Diz o blogueiro – lamentável obviamente. A legislação processual penal vem sendo sistematicamente abrandado. Os responsáveis são nossos congressistas que assim procedem. Nesse caso acredito que a autoridade policial que irá presidir o IP terá elementos para o indiciamento por preter dolo (dolo eventual) o que por certo resultará numa pena justa a esse irresponsável. Nada, nada mesmo consegue justificar tal conduta.
PF deflagra Operação Kamuri contra a comercialização ilegal de CDs e DVDs
Polícia Federal Sem comentários »
03/04/2012
PF deflagra Operação Kamuri contra a comercialização ilegal de CDs e DVDs
Bagé/RS – A Polícia Federal, com o apoio da Receita Federal do Brasil, desencadeou, hoje, 3, a Operação Kamuri, objetivando desestruturar um grupo criminoso constituído para a prática reiterada de atos ilícitos, caracterizados pela aquisição, transporte, armazenamento e distribuição de CDs e DVDs de origem estrangeira em território nacional de maneira clandestina, através da fronteira brasileira com o Uruguai.
De acordo com as investigações, que se iniciaram há quase dois anos, a Região Sul do estado do Rio Grande do Sul vinha sendo utilizada pelo grupo criminoso como rota de entrada de grandes quantidades de mercadorias provenientes do Uruguai (mídias e impressoras). Isto se deve ao reduzido valor destas mercadorias no país vizinho, em razão dos incentivos fiscais existentes para mercadorias comercializadas em free shops, as quais possuem um regime especial tributário, desde que vendidas para turistas estrangeiros dentro de seu território.
Contudo, alguns destes free shops estão sendo utilizados como fachadas para o comércio ilícito de mercadorias, sendo que estes produtos não são vendidos a turistas estrangeiros no sistema de varejo, mas sim comercializados em grande escala, num sistema de atacado, para compradores brasileiros, que os introduzem no território nacional de maneira clandestina.
No desenvolvimento das atividades de investigação foram sendo efetuadas prisões em flagrante e apreensões que confirmaram a existência de uma estrutura criminosa montada de forma empresarial para que grandes quantidades de mídias de fabricação estrangeira fossem transportadas com o uso de veículos pelas rodovias que cruzam as regiões fronteiriças do Brasil com o Uruguai. Os destinos destas mercadorias eram em sua maioria municípios pertencentes ao estado de Santa Catarina, principalmente Itajaí, Balneário Camboriú e Florianópolis, sendo comercializadas nestes locais ou remetidas a outros estados da Federação, tais como Paraná e São Paulo, bem como à região Nordeste.
Desta maneira, mesmo com as apreensões de carros e cargas de mídias e com as prisões em flagrante de diversos componentes da quadrilha, não foi possível pôr termo às atividades ilícitas, pois os principais investigados não deixaram de comercializar carregamentos de CDs e DVDs mesmo após as prisões, apreensões e fianças impostas.
Foram arbitradas fianças que alcançaram o montante de R$ 163.955,00, o que também determinou a necessidade da execução das prisões preventivas, haja vista que os investigados não pararam de internar carregamentos de mídias por meio de “atravessadores” e transportadores, demonstrando total desprezo pela lei. No caso de um dos investigados, o mesmo já foi flagrado pelas autoridades policiais e aduaneiras em 06 oportunidades diferentes.
Foram apreendidas cerca de 1.117.850 unidades de mídias descaminhadas do Uruguai para o Brasil.
Com base em informações colhidas na investigação, as quais indicam que o grupo criminoso opera há mais de 03 anos, acredita-se que somente pelo ponto de passagem em Santana do Livramento/RS e Bagé/RS, tenha entrado em território nacional aproximadamente 30.000.000 de mídias, quase todas provenientes da China, sem qualquer controle por parte das autoridades fazendárias brasileiras. O cálculo da Receita Federal aponta que cerca de 7,5 milhões de reais deixaram de ser arrecadados, levando-se em conta os impostos federais e estaduais que deveriam ser recolhidos. Tal valor poderia ser empregado pela administração pública, por exemplo, para construção de 150 casas populares no valor de R$ 50.000,00 cada.
Além disso, segundo se observou com clareza, a quadrilha investigada possuía diversas ramificações e englobava empresas e lojas envolvidas numa rede que comercializava produtos e suprimentos de informática contrabandeados voltados para a atividade da pirataria de filmes, álbuns de músicas, jogos de vídeo-game e programas de computador. Portanto, as atividades da quadrilha não ofendem apenas o Fisco (não recolhimento dos tributos) ou a economia de mercado (concorrência desleal com outras empresas legais do ramo). A introdução ilegal de mídias fomenta um gigantesco negócio voltado à pirataria, com incalculáveis danos aos detentores dos direitos autorais “pirateados”. Frise-se que estas mídias alcançam valores diversos no mercado de varejo, mas que nos casos de filmes “piratas” são comercializados em média a R$ 5,00 a unidade para o consumidor final. Comparando-se o valor de aquisição da mídia no Uruguai a R$ 0,30 a unidade, temos um acréscimo de mais de 1.600% (mil e seiscentos por cento), margem de lucro que é dividida entre os membros da organização criminosa ao longo de todas as fases do processo.
A maior prova do sucesso do grupo criminoso na atividade ilícita é o patrimônio que vinha sendo adquirido por seus integrantes. Ao que se pôde verificar até o momento, há uma grande quantidade de veículos e imóveis fazendo parte do seu patrimônio, de seus familiares ou de “laranjas”, bens estes possivelmente adquiridos com os lucros que a venda das mídias proporcionava. É importante mencionar aqui que estes lucros, por serem advindos de atividades ilícitas, são auferidos em sua integralidade, isto é, sem qualquer incidência tributária. Tal situação é incoadunável com a realidade vivida por milhões de cidadãos brasileiros, os quais pagam com o suor do seu trabalho e com muito sacrifício a forte carga tributária incidente sobre a circulação de mercadorias, a importação de produtos e a renda ou lucro.
Estão sendo executados nos estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina 10 prisões preventivas e 18 mandados de busca e apreensão, ordens judiciais exaradas pela Justiça Federal de Bagé.
Constam na investigação elementos que indicam que alguns dos envolvidos utilizavam rádios transceptores (emissão e recepção de voz) para a perpetração de ilícitos mais graves, como descaminho e quadrilha ou bando, desenvolvendo assim, clandestinamente, atividade de telecomunicação. O fato é previsto como crime no artigo 183, da Lei 9.472/97.
Toda a investigação contou com o acompanhamento essencial do Ministério Público Federal e da Justiça Federal.
A operação foi batizada como Kamuri em alusão à cidade de Balneário Camboriú, local de residência e negócios de um dos principais integrantes da quadrilha. Segundo a versão mais aceita, em mapas mais antigos da região, havia um rio com nome Camboriú antes da chegada de europeus ao local.
A investigação e a execução da operação tiveram o apoio de policiais federais de Santana do Livramento/RS, Florianópolis/SC, Itajaí/SC, Joinvile/SC, de servidores da Receita Federal do Brasil do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, além de policiais rodoviários federais, civis e militares.
Dados da investigação:
Data:
Mercadoria:
27.08.2010
48.000 Mídias
08.04.2011
99.000 Mídias; 06 Impressoras
14.06.2011
55.800 Mídias
07.07.2011
66.000 Mídias
03.08.2011
28.800 Mídias
29.09.2011
126.000 Mídias
21.10.2011
30.000 Mídias
13.10.2011
42.000 Mídias
22.10.2011
12.000 Mídias
02.11.2011
156.000 Mídias
04.11.2011
60.000 Mídias
04.12.2011
39.600 Mídias
13.12.2012
01 Veículo Furtado
15.12.2011
30.000 Mídias; 300 Celulares; 200 Cartões de Memória
22.12.2011
24.000 Mídias
05.01.2012
25.000 Mídias
26.01.2012
9.000 Mídias
02.02.2012
60.000 Mídias
05.02.2012
600 Mídias; 01 Rádio Comunicador
22.02.2012
250 Mídias; 09 Impressoras
26.02.2012
114.000 Mídias
01.03.2012
19.200 Mídias
13/03/2012
72.600 Mídias
2- Quantidade total de mídias apreendidas: 1.117.850
3- Quantidade estimada de mídias que ingressaram ilegalmente no Brasil: 30 milhões
4- Pessoas presas: 18 Presos em Flagrante
5- Veículos apreendidos: 19
6- Valor estimado de tributos sonegados: R$ 7,5 milhões
Dados preliminares da Operação:
1- Número de servidores públicos utilizados: 70 Policiais Federais, 11 Auditores da Receita Federal
2- Número de mandados executados: 10 mandados de prisão preventiva e 18 mandados de busca e apreensão;
3- Apreensões: ainda não computado
4- Valores apreendidos: ainda não computado
Comunicação Social/Delegacia de Polícia Federal em Bagé
22/03/2012
Porto Alegre/RS – A Polícia Federal deflagrou na manhã de hoje, 22, a Operação Aureus, que visa desarticular grupo que operava no Vale dos Sinos, no comércio informal de moedas estrangeiras, em especial dólares-americanos e euros, e na evasão de divisas. Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão e o sequestro de três veículos e cinco imóveis.
Os investigados mantinham instituição financeira ilegal adquirindo e vendendo moedas estrangeiras. Porém, sua principal atividade era a remessa ilegal de valores de clientes para o exterior. Os investigados recebiam os depósitos de clientes em banco brasileiro e, posteriormente, os valores eram transferidos de conta bancária de titularidade de empresa pertencente ao grupo nos Estados Unidos da América para o beneficiário no exterior. A referida operação é conhecida como “dólar-cabo”.
Os principais clientes do grupo criminoso eram empresários do Vale dos Sinos que necessitavam realizar pagamentos no exterior.
A investigação foi realizada pela Delegacia de Repressão a Crimes Financeiros da Polícia Federal. Armas de caça e munições foram apreendidas durante as buscas. Aureus era uma moeda do Império Romano.
Por: Comunicação Social / Superintendência Regional da PF no Rio Grande do Sul
Tel.: (51) 3235-9005
Fonte: http://www.dpf.gov.br/agencia/noticias/2012/marco/operacao-aureus-combate-evasao-de-divisas
21/03/2012
Rio de Janeiro/RJ – Em referência à reportagem “Locanty doa a Cabral e recebe da Polícia Federal”, publicada hoje, 21 de março, pelo Jornal O Globo, a Polícia Federal esclarece que:
A Superintendência Regional da Polícia Federal no Rio de Janeiro/RJ não possui contrato com a empresa LOCANTY COMÉRCIO E SERVIÇOS LTDA, CNPJ 02.182.621/0001-69;
A Polícia Federal também informa que aludida superintendência possui contrato com a empresa LOCANTY SEGURANÇA E VIGILANCIA LTDA, CNPJ nº 06.141.188/0001-16 para prestação de serviços de vigilância no âmbito de suas dependências. A empresa foi contratada por meio do pregão eletrônico nº 24/2010, realizado em 17/11/2010. Do processo licitatório, participaram 16 empresas, sagrando-se vencedora a empresa MELO CAMARGO E ARAÚJO CONTROLE OPERACIONAL DE PROTEÇÃO. O valor mensal do contrato corresponde a R$ 33.400,00 (trinta e três mil e quatrocentos reais), o que representa valor total estimado de R$ 400.800,00 (quatrocentos mil e oitocentos reais) ao ano. Registramos ainda que a empresa vencedora alterou sua razão social em data posterior à contratação, assumindo a denominação atual, qual seja, LOCANTY SEGURANÇA E VIGILANCIA LTDA. O referido processo de prestação de serviço está sob a análise para fins de decisão quanto à conveniência de sua manutenção ou não;
Não há no momento indícios que vinculem as duas empresas mencionadas;
A Polícia Federal ressalta que instaurou quatro inquéritos policiais na última segunda-feira, 19 de março, para investigar as acusações por fraudes em licitações, corrupção e formação de cartel, entre outros crimes, contra órgãos da administração pública, a partir de fatos noticiados no programa “Fantástico” da Rede Globo de Televisão exibido no último domingo, 18 de março.
Por: Comunicação Social/SR/DPF/RJ
(21) 2203-4405/2203-4406/2203-4408
registrado em: destaque
Fonte: http://www.dpf.gov.br/agencia/noticias/2012/marco/nota-a-imprensa-1
PF apreende R$ 500 mil em cocaína e prende cinco na balsa entre Rio Grande e São José do Norte
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Polícia Federal apreende pelo menos uma tonelada de maconha em Viamão
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Agentes da Polícia Federal (PF) apreenderam, nesta manhã, em Viamão, pelo menos uma tonelada de maconha. A droga estava em um sítio e ainda não foi pesada. O peso total pode ser ainda maior que o estimado inicialmente.
Fonte: R7
A Polícia Rodoviária Federal apreendeu mais de 54 mil CDs e DVDs virgens depois de interceptar dois veículos na BR-290/FreeWay, ainda na manhã desta quarta-feira (18). No km 19, em Santo Antonio da Patrulha, 34,2 mil mídias foram recolhidas em um Escort emplacado em Campinas (SP). A mercadoria estrangeira não tinha nota fiscal ou desembaraço aduaneiro. Os patrulheiros encontraram 44 caixas e 78 tubos avulsos de mídias virgens dentro do porta-malas, sobre o banco traseiro e até no assoalho do veículo, que foi lacrado e encaminhado à Receita Federal. O motorista de 22 anos, morador de Santo Antônio da Patrulha, foi identificado e vai responder a processo. Ele declarou ter carregado o carro em Tramandaí para entregar a carga na Capital. Já uma operação da PRF apoiada pela Receita Federal resultou na apreensão de um Gol com mais 20 mil mídias virgens fabricadas no Uruguai. O veículo foi interceptado perto da Ponte do Guaiba. O motorista tentou fugir, mas acabou detido. O destino do veículo apreendido era a região Metropolitana.
Fonte: Rádio Guaíba Ler a notícia na origem.
A Superintendência da Polícia Federal no Rio Grande do Sul informou que o número de presos na “Operação Saúde” chegou a 51. Dentre os presos, ao menos 12 são secretários municipais. A operação investiga fraudes e desvio de verbas públicas federais para a compra de medicamentos em prefeituras e contou com o apoio da Controladoria-Geral da União (CGU). A ação ocorreu nos estados de Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará e Rondônia. No total, a polícia busca prender 64 pessoas e fazer 70 buscas. A ação mobilizou 282 policiais federais e 18 auditores.
Conforme a CGU, os presos são, principalmente, sócios e representantes de empresas, além de servidores municipais. As buscas foram feitas em dez sedes de empresas e seis prefeituras do Rio Grande do Sul, Pará e Mato Grosso. Fiscalizações realizadas nos dois últimos anos pela CGU em 22 municípios confirmaram prejuízo de mais de R$ 3 milhões para os cofres públicos.
Investigação
As apurações começaram em 2009 e apontaram a atuação de três grupos criminosos distintos, todos sediados em Barão do Cotegipe, no Rio Grande do Sul, e com atuação em estados próximos, conforme a CGU. Os grupos envolviam empresas do setor de saúde que agiam em com apoio de servidores de várias prefeituras.
Segundo a CGU, as empresas envolvidas no esquema venciam as licitações, oferecendo preços baixos em pregões presenciais de municípios de pequeno ou médio porte. Em muitos casos, a licitação já estava direcionada para as empresas envolvidas no esquema, apontou a investigação.
Fonte: G1
Segundo a PF, a droga seria suficiente para produzir 2,6 milhões de pedras de crack
A Polícia Federal (PF) prendeu na tarde de sábado cinco suspeitos de tráfico de drogas no Recife (PE). Entre os presos está um policial militar. Com o grupo, os policiais encontraram 165,2 kg de pasta base de cocaína. Esta foi a maior apreensão de pasta base de cocaína já feita pela PF em Pernambuco.
De acordo com a PF, as prisões são fruto de dois meses de investigações realizadas pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes-DRE. Os investigadores descobriram que uma casa no bairro de Iputinga seria local de armazenamento e negociação de uma grande quantidade de pasta base de cocaína. De posse dessas informações e das características físicas dos suspeitos, três equipes da PF se dirigiram ao local para efetuar as prisões em flagrante.
A operação teve início por volta das 13h. Quando o suspeito Wendel Batista Guimarães deixou a residência, foi abordado pelos policiais federais, a quem confessou pretendia transportar em um automóvel Celta três sacolas contendo drogas, com peso total de 57 kg. Em um dos cômodos da casa, os agentes encontraram mais 108,2 kg de pasta base, além de duas armas e R$ 155.860 em dinheiro.
Quando os policiais federais faziam buscas na residência, o suposto líder da quadrilha, Marcos Roberto Marques Lisboa, tocou o interfone da casa e recebeu voz de prisão. Interrogado, Wendel disse aos policiais que ia se encontrar com mais três pessoas – Gilvan Manoel do Nascimento, José João da Silva e o policial militar Arthur José da Silva – que estavam em um bar próximo à sua residência. Segundo Wendel, o trio aguardaria a sua chegada para receber a droga. Os policiais acompanharam o suspeito até o ponto de encontro e prenderam o trio.
Os presos foram autuados por tráfico interestadual de entorpecentes e associação ao tráfico e, caso sejam condenados, poderão pegar penas que variam de 5 a 20 anos de reclusão. A PF considera esta a maior quadrilha de fornecimento de pasta base de cocaína do Estado. Segundo a PF, caso a droga fosse transformada em crack em laboratórios clandestino, seria suficiente para produzir aproximadamente 661 kg do entorpecente, o que corresponde a 2,6 milhões de pedras. O crack seria comercializado na região metropolitana do Recife, agreste e sertão de Pernambuco.
As investigações apontam que o policial militar dava cobertura à quadrilha, fazendo a escolta da droga e informando os membros da organização criminosa a respeito da realização de blitzes ou rondas policiais.
Fonte: http://noticias.terra.com.br/
Foto: PF/Divulgação






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