Cerca de 400 plantadores de arroz (pequenos, médios e até de grande porte) que se utilizam das águas da bacia do rio Mampituba e seus afluentes para suas lavouras no lado gaúcho deverão firmar um TAC – Termo de Ajustamento de Conduta – com o Ministério Público do Estado em Torres. Objetivo é evitar a continuidade de danos ao meio ambiente e encontrar soluções para esse problema que se arrasta há anos. Dia 8 de fevereiro, um grupo de plantadores, junto com a Ong Onda Verde, esteve no MP de Torres numa reunião para encontrar ajustes. Os danos ao meio ambiente são os mais diversos possíveis, desde o desvio de água do rio, contenção das mesma, até aplicação de venenos, danos à mata ciliar e encostas. São plantações de arroz no lado gaúcho e que afetam municípios como Mampituba, Morrinhos do Sul, Torres. Por um lado promovem a riqueza econômica e social da região, através da produção do arroz: mas por outro lado, da maneira como está o manejo das lavouras, provoca danos ao meio ambiente. Encontrar um meio termo para essa situação é a proposta apresentada tanto pelo MP como pela ONG Onda Verde, objetivo da reunião.
Outras comarcas estão trabalhando propostas como essa, como a bacia do rio Gravataí. Pelo TAC que deve ser firmado, os plantadores se compremetem a encontrar soluções para esses danos e agressões ao meio ambiente. A dúvida é quanto a viabilidade das mesmas, tanto técnicas como financeiras.
Na reunião sobre a criação da Bacia do Mampituba, realizada em dezembro de 2009 no Salão Paroquial do Passo de Torres, o assunto foi abordado e o evento chegou à constatação de que quase 400 produtores estão envolvidos pelo lado gaúcho. A ação de ajuste deve envolver também o lado catarinense do rio Mampituba, um curso federal de águas.
Fonte: http://www.gazetatorres.com.br
Diz o blogueiro – na divisa de nosso estado com Santa Catarina esta inciativa do MPE penso seja pouco produtiva. Entendo que ali deveria haver intervenção da Procuradoria Geral da República com abrangência em ambos os lados da divisa estadual. Mas o que mais me preocupa é o fato de que aqui mesmo em Xangri-Lá, assim como em Osório há lavouras orizícolas e nas mesmas são empregados esses venenos que deixam resíduos que se infiltram no lençól freático, cont aminando assim nosssas fontes de água.
Uma colisão frontal domingo, dia 31, por volta das 7h30 entre uma Parati placas JCM 6138, de Uruguaiana, e um Golf placas IJM 1950, de São Leopoldo,


Comentários Recentes