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Almirante preso na Lava Jato diz que sua prisão foi para atender interesse dos EUA

Responsável pela política nuclear e pela construção do submarino nuclear brasileiro, o almirante  almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva, concedeu sua primeira entrevista após a Lava Jato; nela, afirmou que é inocente de todas as acusações que levaram à sua condenação a 43 anos de prisão pela Lava Jato e destacou que sua saída da cena energética do país interessa, sobretudo, “ao sistema internacional preocupado com o fortalecimento de um dos países integrantes dos BRICS”; segundo Othon, “os brasileiros transnacionais, muito provavelmente, ficaram satisfeitos com o meu processo e a minha saída do cenário”, afirmo

247 – Em sua primeira entrevista após a Lava Jato, o almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva, responsável pelo programa nuclear brasileiro, falou à Carta Capital e afirmou que é inocente de todas as acusações que levaram à sua condenação a 43 anos de prisão pelos supostos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, embaraço a investigações, evasão de divisas e organização criminosa nas obras de construção da usina nuclear de Angra 3. Segundo ele, sua condenação interessa sobretudo “ao sistema internacional preocupado com o fortalecimento de um dos países integrantes dos BRICS. Os brasileiros transnacionais, muito provavelmente, ficaram satisfeitos com o meu processo e a minha saída do cenário”.

Segundo o almirante, os “brasileiros transnacionais são aqueles que, embora tenham nascido neste belo país, gostariam de ser cidadãos de outros países, em particular dos Estados Unidos. Não dão importância aos grandes problemas e desafios nacionais, não se preocupam em resolvê-los e, às vezes, em proveito próprio, não se importam em agravá- los. Minha condenação interessa ao sistema internacional contrário aos BRICS”, afirma.


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Responsável por uma das mais bem sucedidas experiências mundiais “na viabilização, com tecnologia nacional, do enriquecimento isotópico de urânio e de todas as demais etapas do ciclo do combustível nuclear” e no desenvolvimento e instalação nuclear para submarinos, incluindo a fabricação, no Brasil, de todos os equipamentos e componentes necessários” Othon também gerenciou “a definição do mais moderno programa de construção de centrais nucleares e armazenamento de rejeitos”.

“Esse programa provocou grande impacto no cenário internacional. Uma evidência disso é o fato de eu ter recebido, em um mesmo dia, na sede da Eletronuclear, as visitas do subsecretário de Energia dos Estados Unidos e do ex-primeiro-ministro da Rússia e presidente da empresa estatal de energia atômica Rosatom, Sergey Kiriyenko”, destacou.

Copiado de:  https://falandoverdades.com.br/almirante-preso-na-lava-jato-diz-que-sua-prisao-foi-para-atender-interesse-dos-eua/

Homicídios em escola particular em Goiás

 

 

Não vou discutir o que levou esse menor ao assassinato de colegas de aula, pois ele entendo deva ser submetido a tratamento psiquiátrico.

O que é inadmissível é que uma escola particular, privilégio de filhos de poucas famílias vez que é sempre um grande ônus no orçamento familiar.

INAMISSÍVEL é uma escola particular não dispor de instrumento em sua portaria que detecte a presença de armas tal como há nas agências bancárias.

Houvesse tal equipamento no acesso dessa escola e hoje ninguém estaria lamentando tais homicídios.

Outro fato também que observo é que pelo que ouvi e li nos meios de comunicação, os pais desse adolescente que são membros da polícia de quarteirão daquele Estado estão tentando tirar o corpo fora.

O moleque sabia sim e muito bem como usar uma pistola semi-automática, arma bem mais sofisticada do que um revólver no qual basta acionar o gatilho e ocorre o disparo.

Lembro que li ter o mesmo, depois de descarregar a arma trocado o carregador com o propósito de continuar atirando.

Ele sabia sim MANUSEAR tal arma e os pais MENTEM.

Quem foi mais BANDIDO nessa história? O adolescente ou os pais que não tiveram o cuidado necessário com uma arma que nem mesmo lhes pertencia já que propriedade do Governo daquele Estado?

Os absurdos na RS-786 no trecho que passa por Nova Tramandaí

 

Nesse trecho há um canteiro central e duas pistas em cada sentido. Comerciantes preguiçosos, irresponsáveis ao longo de décadas rompem o canteiro central para assim rodarem menos e poderem atravessar a rodovia na frente de seus estabelecimentos.

Essa irresponsabilidade observo desde 2014 quando fixamos residência aqui. Desde então ocorreram vários acidentes em decorrência disto e alguns com mortes.

A comunidade por longo tempo tentou gestionar junto ao DAER cujos ouvidos são moucos. Aliás, o DAER somente ainda não foi extindo por que ali sucessivos Governos engordam seus cabos eleitorais à eleição seguinte.

Lideranças comunitárias cansadas do desrespeito dessa inutilidade denominada DAER buscaram o MP e este pressionou o DAER e agora estão sendo corrigido o problema.

Na matéria abaixo vemos matéria gerada no Maranhão em que o problema gerado pela falta de educação é o mesmo registrado aqui.

Concluo assim que nosso povo é sim extremamente mal educado e por outro lado o ente Estado pouco faz se é que algo faz para mudar tal comportamento.

Assim é o nosso país de norte a sul e de leste a oeste. Triste sim, mas realidade inegável.

BR-135 possui 16 retornos irregulares numa extensão de apenas 14 quilômetros

Desrespeito às leis de trânsito foi constatado entre os quilômetros 8 e 22, da rodovia federal que liga São Luís ao continente

Em quase toda a extensão da BR-135, entre o Km 0 e o bairro da Estiva, é comum a existência de retornos irregulares. Foto: G.Ferreira

A BR-135 é uma das mais movimentadas do Maranhão, principalmente pelo fato de ser o único elo entre a capital e o continente. Devido ao grande número de veículos que trafegam por ela e pela pressa de alguns motoristas em chegar ao seu destino, uma prática tem se tornado comum, a abertura de retornos irregulares no canteiro central da rodovia.

Entre os quilômetros 8 e 22 da BR, numa extensão de apenas 14 Km, foram conferidos 16 aberturas indevidas que os condutores utilizam para encurtar seus trajetos.

O levantamento feito pela equipe do Jornal Pequeno, quinta-feira (19), apontou que existem mais de um retorno irregular por quilômetro na BR-135. Além de ser proibida, a prática também é bastante perigosa; e, conforme populares, acidentes são registrados diariamente nos trechos onde a irregularidade está localizada.

Segundo apurado pelo JP, os trechos nos bairros Nova República, Pedrinhas e Estiva, seriam os mais perigosos, complicados e inseguros, devido ao uso das passagens irregulares no canteiro central da rodovia.

Nesses locais, de acordo com moradores, os retornos indevidos, de tão utilizados, parecem já ser encarados com normalidade pelos condutores de carros e motocicletas. A prática seria comum e pode ser observada a qualquer hora do dia, conforme a vendedora de lanches Cleudiana de Oliveira. Cleudiana mora no bairro da Nova República, na altura do Km 8, onde a reportagem encontrou o primeiro retorno irregular.

Nesse local, a abertura indevida no canteiro central da rodovia foi feita bem próxima a uma parada de ônibus. “Quem fica nesse ponto de ônibus está vulnerável à ação inconsequente de motoristas apressados. Eu, que trabalho vendendo lanche no alpendre da minha casa, assisto com uma frequência assustadora as colisões de veículos; graças a Deus, na maioria das vezes, o prejuízo é somente material, danos nas latarias de carros e motos”, disse a vendedora de lanches. Somente no Km 8, a reportagem conferiu exatos cinco retornos irregulares; no Km 9, o número
caiu para quatro.

Até o bairro da Estiva, na altura do Km 22, foram percorridos pela equipe do JP 14 quilômetros de rodovia, e na soma total o resultado da quantidade de locais onde o canteiro central foi cortado na BR-135 chegou a 16. “Apesar da sinalização e de existirem retornos permitidos, motoristas utilizam espaços onde a mudança de pista fica mais arriscada, por isso acontecem a ‘toda hora’ os acidentes”, disse o mototaxista Pedro Silva Ribeiro, que trabalha em um posto de mototáxi localizado em frente a um retorno indevido.

Janilson Oliveira Ferraz, que também é mototaxista, garantiu que o desrespeito às leis de trânsito na BR-135 é comum. “É o tempo todo. A toda hora, eles pegam esses retornos, tanto faz em um sentido, como no outro”.

MULTA MAIS REGISTRADA

De acordo com o inspetor Antônio Noberto, da 18ª Superintendência Regional da Polícia Rodoviária Federal (PRF), além de ultrapassem por acostamento e motociclistas sem capacetes, a multa de
retorno indevido é uma das mais extraídas pela PRF.

“Fazemos a parte de fiscalização e o serviço de comunicar o Dnit sobre esses retornos irregulares”, garantiu Noberto. Segundo o inspetor, uma viatura da PRF circula todos os dias pela rodovia, e se for visto alguém cometendo a infração, os policiais são responsáveis por abordaremos motoristas, revistarem os veículos, e extraírem as multas; que, conforme Antônio Noberto, com base no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) estaria em torno de R$ 293,47.

“A gente lembra que até recente os retornos na BR-135 eram quase todos irregulares, eles não tinham, por exemplo, a zona de desaceleração – quando o veículo reduz a velocidade para poder retornar. Foi uma empresa privada de São Luís que financiou os retornos, colocando zona de desaceleração. Isso melhorou bastante, mas, o povo é imediatista, querem fazer manobras em qualquer local”, ressaltou o inspetor.

OUTRO LADO

Por meio de nota, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) informou que está em fase de assinatura o contrato de conservação para o trecho da BR-135, mencionado na reportagem. E, ainda, que está previsto o fechamento de todos os retornos irregulares com o apoio da PRF.

Copiado de:  https://jornalpequeno.com.br/2017/10/21/br-135-possui-16-retornos-irregulares-numa-extensao-de-apenas-14-quilometros/

A BANALIDADE DA FARSA: um Debate Sobre o Totalitarismo Midiático

por sandroaamiranda

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Foto: Jornal Nacional das Organizações Globo (reprodução da TV Globo).

 

Autor: Sandro Ari Andrade de Miranda, advogado, mestre em ciências sociais.

Em 1997 o norte-americano Barry Levinson, o mesmo do maravilhoso “Rain Man”, dirigiu o polêmico filme “Wag The Dog”, literalmente “Balançar o Cachorro”, o qual foi traduzido para o Brasil como “Mera CoincidênciaEstrelado pela dupla Dustin Hoffman e Robert De Niro, o eixo central do roteiro é a construção de um artifício para libertar o Presidente dos Estados Unidos de um escândalo sexual que assolava a companha às vésperas do pleito eleitoral.

Para enfrentar o problema Conrad “Connie” Bean (De Niro) entra em contato com o produtor de cinema Stanley Motss(Hoffman), para criar uma solução para a crise. Como estratégia, ambos produzem uma farsesca guerra contra a Albânia, país mediterrâneo que, na época, estava em pobreza extrema e incapaz de enfrentar o poderio militar e de comunicação estadunidense. Articulados com todos os grandes meios de comunicação, utilizando-se de modernos efeitos especiais, ambos criam uma campanha de massa em defesa do patriotismo nacional, com personagens heroicos (atores desconhecidos), símbolos e até camisetas contra a possível “ameaça” do pequeno país europeu aos Estados Unidos. O resultado foi que uma mobilização geral da população do país e da imprensa em razão do “perigo” de uma guerra contra um “inimigo tão poderoso”. Afinal, a Albânia, que no mundo real enfrentava uma crise sem precedentes, poderia acabar com o “sonho americano”!

Entretanto, aquilo que parece apenas mais fábula de hollywoodiana pode ser muito mais real do que pensamos. Todos os dias somos literalmente atropelados por uma enxurrada de notícias e manchetes emitidas por jornais, revistas, televisão, rádio, internet, redes sociais, dentro outros mecanismos de comunicação, cada vez mais rápidas e de fácil acesso. Quem analisar o conteúdo das matérias vai observar, sem muito esforço, que a maioria possui o mesmo conteúdo ou reproduz informações de outras semelhantes. A aparente coerência entre as informações repassadas pelos grandes grupos de comunicação faz com que os consumidores de notícias vejam aquela realidade como única. Contudo, um breve esforço crítico obriga o cidadão mais atento a questionar: o que é realmente verdade? Quantas “guerras contra a Albânia” nos são repassadas cotidianamente?

A ideia de hiper-realidade foi desenvolvida por pesquisadores pós-modernos para refletir o momento em que passamos, onde muitas das informações coletadas pelos indivíduos não são mais obtidas no mundo concreto, mas em um universo artificialmente construído e socialmente vivenciado. Tal qual as personagens da obra dirigida por Levinsonmuitos roteiros sem base concreta ou manipulados nos são repassados como verdade. As manchetes não são “informações”, mas “versões de informações” que atendem ao interesse deste ou daquele grupo econômico.

Aliás, seria necessário expandir este estudo para um campo mais amplo, abrangendo a relação pouco saudável entre os grandes grupos de comunicação e o mercado financeiro. Contudo, por hora, ficamos apenas com a relação de aproximação entre notícia e propaganda, algo que já havia sido identificado pela Escola de Frankfurt, especialmente por HabermasFromm e Marcuse, ainda nas décadas de 1950 e 1960. Notícia e propaganda, cada vez mais, são a mesma coisa, especialmente em termos de grandes cenários, como nacional e internacional. Inimigos irreais, heróis e acontecimentos são criados e apresentados artificialmente. Vocês já notaram o esforço dos telejornais para identificar quem são os heróis e os vilões?

O poderio da relação entre imprensa e propaganda já havia sido testado durante o governo nazista, sob o comando de Joseph Goebbels. A mesma estratégia é adotada diariamente pelos meios de comunicação sem que cidadãos e cidadãs percebam. Não se trata da mera associação da cerveja à juventude e a felicidade, mas a facilidade como figuras como o juiz paranaense Sérgio Moro são transformados, da noite para o dia, em pessoas cultuadas, apesar dos seus posicionamentos jurídicos absolutamente questionáveis.

A agenda política dos meios de comunicação não fica apenas nos noticiários e nas propagandas. Muitas vezes é embutida em programas de televisão, de rádio, novelas, dentre outros, transformando figuras inexpressivas em formadores de opinião. O uso de símbolos, estigmas e a construção de modelos também é uma forma de impor regras e comportamentos como, por exemplo, “o bom cidadão é aquele que veste roupas verde e amarela e não questiona os donos do poder”, ou “a defesa do constante abuso de poder por autoridades civis e a institucionalização de um estado-policial para combater a policial, como se este fosse o único caminho”.

Vocês já notaram quantas vezes os cidadãos e cidadãs pensam na possibilidade de abdicar de direitos fundamentais para enfrentar problemas como a violência criminal e a corrupção? Na verdade, enfrentamos aquilo que Hannah Arendt classifica como totalitarismo, um “instrumento corriqueiro para governar as massas perfeitamente obedientes”.

Mas se o nazismo utilizava o terror e o extermínio como instrumentos de poder, por que classificamos a ação oligopolista da mídia como totalitária? A resposta de Arendt a esta pergunta consiste na invasão da vida privada, na exclusão da diferença e o combate ao ser espontâneo. Os meios de comunicação de massa estabelecem padrões, hábitos e comportamentos que devem ser observados. A estigmatização da diferença social, étnica e política são modos comuns de imposição totalitária. A associação da cultura muçulmana ao terrorismo e da esquerda à corrupção pela impressa são exemplos disso, muito embora, na prática, ocorra exatamente o contrário. A religião muçulmana é fundada na defesa da paz e os governos de esquerda possuem resultados muito mais efetivos no combate à corrupção e no fomento à transparência do que as administrações de outros matizes ideológicos.

Outro caso clássico é o da demonização do serviço público em favor do capital privado, sob a lógica de que “privatizar é bom”. No entanto, uma análise apurada dos dados contradita tal discurso, quando observamos que as universidades federais públicas possuem resultados muito melhores do que as privadas e que o Sistema Único de Saúde apresenta serviços de excelência, como as Unidades de Pronto Atendimento – UPAS, enquanto os planos de saúde não conseguem dar atendimento eficiente e se perdem na lógica da contenção dos gastos com exames, o recurso discursivo é derrubado. Aliás, quem estuda os sistemas de saúde sabe que a alta complexidade é mantida predominantemente com recursos públicos e não pelo sistema privado. Ou seja, quando há serviços de saúde mais complexos, o mercado privado é dependente do poder público.

Uma grande característica dos modelos totalitários é a sua apresentação como caminho único e, para tanto, o outro se torna inimigo. É exatamente neste momento que surge a violência em seu estado puro, especialmente no formato simbólico. Aliás, se a hiper-realidade é um universo de símbolos, de imagens, de informações distorcidas, também temos a violência com o uso de símbolos que visam desqualificar e excluir os oponentes. Há na lógica maniqueísta dos meios de comunicação de massa um uso contínuo da violência simbólica. A imagem, a vida e a honra de pessoas, no mundo real, são destruídas na construção de manchetes, muitas vezes de forma irrecuperável, mesmo que uma condenação penal, por exemplo, tenha sido derivada meramente de uma “interpretação literária”. A espetacularização das investigações policiais e das ações judiciais são a mais clara demonstração do elevado grau de maniqueísmo noticioso, com um agravante: “todo mundo é supostamente investigado pelos meios de comunicação de massa, mas ninguém investiga o processo de produção noticioso”. A falta de limites éticos em opiniões e manchetes é um dos grandes mecanismos para o fortalecimento do totalitarismo midiático.

Por fim, resta lembrar que desde o final da segunda guerra temos mundial uma centralização das informações nas grandes agências de notícias, Reuters, UPI, AFP e DPA e não muito mais do que isto. Todas com sede nos Estados Unidos ou na União Europeia. No Brasil, temos a Agência Brasil, única pública, a O Globo, O Estado e a ABN. Tais grupos repassam matérias e fotos para os outros meios de comunicação, e é exatamente por isto que observamos aparente coerência nas manchetes. Trata-se de uma unificação de poder gigantesca e de um oligopólio de comunicação sem precedentes. Resta muito pouco espaço para a crítica e para a diferença, o que resulta na mais poderosa forma de totalitarismo conhecida pela humanidade.

Copiado de:  https://sustentabilidadeedemocracia.wordpress.com/2017/10/21/a-banalidade-da-farsa-um-debate-sobre-o-totalitarismo-midiatico/

The Guardian: Por que Michel Temer ainda é o presidente do Brasil?

Redação Pragmatismo

MICHEL TEMER20/OCT/2017 ÀS 15:43COMENTÁRIOS

‘The Guardian’: Acusado de corrupção e sem popularidade, por que Temer ainda é presidente do Brasil? Jornal britânico diz que esquemas do atual governo minam democracia

the guardian michel temer ainda presidente brasil

Se o recente declínio do Brasil pudesse ser mensurado pela queda da popularidade de seus presidentes, Michel Temer representaria o fundo do poço. Assim começa a matéria publicada nesta quarta-feira (18) pelo jornal britânico The Guardian.

Em 2010, Luiz Inácio Lula da Silva terminou seu segundo mandato com uma classificação de aprovação de 80%. Em março de 2016 Dilma Rousseff tinha uma classificação de 10%, lembra o diário.

No mês passado, o governo de Temer, mergulhou em 3% em uma pesquisa. Entre os menores de 24 anos, a aprovação de Temer atingiu zero, acrescenta.

Temer foi acusado de corrupção e obstrução da justiça. No entanto, não houve nenhum dos imensos protestos de rua que aconteceram contra a corrupção e ajudaram a impulsionar o impeachment de Dilma, aponta Guardian.

E, ao contrário de Dilma, Temer manteve o apoio dos mercados financeiros que gostam das medidas de austeridade que ele introduziu, como a privatização dos serviços governamentais, um limite de 20 anos nas despesas e uma revisão planejada das pensões.

Os críticos dizem que as medidas de austeridade de Temer prejudicam os pobres mais do que os ricos. De acordo com uma pesquisa da Oxfam Brasil, os brasileiros mais ricos pagam proporcionalmente menos impostos do que as classes pobres e médias e os 5% mais ricos ganham o mesmo que o resto da população juntos. No entanto, a maior taxa de imposto de renda é de apenas 27,5%, destaca o periódico.

Temer parece ser capaz de sobreviver a esta última crise mas a confiança nos líderes políticos do Brasil foi drasticamente minada. Essa falta de confiança alimenta o apoio a uma solução autoritária para a crise – o que poderia ter sérias conseqüências nas eleições presidenciais do próximo ano“.

The Guardian ressalta que a desilusão do povo brasileiro com a classe política está abrindo uma lacuna perigosa para populistas e extremistas nas eleições presidenciais do próximo ano.

Um provável candidato da direita é João Doria, o extravagante e multimilionário prefeito de São Paulo. Como Donald Trump, ele é um ex-apresentador da versão brasileira do programa de TV The Apprentice, assumiu o poder em janeiro passado e não possui experiência administrativa.

Correndo em segundo lugar em muitos cenários de votação é Jair Bolsonaro, um ex-capitão do exército, cuja mensagem de extrema-direita, autoritária, seduz aqueles que estão bravos com a corrupção, bem como os eleitores petrificados pelo crescente nível de crimes violentos do Brasil.

E ele goza do apoio de um número crescente que argumenta que as forças armadas do Brasil devem intervir – como fizeram em 1964, quando instalaram uma ditadura viciosa que durou 21 anos – uma opção apoiada em 43%, de acordo com uma pesquisa on-line feita em setembro.

Guardian lembra que em setembro, o general de exército Antonio Mourão assustou muitos quando disse que, em sua opinião, se as instituições do Brasil não pudessem remover os envolvidos em atos ilícitos da vida pública, “teremos que impor isso”.

Bolsonaro o defendeu. “A democracia não é feita comprando votos ou aceitando corrupção para governabilidade“, ele pediu para 602,000 seguidores.

Reagir a isso é a obrigação de qualquer civil ou SOLDADO“.

Jornal do Brasil

Copiado de:  https://www.pragmatismopolitico.com.br/2017/10/the-guardian-temer-ainda-e-o-presidente-do-brasil.html?utm_source=push&utm_medium=social&utm_campaign=artigos

Centenas de doentes ficam no hospital dois meses após a alta

Saúde

Ficam em média 67 dias no hospital após alta por falta de resposta familiar e vaga nos cuidados continuados. Custam 68 milhões/ano

É um retrato fiel de um problema que há muito se vem falando, mas que nunca tinha sido quantificado. No passado dia 2, em 34 das 43 unidades hospitalares do país estavam internadas 655 pessoas, sem justificação clínica, que não tinham para onde ir. A maioria eram idosos sem resposta familiar ou vaga na rede de cuidados continuados que estavam, em média, há mais de dois meses em enfermarias sujeitos a infeções e outros riscos. Os custos destes internamentos podem superar os 68 milhões de euros por ano.

Copiado de:  https://www.jn.pt/nacional/interior/ha-655-pessoas-internadas-que-nao-tem-para-onde-ir-8861294.html?utm_source=Push&utm_medium=Web

Sartori se não é parece ser louco

 

Quando assumiu o Governo buscou todos os Cargos em Comissão para engordar seus cabos eleitorais em empresas estatais.

Na TVE, por exemplo, empregou um jornalista que foi demitido ao ser flagrado FURTANDO pacotes de bolachas do Gabinete do Vice Presidente da emissora que lhe dava emprego.

Ganhava à época tal ladrão SEIS MIL REAIS mensais, salário que nenhuma emissora pagava a profissional como ele. O que fazia lá e se ia trabalhar ou não confesso que não sei.

Sartori nada fez nesse tempo todo para usar e de forma racional e benéfica à cidadania essa emissora que agora simplesmente decidiu detonar.

O DAER, este sim completamente ‘ENÚTIL’ é preservado por que ali há muitas vagas ao emprego de CABOS ELEITORAIS.

Assim para mim Sartori é um grande DEMAGOGO.

Se não fosse demagogo teria proposto à Assembleia a extinção da excrescência que é o tribunal da guarda estadual onde ‘coronés’ viram magistrados de calças curtas, mas ganhando salários de Magistrados de verdade. Isto sim é uma grande ABERRAÇÃO e custa aos contribuintes muito pelo pouco ou quase nada que produz.

Infelizmente os meios de comunicação são cegos, surdos e mudos com relação a tudo que ocorre nos bastidores quando diz respeito a essa polícia de quarteirão.

Isto por certo em parte se justifica por que quando do PLANETA DA FUMAÇA essa polícia de quarteirão trás ao litoral caminhões, vários ônibus, camionetas e automóveis coloridos, motocicletas importadas que são usadas para escoltar o Governador em suas andanças. Trazem também a própria força aérea deles que tem uma base aeroespacial à margem da RS-407.

Confesso que essa atenção dispensada a de$one$ta por que $onegadora RB$ não somente me preocupa como me revolta vez que somos nós os contribuintes que pagamos os salários de TODOS OS SERVIDORES e um segmento deixa de nos prestar serviço na baixa temporada onde ficamos por nossa própria conta como se essa polícia de quarteirão fosse apenas uma ficção.

Sartori é frouxo ou não tem mesmo vergonha na cara?

A imagem de nós mesmos (III)

Cageças de cangaceiros decepadas

Que imagem pode nos definir enquanto processo civilizatório?

A imagem da degola.

Literal ou figurativamente, cortam-se cabeças no Brasil. É nossa imagem mais constante.

O Estado, quando chega, decepa a cabeça do cidadão. Corta sua cabeça, sua mente, seu espírito, seu cérebro. É sua missão primordial. Corte-se a cabeça antes que ela pense.

Despreza-se a produção do intelecto. Faz-se pouco do pensamento. É nosso legado, é o que transmitimos aos nossos filhos: odeie o pensamento; mais útil é ir para a academia aprender jiu-jitsu.

Impressiona-me na atuação do Estado em fenômenos como Canudos, o Contestado, a Revolução Federalista, o período da ditadura militar, na guerrilha do Araguaia, entre outros casos tantos, a sua ferocidade desproporcional. E também sua ausência. Atrasado, o Estado chega, dispõe a tropa e atira. E então corta as cabeças.

Ausência sistemática daquilo o que é distante, do que não representa seus interesses que são interesses privados da casta que o maneia. Ele próprio, o Estado, é tomado de surpresa quando eclodem acontecimentos como Canudos. Não sabe o que se passa, não tem informações precisas sobre os acontecimentos que se dão à sua margem, exacerba sua reação como um corpo doente reagindo ensandecido a uma espetadinha de nada na ponta do dedo. E atua apenas de uma forma: manda a repressão, manda o choque, batendo seus cassetetes nos escudos feito falange macedônica. Manda o Bope, manda o Capitão Nascimento. E eles atuam com a ferocidade dos capitães do mato que fazem o serviço sujo do senhor da casa-grande. Melhor não pensar, melhor agir.

Não é o que ocorre ainda hoje nas favelas, nas periferias, nos cús do Judas, onde o estado só põe os pés (ou as botas) para tocar o terror? Cerca-se a Rocinha — claro, ela fica muito próxima da casa-grande — perturba-se a vida do cidadão honesto, apreende-se um ou outro fuzil, gera-se alguma mídia, e vai-se embora, e tudo continua como antes.

Não está lá para a segurança, não está lá para a escola, saúde, cidadania e garantir a possibilidade de vida decente. Que são, não esqueçamos, suas obrigações.

Quando chega, é com o Caveirão, é para o Capitão Nascimento cortar a cabeça dos usuais 3 pês e mandar para o coronel de plantão

Para servir de exemplo.

Porque o Estado nos trata como boi. Como gado de corte: servimos para fornecer carne barata.

Essas reflexões sombrias nascem de certa tristeza ao se observar o panorama político brasileiro contemporâneo. O retrocesso político, cultural, civilizacional é evidente. Difícil é olhar para executivo, legislativo e judiciário e não ver seu semblante reacionário. Reação dos poderes vigentes pela manutenção do status quo, para estancar a sangria, nas imortais palavras do eterno e imperecível Romero Jucá. É difícil olhar para a figura do senhor desonrado que tomou de assalto a presidência e notar a desenvoltura com que ele impõe uma agenda medieval sem ter recebido um mísero, único e escasso voto, claro que atendendo às demandas de um legislativo igualmente regressivo e fisiológico, e claro que atendido por um judiciário que age feito divindade do Olimpo: caprichoso, intocável, arrogante, favorecendo seus escolhidos.

Nossa imagem nacional?

Degoladores.

Coloquemos uma placa de aviso no mapa desta civilização deitada eternamente em berço esplêndido: “Cuidado, aqui, cortamos as cabeças”.

Copiado de:  http://opensadorselvagem.org/arte-e-cultura/ronda-noturna-20/a-imagem-de-nos-mesmos-iii/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+OPensadorSelvagem+%28O+Pensador+Selvagem%29

O FILHO PRODÍGIO DE MOREIRA FRANCO

Posto tal e o faço com certa cautela vez que os assessores desse velho, hoje DITADOR em exercício em nosso país parece serem todos excessivamente honestos e como exemplo cito o operoso CARREGADOR DE MALAS, o tal Loures. 

O Editor

 

 

 

 


Relatório do MPF, anexado à denúncia contra Moreira Franco na Câmara, traz os vínculos trabalhistas do filho Pedro, que foi empregado da Odebrecht entre 2005 e 2015.

O primeiro emprego do rapaz, porém, foi numa drogaria onde ganhava menos de 900 reais.

No grupo de Emílio, o salário de Pedro começou em cerca de 1,8 mil reais, no primeiro ano, e ultrapassou os 27 mil reais, no último.

O filho de Moreira, aparentemente, esteve vinculado às empresas Odebrecht S/A, Construtora Norberto Odebrecht e Odebrecht Ambiental.

Pedro deixou o grupo no ano em que Marcelo Odebrecht foi preso pela Lava Jato. Logo depois virou sócio da PetroRio, uma das maiores petroleiras independentes do país.

Copiado de:  https://www.oantagonista.com/brasil/o-filho-prodigio-de-moreira-franco/

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