Venda de genéricos sobe 19% em 2009 com ajuda da crise

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03.02.10 – 19:15

O setor de medicamentos genéricos cresceu 19,4% em 2009. Foram vendidas 330,9 milhões de unidades ante 277,1 milhões um ano antes, divulgou nesta quarta-feira a Pró Genéricos (Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos). No ano passado, as indústrias do setor movimentaram R$ 4,5 bilhões, aumento de 24% sobre 2008 (R$ 3,6 bilhões).

Para o presidente da Pró Genéricos, Odinir Finotti, um dos fatores que colaboraram para o aumento das vendas foi a crise econômica. Com mais consumidores querendo reduzir custos, o setor saiu em vantagem. “Os genéricos são uma opção para quem quer manter a sua qualidade de vida, sem precisar cortar o uso de medicamentos, gastando, em média, 50% a menos. Certamente, novos clientes vieram para esse mercado em 2009″.

O setor cresceu em unidades 2,3 vezes acima da média do mercado farmacêutico, que subiu 8,2%, com 1,769 bilhão de unidades.

Finotti destaca ainda que cada vez mais doenças são tratadas com genéricos, com o fim da data de patente dos medicamentos. “Hoje, quase 90% das enfermidades podem ser tratadas com os genéricos. O que só tende a aumentar e nos garante um crescimento sustentável de 2% ao ano”, avalia. Somente neste ano, 12 medicamentos terão a patente vencida.

Houve ainda um aumento da participação dos genéricos no mercado farmacêutico, que vem subindo ano a ano. Em unidades, passou de 17%, em 2008, para 18,7% no ano passado.

Em 2010, a Pro Genéricos espera crescer entre 15% e 20%, superando 22% de participação no mercado.

Veja os medicamentos que terão a patente vencida neste ano:

- Adefovir (tratamento de Aids, em abril),
- Candersartana cilexetila (pressão alta, maio)
- Candersartana + HCTZ (pressão alta, maio)
- Ciclesonida (anti-inflamatório, outubro)
- Irbesartana (pressão alta, abril)
- Olanzapina (antidepressivo, maio)
- Rizatriptana (enxaqueca, novembro)
- Sildenafil (disfunção erétil, julho)
- Tolterodina (tratamento das vias urinárias, fevereiro)
- Valsartana + HCTZ (pressão alta, março)
- Valsartana (pressão alta, março)
- Vardenafila (disfunção erétil, novembro)  Fonte: Folha On Line

Fonte: www.camera2.com.br

Cubana mais velha comemora 125 anos e espera viver muito mais

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Juana Rodríguez, a pessoa mais velha do mundo, segundo o governo de Cuba, comemora nesta terça-feira 125 anos “muito feliz”, com boa saúde e esperando celebrar “muito mais”, segundo declarou a um meio de comunicação local.

Juana Bautista de la Candelaria Rodríguez, apelidada de ‘Candulia’ por amigos e familiares, disse que espera “festejar muitos outros aniversários”, em declarações à Agência de Informação Nacional (AIN), que não deu detalhes da comemoração.

Nascida na província de Granma no dia 2 de fevereiro de 1885, segundo consta em seu documento de identidade, Juana foi registrada no município de Campechuela, onde mora.

“Até agora não existe nenhuma possibilidade de que tenha ocorrido algum erro ao registrá-la. Isso está devidamente confirmado”, disse uma funcionária do Registro consultada pela AFP por telefone.

O aniversário de ‘Candulia’ foi destaque nos meios de comunicação cubanos, que a consideram a pessoa mais velha do mundo. No entanto, em setembro morreu a norte-americana Gertrude Baines, de 115 anos, considerada até então a mulher mais velha do planeta pelo Gerontology Research Group dos Estados Unidos.

Com seis netos, 15 bisnetos e quatro tataranetos, ‘Candulia’ é atendida por uma equipe médica e atribui sua longevidade “ao ar puro do campo”, à alimentação rica em tubérculos, raízes e carnes, e ao “coração sempre repleto de amor” por seus semelhantes.

Em maio de 2009, a Organização Mundial de Saúde (OMS) destacou o acesso ao sistema de saúde gratuito, aos medicamentos e à forte promoção da saúde e de hábitos saudáveis como condições que levam Cuba – com 11,2 milhões de habitantes – a ter cerca de 1.500 pessoas com mais de 100 anos, uma das mais altas taxas de longevidade do mundo.Fonte: G1

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Disfunção erétil pode ser agravada em homens que sofrem da Síndrome das Pernas Inquietas

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Um estudo publicado no início de janeiro no periódico Sleep afirma que a disfunção erétil é mais comum em homens que sofrem da chamada Síndrome das Pernas Inquietas (SPI), e quanto maiores os sintomas dessa síndrome, maiores os problemas relacionados a sexualidade.

Pessoas que sofrem de SPI têm grandes dificuldades para ficarem paradas por muito tempo, sentadas e mesmo para dormir, pois têm sensações desagradáveis nas pernas, como cócegas, queimação, formigamentos e dores musculares. Os sintomas só parecem passar quando a pessoa se levanta e anda.

Os resultados do estudo mostraram que os homens com SPI tinham 16% mais ocorrências de disfunção erétil do que homens saudáveis. A pesquisa sugere que as duas condições de saúde compartilham mecanismos orgânicos.

“Ambas as condições podem ser causadas pelas mesmas debilidades no sistema nervoso central”, diz Xiang Gao, pesquisador da Faculdade de Saúde Pública de Harvard, EUA.

Os pesquisadores apontam ainda que a associação entre a Síndrome das Pernas Inqueitas e disfunção erétil pode ter alguma ligação com os transtornos do sono causados pela SPI. A apnéia obstrutiva do sono, por exemplo, pode afetar a circulação e a manutenção dos níveis de testosterona.Fonte: UOL

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Bill Gates promete US$ 10 bilhões em vacinas para os países pobres

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O fundador da Microsoft, Bill Gates, prometeu nesta sexta-feira, 29, em Davos, que sua fundação doará dez bilhões de dólares em dez anos para colaborar com a pesquisa, o desenvolvimento e a distribuição de vacinas nos países mais pobres do planeta.

“Esta tem de ser a década das vacinas”, afirmou Gates em um comunicado difundido durante o Foro Econômico Mundial (WEF) reunido em Davos.
“A vacinação já salvou e melhorou milhões de vidas nos países em desenvolvimento” e “a inovação permitirá salvar mais vidas de crianças do que nunca”, destacou o fundador do gigante americano da informática e da Fundação Bill e Melinda Gates.Fonte: G1

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Estudo americano enfatiza a importância da redução do sal na dieta

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29.01.10 – 01:22

Existe uma relação direta entre a ingestão de sal na dieta, hipertensão arterial e o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Reduzir a ingestão de sal na dieta é um grande desafio, pois estima-se que 70% do sal consumido seja oriundo de comidas industrializadas, e não da adição do sal durante o consumo ou  preparo dos alimentos.

Uma redução de até 3 gramas de sal ao dia (1200mg de sódio por dia) pode diminuir o número de casos anuais de doenças cardiovasculares.Uma recente pesquisa publicada na conceituada revista New England Journal Medicine, estimou que esta redução acarreta:

- Uma redução de 60 mil a 120 mil novos casos de doenças coronarianas (formação de placas de gorduras nas artérias do coração);

- Uma redução de 32 mil a 66 mil novos casos de derrame cerebral;

- Uma redução de 54 mil a 99 mil novos casos de ataque cardíaco;

- Uma redução de 44 mil a 92 mil novos casos de morte por qualquer origem.

A melhoria na saúde cardiovascular seria semelhante a uma grande redução no consumo de cigarro, na obesidade e dos níveis de colesterol.Retirar da dieta 3 gramas de sal ao dia pode levar a uma economia de até 24 bilhões de dólares nos custos anuais com cuidados de saúde. Mesmo uma redução modesta de 1 grama por dia, adquirida gradualmente entre 2010 e 2019,  seria mais efetiva que o uso de remédios para reduzir a pressão arterial em hipertensos.Fonte: UOL

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Hospitais usam serviços de hotel de luxo para disputar público de alta renda

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“Aceita uma água Perrier, senhor? Gostaria de analisar nosso menu de travesseiros e chinelos? Que tipo de música ambiente o senhor prefere ouvir? Quer que eu traga o seu ‘Herald Tribune’?”

Frases como essas podem ser ouvidas rotineiramente em alguns dos principais hospitais particulares brasileiros, principalmente para quem faz parte do seleto público de renda alta e/ou muito prestígio que é cada vez mais disputado pelo setor.

Segundo hospitais e especialistas consultados pelo G1, adotar práticas de atendimento dignas de hotéis cinco e seis estrelas é estratégia utilizada pelos grandes grupos do segmento hospitalar para conquistar paciente, família e médicos da classe A.

Para ter acesso a esses serviços, não basta ter plano de saúde: todos os serviços são pagos de maneira particular. As institituições não revelam os preços dos serviços, que são definidos de acordo com o que o paciente precisar (em termos médicos) e solicitar (em conforto).

“No Brasil, a competição entre as instituições hospitalares está também em usar esse tipo de recurso [de hotelaria de luxo] para atrair pacientes e médicos. Principalmente aquele médico que leva a clientela dele para se internar ou operar no hospital”, afirma o presidente da Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp), Henrique Salvador.
Instituições como o Nove de Julho, Copa D’Or, Sírio Libanês e Paulistano investem em ”mimos” reservados para os pacientes considerados vips. Os agrados incluem enxoval sofisticado, quarto automatizado, quadros de pintores renomados, manicure e mais todo tipo de serviço que o internado pedir ao mordomo ou à governanta. Desde que, claro, o “capricho” solicitado não interfira no tratamento clínico.

“Muitos hospitais descobriram esse nicho e estão investindo nele. O paciente que fica no hospital passa o dia inteiro nas instalações, e tais facilidades têm um impacto muito positivo não só no paciente, mas na família”, diz Salvador.

Fidelização?

Agradar pacientes em um centro médico é bem diferente de fidelizar um cliente de um hotel de luxo: mesmo em acomodações confortabilíssimas, a ida a um hospital é quase sempre involuntária e pouco prazerosa.

O objetivo, garantem executivos, é garantir uma série de exclusivos e sofisticados serviços e produtos para amenizar as preocupações e tornar a estadia o mais agradável possível para aqueles que, por mais que não desejem voltar no futuro, guardem a instituição como referência positiva em momentos de necessidade.

“O diferencial do mercado do luxo é trabalhar de acordo com a demanda do cliente, a gente não o trata como massa”, explica Veridiana Corrêa, gerente de hotelaria do Hospital Nove de Julho, em São Paulo, que no fim do ano passado investiu R$ 5 milhões na construção de uma ala VIP com oito apartamentos e três suítes que, além da equipe médica do hospital, conta com os cuidados exclusivos de um mordomo e uma conciérge.

Cuidado nos detalhes

Todo o atendimento é planejado com muito cuidado: já na entrada do Nove de Julho, por exemplo, o paciente é recebido pelo “capitão porteiro”, que o direciona ao apartamento para fazer o processo de internação.

Foto: Divulgação

Suíte da ala VIP do Copa D’Or tem o dobro do tamanho e sala de estar para acompanhantes. (Foto: Divulgação)Um mordomo vai ao quarto, desfaz a mala do internado e de seus acompanhantes e guarda tudo nos armários individuais. Enquanto isso, uma conciérge entrevista os hóspedes sobre as revistas e jornais que eles gostariam de ler.

Depois, o paciente recebe ainda as visitas das equipes de enfermagem, nutrição e do chef de cozinha para a definição do cardápio.

Do leito da suíte, duas vezes mais espaçosa que apartamentos regulares e com estrutura independente para família e acompanhante, o paciente pode controlar a temperatura ambiente, escolher canais da TV a cabo em telas de LCD ou músicas preferidas do repertório selecionado no iPod do hospital. O aparelho reúne ecleticamente opções como Verdi, Gipsy Kings e Billy Idol.

O cômodo tem ainda frigobar abastecido com águas e sucos importados, lençóis de 350 a 750 fios, cardápio de travesseiros e chinelos, caderno moleskine personalizado para anotações e sabonetes franceses no banheiro.Serviços em padrões similares também são oferecidos nos hospitais Paulistano, em SP, e Copa D’Or, no Rio. ”É para a classe A bem seleta, do tipo que paga tudo particular e nem tem plano de saúde”, diz a gerente administrativa do Copa, Leila Gomes. No Albert Eistein, na capital paulista, parcerias com a fabricante de chocolates Kopenhagen e o Saláo Jacques Janine garantem o delivery de serviços no quarto.

Hotel x hospital

Para a gerente de hospedagem do Hospital Sírio Libanês, Gizelma Rodrigues, há que se evitar exageros e manter em mente as diferenças entre um centro de saúde e um resort cinco estrelas. No Sírio, segundo ela, a prioridade é agregar serviços de hotelaria para atender as necessidades de todos os pacientes.

“A hotelaria é aplicada a essa realidade, a gente tende a disponibilizar tudo para todo mundo, para atender a necessidade do cliente sem exagerar. Imagina oferecer uma coisa de luxo para alguém à beira da morte. Tem que ser hotelaria de luxo, na medida certa”, diz Gizelma.

O que não significa, no entanto, que não possa haver agrados aos clientes ditos “notórios”, como são chamados as celebridades, políticos e figuras de destaque que procuram atendimento no Sírio.

“A instituição tem uma preocupação em não separar as pessoas, todos os clientes vão ter acesso ao diferencial. A diferença é que com o cliente notório, que já é nosso conhecido, você acaba fazendo algumas coisas automaticamente, de acordo com o gosto e a necessidade. Ele acaba sendo nosso cliente fidelizado”, diz a gerente.

Fonte:  www.camera2. com.br

Cidades mineiras têm índice de infestação da dengue acima do aceitável

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27.01.10 – 03:50

O levantamento do índice de infestação da dengue na Região Metropolitana de Belo Horizonte dá novo sinal de alerta. O número de casas com larvas do mosquito está bem acima do considerado aceitável pelo Ministério da Saúde.

Todas as 11 cidades que participaram do levantamento na Região Metropolitana de Belo Horizonte estão com índice de infestação acima do aceitável pelo Ministério da Saúde, que é de 1%. O município de Brumadinho apresentou o maior índice de infestação do mosquito transmissor da doença. Na cidade, cinco em cada cem casas têm focos de mosquito, o que representa 5%.

A cidade de Ribeirão das Neves ocupa o segundo lugar no ranking, com infestação de 4,5%, seguida por Belo Horizonte, com 4,2%. O município de Sabará também registrou 4,2% de infestação e ocupa a quarta posição.

Em quinto lugar no ranking está o município de Betim, com 4,1%, seguido por Nova Lima, com 3,9%. Na lista também estão Vespasiano, com 2,8%, Contagem, com 2,4%, Pedro Leopoldo, com 2,3%, Ibirité, com 2,1%, e Santa Luzia, com 2%.

A Secretaria de Estado da Saúde informou que ainda aguarda os dados de outras 27 cidades e não quis comentar os índices divulgados pelas prefeituras.Fonte: G1

Fonte: www.camera2.com.br

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