Vítimas do Holocausto expressam ‘dor’ por processo de santificação de Pio

Religião 3 Comentários »

Sobreviventes do Holocausto e seus parentes pedirão a um rabino de Roma que diga ao papa Bento 16, durante visita do pontífice a uma sinagoga no fim de semana, sobre a dor que eles sentem por verem a possibilidade de que o papa Pio 12 (1939-58) seja canonizado.

“A decisão do papa Bento 16 de promover a candidatura de Pio 12 à santidade transmitiu ondas de choque por toda a minguante comunidade mundial de sobreviventes do Holocausto”, disse a mensagem que o grupo pretende entregar ao rabino-chefe Riccardo di Segni.

A agência de notícias Reuters teve acesso nesta segunda-feira a trechos da mensagem preparada pela Reunião Americana de Sobreviventes do Holocausto e Seus Descendentes, que será entregue na quarta-feira a Di Segni. O rabino receberá o papa no domingo na sinagoga.

Os signatários apelam ao rabino para que “transmita nossa dor e emoção ao papa Bento quando ele for recebido pelo sr. na sinagoga principal no domingo”.

Grupos judaicos criticaram Bento 16 por aprovar no mês passado um decreto reconhecendo as “virtudes heróicas” de Pio 12, acusado por alguns judeus de fazer vista grossa ao Holocausto.

Pontífice durante a Segunda Guerra (1939-1945), Pio 12 pode ser beatificado e canonizado (transformado em santo), mas o processo ainda pode levar anos. Grupos judaicos queriam congelar o processo até que mais arquivos do Vaticano sejam abertos a acadêmicos.

“Acreditamos que o papa deva ser recebido com amor no coração e braços abertos. Nesse espírito, porém, a fidelidade à verdade e à memória deve ser vigorosamente afirmada”, diz a mensagem.

“O histórico de silêncio de Pio durante o período da barbárie nazista contra o povo judeu é um sinal de fracasso moral. Nossos repetidos apelos para que as declarações do Vaticano de que Pio agiu para salvar vidas judaicas sejam documentadas por meio da abertura dos arquivos relevantes do Vaticano têm sido recebidas com silêncio”, acrescenta a carta.

Em uma homenagem a Pio 12 em 2008, Bento 16 insistiu que o antecessor trabalhou silenciosamente nos bastidores para salvar o maior número possível de judeus, mas também determinara o congelamento do processo até que os arquivos do Vaticano do período da guerra sejam abertos aos pesquisadores. O Vaticano argumenta intervenções mais diretas poderiam ter piorado a situação para judeus e católicos da Europa.

Em março do ano passado, o Vaticano divulgou documentos que mostram ordens de Pio 12 para que mosteiros dessem cobertura aos judeus perseguidos pelos nazistas.

O “Memorial das Religiosas Agostinianas do Mosteiro dos Quatro Santos Coroados de Roma” traz a seguinte mensagem: “O Santo Padre quer salvar todos os seus filhos, também os judeus, e ordena que os mosteiros deem hospitalidade a estes perseguidos”.

Autoridades israelenses e grupos judaicos disseram na época que, enquanto os arquivos do Vaticano sobre o papado de Pio 12 permanecem fechados para os pesquisadores, a questão sobre o que o pontífice fez ou não fez para salvar os judeus continua sem solução.

Na mensagem a ser entregue nesta semana, a Reunião Americana de Sobreviventes do Holocausto e Seus Descendentes, que representa 80 mil famílias, diz que “grande parte da nação italiana e de instituições católicas individuais” tentaram ajudar judeus durante o Holocausto, mas que “o Vaticano não apresentou documentos para mostrar que Pio estivesse entre eles”.

O Vaticano diz que os arquivos vão demorar a ser abertos devido ao enorme número de documentos envolvidos.

Polêmicas

O pontificado de Bento 16 tem sido marcado por pontos de atrito entre o Vaticano e alguns grupos judaicos.

Em 2007, o papa enfureceu muitos judeus ao suspender restrições a missas em latim com o rito tridentino, que contém uma oração pela conversão dos judeus. A Associação dos Rabinos Italianos decidiu, em resposta à decisão sobre a missa, boicotar as celebrações do dia anual de diálogo inter-religioso entre judeus e cristãos, no dia 17 de janeiro, instituído pelo papa João Paulo 2º como uma forma de combater o antissemitismo.

Em janeiro do ano passado, o Vaticano determinou a reabilitação do bispo Richard Williamson, cuja excomunhão foi suspensa junto às de outros três bispos tradicionalistas expulsos da igreja nos anos 80 por terem sido ordenados sem a permissão do papa João Paulo 2º. Depois de anunciado o perdão papal, foi ao ar uma entrevista em que Williamson negou a extensão do Holocausto. Williamson disse acreditar que não existiram câmaras de gás e que não mais do que 300 mil judeus pereceram em campos de concentração nazistas, em vez do total de 6 milhões afirmado pelos historiadores.

Em meio a uma forte reação internacional, o papa exigiu que Williamson se retratasse, dizendo que negar o Holocausto é “totalmente inaceitável”. Em março, após ser expulso da Argentina, Williamson pediu perdão pelas declarações sobre o Holocausto, mas não rejeitou o que dissera. Nem o Vaticano nem grupos judaicos aceitaram o pedido.

Na época do escândalo, o Vaticano informou que o papa não sabia dessas declarações de Williamson e o próprio Bento 16 admitiu, em uma carta a bispos, que a igreja tinha de aprender a usar apropriadamente a internet, onde eram disponíveis comentários semelhantes de Williamson antes do perdão.

Em julho, Bento 16 removeu o cardeal Darío Castrillón Hoyos da presidência do departamento responsável pela reaproximação com o grupo dissidente tradicionalista, visto como responsável pelo episódio.

Dias antes do início da polêmica em torno de Williamson, o cardeal Renato Martino, presidente do Conselho Pontifício de Justiça e Paz do Vaticano, disse que a faixa de Gaza, durante uma ofensiva de 22 dias das Forças Armadas de Israel, assemelhava-se a um campo de concentração.

Fonte: www.camera2.com.br

Diz o blogueiro – já escrevi certa feita e repito agora. O “Homo burrus”, assim defino o ser humano, num passado muito distante criou a moeda como instrumento de troca e igualmente a religião como forma de buscar compreender sua origem e existência. Da moeda derivou o capital e toda vez que capital e religião se juntam dá merda. As religiões são um grande negócio para quem vive delas. A de Roma, esta está fadada ao desaparecimento, pois continua com a mentalidade no medievo e tem em seus quadros um número difícil de estimar de tarados sexuais.

Papa vai vistar a sinagoga de Roma

Religião Sem comentários »

A comunidade israelense de Roma confirmou, em uma nota divulgada nesta sexta-feira, pela sala de imprensa do Vaticano, a visita do papa Bento XVI à sinagoga da capital italiana, marcada para a tarde do próximo dia 17. “O encontro ocorrerá por ocasião do 21° Dia Para o Aprofundamento e o Desenvolvimento do Diálogo Entre Católicos e Judeus, que neste ano coincide com a festa hebraica romana do Mo’èd di Piombo”, explica o comunicado.

O Mo’èd di Piombo é uma festa que relembra um acontecimento de 1793, quando o povo da cidade tentou incendiar as casas do gueto judeu acusando os judeus de protegerem os franceses que chegavam à Itália com idéias revolucionárias. Inesperadamente, uma forte chuva caiu sobre Roma extinguindo o fogo, dispersando os atacantes e salvando os hebreus, que passaram a encarar o caso como um milagre. A ocasião representa a vontade de sobreviver às perseguições e ao antissemitismo. A confirmação da visita de Bento XVI é divulgada semanas após a polêmica despertada pela assinatura do Decreto das Virtudes de Pio XII. Ocorrida no dia 19 de dezembro, esta é uma das últimas etapas para a beatificação do papa, que exerceu seu pontificado entre 1939 e 1958. A iniciativa foi criticada pela comunidade judaica, que acusa Pio XII de ter sido omisso perante a morte de milhões de judeus no Holocausto, durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Fonte: www.videversus.com.br

Igrejas são atacadas por traduzir ‘Alá’ como ‘Deus’

Religião Sem comentários »

08.01.10

Três igrejas na Malásia foram atacadas nesta sexta-feira, 8, com bombas incendiárias, e um dos templos foi bastante danificado. O país vive uma tensão entre católicos e muçulmanos extremistas por causa de uma decisão da Suprema Corte. O órgão suspendeu uma medida que proibia os católicos de usarem a palavra “Alá” como tradução para “Deus” na edição em língua malaia do principal jornal católico, o Herald.

“O Islã está acima de tudo. Cada cidadão deve respeitar isso”, disse Ahmad Johari, que participou das orações muçulmanas de hoje na Mesquita Nacional. “Eu espero que o tribunal compreenda o sentimento da maioria dos muçulmanos da Malásia. Nós podemos lutar até a morte por causa dessa questão”.

No primeiro ataque, o escritório localizado no térreo do prédio de três andares da Metro Tabernacle Church foi destruído por um incêndio iniciado por uma bomba jogada por agressores que estavam numa motocicleta, logo depois da meia-noite. As áreas de oração, nos andares superiores não foram atingidas e não houve feridos.

Duas outras igrejas foram atacadas horas mais tarde. Numa delas, houve pequenos danos e a outra nada foi danificado. Ninguém foi detido.

O primeiro-ministro, Najib Razak, condenou os ataques contra as igrejas, que aconteceram antes do amanhecer em diferentes subúrbios de Kuala Lumpur. Ele disse que o governo vai “tomar todas as medidas necessárias para evitar tais ataques”.

Muçulmanos

Os muçulmanos são 60% da população da Malásia e boa parte está insatisfeita com a decisão da Justiça. Muitos dizem que o uso da palavra por integrantes de outras religiões confunde as pessoas, incitando-as a se converter aos cristianismo.

Durante as orações de hoje nas duas principais mesquitas do centro de Kuala Lumpur, fiéis carregavam faixas e fizeram discursos rígidos, prometendo defender o Islã.

“Não vamos permitir que a palavra Alá seja escrita em suas igrejas”, gritou um jovem num alto-falante na mesquita Kampung Bahru. Cerca de 50 pessoas carregavam faixas nas quais se lia “A heresia aflora de palavras usadas erradamente” e “Alá é apenas para nós”.

As manifestações foram realizadas dentro das instalações da mesquita por causa de uma ordem policial que proíbe protestos nas ruas. Após a manifestação, os participantes se dispersaram pacificamente.

Os leitores do Herakd, cristãos das tribos de Sabah e Sarawak que falam apenas malaio, sempre se referiram a Deus como “Alá”, uma palavra árabe usada não apenas por muçulmanos, mas também por cristãos em países de maioria muçulmana como Egito, Síria e Indonésia.Fonte: Yahoo Notícias

Fonte: www.camera2.com.br

Diz o blogueiro – já faz muito empo que afirmo que religião e dinhiero são a perdição da humanidade.

Após incidente, Grã-Bretanha teme islamismo nas universidades

Religião Sem comentários »

A informação de que o nigeriano suspeito de tentar explodir um avião americano no dia de Natal aderiu à Al Qaeda na época em que estudava em Londres desperta preocupação sobre o radicalismo islâmico nas universidades britânicas, e desafia as autoridades a conciliar segurança e liberdade de expressão.
O temor é de que uma nova geração de militantes tenha surgido no país e seja capaz de reconstruir o papel que Londres tinha na década de 1990 como centro islâmico da Europa, mas desta vez usando redes privadas e as sociedades de debates dos campi universitários, em vez de mesquitas.
O vice-primeiro-ministro do Iêmen para a Defesa e a Segurança, Rshad Al Alimi, disse a jornalistas em Sanaa que o nigeriano Umar Farouk Abdulmutallab, preso no dia de Natal com explosivos em um voo Amsterdã-Detroit, foi recrutado pela Al Qaeda na Grã-Bretanha, onde estudou entre 2005 e 2008 no University College de Londres, chegando a presidente da entidade estudantil Sociedade Islâmica.
O especialista na questão da radicalização e professor do King’s College londrino, Peter Neumann, disse que militantes pró-Al Qaeda estão presentes em alguns campi britânicos, mas que é difícil separar as suas atividades do debate estudantil legítimo.
“As universidades são lugares onde os jovens experimentam ideias radicais como parte do seu crescimento. É normal. É parte do que a universidade é, e bastante legítimo”, afirmou ele à Reuters. “Mas extremistas de fato aderem às sociedades islâmicas de debates em alguns campi porque você encontrará jovens, às vezes um pouco vulneráveis, talvez vivendo longe de casa entre brancos não muçulmanos pela primeira vez e precisando de amizade”.
O secretário (ministro) do Interior, Alan Johnson, disse nesta semana que o serviço de segurança MI5 estava ciente de Abdulmutallab quando ele estudava em Londres, embora não fosse visto como uma pessoa envolvida no extremismo violento.
O University College está investigando a passagem de Abdulmutallab por lá, e a entidade Universities UK decidiu examinar formas pelas quais todas as universidades poderão tomar “ações apropriadas” contra o extremismo sem violar a liberdade acadêmica. “Há uma linha estreita sobre a qual temos de caminhar, entre assegurar a liberdade de expressão, por um lado, e salvaguardar contra seu exercício ilegal, por outro, como na incitação do ódio religioso ou racial”, disse Malcolm Grant, presidente do University College de Londres, em artigo no Times Higher Education.
Para Anthony Glees, diretor do Centro para a Segurança e os Estudos da Inteligência da Universidade de Buckingham, e crítico contumaz das sociedades universitárias islâmicas, o relato sobre a adesão de Abdulmutallab na Grã-Bretanha deve estar correto. “Sim, Abdulmutallab recebeu sua bomba e seu treinamento no Iêmen, mas é inconcebível que tenha ido embora do Reino Unido para o Iêmen e aí repentinamente decidido que queria ser treinado pela Al Qaeda”.
Analistas dizem que o debate sobre a presença islâmica nos campi fica mais complicado por causa do acalorado clima político em relação ao Afeganistão. O grupo islâmico Islam4UK causou indignação neste mês ao anunciar que pretendia realizar uma passeata contra as mortes de civis afegãos em uma cidade inglesa que realiza cortejos fúnebres para soldados britânicos mortos no Afeganistão.Fonte: Terra

Fonte: www.camera2.com.br

Bispo argentino é condenado por abuso sexual

Religião Sem comentários »

Marcia Carmo

De Buenos Aires para a BBC Brasil

Advogado de Storni diz acreditar que bispo cumprirá pena domiciliar

A Justiça argentina condenou nesta quarta-feira o bispo católico Edgardo Gabriel Storni a oito anos de prisão por abusos sexuais cometidos quando comandava a arquidiocese da cidade de Santa Fé.

A juíza María Amalia Mascheroni condenou Storni “por abuso sexual agravado por sua condição de sacerdote” em um processo iniciado pelo ex-seminarista Rubén Descalzo em 2002.

Descalzo acusava o bispo de ter cometido os abusos no seminário e durante retiros espirituais em 1992.

“Ele me convidou a ir ao seu apartamento”, disse o ex-seminarista em seu depoimento. “Quando cheguei, só havia uma luz acessa. Ele me deu um abraço longo e me beijou.”

Histórico

Outros seminaristas realizaram denúncias semelhantes, mas elas foram arquivadas devido ao tempo entre o crime que teria ocorrido e o início do processo.

O caso envolvendo o ex-arcebispo ficou conhecido nos anos 1990 e gerou ainda mais polêmica no ano 2000, a partir de uma denúncia publicada no livro Nuestra Santa Madre (Nossa Santa Mãe), da jornalista Olga Wornat.

Dois anos mais tarde, o então arcebispo renunciou ao cargo e mandou uma carta ao papa João Paulo 2º negando as acusações.

Pouco depois, Storni foi substituído no posto de arcebispo da cidade de Santa Fé e seu pedido de aposentadoria foi atendido. Atualmente, ele mora em uma casa da Igreja na província de Córdoba.

O advogado de Storni diz acreditar que o ex-arcebispo deverá cumprir prisão domiciliar por ter mais de 70 anos de idade.

Fonte:  http://www.bbc.co.uk

Diz o blogueiro – como pode uma instituição como esta igreja sobreviver no terceiro milênio quando se comporta como se no medievo? Penso que seu fim já esteja definido, sendo apenas questão de tempo. E já vai tarde.

Igreja dos EUA diz que ‘Deus odeia Lady GaGa’

Religião Sem comentários »


A ultraconservadora Igreja Batista de Westboro, baseada no estado de Kansas, nos EUA, afirmou que a cantora Lady GaGa “vai para o inferno” por supostamente liderar uma “rebelião contra Deus”, informou o site Popcrunch.

Liderada pelo reverendo Fred Phelps a igreja, famosa por seus protestos em funerais de soldados norte-americanos mortos em guerras, e por se manifestar publicamente contra gays e lésbicas, emitiu um comunicado intitulado “Deus odeia Lady GaGa”.

Amanda Schwab/AP
A cantora Lady Gaga virou alvo de ataques de igreja ultraconservadora nos Estados Unidos
A cantora Lady Gaga virou alvo de ataques de igreja ultraconservadora nos Estados Unidos

O documento, publicado no site da igreja, afirma que a cantora usa “moda” e “arte” como disfarce para ensinar os jovens “a se rebelar contra Deus.”

A controversa igreja, que não é reconhecida por outras comunidades batistas dos EUA, promete realizar um protesto em frente ao teatro onde será realizado o show de Lady GaGa no Missouri, no próximo dia 7 de janeiro.

Alguns fãs da cantora acreditam que ela tenha sido alvo dos ataques por seu discurso na Marcha para a Igualdade Nacional, evento de promoção da defesa dos direitos dos homossexuais, realizada em Washington no início deste ano. A cantora terminou seu discurso com a frase: “abençoemos a Deus e aos gays”.

Fonte: Folha On Line

Diz o blogueiro – o homem inventou as religiões para tentar explicar a si mesmo sua origem. O negócio de tornou tão bom que até hoje a cada dia surge mais uma. Por certo deve ser um bom negócio. Divirto-me quando vejo a disputa pela propriedade de Deus, como se Ele pudesse pertencer a alguma igreja.

Espanha detém nove por tentar matar mulher acusada de adultério

Religião Sem comentários »

06.12.09

Nove homens foram presos na Catalunha, no nordeste da Espanha, por tentar matar uma mulher a quem acusavam de adultério. Os homens queriam aplicar a rígida lei islâmica, conhecida como sharia, informou neste domingo a polícia local.

A mulher foi sequestrada em março passado e mantida em uma casa isolada, na localidade catalã de Valls. Lá, os nove homens organizaram um tribunal islâmico.

“Estas pessoas haviam constituído uma espécie de tribunal para aplicar a lei islâmica. A mulher foi julgada e condenada à morte”, disse o porta-voz.

A ré, no entanto, conseguiu escapar e denunciou o grupo à polícia. As detenções foram realizadas em 14 de novembro passado.

Segundo a imprensa espanhola, os nove homens seriam do Magrebe, informação que não foi confirmada pela polícia. Fonte: Folha On Line

Fonte: www.camera2.com.br

Bastam R$ 418 para criar igreja e se livrar de imposto

Noticias, Religião Sem comentários »

29.11.09

deu na folha de s.paulo Bastam R$ 418 para criar igreja e se livrar de imposto Bastaram dois dias úteis e R$ 218,42 em despesas de cartório para a reportagem da Folha criar uma igreja. Com mais três dias e R$ 200, a Igreja Heliocêntrica do Sagrado EvangÉlio já tinha CNPJ, o que permitiu aos seus três fundadores abrir uma conta bancária e realizar aplicações financeiras livres de IR (Imposto de Renda) e de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras).

Seria um crime perfeito, se a prática não estivesse totalmente dentro da lei. Não existem requisitos teológicos ou doutrinários para a constituição de uma igreja. Tampouco se exige um número mínimo de fiéis.

Basta o registro de sua assembleia de fundação e estatuto social num cartório. Melhor ainda, o Estado está legalmente impedido de negar-lhes fé. Como reza o parágrafo 1º do artigo 44 do Código Civil: “São livres a criação, a organização, a estruturação interna e o funcionamento das organizações religiosas, sendo vedado ao poder público negar-lhes reconhecimento ou registro dos atos constitutivos e necessários ao seu funcionamento”.

A autonomia de cada instituição religiosa é quase total. Desde que seus estatutos não afrontem nenhuma lei do país e sigam uma estrutura jurídica assemelhada à das associações civis, os templos podem tudo. Assinante do jornal leia mais em: Bastam R$ 418 para criar igreja e se livrar de impostoFonte: Noblat

Fonte: www.camera2.com.br

Principal líder religioso saudita condena terrorismo em nome do islã

Religião Sem comentários »

26.11.09

O grande mufti da Arábia Saudita, Abdulaziz bin Abdala al Sheikh, lembrou aos muçulmanos, nesta quinta-feira, 26, que o terrorismo não é apoiado pelo islã e qualificou de “malvadas” as missões suicidas cometidas em nome da religião.

A mensagem do xeque, que é a principal autoridade religiosa do país, fez parte do sermão antes das orações das 12h, no segundo dia dos rituais anuais da peregrinação a Meca (Hajj), com a participação de cerca de 2,5 milhões de pessoas este ano, segundo as autoridades sauditas.

O grande mufti pronunciou seu sermão na mesquita de Namira, aos pés do Monte Arafat, o lugar onde o profeta Maomé pronunciou seu último sermão e que fica a cerca de 20 km ao sudeste de Meca.

“O terrorismo é um problema internacional [...]. O dever do muçulmano é se opor a isso”, afirmou o xeque em uma das sacadas da mesquita, cuja esplanada ocupa uma área de 110 mil metros quadrados e pode receber cerca de 300 mil fiéis.

O mufti saudita disse que os responsáveis por cometer as “malvadas” missões suicidas em nome do islã “não recebem o apoio de Alá nem do islã”, e alertou os que promovem a destruição “em nome do sectarismo”.

Em seu sermão, o xeque criticou também a “magia negra” e os bruxos que dizem seguir os princípios islâmicos, e também os efeitos que as drogas estão causando entre a juventude muçulmana. “As drogas destroem a nação do islã”, disse.

Também lamentou, em seu discurso, que alguns países muçulmanos questionem a legitimidade de que a mulheres usem véu.

O sermão do mufti foi o momento-chave nos dias mais importantes da peregrinação a Meca, que, em diversos períodos, é feita em um corredor que liga a cidade e o Monte Arafat.

O príncipe de Meca, Khalid al Faisal, anunciou nesta que o número de peregrinos mortos pelas chuvas, que atingem o país desde ontem, na cidade de Jidda, subiu para 77, segundo o canal de televisão saudita Al Arabiya e não descartou que o número de mortos aumente.

As regiões mais atingidas foram as de Jidda, Meca e Rabegh. Na primeira, foi registrada a metade das vítimas e, no total, caíram cerca de 70 milímetros de chuva em menos de duas horas, o que representa mais de dois terços da precipitação média anual do país.

Alguns dos que ontem queriam chegar a Meca a partir de Jidda não alcançaram seu objetivo ou tiveram que gastar um dia inteiro a um deslocamento que normalmente fazem em 45 minutos. Fonte: Folha On Line

Fonte: www.camera2.com.br

Igreja encobriu por 40 anos os abusos sexuais cometidos por padres, diz relatório do governo da Irlanda

Religião Sem comentários »

26.11.09

A Igreja católica irlandesa encobriu por 40 anos os abusos sexuais cometidos contra crianças por padres da região de Dublin, segundo um documento oficial publicado nesta quinta-feira (26).

“O informe cataloga um mal após o outro cometido em nome de quem foi visto perversamente como o maior bem”, declarou em entrevista coletiva o ministro da Justiça irlandês, Dermot Ahern, ao apresentar o informe de 700 páginas encomendado pela governo.

Segundo o relatório, a conivência entre a hierarquia eclesiástica e as autoridades do Estado, entre elas a própria polícia e a promotoria, serviu para encobrir os esforços de quatro bispos dublinenses para manter o prestígio da Igreja, proteger os pederastas e evitar os escândalos. Essas são algumas das conclusões do documento elaborado pela juíza Yvonne Murphy.

O governo disse que “os perpretadores devem ser levados à justiça, e o povo da Irlanda deve saber que isso não pode acontecer novamente”

Este é o segundo maior relatório encomendado pelo governo este ano explorando como e por quê autoridades irlandesas permitiram a disseminação dos abusos de garotos e garotas nas mãos da Igreja Católica, o escândalo mais grave na história da Irlanda independente.

O relatório analisa 320 acusações contra 46 padres. Os 46 investigados foram selecionados de mais de 150 padres de Dublin envolvidos em casos de abuso e estupro de crianças desde 1940. O documento nomeou 11 padres porque eles foram condenados por abuso contra crianças. Outros 33 foram citados apenas por um nome e dois não tiveram os nomes publicados porque a justiça decidiu que a publicação poderia prejudicar a possibilidade deles receberem uma julgamento criminal justo.

Os investigadores passaram três anos analisando os arquivos secretos da igreja de Dublin.

Vítimas dos abusos comemoraram a divulgação do relatório com as investigações de casos de abusos contra crianças cometidos entre 1975 e 2004 na Arquidiocese de Dublin, que acolhe um quatro dos 4 milhões de católicos da Irlanda. Fonte: UOL

Fonte: www.camera2.com.br

Diz o blogueiro – esta igreja é das cosias mais arcaicas e podres eu há na face deste planeta.

WP Theme & Icons by N.Design Studio
Entries RSS Comments RSS Login