Dólar recua 0,05% e fecha a R$ 1,826

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17:00

Após duas sessões seguidas de apreciação, a moeda americana voltou a perder força em relação ao real nos negócios desta quarta-feira, 24, embora tenha encerrado o dia próxima da estabilidade.

Dados preliminares apontam que o dólar comercial teve leve queda de 0,05%, negociado a R$ 1,824 na compra e a R$ 1,826 na venda. Ontem, a divisa havia subido 0,88%, a R$ 1,827.

Com o desempenho, o dólar passa a acumular alta de 1,16% na semana e baixa de 3,13% no mês. No ano, a moeda segue valorizada em 4,76% ante o real.Fonte: Valor On Line

Fonte: www.camera2.com.br

Fechamento das Bolsas asiáticas

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HOJE –

Tóquio / Japão
Bolsas da Ásia fecham sem tendência
Os mercados asiáticos apresentaram resultados mistos nesta terça-feira. Parte das bolsas da região acabou influenciada pela queda em Wall Street, enquanto outros mercados se pautaram por fatores domésticos.
- A Bolsa de Hong Kong estendeu os ganhos, revertendo as perdas da sessão da manhã. O pregão foi novamente capitaneado pelas ações do peso-pesado HSBC, que deve apresentar sólidos rendimentos em seu balanço de 2009. O índice Hang Seng subiu 245,73 pontos, ou 1,2%, e terminou aos 20.623,00 pontos.
- Já as Bolsas da China voltaram a fechar em baixa, influenciadas mais uma vez pelas ações do setor financeiro. Os investidores mostraram preocupação com a decisão do Banco Central de aumentar a taxa de reserva bancária. O índice Xangai Composto caiu 0,7% e encerrou aos 2.982,57 pontos. O índice Shenzhen Composto perdeu 0,1% e terminou aos 1.128,08 pontos. A demanda por dólares por parte de alguns bancos estrangeiros, que emergiu na sessão da tarde, fez o yuan apresentar ligeiro declínio em relação ao dólar. No mercado de balcão, o dólar fechou cotado em 6,8267 yuans, de 6,8264 yuans do fechamento de segunda-feira.
- A Bolsa de Taipé, em Taiwan, se manteve em moderada elevação, estimulada pelos bons números da economia divulgados ontem, entre eles o PIB do quarto trimestre. O índice Taiwan Weighted subiu 0,5% e encerrou aos 7.597,44 pontos.
- Na Coreia do Sul, a Bolsa de Seul fechou praticamente estável, com os investidores ficando de lado, em meio à falta de notícias e antes do depoimento desta quarta-feira do presidente do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA), Ben Bernanke, ao Comitê de Serviços Financeiros da Câmara dos Representantes. O índice Kospi avançou apenas 0,11% e fechou aos 1.628,90 pontos.
- O mercado australiano também fechou praticamente estável, depois de se recuperar das quedas intraday. Os ganhos em ações de bancos compensaram as baixas nos setores de matérias-primas e bens de consumo. O índice S&P/ASX 200 da Bolsa de Sydney subiu apenas 0,02% e encerrou aos 4.718,3 pontos.
- O índice PSE da Bolsa de Manila, nas Filipinas, baixou 0,1% e fechou aos 3.013,14 pontos.- A Bolsa de Cingapura teve alta por conta de procura por ofertas e o sentimento do investidor teve melhora devido as lucros melhores do que o esperado da Sembcorp Marine, construtora de máquinas pesadas. O índice Strait Times avançou 0,9% e fechou aos 2.782,55 pontos.
- O índice composto da Bolsa de Jacarta, na Indonésia, ganhou 0,8% e fechou aos 2.583,65 pontos devido a procura por ofertas por fundos institucionais na expectativa de fortes ganhos em 2009.
- O índice SET da Bolsa de Bangcoc, na Tailândia, subiu 1,4% e fechou aos 715,58 pontos, seguindo as altas nos demais mercados da região. A alta foi devida as compras de papéis para cobertura de posições para mitigar os riscos.
- O índice composto de cem blue chips da Bolsa de Kuala Lumpur, na Malásia, fechou estável (baixa de 0,01%), aos 1.266,43 pontos, com buscar por pechinchas em papéis de imobiliárias e companhias de produtos de consumo.

Fonte:  http://e-pressbiz.blogspot.com/

Dólar recua para R$ 1,823

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A Bovespa, que oscilou sem tendência definida durante boa parte do pregão desta quinta (18), tomou impulso principalmente nas últimas horas da jornada, seguindo de perto a recuperação vista nos mercados americanos. A taxa de câmbio doméstica recuou a maior parte do dia e cravou R$ 1,82. O Ibovespa avançou 0,82% no fechamento, aos 67.836 pontos. O giro financeiro foi de R$ 5,84 bilhões. O dólar comercial foi vendido por R$ 1,823, em queda de 0,27%

Fonte: www.AffonsoRitter.com.br

Dólar recua para R$ 1,874

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A Bovespa iniciou os negócios desta segunda-feira (08) em terreno positivo e se manteve assim até o fechamento, com poucas oscilações. Após três dias consecutivos de perdas, acumulando uma queda de 4% somente na semana passada, o mercado brasileiro de ações ficou “oportuno” ao investidor, que voltou às compras, pelo menos por hoje. Para analistas, no entanto, cautela continua a ser o viés dominante do ambiente de negócios. A taxa de câmbio doméstica cedeu para R$ 1,87. O Ibovespa subiu 0,62% no fechamento, aos 63.153 pontos. O giro financeiro foi de R$ 8,42 bilhões. O dólar comercial foi vendido por R$ 1,874, em um declínio de 0,89%.

Fonte: www.affonsorittter.com.br

Bovespa descola de NY e fecha com alta de 0,62%

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Do Valor OnLine

SÃO PAULO – A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) resistiu à instabilidade externa e começou a semana com valorização, recobrando parte da perda de 4,04% acumulada na semana passada.

Dados preliminares apontam que o Ibovespa fechou com valorização de 0,62%, aos 63.153 pontos. O giro financeiro ficou em R$ 8,41 bilhões, sendo R$ 2,20 bilhões referentes ao vencimento de opções sobre ações.

Entre os ativos de maior peso do Ibovespa, Petrobras PN subiu 0,69%, a R$ 31,74; Vale PNA avançou 1,10%, a R$ 41,25; Itaú Unibanco PN perdeu 0,28%, para R$ 34,70; BM & FBovespa ON teve alta 2,10%, a R$ 11,65; e Gerdau PN se desvalorizou 1,49%, a R$ 24,30.

Em Wall Street, os negócios prosseguem até as 19 horas (horário de Brasília). Por volta das 18h10, o Dow Jones perdia 0,48%, perdendo a linha dos 10 mil pontos. O S & P 500 recuava 0,31%. Já o Nasdaq caía 0,24%.

(Eduardo campos | Valor)Fonte: G1

Fonte: www.camera2.com.br

Dólar sobe a R$ 1,866 e acumula ganhos de 5,5% em oito dias

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28.01.10 – 16:57

Fonte: www.camera2.com.br

Estado busca, de novo, empréstimo junto ao BNDES

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28.01.10 – 16:45

- Recursos são disponibilizados pelo Programa Emergencial de Financiamento serão utilizados para minimizar os efeitos da crise financeira internacional, que desacelerou a economia -

A governadora Yeda Crusius determinou aos secretários da Fazenda e do Planejamento e Gestão, respectivamente Ricardo Englert e Mateus Bandeira, que preparem a documentação necessária para que o Executivo tenha acesso à linha de crédito disponibilizada pelo BNDES, dentro do Programa Emergencial de Financiamento (PEF – 2). O financiamento tem como propósito auxiliar os estados que sofreram com os efeitos da crise internacional.

A linha foi criada em 2009 para compensar perdas pela diminuição no repasse do Fundo de Participação dos Estados e a queda na arrecadação provocada pela crise mundial. O PEF venceu em 31 de dezembro passado. Este ano o governo federal editou uma nova versão, reduzindo a taxa de juros.

“O ano passado o Rio Grande do Sul pleiteou os recursos, mas o aval da União não foi concedido dentro do prazo. Vamos tentar novamente em 2010, uma vez que as condições melhoraram”, explica a governadora Yeda crusius, citando a redução dos juros. O Governo do Estado pretende utilizar os recursos em setores e programas prioritários. Dentro das novas regras estabelecidas pela União, o aval e a contratação devem ser concedidos até o próximo dia 31 de junho.

Em 2009 o governo encaminhou projeto de lei e obteve autorização da Assembléia Legislativa para a operação. Porém, devido a mais de três meses sem a liberação pelo Banco do Brasil dos documentos necessários para a Secretaria do Tesouro Nacional (STN) efetivar o empréstimo, e também por constantes pedidos de informações adicionais por parte deste órgão, o prazo expirou. Fonte: Site do Gov Estado

Diz o blogueiro – este governo mente como nenhum outro. Além ter déficit zero o que é uma falácia. Foi a Washington tomar um bilhão de dólares emprestados e como garatia “vendeu” os servidores públicos. Ocorre que os servidores que são esclarecidos não permitiram à Assembléia consumasse esta barbaridade e ela ficou como mentirosa e assim vai ficar até o dia 1 de janeiro do ano vindouro quando estaremos todos com nossos sapatos bem lustrados.

Bradesco fecha 2009 com lucro de R$ 8 bilhões

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O Bradesco fechou o quarto trimestre de 2009 com lucro líquido de R$ 2,18 bilhões, um crescimento de 35,9% em relação ao registrado no mesmo período do ano anterior. No ano, o segundo maior banco privado brasileiro teve lucro líquido de R$ 8,012 bilhões, 5,1% a mais que em 2008, quando ficou em R$ 7,625 bilhões.

No final do ano, a carteira de crédito do Bradesco era de R$ 228,1 bilhões, um avanço de 6,8% em 12 meses. Desse total, R$ 82,085 bilhões eram referentes a operações com pessoas físicas (crescimento de 11,5%), enquanto as operações com pessoas jurídicas atingiram R$ 145,993 bilhões (alta de 4,3%).

Os ativos totais do banco tiveram forte alta, de 11,4% em relação ao final de dezembro de 2008, chegando a R$ 506,223 bilhões – abaixo, no entanto, do total de ativos do Itaú-Unibanco em setembro (último dado disponível), mantendo o Bradesco na segunda posição entre os maiores bancos privados do país.
O valor de mercado do Bradesco em 31 de dezembro de 2009 era de R$ 103,192 bilhões. O patrimônio líquido na mesma data somava R$ 41,754 bilhões, 21,9% superior ao saldo final de dezembro de 2008.Fonte: G1

fonte: www.camera2.com.br

Dólar verifica valorização de 0,38%, a R$ 1,843 na venda

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O dólar comercial registra alta na abertura dos negócios nesta quarta-feira. Há pouco, a moeda era transacionada a R$ 1,841 na compra e a R$ 1,843 na venda, elevação de 0,38%.

No mercado futuro, os contratos de fevereiro negociados na BM & F avançavam 0,27%, a R$ 1,8425.

Ontem, o dólar comercial subiu 0,87%, a R$ 1,834 na compra e R$ 1,836 na venda.

Fonte: www.camera2.com.br

Fórum Econômico Mundial deve discutir controle sobre bancos

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Um ano e quatro meses depois da quebra do banco Lehman Brothers, nos Estados Unidos, que deflagrou a maior crise financeira do século 21, o Fórum Econômico Mundial começa nesta terça-feira (26), em Davos (Suíça), com a promessa de discutir a organização financeira mundial. Ex-diretor do Banco Central (BC), o economista Carlos Eduardo Freitas espera que o fórum discuta as formas de atuação dos bancos e o papel dos bancos centrais independentes.

O tema do evento, que está na 40ª edição, é Melhorar o Estado do Mundo: Repensar, Redesenhar, Reconstruir. Freitas acredita que o encontro vai discutir “novas diretrizes para a supervisão dos sistemas financeiros, principalmente nos países mais ricos, especialmente as operações estruturadas com securitizações e derivativos de créditos, que estiveram no epicentro da crise”.

O ex-diretor destaca a necessidade de se discutir ainda “a maior centralização da fiscalização do sistema financeiro no Banco Central, ou numa única instituição”. Ele explica que no Reino Unido foi criada há alguns anos uma agência de fiscalização financeira a partir da Divisão de Supervisão Bancária do Banco da Inglaterra (Bank of England).

Na opinião de Freitas, a fiscalização deveria ser centralizada no BC, inclusive para ser mais rigoroso na fiscalização sobre transações de derivativos complexos. “A própria ideia de autonomia dos bancos centrais pode ser discutida. Afinal, nos Estados Unidos e no Reino Unido, epicentros da crise, os respectivos bancos centrais eram independentes”.Fonte: Agência Brasil

Fonte: www.camera2.com.br

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