Datena critica apresentador: “Você, Tiago Leifert, é neném em televisão”

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Anderson Scardoelli

 

 

A discussão envolvendo o apresentador do Globo Esporte, Tiago Leifert, e o comentarista esportivo da Band, Neto, ganhou mais um episódio antes do feriado de Páscoa. Na sexta-feira (22/4), durante o SP Acontece, os jornalistas José Luiz Datena e Luiz Ceará mostraram indignação com o funcionário da Rede Globo e defenderam o companheiro da Band.

“Neném”
“Você, Thiago Leifert, é neném em televisão, baixa a sua bola, não dá para você discutir com o Neto. Faz o seu, que a gente te elogia. É um brincalhão, querer discutir futebol com o Neto. E o que você faz hoje eu fazia há tempos aí na TV Globo com o Márcio Canuto, que é um bilhão de vezes melhor que você”, criticou Datena, que chegou a citar sua passagem pela Rede Globo, durante a década de 1980, onde trabalhou como repórter.

A indignação do apresentador do Brasil Urgente se deve a afirmação do editor-chefe do Globo Esporte durante palestra realizada na Universidade Nove de Julho (Uninove), na segunda-feira (18/4). Na ocasião, Leifert relembrou a informação de que o meio-campista Clarence Seedorf estaria negociando com o Corinthians. A notícia sobre a negociação foi divulgada por Neto e “desmentida” pelo apresentador da TV Globo.

“Filtro”
“Ele (Neto) fala tudo que vem na cabeça dele, ele não tem filtro. Isso é bom. O que aconteceu foi que havia uma informação falsa sendo divulgada: a informação de que o Seedorf tinha assinado com o Corinthians. Aí eu vou lá e desminto, porque a informação é falsa”, disse Leifert, durante participação na palestra realizada no auditório do campus Memorial da Uninove.

Em seu perfil no Twitter, Neto se defendeu e voltou a criticar o jornalista do canal 5 de São Paulo. “Depois sou eu que arrumo confusão! Olha só o que o garoto Tiago Leifert falou de mim. ‘Tá’ mascarado mesmo! E depois se faz de pobre coitado. Para vai!!!! Quem tem filtro é bebedouro!!!”, publicou.

“Falar nas costas”
A declaração de Tiago Leifert durante o evento também foi comentada por outro jornalista da Band: Luís Ceará. O repórter reclamou da crítica do apresentador da TV Globo não ter acontecido ‘cara a cara’ com o comentarista Neto. “Falar em universidade, nas costas, é feio. O bacana é falar na frente”, afirmou.

“Deve estar esquentando pro lado dele porque nossa audiência está aumentando”, declarou Ceará, dando a entender que Leifert está nervoso com a Band porque a audiência do Jogo Aberto e do SP Acontece estão o incomodando.

Fonte: www.comunique-se.com.br

“Uma saia justa danada”, relembra Cid Moreira sobre o direito de resposta de Brizola no “JN”

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Izabela Vasconcelos

 

 

O locutor Cid Moreira contou uma das saias justas que passou nos 27 anos em que apresentou o “Jornal Nacional”, da TV Globo. A maior delas foi a leitura do direito de resposta de Leonel Brizola, então governador do Rio de Janeiro, em 1994.

“Tive que responder, falando mal da própria empresa, uma saia justa danada”, contou Cid durante o Papo na Redação do Comunique-se, na tarde desta segunda-feira (28/2). Após 17 anos, o vídeo do direito de resposta ainda é sucesso no YouTube.

Enquanto apresentava o “Jornal Nacional”, Cid também protagonizou uma cena que rendeu oito páginas na revista Playboy, ao matar uma mosca durante a apresentação do telejornal. A história da mosca foi o gancho, que rendeu as oito páginas sobre o locutor.

Começo de carreira “quase que por acaso”
Cid Moreira começou a carreira quase que por brincadeira, quando imitou locutores de rádio em uma festa de aniversário. O pai de um dos amigos era dono de uma rádio e percebeu o talento do rapaz de apenas 16 anos. O que Cid pensava ser uma entrevista para trabalhar na área contábil da rádio se tornou um teste de voz. “Eu comecei a transpirar, nervoso para ler o texto. Aí me contrataram e aos trancos e barrancos estou aqui”.

Diploma de Jornalismo
O locutor não é formado em Jornalismo e enfatizou que a reportagem não é sua “praia”. Questionado sobre a queda da obrigatoriedade da exigência do diploma, Cid define a decisão como ridícula após a profissionalização do Jornalismo. “Eu acho ridículo isso. Uma vez criadas as faculdades, vai lá e volta tudo como era antes”, afirmou.

Cid também falou de suas inspirações no Jornalismo e citou nomes como os dos locutores Carlos Frias e Luiz Jatobá. O apresentador contou que para manter a forma física, aos 83 anos, se exercita diariamente e mantém uma alimentação saudável, além de cuidar de seu lado espiritual.

A entrevista que foi acompanhada por internautas ao vivo, estará disponível na íntegra no portal Comunique-se.

Fonte: www.comunique-se.com.br

TV Record: Juca Kfouri afirma que emissora usa dinheiro dos fiéis da Universal

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Da Redação

O jornalista Juca Kfouri declarou que o dinheiro da TV Record vem dos fiéis da Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd). A afirmação de Juca foi feita nesta quinta-feira (24/2), em sua coluna na Folha de S. Paulo. A emissora de TV e a igreja pertencem ao mesmo empresário, Edir Macedo. A critica de Juca ao canal 7 de São Paulo está relacionada ao fato de seis clubes terem deixado o Clube dos 13 para negociar de forma independente os direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro. De acordo com o colunista, a briga entre os times e a entidade aconteceu “porque os que saíram (Botafogo, Corinthians, Coritiba, Flamengo, Fluminense e Vasco da Gama) não querem saber de mudanças e preferem a Globo”. “Eu, aliás, também preferiria, ainda mais que o dinheiro da Record é uma forma de concorrência desleal, porque da Iurd. Só os adeptos daquele chinês que não se importa com a cor do gato, desde que ele coma ratos, não dão bola à origem do dinheiro, como o Corinthians, com o aval de seu atual presidente, não se importou com a grana da MSI”, diz Juca, em sua coluna, ao mostrar que também prefere ter sua imagem exibida na emissora da família Marinho. Comentário parecido Na noite desta quarta-feira (23/2), o jornalista já havia feito criticas à TV Record durante participação na jornada esportiva da CBN. Em conversa com o narrador Marcelo Gomes e com o apresentador Paulo Massini, Juca declarou que o dinheiro da emissora de Edir Macedo vem “da fé” e que as agências de publicidade preferem divulgar produtos na TV Globo, ao invés de veicularem na Record. TV Record: Juca Kfouri afirma que emissora usa dinheiro dos fiéis da Universal Da Redação O jornalista Juca Kfouri declarou que o dinheiro da TV Record vem dos fiéis da Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd). A afirmação de Juca foi feita nesta quinta-feira (24/2), em sua coluna na Folha de S. Paulo. A emissora de TV e a igreja pertencem ao mesmo empresário, Edir Macedo. A critica de Juca ao canal 7 de São Paulo está relacionada ao fato de seis clubes terem deixado o Clube dos 13 para negociar de forma independente os direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro. De acordo com o colunista, a briga entre os times e a entidade aconteceu “porque os que saíram (Botafogo, Corinthians, Coritiba, Flamengo, Fluminense e Vasco da Gama) não querem saber de mudanças e preferem a Globo”. “Eu, aliás, também preferiria, ainda mais que o dinheiro da Record é uma forma de concorrência desleal, porque da Iurd. Só os adeptos daquele chinês que não se importa com a cor do gato, desde que ele coma ratos, não dão bola à origem do dinheiro, como o Corinthians, com o aval de seu atual presidente, não se importou com a grana da MSI”, diz Juca, em sua coluna, ao mostrar que também prefere ter sua imagem exibida na emissora da família Marinho. Comentário parecido Na noite desta quarta-feira (23/2), o jornalista já havia feito criticas à TV Record durante participação na jornada esportiva da CBN. Em conversa com o narrador Marcelo Gomes e com o apresentador Paulo Massini, Juca declarou que o dinheiro da emissora de Edir Macedo vem “da fé” e que as agências de publicidade preferem divulgar produtos na TV Globo, ao invés de veicularem na Record. Antes disso, no quadro “Momento do Esporte”, durante o “Jornal da CBN 2ª Edição”, Juca questionou a parcialidade da Record. “A Record bateu no Andrés não foi por razões jornalísticas, foi pelo fato de ele ser a favor da Globo”, disse. Procurada pela reportagem, a Record disse que não irá se manifestar sobre as declarações de Juca. Antes disso, no quadro “Momento do Esporte”, durante o “Jornal da CBN 2ª Edição”, Juca questionou a parcialidade da Record. “A Record bateu no Andrés não foi por razões jornalísticas, foi pelo fato de ele ser a favor da Globo”, disse. Procurada pela reportagem, a Record disse que não irá se manifestar sobre as declarações de Juca.

Fonte: www.comunique-se.com.br

Juiz ameaça prender jornalista que publicar matéria sobre desvio de dinheiro no Pará

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Izabela Vasconcelos

 

 

O juiz Antônio Carlos Almeida Campelo, titular da 4ª Vara Cível Federal do Pará, enviou uma intimação ao jornalista Lúcio Flávio Pinto, para que deixe de publicar informações sobre o processo contra os principais executivos do Grupo O Liberal, responsável por vários veículos de comunicação no estado.  A intimação diz que o jornalista será preso em flagrante caso publique qualquer informação sobre o processo, que corre em segredo de Justiça. Além disso, caso desacate a ordem, também terá que pagar R$ 200 mil de multa.

Lúcio Flávio mantém o Jornal Pessoal há 23 anos. O jornalista publicou uma matéria sobre o caso dos empresários Romulo Maiorana Júnior e Ronaldo Maiorana no início deste mês. Os executivos do grupo de mídia foram denunciados pelo Ministério Público Federal por crime contra o sistema financeiro nacional, pelo uso de fraude, para a obtenção de recursos dos incentivos fiscais da Sudam (Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia).

Jornalista alega direito de informar
“Pretendo recorrer para revogar essa decisão, que é abusiva. A minha matéria defende o interesse do povo que teve o dinheiro desviado. Quando existe um caso de conflito entre a privacidade e o direito da sociedade, vale o direito da população de saber o que está acontecendo”, afirmou Lúcio Flávio.

Segundo ele, o juiz tomou a decisão por “conta própria”, já que os autos não estavam conclusos. “Ele tomou a decisão por conta própria, mas não provocado pelas partes do processo”, disse.

A reportagem ainda não conseguiu contato com o juiz da 4ª Vara Cível Federal do Pará.

Fonte: www.comunique-se.com.br

A DISTÂNCIA ENTRE UM JORNAL QUE INFORMA E UM TABLOIDE QUE DESEDUCA

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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Na última sexta-feira, 18, após refazer-se de um faniquito, a setuagenária Carminha K. não se conteve e telefonou para a redação de Zero Hora.
- Zero Hora, bom dia! Em que poderíamos estar lhe ajudando?
- Minha filha, você já leu o que saiu na página 62 da edição de hoje?
- Um momento. Eu vou estar lendo e já vou estar lhe respondendo. Sobre o que seria?
- Fico feliz por você saber ler, mas confira aí o que publicaram na seção Túnel do Tempo, que trata dos palacetes da Praça da Alfândega.
(Três minutos depois…)
- Senhora, já li. Algum problema que a senhora gostaria de estar comunicando?
- Como assim? Você leu e ainda pergunta qual o problema?
- Seria o amarelado por baixo do texto, senhora?
- Vem cá, você nasceu em que cidade?
- Porto Alegre, senhora. Com muita honra.
- Então, deve conhecer a Praça da Alfândega, não é?
- Sim, senhora, passo por ela todos os dias para estar vindo trabalhar.
- E conhece o shopping Praia de Belas, certo?
-Sim, senhora, vou sempre lá para estar fazendo compras.
- Sei…e, por acaso, sabe se o Praia de Belas mudou de endereço?
- Senhora, que eu saiba, ele deve estar continuando na avenida Borges de Medeiros.
- Pois então, minha filha, releia o texto.
(Três minutos e meio depois…)
- No meu exemplar está tudo certo, senhora.
- Pois, no meu, o Praia de Belas Shopping está na Rua dos Andradas, em frente à Praça da Alfândega!
- Impossível, senhora. Deixa eu estar vendo de novo…
(Quatro minutos depois…)
- Não estou entendendo, senhora.
- Pelo jeito, nem você e nem ninguém aí dentro, não é?
- Ããããhhh!!! Agora estou visualizando! Está errado, né? Isso acontece, às vezes.
- Às vezes??? É todo santo dia, minha filha! Nessa semana mesmo, vocês conseguiram botar três mil navios em uma fragata! Três mil!!!
- O que é fragata, senhora?
- Bah! Deixa pra lá!
- Mas, veja bem, senhora, não é tão grave assim. A coluna Almanaque Gaúcho é só de notícia velha, águas passadas…
- CÁSPITE!!! A página mais lida do jornal, referência histórica para trabalhos escolares, reminiscências para os aposentados, que um camarada teve uma semana inteira pra conferir e revisar…e você me diz que não é tão grave assim???
- Vou estar concordando com a senhora, mas, veja bem, dê um desconto, a coluna está sendo assinada por um interino.
- Meu Deus! Pelo jeito, Zero Hora está contratando o primeiro que passar aí na frente…
-  Senhora, essa informação é com nosso departamento de RH. Um momento, que eu vou estar lhe transferindo…
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Carminha K. não é personagem de ficção. Carminha K. é assinante de Zero Hora, vício que ela já cogita abandonar. O diálogo acima, salvo uma ou outra licença poética, é verdadeiro. O recorte abaixo, idem. E a fragata, mais embaixo…bah!…deixa pra lá…
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Clique nas imagens para ampliá-las
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Fenaj retoma mobilização pela PEC do diploma

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Entidade pede que apoiadores entrem em contato com os senadores de suas regiões

A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) volta à mobilização pela aprovação das propostas de emenda constitucional para a retomada da exigência do diploma para o exercício da profissão de jornalista. A solicitação da entidade é para que as pessoas a favor do movimento entrem em contato com os senadores de suas regiões. Em comunicado às entidades apoiadoras, a Fenaj apontou a prioridade de buscar a confirmação dos votos favoráveis dos parlamentares reeleitos, bem como a posição dos novos senadores. A ideia é atualizar o placar com as tendências de voto, que consta no site da federação.

Nas ações previstas para a mobilização, está a organização de uma minicaravana de visitas ao Senado e à Câmara Federal para uma conversa pessoal com os parlamentares. A iniciativa é liderada pelo presidente da entidade, Celso Schröder, e deve acontecer a partir de março. Outra caravana, esta nacional, deverá ser realizada em 7 de abril, data que se comemora o Dia do Jornalista, e o destino será Brasília.

A Fenaj entende que a retomada da votação da PEC do diploma pelo plenário do Senado depende da mobilização conjunta da federação, dos 31 Sindicatos dos Jornalistas e dos 27 senadores veteranos, junto aos 54 senadores eleitos em 2010.

Após quase ter sido colocada em votação em dezembro de 2010, a PEC do Diploma ficou para este ano, diante da necessidade de quórum qualificado (65 senadores) para que fosse submetida à votação. O relator de duas PECs, o senador Inácio Arruda (PCdoB/CE), avaliou que após a pauta ser “destrancada”, com as votações de Medidas Provisórias (MPs) e projetos de lei enviados pelo Governo Federal ao Congresso Nacional, o caminho estará livre para que a proposta entre na pauta.

Fonte:  www.coletiva.net

Diz o blogueiro – louvável a iniciativa da entidade, mas necessário propugnar pela melhoria dos currículos e igualmente ensinar aos futuros profissionais a pensar, o que não vem acontecendo como deveria. Ainda hoje postei matéria com o seguinte título: Soldado eletrocutado ao salvar mulher fará transplante de face.” Como eletrocutar significa executar com descarga elétrica desnecessário realizar cirurgia, pois há somente o cadáver.  O verbo a ser empregado deveria ser eletroplessionar.

Egito pede desculpas por prisão de jornalistas brasileiros

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Da Redação
O governo egípcio entregou uma carta ao Itamaraty em que pede desculpas pelo tratamento dado aos jornalistas Corban Costa, da Rádio Nacional, e Gilvan Rocha, da TV Brasil. Os profissionais tiveram seus equipamentos apreendidos e foram vendados e presos por 18 horas, enquanto faziam a cobertura das manifestações contra o presidente Hosni Mubarak.”O tratamento (dado aos jornalistas) foi totalmente lamentável e inaceitável e nós gostaríamos de pedir desculpas por quaisquer inconvenientes”, diz um trecho da carta. O texto ainda afirma que os brasileiros “têm um lugar especial” em corações e mentes do povo do Egito.

Além dos profissionais da EBC, um editor do Zero Hora foi agredido por manifestantes e jornalistas da Folha, O Globo e Estadão tiveram seus quartos invadidos por autoridades egípcias em busca de imagens do conflito.

As informações são de O Globo.

Fonte: www.comunique-se.com.br

Jornal do Paraná encerra versão impressa para sobreviver apenas no formato digital

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Versão da hora

O jornal O Estado do Paraná, um dos principais diários do Paraná, deixará de circular na versão impressa para ser editado apenas na mídia digital. O encerramento da circulação se dará nos próximos dias,informou o site Comunique-se, após ouvir o proprietário do grupo, empresário Paulo Pimentel. O jornal completa 60 anos agora em 2011, e Paulo Pimentel afirmou que a decisão de trabalhar apenas na web já deveria ter sido tomada há dois anos. A circulação atual, de 20 mil exemplares durante a semana e 25 mil aos domingos, não cobre os custos da produção diária do jornal curitibano, hoje produzido por uma equipe de 80 jornalistas.

Pimentel informou que a intenção é continuar com a mesma equipe, sem demissões. Para que o quadro de jornalistas seja mantido, serão oferecidas vagas para repórteres e editores trabalharem em um novo e exclusivo portal do Estado do Paraná, além da possibilidade de expandir a redação do jornal popular Tribuna do Paraná, também publicado pelo grupo. “Vamos lançar uma edição nova do portal Estado do Paraná, a exemplo do que aconteceu com o JB”, compara Pimentel, que promete a estreia desta nova e exclusiva página de notícias antes que a versão impressa pare de circular.

Leitor assumido de livros sobre o magnata da comunicação Robert Murdoch, Pimentel, ex-governador do Paraná, está satisfeito e confiante com as vendas do Tribuna do Paraná – aproximadamente 30 mil – e com os acessos do portal Paraná Online, que abriga as notícias de seus dois veículos impressos. “Temos o Tribuna do Paraná que está ótimo. O portal está em ascensão, com 2 milhões de acessos, o que é ótimo para nós”, concluiu.

Fonte: www.coletiva.net

Diz o blogueiro – o governo quer acabar com os oligopólios já formados (RBS – Santa Catarina) e outros em pleno andamento e eles jogam sujo, usando de todos os meios a fim de parecer a você consumidor da notícia serem vítimas. Mas a justiça se fará por caminho inverso. Mais um que deixa de atentar contra a natureza para tal abandonando o papel. Para lá eles irão, gostem ou não.

Dona de O Dia irá criar Redação em Brasília e aposta na integração de conteúdo

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Izabela Vasconcelos
 
O grupo Ejesa (dono dos jornais O Dia, Brasil Econômico, Meia Hora e Marca Br), anunciou que irá lançar uma Redação em Brasília, para abastecer seus jornais com conteúdo da capital federal. Ainda este ano, além da nova Redação em Brasília e de novas instalações no Rio de Janeiro, a empresa investirá na integração das Redações de seus títulos.

“Vamos instalar uma equipe em Brasília que vai produzir conteúdo sobre o poder econômico e político para alimentar os nossos jornais. Não vai ser um veículo por si só, mas vai ser uma Redação que vai alimentar os nossos vários títulos”, explica Maria Alexandra.

A Redação do O Dia, Meia Hora e Marca Br, atualmente localizada no centro do Rio de Janeiro, passará a ocupar um prédio no bairro Cidade Nova, também na região central. Com a mudança, a empresa pretende integrar as Redações.

Integração
“Com a integração, o melhor jornalista de cada tema, com a sua equipe, trabalha com um conjunto de títulos, que depois serão adaptados ao seu público. Então vamos ter os melhores jornalistas especializados, com conteúdos que se adaptem ao seu título ou plataforma (mpresso, web, iPad). Isso não quer dizer que eu não dê importância para as marcas. Eu considero as nossas marcas artigos valiosos. Cada marca tem uma personalidade única”, explica Maria Alexandra Mascarenhas Vasconcellos, presidente do Conselho de Administração da Ejesa.

Alexandre Freeland, diretor executivo da empresa, conta que já existe integração entre o online e o impresso, mas que essa convergência será ainda maior. “Atualmente existe uma sinergia fantástica entre o online e o impresso. Queremos transportar essa sinergia para diferentes plataformas”, afirma.

Ele também explica que a convergência gera empregos nas duas cidades. “Os postos de trabalho em SP também criaram novas oportunidades de empregos aqui no Rio de Janeiro. Por exemplo, temos a infografia compartilhada, que gerou empregos no Rio e em São Paulo”.

Crescimento
Quando foi criada, em setembro de 2009, a Ejesa contava com 96 colaboradores. Hoje, com a compra do O Dia e novas contratações, já são 1.200, 334 destes no Brasil Econômico. Ao todo, o grupo tem uma audiência de três milhões de leitores por dia.

O Dia, que irá completar 60 anos em 2011, representa a maior receita da empresa, que fechou 2010 com média 60.057 exemplares vendidos diariamente. No entanto, é o Meia Hora que circula nas mãos de um número maior de leitores, com uma média de 157.654 de circulação diária. O jornal é vendido a preço popular, R$ 0,50.
 
Maria Alexandra visita as obras das novas instalações da Redação, ao lado de Alexandre Freeland (Foto: João Laet)
 

 

A classe C abriu as portas
Maria Alexandra enfatiza que o crescimento da classe C foi determinante para a criação da empresa. “A classe C e o que está acontecendo no Brasil, em contraste com o resto do mundo, foi o que me convenceu a investir e criar a Ejesa. Só, e mais nada. Com a entrada de dezenas de milhões à classe C, e com milhões de estudantes que vão rapidamente ingressar no mercado de trabalho e são consumidores da informação, o Brasil está vivendo um momento único”, diz.

Concorrência entre populares
O mercado de títulos populares é cada vez mais disputado. Dos dez jornais brasileiros mais vendidos, quatro são populares, mas Maria Alexandra diz estar confiante. “Nós achamos que o Meia Hora é diferenciado. O Meia Hora é um dos nossos best-sellers, tem um índice de leitura que é uma loucura (2 milhões e 600 mil pessoas). É um jornal que circula nas mãos de muita gente”.

Diferente do que acontece no Rio de Janeiro, em São Paulo o Meia Hora não encontra concorrentes com preço de capa similar. Mas há os jornais gratuitos, no entanto o grupo não se preocupa com esse tipo de veículo. “Eles têm uma área de atuação muito definida e numa região geográfica que eles procuram privilegiar o consumidor das classes A e B, e o nosso negócio é trabalhar com a classe C. Então o Meia Hora não tem concorrentes em São Paulo”, explica o novo diretor executivo do grupo, Paulo Fraga.

Desfiliação da ANJ
Em julho de 2010, a Ejesa pediu a desfiliação dos veículos do grupo da Associação Nacional de Jornais, após ter sido acusada pela entidade de violar o limite de 30% de capital estrangeiro na empresa. Para Maria Alexandra, que é brasileira, detém mais de 70% da participação da empresa, e conta com uma participação de menos de 30% do grupo português Ongoing Participações S.A, a acusação é absurda.

“Nós consideramos que essa atitude da ANJ é completamente incompreensível e inaceitável. Será que eles estão colocando as minhas competências como empresária em questão por eu ser mulher? Ou será medo da concorrência. Talvez seja mais por aí”, criticou.

Desafios e objetivos
Atualmente, os desafios e objetivos do grupo são atingir ainda mais praças de circulação dos jornais, criar a Redação em Brasília e aumentar a circulação do Brasil Econômico, que a empresa considera estar em um bom caminho, mas que pode crescer ainda mais. Atualmente, o Brasil Econômico, lançado em outubro de 2009, conta com uma tiragem de 40 mil exemplares, contra 54 mil de seu principal concorrente, o Valor Econômico. “Queremos transformá-lo no maior”, afirma Maria Alexandra.

 
Fonte: www.comunique-se.com.br  
 
 

1/2/2011

Agricultora morre carbonizada no interior de Santa Cruz do Sul

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Corpo da agricultora tinha marcas de estrangulamento
A agricultora Terezinha Rachor, 60 anos, foi encontrada carbonizada na manhã desta segunda-feira dentro de uma estufa de cura de tabaco na localidade de Travessa Kipper, no interior de Santa Cruz do Sul, que pegou fogo. Agentes da Delegacia de Polícia de Pronto-Atendimento (DPPA) investigam o caso.

Segundo a polícia, a mulher já havia tentado matar os filhos e o companheiro e depois cortar os pulsos. Mas a hipótese de suicídio foi deixada de lado por ora. Isso porque a polícia encontrou o carro do marido de Terezinha Rachor, um Gol, carbonizado na localidade de Borges de Medeiros, interior de Vera Cruz. E Albino Rachor, de 65 anos, está desaparecido.

Terezinha e Albino têm 9 filhos. Informações da Brigada Militar dão conta de que o corpo da agricultora apresenta marcas de estrangulamento.

Fonte: Otto Tesche / Correio do Povo

Diz o blogueiro – a agricultora foi encontrada carbonizada numa estufa destinada a secagem de tabaco. Se homicídio ou suicídio somente a investigação dirá. A investigação é atribuição exclusiva da Polícia Civil Judiciária. E o repórter vai ouvir membros da polícia OSTENSIVA que no governo da paulistana foi uma polícia POLÍTICA e esses idiotas emitem opinião sobre o que não só não conhecem como não lhes compete. E viva a formação de jornalistas em nosso país. Essa formação é fruto da ditadura o que de per si já diz quase tudo.

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