Tu és o autor da vida e tela é o meu coração!

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 UN DÍA SIN DANZA O SIN MÚSICA, ES UN DÍA PERDIDO é uma expressão da senhora Eugênia San Pio, que lá na Espanha leu um singelo artigo de minha autoria  A arte da Resistência - publicando no blog do amigo Newton Finato (http://newtonluizfinato.blogspot.com/2011/10/arte-da-resistencia.html) e postou comentário de onde eu pincei essa pérola de frase.

 

Para alegrar a alma neste domingo, assista a um belíssimo vídeo que tem a ver com música, dança e arremete as artes plásticas, pintura em tela, o Autor da vida (Tu és o autor da vida, e tela é o meu coração).

 

 

http://newtonluizfinato.blogspot.com/2011/11/un-dia-sin-danza-o-sin-musica-es-un-dia.html

 

Pedofilia: 3.000 acusações apresentadas ao Vaticano na década

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Da France Presse

Um total de 3.000 acusações de pedofilia contra padres foram examinadas pela justiça do Vaticano de 2001 a 2010, por fatos cometidos nos últimos 50 anos.

“De 2001 a 2010 recebemos aproximadamente 3.000 acusações envolvendo padres diocesanos ou religiosos por crimes cometidos nos últimos 50 anos”, declarou o monsenhor Charles J. Scicluna, do Ministério Público do tribunal da Congregação da Fé, em uma entrevista concedida ao Avvenire, o jornal da Conferência Episcopal Italiana.

“Em mais ou menos 60% dos casos são atos de ‘efebofilia’, ou seja, atração física por adolescentes do mesmo sexo. Em 30% relações heterossexuais e os 10% restantes de verdadeira pedofilia, ou seja, de atração sexual por jovens impúberes”, afirmou o religioso, para estabelecer uma diferença entre os casos.

Para ele, “em nove anos os casos de padres acusados de pedofilia são por volta de 300″.

“Muito, com certeza, mas é preciso constatar que o fenômeno não é tão extenso como se quer fazer acreditar”, completou, antes de destacar que existem “400.000 padres diocesanos e religiosos no mundo”. G1

Fonte: www.camera2.com.br

Diz o blogueiro – cretino é o que é este que tal afirma. Efebos eram adolescentes machos e castrados que eram usados pelos senhores romanos depois de três dias consecutivos de muita comida e vinho, em cujos intervalos iam ao “vomitorium” e com a ajuda de um criado vomitavam o que haviam ingerido, lavavam a boca com água com sais e voltavam mais uma vez a comer e beber até cansar. O sinal para o encerramento da festa era quando o senhor determinava aos escravos que lhe trouxessem um efebo que possuía na presença de todos, mostrando assim sua virilidade. Pelos visto esta igreja assimilou muitos dos costumes romanos de outrora, preservando-os. Necessário assinalar ao encerrar o comentário que devido ao constrangimento por certo nem um por cento denuncia tais abusos. O resto que diga Roma por certo não passa de tertúlia flácida para dormitar bovinos.

Papa diz a bispos irlandeses que pedofilia é crime hediondo

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17.02.10 – 03:26

Papa diz a bispos irlandeses que pedofilia é crime hediondoBispos irlandeses no Vaticano

O papa realizou três reuniões com os bispos irlandeses em dois dias

O papa Bento 16 disse aos bispos irlandeses que o abuso sexual de crianças por parte de padres é um “crime hediondo”, informou o Vaticano nesta terça-feira.

O papa convocou os 24 bispos da Irlanda ao Vaticano para discutir sua resposta a um escândalo de pedofilia na Igreja do país.

Bento 16 disse que os bispos irlandeses têm que enfrentar o escândalo com coragem e determinação, e agir para restaurar a “credibilidade moral” da Igreja.

No ano passado, a Igreja da Irlanda admitiu acobertar casos de abuso sexual de crianças por décadas.

Duas investigações feitas por ordem do governo irlandês revelaram a ocorrência de muitos casos de abuso em várias instituições assistenciais para crianças administradas pela Igreja Católica no país, e como padres acusados de abuso eram simplesmente transferidos por bispos para novas paróquias.

Os investigadores descobriram que autoridades eclesiásticas compilaram informações confidenciais sobre mais de cem padres acusados de abuso sexual, mas mantiveram estes documentos em segredo.

Vítimas de pedofilia acusaram a Igreja de colocar sua própria reputação acima de preocupações com o bem estar de crianças que sofreram abuso.

‘Honestidade e coragem’

Depois de três encontros com os bispos em dois dias, o Vaticano divulgou declaração afirmando: “De sua parte, o Santo Padre observou que o abuso sexual de crianças e jovens não apenas é um crime hediondo, mas também um pecado grave que ofende a Deus e fere a dignidade da pessoa humana criada à Sua imagem.”

“Embora percebendo que a atual situação dolorosa não vai ser resolvida rapidamente, ele desafiou os bispos a lidar com os problemas do passado com determinação e firmeza, e a enfrentar a presente crise com honestidade e coragem.”

“Ele também expressou a esperança de que o atual encontro ajude a unir os bispos e a permitir a eles que falem com uma só voz na identificação de passos concretos para levar alento aos que sofreram abuso, encorajando uma renovação da fé em Cristo e restaurando a credibilidade moral e espiritual da Igreja.”

O Vaticano também disse que os bispos irlandeses prometeram cooperar com as autoridades civis “para garantir que os padrões, políticas e procedimentos da Igreja sejam os melhores nesta área”.

Vítimas

Vítimas de abuso praticado por padres irlandeses escreveram uma carta o papa Bento 16 pedindo a renúncia dos bispos “que se envolveram nesta cultura de acobertamento”.

“As vidas de milhares de irlandeses foram arruinadas pelo abuso sexual praticado por padres”, disse a carta.

Quatro bispos apresentaram pedido de renúncia, embora apenas o de um tenha sido aceito formalmente.

Um porta-voz disse que a questão da renúncia não foi discutida nas reuniões do papa com os bispos.

Essa postura foi criticada por algumas das vítimas. Andrew Madden, um dos primeiros a expor casos de pedofilia no clero irlandês em 1995, disse: “Está claro que a maioria dos bispos da Irlanda deveria deixar o cargo porque conspiraram no acobertamento de crimes hediondos.”

“A maioria deles vai se agarrar à sua posição, não importa a angústia que isto cause às vítimas”, disse ele à agência de notícias Associated Press. BBC Brasil

Fonte: www.camera2.com.br

Diz o blogueiro – isto até parece piada.  Os coitadinhos por certo não sabiam, poisesta igreja vive ainda nas trevas do medievo e por isto está rumando à extinção.

Papa convoca bispos da Irlanda para discutir escândalos de pedofilia

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16:54

O papa Bento 16 deve receber todos os 24 bispos da Irlanda no Vaticano nesta segunda-feira, 15, para uma reunião sem precedentes de dois dias com a finalidade de discutir a forma como foram tratados casos de pedofilia envolvendo padres católicos no país.

Uma investigação revelou no ano passado que líderes eclesiásticos na Irlanda passaram décadas protegendo padres suspeitos de abusar sexualmente de crianças. Segundo conclusões da Comissão Murphy, que analisou casos de 1975 a 2004, a prioridade foi proteger a instituição e não crianças vulneráveis e, com frequência, dados relevantes aos casos não foram passados para a polícia.

Cada bispo terá sete minutos para falar perante o papa e alguns dos principais cardeais. Entre eles estará o bispo de Galway, Martin Drennan, que vem resistindo a pedidos para renunciar ao cargo.

Quatro outros bispos irlandeses criticados no relatório da comissão deixaram os cargos, mas grupos de apoio às vítimas de pedofilia dizem que a igreja precisa fazer mais para restaurar a confiança do público.

Em uma carta aberta ao papa, os grupos pediram que ele instrua os bispos da Irlanda “a cumprir totalmente as diretrizes civis de proteção à criança, inclusive a notificação obrigatória de todas as preocupações ou queixas às autoridades civis para uma investigação”.

‘Perturbado’

O papa disse que estava “perturbado e angustiado” com o relatório da comissão e que compartilhava dos sentimentos de “indignação, traição e vergonha” que afetaram o povo irlandês.

O bispo de Clogher, Joseph Duffy, disse em Roma no último domingo, 14, que os bispos vão reconhecer “o fracasso por parte de todos nós” de ser vigilantes contra os abusos e expressar seu compromisso para tentar retificar “a enorme injustiça e crueldade” que as vítimas sofreram.

O analista de assuntos religiosos da BBC, Christopher Landau, disse que visitas de grupos de bispos de um mesmo país ao Vaticano não são incomuns, mas que nesse caso a convocação extraordinária do papa foi feita porque o tema minou gravemente a igreja católica da Irlanda.

Segundo Landau, os bispos da Irlanda sabem que muita coisa vai ter que mudar para que a Igreja recupere pelo menos um pouco do respeito que tinha na sociedade irlandesa há um século.

Como em outras partes da Europa, o declínio das congregações e a queda no número de sacerdotes tornaram incerto o futuro da igreja no país.Fonte: BBC Brasil

Fonte: www.camera2.com.br

Revista Der Spiegel afirma que bispo britânico insiste em negar Holocausto

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O bispo britânico Richard Williamson, que em abril terá que depor na Justiça alemã por negar o Holocausto, ainda insiste em qualificar o extermínio de judeus por nazistas de “enorme mentira”, conforme a revista “Der Spiegel”.

A publicação alemã cita e-mails internos da Irmandade de Pio, seguidora do arcebispo francês Marcel Lefevre, em que Williamson nega a morte de seis milhões de judeus. Nos textos, o bispo critica o fato de que, sobre esse “dado” do Holocausto, foi construída uma “nova ordem mundial”. Segundo Williamson, só 1,3 milhão de judeus deportados foram levados dos campos de extermínio de Treblinka, Madjanek, Belzec e Sobibor para a região da União Soviética ocupada pelo Exército nazista, mas nenhuma morreu em câmaras de gás. Em entrevista a um canal sueco há mais de um ano, o bispo britânico negou que tenha havido um assassinato sistemático de judeus nas câmaras de gás durante o Terceiro Reich. A negação do Holocausto na Alemanha é crime.

Fone: www.videversus.com.br

Papa João Paulo II se flagelava e fez carta de renúncia em caso de doença

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O falecido papa João Paulo II assinou um documento de renúncia para o caso de ficar completamente incapacitado e se flagelava secretamente, segundo o livro do monsenhor (defensor) da causa de beatificação do pontíficie, o religioso Slawomir Oder.

O livro, que inclui discursos e documentos inéditos escritos pelo primeiro Papa polonês da história, tem como título “Por que um santo? o verdadeiro João Paulo II” e foi apresentado nesta terça-feira à imprensa.
O livro publica as cartas com a renúncia do Papa, até agora inéditas, e narra detalhes da vida íntima do pontíficie.

A primeira carta de renúncia, a qual se conhecia apenas sua existência, é na realidade uma declaração escrita em italiano, com data de 15 de novembro de 1989, quando ele ainda estava em boas condições de saúde.
Nela, Karol Wojtyla, que estava para ser operado de um tumor, reconhece que “seguindo o exemplo de Paulo VI”, enumera as razões para a renúncia, entre elas “uma grande doença” ou um “grave impedimento”.

A renúncia foi reiterada em uma carta de 1994, ao fazer 75 anos, na qual deixou a decisão final a um grupo de cardeais, que não a utilizaram nos longos anos da doença do Papa.
No documento, João Paulo II sustenta que considera um dever “renunciar em caso de doença incurável, de longa duração e que o impeça de exercer o ministério apostólico ou em caso de outros impedimentos graves e prolongados”.

O papa polonês, conhecido por sua popularidade e suas viagens pelo mundo, se flagelava com um cinto, segundo Oder, e em várias ocasiões dormia no chão como um ato de penitência.
Segundo o autor, o papa desarrumava a cama de manhã para que seus assistentes não percebessem.

“Alguns de seus colaboradores conseguiam ouvir quando ele se flagelava, no Vaticano e inclusive durante uma viagem a Polônia”, contou Oder.
O Vaticano reconheceu as “virtudes heróicas” de João Paulo II no último dia 19 de novembro e o proclamou “venerável”, etapa chave para sua beatificação.

Meios de comunicação italianos sustentam que ele poderia ser beatificado em outubro de 2010 no Vaticano, na data de aniversário de sua eleição para pontíficie, ocorrida no dia 16 de outubro de 1978.
“A causa de beatificação cai muito bem, mas a data ainda não foi fechada”, falou Slawomir Oder.Fonte: G1

Fonte: www.camera2.com.br

Israel e Vaticano negociam proteção de sítios sagrados

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Israel e Vaticano estão em negociações para encerrar uma disputa de longa data sobre a propriedade e o status fiscal de sítios religiosos na Terra Santa, incluindo o local onde teria sido realizada a última ceia de Jesus. Igrejas cristãs compraram grandes terrenos ao redor de Jerusalém a partir do começo do século 19, quando teve início a decadência do Império Otomano, muito antes da fundação de Israel, em 1948.

Hoje, muitos edifícios oficiais israelenses ficam em terrenos arrendados de igrejas. Mas governos e papas discordam há décadas sobre o status legal dessas propriedades.

“O novo Estado naturalmente herdou a obrigação de respeitar os direitos criados antes de seu surgimento”, disse um especialista católico em relações da Igreja com Israel, pedindo anonimato. De acordo com o jurista, o Vaticano quer proteger seus direitos sob tratados e usos tradicionais que antecedem a criação do Estado judaico moderno.

Um edifício em disputa em Jerusalém fica em uma viela estreita do lado de fora das muralhas da Cidade Velha. Seu segundo piso é o Cenáculo, onde os cristãos acreditam que Jesus promoveu sua última ceia. A tradição judaica diz que o andar inferior é onde foi sepultado o rei Davi.

O vice-ministro das Relações Exteriores, Danny Ayalon, chefe da equipe de negociação israelense, diz que o Vaticano gostaria de controlar a construção da era das Cruzadas, que foi uma das paradas feitas pelo papa Bento 16 em sua visita-relâmpago à Terra Santa no ano passado.

Israel quer conservar o status quo da propriedade do imóvel, garantindo sua soberania, enquanto fecha um acordo em torno de dívidas acumuladas de anos de impostos devidos pelo Estado à Igreja. “Estamos mais que dispostos a assegurar à Igreja que vamos conservar todos os imóveis intactos e protegidos”, disse Ayalon. “É uma questão de confiança e relacionamento. Acho que é essa a questão primordial”.

O Vaticano quer que sejam reconhecidos seus “direitos históricos” à isenção de impostos para a definição de normas de proteção dos sítios religiosos e para a devolução do que chama de propriedades perdidas da Igreja. Os negociadores se reuniram este mês, mas não chegaram a um acordo e concordaram em reunir-se novamente.

Embora estejam em discussão apenas alguns poucos sítios, o resultado da negociação pode ter um impacto enorme sobre transações futuras, especialmente em Israel, onde instituições religiosas são grandes proprietárias de terras.

Um funcionário israelense familiarizado com as negociações diz que Israel teme que grandes concessões possam criar um precedente.Fonte: Folha On Line

Fonte: www.camera2.com.br

Líder judeu de Roma pressiona papa sobre ‘silêncio’ de Pio 12

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Um líder judeu italiano disse ao papa Bento 16 neste domingo que seu predecessor papa Pio 12 deveria ter se manifestado com mais força contra o Holocausto para mostrar solidariedade aos judeus levados aos “fornos de Auschwitz”.
Os comentários do presidente da comunidade judaica de Roma, Riccardo Pacifici, foram feitos durante a primeira visita do papa à sinagoga de Roma e estão entre os mais explícitos já feitos por um líder judeu em público a um papa.

“O silêncio de Pio 12 antes do Shoah ainda machuca porque alguma coisa deveria ter sido feita”, disse Pacifici ao papa, usando a palavra hebraica para o Holocausto.

“Talvez isso não tivesse impedido os trens da morte, mas teria mandado um sinal, uma palavra de extremo conforto, de solidariedade humana, para aqueles nossos irmãos transportados para os fornos de Auschwitz”, disse ele.

A visita, a terceira de Bento 16 a um templo judaico desde que se tornou papa em 2005, dividiu a comunidade judaica italiana após ele ter dado continuidade ao processo de santificação de Pio 12 no mês passado. Muitos judeus dizem que Pio, que foi papa de 1939 a 1958, não fez o suficiente para ajudar os judeus que enfrentavam a perseguição da Alemanha nazista.

Em seu discurso ao papa, Pacifici prestou homenagem aos católicos italianos, padres e freiras que viveram durante a guerra, e disse que seus esforços fazem o “silêncio” de Pio doer ainda mais.

O Vaticano mantém que Pio 12 não se silenciou durante a guerra, mas que ele preferiu trabalhar nos bastidores, preocupado de que a intervenção pública pudesse piorar a situação tanto para os judeus quanto para os católicos na Europa em guerra.

Em resposta a Pacifici, Bento 16 defendeu as ações da Igreja Católica para ajudar os judeus durante a Segunda Guerra, dizendo que o Vaticano “agiu de maneira discreta e escondida”.

“A própria Sé Apostólica forneceu assistência, muitas vezes de uma maneira escondida e discreta”, disse Bento 16 em seu discurso na sinagoga.

Bento 16 foi recebido por líderes judeus internacionais e de Roma ao chegar na sinagoga às margens do rio Tibre, perto do Vaticano, para começar a visita de duas horas.

Antes de entrar no templo, líderes judeus mostraram ao papa uma placa lembrando a deportação de judeus romanos pelos alemães em 16 de outubro de 1943, e outra em homenagem a um menino de dois anos morto em um ataque armado na sinagoga em 1982.

A visita vem 24 anos após o papa João Paulo ter se tornado o primeiro papa em quase 2 mil anos a entrar em uma sinagoga e chamar os judeus de “nossos amados irmãos mais velhos”.

Grupos judaicos reagiram com raiva no mês passado, quando Bento 16, um alemão que participou da Juventude Hitlerista e do exército alemão enquanto adolescente durante a Segunda Guerra Mundial, aprovou um decreto reconhecendo as “virtudes heroicas” de Pio 12. Pelo menos um rabino e um sobrevivente do Holocausto boicotaram a visita.

Os dois passos remanescentes à santidade de Pio são a beatificação e a canonização, que podem levar muitos anos. Grupos judaicos querem que o processo seja congelado até que os arquivos do Vaticano sejam abertos a estudiosos.Fonte: G1

Fonte: www.camera2.com.br

Pastor culpa pacto com o diabo por terremoto; Casa Branca critica

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14.01.10 – 23:25

O pastor americano Pat Robertson, dono do canal “Christian Broadcasting Network”, disse ontem que a tragédia provocada pelo terremoto de terça-feira no Haiti foi decorrente do “pacto com o diabo” que setores da população fizeram para que o país se tornasse independente da França.

A declaração –mais um no rol de Robertson, famoso por fazer discursos polêmicos em seu canal de TV– causou uma série de críticas, incluindo da própria Casa Branca.

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Kevin Wolf/AP

O pastor americano Pat Robertson, para quem tremor é castigo por pacto com diabo
Em seu programa de ontem, segundo alguns meios de comunicação americanos, ele insinuou que os problemas que atingem o Haiti –tanto a pobreza como o próprio terremoto de terça– são frutos de uma “maldição” que paira sobre o país caribenho.

Essa “maldição” seria o resultado de um “pacto com o diabo” feito por haitianos que desejavam que o país se tornasse independente da França –o que ocorreu em 1804.

“Os haitianos estavam sob o jugo da França [...]. Eles se uniram e fizeram um pacto com o diabo. Disseram: ‘Serviremos a ti caso nos liberte da França’”, declarou o pastor.

A reação foi quase imediata. David Walters, editor de uma coluna religiosa do “Washington Post”, classificou como “vergonhoso” alguém sugerir que Deus ou as pessoas pobres do Haiti têm alguma relação com as causas da tragédia.

Hoje, foi a vez do porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, criticar o controverso pastor.

“Nunca deixo de me espantar que, em tempos de grande sofrimento humano, alguém diga algo que possa ser tão absolutamente estúpido”, disse Gibbs.

Já Valerie Jarrett, uma das principais conselheiras do presidente Barack Obama, disse em entrevista ao canal ABC que a opinião de Robertson não reflete o que pensa o povo americano e o presidente.

Fonte: www.camera2.com.br

Diz o blogueiro – as religiões só servem para semear a discórdia entre a espécie humana. Longe de mim todas elas.

Após reação da igreja, Lula recua sobre defesa do aborto

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12.01.10 – 08:14

Depois da reação da Igreja Católica, o presidente Lula mandou rever o trecho pró-aborto no decreto do 3° Plano Nacional de Direitos Humanos, alegando que ele não traduz a posição do governo, informa a reportagem da colunista Eliane Cantanhêde, publicada nesta terça-feira (12) pela Folha.

Pela nova redação, o texto deverá fazer uma defesa genérica do aborto, no contexto de saúde pública –para salvar a vida da mãe, por exemplo. Também haverá alterações na parte que trata da violação de direitos humanos na ditadura.

Como foi publicado pelo “Diário Oficial da União”, no dia 22 de dezembro, o plano estabelece “apoiar a aprovação do projeto de lei que descriminaliza o aborto, considerando a autonomia das mulheres para decidir sobre seus corpos”.

Na nova redação, será suprimida a parte que fala da autonomia, pois caracteriza apoio à decisão íntima de interromper a gestação, mas não é a posição do governo e de Lula.

Na última sexta-feira (8), d. José Simão, bispo de Assis (SP) e responsável pelo Comitê de Defesa da Vida do Regional Sul-1 da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), que congrega as dioceses do Estado de São Paulo, disse que a igreja vê as iniciativas do plano como uma “atitude arbitrária e antidemocrática do governo Lula”.

Polêmica

A polêmica sobre o Programa de Direitos Humanos teve início no final do ano passado, quando os comandantes do Exército, general Enzo Martins Peri, e da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito, ameaçaram pedir demissão caso Lula não revogue o trecho do programa que cria a Comissão da Verdade para apurar torturas e desaparecimentos durante o regime militar (1964-1985).

Vannuchi, por outro lado, também ameaça entregar o cargo se Lula recuar no teor do programa. Em entrevista à Folha, o ministro disse que é “um fusível removível” no governo e pedirá demissão caso o texto seja alterado para permitir a investigação de militantes da esquerda armada durante a ditadura militar –como exigem Jobim e as Forças Armadas.

Ele condena a tentativa de colocarem no mesmo nível torturadores e torturados. Uns agiram ilegalmente, com respaldo do Estado, os outros já foram julgados, presos, desaparecidos e mortos, comparou o secretário, citando o próprio presidente Lula, que foi julgado e condenado a três anos (pena depois revista) por liderar greves no ABC paulista.

O plano também foi criticado pelo ministro Reinhold Stephanes (Agricultura), pela CNA (Confederação Nacional da Agricultura) e pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil).

Os militares classificaram o documento como “excessivamente insultuoso, agressivo e revanchista” às Forças Armadas, enquanto Vannuchi defende investigações de torturas cometidas por militares.

Lula está no meio do fogo cruzado entre a área militar e Vannuchi para decidir o que fazer em relação ao programa.Fonte: Folha On Line

Fonte: www.camera2.com.br

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