Jornalista abandona a profissão, torna-se recepcionista de hotel e não se arrepende

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Da Redação

 

A jornalista portuguesa Carla Gonçalves decidiu abandonar a profissão no começo do ano, deixou sua terra natal e mudou-se para a França. Morando em Paris desde então, nem passa pelos pensamentos dela trabalhar em algum veículo de comunicação. Com 28 anos de idade, sua atual profissão é ser recepcionista de hotel na Cidade Luz.

Carla, que em Portugal era repórter do jornal Mensageiro de Bragança, afirmou que a rotina de trabalho na redação,”sem horário” para fazer outra coisa foi um dos fatores que a fizeram deixar o jornalismo de lado. “Fazia fins-de-semana de 15 em 15 dias e trabalhava aos feriados, sem nunca ter sido remunerada para tal”, contou, em entrevista ao Jornal Nordeste (Portugal).

Ao reclamar do salário de jornalista, Carla revelou que ganhava 1300 euros por mês e que ela e seu namorado, que também se tornou recepcionista na França, estavam com dificuldades para arcar com todos os compromissos financeiros que possuíam, o que mudou quando ambos começaram a trabalhar no Hotel Shangri-La.

“Ganhamos mais do dobro do que em Portugal e trabalhamos apenas seis horas por dia”, declarou Carla, em contato com a reportagem do veículo lusitano. Questionada se existe alguma chance de voltar a ser repórter, ela foi enfática na resposta: “É impensável”.

27/7/2011

Fonte: www.comunique-se.com.br
 

 

Polícia plantou droga em carro de Cabrini, conclui Corregedoria

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Da Redação

 

A Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo concluiu que o jornalista Roberto Cabrini foi vítima de uma armação em 2008, quando foi preso por tráfico de drogas. Na época, o jornalista fazia uma reportagem sobre o tema e foi encontrado com dez papelotes de cocaína no interior de seu carro. De acordo com a Corregedoria, a droga foi “plantada” no carro do repórter – e atual apresentador do programa Conexão Repórter - do SBT. Segundo a Corregedoria, seis policiais, um delegado, uma comerciante e um empresário estariam envolvidos na armação.

De acordo com investigações, o empresário Oscar Maroni, dono da boate Bahamas – e preso por manter uma casa de prostituição – é apontado como um dos suspeitos pela armação contra o jornalista. Segundo o relatório da Corregedoria, a prisão de Cabrini seria uma retaliação contra matérias sobre a casa de prostituição do empresário.

“Evidente que essa matéria custou-lhe um preço alto, como uma ferida que se cura, mas fica a cicatriz”, diz o relatório da Corregedoria.

Cabrini foi preso ao lado de Nadir Dias da Silva, que procurou o jornalista com denúncias de envolvimento de policiais com o PCC (Primeiro Comando da Capital). O relatório diz que a comerciante comprou a droga e havia negociado a prisão de Cabrini com o delegado Edmundo Barbosa, chefe do 100º DP.

A inocência do jornalista foi concluída após contradições nos depoimentos de Nadir, dos policias e delegado envolvidos. Houve também o testemunho de um policial do próprio distrito que contou detalhes de como foi planejada e executada a armação. A identidade deste policial é mantida em sigilo. Na ocasião, Cabrini também fez testes que comprovaram ausência de qualquer tipo de droga em seu corpo.

Antes disso, o jornalista já havia feito reportagens sobre a corrupção policial, que resultaram no afastamento de delegados ligados ao tráfico de drogas.

"Fui vítima da banda podre da polícia, que foi alvo das minhas denúncias", disse Cabrini à Folha de S.Paulo. Sobre Oscar Maroni, Cabrini afirmou que o empresário se incomodou com suas reportagens.
 

 

12/7/2011

 

Fonte: www.comunique-se.com.br

 

Não adianta campanha por mais assinaturas, precisa respeitar o leitor – ZERO HORA!!!

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Diz o blogueiro – essa é a “Cerro Órra”. Qual o tamanho da “ESTANCIA”  DO STF. Que tipo de animais são criados por lá? Por certo burros, não é mesmo?

 

 

"Uma vez batido o martelo, decisão tem que ser respeitada" diz ministro do STF sobre Battisti
STF decidiu nesta quarta-feira pela libertação imediata do ex-ativista Cesare Battisti

Em entrevista ao programa Gaúcha Atualidade, o ministro Marco Aurélio Mello, falou sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de que o italiano Cesare Battisti deverá ser solto.

— Acabou a ladainha— disse o ministro.

Ele explicou que a maior parte dos ministros aceitou um ato político do presidente Lula. Para o Ministro, Lula é conhecido por conduzir relacionamentos entre países, desta forma, não poderia ser contrariado pelo próprio STF.  Ele ainda reforçou que cabe ao presidente da República a entrega ou não do extraditado.

Marco Aurélio acredita que não há possibilidade de a decisão ser revertida.

— Uma vez batido a martelo, a decisão tem que ser respeitada por todos— relatou.

Ele ainda lembrou que o STF é a estância máxima do judiciário brasileiro, por isso não acredita que haja recurso.

— A chance de reverter o caso é praticamente nula—afirmou.

Questionado se a decisão afeta a relação entre Brasil e Itália, o ministro disse que tudo deve ser mantido no âmbito da normalidade.

— Não houve essa reação quando o mesmo aconteceu na França, com uma ativista italiana que atuava com Battisti. Por que então questionar o Brasil? — lembrou.

Também em entrevista ao Gaúcha Atualidade, o governador Tarso Genro disse que Itália e Brasil são dois países soberanos que tem que se respeitar.

— Essa reação da Itália tenta transferir seus conflitos internos para o âmbito internacional— disse o governador.

Para Tarso, o julgamento de Battisti na Itália não foi junto e acredita que se ele fosse julgado hoje por um tribunal italiano, qualquer juiz absolveria ele por falta de provas.
ZERO HORA

Jornalistas com deficit de letramento

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Enviado por luisnassif, ter, 24/05/2011 – 12:17

Por Weden

Diz o dito popular que médicos enterram seus erros. E os jornalistas os repercutem.

A falta de atenção e capacidade de compreensão do que diz o  livro didático Por uma Vida Melhor, da editora Global é indicativo de deficit de letramento entre jornalistas. Junte-se a problemas de leitura, interesses mercadológicos, ignorância científica, leviandade intelectual e oportunismo político.

São inúmeros os sintomas do deficit de letramento. Entre eles, dificuldade de relacionar textos (problemas com a intertextualidade), desatenção ao cotexto em que aparecem as sentenças  e incapacidade de  associar o texto ao contexto de enunciação – para não falar nas posições discursivas, mas isso é outra história.

O problema não é só encontrado no ensino básico.  É comum que o deficit de letramento seja detectado também em outros níveis de escolaridade, mesmo entre aqueles que, em suas profissões, fazem largo uso da leitura e da escrita.

Linguistas já chamaram a atenção para o fato de que se estes jornalistas fossem submetidos ao PISA seriam reprovados.

Aqui a lista de jornalistas e intelectuais que precisam aprimorar sua leitura.

No caso deles, talvez não seja difícil.

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Clóvis Rossi (Folha de SP): atribuiu aos autores do livro “crimes linguisticos” e “argumentos delinquenciais”. Fundamentou seus ataques a uma pequena passagem do livro. O capítulo não era tão grande para ele se abster da leitura. Uma das marcas do deficit de letramento é a incapacidade de fazer correlações cotextuais. Interpretou “demonstração linguistica” com “pregação linguística”, o que não cabe a este ramo do saber.

Flávia Salme (IG): levou a escolas sua leitura equivocada do livro. Induziu alunos a se pronunciarem contra. No seu texto, confunde modalidade e registro com normas.

William Waack (Rede Globo): iniciou o programa Painel, da GloboNews, perguntando se é “certo ensinar errado”. Tímido com a explicação de Maria Alice Setubal, professora convidada, pergunta :”Embarcamos numa furada?”. Ela responde: “sim”. Nem Afonso Romano o apoiou.

Mônica Waldvogel (Globo): a reportagem de abertura do programa Entre Aspas, por meio de um recorte descontextualizado do livro,  induz os entrevistados a condenarem  a obra, os autores e o MEC. Cala-se diante das intervenções de Cristóvão Tezza e Marcelino Freitas.

Jornalista do jornal O Globo (vários): as reportagens sobre o livro didático foram assinadas por vários jornalistas. Todos insistiram na tese – não confirmada – de que o livro contém “erros grosseiros de português”.

Augusto Nunes (Veja): perseguiu a professora Heloísa Ramos, durante dias. A professora é consultora da revista Nova Escola, da própria Abril, a que serve o jornalista.

Reinaldo Azevedo (Veja): a partir de trechos soltos, confundiu demonstração linguistica com pregação política. Partidarizou o que é consenso no campo da linguistica internacional.

Merval Pereira (Globo): fez afirmações fora do escopo da obra: “o Ministério da Educação está estimulando os alunos brasileiros a cultivarem seus erros”. Não há passagem clara neste sentido no livro.

Carlos Alberto Sardenberg (Globo): chegou a afirmar que o livro defende o modo de falar do ex-presidente Lula. Não leu o livro.

A mea-culpa da Folha de São Paulo, no editorial “Os livro”, não foi acompanhada do necessário pedido de desculpas aos autores da obra. A seu favor, deve-se frisar que o jornal publicou dois artigos que mostram que nem todos deixaram de se ater à obra para comentá-la.  Ressalte-se aqui a honestidade intelectual de Hélio Schwartsman e de Thais Nicoleti de Camargo.

Quem mais criticou sem ler?

Marcos Vilaça (Presidente da Academia Brasileira de Letras). Caso gravíssimo. O presidente da instiuição responsável pela memória das letras no país sequer teve o cuidado de consultar a obra. Acreditou no que foi levado pelos jornalistas. Desacreditou a instituição.

Ruy Castro (Escritor). Ele não leu o livro e se indignou com o que não havia sido escrito na obra. O escritor vive da leitura de livros. Mas ele mesmo não deu o exemplo.

Evanildo Bechara (Gramático). Cometeu o erro mais grave de sua carreira acadêmica. Criticou autores sem ter lido o livro. Um gramático não pode desconhecer a necessidade de ler para emitir juízos.

Edgar Flexa Ribeiro (Educador). Ele também não leu o livro e emitiu opinião a partir de trechos descontextualizados. Envolvido com educação, deu um passo em falso e será cobrado por isso.

Cristóvão Buarque (Senador). Sem ler o livro, diz que a obra pode prejudicar alunos. Este é  um caso bastante sintomático. Como sua bandeira é a Educação, poderia ter sido mais cuidadoso ou pelo menos ter lido o capítulo em que aparecem as citações da imprensa. Sem fundamentação na realidade do que estava escrito no livro, declarou: “Existe um risco de se criar duas formas de falar o português” (existem várias formas de falar português, até porque toda língua é constituída por dialetos, como fica claro nas diferenças entre o Português Europeu e o Português Brasileiro); “os estudantes da rede pública, ao adotar erros de concordância verbal como regra, não terão a menor chance de passar em um concurso” (o livro em nenhum momento diz isso); “Tem que se ter em mente uma questão fundamental: sotaque e regionalismos são uma coisa, a língua portuguesa é outra” (esta diferença é absurda do ponto de vista das ciências linguísticas”).

Todos os personagens acima devem desculpas à professora Heloísa Ramos e à ONG Ação Educativa. Eles se deixaram levar pela cobertura da imprensa. Pode-se desculpá-los por isso, mas é bom que reflitam.

Considero que estamos diante de um novo caso Escola Base, e todos que não se retratarem terão ajudado a constituir um novo crime de imprensa.

A professora Heloísa Cerri Ramos foi atacada pelos blogs da Veja, que tentaram ridicularizá-la. Já a Ação Educativa, com 15 anos de existência, e inúmeros projetos de pesquisa no campo da educação*, além de ações como pontos de leitura, também foi caluniada sem direito á resposta.

Todos estes jornalistas e intelectuais citados apresentaram problemas graves de letramento. Recomenda-se que repensem o que disseram e tenham a humildade de consultar o capítulo, antes de emitir novas opiniões.

Além disso, um pedido de desculpas não faz mal a ninguém.

A educação brasileira agradece.

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* A ONG é responsável, junto com o Instituto Paulo Montenegro, pelo Indicador Nacional de Alfabetismo Funcional, pesquisa de acompanhamento permanente.

Diante dos problemas com os jornalistas, as estatísticas devem ter piorado.

Fonte: http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/jornalistas-com-deficit-de-letramento

Quais os riscos que os jornalistas correm ao cometerem crimes para reportagens?

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Izabela Vasconcelos

Comprar armas, drogas, documentos e diplomas, se infiltrar com traficantes, entre outras práticas. Como você reagiria se seu editor lhe pedisse para cometer um crime para alertar as autoridades?

Na semana passada, o repórter Graciliano Rocha, da Folha de S. Paulo adquiriu um revólver calibre 38 no lado paraguaio da fronteira que liga Ciudad del Este a Foz do Iguaçu, no Paraná. O jornalista devolveu a arma à Polícia Federal e assinou um termo de declarações e um auto de apreensão.

Muitos repórteres brasileiros já se aventuraram por esses caminhos, como é o caso do jornalista Nelito Fernandes, repórter da revista Época, que no mês passado comprou um revólver Taurus calibre 38 para mostrar como é fácil conseguir uma arma como a usada por Wellington Menezes de Oliveira, o atirador que matou 12 crianças na escola de Realengo.

“A delegacia abriu um inquérito para apurar o caso, mas no primeiro momento entendeu que não houve delito, porque eu fiz a reportagem para denunciar o esquema”, explicou Nelito. Caso seja denunciado pelo Ministério Público ou sofra algum processo, o jornalista explica que a revista lhe dá assistência. “A revista acompanha tudo, dá todo o respaldo jurídico”.

Reprodução da matéria de Nelito Fernandes na revista Época

Casos semelhantes
Experiente nos riscos da reportagem, Claudio Tognolli, diretor da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), também já passou por alguns desses momentos. Em 1995 o jornalista comprou um fuzil tcheco para provar como é fácil trazer armas pesadas para o Brasil.

Embora tenha saído livre da compra do fuzil em 1995, em 2004 Tognoli foi ameaçado por outra infração, o porte de escutas ilegais do caso Celso Daniel. “Em 2004, no caso da Operação Anaconda, fui visitar o Rocha Matos, passei na visita sem autorização. Ele me deu as fitas com as escutas da morte do Celso Daniel. Dois promotores do caso disseram que se eu não entregasse a fita iriam me denunciar, e tive que entregar. Em seguida, em uma coletiva, eles disseram que um motoboy entregou a fita para eles, na realidade eu fui obrigado a entregar”, relembra.

Tognolli, que além de diretor da Abraji é professor da USP, relembra outros casos, como quando, pela Folha de S.Paulo, entrou na mansão do juiz federal João Carlos da Rocha Mattos, em Miami, para investigar as posses do magistrado. “Eu fiz muita infiltração na minha vida, já cheguei a me infiltrar com traficantes, presenciei as pessoas cometendo crimes. Mas se um promotor quiser denunciar, ele denuncia. O MP tem sido duro com a imprensa”, conclui.

Você assumiria os riscos de um crime para alertar as autoridades?

Fonte: www.comunique-se.com.br

 

Datena critica apresentador: “Você, Tiago Leifert, é neném em televisão”

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Anderson Scardoelli

 

 

A discussão envolvendo o apresentador do Globo Esporte, Tiago Leifert, e o comentarista esportivo da Band, Neto, ganhou mais um episódio antes do feriado de Páscoa. Na sexta-feira (22/4), durante o SP Acontece, os jornalistas José Luiz Datena e Luiz Ceará mostraram indignação com o funcionário da Rede Globo e defenderam o companheiro da Band.

“Neném”
“Você, Thiago Leifert, é neném em televisão, baixa a sua bola, não dá para você discutir com o Neto. Faz o seu, que a gente te elogia. É um brincalhão, querer discutir futebol com o Neto. E o que você faz hoje eu fazia há tempos aí na TV Globo com o Márcio Canuto, que é um bilhão de vezes melhor que você”, criticou Datena, que chegou a citar sua passagem pela Rede Globo, durante a década de 1980, onde trabalhou como repórter.

A indignação do apresentador do Brasil Urgente se deve a afirmação do editor-chefe do Globo Esporte durante palestra realizada na Universidade Nove de Julho (Uninove), na segunda-feira (18/4). Na ocasião, Leifert relembrou a informação de que o meio-campista Clarence Seedorf estaria negociando com o Corinthians. A notícia sobre a negociação foi divulgada por Neto e “desmentida” pelo apresentador da TV Globo.

“Filtro”
“Ele (Neto) fala tudo que vem na cabeça dele, ele não tem filtro. Isso é bom. O que aconteceu foi que havia uma informação falsa sendo divulgada: a informação de que o Seedorf tinha assinado com o Corinthians. Aí eu vou lá e desminto, porque a informação é falsa”, disse Leifert, durante participação na palestra realizada no auditório do campus Memorial da Uninove.

Em seu perfil no Twitter, Neto se defendeu e voltou a criticar o jornalista do canal 5 de São Paulo. “Depois sou eu que arrumo confusão! Olha só o que o garoto Tiago Leifert falou de mim. ‘Tá’ mascarado mesmo! E depois se faz de pobre coitado. Para vai!!!! Quem tem filtro é bebedouro!!!”, publicou.

“Falar nas costas”
A declaração de Tiago Leifert durante o evento também foi comentada por outro jornalista da Band: Luís Ceará. O repórter reclamou da crítica do apresentador da TV Globo não ter acontecido ‘cara a cara’ com o comentarista Neto. “Falar em universidade, nas costas, é feio. O bacana é falar na frente”, afirmou.

“Deve estar esquentando pro lado dele porque nossa audiência está aumentando”, declarou Ceará, dando a entender que Leifert está nervoso com a Band porque a audiência do Jogo Aberto e do SP Acontece estão o incomodando.

Fonte: www.comunique-se.com.br

“Uma saia justa danada”, relembra Cid Moreira sobre o direito de resposta de Brizola no “JN”

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Izabela Vasconcelos

 

 

O locutor Cid Moreira contou uma das saias justas que passou nos 27 anos em que apresentou o “Jornal Nacional”, da TV Globo. A maior delas foi a leitura do direito de resposta de Leonel Brizola, então governador do Rio de Janeiro, em 1994.

“Tive que responder, falando mal da própria empresa, uma saia justa danada”, contou Cid durante o Papo na Redação do Comunique-se, na tarde desta segunda-feira (28/2). Após 17 anos, o vídeo do direito de resposta ainda é sucesso no YouTube.

Enquanto apresentava o “Jornal Nacional”, Cid também protagonizou uma cena que rendeu oito páginas na revista Playboy, ao matar uma mosca durante a apresentação do telejornal. A história da mosca foi o gancho, que rendeu as oito páginas sobre o locutor.

Começo de carreira “quase que por acaso”
Cid Moreira começou a carreira quase que por brincadeira, quando imitou locutores de rádio em uma festa de aniversário. O pai de um dos amigos era dono de uma rádio e percebeu o talento do rapaz de apenas 16 anos. O que Cid pensava ser uma entrevista para trabalhar na área contábil da rádio se tornou um teste de voz. “Eu comecei a transpirar, nervoso para ler o texto. Aí me contrataram e aos trancos e barrancos estou aqui”.

Diploma de Jornalismo
O locutor não é formado em Jornalismo e enfatizou que a reportagem não é sua “praia”. Questionado sobre a queda da obrigatoriedade da exigência do diploma, Cid define a decisão como ridícula após a profissionalização do Jornalismo. “Eu acho ridículo isso. Uma vez criadas as faculdades, vai lá e volta tudo como era antes”, afirmou.

Cid também falou de suas inspirações no Jornalismo e citou nomes como os dos locutores Carlos Frias e Luiz Jatobá. O apresentador contou que para manter a forma física, aos 83 anos, se exercita diariamente e mantém uma alimentação saudável, além de cuidar de seu lado espiritual.

A entrevista que foi acompanhada por internautas ao vivo, estará disponível na íntegra no portal Comunique-se.

Fonte: www.comunique-se.com.br

TV Record: Juca Kfouri afirma que emissora usa dinheiro dos fiéis da Universal

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Da Redação

O jornalista Juca Kfouri declarou que o dinheiro da TV Record vem dos fiéis da Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd). A afirmação de Juca foi feita nesta quinta-feira (24/2), em sua coluna na Folha de S. Paulo. A emissora de TV e a igreja pertencem ao mesmo empresário, Edir Macedo. A critica de Juca ao canal 7 de São Paulo está relacionada ao fato de seis clubes terem deixado o Clube dos 13 para negociar de forma independente os direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro. De acordo com o colunista, a briga entre os times e a entidade aconteceu “porque os que saíram (Botafogo, Corinthians, Coritiba, Flamengo, Fluminense e Vasco da Gama) não querem saber de mudanças e preferem a Globo”. “Eu, aliás, também preferiria, ainda mais que o dinheiro da Record é uma forma de concorrência desleal, porque da Iurd. Só os adeptos daquele chinês que não se importa com a cor do gato, desde que ele coma ratos, não dão bola à origem do dinheiro, como o Corinthians, com o aval de seu atual presidente, não se importou com a grana da MSI”, diz Juca, em sua coluna, ao mostrar que também prefere ter sua imagem exibida na emissora da família Marinho. Comentário parecido Na noite desta quarta-feira (23/2), o jornalista já havia feito criticas à TV Record durante participação na jornada esportiva da CBN. Em conversa com o narrador Marcelo Gomes e com o apresentador Paulo Massini, Juca declarou que o dinheiro da emissora de Edir Macedo vem “da fé” e que as agências de publicidade preferem divulgar produtos na TV Globo, ao invés de veicularem na Record. TV Record: Juca Kfouri afirma que emissora usa dinheiro dos fiéis da Universal Da Redação O jornalista Juca Kfouri declarou que o dinheiro da TV Record vem dos fiéis da Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd). A afirmação de Juca foi feita nesta quinta-feira (24/2), em sua coluna na Folha de S. Paulo. A emissora de TV e a igreja pertencem ao mesmo empresário, Edir Macedo. A critica de Juca ao canal 7 de São Paulo está relacionada ao fato de seis clubes terem deixado o Clube dos 13 para negociar de forma independente os direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro. De acordo com o colunista, a briga entre os times e a entidade aconteceu “porque os que saíram (Botafogo, Corinthians, Coritiba, Flamengo, Fluminense e Vasco da Gama) não querem saber de mudanças e preferem a Globo”. “Eu, aliás, também preferiria, ainda mais que o dinheiro da Record é uma forma de concorrência desleal, porque da Iurd. Só os adeptos daquele chinês que não se importa com a cor do gato, desde que ele coma ratos, não dão bola à origem do dinheiro, como o Corinthians, com o aval de seu atual presidente, não se importou com a grana da MSI”, diz Juca, em sua coluna, ao mostrar que também prefere ter sua imagem exibida na emissora da família Marinho. Comentário parecido Na noite desta quarta-feira (23/2), o jornalista já havia feito criticas à TV Record durante participação na jornada esportiva da CBN. Em conversa com o narrador Marcelo Gomes e com o apresentador Paulo Massini, Juca declarou que o dinheiro da emissora de Edir Macedo vem “da fé” e que as agências de publicidade preferem divulgar produtos na TV Globo, ao invés de veicularem na Record. Antes disso, no quadro “Momento do Esporte”, durante o “Jornal da CBN 2ª Edição”, Juca questionou a parcialidade da Record. “A Record bateu no Andrés não foi por razões jornalísticas, foi pelo fato de ele ser a favor da Globo”, disse. Procurada pela reportagem, a Record disse que não irá se manifestar sobre as declarações de Juca. Antes disso, no quadro “Momento do Esporte”, durante o “Jornal da CBN 2ª Edição”, Juca questionou a parcialidade da Record. “A Record bateu no Andrés não foi por razões jornalísticas, foi pelo fato de ele ser a favor da Globo”, disse. Procurada pela reportagem, a Record disse que não irá se manifestar sobre as declarações de Juca.

Fonte: www.comunique-se.com.br

Juiz ameaça prender jornalista que publicar matéria sobre desvio de dinheiro no Pará

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Izabela Vasconcelos

 

 

O juiz Antônio Carlos Almeida Campelo, titular da 4ª Vara Cível Federal do Pará, enviou uma intimação ao jornalista Lúcio Flávio Pinto, para que deixe de publicar informações sobre o processo contra os principais executivos do Grupo O Liberal, responsável por vários veículos de comunicação no estado.  A intimação diz que o jornalista será preso em flagrante caso publique qualquer informação sobre o processo, que corre em segredo de Justiça. Além disso, caso desacate a ordem, também terá que pagar R$ 200 mil de multa.

Lúcio Flávio mantém o Jornal Pessoal há 23 anos. O jornalista publicou uma matéria sobre o caso dos empresários Romulo Maiorana Júnior e Ronaldo Maiorana no início deste mês. Os executivos do grupo de mídia foram denunciados pelo Ministério Público Federal por crime contra o sistema financeiro nacional, pelo uso de fraude, para a obtenção de recursos dos incentivos fiscais da Sudam (Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia).

Jornalista alega direito de informar
“Pretendo recorrer para revogar essa decisão, que é abusiva. A minha matéria defende o interesse do povo que teve o dinheiro desviado. Quando existe um caso de conflito entre a privacidade e o direito da sociedade, vale o direito da população de saber o que está acontecendo”, afirmou Lúcio Flávio.

Segundo ele, o juiz tomou a decisão por “conta própria”, já que os autos não estavam conclusos. “Ele tomou a decisão por conta própria, mas não provocado pelas partes do processo”, disse.

A reportagem ainda não conseguiu contato com o juiz da 4ª Vara Cível Federal do Pará.

Fonte: www.comunique-se.com.br

A DISTÂNCIA ENTRE UM JORNAL QUE INFORMA E UM TABLOIDE QUE DESEDUCA

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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Na última sexta-feira, 18, após refazer-se de um faniquito, a setuagenária Carminha K. não se conteve e telefonou para a redação de Zero Hora.
- Zero Hora, bom dia! Em que poderíamos estar lhe ajudando?
- Minha filha, você já leu o que saiu na página 62 da edição de hoje?
- Um momento. Eu vou estar lendo e já vou estar lhe respondendo. Sobre o que seria?
- Fico feliz por você saber ler, mas confira aí o que publicaram na seção Túnel do Tempo, que trata dos palacetes da Praça da Alfândega.
(Três minutos depois…)
- Senhora, já li. Algum problema que a senhora gostaria de estar comunicando?
- Como assim? Você leu e ainda pergunta qual o problema?
- Seria o amarelado por baixo do texto, senhora?
- Vem cá, você nasceu em que cidade?
- Porto Alegre, senhora. Com muita honra.
- Então, deve conhecer a Praça da Alfândega, não é?
- Sim, senhora, passo por ela todos os dias para estar vindo trabalhar.
- E conhece o shopping Praia de Belas, certo?
-Sim, senhora, vou sempre lá para estar fazendo compras.
- Sei…e, por acaso, sabe se o Praia de Belas mudou de endereço?
- Senhora, que eu saiba, ele deve estar continuando na avenida Borges de Medeiros.
- Pois então, minha filha, releia o texto.
(Três minutos e meio depois…)
- No meu exemplar está tudo certo, senhora.
- Pois, no meu, o Praia de Belas Shopping está na Rua dos Andradas, em frente à Praça da Alfândega!
- Impossível, senhora. Deixa eu estar vendo de novo…
(Quatro minutos depois…)
- Não estou entendendo, senhora.
- Pelo jeito, nem você e nem ninguém aí dentro, não é?
- Ããããhhh!!! Agora estou visualizando! Está errado, né? Isso acontece, às vezes.
- Às vezes??? É todo santo dia, minha filha! Nessa semana mesmo, vocês conseguiram botar três mil navios em uma fragata! Três mil!!!
- O que é fragata, senhora?
- Bah! Deixa pra lá!
- Mas, veja bem, senhora, não é tão grave assim. A coluna Almanaque Gaúcho é só de notícia velha, águas passadas…
- CÁSPITE!!! A página mais lida do jornal, referência histórica para trabalhos escolares, reminiscências para os aposentados, que um camarada teve uma semana inteira pra conferir e revisar…e você me diz que não é tão grave assim???
- Vou estar concordando com a senhora, mas, veja bem, dê um desconto, a coluna está sendo assinada por um interino.
- Meu Deus! Pelo jeito, Zero Hora está contratando o primeiro que passar aí na frente…
-  Senhora, essa informação é com nosso departamento de RH. Um momento, que eu vou estar lhe transferindo…
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Carminha K. não é personagem de ficção. Carminha K. é assinante de Zero Hora, vício que ela já cogita abandonar. O diálogo acima, salvo uma ou outra licença poética, é verdadeiro. O recorte abaixo, idem. E a fragata, mais embaixo…bah!…deixa pra lá…
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