Vírus faz atualização causar ‘tela azul da morte

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1o:14

Pragas digitais também são “preguiçosas”, como demonstra o caso do rootkit TDSS, um dos mais avançados em circulação. Para poupar trabalho, os autores do vírus usaram um método manual para realizar as funções que tornam os arquivos maliciosos invisíveis. Devido ao “atalho” tomado pela praga, uma atualização da Microsoft acabou fazendo com que ela parasse de funcionar corretamente. O resultado foi uma tela azul da morte para os usuários infectados.

Foto: ReproduçãoAtualização faz vírus parar de funcionar corretamente, causando travamento do Windows. (Foto: Reprodução)Depois de instalar a atualização MS10-015 para o Windows, lançada na terça-feira passada (9), muitos usuários começaram a reclamar de erros graves, normalmente reconhecidos pela “tela azul da morte”. Empresas de segurança identificaram que o problema na verdade é causado por um rootkit conhecido como TDL3, TDSS ou Alureon.

Na quarta-feira (17), a Microsoft confirmou que a causa do problema é mesmo o cavalo de troia.

O TDSS é um rootkit que existe há alguns anos. Segundo a Microsoft, ele realiza diversas funções, como redirecionamentos, fraudes de cliques (em anúncios pagos por clique) e sequestro de pesquisas em sites de busca, redirecionando ou modificando resultados.

Para dificultar sua remoção e permanecer oculto, o TDSS tenta “grampear” funções do Windows e alterar os dados associados a elas, para garantir que os arquivos e registros do vírus fiquem invisíveis. Esse é um procedimento complicado e, para conseguir realizá-lo, o TDSS usava um método “manual”. Depois que a atualização do Windows era aplicada, um arquivo do kernel do Windows era alterado, e o método usado pelo TDSS parava de funcionar, o que gerava o erro grave.

A coluna Segurança para o PC de quarta-feira (17), que comentou um pouco sobre rootkits, explicou que a complexidade dessas pragas pode facilmente fazer com que elas causem erros no sistema.

Os autores do TDSS providenciaram uma atualização que resolve o problema. De agora em diante, usuários que tiverem o Windows atualizado não mais receberão o erro.

Segundo a Microsoft, a única maneira de recuperar um sistema que não para de travar é a substituição do driver modificado pelo vírus – um procedimento que só pode ser realizado por meio do Console de Recuperação do sistema.

Foto: Divulgação/TippingPoint Charlie Miller (esq., vencedor em 2009), Aaron Portnoy (TippingPoint), ‘Nils’ (dir., vencedor em 2009). (Foto: Divulgação/TippingPoint)>>>Competição dará US$ 100 mil em prêmios por falhas de segurança
A polêmica competição “Pwn2Own”, que premia os especialistas que conseguirem explorar com sucesso brechas em navegadores, sistemas operacionais e smartphones está de volta este ano. Nesta versão, a disputa oferece um total de US$ 100 mil em prêmios para os vencedores. A competição ocorre na conferência de segurança CanSecWest, e é patrocinada pelo Zero Day Initiative (ZDI) da TippingPoint.

O ZDI paga os pesquisadores que derem acesso exclusivo às informações sobre as falhas que descobrirem para a TippingPoint. Na Pwn2Own, o competidor precisa concordar que qualquer brecha utilizada passe a ser de propriedade da TippingPoint. A TippingPoint é uma empresa da 3COM, conhecida fabricante de equipamentos de rede como placas, switches e modems.

Tanto o modelo da competição como o modelo do ZDI são polêmicos, porque recompensam os pesquisadores pela descoberta de falhas para as quais eles não foram contratados para descobrir.

O foco da competição este ano está nos dispositivos portáteis. Quatro smartphones estarão disponíveis, e explorar com sucesso uma brecha em cada um deles vale US$ 15 mil, para um total de U$ 60 mil. Os celulares disponíveis na competição serão o iPhone 3GS, um BlackBerry, um Nokia rodando o sistema operacional Symbian e também um Motorola com o Android, do Google.

Os competidores poderão também tentar explorar brechas no Windows 7 (no primeiro dia), Vista (no segundo dia), XP (no terceiro dia) e no MacOS X (nos três dias), nos navegadores Internet Explorer 7 (segundo e terceiro dia) e 8 (primeiro dia), Mozilla Firefox 3, Google Chrome 5 e Safari (somente no Mac). O prêmio em dinheiro nessa categoria é de US$ 10 mil. Como são 4 notebooks (três com Windows, com cada navegador, e um com o Mac), o total de prêmios em dinheiro é de US$ 40 mil.

Quem conseguir obter o controle total do sistema atacado leva o notebook (ou o celular), além do em dinheiro. Em alguns casos, há outras regalias, como uma viagem paga para a conferência de segurança DEFCON em Las Vegas.

No ano passado, os navegadores Firefox, Internet Explorer e Safari foram todos atacados com sucesso por um estudante anônimo conhecido apenas como “Nils” e pelo pesquisador Charlie Miller. O Chrome e os celulares, que já faziam parte da competição, saíram ilesos, apesar de várias tentativas de exploração. Cada competidor tem apenas 30 minutos para tentar o ataque.

>>>80% dos códigos maliciosos em sites web tentam explorar brechas no Adobe Reader
Segundo um relatório da empresa Scansafe, que analisa o tráfego da web, 80% de todos os códigos maliciosos hospedados em sites web que tentavam explorar brechas nos internautas tinham como ”canal de entrada” alguma versão do Reader, o leitor de PDFs da Adobe.

O número é referente aos “exploits”, como são chamados os códigos que exploram vulnerabilidades. Na web, os exploits normalmente vêm em kits, que tentam explorar brechas não apenas nos navegadores, mas também em todos os plugins, como Flash, PDF e reprodutores de mídia.

A marca de 80% se refere ao último trimestre de 2009 e representa um aumento significativo em relação ao número de 56% encontrado no primeiro trimestre. O número de tentativas de exploração de brechas no Adobe Flash, em contrapartida, caiu de 40% no início do ano para 18% no final.

Apenas 1% dos códigos maliciosos na web tentava explorar brechas no Word e no Excel.

A Scansafe também constatou que 45% dos códigos maliciosos eram acessados por meio “iframes”. “Iframe” é o nome de um código que carrega um site dentro de outro. Códigos iframes são normalmente usados quando o site foi invadido, ou seja, quando o site infectado foi, na verdade, alterado por hackers.
G1

Fonte:  www.camera2.com.br

Estatal de banda larga exigirá investimento de R$ 14 bi

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04.02.10 – 17:10

O coordenador dos programas de inclusão digital do governo federal, Cezar Alvarez, disse na tarde desta quinta-feira que a estatal da banda larga deverá exigir investimentos de até R$ 14 bilhões até 2014, caso o governo decida atender também ao usuário final, com serviços de internet rápida. Alvarez, que coordena o grupo de estudos da banda larga, participou do seminário Políticas de Telecomunicações, promovido pela revista Teletime.

Apesar de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ter dito ontem, em reunião com representantes da sociedade civil, que quer fazer a Telebrás voltar a funcionar, Alvarez disse que a decisão de revitalizar a estatal ainda não foi tomada. “O que é necessário é ter uma instituição que faça a gerência desses ativos (redes de fibras ópticas estatais). É uma empresa de gestão”, afirmou Alvarez, acrescentando que a Telebrás é uma das hipóteses.

Ele disse que o governo quer baixar o preço da banda larga e fazer com que os serviços cheguem a toda a população e que, se as empresas não fizerem, o governo terá de cumprir esse papel. Alvarez lembrou que hoje há 900 municípios que ainda não têm banda larga. “Onde o mercado está atuando de forma imperfeita monopolista e a preço exorbitante, poderemos atuar sim”, afirmou.

As previsões de investimentos para a implantação do Plano Nacional de Banda Larga, segundo Alvarez, vão desde R$ 3 bilhões até R$ 14 bilhões, dependendo do alcance da atuação da empresa, que pode ir desde a transmissão de dados, no atacado, até o atendimento no varejo. As negociações com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), segundo fontes do governo, projetam um investimento de R$ 20 bilhões.

Mesmo que o governo opte pelo atendimento ao usuário final, a operação não deverá começar neste ano. Segundo Alvarez, em 2010, serão tratadas “questões estratégicas básicas”, como compartilhamento de redes, troca de capacidade e políticas de atuação em locais onde as empresas privadas não chegam com os serviços.

A uma plateia repleta de empresários do setor de telecomunicações, Alvarez disse que seria um desperdício o governo não aproveitar uma estrutura de 31 mil quilômetros de fibras ópticas das estatais (Petrobras e Eletrobrás) para oferecer banda larga. Na semana passada, o presidente da Associação Brasileira das Concessionárias de Serviço Telefônico Fixo Comutado (Abrafix), José Fernandes Pauletti, havia dito que a revitalização da Telebrás seria um “desperdício de dinheiro público”.

Alvarez insistiu que a ideia principal do governo é possibilitar o uso compartilhado de todas as redes, sejam públicas ou privadas. “Não estamos discutindo reversão dos serviços prestados pela iniciativa privada, estamos discutindo uso compartilhado”, afirmou, em resposta às críticas de que o governo estaria em um processo de reestatização do setor, privatizado em 1998. “Nós vamos querer compartilhar e só vamos chegar onde ninguém quiser ir ou estiver indo com preço de monopólio”, reforçou.

Amanhã, Alvarez se reunirá primeiro com presidentes das empresas de telefonia e depois com pequenos provedores de internet para discutir o assunto. Na próxima quarta-feira, haverá uma reunião do presidente Lula com ministros, quando deve sair uma decisão sobre o plano.
Agência Estado

Fonte: www.camera2.com.br

Ataque a sites do governo dos EUA é atribuído a piratas virtuais brasileiros

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ataque aos 49 sites de deputados da Casa dos Representantes dos Estados Unidos, ocorrido na quinta-feira (28), foi feito por piratas virtuais brasileiros.

De acordo com o site ReadWriteWeb, a mensagem dizia “F* OBAMA!! Red Eye CREW!!!!! O RESTO E HACKER!!! by m4V3RiCk; HADES; T4ph0d4 — FROM BRASIL”.

Evan Vucci/AP
Barack Obama discursa na madrugada de hoje; pirata virtual invade  49 sites e diz "obscenidade" contra o presidente
Barack Obama discursa na madrugada de hoje; pirata virtual invade 49 sites da Casa dos Representantes para insultar o presidente

Ainda segundo o site, os piratas virtuais são responsáveis pelo ataque a 450 páginas do governo brasileiro em agosto –entretanto, o ReadWriteWeb não identificou a fonte desta informação.

Segundo Jeff Ventura, porta voz do escritório administrativo da Casa, os sites eram administrados por um fornecedor privado, a GovTrends. Ainda segundo ele, 18 sites administrados pela empresa haviam sido invadidos em agosto.

A maioria dos sites é totalmente administrada por técnicos da Casa dos Representantes, mas escritórios individuais são autorizados para contratar terceirizados para atualizações e novas ferramentas.

A GovTrend não se manifestou sobre o assunto

Folha On Line

Fonte: www.camera2.com.br

E se o sistema operacional mais usado fosse o Linux?

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Eu compreendo o indivíduo que declarou ter problemas em passar do Windows para o Linux


Senti o mesmo ao experimentar o Windows. Decidi experimentá-lo, depois de alguns amigos que o usam a toda a hora me dizerem que era ótimo.

Fui até ao site da Microsoft para baixá-lo mas não estava lá disponível.

Fiquei frustrado porque não consegui descobrir como se baixava o mesmo. Por fim tive que perguntar a um amigo e ele disse-me que tinha de o comprar.

Fui até o  carro, fui até à Staples e pedi a um dos vendedores uma cópia do Windows. Ele perguntou-me qual, eu disse-lhe: “Quero a mais completa, por favor” e ele respondeu: “São ?599, por favor…”. Soltei um palavrão e voltei para casa de mãos abanando.

Um dos meus amigos deu-me uma cópia do Windows XP mas disse-me para não dizer nada a ninguém. Achei estranho porque faço sempre cópias do Linux para qualquer pessoa que me peça e digo sempre para passar essa cópia a qualquer outra pessoa que esteja interessada, uma vez que já precisem dela.

De qualquer forma coloquei o CD no leitor e esperei que iniciasse o sistema do “Live CD”. Não funcionou. A única coisa que fazia era perguntar-me se o queria instalar. Telefonei para um dos meus amigos, para saber se estava a fazer alguma asneira, mas ele disse-me: “O XP não roda o sistema diretamente do CD”.

Decidi, então, instalá-lo. Segui as instruções que apareciam na tela mas comecei a ficar nervoso porque não perguntou nada sobre os outros sistemas operacionais. Quando instalei o Linux, ele reconheceu que tinha outros sistemas operacionais na máquina e perguntou-me se queria criar uma nova partição e instalar o Linux lá. Voltei a ligar para o meu amigo e ele
disse-me que o Windows elimina qualquer outro sistema operacional que encontra, ao instalar-se.

Fiz uma cópia de segurança das minhas coisas e joguei-me de cabeça na instalação. A instalação foi bastante simples, tirando a parte em que tive que escrever umas letras e um código. Tive de ligar outra vez para o meu amigo mas ele ficou chateado e veio escrever ele próprio o código. Voltou a dizer-me para não dizer nada a ninguém (!!!).Depois de reiniciar o
computador, dei corrida de olhos pelo sistema.

Fiquei chocado quando me deixou mudar as configurações do sistema sem pedir o acesso de root. O meu amigo começou a ficar um bocado irritado quando liguei outra vez para ele, mas acabou por aparecer em minha casa. Disse-me que o acesso de root era dado logo na inicialização. Tratei logo de fazer outra conta de usuário normal e passei a usá-la.

Comecei a ficar confuso quando tentei fazer mudanças e o sistema, ao invés de pedir acesso de root, disse-me que tinha que fechar a sessão de utilizador normal e abrir uma sessão como administrador. Comecei, então, a perceber porque é que tantas pessoas entram sempre como root e tive um arrepio na espinha.

Bom, mas já era hora de trabalhar. Fui ao menu “Iniciar -> Programas”, para abrir uma planilha que eu precisava terminar, mas não consegui encontrar a aplicação de planilhas. O meu amigo disse-me que o Windows não trazia nenhuma aplicação dessas e que eu teria que a baixar da Internet. “Oh…”, pensei, “uma distribuição básica”. Fui ao “Adicionar/Remover Programas” do painel de controle (tal como no Linux), mas não havia lá programas para adicionar. Apenas deixava remover os programas. Não consegui encontrar o botão para adicionar

aplicações. O meu amigo disse-me que eu tinha que procurar as aplicações por minha conta. Depois de muita pesquisa no Google, lá encontrei, descarreguei e instalei o OpenOffice.org.

Para dizer a verdade, diverti-me à brava com o Windows. Não entendi muito da terminologia… porque é que há um drive A, depois um C… onde é que está o drive B? Achei a distribuição demasiado básica, não inclui nenhuma aplicação que seja verdadeiramente de produtividade e
torna-se muito confuso procurá-la. O meu amigo disse-me que eu precisava de software anti-vírus e anti-spyware, mas o Windows não vinha com nada disso.

Achei-o difícil, confuso e demasiado trabalhoso para mim. Pode ser bom para uma pessoa que seja do tipo técnico, como o meu amigo, mas eu fico-me pelo Linux, obrigado.

Fonte:  http://www.invasao.com.br

Reclamações sobre segurança na web no Brasil saltam 61% em 2009

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O número de notificações de incidentes de segurança feitas por internautas brasileiros em 2009 disparou 61% em relação às reclamações registradas no ano anterior, apontou relatório divulgado nesta terça-feira (19) pelo Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (Cert.br).

SXC
Principal problema apontado são tentativas de fraudes, que correspondem a 70% dos casos
Principal problema apontado são fraudes, que correspondem a 70% dos casos

Foram registrados 358.343 incidentes pelo centro de estudos, ante 222.528 reclamações recebidas em 2008, com base em relatos enviados espontaneamente por administradores de redes e usuários.

O principal problema apontado são tentativas de fraudes, respondendo por cerca de 70% dos casos. O número de tentativas de fraude reportadas foi de 250.362, o que corresponde a um crescimento de 79% em relação ao ano anterior.

De acordo com a analista de Segurança do Cert.br, Cristine Hoepers, o aumento das tentativas de fraudes está relacionado ao crescimento das notificações de eventuais quebras de direitos autorais, por meio da distribuição de material em redes “peer-to-peer” (P2P)

Fonte: Folha On Line

Fonte: www.camera.com.br

Internet pela rede elétrica enfrenta obstáculos

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A oferta de acesso à internet pela rede de eletricidade pode acabar não se tornando realidade no Brasil por causa de exigências impostas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), dizem empresas interessadas em explorar esse serviço. Mesmo as distribuidoras mais adiantadas na tecnologia temem que não seja viável se lançar no negócio porque não querem correr o risco de serem obrigadas a ceder sua rede para uma outra empresa, fora do próprio grupo.

O uso da rede elétrica para o tráfego de internet é considerado uma ferramenta importante para disseminar o acesso à banda larga no Brasil. Isso porque a rede das distribuidoras de energia é bem maior do que a malha de operadoras de telefonia e de TV a cabo e atinge parte expressiva do território brasileiro.

O problema apontado pelas empresas está na regra aprovada pela Aneel no ano passado, ao regulamentar a exploração dessa tecnologia. Ela estabelece que as distribuidoras de energia terão de fazer uma concorrência pública para escolher, pelo menor preço, a empresa de telecomunicações que prestará o serviço. Assim, mesmo que a distribuidora tenha uma subsidiária específica para a banda larga elétrica, esta terá de concorrer com os demais interessados, em igualdade de condições, para ter o direito de usar sua rede.

Para Orlando Cesar Oliveira, diretor da Copel Telecom, braço da banda larga da Companhia Paranaense de Energia (Copel), a legislação da Aneel está fortalecendo o monopólio das redes nas mãos das grandes empresas de telecomunicações. Ele explica que há hoje três tecnologias para conexão em banda larga: pela rede das empresas de telefonia, pelos cabos das operadoras de TV paga e pela rede elétrica (Power Line Communication-PLC). Nas duas primeiras, as redes são usadas para oferecer serviços de internet, sem necessidade de licitação.

Oliveira alerta para a possibilidade de que, numa concorrência pública para o uso de sua rede pelo critério do menor preço, uma grande empresa de telecomunicações vença a disputa apenas com o objetivo de preservar mercado, sem necessariamente oferecer os serviços.

O diretor da Aneel Edvaldo Santana defende as exigências incluídas pela agência no regulamento da tecnologia. Segundo ele, fazer licitação para escolher quem presta o serviço de PLC é uma maneira de garantir o menor preço aos clientes dessa nova tecnologia de banda larga. Mas deu sinais de que a agência está disposta a dialogar caso haja frustração dos investimentos em PLC por causa da regulamentação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Fonte: G1

Fonte: www.camera2.com.br

China diz que Google é bem-vindo desde que aceite ‘operar de acordo com a lei’

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China diz que Google é bem-vindo desde que aceite ‘operar de acordo com a lei’

Marina Wentzel

De Hong Kong para a BBC Brasil

Manifestantes se concentram em frente ao escritório do Google em Pequim para defender o portal

Google, que domina 35% do mercado chinês de buscas na internet, pode deixar o país

A China disse nesta quinta-feira que empresas de internet que queiram “operar de acordo com a lei” são bem-vindas no país.

O comentário vem em resposta à decisão anunciada na véspera pelo portal de buscas Google, que disse que não vai mais bloquear conteúdo censurado pela liderança comunista e que considera deixar de operar na China, se isso for necessário.

Buscas por expressões como “democracia”, “direitos humanos” e outros assuntos “sensíveis” são controlados na internet chinesa, mas o governo não admite abertamente que pratica censura.

A decisão do Google de ignorar essas restrições foi anunciada depois de a empresa ter sofrido um ataque de hackers que tentaram entrar nos servidores do serviço de e-mail Gmail para espionar contas pessoais de dissidentes chineses.

Comentando em um blog o ataque dos hackers, o diretor de assuntos legais do Google, David Drummond, disse que o objetivo primário dos invasores era “acessar contas do Gmail de ativistas de direitos humanos”.

Jiang Yu, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, negou que o governo tivesse promovido a ação, disse repudiar “qualquer tipo de ataque cibernético” e afirmou que a internet na China é aberta – na prática, porém, usuários da rede no país não podem acessar livremente conteúdo de teor político contrário aos interesses de Pequim.

Ataque

O jornal estatal China Daily disse nesta quinta-feira que o ataque dos hackers “resultou em roubo de propriedade intelectual”, mas não mencionou a acusação feita pelo Google de que a razão da invasão seria a de espionar as contas pessoais de ativistas de direitos humanos.

Conhecido pelo lema corporativo “Don’t Be Evil” (“não seja mau”, em tradução livre), o Google vinha sofrendo fortes críticas do Ocidente por aceitar operar sob o sistema de censura comunista.

Na China, o conteúdo disponível em sites de busca da internet passa obrigatoriamente pela aprovação do Departamento de Informação e Propaganda.

O Google vinha se submetendo a essas restrições desde que se estabeleceu no país em 2006.

A empresa disse que pretende negociar com o governo uma forma de operar um sistema de busca que não seja censurado e esteja de acordo com a lei, mas isso parece impossível a julgar pelo forte sistema de controle de internet que existe atualmente.

Temendo pelo fim do Google na China, dezenas de pessoas depositaram flores e acenderam velas em frente à sede da sede da empresa em Pequim, num gesto de solidariedade e luto.

Atualmente existem mais de 338 milhões de usuários de internet na China e o Google é o segundo site de buscas mais popular, com uma fatia de 35% do mercado, atrás apenas do líder Baidu.com, que detém 58%. BBC Brasil

Fonte: www.camera2.com.br

China ignora ameaça do Google de sair do país; EUA expressam preocupação

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O governo chinês não respondeu à ameaça do Google de abandonar o país, depois do gigante da internet mundial acusar hackers chineses de se infiltrarem no sistema Gmail. A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, disse ter “preocupações sérias” e que esperava explicações do governo chinês.

Segundo especialistas ouvidos pela Folha, o Google prefere sacrificar seu crescimento no país, onde tem apenas 30% de seu mercado, para evitar novos hackers e espionagem industrial que afetam a segurança de seu modelo.

O Google diz que contas de e-mail de ativistas de direitos humanos foram atacadas. Não se sabe se os hackers fazem parte de uma operação do governo chinês, mas o Google insinua que o governo poderia, se quisesse, reprimi-los.

Outras 34 empresas americanas foram atacadas por hackers chineses, diz o Google, mas só a fabricante de softwares Adobe se pronunciou ontem, confirmando a acusação.

Diego Azubel/Efe
Chineses em frente à sede do Google em Pequim fazem enterro simbólico da empresa com flores e outros itens
Chineses em frente à sede do Google em Pequim fazem enterro simbólico da empresa com flores e outros itens

O Google anunciou ainda que não está mais disposto a censurar as buscas de conteúdos na China, o que pode forçar o fim de suas operações. Ambas as decisões da empresa foram ignoradas pela mídia local.

Desde 2006, quando foi criado o site Google.cn, a gigante americana tem problemas com a censura e é retirada do ar constantemente, o que transformou o chinês Baidu.com o líder no mercado de buscas.

Apenas no final do dia, a agência estatal Xinhua divulgou reportagem em seu site em inglês em que uma autoridade que pediu anonimato buscava mais informação sobre os planos do Google de deixar o país.

Mesmo com a censura, a queda de braço do Google com a censura chinesa foi o assunto preferido dos milhares de usuários do bloqueado Twitter no país (que usam proxies e vpns para ter acesso).

Enterro

Quatro universitários fizeram um pequeno protesto na entrada da sede do Google em Pequim, depositando flores e dizendo que os internautas chineses deveriam ter o direito de escolha do que acessar na internet. Mas não deram os nomes por medo a represálias.

Apesar do anúncio do fim da autocensura, até ontem nada havia mudado nas pesquisas do Google.cn. Ao se digitar “Praça da Paz Celestial”, aparecem fotos de turistas (quando a pesquisa é no site internacional, bloqueado no país, surgem imagens do massacre de 1989).

Nos últimos anos, o Google foi criticado por organizações de direitos humanos nos EUA por colaborar com a censura chinesa, mas argumentava que essa era a única maneira para operar na China.

Mesmo assim, o site foi bloqueado diversas vezes no país, política que favoreceu o crescimento do Baidu.com, uma cópia do Googl

Folha On Line

Fonte: www.camera2.com.br

Era da privacidade na internet acabou, diz fundador do Facebook

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13.01.10 – 01:08

O fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, afirmou na sexta-feira (8) que, caso ele criasse o Facebook nos dias atuais, informações de usuários seriam públicas e não privadas –o que representa uma posição radicalmente oposta àquela defendida até então.

Em uma entrevista de seis minutos com o fundador do site de tecnologia TechCrunch, Zuckerberg passou 60 segundos falando sobre as políticas de privacidade do Facebook.

Eric Risberg -15.set.09/AP

Muitas das informações pessoais dos internautas no Facebook podem ser vistas por toda a internet, caso o usuário permita
Modificadas no mês de dezembro, as configurações sobre privacidade no site de relacionamentos foram a base da questão. Agora, muitas das informações pessoais dos internautas podem ser vistas por toda a internet, caso o usuário permita.

“As pessoas realmente se sentem confortáveis não apenas em compartilhar mais informação e diferentes aspectos, mas mais abertura e com mais pessoas. É uma norma social que tem evoluído ao longo do tempo”, disse ele. “Nosso papel é atualizar o nosso sistema para refletir de acordo com as normas sociais vigentes.”

A íntegra do vídeo, em inglês, pode ser assistida aqui.

“350 milhões de usuários se inscreveram no Facebook sob a crença de que suas informações seriam compartilhadas apenas com amigos confiáveis. Agora a companha diz que isso é velho, e que as pessoas estão mudando”, aponta o site ReadWriteWeb. “O Facebook está dizendo isso só porque ele quer que seja verdade.”

“A alteração do contrato com os usuários, com base na suposta preocupação com seus desejos, é ofensiva e faz com que qualquer movimento feito pelo Facebook mais suspeito”, indica o site. Fonte: Folha On Line

Fonte: www.camera2.com.br

Vinte milhões de cartões bancários bloqueados por um vírus na Alemanha

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05.01.10

Mais de 20 milhões de cartões de banco de débito Eurocheques (EC) e 3,5 milhões de cartões de crédito, ou seja, quase metade dos distruibuídos pelos bancos do da Alemanha, estavam bloqueados nesta terça-feira, 5, por uma falha de computador relacionada ao ano de 2010.

Desde 1º de janeiro, cerca de 20 milhões de cartões bancários EC, num total de 45 milhões, e 3,5 milhões de cartões de crédito – em 8 milhões – emitidos por esses estabelecimentos não permitem retirar dinheiro nos caixas automáticos da Alemanha e no exterior, segundo um comunicado da federação de bancos DSGV.

“A falha se deve a um problema atrasado do ano 2000, já que alguns chips eletrônicos não reconhecem o ano de 2010″, explicou o comunicado.
Os titulares dos cartões de banco poderão voltar a retirar dinheiro dos caixas em breve, mas continuarão com restrições quanto aos cartões de crédito, alertou a DSGV.

O pagamento com cartões também está difícil em muitas lojas. O serviço deve voltar ao normal apenas na próxima semana.
O problema também prejudica os alemães no exterior, levando em conta que muitos se encontram de férias.

O problema aparentemente não atingiu o Deutsche Bank, o número um do setor bancário na Alemanha.Fonte: G1

Fonte: www.camera2.com.br

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