Líderes comunitários reclamam de restrição de direitos com ocupação da Polícia Pacificadora

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No mesmo dia em que o governo estadual iniciou a instalação de uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) no Morro da Providência, na zona portuária do Rio de Janeiro, líderes comunitários questionaram hoje (22), durante o Fórum Social Urbano (FSU), a falta de estratégia para o fim das ocupações, que são por tempo indeterminado, e denunciaram a restrição de atividades políticas e culturais nas favelas.

O ativista do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase) e morador da comunidade do Santa Marta, na zona sul, Itamar Silva disse que o principal impacto da instalação da unidade, em 2008, foi a interrupção do diálogo direto com o governo estadual para instalação de serviços públicos. Segundo ele, todas as reivindicações e atividades precisam passar pelo controle do comando da UPP, que, inclusive, está instalado em um prédio onde deveria funcionar um creche, como acordado com a comunidade.

“Perdemos aquele espaço [de diálogo]. Temos que pedir tudo para a capitã [Pricila Oliveira, que comanda a UPP na comunidade]. Todo mundo diz que a educação é fundamental, mas quando a PM ocupa a creche, não há reação”, queixou-se. Para ele, embora a polícia tenha confrontado o tráfico de drogas, a ocupação não se traduziu em liberdade e, para se proteger, a comunidade lançou até uma cartilha para explicar os diretos dos cidadãos diante de uma abordagem da PM.

“A comunidade tem a vida controlada pela polícia, por muros e por câmeras, principalmente a juventude”, relatou Itamar Silva. Ao lembrar que o ritmo funk chegou a ser proibido em festas ou até mesmo dentro das casas, o ativista contou que, para organizar reuniões ou ficar nas ruas após um determinado horário, é preciso autorização da UPP. “Uma vez que a ocupação ocorreu, temos que ver a sustentabilidade dessa política a médio e a longo prazo.”

O professor Pedro Cunca, da Pontifícia Universidade Católica do Rio (PUC), que também participou do debate, chamou atenção para a militarização da questão social nessas localidades e defendeu que os “espaços físicos” não podem se constituir em “espaços de exceção”, por meio da “economia política do medo”. Para Cunca, é preciso questionar toda estratégia de segurança pública no estado, “que não pode ser uma ação tópica”.

“Já experimentamos ocupação com o Bope [Batalhão de Operações Policiais Especiais], com a Força Nacional. O foco deve ser a reforma da polícia, da política de segurança. Caso contrário, teremos novas ditaduras nesses lugares, sem reverter estratégias que transbordam para a guerra”, concluiu o professor. Agência Brasil

Fonte: www.camera2.com.br

Vinícolas em Nova Iorque

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A estreia do projeto Wines From Brazil na New York Wine Expo, EUA, entre 26 e 28 de fevereiro, rendeu bons negócios para as vinícolas participantes, Casa Valduga, Lidio Carraro e Miolo. A Lidio Carraro do Vale dos Vinhedos com videiras também em Encruzilhada do Sul, conquistou um importador para os EUA. Seu primeiro pedido será de 4 a 7 mil garrafas de um vinho rosé, um branco e quatro tintos. Os vinhos serão distribuídos inicialmente em quatro estados, Ilinóis, Flórida, Texas e New Jersey, nas churrascarias brasileiras instaladas nos EUA, informa a diretora Patrícia Carraro. É para atender à ação do Wines From Brazil junto a 40 das 200 churrascarias brasileiras existentes nos EUA. A Casa Valduga atuou na identificação de distribuidores em Nova Iorque para iniciar a distribuição ne! ste estado. A Miolo, que já tem distribuição nacional nos EUA, usou a feira para promover os seus vinhos entre os consumidores norte-americanos. Foi a primeira oportunidade em que os vinhos brasileiros participaram de um evento para consumidores. Cerca de 7 mil visitantes passaram pela feira durante os seus três dias. A ação contou com o planejamento e acompanhamento da recém-contratada representante dos vinhos brasileiros em Nova Iorque, a consultora argentina Nora Favelukes. Os EUA é o país mais representativo para a exportação de vinho brasileiro, tendo registrado a importação de 22 empresas. O segundo colocado, a Alemanha, adquiriu vinhos de 13 empresas brasileiras

A estreia do projeto Wines From Brazil na New York Wine Expo, EUA, entre 26 e 28 de fevereiro, rendeu bons negócios para as vinícolas participantes, Casa Valduga, Lidio Carraro e Miolo. A Lidio Carraro do Vale dos Vinhedos com videiras também em Encruzilhada do Sul, conquistou um importador para os EUA. Seu primeiro pedido será de 4 a 7 mil garrafas de um vinho rosé, um branco e quatro tintos. Os vinhos serão distribuídos inicialmente em quatro estados, Ilinóis, Flórida, Texas e New Jersey, nas churrascarias brasileiras instaladas nos EUA, informa a diretora Patrícia Carraro. É para atender à ação do Wines From Brazil junto a 40 das 200 churrascarias brasileiras existentes nos EUA. A Casa Valduga atuou na identificação de distribuidores em Nova Iorque para iniciar a distribuição ne! ste estado. A Miolo, que já tem distribuição nacional nos EUA, usou a feira para promover os seus vinhos entre os consumidores norte-americanos. Foi a primeira oportunidade em que os vinhos brasileiros participaram de um evento para consumidores. Cerca de 7 mil visitantes passaram pela feira durante os seus três dias. A ação contou com o planejamento e acompanhamento da recém-contratada representante dos vinhos brasileiros em Nova Iorque, a consultora argentina Nora Favelukes. Os EUA é o país mais representativo para a exportação de vinho brasileiro, tendo registrado a importação de 22 empresas. O segundo colocado, a Alemanha, adquiriu vinhos de 13 empresas brasileiras

Fonte: www.AffonsoRitter.com.br

Testemunha reconhece suspeito de matar cartunista Glauco

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Crime ocorreu na madrugada desta sexta-feira em São Paulo

Crime ocorreu na residência do cartunista, em Osasco Crédito: Werther Santana / AE
Crime ocorreu na residência do cartunista, em Osasco
Crédito: Werther Santana / AE

Uma testemunha do assassinato do cartunista Glauco Villas Boas e seu filho, Raoni Ornellas Pires Vilas Boas, reconheceu um dos autores dos disparos. As informações foram divulgadas pela Secretaria de Segurança Pública (SSP) de São Paulo. O crime ocorreu na madrugada de hoje na residência do cartunista, em Osasco, na Grande São Paulo.

A polícia está à procura do homem apontado pela testemunha. De acordo com o boletim de ocorrência registrado no 1º Distrito de Polícia (DP) da cidade, três suspeitos chegaram em um carro e efetuaram os disparos contra Glauco, de 53 anos, e seu filho, de 25.

Porém, o advogado da família, Ricardo Handro, deu informações diferentes. De acordo com ele, dois homens aparentemente drogados invadiram a casa do cartunista. Armados, eles renderam a filha e a mulher de Glauco, além do próprio cartunista. Após negociações com os suspeitos, Glauco teria saído com os bandidos e foram surpreendidos por Raoni, que chegava da faculdade.

O advogado afirmou que ao se deparar com seu pai, já ensanguentado por conta de uma coronhada, Raoni tentou negociar com os suspeitos, que acabaram disparando quatro tiros em cada um. Esposa e filha de Glauco teriam ficado machucadas por conta de pancadas na cabeça e no rosto e estariam em estado de choque.

Glauco e Raoni chegaram a ser levados para o Hospital Albert Sabin, na Lapa, na zona oeste da capital paulista, mas não resistiram aos ferimentos. A família aguarda a liberação do corpo pelo Instituto Médico-Legal (IML) de Osasco para marcar o velório e o enterro das vítimas. Segundo o advogado, a família pede que o velório seja reservado. Já o enterro será liberado.

Trajetória do cartunista

Glauco começou a publicar suas tiras nos anos 70 no Diário da Manhã, em Ribeirão Preto, em São Paulo. Em 1976, ele foi premiado no Salão de Humor de Piracicaba e, a partir do ano seguinte, começou a publicar seu trabalho na Folha de S. Paulo. A partir de 1984, Glauco passou a integrar o quadro de cartunistas brasileiros do espaço diário criado no jornal.

O cartunista é autor de uma família de tipos como Dona Marta, Zé do Apocalipse, Casal Neura, Doy Jorge e Geraldinho.

Fonte: CorreiodPovo

Minas Gerais procura suspeito de estuprar e matar três mulheres

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03.02.10 – 09:38

A Polícia de Minas Gerais confirmou, nesta terça-feira (2), que três mulheres assassinadas no ano passado, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, foram vítimas do mesmo maníaco.

“Foi um ato de pura covardia mesmo, uma pessoa inconsequente com o que faz com a vida dos outros”, diz Jair Vinicius Menezes Assunção, irmão de Ana Carolina Assunção. A jovem de 25 anos foi encontrada morta, seminua, no banco traseiro do carro. O filho dela, de 1 ano, estava no colo da mãe, dormindo e sem ferimentos.

O crime aconteceu no dia 16 de abril do ano passado no Bairro Industrial em Contagem (MG). Cinco meses depois, outra mulher também foi morta no mesmo bairro. Em novembro, a terceira mulher foi assassinada.
A Polícia Civil anunciou que o material genético do suspeito recolhido nas roupas das três mulheres era o mesmo.

A investigação também descobriu que o assassino escolhia as mulheres pelas características físicas. As três eram magras, morenas e de cabelos longos. Todas estavam de carro quando foram abordadas, na garagem ou na volta pra casa, o que para a polícia seria um indício de que o criminoso estudava a rotina de quem ele queria atacar.

Quatro suspeitos já foram descartados. Testemunhas estão ajudando a polícia a traçar um perfil do homem, que pode estar ligado a pelo menos mais dois crimes.Fonte: G1

Fone: www.camera2.com.br

Passageiro é preso com 1,8 kg de cocaína na cueca e nas meias em Rondônia

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Um passageiro de ônibus, de 36 anos, foi preso em flagrante com 1,8 quilo de cocaína, em Porto Velho, na noite da última terça-feira, 26. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a droga estava escondida na cueca, nos bolsos e nas meias.

A prisão aconteceu durante fiscalização de rotina no km 760 da BR-364. De acordo com a PRF, o acusado seguia de Rio Branco para Eunápolis (BA) e teria confessado que receberia R$ 1,5 mil pelo transporte da droga.Fonte: O Globo

Fonte: www.camera2.com.br

PM prende 43 pessoas e apreende 41 armas em operação no PR

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A Polícia Militar do Paraná prendeu 43 pessoas e apreendeu 41 armas de fogo em todo o Estado durante a Operação Desarmamento, iniciada na noite de sexta-feira e encerrada no domingo. De acordo com a PM, a operação também coibiu furtos, roubos, tráfico e infrações de trânsito, além de apreender seis armas brancas, 79 munições e emitir 380 autos de infração de trânsito urbano e mais dois rodoviários.

Do número total de veículos, 134 foram removidos dos locais e outros dois, que haviam sido furtados, foram recuperados pela PM, além do recolhimento de seis carteiras de habilitação.

Durante a operação, foram realizadas abordagens a pessoas, a veículos e em estabelecimentos, além de bloqueios em vias públicas, com a finalidade de procurar armas e entorpecentes. No total, foram abordadas 8.836 pessoas e 3.682 veículos.

Foram ainda efetuados 26 flagrantes, 21 termos circunstanciados e cumprido um mandado judicial. Também foram recolhidos 12 kg de maconha e 600 pedras de crack prontas para venda, no valor estimado de R$ 3 mil.Fonte: Terra

Fonte: www.camera2.com.br

Diz o blogueiro – nada de novo, pois isto devem as polícias ostensivas fazer nas 24 horas do dia e aí sim cairão os índices de criminalidade. Eles precisam trabalhar o que muito pouco fazem

Associação de juízes defende atuação de Fausto De Sanctis em operações da Polícia Federal

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A Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil) saiu em defesa nesta quarta-feira do Poder Judiciário e da independência dos magistrados que emitiram decisões em operações da Polícia Federal, em especial a Satiagraha e a Castelo de Areia.

O juiz Fausto Martin De Sanctis, da 6ª Vara Criminal de São Paulo, atuou nas duas operações. Em nota, a entidade ressalta que as decisões dos tribunais superiores que mudam ou não as determinações de primeira instância “são fatos normais do cotidiano judiciário”. O que não deve ocorrer, segundo a entidade, é a desqualificação do magistrado. “O que não se pode aceitar é a tentativa, cada vez mais reiterada, de, a partir da reforma de uma decisão judicial, pretender-se desqualificar o magistrado que a proferiu. Isso deve ser repelido com veemência”, diz a nota assinada pelo juiz Fernando Cesar Baptista de Mattos, presidente da Ajufe. A manifestação da entidade é consequência das decisões do Superior Tribunal de Justiça, que suspendeu os processos contra o grupo Opportunity, investigado na Satiagraha, e contra os diretores da construtora Camargo Corrêa, investigados na Castelo de Areia. Na semana passada, o presidente do STJ, ministro Cesar Asfor Rocha, suspendeu ação penal contra os diretores da Camargo Corrêa, que tramita na 6ª Vara Criminal Federal de São Paulo, do juiz Fausto Martin De Sanctis. A decisão liminar impede qualquer iniciativa de investigação contra os diretores. Para o presidente do STJ, a Polícia Federal iniciou a investigação com base em “declaração anônima e secreta”, que permitiu a quebra de sigilo telefônico dos diretores. As escutas duraram mais de 14 meses.

Fonte: www.videversus.com.br

Operação para recuperar carros roubados encontra até retroescavadeira em SP

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19.01.10 – 18:24

Sete veículos e até uma retroescavadeira roubados foram recuperados nesta terça-feira (19) em vários bairros de São Paulo durante uma operação realizada por policiais da Divisão de Investigações sobre Furto e Roubos de Veículos e Cargas (Divecar), do Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic). Quatro homens foram presos suspeitos de receptação.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública, no final de uma rua no Jardim Mirna, na Zona de Sul de são Paulo, foram localizados seis veículos. Em uma loja no Centro da cidade, foram recuperados documentos e peças de uma moto roubada.

A retroescavadeira foi localizada em um estacionamento na Bela Vista, ainda na região central. Já um veículo da marca Land Rover estava em outro estacionamento, na Vila Maria, na Zona Norte de São Paulo. Fonte: G1

Fonte: www.camera2.com.br

Bolivianos são presos por manter 15 em regime de escravidão em SP

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Três bolivianos foram presos nesta segunda-feira, 18, suspeitos de manter compatriotas em regime de trabalho escravo em uma confecção no Bom Retiro, na região central de São Paulo.

A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que os detidos responsáveis pela confecção forçavam 15 pessoas a trabalhar 17 horas por dia, em média.

Eles foram presos em três apartamentos de um edifício na altura do número 316 da Rua Afonso Pena por agentes da 3ª Delegacia Sobre Infrações do Meio Ambiente e Relações do Trabalho do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC)

A polícia investiga se a confecção colocava etiquetas falsas de grifes famosas nas roupas. Fonte: Estadão

Fonte: www.camera2.com.br

Trave cai e mata goleiro em partida de futebol no interior de SP

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Um homem morreu após a trave de um gol cair em cima dele durante uma partida de futebol na noite de sexta-feira (15) em Jaboticabal, a 344 km de São Paulo.

A vítima, de 66 anos, era o goleiro do time e teria se pendurado na trave. Como ela não estava chumbada no chão, se soltou e caiu sobre o abdômen dele.

O Corpo de Bombeiros socorreu o aposentado, mas ele morreu no Pronto Socorro da cidade. O enterro está marcado para as 10h30 no cemitério municipal de Jaboticabal.Fonte: G1

Fonte: www.camera2.com.br

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