Correspondente do canal CBS é vítima de abuso sexual em cobertura no Egito

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Da Redação

Em meio ao frenesi da população egípcia, que celebrava na última sexta-feira (11/2) o “dia da queda” do ditador Hosni Mubarak, a correspondente da emissora americana CBS Laga Logan foi vítima de abuso sexual depois que a equipe de reportagem do canal manteve-se cercada por um grupo de pessoas. A jornalista foi levada para outro local, onde os criminoso a espancaram antes de a violentar.

Segundo comunicado da própria CBS, que confirmou a notícia apenas ontem, a repórter foi salva por um grupo de soldados e mulheres. “Ela se reconectou com a equipe da CBS, retornou ao hotel e voltou na manhã seguinte”, relata o informativo da emissora. No mesmo dia em que chegou aos Estados Unidos, Lara Logan foi hospitalizada.

Aviso prévio
Quando estava no Egito cobrindo as manifestações, a repórter foi alertada por autoridades e cidadãos do Cairo que afrontavam sua cobertura. “Por todo lugar que nós vamos, as pessoas nos abordam. Nós somos acusados de ser mais do que jornalistas, as pessoas nos diziam coisas assustadoras”, respondeu Logan em entrevista ao site Esquire.com

Inesperado
De férias no Egito, a blogueira do portal iG Gabriela Cartaxo pôde registrar sua viagem com um olhar diferente dos milhares de turistas que costumam viajar ao país das pirâmides. Hospedada em um hotel em frente a praça Tahrir, principal palco das manifestações contra o ex-governante Mubarak, a jornalista relatou o clima de tensão que vivia a cidade do Cairo.

As informações são do DailyMail.uk

Fonte: www.comunique-se.com.br

“Sou inocente”. Confira entrevista exclusiva com repórter acusada de ligação com o tráfico

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“Sou inocente”. Confira entrevista exclusiva com repórter acusada de ligação com o tráfico

Izabela Vasconcelos

A jornalista Maritânia Forlin, que foi presa acusada de trocar favores com traficantes para obter furos de reportagem, concedeu uma entrevista exclusiva ao portal Comunique-se. A repórter, que trabalhava na RIC TV, afiliada da Record no Paraná, nega envolvimento com o tráfico e afirma que já escreve um livro para contar detalhes do caso. Atualmente, a repórter trabalha na Vede TV, uma produtora independente de Campo Mourão (PR).

Maritânia foi presa em janeiro, após gravações telefônicas, que segundo a polícia indicam o envolvimento da jornalista com a quadrilha. De acordo com o delegado José Aparecido Jacovós, a repórter era namorada do traficante Gilmar Tenório Cavalcanti, apontado como o chefe da quadrilha.

Segundo o delegado, Maritânia repassava informações policiais para os traficantes para que os criminosos a informasse sobre os homicídios e outros crimes que cometeriam futuramente. A repórter foi indiciada com outras 25 pessoas, destas, 19 estão presas. Após 20 dias, a Justiça de Campo Mourão decidiu libertar a jornalista, mas ela ainda pode pegar de dois a seis anos de prisão. O advogado da jornalista, Anderson Carraro Hernandes, aguarda as investigações.

Confira a entrevista:

A polícia diz que há indícios da sua participação na quadrilha, como as gravações telefônicas. Você realmente repassava informações para os traficantes?
As gravações não apresentam nenhuma prova do meu envolvimento no tráfico. Eu fui indiciada, presa e depois solta, mas não fui denunciada. A Justiça vai decidir, mas eu sou inocente.

Você mantinha um relacionamento amoroso com chefe da quadrilha, como afirma a polícia?
Eu prefiro não falar sobre isso, mas vou contar em detalhes no livro que estou escrevendo.

Do que fala o livro? Quando deve ser lançado?
Comecei a escrever ele na cadeia, pelo sofrimento que estava passando. Mas também quero mostra a vida de um repórter policial, como é o jornalismo investigativo, o que o repórter passa. Também vou falar do que aconteceu e como aconteceu, da acusação, da minha prisão, vou contar detalhes desse caso. Estou tendo apoio do pessoal da produtora, aqui onde eu trabalho e já estamos procurando uma editora. Devo terminar em uns 60 dias.

Você acredita que este livro possa mudar os rumos das investigações?
Eu não escrevi esse livro pra me defender, mas pra contar como tudo aconteceu e principalmente falar do jornalismo investigativo.

Você tem recebido apoio de colegas e familiares?
Sim. Meus pais acompanharam tudo, e os meus colegas aqui da produtora também. Eles têm me apoiado muito.

Leia também:
Repórter é presa por trocar favores com traficantes para conseguir “furos”
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Fonte: www.comunique-se.com.br

Diz o blogueiro – realmente essa criatura não tem um mínimo de vergonha na cara, caso contrário não mentiria com mente nessa entrevista. Ouvi e o Brasil todo as gravações legais feitas durante a investigação em que ela fazia “acertos” com os bandidos. Cadeia nela e já.

Viviane Vasques retorna para a Rede Pampa

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Executiva desligou-se da Record RS na última semana

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A executiva Viviane Vasques, recém-desligada da superintendência da Rede Record RS, assinou sua volta para a Rede Pampa. Viviane assumirá o cargo de diretora executiva, formando, ao lado de Paulo Sergio Pinto e Alexandre Gadret o grupo de inter-relacionamento da Rede Pampa com o mercado. “Viviane conhece o mercado e é extremante ágil. Estamos contentes com sua volta”, disse a Coletiva.net Paulo Sergi Pinto, vice-presidente da rede.

Viviane Vasques retorna para a Pampa após nove meses de trabalho na Record. Ela havia deixado a Pampa após 12 anos atuando como gerente comercial. “Para mim é um orgulho estar de volta”, afirmou, ressaltando a boa audiência das rádios FM do grupo. Sobre a experiência na Record ela afirma que “foi sensacional”, mas que já esperava pelo desligamento após a troca de presidência da Record, que ocorreu em dezembro último. Viviane inicia na nova atividade em março, após período de férias.

Leia também em Coletiva.net
Record RS anuncia mudanças no quadro Comercial
Record oficializa ingresso de Viviane no Comercial

Fonte: www.coletiva.net

Autobiografia de Alexandre Garcia

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Filed under: PIG,RBS — Gilmar Crestani @ 12:53 pm
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O Luis Carlos Prates com grife da RBS, Alexandre Garcia, declarou solenemente, ao se apresentar no “posto” de Secretário do General Figueiredo, ao seu títere, general Rubem Ludwig: “Agora, gostaria de ouvir os seus conselhos de como proceder lá dentro, porque costumo vestir a camisa dos lugares onde trabalho”. (daqui!)

Pois é com essa camisa manchada de sangue das vítimas da ditadura que todos os dias o sub do sub entra nos lares brasileiros para dar lição de ética e cidadania.

Eis as condições sine qua non para ganhar espaço nababesco nas telinhas da Globo & RBS. Essa gente fina tem a desfaçatez de querer dar lição de moral. Os membros da facção Instituto Millenium, que faziam jornalismo investigativo com as senhas do Sistema Guardião durante o governo da ex(sic)-funcionária, Yeda Crusius, sabem como guardar os arquivos da ditadura.

Fonte: http://fichacorrida.wordpress.com/

Todos em Friburgo repudiam mentira da Veja

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Filed under: PIG — Gilmar Crestani @ 4:25 pm
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VEJA & OAB
Da VEJA e da OAB, espero qualquer coisa. Aquela, principalmente pelo BOIMATE (o grupo ficcional inventou até entrevistados…). Dos leitores da VEJA, nada além do mesmo dejeto que escorre pela Revista. Só preconceito e ignorância.
Já da OAB, tratei aqui antes. E a RBS se ocupou, através de seu folhetim, Zero Hora, neste final de semana. Neste caso, a seção Nova Friburgo gritou, mas nacional não ouviu. OAB, mais que um preservativo, é uma entidade que precisa de Advogados. A ex-funcionária da RBS instalada no Piratini fez o diabo no RS. As OaB’s, gaúcha e nacional, praticaram um obsequioso silêncio. Consentindo! Para tirar proveito da tragédia, a OaB nacional saiu do mutismo. Fez churrasquinho.
Transparência Nova Friburgo
sábado, 22 de janeiro de 2011
NOTA CONJUNTA DE REPÚDIO
O PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, A DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, A OAB/RJ, POR SUA 9ª SUBSEÇÃO, O MUNICÍPIO DE NOVA FRIBURGO, O DIRETOR DO IML-AP/RJ E O DELEGADO DE POLÍCIA TITULAR DE NOVA FRIBURGO, vem apresentar nota conjunta repudiando a matéria publicada na Revista Veja, edição 2200, ano 44, nº 03, de 19 de janeiro de 2011, em especial, o conteúdo do último parágrafo de fls. 54 até o primeiro parágrafo de fls. 56, em razão de seu conteúdo totalmente inverídico, conforme será esclarecido a seguir:
1) Inicialmente, cumpre esclarecer que em momento algum os corpos da vítimas fatais ficaram sobrepostos uns sobre os outros no Instituto de Educação de Nova Friburgo, local em que foi montado um posto provisório do IML, em razão da catástrofe que assolou toda esta região, mas sim acomodados separadamente lado a lado no ginásio do Instituto;
2) O acesso ao referido Instituto foi limitado às autoridades públicas e aos integrantes das Instituições inicialmente referidas, sendo certo que o ingresso dos familiares no local para a realização de reconhecimento somente foi permitido após autorização de um dos integrantes das mencionadas instituições e na companhia permanente do mesmo;
3) A liberação dos corpos para sepultamento somente foi autorizada após o devido reconhecimento efetuado por um familiar, sendo totalmente falsa a afirmação de que “ao identificar um conhecido, bastava levá-lo embora, sem a necessidade de comprovar o parentesco”. Frise-se, que mesmo com o reconhecimento, foi realizado posteriormente procedimento de identificação pelos peritos da Policia Civil do Estado do Rio de Janeiro, bem como de outros cedidos pela Polícia Civil de São Paulo, pela Polícia Federal e pelo Exercito Brasileiro, estes por intermédio da Secretaria Nacional de Segurança Pública, com a análise da impressão digital, do exame de arcada dentária e exame de DNA;
4) Ademais, cada um dos falecidos foi colocado em uma urna e sepultado individualmente, não existindo qualquer tipo de sepultamento coletivo, mas sim vários sepultamentos individuas e simultâneos no mesmo cemitério;
5) Em meio a infeliz perda de 371 vidas, somente neste Município de Nova Friburgo (até presente momento) é importante registrar que houve apenas 03 (três) casos de divergência dos reconhecimentos feitos pelos parentes, os quais estão sendo devidamente esclarecidos pelos peritos do IML/Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, através do exame das impressões digitais, das arcadas dentárias e do exame de DNA.
Assim, ao contrário do que a narrativa contida na matéria publicada leva o leitor a concluir, não houve uma feira livre na busca e no sepultamento de corpos, mas ao contrário, um trabalho sério realizado por profissionais exemplares, dedicados e comprometidos em minimizar, naquilo em que era possível, o sofrimento da população local, e ainda preservar, dentro das possibilidades existentes, a ordem e a saúde pública.
Aliás, o respeito pelas famílias e pelos corpos dos cidadãos falecidos não permitiria que os mesmos fossem tratados pelas autoridades da maneira descrita pelas jornalistas.
Assim, é com extremo pesar, que em meio a um evento trágico e que entristeceu a todos, tenhamos que vir a público repudiar as inverdades publicadas, de cunho meramente sensacionalista, a fim de evitar que o desserviço gerado pela matéria venha a causar mais prejuízo, sofrimento e comoção aos familiares das vítimas e a toda nossa comunidade.
Nova Friburgo, 21 de janeiro de 2011.
Paulo Vagner Guimarães Pena
Juiz de Direito
Dirigente do Fórum e do 9º NUR-N. Friburgo
Matrícula 21.121
Fernando Luis G. de Moraes
Juiz de Direito
Matrícula 29.813
Gustavo Henrique Nascimento Silva
Juiz de Direito
Matrícula 27.318
Hédel Nara Ramos Jr.
Promotor de Justiça
Coordenador Regional do Ministério Público
Matrícula 1.287/MPRJ
Dermeval Barboza Moreira Neto
Prefeito do Município de Nova Friburgo
Marcelo Barucke
Defensor Público
Coordenador Regional da Defensoria Pública
Matrícula nº 817.882-4
Carlos André Rodrigues Pedrazzi
Advogado – OAB/RJ nº 59820
Presidente da 9ª Subseção da OAB/RJ
Rômulo Luiz de Aquino Colly
Advogado – OAB/RJ nº 110.995
Vice-Presidente da 9ª Subseção da OAB/RJ
Sérgio Simonsen
Perito Legista
Diretor do IML-AP/RJ
Matrícula 872.246-4
José Pedro Costa da Silva
Delegado de Polícia de Nova Friburgo
Matrícula 823.230-8

Todos em Friburgo repudiam mentira da Veja | Conversa Afiada

Fonte: http://fichacorrida.wordpress.com/

Dólar abre no território negativo a R$ 1,671 na venda

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O dólar comercial opera em queda nesta manhã de quarta-feira (19). Há pouco, a moeda estava a R$ 1,669 na compra e a R$ 1,671 na venda, desvalorização de 0,41%. No mercado futuro, os contratos de fevereiro negociados na BM&F declinavam 0,26%, a R$ 1,675.

Ontem, a moeda americana recuou 0,29%, cotada a R$ 1,676 na compra e a R$ 1,678 na venda.

Fonte: Valor On Line www.camera2.com.br / Ler a notícia na origem.

Diz o blogueiro – alguns redatores já não sabem mais o que inventar para dourarem as notícias. Este título é coisa do gênero. O dólar já alcançou tamanho status que já tem “território negativo” e quando oscilar para cima terá então “território positivo”.

Sindicato terá que indenizar diretor de afiliada da Globo por danos morais

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Izabela Vasconcelos

 

 

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo e o secretário do interior e litoral da entidade, Alcimir Antonio do Carmo, foram condenados a indenizar Osmar Chor, diretor da TV TEM, por danos morais. O jornalista dirige a afiliada da TV Globo no interior paulista. Na ação, Chor contestava a notícia divulgada pelo sindicato, de que teria perseguido e demitido um repórter associado à entidade.

Em janeiro de 2009, o sindicato divulgou em seu site, e em boletim enviado aos associados, que o jornalista havia se envolvido em um episódio “deplorável”, enquanto atuava como editor da TV Modelo, hoje pertencente à TV Tem. O boletim informativo dizia que o jornalista havia perseguido e demitido um repórter da emissora, que era dirigente sindical. Chor negou a perseguição e classificou a notícia como caluniosa.

Audiência
Perante a Justiça, Alcimir do Carmo convidou o jornalista Arnaldo Ferraz, que havia sido demitido da emissora, para testemunhar contra Chor. No entanto, a 2ª Vara do Juizado Especial Cível de Sorocaba (SP) entendeu que havia contradições no depoimento da testemunha e não encontrou provas do assédio moral.

Outra testemunha alegou que trabalhava no departamento pessoal da TV na época, mas não recebeu nenhuma reclamação de Ferraz. “Uma vez não comprovada a veracidade da acusação, somente resta reconhecer a ocorrência do alegado dano moral”, diz a sentença, que condenou Alcimir e o sindicato a pagarem R$ 8 mil ao jornalista.

Transtornos
Chor disse que não tem nenhum problema com o sindicato, mas que esse episódio lhe causou transtornos e atingiu sua honra. O jornalista também afirmou que não foi ouvido pela entidade, antes do boletim ter sido divulgado. “Lamento que o sindicato ao invés de prezar pela verdade, defendida pela categoria, usa sua estrutura para fazer politicagem, sem chance de defesa”.

Para a Justiça, o informativo do sindicato prejudicou a reputação do jornalista, que atua há 30 anos na área. “Não há dúvida de que a divulgação de acusação da prática de atos arbitrários e que poderiam configurar assédio moral contra os subordinados, é suficiente para macular a honra (objetiva e subjetiva) do ofendido, deixando marca pejorativa em sua imagem, principalmente perante seus pares e pessoas de seu convívio privado”.

Sindicato irá recorrer
Alcimir mantém sua acusação e afirmou que irá recorrer em instância superior. “Para mim é assédio moral quando um dirigente de TV força um repórter a abrir mão de sua estabilidade sindical e depois o demite. Vamos recorrer, buscar isso na Justiça Superior”.

Fonte: www.comunique-se.com.br

Revista Veja é acusada de plagiar reportagem da Scientific American

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Izabela Vasconcelos
Um leitor da revista Veja acusa a publicação de cometer plágio em uma matéria na edição Especial Sustentabilidade, veiculada no último sábado (18/12). A reportagem “10 mitos sobre a sustentabilidade” apresenta alguns trechos iguais aos publicados em março de 2009 na Scientific American, com o título “Top 10 Myths about Sustainability”. No entanto, a Veja nega e diz que há apenas uma fonte em comum, mas que também ouviu outros entrevistados.

Algumas partes do texto são realmente diferentes e há entrevistas de Anthony Cortese, fundador e presidente da Second Nature, Rosely Imbernon, especialista em educação ambiental da Universidade de São Paulo e Mark Lee, diretor da Sustainability, mas há outros trechos iguais ou bem similares à revista norte-americana.

De acordo com o editor-executivo da Veja, Jaime Klintowitz, o leitor já foi respondido e o que houve foi apenas uma fonte em comum, Anthony Cortese, fundador e presidente da Second Nature. “De 10 títulos há 7 em comum, tem essa coincidência. Mas nossa principal fonte é a mesma da Scientific American, o Anthony Cortese. De qualquer forma, matérias sobre esses são assuntos são parecidas”, explicou.

Veja trechos das matérias:

 


“When a word becomes so popular you begin hearing it everywhere, in all sorts of marginally related or even unrelated contexts, it means one of two things. Either the word has devolved into a meaningless cliché, or it has real conceptual heft. “Green” (or, even worse, “going green”) falls squarely into the first category. But “sustainable,” which at first conjures up a similarly vague sense of environmental virtue, actually belongs in the second. True, you hear it applied to everything from cars to agriculture to economics. But that’s because the concept of sustainability is at its heart so simple that it legitimately applies to all these areas and more.

Despite its simplicity, however, sustainability is a concept people have a hard time wrapping their minds around. To help, Scientific American Earth 3.0 has consulted with several experts on the topic to find out what kinds of misconceptions they most often encounter. The result is this take on the top 10 myths about sustainability. And after this introduction, it’s clear which myth has to come first….”

 


Myth 1:
Nobody knows what sustainability really means.
That’s not even close to being true. By all accounts, the modern sense of the word entered the lexicon in 1987 with the publication of Our Common Future, by the United Nations World Commission on Environment and Development (also known as the Brundtland commission after its chair, Norwegian diplomat Gro Harlem Brundtland). That report defined sustainable development as “development that meets the needs of the present without compromising the ability of future generations to meet their own needs.” Or, in the words of countless kindergarten teachers, “Don’t take more than your share.”

 

Myth 3:
“Sustainable” is a synonym for “green.”

Although there’s a fair amount of overlap between the terms, “green” usually suggests a preference for the natural over the artificial. With some six billion people on the planet today, and another three billion expected by the middle of the century, society cannot hope to give them a comfortable standard of living without a heavy dependence on technology. Electric cars, wind turbines and solar cells are the antithesis of natural—but they allow people to get around, warm their houses and cook their food with renewable resources (or at least, a much smaller input of nonrenewables) while emitting fewer noxious chemicals.

 

Myth 5:
Sustainability is too expensive.
If there is an 800-pound gorilla in the room of sustainability, this myth is it. That’s because, as Gabriel observes, “there’s a grain of truth to it.” But only a grain. “It’s only true in the short term in certain circumstances,” Cortese says, “but certainly not in the long term.” The truth lies in the fact that if you already have an unsustainable system in place—a factory or a transportation system, for example, or a furnace in your house, an incandescent lightbulb in your lamp or a Hummer in your driveway—you have to spend some money up front to switch to a more sustainable technology.

 

Myth 6:
Sustainability means lowering our standard of living.
Not at all true. It does mean that we have to do more with less, but as Hawken argues, “Once we start to organize ourselves and innovate within that mind-set, the breakthroughs are extraordinary. They will allow us to achieve greatly superior rates of resource productivity, which in turn allow us to be prosperous, fed, clad, secure.” Moreover, he and others maintain that the innovation at the heart of sustainable living will be a powerful economic engine. “Addressing climate change,” he says, “is the biggest job creation program there is.”

 

Myth 7:
Consumer choices and grassroots activism, not government intervention, offer the fastest, most efficient routes to sustainability.
Popular grassroots actions are helpful and ultimately necessary. But progress on some reforms, such as curbing CO2 emissions, can only happen quickly if central authorities commit to making it happen. That is why tax credits, mandatory fuel-efficiency standards and the like are pretty much inevitable. That conclusion drives free-market evangelists crazy, but they operate on the assumption that wasteful use of resources and the destruction of the environment is without cost, which is demonstrably untrue.

To cite just one example, economic devastation is very likely under even the mildest plausible climate change scenarios, in the form of disruptions to agriculture from shifts in rainfall patterns and growing zones; densely populated coastal areas will be rendered unlivable as sea level rises, and so on. Yet the price currently being charged to people who add greenhouse gases to the atmosphere is zero. Putting a per-ton tax on carbon emissions would be wildly unpopular, but it would for the first time account for the real costs of unsustainable energy use.

Free-market purists also argue that with respect to the depletion of natural resources, rising prices will automatically push people into more efficient behavior. True enough—but the transition can be painful and disruptive. The primary reason U.S. automakers are in such trouble is that they have been depending for years on high-profit, gas-guzzling SUVs. When the price of oil shot up last year, the market for big cars plummeted (gas prices have only come down since then in the face of a worldwide recession, which hasn’t helped the auto industry). So car buyers may have changed their behavior, but only at the cost of potential disaster for some of America’s biggest companies and their employees.

Still, rising energy prices have had the effect of again galvanizing research into wind, solar and other alternatives—and if you leave economic disruption aside, we can at least count on car companies to make more efficient vehicles and on utilities to find more sustainable sources of energy. But that outcome may reflect another myth….

 

Myth 8:
New technology is always the answer.

Not necessarily. During his presidential campaign, Barack Obama made the tactical mistake of pointing out that proper tire inflation could save Americans millions of gallons of gasoline through better fuel economy. The Republicans ridiculed him, just as they did President Jimmy Carter for appearing on TV in a sweater during the energy crisis of the late 1970s. Both Carter and Obama were right, however (California’s Republican governor Arnold Schwarzenegger has called for proper tire inflation as well).

In other words, sometimes existing technology can make a huge difference. Sometimes it takes a creative business model. Israeli entrepreneur Shai Agassi, for example, wants to electrify the world’s car fleet—widely acknowledged as a big step toward cutting down carbon emissions—not by inventing a battery that gets 200 miles on a charge but by inventing a better system for letting drivers go as far as they want without recharging. His proposal, which has been adopted on a pilot basis by Israel and Denmark, would create battery exchange stations along highways, analogous to the gas canister exchanges that people now use for barbecue grills. What do you do if you are out on the road and your battery is running low? You pull into a station, your dead battery is swapped for a fully charged one and you’re on the road again in a few minutes.

“He’s delivering distance, not better batteries,” says Mark Lee, CEO of the London consulting firm SustainAbility. “There’s an Italian utility that’s selling its customers hot water, not energy to heat water. It’s a different way of measuring, and it gives the company an incentive to be more efficient so it can be more profitable.”

 

Myth 9:
Sustainability is ultimately a population problem.
This is not a myth, but it represents a false solution. Every environmental problem is ultimately a population problem. If the world’s population were only 100 million people, we would be hard-pressed to generate enough waste to overwhelm nature’s cleanup systems. We could dump all our trash in a landfill in some remote area, and nobody would notice.

Population experts agree that the best way to limit population is to educate women and raise the standard of living generally in developing countries. But that strategy cannot possibly happen quickly enough to put a dent in the population on any useful timescale. The U.N. projects that the planet will have to sustain another 2.6 billion people by 2050. But even at the current population level of 6.5 billion, we’re using up resources at an unsustainable rate. There is no way to reduce the population significantly without trampling egregiously on individual rights (as China has done with its one-child policy), encouraging mass suicide or worse. None of those proposals seems preferable to focusing directly on less wasteful use of resources.

 

Fonte: www.comunique-se.com.br

Diz o blogueiro – há um conhecido ditado popular que afirma que Deus não joga, mas fiscaliza. E isto se aplica muto bem neste caso. Eles merecem ser desmoralizados, pois são uma publicação ordinária que ilude muitos incautos.

Editor do Diário do Nordeste é demitido por publicar caderno sobre Marxismo

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Izabela Vasconcelos

 

 O jornalista Dalwton Moura, editor do jornal cearense Diário do Nordeste, foi demitido na última semana, após publicar um caderno especial sobre as revoluções marxistas. O caderno, publicado no dia 17/10, trazia seis páginas com uma entrevista do sociólogo e filósofo Michael Löwi e artigos de Adelaide Gonçalves e José Arbex Jr. O jornalista foi pautado pela direção do veículo, mas após a publicação, o jornal considerou o caderno “panfletário” e “subversivo”, além de “inoportuno ao momento atual”.

O caderno foi encomendado porque Michael Löwi estaria em Fortaleza para lançar o livro Revoluções. A reportagem foi pautada pelo editor-chefe do jornal, Ildefonso Rodrigues, e sugerida pela historiadora e professora Adelaide Gonçalves, da Universidade Federal do Ceará (UFC).

Ao comunicar a demissão de Moura, o editor-chefe afirmou que “não sabia o conteúdo da reportagem até vê-la publicada”. Segundo o jornalista, que trabalhava há quase nove anos no veículo, o editor informou que o caderno gerou problemas para a direção do jornal. “Disseram que gerou problemas, que não teria sido bem recebido pela direção da empresa”, contou Moura.

Capa do caderno, publicado no dia 17/10

O editor disse que “jamais imaginou” que poderia ser demitido dessa forma, e que a demissão abre espaço para várias interpretações. “Jamais imaginei que poderia gerar isso. O caso é complexo e dá margem para várias leituras”. De acordo com Moura, nem ele, nem a repórter Síria Mapurunga, que fizeram a entrevista com o filósofo, emitiram opinião. A entrevista destacava no título a declaração de Löwi: “O marxismo tem de evoluir para uma maior radicalização”.

O Sindicato dos Jornalistas do Ceará questionou a demissão e criticou o fato de a grande imprensa contestar a criação do Conselho de Comunicação no Estado, mas permitir que demissões como a de Moura aconteçam.

“A demissão do então editor do ‘Caderno 3′ expõe o abismo entre o discurso da grande mídia conservadora, que se diz ameaçada em sua liberdade de expressão – inclusive atacando com este falso argumento o projeto do Conselho de Comunicação do Estado -, e suas práticas cotidianas, restritivas ao exercício profissional dos jornalistas, bem como à livre opinião de colaboradores e leitores”, diz a nota divulgada pelo sindicato.

Procurado pela reportagem, o editor-chefe do Diário do Nordeste informou que todos os esclarecimentos do caso já foram prestados a Moura.

 Atualizada em 28/10/10 às 16h16

 

Fonte: www.comunique-se.com.br

Ouvi em emissora de rádio.

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Nesta sexta-feira à tarde viajando ouvia a rádio Gaúcha e o senhor Lasier Martins falando da Expointer estava atrapalhado. Entrevistou alguém do Trensurb e disse que havia usado aquele meio de transporte para chegar até a Expointer e que tinha sido um vôo tranqüilo. Falando sobre o barro disse que estavam usando grama de feno para cobrir o barro.

Trem desde quando voa? Grama de feno o que será?
 

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