça-feira, 1º. O Guia de Turismo, com dicas de destinos e pacotes de viagens, volta reformulado. Quarta-feira será o novo dia do caderno Habitação & Mercado, que será substituído na sexta-feira pelo caderno Mais Preza.

 

Fonte: www.coletiva.net

Mais uma de ZH

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MARCEL STÜRMER – RUMO AO PAN – ASSALTADO

 
 

O veículo foi encontrado, mas sem os pertences do patinador.

 Logo depois de Marcel embarcar, no início da tarde,  eles foram até um   shopping e compraram as roupas  . Mas as peças ainda precisam ser bordadas.

 http://wp.clicrbs.com.br/lajeado/

 

 

Diz o blogueiro – confesso que embora tenha tentado não entendi, pois confusa a redação.Primeiro alguém embarca e depois vai fazer compras?

 

 

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Leia mais: http://wp.clicrbs.com.br/lajeado/

Zerohora.com faz escola na casa

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Zerohora.com faz escola na casa
No transitozh – twitter:
BR-116 com retenção de fluxo da Estação São Luis até a praça do Avião, em Canoas
O Eduardo Escobar indaga: Será que um diurético resolveria?

Fonte: http://previdi.blogspot.com/

Diz o blogueiro – faz poucos dias no correiodopovo.com encontrei matéria em que constava que ladrões SEQUESTRAVAM veículos para pedir resgate.

TV Record terá 67 jornalistas na cobertura do Pan-Americano

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Anderson Scardoelli

 

Alexandre Raposo anuncia as novidades na cobertura da competição (Imagem: Antonio Chahestian/Record)

A Rede Record anunciou nesta terça-feira (27) que enviará 230 profissionais para a cobertura dos jogos Pan-Americanos de Guadalajara, em outubro, no México. Do total, 67 serão jornalistas, responsáveis pela produção de conteúdos para TV Record, Record News e R7. A informação foi prestada pelo presidente da rede, Alexandre Raposo, em encontro com a imprensa, em São Paulo.

Nomes como Ana Paula Padrão, Paulo Henrique Amorim, Roberta Piza, Mylena Ciribelli e Heródoto Barbero estarão na cidade mexicana para ancorarem as transmissões de parte dos principais programas da rede, como 'Jornal da Record', 'Domingo Espetacular', 'Fala Brasil', 'Esporte Fantástico' e ‘JR News’.

A equipe de correspondentes terá quatro narradores: Éder Luiz, Álvaro José, Maurício Torres e o estreante na função, Reinaldo Gottino (atual apresentador do 'SP Record'). Entre os repórteres escalados estão Luiz Carlos Azenha, Heloísa Villela, Márcio de Castro e Vinícius Dônola.

 

Ana Paula Padrão e Álvaro José estarão na cobertura
(Imagem: Antonio Chahestian/Record)

Segundo a rede, diariamente serão transmitidas pela TV Record oito horas de programação esportiva relacionadas às diversas modalidades do Pan. O site R7 destinará 12 horas de cobertura ante 22 horas da Record News, que mostrará competições ao vivo, reprises e programas especiais.

Para dar conta do evento, a Record informa que reservou espaço de 750m² no centro de imprensa. A emissora pretende operar 24 horas por dia, alimentada por ampla estrutura técnica, que inclui apoio de três satélites exclusivos e transmissão em HD. Parte desse investimento logístico será bancado com a venda de 11 cotas de patrocínio, no valor de R$ 124 milhões cada.

 

27/9/2011

Fonte: www.comunique-se.com.br

 

Diz o blogueiro – a Rede Record sofre constantes ataques, assim como Edir Macedo. Ocorre que a Rede Record aos que costumam pensar em nosso país é uma dádiva, pois a Globo que é obviamente ligada ao sionismo dava as cartas e jogava de mão. Agora as coisas mudaram, vez que as emissoras da Record têm programação de melhor qualidade e a Globo se pretende retomar a antiga hegemonia será obrigada a oferecer programas de melhor qualidade.

O que eles conseguem fazer

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Carro perde controle, invade pista contrária e mata três pessoas no norte do Estado”

Este título está em zh digital. Fico pensando como este carro podia andar sozinho a ponto de perder o controle. Segundo a lógica de zh o Delegado de Polícia naquela cidade deverá indiciar o referido carro pela prática de homicídio doloso contra três cidadãos. Por certo o autor de tal título será escalado para a cobertura do julgamento desse irresponsável carro.

Repórteres da Folha, iG, O Globo e Diário de S. P. são agredidos na Marcha da Maconha

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Izabela Vasconcelos

 

 

Os repórteres Felix Lima (Folha.com), Ricardo Galhardo (iG), Márcia Abos (O Globo), Fabio Pagotto e Vinícius Pereira (Diário de S. Paulo) foram agredidos por policiais militares durante a cobertura da Marcha da Maconha, no último sábado (21/5), em São Paulo. A PM jogou spray de pimenta no rosto do jornalista da Folha e danificou seu equipamento fotográfico, enquanto registrava a cena de outra agressão. O repórter estava com o crachá de imprensa, mas mesmo assim não foi poupado.

Pagotto teve o pé machucado, ao ser atropelado por uma moto da corporação. Como desculpa, a polícia disse que o veículo estava sem freio.“Já tinha tomado spray na cara, soco e depois fui atropelado. Foi proposital, eu tenho fotos, testemunhas”, afirmou o repórter fotográfico, que ainda sente dores. “Estou aqui com a perna esticada. Antes tinha desinchado, mas ainda está doendo, vou ter que ir ao médico para ver o que aconteceu”, completou.

Seu colega de jornal, o fotógrafo Vinícius Pereira, também foi agredido. “Levei de tudo, desde spray de pimenta à porrada com cacetete”, contou.

Ricardo Galhardo, do iG, foi atingido por estilhaços de uma bomba de efeito moral.“Foi um descaso com a imprensa. Mandei um e-mail perguntando o motivo dessa violência e se eles andavam com moto sem freio, mas eles não responderam”, afirmou. O repórter ainda disse que outras perguntas, como o motivo da detenção de um dos manifestantes, também não foram respondidas. O jornalista estranhou o fato de os manifestantes terem sido perseguidos, já que a marcha havia sido negociada com a PM, apenas com algumas restrições.

Márcia Abos, de O Globo, leva da cobertura uma marca roxa no braço, depois que foi atingida pelo escudo de um policial. “Eles foram muito truculentos. Partiam para quem estava na frente. Em todo o momento eu estava com o crachá do Globo e muitos outros jornalistas também estavam identificados”, afirmou.

Todos os repórteres registravam a ação da PM, que perseguiu os manifestantes, cerca de 700 pessoas, por 3 km, com balas de borracha e bombas de efeito moral.

A Secretaria Municipal de Segurança Urbana informou que o caso está sendo apurado.

Fonte: www.comunique-se.com.br

Veja sai vitoriosa em ação no Tribunal de Justiça do Estado

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Judiciário negou indenização a condenado que teve passado relembrado pela revista Citando a garantia constitucional de liberdade de imprensa e também que a referida liberdade não pode ser, de forma alguma, adjetivada, reduzida ou condicionada, os integrantes da 10ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul acataram, por unanimidade, recurso da Editora Abril e do jornalista Alexandre Oltramari. A empresa e o profissional eram réus em ação de reparação de danos. Reportagem de Oltramari, publicada na revista Veja em 25 de junho de 2008, afirmava que Edgar Silveira da Rosa, autor da ação, “é um conhecido ladrão da região” (Santa Cruz do Sul). Condenado há mais de 20 anos por crime contra o patrimônio, Rosa considerou que a revista havia publicado “inverdades, de cunho malicioso e indecoroso, provocando abalo e constrangimento nas suas relações familiares e de trabalho”. Na decisão favorável à Abril e ao repórter, o Tribunal destacou que os acontecimentos são absolutamente verdadeiros, pois Edgar foi preso, processado, condenado e cumpriu pena por crime contra o patrimônio. “Lembrar o episódio dentro de um contexto jornalístico, em que tal informação é importante, não implica, nem de longe, julgar novamente o autor”, afirmou o desembargador Túlio Martins, relator da apelação. Martins citou o escritor argentino Jorge Luiz Borges: “O passado é eterno”. E acrescentou: “Fosse o mandante herói de guerra, gostaria de ser assim saudado”. Rosa não era o principal personagem da reportagem de Oltramari, mas, sim, o deputado federal Sérgio Moraes (PTB-RS), então presidente da Câmara de Ética da Câmara dos Deputados. Dentre os questionamentos à conduta do parlamentar, havia um em que ele era suspeito de receptação de joias – as quais foram roubadas por Rosa. Oltramari e Veja haviam sido condenados, em primeira instância, na Comarca de Santa Cruz do Sul, a indenizar o autor em 80 salários mínimos. Inconformados, apelaram ao Tribunal de Justiça. A decisão foi proferida no último dia 30 de março, mas divulgada nesta terça-feira, 10, pela assessoria de comunicação da Corte.

Fonte: www.coletiva.net

Pai de aluna armada com facas agride fotográfo do Estadão em SP

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Izabela Vasconcelos

 

 

O pai de uma aluna de uma escola particular de São Paulo agrediu o repórter fotográfico Daniel Teixeiro, do jornal O Estado de S. Paulo, na tarde desta terça-feira (3/5), na Vila Mariana, centro-sul da capital paulista. O profissional tentava registrar a confusão causada pela estudante, de 13 anos, que tentou agredir a coordenadora do colégio com duas facas, após ser impedida de entrar no colégio por estar sem o uniforme.

Ao sair da delegacia, João Almeida de Souza tentou esconder o rosto com um papelão e logo em seguida deu um soco no fotógrafo e tentou chutar um cinegrafista da Band. Após a agressão, o pai da aluna teve que voltar à delegacia para prestar novo depoimento. A estudante foi levada para a Fundação Casa, antiga Febem.

Teixeira registrou Boletim de Ocorrência e passou por exame de corpo de delito. “Eu nem percebi, estava conversando com outro repórter, quando fui atingido. Ele gritou que a gente era ‘urubu’ e perguntou o que estávamos fazendo ali”, contou o fotógrafo do Estadão, que foi atingido no olho e no queixo.

Fonte: www.comunique-se.com.br

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