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Lula: blindagem a FHC deve anular condenação

“Diante dessas revelações, espera-se que as evidências sejam usadas para anular as injustas condenações contra o Instituto e contra o ex-presidente Lula”, diz o Instituto Lula sobre Sérgio Moro ter atuado para proteger FHC por apoio político

Lula participa de ato em defesa das democracias no Fórum Social Mundial de Salvador. 
Foto: Ricardo Stuckert

Salvador (BA), 15/03/0218.

247 –  Em nota publicada na noite esta terça-feira (18), o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamoto, pediu o cancelamento da condenação do ex-presidente Lula (PT), após divulgação de novas conversas entre o ministro da Justiça, Sérgio Moro, e procuradores da operação Lava Jato, atuando de forma parcial contra o petista.

“Surgem à luz conversas entre procuradores e juiz que, buscando atingir politicamente Lula e o projeto político que ele representa, combinaram proteger um adversário partidário em troca de seu apoio. Mais do que isso, procuradores expressamente confessam nas conversas que impediram uma investigação em outro instituto porque isso causaria embaraço em sua perseguição ao Instituto Lula”, diz a nota.

“Diante dessas revelações, espera-se que as evidências sejam usadas para anular as injustas condenações contra o Instituto e contra o ex-presidente Lula”, completa.

Leia a nota na íntegra

O Instituto Lula sempre recebeu doações oficiais e registradas. Mesmo assim, foi alvo de uma investigação implacável, que durou anos e resultou em uma multa ilegal e milionária.

Nesse período, o Instituto chegou a ser fechado por decisão judicial, o que foi corrigido pela própria Justiça diante da manifesta ilegalidade da medida.

Agora, surgem à luz conversas entre procuradores e juiz que, buscando atingir politicamente Lula e o projeto político que ele representa, combinaram proteger um adversário partidário em troca de seu apoio.  

Mais do que isso, procuradores expressamente confessam nas conversas que impediram uma investigação em outro instituto porque isso causaria embaraço em sua perseguição ao Instituto Lula.  

Diante dessas revelações, espera-se que as evidências sejam usadas para anular as injustas condenações contra o Instituto e contra o ex-presidente Lula. 

Paulo Okamotto

Diretor-presidente do Instituto Lula

Copiado de:  https://www.brasil247.com/brasil/em-nota-instituto-lula-pede-anulacao-de-condenacao-do-ex-presidente?utm_source=notification-mobile&utm_medium=notification

Renda do trabalhador mais pobre segue em queda e ricos já ganham mais que antes da crise

Desemprego depois da recessão de 2015/2016 derrubou em 20% ganhos dos mais vulneráveis e ampliou a desigualdade no mercado de trabalho apesar do quadro de recuperação da economia

Gilvan Santos, a filha caçula e a mulher | Foto: Fernando Cavalcanti
do El País 
Renda do trabalhador mais pobre segue em queda e ricos já ganham mais que antes da crise

A recessão que o Brasil atravessou entre 2015 e 2016 afetou ricos e pobres, mas passados 3 anos desde o fim da “pior crise do século”, como foi batizada à época, fica claro que os efeitos deletérios desse período foram diferentes para os 2 grupos. Os brasileiros mais abastados já viraram a página das vacas magras. Os pobres, ainda não. Estudo do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas revela que depois da tempestade, os 10% mais ricos já acumulam aumento de 3,3% de renda do trabalho, ou seja, além de superar as perdas, já ganham mais que antes da recessão. Enquanto isso, os brasileiros mais vulneráveis amargam uma queda de mais de 20% da renda acumulada. Se somarmos os últimos sete anos, a renda do estrato mais rico aumentou 8,5% e a dos mais pobres caiu 14%.

A depressão econômica e a tímida recuperação que se seguiu pegou em cheio famílias como a de Gilvan Alves dos Santos, de 44 anos. Assistente de logística de uma empresa há 17 anos, ele viu seu salário se transformar na única renda fixa de uma família de 6 pessoas. 3 dos seus 4 filhos estão desempregados (a caçula de 15 anos é estudante do ensino médio) e a mulher que trabalhava como estoquista foi demitida. Hoje sua parceira estuda fotografia. Para completar a situação financeira complicada, Santos não conseguiu durante muito tempo pagar empréstimo e se viu enrolado numa dívida de R$ 10 mil. Após renegociar com o banco, logrou pagar 1/10º do que devia, e saiu das estatísticas da inadimplência. Uma das filhas também tem ajudado com a renda da casa fazendo bicos de babá. “A situação na família apertou e a renda per capita diminui muito”, lamenta. Com o orçamento apertado, a família de Santos engrossou o grupo dos 50% mais pobres — contabilizando menos de 754 reais por pessoa.

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Diferentemente de Santos, Elisa Guimarães Figueiredo, de 33 anos, que também trabalha com logística seguiu caminho de crescimento nos últimos anos mantendo-se no estrato mais rico da sociedade. “A crise, na verdade, foi uma oportunidade”, conta. Como trabalhava no setor de ferrovia e, depois em um porto, ela abriu mercado oferecendo soluções de redução de custos a pessoas que utilizavam o transporte rodoviário. Entre 2015 e 2017, ela conseguiu dobrar o salário e hoje se tornou consultora de logística em uma importante consultoria global.

O retrocesso de Gilvan e o crescimento de Elisa são os 2 lados da moeda da economia brasileira. A retomada da atividade brasileira é bastante desigual entre os trabalhadores. Segundo o levantamento do Ibre/FGV, as oscilações na relação entre a renda média do trabalho dos 10% mais ricos e dos 40% mais pobres mostram que, desde 2015, essa desigualdade vem crescendo, e atingiu em março o maior patamar desde 2012, quando começou a ser feita uma série histórica sobre o assunto. O indicador utilizado pelo levantamento é o índice de Gini, que monitora a desigualdade de renda em uma escala de 0 a 1 — sendo que, quanto mais perto do 1, maior é a desigualdade. O Brasil atingiu o valor de 0,6257 em março.

Renda efetiva leva em conta além do salário habitual, rendas variáveis como bônus, 13º salário, comissões

Para o pesquisador Daniel Duque, os mais pobres sentem muito mais o impacto da crise pela vulnerabilidade social e pela dinâmica do mercado de trabalho. “Há menos empresas contratando e demandando trabalho, ao passo que há mais pessoas procurando. Essa dinâmica reforça a posição social relativa de cada 1. Quem tem mais experiência e anos de escolaridade acaba se saindo melhor do que quem não tem”, disse o pesquisador em nota.

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Quanto mais perto de 1, maior é a desigualdade

Na avaliação do Marcelo Medeiros, vinculado à Universidade de Princeton nos Estados Unidos, a recuperação até agora quase não gera empregos e praticamente só favorece os trabalhadores de renda mais alta. “Os mais pobres estão sendo deixados para trás”, diz.

Medeiros começou a estudar de que forma as oscilações macroeconômicas afetaram a desigualdade de renda do trabalho que cresceu nos últimos anos. Junto com Rogério Barbosa, pesquisador pós-doutor do Centro de Estudos da Metrópole (USP) e visitante da Universidade Columbia, Medeiros detectou que, entre 2014 e 2015, há uma interrupção da queda da desigualdade. “Em boa medida o desemprego é o carro chefe da tendência de aumento da desigualdade recente. Em questão de um ano e meio, o trabalho distributivo passa a ser desfeito na mesma velocidade em que ele tinha sido feito”, explica Barbosa. Ele conta que nos anos 2000, o índice Gini caía 7 pontos ao ano, justamente quando o país vivia um boom de empregos.

Renda efetiva leva em conta além do salário habitual, rendas variáveis como bônus, 13º salário, comissões

A desigualdade se acentua em 2016, com a renda menor entre os trabalhadores. “A partir daí temos um aumento de 20 pontos no Gini devido à desigualdade dentro do mercado, instabilidade, e insegurança para quem sobreviveu”, diz. No fim de março, 13,4 milhões de pessoas estavam desempregadas no Brasil, segundo dados do IBGE.

Analisando a série dessazonalizada (quando se exclui os efeitos das variações típicas de cada período do ano), é possível observar que, em meados de 2014, os 50% mais pobres se apropriavam de 5,74% de toda renda efetiva do trabalho. No primeiro trimestre de 2019, a fração cai para 3,5%. Para esse grupo que controla uma quantia pequena do montante existente, essa redução de apenas 2.24 pontos percentuais representa, em termos relativos, uma queda de quase 40%.

Enquanto isso, o grupo dos 10% mais ricos da população, na metade de 2014, recebia cerca de 49% do total da renda do trabalho — e vinha apresentando redução nessa parcela, ao longo dos anos anteriores. No início de 2019, sua fração chega a 52%. Para Barbosa, a desigualdade de renda aumenta por 2 motivos nos últimos ano. Primeiro, porque muitas das pessoas que conseguem reingressar no mercado vão para o setor informal e inseguro, portanto preocupados em reduzir gastos, inibindo a circulação de dinheiro na economia. E, por outro lado, as pessoas que ficaram no setor formal têm colocações melhores, e, eventualmente, chegam a melhorar seus ganhos. “Desigualdade não é apenas ganhar ou perder, é ganhar mais rápido. Se alguém se distancia do restante da população, aumenta a desigualdade. O topo do mercado formal está se distanciando da base de forma muito rápida, algo que não víamos desde o começo de 1990”, explica Barbosa.

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Greenwald: Moro foi corrupto e prevaricou para proteger FHC

FHC se acanalha mais uma vez e defende Lula preso, mesmo com fraude processual de Moro

“Mesmo que o Moro tenha se excedido, os fatos são vários. Não creio que o Supremo anule por causa disso”, disso ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em entrevista ao portal Jota. O ministro Gilmar Mendes, no entanto, disse que a fraude processual cometida por Moro leva à anulação do processo

FHC diz que país vive 'momento de transição perigoso'

247 – O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso defendeu que o ex-presidente Lula permaneça preso, mesmo que o ex-juiz Sergio Moro tenha cometido fraude processual ao se integral à equipe de acusação comandada pelo procurador Deltan Dallagnol.

O ato de Moro ir para o governo está previsto em lei. Ele tinha que sair da magistratura para isso. E ele saiu. Pode criticar se foi certo ou se for errado, mas este é um julgamento político. Outra coisa é o fundamento para a prisão do Lula. O Lula, eu lamento, mas tem muitos processos e reiteradamente há fatos. Eu lamento, porque não tenho nenhuma satisfação de ver pessoa como Lula na cadeia. Mas se eu fosse juiz, ia julgar com os fatos. Mesmo que o Moro tenha se excedido, os fatos são vários. Não creio que o Supremo anule por causa disso”, disse FHC ao portal Jota.

Leia a seguir o artigo de Leonardo Attuch Se Moro é suspeito, Lula é inocente

Copiado de:  https://www.brasil247.com/poder/fhc-se-acanalha-mais-uma-vez-e-defende-lula-preso-mesmo-com-fraude-processual-de-moro?utm_source=notification-mobile&utm_medium=notification

Bomba: Lava Jato protegeu FHC para fingir imparcialidade

O The Intercept acaba de desmoralizar o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que pedia dinheiro para Marcelo Odebrecht mas hoje defende que o ex-presidente Lula seja mantido como preso político

Intercept divulga nova bomba sobre FHC

The Intercept – Um trecho do chat privado entre Sergio Moro e o procurador Deltan Dallagnol revela que o ex-juiz discordou de investigações sobre o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso na Lava Jato porque, nas palavras dele, não queria “melindrar alguém cujo apoio é importante”. O diálogo ocorreu em 13 de abril de 2017, um dia depois do Jornal Nacional ter veiculado uma reportagem a respeito de suspeitas contra o tucano.

Naquele dia, Moro chamou Deltan Dallagnol em um chat privado no Telegram para falar sobre o assunto. O juiz dos processos da Lava Jato em Curitiba queria saber se as suspeitas contra o ex-presidente eram “sérias”. O procurador respondeu acreditar que a força-tarefa – por meio de seu braço em Brasília – propositalmente não considerou a prescrição do caso de FHC e o enviou ao Ministério Público Federal de São Paulo, segundo ele, “talvez para [o MPF] passar recado de imparcialidade”.

Leia aqui a íntegra da nova reportagem.

Copiado de:  https://www.brasil247.com/poder/bomba-lava-jato-protegeu-fhc-para-fingir-imparcialidade?utm_source=notification-mobile&utm_medium=notification

No Brasil, até o VAR é suspeito!

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Chargista Renato Peters – Globo Esporte (reprodução)

Imagem da Matéria

Depois de tantas suspeições no campo jurídico, em que um juiz coloca um procurador na cara do gol e diz em qual canto ele deve chutar, alguns lances do VAR parecem mostrar que nem a extrema tecnologia evita “polêmicas”. Nota: polêmico é todo lance ilegal que favorece ao Internacional; equívoco é tudo aquele que prejudica ao Internacional.

No Brasil é assim: constitucional é aquilo que me agrada; inconstitucional é aquilo com o qual não concordo. Assim, o VAR está certo quando beneficia; errado quando prejudica.

O caso do gol da posição do Lindoso contra o Bahia é um escândalo do VAR, comparável ao jogo Botafogo x Palmeiras.

Impressiona que os comentaristas de arbitragem se deixem envolver nesse “jogo”. Em vez de fazerem jornalismo sério, sem medo de contrariar torcedores e patrões, os comentaristas fazem um ´chapabranquismo´.

E o VAR ainda trouxe outra coisa deletéria: o cara de plantão, tipo Sandro Meira Ricci, que lá está como um agente infiltrado para concordar com o árbitro e o VAR. Que feio!

No mais, nesse marasmo sem campeonatos e a chatice dessa Copa América meia-boca, para não dizer patética, o que resta é examinar o comportamento da IVI – Imprensa Vermelha Isenta. Depois do jogo contra a Bolívia, a IVI da Ipiranga colocou Everton…só que não na edição de papel. Colocou na edição digital. Nada surpreendente.

Também não surpreende a IVI do centro, em que o Correio do Povo preferiu Casemiro e Felipe Coutinho a Everton. Fazer o quê? Isso de IVI não existe. IVI é como chifre: é uma coisa que inventam e colocam na sua cabeça.

Luan & os amigos

Espero que o Grêmio esteja treinando.

É que semana passada, no dia do jogo contra o Botafogo, viajei no mesmo voo comercial em que Luan e amigos foram ao Rio, com indicativos de que iam ao exterior. Jogar que é bom, nada.

Luan estava autorizado a viajar no dia em que o time jogou contra o Botafogo? Com a palavra, a diretoria.

Ele parecia muito bem. Caminhava rapidamente, brincava e curtia música.

Depois dessa Copa meia-boca terminar, espero ver Luan em campo. Simples assim.

Copiado de:  https://www.espacovital.com.br/noticia-37096-no-brasil-ate-var-e-suspeito

SBT e Ratinho indenizarão dois padres com R$ 872 mil

 


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Montagem EV sobre foto Divulgação/SBT)

Imagem da Matéria

Teatro de absurdos Vinte anos depois dos fatos, vai custar caro ao SBT e ao apresentador Carlos Massa, o “Ratinho”, uma sucessão de incontinências verbais associada ao erro na divulgação de uma imagem, tudo deturpado a partir de um fato ocorrido em 1999, na cidade de Astorga (PR).Ali, no dia 17 de abril daquele ano, na Paróquia de São Sebastião, deixou de ser realizada a cerimônia religiosa do casamento de um homem e uma mulher, moradores locais. Na véspera, o cidadão comunicara ao pároco que o matrimônio estava cancelado. Padrinhos e convidados também foram avisados.

Na pequena cidade do norte paranaense (25 mil habitantes), houve desolação entre familiares e conhecidos. E também – tal como um rastilho de pólvora – surgiu um mexerico, supostamente atribuído à boca da noiva defenestrada: “O ex-noivo desistiu para ficar com o padre que celebraria o casamento”

Os fatos foram divulgados nas semanas seguintes, com detalhes irônicos e fantasiosos, em duas edições no programa televisivo do SBT. Mais: também houve a exibição (errada) das imagens de um outro clérigo, de anterior atuação na paróquia, como se tivesse sido o celebrante que realizaria o casamento que não houve.

O repórter Hebert de Souza, do SBT, que falava ao vivo do Paraná, chegou a dizer que “este padre teria se apaixonado pelo noivo na hora do casamento, e teria mandado um recado para o noivo, pedindo que não se casasse, que era apaixonado por ele. São os comentários, ninguém está falando absolutamente nada, até porque nós estamos esperando a noiva e o noivo aqui nos estúdios”.

Num dos programas, Ratinho resumiu: “Tava acontecendo um casamento e, de repente, o noivo – ao invés de se interessar pela noiva – gostou do padre…”.

A ação ajuizada pelos dois sacerdotes (Celso da Silva e Antonio Cesnik) penou todas as agruras temporais em que a Justiça brasileira é pródiga. A citação inicial do apresentador demorou quatro anos. O acórdão do TJ do Paraná afinal definiu que “as intervenções de Ratinho foram um teatro, de absurdo grotesco e degradante, que somente pode ser avaliado em sua dimensão, assistindo aos programas veiculados que se encontram nas gravações anexadas aos autos”.

Na semana passada, o STJ – negando provimento a agravo em recurso especial interposto pelo SBT – confirmou a condenação da rede de televisão e do apresentador. Solidários, eles pagarão a cada um dos dois padres R$ 200 mil (valor nominal). Com juros e correção monetária, o cálculo (não oficial) chega próximo dos R$ 436 mil individualmente, a cada um dos religiosos.

Os advogados paranaenses Gilberto Flávio Monarin e Mário Fernando Silvestre Garcia atuaram em nome dos dois autores. (Proc. nº 1.131.537-8/01 – TJ-PR; e AREsp nº 922.402 – STJ).

 É conveniente saberA homem e a mulher que são os efetivos personagens do casamento cancelado, não são partes na ação por dano moral, nem demandaram o apresentador e/ou o canal de Silvio Santos. A tramitação do processo principal e de seus recursos não tem segredo de justiça.

Segundo a “rádio-corredor” da OAB do Paraná, os ex-noivos mudaram-se, separadamente, de Astorga. E em sua cidade-natal não há mais notícias deles. Um deles estaria residindo numa cidade da região metropolitana de Porto Alegre.

 É ruim saberO padre Antonio Cesnik, um dos autores da ação, não chegará a desfrutar do resultado financeiro da demanda. Foi vencido pela demora judicial e por um imprevisto em sua saúde. Em 2 de abril do ano passado, ele faleceu durante uma cirurgia a que se submeteu em Londrina (PR).

A Diocese de Apucarana, no mesmo dia, expediu nota: “Ele foi chamado para a casa do Pai onde contemplará, eternamente, a face de Deus a quem amou e serviu ao longo de sua vida”.

Na etapa de cumprimento da condenação, sucessor(es) do padre Cesnik serão chamados à habilitação.

Ação popular contra MoroQuatro advogados paulistas ajuizaram ação popular na Justiça Federal de São Paulo pedindo o afastamento do ministro da Justiça, Sergio Moro, “por violação objetiva ao princípio da moralidade pública“. A ação evoca que “as conversas que manteve com procuradores da Lava-Jato quando era juiz federal são graves, porque o então magistrado atuou na condição de juiz/procurador, colocando em xeque a lisura dos procedimentos e fatos apurados”.

A ação tem como autores os advogados Sean Hendrikus Kompier Abib, Eduardo Samoel Fonseca, Anderson Bezerra Lopes e Gilney Batista de Melo. Eles são integrantes da banca advocatícia Ueno & Fonseca.

Os autores pedem, em antecipação de tutela, o afastamento de Sérgio Moro do cargo que ocupa, sustentando que o perigo da demora na realização judicial “reside na possibilidade de atos clandestinos serem praticados para obstruir a Justiça, tal como as conversas divulgadas pelo The Intercept supostamente indicam já ter sido feito”.

No mérito é requerida a confirmação da tutela antecipada e “o afastamento definitivo de Sergio Fernando Moro do cargo de Ministro da Justiça e Segurança Pública por violação objetiva ao princípio da moralidade pública”.

A ação foi distribuída à 17ª Vara Federal de São Paulo, cujos magistrados são Marcelo Guerra Martins (titular) e Paulo Cezar Duran (substituto). Ainda não há decisão inicial. (Proc. nº 5010805-71.2019.4.03.6100).

Copiado de:  https://www.espacovital.com.br/noticia-37086-sbt-e-ratinho-indenizarao-dois-padres-r-872-mil

Fizemos uma rápida ida ao Centrinho aqui em Nova Tramandaí

 

 

Enquanto frau Loeffler comprava alguns alimentos para nossos animais eu ouvia a “rádio Gáucha” e ali soube que está em julgamento em Brasília recurso para levar os responsáveis pela Boate Kiss a júri popular.  Estranhei tal haja vista que já ocorreu julgamento de tal processo crime e na Comarca de Santa Maria onde ocorreram condenações.

Por certo as penas aplicadas na foram do agrado de alguns.

Penso que o julgamento popular, o tal JÚRI é algo que deveria ser banido de nossa legislação processual penal, pois nada mais do que um teatrinho em que especialmente os AGENTES do MP se promovem e a condenação ou absolvição é estabelecida pelo Magistrado depois de respondidos quesitos pelos jurados.

Pessoas sem formação jurídica pouco ou nada contribuem para bem aplicar a justiça.

E nesse caso especificamente é óbvio qual seria o resultado por parte dos jurados.

Lamento que aquele que penso seja o maior culpado de todos vez que omisso enquanto Prefeito nem mesmo haja sido indiciado no inquérito policial.

Tal sujeito que para mim não passa de um inútil ainda conseguiu um emprego no Governo da ANTA SERRANA e como titular da SSP onde embolsou gordo salário e nada produziu.

Agora por certo está desempregado e assim penso deva continuar por muito tempo já que merecedor do desprezo dos que ainda raciocinam em nossa sociedade.

Que a decisão em Brasília seja a de não realizar mais um teatrinho nesse caso específico.

 

PF descobre grupo que vazava informações secretas de operações

Agentes cumprem 30 mandados, sendo 23 de busca e apreensão e sete de prisão temporária

PF descobre grupo que vazava informações secretas de operações
Notícias ao Minuto Brasil

HÁ 3 MINS POR ESTADAO CONTEUDO

POLÍTICA INTELIGÊNCIA

A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta terça-feira, 18, a Operação Chabu para desarticular uma organização que violava sigilo de operações policiais em Santa Catarina. O grupo contava com uma rede de políticos, empresários e agentes da PF e da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Além de vazar informações, o grupo contrabandeava equipamentos de contra inteligência.

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Agentes cumprem 30 mandados, sendo 23 de busca e apreensão e sete de prisão temporária, expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4). Os crimes foram descobertos a partir da análise dos materiais apreendidos durante a Operação Eclipse, deflagrada em agosto de 2018.

A PF identificou que a organização criminosa teria formado uma rede de políticos, empresários e servidores da própria corporação e também da PRF lotados em órgão de inteligência e investigação.

Segundo a PF, o grupo “embaraçava investigações policiais em curso e protegia o núcleo político em troca de vantagens financeiras e políticas”.

A investigação apurou ainda que a quadrilha vazava sistematicamente informações sobre operações policiais que ainda seriam deflagradas e também contrabandeava equipamentos de contra inteligência para montar “salas seguras”, à prova de monitoramento, em órgãos públicos e empresas.

A PF investiga associação criminosa, corrupção passiva, violação de sigilo funcional, tráfico de influência, corrupção ativa e tentativa de interferir em investigação penal que envolva organização criminosa.

‘Falha’

A Polícia Federal ressaltou que o nome da operação, “Chabu”, significa “dar problema, dar errado, falha no sistema”. “O termo é utilizado em festas juninas quando falham fogos de artifício e era empregado por alguns dos investigados para avisar da existência de operações policiais que viriam a acontecer”, destacou a PF.

Copiado de: https://www.noticiasaominuto.com.br/politica/940230/pf-descobre-grupo-que-vazava-informacoes-secretas-de-operacoes?utm_source=notification&utm_medium=push&utm_campaign=940230

Glenn Greenwald é chamado para falar no CCS sobre ameaças que estaria recebendo

A audiência com o jornalista ficou agendada para o dia 1º de julho. A iniciativa de chamá-lo partiu do representante da sociedade civil no Conselho, o advogado Miguel Matos

O jornalista Davi Emerich (ao microfone) foi favorável à vinda de Greenwald, mas propôs que outros jornalistas também fossem chamados, para que a audiência seja equilibrada | Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

da Agência Senado 

Glenn Greenwald é chamado para falar no CCS sobre ameaças que estaria recebendo

O Conselho de Comunicação Social (CCS) aprovou nesta segunda-feira (17) a vinda do jornalista norte-americano Glenn Greenwald, editor do site The Intercept, cuja subsidiária brasileira vem publicando desde o dia 9 de junho, conversas mantidas através de redes sociais pelo ex-juiz Sergio Moro — hoje ministro da Justiça — com procuradores da Lava Jato entre os anos de 2015 a 2018. Nos diálogos (aos quais, o ministro em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, na semana passada, disse “não reconhecer autenticidade”), ficaria evidenciada a condução política da operação contra o PT e o ex-presidente Lula, segundo o site de notícias de Greenwald.

A audiência com o jornalista ficou agendada para o dia 1º de julho. A iniciativa de chamá-lo partiu do representante da sociedade civil no Conselho, o advogado Miguel Matos.

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— Não podemos fechar os olhos para o que vem ocorrendo neste país. É algo de uma gravidade extrema, e intimamente ligado também à nossa atuação neste conselho. O imbróglio em torno do que vem sendo divulgado pelo The Intercept é algo sem precedentes na história brasileira. E Greenwald tem dito que vem sofrendo inúmeros atentados ao livre exercício do jornalismo. É preciso então que ele venha aqui e esclareça o que vem acontecendo. A liberdade de imprensa é a garantidora do Estado democrático de direito, não podemos fechar os olhos para o que está se passando — esclareceu Matos.

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Amplo debate

O jornalista Davi Emerich também foi favorável à vinda de Greenwald, mas defendeu que o CCS não poderia ignorar, neste momento, a conjuntura política que divide o país. Por isso, solicitou que outros jornalistas também fossem chamados, visando que a audiência não se tornasse “manca” num debate público.

A partir daí, a presidente do Instituto Palavra Aberta, Patrícia Blanco, sugeriu a participação do jornalista Claudio Dantas, do site O Antagonista. E o presidente do CCS, o cientista político Murillo de Aragão, sugeriu ainda a participação na mesa dos jornalistas Daniel Bramatti (presidente da Abraji — Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo) e Maria José Braga (presidente da Fenaj — Federação Nacional dos Jornalistas e também conselheira do CCS), além do ex-ministro do STF, Carlos Ayres Brito. Os nomes acabaram sendo acatados pelos demais membros do conselho.

Fake news

Durante a reunião, o CCS também aprovou o relatório de Patrícia Blanco que pede aprimoramentos ao PL 559/2019, apresentado pelo deputado Paulo Pimenta (PT-RS) e ainda em análise na Câmara dos Deputados. O projeto busca incluir uma disciplina específica nos currículos dos sistemas de ensino médio e fundamental, tratando sobre a utilização ética das redes sociais e contra a disseminação das notícias falsas (fake news).

Mas em seu relatório, acatado pelo CCS, Blanco defende que a educação midiática no que diz respeito ao uso das redes sociais, ao nível dos ensinos médio e fundamental, deve se dar em sinergia com diretrizes já estabelecidas pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC) a diversas disciplinas ligadas aos currículos de ciências sociais e da natureza. Entende também que a criação de mais uma disciplina nestes currículos esbarra em dificuldades estruturais ligadas a custos e à contratação de pessoal especializado por parte de todas as unidades da Federação, dentre outras questões de praticidade infra-estrutural.

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FONTEAgência Senado
Copiado de:  https://jornalggn.com.br/noticia/glenn-greenwald-e-chamado-para-falar-no-ccs-sobre-ameacas-que-estaria-recebendo/

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