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Agora a direita que prestigiou o careca fascista quando Secretário de Segurança de SP, no governo do Picolé de Chuchu, está sentindo o ardume

 

Alexandre de Moraes aponta cinco crimes em conduta de Sara Winter

Sara Winter foi um dos alvos de uma operação de busca e apreensão determinada por Moraes na última quarta-feira, 27, no inquérito das fake news
Por ESTADÃO CONTEÚDO
Publicado às 19h08 de 30/05/2020 – Atualizado às 19h08 de 30/05/2020
Sara Winter – Reprodução do Instagram
Brasília – Relator do inquérito que investiga ameaças, ofensas e fake news contra integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Alexandre de Moraes apontou indícios da prática de cinco crimes pela ativista bolsonarista Sara Winter e alegou que o Poder Judiciário não pode “silenciar diante de inúmeras ofensas gravíssimas”. O comentário faz parte da decisão de Moraes em que o ministro pede à Procuradoria-Geral da República (PGR) para analisar um vídeo da ativista e tomar as providências que entender cabíveis.
Sara Winter foi um dos alvos de uma operação de busca e apreensão determinada por Moraes na última quarta-feira, 27, no inquérito das fake news. Após a operação, a ativista divulgou nas redes sociais um vídeo com ofensas a Moraes e aos demais ministros da Corte.
O vídeo foi encaminhado por Moraes ao procurador-geral da República, Augusto Aras, que o enviou ao Ministério Público Federal do DF. O caso está agora com o procurador Frederick Lustosa de Melo, que está sendo pressionado por colegas para pedir logo à Justiça Federal a imposição de medidas cautelares contra a ativista.
“Eles não vão me calar, de maneira nenhuma. Pelo contrário, eu sou uma pessoa extremamente resiliente. Pois agora, meu… e não é que ele mora em São Paulo? Porque se estivesse aqui eu já estaria na porta da casa dele convidando ele para ‘trocar soco’ comigo. Juro por Deus, essa é a minha vontade. Eu queria trocar soco com esse ‘filha da puta’ desse ‘arrombado’! Infelizmente não posso, mas eu queria. Ele mora lá em São Paulo, né? Pois você me aguarde, Alexandre de Moraes. O senhor nunca mais vai ter paz na vida do senhor!”, ameaçou a ativista.
Ao analisar o vídeo, Moraes apontou indícios de cinco crimes: injúria; ameaça; tentar impedir, com emprego de violência ou grave ameaça, o livre exercício de qualquer dos Poderes da União ou dos Estados; incitar a subversão da ordem política ou social; e caluniar ou difamar o presidente da República, o do Senado Federal, o da Câmara dos Deputados ou o do Supremo Tribunal Federal, imputando-lhes fato definido como crime ou fato ofensivo à reputação. Os três últimos estão previstos na lei que define os crimes contra a segurança nacional, editada no regime militar.
Para Moraes, não se trata de censurar qualquer cidadão, mas sim de apurar “eventual abuso no exercício do direito fundamental à liberdade de expressão”.
“A despeito de se garantir a plena liberdade de expressão, em certos casos, como ocorreu com as manifestações de Sara Fernanda Giromini, por meio das redes sociais, o Poder Judiciário não pode silenciar diante de inúmeras ofensas gravíssimas, inclusive contra a integridade física de ministros do Supremo Tribunal Federal, especialmente quando tais ofensas têm origem em pessoa (principal porta-voz do grupo ‘300 do Brasil’) que já admitiu a existência de armamento entre os membros do grupo radical e que vem despertando preocupação por supostas atividades paramilitares”, observou Moraes.
“Além das ofensas pessoais de natureza gravíssima, bem como das ameaças, o perigo gerado pelas suas declarações também reflete no campo da independência dos poderes, uma vez que tem por objetivo questionar decisões judiciais por meio de atitudes antidemocráticas, que devem ser combatidas a todo custo”, acrescentou o ministro.
‘Recado’
Neste sábado, Sara escreveu no Twitter que “os verdadeiros defensores da censura precisam entender que democracia não é somente o que se gosta”. “Um recado aos ministros do Supremo Tribunal Federal: Liberdade de expressão é um princípio humano e democrático fundamental, e engloba a direito à discordância. Os senhores, ou qualquer outra pessoa, não podem proibir os brasileiros de darem as suas opiniões. Isto é censura!”, afirmou
O “300 do Brasil” tem se notabilizaram pelo comportamento radical de membros do grupo nas redes sociais e em manifestações na Esplanada dos Ministério, em Brasília. Recentemente, os ativistas, liderados por Sara Winter, montaram um acampamento ao lado do STF, mas foram retirados do local pela polícia. Depois do episódio, passaram a ocupar uma chácara em Brasília.
Copiado de:  http://izidoroazevedo.blogspot.com/2020/05/agora-direita-prestigiou-o-careca.html

Flávio Dino aciona STF contra Augusto Aras em caso de combustível para helicóptero

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O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), protocolou nesta sexta-feira (29) um mandado de segurança no STF (Supremo Tribunal Federal) contra o procurador-geral da República, Augusto Aras, e a subprocuradora-geral da República, Lindôra Araújo, por causa de inquérito que investiga compra de combustível para helicóptero realizada pelo governo maranhense.

Segundo noticiado pelo jornal O Globo no dia 27 de abril, a Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentou um pedido de abertura de inquérito contra Dino para apurar suspeitas de irregularidade em contrato que determina a compra de 175 mil litros de combustível por ano para abastecer um helicóptero de modelo EC-145, usado pela Secretaria de Segurança Pública.

A defesa do governador afirma que a PGR baseou-se em denúncia feita por um cidadão da cidade de Varginha (MG) que, sem apresentar provas, alegou que a quantidade de combustível era superestimada e solicitou investigação por corrupção. Varginha está a cerca de 2.800 km de distância da capital São Luís.

Posteriormente, o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) autorizou a abertura de inquérito para apurar o envolvimento do governador Flávio no contrato de R$ 1,4 milhão com a Petrobras, sob suspeita de um suposto prejuízo de R$ 267 mil aos cofres públicos. O fato também foi noticiado pela imprensa.

A ação impetrada no STF afirma que Dino, até o momento, não foi notificado pelos órgãos e que só tomou conhecimento da movimentação através de notícias publicadas.

“Há um mês esse assunto está vazando para veículos de comunicação. Peticionei no STJ (Superior Tribunal de Justiça) três vezes, não tive resposta. Peticionei no Ministério Público Federal do Maranhão e responderam que arquivaram. Peticionei na PGR (Procuradoria-Geral da República), e o procurador [Augusto Aras] ficou quieto”, afirma Dino. “Vou então ao STF para saber se a denúncia desse ET de Varginha é coisa séria”, segue ele.

O mandado de segurança requer cópia eletrônica do procedimento investigatório, acesso integral aos elementos de prova já documentados e notificação das autoridades envolvidas para que elas possam prestar informações no prazo de dez dias.

A defesa de Dino classifica a atuação da PGR como “ato ilegal e abusivo”. Folha de SP

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Decano do STF envia à PGR pedido de investigação sobre Eduardo Bolsonaro

Filho de Jair, que prega golpe de estado, pode ser tipificado por “incitação à subversão da ordem política ou social previsto na Lei de Segurança Nacional”

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Ministro Celso de Mello preside sessão da 2ª turma do STF. (28/05/2019)
Ministro Celso de Mello preside sessão da 2ª turma do STF. (28/05/2019) (Foto: Nelson Jr./SCO/STF)

247 – O deputado Eduardo Bolsonaro, que tem ameaçado as instituições democráticas, por vir a ser investigado. Na noite de ontem, o ministro Celso de Mello, do STF ao procurador-geral da República, Augusto Aras, um pedido de investigação sobre o deputado federal por “incitação à subversão da ordem política ou social previsto na Lei de Segurança Nacional”.

No despacho, Celso, que é relator da suposta interferência do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na Polícia Federal por denúncia do ex-ministro da Justiça Sergio Moro, afirmou ser “imprescindível, em regra, a apuração dos fatos delatados, quaisquer que possam ser as pessoas alegadamente envolvidas, ainda que se trate de alguém investido de autoridade na hierarquia da República, independentemente do Poder (Legislativo, Executivo ou Judiciário) a que tal agente se ache vinculado”, segundo aponta reportagem de Renato Onofre, na Folha de S. Paulo.

Copiado de:  https://www.brasil247.com/regionais/brasilia/decano-do-stf-envia-a-pgr-pedido-de-investigacao-sobre-eduardo-bolsonaro?utm_campaign=os_destaques_da_manha_no_247_em_30520&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

Flávio Dino diz que é ficha limpa, não teme investigações e rebate denúncias de hospitais fechados: “não perco tempo com atitudes que pouco constroem”

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O governador Flávio Dino disse que não teme investigações por possíveis irregularidades em contratos estabelecidos durante a pandemia do novo coronavírus. Segundo a coluna da Mônica Bergamo, na Folha de S.Paulo, a PGR (Procuradoria-Geral da República) está investigando a gestão de oito governadores, entre eles João Doria (PSDB-SP) e Wilson Witzel (PSC-RJ).

Nós não tememos nenhum tipo de investigação de quem quer que seja, porque nunca fizemos nada errado. Eu sou e continuarei a ser ficha limpa, depois de 31 anos de serviço público. Há infelizmente uma tentativa de manipulação política muito visível“, afirmou Dino em entrevista coletiva nesta sexta-feira (29).

O governador disse ser a favor de investigações legítimas, nos termos da lei. “Nós temos todo o interesse de mais uma vez obter um certificado de seriedade do nosso governo. Podem investigar o que quiserem, mas não aceitaremos nenhum tipo de investigação, nenhum tipo de perseguição, arbitrariedade”, declarou.

Flávio Dino também foi questionado sobre denúncias do senador Roberto Rocha (PSDB) de hospitais do estado fechados em São Mateus e Carolina.

Eu não costumo acompanhar essas supostas denúncias, eu realmente tenho muito trabalho a fazer, e muitos resultados. Então eu não perco tempo com certas atitudes que pouco constroem, e quem têm outros objetivos, de não colaborar com a saúde do povo do Maranhão. Eu não sei exatamente que denúncias são essas, ele [Roberto Rocha] ou qualquer um outro que formule perante o ministério público, tribunais, apresente que nós vamos prestar os esclarecimentos necessários. Todas as obras estão em andamento e algumas são concluídas mais rapidamente e outras não. A obra de Viana está em fase final, teria que examinar Carolina, São Mateus. É muito simples não fazer nada e ficar apenas vivendo de supostas denúncias“, rebateu Dino.

O governador anunciou que, nesta sexta-feira, sairá a íntegra da portaria editada pelo secretário Marcelo Tavares (Casa Civil) dizendo quais as atividades econômicas que estão autorizada a funcionar e com qual protocolo sanitário a partir da segunda-feira (1). “Há uma previsão em relação a outros setores econômicos até o dia 29 de junho. Estamos nessa metodologia sujeita à antecipação se os indicadores epidemiológicos permitirem, ou sujeita a postergação se os indicadores determinarem”, salientou.

Flávio Dino anunciou a abertura do serviço público na segunda-feira (1) e o atendimento presencial no dia 8 de junho. Quanto às escolas, o processo inicial de abertura das escolas será no dia 15 de junho começando da graduação e pós-graduação até chegar à educação infantil e ensino fundamental. “Estamos buscando o meio termo entre os extremos do fecha tudo eternamente e o libera tudo amanhã”, frisou.

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Atuação de robôs nas redes despenca após ação da PF contra milícia digital bolsonarista

29 de Maio de 2020, 07h54

Estudo mostra ainda que 17 perfis de investigados pelo inquérito da fake news são responsáveis por 12% das interações da direita. Entre eles estão as redes do véio da Havan e de deputadas como Carla Zambelli e Bia Kicis

Ex-deputado Roberto Jefferson; Luciano Hang, dono da Havan; deputado Douglas Garcia; blogueiro Allan dos Santos; ativista Sara Winter; e humorista Rey Biannchi (Foto: Reprodução/ Rádio Guaíba)

Ouça a matéria clicando aqui!

A atuação dos chamados “perfis de interferência”, nome técnico dado aos robôs que atuam em propagação de assuntos nas redes sociais, despencou após a ação da Polícia Federal (PF), na última quarta-feira (27), que apreendeu computadores e celulares em 29 mandados de busca e apreensão em endereços ligados à milícia digital que atua na disseminação de fake news pró-Jair Bolsonaro.

De acordo com levantamento da consultoria AP Exata, as publicações dos chamados perfis de interferência caíram de uma média de 14% para 10% no Twitter. Elas já chegaram a ter pico de 17%. As informações são da coluna de Mônica Bergamo, na edição desta sexta-feira (29) da Folha de S.Paulo.

Um levantamento feito pela Diretoria de Análises de Políticas Públicas (DAPP), da FGV, a pedido da coluna Painel, também da Folha, mostra que 12% das interações da direita no Twitter estão ligadas a 17 alvos de investigação da PF.

A lista inclui os empresários Luciano Hang (Havan) e Edgar Corona (Smart Fit), o ex-deputado Roberto Jefferson (PTB), e parlamentares como Carla Zambelli (PSL-SP) e Bia Kicis (PSL-DF), além de perfis controlados por membros do grupo criminoso.

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Copiado de:  https://revistaforum.com.br/redes-sociais/atuacao-de-robos-nas-redes-despenca-apos-acao-da-pf-contra-milicia-digital-bolsonarista/

SERVIDORES APOSENTADOS NÃO SÃO O PROBLEMA

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No meu caso ao longo de mais de cinco décadas recolho mensalmente TREZE POR CENTO do total constante do contracheque a título de PREVIDÊNCIA e outros 27,5% a título de Imposto de Renda.

O problema é que desde sempre todos os Governos usaram tais valores como se fosse arrecadação de impostos e não dinheiro da PREVIDÊNCIA.

Agora de forma confortável jogam sobre os ombros dos servidores a irresponsabilidade de suas condutas.

Tais bandidos estão em todos os partidos políticos que passaram pelo Governo do Estado penso que sem exceção alguma.

Luciano Hang, Roberto Jefferson e aliados de Bolsonaro são alvo da PF contra fake news

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(Foto: Reprodução/Redes Sociais)

(Foto: Reprodução/Redes Sociais)

A investigação trata de ameaças, ofensas e fake news disseminadas contra integrantes do STF e seus familiares

A Polícia Federal cumpre 29 mandados de busca e apreensão nesta quarta-feira (27) no chamado inquérito das fake news, que apura ofensas, ataques e ameaças contra ministros do STF. As ordens foram expedidas pelo ministro do STF Alexandre de Moraes, relator do inquérito.

Um dos alvos é o ex-deputado federal Roberto Jefferson, presidente nacional do PTB e novo aliado do presidente Jair Bolsonaro. Jefferson preside um dos partidos do centrão e passou a defender efusivamente Bolsonaro nos últimos tempos.

Outros aliados de Bolsonaro também são alvos da investigação. Os deputados estaduais de São Paulo Douglas Garcia (PSL) e Gil Diniz (PSL),  o blogueiro Allan Santos, do canal Terça Livre, e a militante Sara Winter estão entre os nomes que são alvos de busca e apreensão da PF.

Em Brasília, os deputados federais Bia Kicis, Carla Zambelli, Daniel Silveira, Filipe Barros, Cabo Junior do Amaral e Luiz Philippe de Orleans e Bragança estão na lista. Empresários também farão parte da investigação. É o caso de Luciano Hang, proprietário da Havan e apoiador de Jair Boslonaro.

Além de Rio de Janeiro e Brasília, há mandados para ser cumpridos também nos estados de São Paulo, Mato Grosso, Paraná e Santa Catarina

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Para Flávio Dino é preciso deixar de lado “mágoas pretéritas” e unir o “Lulismo” com o “Trabalhismo”

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Foto: Reprodução

No segundo mandato como governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), participou da live da IstoÉ. O ex-juiz e professor universitário, de 52 anos, relatou como tem sido o combate à pandemia de Covid-19 no Estado, além de comentar os entraves políticos e econômicos do País.

Questionado sobre a agenda política e econômica de Bolsonaro, Dino ressaltou que o presidente pode ser acusado de tudo menos de incoerente em relação a suas diretrizes.

“Ele tem feito um governo coerente com aquilo que ele sempre foi: isolado, belicista, contra tudo e todos. Então, ele levou esses métodos para o centro do poder, Bolsonaro procura ‘milicianizar’ o exercício do poder”, explica Dino.

“Creio que dada as características do governo, ser opositor é mais que um direito é um dever. Porque significa lutar pelo Brasil e pelo brasileiros. O governo vai na direção errada e governa para uma minoria. [..]Me sinto honrosamente no campo da oposição para defender o Brasil”, relata Dino.

Alvo de ataques de apoiadores do presidente Bolsonaro, inclusive de membros do governo federal, o governador do Maranhão explicou que o simples fato dele pensar diferente já o faz um “inimigo” da atual gestão.

“Creio que eles tenham um intolerância geral com quem pensa diferente. Eles praticamente, nesse período [mandato] já brigaram com todos os governadores, Congresso e STF. É um concepção de mundo em que eles consideram que qualquer discordância é uma espécie de inimigo a ser exterminado”.

Na última segunda-feira (25), Dino usou seu Twitter para pedir a demissão do atual ministro da Educação, Abraham Weintraub, por conta das declarações emitidas na reunião ministerial do governo que teve o vídeo divulgado.

“É espantoso que até esse momento essa pessoa [Weintruab] continue neste cargo público que é tão importante para o País. Infelizmente em péssimas mãos”.

Coronavírus
Flávio fez duras críticas ao governo por conta da postura adotada, contrariando autoridades sanitárias e propagando o relaxamento do distanciamento social.

“Mais do que relapso ou conivente, o governo tem sido um agente de agravamento do problema. O protagonista do movimento de sabotagem contra as recomendações das autoridades sanitárias é o próprio presidente da República e seus ministros”, criticou.

Questionado sobre as próximas medidas para conter o avanço do novo coronavírus no estado, Dino revelou que o objetivo é fazer uma mudança gradual.

“Nós estamos tentando fazer este trânsito, entre o regime bem restritivo [lockdown], na região metropolitana de São Luiz, para um regime em que se mantem regras sanitárias, mas ao mesmo tempo um certo nível de atividade econômica”.

Militares nos Ministérios
Flavio também comentou a presença constante dos militares em cargos e ministérios do atual governo. O governador disse que nem durante a Ditadura Militar houve a presença de tantos militares no governo.

Além disso, o ex-juiz alertou para o papel da Forças Armadas neste embate político entre governo e o Judiciário.

Isso é nocivo ao País e nocivo para as Forças Armadas, uma vez que elas não podem ser instituições politizadas vinculadas ao governo A ou B. São instituições de Estado e devem manter um distanciamento da luta política”, ressalta.

“Não cabe as forças armadas advertir o STF de nada, porque elas são subordinadas ao Supremo”, finaliza.

União da Esquerda
Dino classificou a ala esquerdista brasileira como apoiadores do “Lulismo” e “Trabalhismo”, dos quais ele também sugeriu uma aliança para um convergência de ideias.

Sobre o surgimento de uma possível união da atual oposição ao governo, Dino diz que torce para a harmonia no campo ideológico e pregou que a esquerda deixe de lado o que ele considerou como “mágoas pretéritas”.

“Não se pode ficar o tempo inteiro remoendo esse baú de lamentações sem olhar para a frente. Para se ter uma vitória no nosso campo é preciso unir o ‘Lulismo’ com o ‘Trabalhismo’ e dialogar com outros setores com interesse na democracia”, completou. Da Isto É

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Andrea Bocelli confirma que esteve infectado com Covid-19

“Eu tive coronavírus, agora estou doando plasma para pesquisa”, revela o tenor italiano.

Andrea Bocelli confirma que esteve infectado com Covid-19

26/05/20 21:00 ‧ Há 38 mins por Notícias Ao Minuto

Fama Andrea Bocelli

Andrea Bocelli, de 61 anos, e a sua família estiveram infectados com Covid-19. O tenor italiano, a esposa e os seus filhos receberam o diagnóstico positivo em março deste ano, e agora estão totalmente recuperados da doença.

A informação é confirmada pela agência de notícias Ansa, que esteve com o artista na manhã desta terça-feira no Hospital Cisanello, em Pisa. O músico dirigiu-se ao local para fazer uma doação de plasma com o objetivo de ajudar na investigação de um estudo coordenado pela Aoupda, relacionado com a Covid-19.

“Eu tive coronavírus, agora estou doando plasma para pesquisa”, disse Bocelli, segundo o jornal La Repubblica,  quando no local foi abordado pelos jornalistas.

O tenor explicou ainda que não teve muitos sintomas de Covid-19, apenas um pouco de febre, “na prática era assintomático”.

Copiado de:  https://www.noticiasaominuto.com.br/fama/1462936/andrea-bocelli-confirma-que-esteve-infectado-com-covid-19?utm_source=notification&utm_medium=push&utm_campaign=1462936

Witzel acusa Bolsonaro de fascismo e diz que Flávio deveria estar preso

O governador disse que o País é governado por um presidente que, além de ignorar o perigo do coronavírus, inicia perseguição política contra aqueles que considera inimigos.

Witzel acusa Bolsonaro de fascismo e diz que Flávio deveria estar preso

26/05/20 15:00 ‧ Há 4 Horas por Estadao Conteudo

Política WITZEL

Alvo de mandado de busca e apreensão na manhã desta terça-feira, 26, o governador do Rio, Wilson Witzel, classificou a operação como um ato de perseguição política do presidente Jair Bolsonaro por meio da Polícia Federal. Em pronunciamento no Palácio Laranjeiras, sua residência oficial, ele chamou o presidente de fascista e disse que o senador Flávio Bolsonaro deveria estar preso.

Ao afirmar que é inocente e que está indignado com a operação – que apreendeu, por exemplo, seus celulares -, Witzel disse que o País é governado por um presidente que, além de ignorar o perigo do coronavírus, inicia perseguição política contra aqueles que considera inimigos. “Não abaixarei minha cabeça, não desistirei do Estado do Rio e continuarei trabalhando para uma democracia melhor, continuarei lutando contra esse fascismo que está se instalando no País, contra essa ditadura de perseguição.”

Numa atitude rara – relacionar sua eleição em 2018 com a de Bolsonaro -, afirmou ainda que o presidente pretende ser um ditador. “Não permitirei que esse presidente que ajudei a eleger se torne mais um ditador na América Latina.”

Segundo Witzel, a PF engaveta inquéritos contrários ao presidente e age com celeridade em casos que investigam adversários políticos dele. Foi neste contexto que o governador alegou que Flávio Bolsonaro deveria estar preso.

“O senador Flávio, com todas as provas que já temos contra ele – dinheiro em espécie depositado em conta corrente, lavagem de dinheiro, bens injustificáveis -, já deveria estar preso”, disse. ” A PF deveria fazer o seu trabalho com a mesma celeridade que faz aqui no Rio porque o presidente acredita que estou perseguindo a família dele. E ele só tem essa alternativa de me perseguir politicamente.”

O governador fez um comentário que tem referência indireta ao ex-governador Sérgio Cabral, ao alegar que não foram encontrados dinheiro e joias no Palácio Laranjeiras, um dos locais alvos da operação. Ao todo, foram cumpridos mandados em 12 endereços, que incluem ainda a casa pessoal do mandatário e o escritório da primeira-dama Helena Witzel.

Essas “narrativas fantasiosas, investigações precipitadas”, apontou Witzel, serão desmentidas no Superior Tribunal de Justiça, que teria sido induzido ao erro quando autorizou os mandados.

“O que aconteceu comigo vai acontecer com outros governadores considerados inimigos”, disse.

Copiado de:  https://www.noticiasaominuto.com.br/politica/1462749/witzel-acusa-bolsonaro-de-fascismo-e-diz-que-flavio-deveria-estar-preso?utm_medium=email&utm_source=gekko&utm_campaign=afternoon

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