Imagina só se uma denúncia de crime ambiental, aqui no blog, seja uma infração aos direitos autorais de tal empresa criminosa? Isso é só um exemplo, tantas outras coisas podemos pensar. Educação Ambiental se faz com compartilhar. Se não for assim é qualquer outra coisa que não EA. É muitos andam querendo fechar o cerco e devemos estar atent@s. Internet se faz com liberdade e a democracia!
O Stop Online Piracy Act (em tradução livre, Lei de Combate à Pirataria Online), abreviado como SOPA, é um projeto de lei da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos de autoria do representante Lamar Smith e de um grupo bipartidário com doze participantes. O projeto de lei amplia os meios legais para que detentores de direitos de autor possam combater o tráfico online de propriedade protegida e de artigos falsificados.
Lamar Smith
O projeto tem sido objeto de discussão entre seus defensores e opositores. Seus proponentes afirmam que proteger o mercado de propriedade intelectual e sua indústria leva a geração de receita e empregos, além de ser um apoio necessário nos casos de sites estrangeiros. Seus oponentes alegam que é uma violação à Primeira Emenda, além de uma forma de censura e irá prejudicar a Internet, ameaçando delatores e a liberdade de expressão.
Opositores
Entre os opositores estão as principais empresas que atuam na Internet como o Facebook, Twitter, Google, Yahoo!, LinkedIn, Mozilla, Wikimedia, Zynga, Amazon, eBay, Reddit, 4chan e 9GAG. Também organizações de direitos humanos, como Repórteres Sem Fronteiras e Human Rights Watch.
A empresa de registro de domínios Go Daddy inicialmente apoiou a proposta. O posicionamento atraiu fúria de seus clientes, levando-a reconsiderar o apoio.
A comunidade da Wikipedia também debate a respeito de sua posição quanto ao SOPA, em SOPA_initiative/Action, e a versão anglófona aprovou um blecaute para o dia 18 de janeiro de 2012, a decisão foi tomada no dia 16 de janeiro de 2012 pela Wikimedia Foundation.
Membros da administração do presidente estadunidense Barack Obama fizeram um anúncio online no qual dizem que não apoiarão legislações que reduzam a liberdade de expressão, aumentem o risco da ciber-segurança ou enfraqueçam a dinâmica e a inovação na Internet global.
Defensores
Os defensores são os maiores grupos e empresas dependentes de direitos de autor nos Estados Unidos: Motion Picture Association of America, Recording Industry Association of America, Sony Pictures Entertainment, Time Warner, CBS entre outras.
Fonte: Wikipédia/Os Verdes
Entenda mais assistindo o vídeo
Postado por JÚLIO CÉSAR SCHMITT GARCIA
Bom saber que o governo federal está investindo em telecentros, como diz a notícia que colo abaixo. É importante ter essa indicação de que a inclusão digital não significa apenas jogar banda onde não tem por um preço um pouco mais baixo, mas que estão sendo providenciadas condições para que o cidadão de baixa renda tenha acesso também ao computador, sem o qual não adianta ter banda larga.
É importante enfatizar a importância dos telecentros como espaços pedagógicos, um conceito mais amplo que o de lan houses. A política de inclusão digital deve fornecer os subsídios técnicos, as ferramentas e a capacitação. Os telecentros constituem-se, pois, em espécies de pontos de cultura, um lugar de inclusão principalmente do jovem das comunidades – mas também dos adultos, dos idosos, de todos os moradores. É onde vai ser adquirida a capacidade de produção de conteúdo próprio, fazendo a informação comunitária, apropriando-se de ferramentas tecnológicas para tornar-se autosuficiente e ganhar voz.
Portanto, enfatizo, é preciso uma política de banda larga barata e rápida, com a presença do Estado em todos os lugares do Brasil; estímulo para a aquisição de ferramentas para sua utilização (vale se inspirar no programa “Um computador por aluno”, do governo uruguaio) e programas de capacitação através de telecentros comunitários com conteúdo pedagógico.
Governo federal promete instalação de mais 9 mil telecentros
Por Marcelo Bernstein, Correio do Brasil
O Ministério das Comunicações (MiniCom) prometeu a implantação de 8.934 novos telecentros comunitários e de telefone público em 89 mil locais onde ainda não há o serviço. A informação é do secretário-executivo do órgão, Cezar Alvarez, que disse que as novas instalações dependem da liberação de 26 milhões de reais, que está sendo negociada com o Ministério do Planejamento.
Com os novos telecentros, o Brasil passará a contar com 22 mil pontos com conexão à internet para serem utilizados pela população. O secretário considerou que esses locais são um instrumento fundamental na ampliação da inclusão digital no Brasil e funcionam como espaços de qualificação, de interação e de cidadania.
Alvarez disse que uma das prioridades da Secretaria de Inclusão Digital será reforçar os projetos de formação e capacitação desenvolvidos junto às comunidades beneficiadas por esses pontos, com atenção às diversidades culturais, sociais e econômicas do Brasil. Já os 89 mil telefones públicos serão instalados em locais que ainda não contam com o serviço, como comunidades ribeirinhas, quilombolas e assentamentos rurais.
Cezar Alvarez também afirmou que, dentro das negociações do Plano Geral de Metas de Universalização (PGMU) que estão sendo feitas com as operadoras de telefonia, o MiniCom pretende destinar a frequência de 450 MHz para levar telefonia e banda larga à zona rural.
Levantamento da TeleBrasil aponta que web chega à 96% da população
Uma pesquisa da Associação Brasileira de Telecomunicações (Tele Brasil) revela que a internet já atinge 96% dos brasileiros. Em janeiro, a oferta alcançou 88% dos municípios, ou seja, 4.897 cidades, o que representa uma concentração de 185 milhões de habitantes. Conforme o levantamento, os acessos em banda larga fixa e móvel das prestadoras privadas chegaram a 36,1 milhões em janeiro, alcançando um crescimento de 53% em relação ao mesmo período do ano passado.
Ainda conforme o estudo, o aumento de 12,4 milhões de novos acessos foi atingido no ritmo de 24 novas instalações por minuto. O crescimento dos acessos por meio do Serviço Móvel Pessoal (SMP), que inclui modens de conexão à internet móvel e terminais de terceira geração (3G), foi de 85%.
Fonte: www.coletiva.net
por Scott Shane *
O medo é a ferramenta tradicional para o ditador manter o povo sob controle. Mas, ao cortar os serviços de internet e de comunicações sem fio no Egito, no fim da semana passado, após enormes protestos de rua, o presidente Hosni Mubarak traiu seu próprio medo – o de que Facebook, Twitter, laptops e telefones inteligentes pudessem fortalecer seus oponentes, expor suas fraquezas ao mundo e derrubar seu regime.
Mubarak tinha motivos para estar alarmado. Sob muitos aspectos, o novo arsenal de redes de relacionamento social ajudou a acelerar a revolução na Tunísia, que impeliu o presidente Zine El Abidine Ben Ali, que estava havia 23 anos no poder, a partir para o exílio inglório e acendeu uma conflagração que se espalhou pelo mundo árabe numa velocidade alucinante.
Foi um símbolo apropriado disso o fato de um blogueiro dissidente com milhares de seguidores no Twitter, Slim Amamou, ter sido catapultado em questão de dias das câmaras de interrogatório do regime de Ben Ali ao cargo de ministro da Juventude e dos Esportes do novo governo. Foi um marco da incerteza em Túnis o fato de ele ter saído do governo na quinta-feira (27/2).
O levante na Tunísia oferece o mais recente estímulo de uma ideia confortadora: que as mesmas ferramentas da internet que tantos americanos usam para se comunicar com colegas universitários e postar pensamentos fugazes têm um papel muito mais nobre como flagelo do despotismo. Afinal, apenas 18 meses atrás, essas mesmas tecnologias foram saudadas como um fator na Revolução Verde do Irã, os eletrizantes protestos de rua que se seguiram à contestada eleição presidencial.
No entanto, desde que a revolta fracassou, o Irã tornou-se uma história edificante. A polícia iraniana tratou de seguir zelosamente as pistas eletrônicas deixadas por ativistas, o que a ajudou a executar milhares de prisões na repressão que se seguiu. O governo chegou a “terceirizar” sua caçada aos inimigos, postando na web as fotos de manifestantes não identificados e convidando os iranianos a identificá-los.
“O governo iraniano tornou-se muito mais propenso ao uso da internet para perseguir ativistas”, disse Faraz Sanei, que monitora o Irã para a ONG Human Rights Watch. “A Guarda Revolucionária, poderosa força política e econômica que protege o regime dos aiatolás, criou um centro de vigilância online e acredita-se que esteja por trás de um ‘ciberexército’ de hackers que pode ser lançado contra os adversários”, disse ele.
Ferramentas
Regimes repressivos de todo o mundo podem ter ficado atrás de seus adversários, nos últimos anos, no aproveitamento de novas tecnologias – o que não é inesperado quando autocratas envelhecidos enfrentam oponentes mais jovens e mais antenados. No entanto, em Minsk, Moscou, Teerã e Pequim, os governos começaram a escalar a íngreme curva ascendente e a usar as novas ferramentas da internet para seus próprios fins antidemocráticos.
A tendência provocou um debate sobre se está errada a sabedoria convencional de que a internet e as redes sociais inclinam a balança de poder em favor da democracia. Um novo livro, The Net Delusion: The Dark Side of Internet Freedom (“A ilusão da internet: o lado escuro da liberdade na internet”, em tradução livre), de um jovem pesquisador americano de origem bielo-russa, Evgeny Morozov, descreve exemplos e mais exemplos de ditadores que encontraram modos de usar a nova mídia em seu proveito.
Afinal, os muitos fatores que deram tamanho sucesso comercial ao Facebook e sites similares interessam a uma polícia secreta. As postagens em redes sociais e Twitter de um dissidente são um guia cômodo para suas visões políticas, sua carreira, seus hábitos pessoais e sua rede de aliados, amigos e familiares com ideias semelhantes. Um policial surfando na web pode compilar um dossiê sobre um adversário do regime sem os trabalhos de vigilância de rua e grampos telefônicos requeridos no mundo pré-internet.
Se o Egito de Mubarak recorreu ao instrumento bruto tradicional contra dissensões em uma crise – cortar por completo as comunicações –, outros países mostraram maior sofisticação. “Na Bielo-Rússia, agentes da KGB, a polícia secreta que preservou seu nome da era soviética, citam rotineiramente comentários de ativistas no Facebook e de outros sites durante os interrogatórios”, disse Alexander Lukashuk, diretor do serviço Radio Free Europe/Radio Liberty, da Bielo-Rússia.
Lukashuk relatou que, no mês passado, investigadores que apareceram no apartamento de uma fotojornalista bielo-russa zombaram dela. Eles disseram que, por ela ter declarado na internet que eles realizavam suas buscas à noite, eles resolveram vir de manhã.
“Na Síria, o Facebook é agora uma grande base de dados para o governo”, disse Ahed al-Hindi, ativista sírio que foi preso em um cibercafé de Damasco, em 2006, e saiu do país depois de ser solto. Hindi, hoje na ONG CyberDissidents, com sede nos EUA, disse acreditar que o Facebook está fazendo mais bem do que mal, ajudando ativistas a formarem organizações virtuais que jamais poderiam sobreviver se eles tivessem de se reunir pessoalmente. “No entanto, os usuários precisam estar cientes de que estão falando tanto com seus opressores como com seus amigos”, disse ele.
Widney Brown, diretor da Anistia Internacional, disse que os serviços de relacionamento, como a maioria das tecnologias, são neutros. “Não há nada de determinístico nessas ferramentas – na imprensa de Gutenberg, nos aparelhos de fax ou no Facebook”, disse Brown. “Eles podem ser usados para promover os direitos humanos ou para solapá-los.”
Esse é o ponto defendido por Morozov, de 26 anos, um pesquisador visitante da Universidade Stanford. Em The Net Delusion, ele oferece uma resposta aos “ciberutópicos” que supõem que a internet, inevitavelmente, alimenta a democracia. Ele cunhou o termo “spinternet” (de “spin”, virada) para captar a manipulação da web por governos que estão começando a dominar seu uso.
Recomendações
Na China, disse Morozov, milhares de comentaristas são treinados e pagos. Daí o apelido de o “Partido dos 50 Centavos”, para postarem comentários a favor do governo e afastarem as críticas online feitas ao Partido Comunista.
Na Venezuela, o presidente Hugo Chávez, após inicialmente denunciar comentários hostis no Twitter como “terrorismo”, criou sua própria conta no Twitter – uma mistura divertida de política e autopromoção que tem hoje 1,2 milhão de seguidores.
Na Rússia, observou Morozov, o primeiro-ministro Vladimir Putin conseguiu cooptar vários empreendedores destacados em novas mídias, entre os quais Konstantin Rikov, cujos muitos sites agora se inclinam fortemente em seu favor e cujo documentário anti-Geórgia tornou-se viral na internet.
Morozov reconhece que as redes sociais “decididamente ajudam os manifestantes a se mobilizarem”. “No entanto, estarão tornando os protestos mais prováveis? Não creio”, disse. No Egito, ao que parece, pelo menos alguns ativistas compartilham da cautela de Morozov sobre a natureza da nova mídia.
Um folheto anônimo de 26 páginas que circulou no Cairo com recomendações práticas aos manifestantes, na semana passada, segundo noticiou o jornal The Guardian, instruía ativistas a passá-lo adiante por e-mail e fotocópia, mas não por Facebook ou Twitter, porque esses sites estavam sendo monitorados pelo governo.
Mubarak, concluindo que era tarde demais para um mero monitoramento, desconectou o país totalmente da internet. Foi uma medida desesperada de um autocrata que não aprendeu a usar a ferramenta que seus adversários adotaram.
* O artigo foi publicado originalmente no jornal The New York Times.
Fonte: www.coletiva.net
O Facebook começou a liberar as contas de e-mail para usuários brasileiros desde a noite da última quinta-feira. Usuários poderão ter e-mails com o endereço “@facebook.com” e, ainda que não tenham recebido convites, podem solicitá-lo por meio do próprio Facebook. O serviço foi anunciado em dezembro por Mark Zuckerberg, e faz parte de um recurso cujo objetivo é agrupar mensagens dos usuários. O sistema, afirmou o próprio Mark Zuckerberg, é baseado em três pilares que a companhia acredita serem necessários para a comunicação por mensagens atualmente: integração entre sistemas (não apenas e-mails, mas também SMS e programas de chat), o histórico de conversas e a filtragem de remetentes e destinatários. Com o novo recurso, o Facebook converte mensagens enviadas para o e-mail do usuário para um formato semelhante ao chat da rede social, que pode ser visualizado tanto no próprio PC quanto em sistemas móveis, como smartphones ou tablets. O histórico de cada conversa individual é registrado automaticamente pela ferramenta, que, segundo a empresa, também receberá anexos enviados por e-mail. FFacebook libera contas de e-mail para o Brasil O Facebook começou a liberar as contas de e-mail para usuários brasileiros desde a noite da última quinta-feira. Usuários poderão ter e-mails com o endereço “@facebook.com” e, ainda que não tenham recebido convites, podem solicitá-lo por meio do próprio Facebook. O serviço foi anunciado em dezembro por Mark Zuckerberg, e faz parte de um recurso cujo objetivo é agrupar mensagens dos usuários. O sistema, afirmou o próprio Mark Zuckerberg, é baseado em três pilares que a companhia acredita serem necessários para a comunicação por mensagens atualmente: integração entre sistemas (não apenas e-mails, mas também SMS e programas de chat), o histórico de conversas e a filtragem de remetentes e destinatários. Com o novo recurso, o Facebook converte mensagens enviadas para o e-mail do usuário para um formato semelhante ao chat da rede social, que pode ser visualizado tanto no próprio PC quanto em sistemas móveis, como smartphones ou tablets. O histórico de cada conversa individual é registrado automaticamente pela ferramenta, que, segundo a empresa, também receberá anexos enviados por e-mail.
Fonte: www.videversus.com.br
Segundo especialistas, empresas não oferecerem planos claros sobre seu futuro
Especialistas afirmam que a supervalorização de companhias como Facebook, LinkedIn ou mesmo o Groupon pode representar um risco para o setor. O problema, conforme matéria da Folha de S.Paulo, não seria a valorização em si, mas o fato de as empresas não oferecerem planos claros sobre seu futuro. No caso do Facebook, por exemplo, cuja avaliação de mercado é estimada em US$ 50 bilhões, não se sabe qual será seu próximo passo. “Não sabemos como Mark Zuckerberg conseguirá ampliar as receitas para justificar sua valorização, que no caso de uma oferta de ações pode subir mais”, disse à Folha de S. Paulo Greg Sushinsky, investidor que há 20 anos atua no Vale do Silício. Zuckerberg vem negando propostas como aparelho telefônico com a marca da empresa.
Mesmo sem uma segurança maior, acredita-se que o Facebook inicie a abertura de capital em 2012. LinkedIn e Groupon seguem o mesmo caminho. O primeiro, que funciona como rede social para negócios, tem valor de mercado estimado em US$ 2 bilhões; o segundo, que estreou o mercado de compras coletivas, alcançou US$ 7,8 bilhões – mesmo tendo sido lançado em novembro de 2008.
Um caso citado como exemplo de risco pelos especialistas é o do Second Life, rede social que oferecia uma realidade alternativa aos usuários. Criado em 2002, o site alcançou pico até 2006, quando chegou a registrar quase 5 milhões de pessoas, mais centenas de empresas. Após o período, porém, se tornou desinteressante e todo o investimento posto nele desapareceu. Sem outras alternativas para atração do público, a empresa não conseguiu se reerguer.
O Google segue estratégia diferente. Em 2004, quando abriu para o mercado de capitais já havia conquistado certa confiança por parte dos investidores, que conseguiram visualizar os negócios que sustentariam as ações nos anos seguintes.
Fonte: www.coletiva.net
Milhares de usuários dos serviços de chamadas Skype receberam por e-mail, em datas distintas, uma carta assinada pelo presidente da companhia, Tony Bates. O objetivo desse comunicado é retratar-se com o público que, no fim de dezembro, ficou inabilitado de utilizar os serviços do Skype pelo período de 24 horas. Por conta desse episódio, a empresa resolveu disponibilizar gratuitamente um voucher no valor de US$ 1.
Como forma de agradecimento, o CEO Tony Bates também esclareceu a atual situação dos serviços. “É com imenso prazer que confirmamos que o Skype voltou ao normal, permitindo que você se conecte com seus amigos, colegas de trabalho, parentes e pessoas queridas”, disse o presidente.
Para os usuários que residem nos Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, China e Japão, países onde a companhia tem mais clientes, o Skype garante ligações de até 30 minutos sem custo algum para telefones fixos. Com US$ 1 dólar, valor destinado aos usuários brasileiros, por exemplo, é possível realizar ligações de pouco mais de 20 minutos para telefones fixos. Até 2009, o preço de uma ligação Skype para celular custava 59 centavos cada minuto.
Fonte: www.comunique-se.com.br
Artigo de jornalista de Osório veiculado no Observatório da Imprensa
Internet, Noticias Sem comentários »O respeitável e excelente sítio que trata de assuntos da imprensa de nosso país veicula artigo de um filho deste litoral norte. Trata-se do jornalista Gastão Muri, editor de http://gastao30.wordpress.com/
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