Número de milionários cresce 16% nos EUA em 2009

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O número de milionários nos Estados Unidos cresceu 16% em 2009, após queda de 27% em 2008 devido à crise, revela um estudo publicado nesta terça-feira.

Em 2009, o total de 7,8 milhões de lares americanos possuíam ao menos um milhão de dólares disponível, sem contar com o capital aplicado em sua residência principal, segundo estudo da empresa de assessoria Spectrem Group.

Isto representa um acréscimo de 1,1 milhão de lares milionários em relação a 2008, ano em que o número de milionários nos Estados Unidos atingiu seu nível mais baixo desde 2003, com 6,7 milhões de lares.

O número de lares com 5 milhões de dólares ou mais disponíveis também aumentou em relação a 2008, de 840 mil para 980 mil.

O total de lares com meio milhão de dólares ou mais teve aumento de 12%, para 12,7 milhões em 2009.

Os milionários americanos têm, em média, 62 anos, mas a idade sobe para 67 entre os que possuem 5 milhões, e cai para 58 anos entre os que têm mais de 500 mil dólares. G1

Fonte: www.camera2.com.br

Oscarizada, diretora de ‘Guerra ao terror’ fará filme sobre fronteira do Brasil

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Oscarizada, diretora de ‘Guerra ao terror’ fará filme sobre fronteira do Brasil Além do longa-metragem, cineasta vai produzir série dramática para a HBO.
Kathryn Bigelow é primeira mulher a conquistar prêmio de melhor direção.

Do G1,

Ampliar Foto Foto: AP/AP Foto: AP/AP Kathryn Bigelow comemora a vitória no Oscar (Foto: AP) Depois de sair vencedora do 82º Oscar com “Guerra ao terror” e entrar para a história como a primeira mulher a ganhar o prêmio de melhor direção, Kathryn Bigelow já faz novos planos. Ela quer rodar um longa-metragem sobre a violência na região da tríplice fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai.

De acordo com informações da revista “Hollywood Reporter”, o novo projeto de Bigelow é intitulado “Triple frontier” e deve utilizar recursos visuais similares aos de “Guerra ao terror”, que retrata a guerra no Iraque.

“Triple frontier” terá roteiro de Mark Boal, que também escreveu ”Guerra ao terror”. Ainda não há data prevista para o início das filmagens. Os detalhes da trama ainda são guardados em segredo.

A cineasta de 58 anos também planeja produzir uma série chamada “The miraculous year” para o canal de TV paga HBO. A trama gira em torno dos dramas de uma família nova-iorquina. Bigelow vai dirigir o episódio piloto e será a produtora executiva da série ao lado do roteirista John Logan. As gravações devem começar em maio e o lançamento é previsto para o início de 2011. G1

Fonte: www.camera2.com.br

Diz o blogueiro – esses “gringos” tem fixação por esta região. Eles conseguem ver guampa em cabeça de cobra.Dali sai alçgum dinheiro para sustentar o povo palestino e dos principais centros fianaceiros mudiais sai muito mais dinhiero para sustentar o terror que o Estado de Israel implantou na Palestina e isto a eles não importa nemum pouco.

Líder ultradireitista holandês chega a Londres para exibir filme anti-islâmico

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O deputado de extrema direita holandês Geert Wilders chegou nesta sexta-feira, 5, a Londres para apresentar seu polêmico documentário contra o Islã na Câmara dos Lordes britânica, onde protestos deverão ser realizados.

A Grã-Bretanha negou a Wilders o visto de entrada em seu território em fevereiro de 2009, alegando que susa teses “extremistas” representam “uma ameaça para a segurança pública”, mas a proibição foi anulada em outubro, e o líder do Partido pela Liberdade fez a sua primeira visita a esta capital.

“Fitna”, que compara o Islã ao Nazismo e o liga a ataques terroristas, foi considerado pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, como uma obra “ofensivamente anti-islâmica”.

Como nas duas ocasiões anteriores, a visita do político populista holandês foi patrocinada pelo Lorde britânico Malcolm Pearson, do também direitista e eurocético Partido para a Independência do Reino Unido (UKIP).

O PVV, que possui nove assentos na câmara holandesa, defende a proibição do Alcorão, que é comparado com o livro manifesto de Adolf Hitler “Mein Kampf”.

Embora Wilders, de 46 anos, não tenha sido recebido por manifestantes em sua chegada ao aeroporto londrino de Heathrow, os protestos deverão ser realizados a pertir do meio-dia nas imediações da Câmara dos Lordes, no centro da capital.Fonte: Terra

Fonte: www.camera2.com.br

Em entrevista, presidente eleito do Uruguai diz que gosta de mulheres no poder

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Em entrevista, presidente eleito do Uruguai diz que gosta de mulheres no poder

Denise Mota

de Montevidéu para a BBC Brasil

José Mujica durante entrevista neste domingo

Mujica concedeu entrevista um dia antes de sua posse

O presidente eleito do Uruguai, José Mujica, declarou neste domingo o que seria sua preferência pela candidata de Luiz Inácio Lula da Silva para as próximas eleições no Brasil, Dilma Roussef.

Durante uma entrevista aos correspondentes estrangeiros presentes em Montevidéu para a cerimônia que o empossará como novo presidente do Uruguai na segunda-feira, José Mujica afirmou que tem apreciado a ideia de mulheres no poder.

“A decisão compete ao povo brasileiro, o que não quer dizer que eu não tenha meu coraçãozinho”, disse, entre sorrisos. “Ultimamente tenho gostado das mulheres no poder”, afirmou à BBC Brasil ao ser perguntado sobre a eleição brasileira de outubro.

Acompanhado por seu vice-presidente, Danilo Astori – ex–ministro de Economia da gestão anterior, de Tabaré Vázquez – , Mujica falou ainda dos desafios que seu país enfrenta em relação ao comércio no âmbito do Mercosul – “cheio de defeitos” – e não deixou de fazer críticas ao comportamento brasileiro dentro do bloco, especificamente no que diz respeito à “indústria paulista”, antes de passar a palavra a Astori, para que se pronunciasse mais “diplomaticamente” sobre o tema.

“Para ser líder, é necessário ser reconhecido como líder, e reconhecemos a liderança natural do Brasil”, afirmou o Astori, que relembrou ainda a “importância essencial” do país, “sócio comercial número um do Uruguai”.

“Agora, para ser líder, é necessário exercer a liderança, e para exercer a liderança é necessário ter generosidade. Os grandes líderes da Europa têm sido muito generosos quanto à possibilidade de desenvolvimento de países menores.”

Presidente e vice falaram ainda sobre a ausência de Estados Unidos e Canadá da comunidade de países latino-americanos e caribenhos gestada durante cúpula do Grupo do Rio.

“O objetivo não é excluir Estados Unidos e Canadá, mas dotar a América Latina de instituições que, tomara, funcionem solidamente e que permitam aos países operar cada vez mais entre eles”, disse Astori. “O Uruguai quer ter a melhor relação possível com os Estados Unidos”, acrescentou.

Sobre o conflito que a Argentina mantém com o Uruguai há mais de três anos, por conta da instalação da fábrica de celulose finlandesa Botnia no Rio Uruguai (que divide os dois territórios), a meta da gestão que se inicia é “começar um período de franca negociação” com o país governado por Cristina Fernández de Kirchner, de acordo com o novo presidente.
BBC Brasil

Fonte: www.camera2.com.br

Grécia enfrenta greve geral e voos são suspensos

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17:17

Grécia enfrenta greve geral e voos são suspensos  Por Renee Maltezou e Ingrid Melander

ATENAS (Reuters) – Dezenas de milhares de trabalhadores em greve marcharam pelas ruas de Atenas na quarta-feira para protestar contra os planos de austeridade com vistas a tirar a Grécia de uma crise de débito que tem abalado a zona do euro.

O governo socialista, enquanto isso, condenou as críticas feitas pela Europa contra a administração fiscal da Grécia, acusando seus parceiros da União Europeia de adotarem duplos padrões e exercerem pouca liderança.

A greve geral de 24 horas provocou o cancelamento de vôos e a interrupção de serviços públicos, mas não chegou a paralisar a Grécia. Houve brigas ocorridas na esteira do protesto, com a polícia disparando gás lacrimogêneo para dispersar grupos de jovens que jogavam pedras.

“Sem sacrifício, os ricos devem pagar pela crise”, entoavam os manifestantes durante a marcha que reuniu 20 mil pessoas diante do Parlamento e que, de modo geral, foi pacífica.

Em um sinal de que o nervosismo do mercado persiste, as taxas de empréstimo da Grécia subiram na quarta-feira depois que o ministro das Finanças tcheco, Eduard Janota, disse que Atenas consideraria impossível cortar o déficit orçamentário tão rápido como o prometido.

O vice-primeiro-ministro Theodoros Pangalos afirmou que Itália, França e Bélgica usaram as mesmas técnicas que a Grécia para mascarar seus déficits reais a fim de se qualificarem para a zona do euro.

“Apenas coloca-se certa quantia de dinheiro no ano seguinte…é o que todo mundo fez e a Grécia o fez numa extensão menor do que a Itália, por exemplo”, disse Pangalos à rádio BBC World Service.

Ele afirmou que a Alemanha não estava numa boa situação para criticar Atenas, dado o comportamento do país durante a ocupação nazista da Grécia na Segunda Guerra Mundial, incluindo o saque das reservas de ouro do Banco Central.

Os sindicatos dos setores públicos e privados, que juntos representam metade da força de trabalho da Grécia de 5 milhões, quer que o governo descarte os planos de congelar o salário do funcionalismo, elevar as taxas e aumentar a idade para aposentadoria.

“Hoje, os olhos da Europa estão voltados para nós”, disse Yannis Panagopoulos, líder do sindicato do setor privado GSEE.

“Pedimos ao governo para que não ceda aos desejos dos mercados, que faça das necessidades do povo uma prioridade e adote um mix de políticas econômicas e sociais que não levem à recessão, mas ao emprego”, disse ele à multidão.Fonte: UOL

Fonte: www.camera2.com.br

Diz o blogueiro – lembro quando essa crise se alastrou pelo mundo que todos aqui (imprensa) dizim que haveria um tsunami e o Lula disse ser apenas uma marolinha. Ele estava certo só que eles esqueceram o assunto. Já a Grécia que tem sua economia lastreada no turismo está sentindo fortes efeitos. A França igualmente anda mal das pernas. Enfim a velha Europa de modo geral anda mal das pernas, exceto Alemanha. E a Europa de modo geral está pagando os pecados do passado quando saqueou impiedosamente o Novo Mundo, pois os explorados para lá estão indo aos milhões e eles terão que segurar a peteca, como não sei, mas terão sim.

Assim como Battisti

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Como vivem os italianos acusados de terrorismo e beneficiados por asilo concedido por Mitterrand

Leandro Demori, de Milão, e Mário Camera, de Paris

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SOLIDÁRIO
Scalzone, em Paris: refugiados acompanham o caso Battisti

Tal como o italiano Cesare Battisti, que está preso em Brasília e tem a extradição requerida pelo governo Silvio Berlusconi, o ativista político Orestes Scalzone procurou abrigo na França para escapar dos chamados anos de chumbo da Itália. Acusado de participar da luta armada contra o governo italiano na década de 1970, ele passou três meses na prisão antes de empreender uma fuga que incluiu uma travessia em veleiro pilotado pelo ator Gian Maria Volontè. “Eu estava pesando 40 quilos, se voltasse para a cadeia não iria aguentar”, disse Scalzone à ISTOÉ, em um café a poucos metros da Estação Central de Milão, em sua mais recente visita à Itália. Radicado em Paris desde o começo da década de 1980, o ativista político só pôde voltar ao país de origem depois de 19 anos de exílio, quando foi prescrita a pena à qual estava condenado. Por quase duas décadas, Scalzone integrou o contingente de italianos beneficiados não por uma lei ou por um asilo de direito, mas por uma promessa de campanha do socialista François Mitterrand. Em 1981, após vencer as eleições presidenciais, Mitterrand pôs em prática um asilo de fato e suspendeu as “extradições políticas” da época. Conhecida como “doutrina Mitterrand”, a iniciativa favoreceu oficialmente 300 italianos. Extraoficialmente, estima-se que foram pelo menos 600 os italianos  abrigados nessa condição pela França. Durante os 14 anos em que esteve no poder, Mitterrand manteve-se fiel à promessa de campanha.

Chegou a questionar seu ministro da Justiça, quando o doutorando em ciências políticas e professor universitário Paolo Persichetti foi preso em Paris em 1993. “Por que este homem está preso se não cometeu nenhum crime na França?”, escreveu Mitterrand, convalescente de um câncer que o mataria meses depois. Libertado pela interferência do presidente em 1994, Persichetti percebeu, então, que havia dois estilos de vida entre os italianos abrigados pela “doutrina Mitter- rand”: enquanto muitos conseguiram emprego formal e se integraram ao cotidiano do país, outros viveram anos de escuridão civil. Depois de solto, Persichetti foi levado à vida marginal. “Me deixaram livre com a condição de que eu não aparecesse”, disse ele à ISTOÉ. Passou então a integrar o grupo que tinha dificuldade em arrumar emprego e assistência médica. “Fiquei 15 anos sem ir ao dentista”, recorda. A “vida fantasma” de Persichetti – como ele próprio a define – terminou em 2002, quando se tornou o único italiano dos anos de chumbo extraditado pela França. Em Roma, foi mantido em regime fechado até 2007, com pena de 22 anos e seis meses de prisão, por ajudar a planejar o assassinato de um general em 1987. Hoje, sai durante o dia e trabalha no jornal comunista “Liberazione”. “Tenho uma vida cronometrada e metódica. Não é a liberdade que todos pensam”, conta. A extradição de Persichetti mexeu com a comunidade de italianos foragidos. Outros dois casos foram julgados: o da ex-brigadista Marina Petrella, condenada na Itália à prisão perpétua por participar do sequestro seguido de morte do então premiê Aldo Moro; e o de Battisti, também condenado à prisão perpétua, acusado de participar de quatro homicídios.

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Com diagnóstico de depressão, Marina está internada em um hospital psiquiátrico e sua extradição foi negada por motivos humanitários. Battisti fugiu em 2004 da França para o Brasil, onde foi preso três anos depois. Atualmente, o futuro de Battisti depende do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a quem o Supremo Tribunal Federal delegou em novembro passado a decisão de extraditá-lo ou não. Em Paris, outra refugiada italiana, Paola De Luca, lembra-se dos tempos que convivia com Battisti. “Ele é uma pessoa maravilhosa, sempre me fazia rir, me mostrava seus manuscritos”, conta. Até escapar para o Brasil, Battisti gozava de fama como escritor de romances policiais e tinha prestígio entre alguns  dos mais importantes intelectuais franceses. Ao contrário do amigo famoso, Paola manteve discrição desde que chegou à França, em 1985. Muito antes de Battisti ser preso, ela já tinha passado pela experiência de ver como a “doutrina Mitterrand” poderia deixar de valer de um momento para o outro. Paola deixou  a Itália em 1980, com seus documentos em dia e a ficha limpa. Viajava, porém, ao lado do então marido, Paolo Ceriani Sebregondi, que acabara de fugir da prisão de Parma, onde cumpria pena de dez anos por participação em um grupo armado. A filha do casal, Giorgia, de apenas 2 anos, os acompanhava. “Primeiro fomos para o sul da França, de onde embarcamos para a África”, lembra Paola. No Senegal, ela ficou sabendo que seu nome estava na lista de procurados pela Justiça italiana, por cumplicidade nos crimes do ex-marido: “Disseram que formávamos um grupo terrorista, mas isso é mentira. Eu nunca fiz parte de nenhuma organização de luta armada.”

Da África, Paola viajou para Paris, onde teve um segundo filho e começou um curso de pós-graduação em física. Vivia como uma típica família de subúrbio parisiense até que, em maio de 1986, policiais franceses cumpriram uma ordem de prisão emitida pela Justiça italiana. “Anunciaram nossa captura como a descoberta do século, dizendo que tinham encontrado os dirigentes das Brigadas Vermelhas!”, indigna-se Paola. Foram 11 meses de detenção até a França decidir que não havia equivalência entre as leis francesa e italiana que justificasse a extradição. Hoje ela caminha tranquila pelas ruas de Paris, mas teme pela sorte de outros “camaradas” no exílio. Alguns, como Marina Petrella, já conseguiram o direito de permanecer na França, mesmo que presos. Outros vivem à espera de uma decisão judicial, enquanto tentam levar uma vida normal – ao todo, 76 pessoas, conforme dados da Divisão Antiterrorismo italiana. É o caso de Maurizio Di Marzio, ex-dono de um restaurante em Paris, condenado a 15 anos de prisão. Procurado por ISTOÉ,Di Marzio não quis dar declarações. “Não quero falar com a imprensa. Estou cansado das mentiras que foram publicadas sobre mim, principalmente por jornalistas italianos”, justificou. Após quase três décadas, a “doutrina Mitterrand” conta histórias de abrigo e também de feridas abertas.

Fonte:  http://www.istoe.com.br

Paz através de acordo territorial é ilusão, diz ministro israelense

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15.02.10 – 14:06

O ministro de Relações Exteriores de Israel, Avigdor Lieberman, disse nesta segunda-feira, 15, ser uma ilusão a ideia de que a paz entre israelenses e palestinos virá através de um acordo territorial.

Quem “pensa que se pode conquistar a paz graças a um compromisso territorial se engana e engana os outros”, declarou o ministro em uma comissão do Parlamento.

No momento em que o Oriente Médio “está fervendo, qualquer pessoa que declare que podemos rapidamente chegar a um acordo mediante concessões territoriais propaga ilusões”, acrescentou Lieberman na comissão de Relações Exteriores e Defesa do Parlamento israelense.

As declarações do ministro coincidem com uma série de viagens que a secretária de Estado norte-americana Hillary Clinton vem fazendo pelos países do Golfo, durante as quais declarou que este ano espera uma reativação “séria” das negociações de paz entre israelenses e palestinos.

Ontem, por exemplo, Hillary se disse “decepcionada” com a falta de progressos no processo de paz entre israelenses e palestinos, advertindo que os Estados Unidos não podem impor uma solução.

“Sei que as pessoas estão decepcionadas por não termos progredido. O presidente (Barack Obama), (o emissário americano para o Oriente Médio George) Mitchell e eu mesma estamos decepcionados”, declarou Hillary em um discurso no Fórum Mundial Islã/Estados Unidos, em Doha.

“Nossa determinação é grande e estamos decididos a mediar este conflito de uma vez por todas”, acrescentou, ressaltando o comprometimento do governo Obama para que “as negociações possam começar e dar certo”.

“Mas nem os Estados Unidos, nem país algum podem impor uma solução. As partes devem resolver suas divergências por meio de negociações”, advertiu.Fonte: Folha On Line

Fonte: www.camera2.com.br

Morre general cubano que lutou ao lado de Che Guevara

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O general de brigada cubano de origem chinesa Moisés Sio Wong, que combateu sob o comando do facínora Ernesto Che Guevara na revolução chefiada pelo genocida Fidel Castro há meio século, morreu na quinta-feira. Filho de um chinês, Sio Wong morreu após uma “penosa doença”, segundo a imprensa estatal. Ele se juntou ao Exército rebelde em 1957, em Sierra Maestra e, depois do triunfo revolucionário (1959), trabalhou sete anos com Raúl Castro, atual ditador de Cuba, o segundo da dinastia assassina dos Castro em Cuba, e ocupou altos cargos nas Forças Armadas e no Estado, incluindo o comando das reservas militares estratégicas. A gerontocracia cubana vai se acabando um a um.

Fonte: www.videversus.com.br

Acusada por mortes em universidade dos EUA matou irmão há 24 anos

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Quase 24 anos antes de ser acusada pelo tiroteio que deixou três mortos e três feridos na Universidade do Alabama, nos Estados Unidos, nesta sexta-feira (23), a neurocientista Amy Bishop, de 42 anos, matou seu irmão em um incidente que foi considerado ‘acidental’ pela polícia. Agora que é encarada como principal suspeita e acusada formalmente de homicídio, a professora formada por Harvard pode ter seu histórico revisto.

Em 1986, o irmão de Amy Bishop, Seth, um violinista de 18 anos, morreu após ter levado um tiro na cozinha de sua casa, disparado por ela. Na época, o incidente foi considerado um ‘acidente’ (ela estaria aprendendo a usar a arma comprada pelo pai e disparou sem querer) e nenhuma acusação contra ela foi aplicada.

O marido de uma das vítimas do tiroteio na universidade afirmou que a professora estava decepcionada e triste por ter tido seu pedido de filiação ’sênior’ negado. Segundo a agência de notícias Associated Press, nenhum dos colegas e funcionários sabia da morte do irmão de Bishop.

Foto: APAmy Bishop é levada pela polícia do Alabama após o tiroteio (Foto: AP)O tiroteio

O incidente ocorreu cerca de 16h15 no horário local (20h15 em Brasília), no centro Shelby, um dos prédios de ciências da universidade. O campus de Huntsville tem cerca de 7.500 alunos e fica ao norte do estado do Alabama. A segurança da universidade cercou o prédio e os estudantes foram retirados.

A estudante Erin Johnson disse ao jornal “The Huntsville Times” ter ouvido gritos vindos de uma reunião na faculdade de biologia. A universidade publicou uma mensagem em seu site nesta sexta informando aos estudantes que o campus estava fechado e que todos deveriam ir para casa. O porta-voz disse que o campus permanecerá fechado enquanto a polícia procurar por provas.

Foto: Robin Conn / APDuas vítimas do tiroteio são socorridas na Universidade do Alabama em Huntsville, nesta sexta-feira (12) (Foto: Robin Conn / AP)
Fonte: G1

Fonte: www.camera2.com.br

Obama manda matar americano da al-Qaeda

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Deu em O Globo Obama manda matar americano da al-Qaeda Pai de Anwar al-Awlaki diz, em carta ao presidente dos EUA, que o filho é nada mais do que um estudioso do islamismo

De José Meirelles Passos:

A carta, contendo um apelo emocionado, foi colocada dias atrás sobre a mesa do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. “Espero que o senhor reconsidere a sua ordem de matar ou capturar o meu filho, com base na equivocada suposição de que ele é membro da al-Qaeda” — escreveu Nasser al-Awlaki.

“Meu filho é inocente, não tem nada a ver com violência. É apenas um estudioso do islamismo e acredito que isso nada tenha a ver com terrorismo”, insistiu o homem. “Portanto, imploro mais uma vez ao senhor para que respeite a lei. Se alguma vez Anwar fez algo de errado, ele deve ser processado de acordo com os princípios da lei americana” — insistiu o pai de Anwar al-Awlaki, um clérigo islâmico nascido nos EUA.

Anwar é suspeito de envolvimento na matança de 13 pessoas em novembro passado, numa base militar no Texas, executada por um major que o tinha como guru. E, também, de ser o homem que convenceu um jovem nigeriano a explodir um jato americano de passageiros que voava para os EUA no Natal.

Ele foi colocado em duas listas negras do governo americano: na da CIA, a agência central de espionagem, e na do Comando Conjunto de Operações Especiais, do Pentágono. Em ambas, aparece como “objetivo de alto valor” — um eufemismo que, na prática, significa que está marcado para morrer.

O fato de Al-Awlaki, de 38 anos, ser cidadão americano nato — é do Novo México, filho de pais iemenitas — causou um certo constrangimento. Alguns parlamentares alegam que a cidadania lhe dava direito de ser julgado nos EUA, e não assassinado pelo governo. Leia mais em O Globo

Fonte: www.camera2.com.br

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