Dólar sobe para R$ 1,800

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A Bovespa teve um dia volátil, oscilando sem firmar uma tendência durante a boa parte do pregão desta segunda (22). Cauteloso com o imbróglio grego, e de olho em Índia e China, o investidor somente se animou a voltar às compras depois que as Bolsas americanas firmaram uma trajetória de alta. O Ibovespa subiu 0,31% no fechamento, aos 69.041 pontos. Nos EUA, a Bolsa de Nova York fechou em alta de 0,41%. Analistas destacaram a reação positiva do mercado local à aprovação da reforma do sistema de saúde pela Câmara dos Representantes. O volume de negócios, no entanto, não foi alto: R$ 5,10 bilhões, abaixo dos quase R$ 7 bilhões movimentados todos os dias nos pregões deste mês de março. O dólar comercial foi negociado por R$ 1,800 (leve alta de 0,05%) na venda, o preço mais alto desde o ! final de fevereiro.

Fonte: www.AffonsoRitter.com.br

Dólar fecha a R$ 1,773, menor taxa em quase 2 meses

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17h40min

A cotação da moeda americana recuou para o seu menor nível desde 19 de janeiro, acumulando o seu quinto dia de queda somente neste mês. Profissionais do mercado apontam o “retorno” dos investidores estrangeiros à praça brasileira como um dos principais motivos que afetam a formação dos preços.

O dólar comercial foi vendido por R$ 1,773, em queda de 0,50%, nas últimas operações desta quarta-feira. Os preços da moeda americana oscilaram entre R$ 1,783 e R$ 1,767. Nas casas de câmbio paulistas, o dólar turismo foi cotado por R$ 1,880, em baixa de 0,52%.

Ainda operando, a Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) registra alta de 0,65%, aos 70.029 pontos. O giro financeiro é de R$ 6,53 bilhões. Nos EUA, a Bolsa de Nova York sobe 0,15%.

Desde o final de fevereiro, profissionais das mesas de operações já acusavam a entrada de investidores estrangeiros, antecipando os IPOs (lançamentos de ações) de empresas brasileiras programados para as próximas semanas.

E nos últimos dois, a Bolsa de Valores recebeu um forte influxo de divisas externas, revertendo a “fuga” desse capital ao longo do primeiro bimestre. Até o pregão do dia 8, a Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) registrou um saldo positivo (compras de ações superiores às vendas) de R$ 1,48 bilhão.

É esse dinheiro de fora que tem “turbinado” a recuperação do mercado brasileiro de ações, hoje operando relativamente descolado das Bolsas americanas (sua principal referência para os negócios), outra vez mostrando bom volume financeiro.

Entre outras notícias importantes do dia, o Banco Central revelou que chegou a adquirir US$ 797 milhões no mercado à vista, por meio de seus leilões diários, no mês de março (primeira semana). No mês inteiro de fevereiro, a autoridade monetária comprou US$ 350 milhões.

Na primeira semana do mês, o fluxo cambial do país (diferença entre saídas e entradas de dólares) está negativo em US$ 1,2 bilhão.

Juros futuros

No mercado futuro de juros, que serve de referência para os juros bancários, as taxas projetadas voltaram a subir nos contratos mais negociados.

A FGV (Fundação Getulio Vargas) apontou inflação de 0,95% no início de março, pela leitura do IGP-M, em sua primeira estimativa do mês. Na abertura de fevereiro, o mesmo índice teve variação de 0,98%. Nesta semana, todos os índices de preços já divulgados mostraram aceleração dos preços.

No contrato que aponta os juros para outubro de 2010, a taxa prevista passou de 9,92% ao ano para 9,95%; no contrato de janeiro de 2011, a taxa projetada avançou de 10,43% para 10,46%. E no contrato de janeiro de 2012, a taxa projetada aumentou de 11,53% para 1,58%. Esses números são preliminares e podem sofrer ajustes.  Folha On Line

Fonte: www.camera2.com.br

Dólar sobe para R$ 1,792

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O mercado brasileiro de ações teve um dia instável no pregão desta quinta-feira (04), véspera da divulgação de importantes indicadores nos EUA (o “payroll”) e no Brasil (o IPCA). Grécia continua no radar nos investidores, que aguardam alguma definição até este final de semana. As ações da Vale, mais uma vez, puxaram a recuperação da Bolsa brasileira. A taxa de câmbio doméstica cravou R$ 1,79. O Ibovespa subiu 0,26% no fechamento, aos 67.814 pontos. O giro financeiro foi de R$ 5,56 bilhões. Nos EUA, a Bolsa de Nova York fechou em alta de 0,46%. O dólar comercial foi vendido por R$ 1,792, em um avanço de 0,11%.

Fonte: www.AffonsoRitter.com.br

Dólar sobe 0,11% e fecha cotado a R$ 1,792 na venda

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Do Valor OnLine

SÃO PAULO – Em mais uma sessão de grande volatilidade do mercado cambial, a moeda americana, que oscilou entre a mínima de R$ 1,783 e a máxima de R$ 1,796, fechou a jornada no campo positivo.

A apreciação em relação ao real, entretanto, foi menor que a travada contra a libra e o euro, principalmente, que recua mais de 1%.

Dados preliminares apontam que o dólar comercial encerrou a quinta-feira negociado a R$ 1,790 na compra e a R$ 1,792 na venda, alta de 0,11%. Na quarta-feira, após três dias seguidos de baixa, a moeda já havia subido 0,44%, para R$ 1,790.

No mês, a divisa acumula baixa de 0,83% e, no ano, valorização de 2,81%.  (Beatriz Cutait | Valor)

Fonte: www.camera2.com.br

Mercado inicia negócios com dólar a R$ 1,793, alta de 0,17%

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O mercado de câmbio doméstico troca o dólar comercial por R$ 1,793 nas primeiras operações desta quinta-feira. O valor representa um aumento de 0,17% sobre a cotação de ontem.

Na quarta, o dólar foi vendido por R$ 1,790, enquanto a Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) teve queda de 0,20%.

A agenda de indicadores está bastante intensa hoje. Na Europa, a divulgação do PIB da zona do euro e a reunião do BCE (Banco Central Europeu) devem ser monitorados com atenção por investidores. Ontem, a expectativa dos mercados mundiais com o possível pacote de ajuda à Grécia contribuiu para a valorização das Bolsas de Valores. A expectativa de novidades deve permanecer na jornada de hoje.

Nos EUA, os números do Departamento de Trabalho (demanda por auxílio-desemprego), as encomendas ao setor industrial e as vendas pendentes de imóveis são os destaques do dia.

Já no Brasil, as estatísticas do IBGE sobre produção industrial, e as cifras da Anfavea sobre a produção automobilística são os eventos principais.Fonte: Folha On Line

Fonte: www.camera2.com.br

Petróleo sobe com desvalorização do dólar e payroll

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Os contratos futuros de petróleo superaram nesta quarta-feira a barreira psicológica dos US$ 80 o barril em Nova York, ajudados pela desvalorização do dólar e por uma queda abaixo do esperado no número de empregos nos EUA. Entretanto, a alta nos preços foi limitada pelo aumento nas reservas americanas de petróleo na semana passada.

O contrato WTI para abril foi cotado em Nova York a US$ 80,87 o barril, com alta de US$ 1,19, ou 1,5%, enquanto o vencimento de maio apresentou alta de US$ 1,20, para US$ 81,26. Em Londres, o Brent de abril avançou US$ 1,07, para US$ 79,25, enquanto o vencimento de maio ganhou US$ 1,09, fechando a US$ 79,54.

O pacote de medidas da Grécia para reduzir suas despesas em 4,8 bilhões de euros (US$ 6,6 bilhões) fez o dólar de desvalorizar frente ao euro, o que ajudou na alta das commodities, cotadas na moeda americana.

Também colaborou com o mercado, o fato do “payroll” – dado sobre folha de pagamentos – ter mostrado uma redução de 20 mil empregos nos EUA em fevereiro, bem inferior as 60 mil vagas perdidas em janeiro, e também melhor que a previsão de perda de 50 mil vagas feita por analistas.

O indicador sugere que a economia americana está se recuperando, o que favorece a demanda por combustíveis.

O contraponto ficou com os dados de estoques de petróleo. O governo americano mostrou um acréscimo de 4,1 milhões de barris de óleo cru na semana passada e de 800 mil barris aos níveis de gasolina. Em destilados, no entanto, as reservas recuaram em quase 900 mil barris.

Alguns analistas previam um aumento de 1 milhão de barris nas reservas de óleo cru e de 700 mil barris nos estoques de gasolina. No caso dos destilados, a expectativa era de uma redução de 700 mil barris.Fonte: O Globo

Fonte: www.camera2.com.br

Dólar opera em alta de 0,44%, a R$ 1,790 na venda

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09:43

O dólar comercial opera em alta na abertura dos negócios desta quarta-feira, 3. Há pouco, a moeda era cotada a R$ 1,788 na compra e a R$ 1,790 na venda, valorização de 0,44%.

Já no mercado futuro, o contrato de abril negociado na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM & F) registrava perda de 0,22%, a R$ 1,799.

Na terça-feira, 2, a divisa americana recuou 0,88%, pela terceira sessão seguida, transacionada a R$ 1,780 na compra e R$ 1,782 na venda.Fonte: Valor On Line

Fonte: www.camera2.com.br

Dólar recua para R$ 1,798

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A recuperação dos mercados mundiais ajudou a Bovespa a encerrar o primeiro pregão do mês em terreno positivo. O giro de negócios foi magro, mostrando a cautela dos investidores numa semana carregada de indicadores importantes para os próximos dias. A taxa de câmbio doméstica ficou abaixo de R$ 1,80 no fechamento pela primeira vez desde 20 de janeiro. O Ibovespa subiu 1,09% no fechamento, aos 67.227 pontos. O giro financeiro foi de R$ 5,07 bilhões, bem abaixo da média em fevereiro (R$ 6,55 bilhões/dia). Nos EUA, a Bolsa de Nova York fechou com avanço de 0,76%. O dólar comercial foi vendido por R$ 1,798, em queda de 0,49%.

Fonte: www.AffonsoRitter.com.br

BC aumenta compulsório

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Banco Central anunciou nesta quarta (24) um aumento na alíquota do chamado compulsório para 15%. A alíquota vale para depósitos a prazo. Durante a crise, para liberar mais recursos para o mercado, o banco reduziu o percentual para 13,5%. Além disso, o banco limitou a 45% o valor que os bancos poderão abater do compulsório relativo à aquisição de ativos de bancos menores. Até agora, eles poderiam abater o valor total. Com a medida, serão retirados da economia R$ 34 bilhões a partir de 9 de abril e outros R$ 37 bilhões a partir de 22 de março. “O que estamos anunciando é um retorno as condições de compulsório que prevaleciam no inicio da crise”, afirmou Henrique Meirelles.

Fone: www.AffonsoRitter.com.br

Diz o blogueiro – excelente medida diante de evidentes sinais de elevação da taxa inflacionária. Se aumentasse juros indiscriminadamente estaria a contribuir para elevação da inflação. Assim agindo, deixa os bancos com menos dinheiro e este passa a custar mais caro, freando momentamente a economia. Medida sensata.

Mercado inicia negócios com dólar a R$ 1,834, alta de 0,43%

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09:49

O dólar comercial é trocado por R$ 1,834 nos primeiros negócios desta quinta-feira, em um avanço de 0,43% sobre a cotação final de ontem.

Na quarta, o dólar foi vendido por R$ 1,826, enquanto a Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) teve perdas de 0,47%.

Ontem à noite, o Banco Central divulgou portaria em que aumenta a parcela dos depósitos que os bancos são obrigados a recolher, de 13,5% para 15%. Como a própria autoridade monetária esclarece, trata-se de desmontar as medidas adotadas pelo governo para enfrentar a crise de 2008.

O mercado tem pela frente uma bateria de indicadores econômicos de peso tanto na Europa e EUA quanto no Brasil.

O presidente do banco central americano, Ben Bernanke, volta a falar no Congresso americano, em discurso previsto para as 11h (hora de Brasília). Ontem, Bernanke afirmou que as taxas de juros devem ser mantidas em níveis excepcionalmente baixos, devido à recuperação ainda frágil da economia e o nível de desemprego ainda alto.

Ainda nos EUA, investidores e analistas devem ficar atentos aos números sobre bens duráveis (demanda) e auxílio-desemprego (pedidos iniciais), às 10h30.

Na Europa, o nível de desemprego na Alemanha, e novas sondagens sobre o nível de confianaça na economia da região podem mexer com os negócios.

E a agenda doméstica, além de vários indicadores, também inclui os balanços de algumas das maiores empresas do país. Pela manhã, o índice de inflação IGP-M, a taxa de desemprego divulgada pelo IBGE e os números da dívida pública (superavit primário etc) devem merecer alguma repercussão dos mercados.

Basf, British American Tobacco, Royal Bank of Scotland e Telecom Italia são algumas das empresas mais importantes que divulgam seus balanços na jornada de hoje. No Brasil, Gerdau e Banco do Brasil são os destaques. Amanhã, BR Foods e Petrobras abrem seus números de 2009. Fonte: Folha On Line

Fonte: www.camera2.com.br

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