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Um terço da humanidade enfrenta ondas de calor mortais

 

Em 2100, até 48% da população correrá o risco de morrer por causa das altas temperaturas.

Um terço da população mundial está exposta a condições climáticas que produzem ondas de calor mortais devido à acumulação de gases do efeito estufa na atmosfera, e isso torna “quase inevitável” a ocorrência de mortes por altas temperaturas em vastas áreas do planeta. E as previsões para o futuro são ainda piores: a cifra chegará a 48% da população até 2100, mesmo que as emissões desses gases sejam reduzidas. Essas são as principais conclusões de um estudo realizado por geógrafos da Universidade do Havaí (EUA) que analisaram mais de 1.900 casos de mortes relacionadas ao calor nas últimas quatro décadas em 36 países.

A reportagem é de Joana Oliveira, publicada por El País, 20-06-2017.

“Foi um choque encontrar tantos casos”, conta por email Camilo Mora, principal responsável pela pesquisa. “Tínhamos estudado algumas ondas de calor como a que assolou a Europa em 2003, mas encontrar tantos registros de pessoas que faleceram devido a altas temperaturas em todo o mundo foi assombroso.”

O estudo, publicado na revista Nature Climate Change, mostra que o risco geral de doenças ou mortes relacionadas ao calor aumenta constantemente desde 1980, devido à mudança climática. Os cientistas analisaram as condições de calor e umidade durante os episódios letais, a fim de estabelecer um limite acima do qual as circunstâncias se tornam mortais, como em 2003. Aquela onda de calor, nos meses de julho e agosto, foi apontada como sendo direta ou indiretamente responsável por 13.000 mortes na Espanha, segundo os cálculos do Instituto Nacional de Estatística (INE), que comparou esses dados com as mortes no mesmo período de 2002 e 2004. A mesma onda de calor causou aproximadamente 20.000 mortes em toda a Europa, segundo as cifras oficiais (um estudo posterior elevou o número a 70.000). O estudo também menciona a onda de calor de 2010 em Moscou, quando quase 10.000 pessoas morreram.

Os pesquisadores observam, porém, que as disfunções devidas ao calor não ocorrem somente durante as ondas maciças, mas sempre que se dá uma combinação entre um alto nível de umidade e temperaturas elevadas. “Existem casos de pessoas que morreram sob uma temperatura de 23 graus”, afirma Mora. A causa é a hipertermia, um excesso de calor corporal que pode gerar insolação e inflamações. “O suor não evapora quando há muita umidade, e o calor então se acumula no corpo”, explica o cientista.

As regiões tropicais, naturalmente bastante úmidas e com temperaturas elevadas, são as mais suscetíveis de ter de enfrentar ondas de calor. E, embora “qualquer um possa morrer” nessas circunstâncias, segundo escrevem os pesquisadores, os idosos são mais vulneráveis. “Seus corpos podem ceder a qualquer momento em situações assim. Uma onda de calor é como um teste de resistência em que muitos de nós serão reprovados”, diz Mora.

O estudo registra que as temperaturas elevadas e as condições de seca se exacerbaram nas áreas urbanas por causa da retirada das árvores, que proporcionam sombra e umidade refrescante. Mora faz questão de dizer que, embora medidas paliativas, como os alertas lançados pelo governo e o uso crescente de ar condicionado, tenham ajudado a reduzir o número de mortes, elas não são soluções viáveis no longo prazo. “O mais importante é prevenir novas ondas de calor. Temos de construir menos, emitir menos gases de efeito estufa e plantar árvores para refrescar as cidades”, defende ele. Para o geógrafo, as opções de que a humanidade dispõe para enfrentar as ondas de calor estão entre “ruins e terríveis”.

 

Fonte:  http://www.ihu.unisinos.br/568898-um-terco-da-humanidade-enfrenta-ondas-de-calor-mortais

Mino Carta: “O golpe levou ao poder quadrilhas que agora se digladiam entre si”

21/06/2017 12:10 – Copyleft

O fundador da Carta Capital criticou ainda a falta de políticas para a democratização da mídia durante os governos petistas


Rute Pina – Brasil da Fato

Reprodução/CartaCapital

No mês passado, o fundador da revista CartaCapital, Mino Carta, escreveu seu último editorial para a publicação. O diretor de redação da revista semanal, criada em 1994, afirma que o periódico passa por uma grave crise econômica. “Estamos vivendo dias muito difíceis, estamos à beira do desastre final”, declarou em entrevista exclusiva ao Brasil de Fato.

Para contornar o desafio, porém, a revista apostou no modelo de crowdfunding, o financiamento coletivo. Em janeiro deste ano, a CartaCapital criou uma campanha para que os leitores se tornem sócio-assinantes da publicação. Os parceiros da revista têm possibilidade de publicar artigos, acesso exclusivo às áreas de comentários e participação em reuniões de pauta.

O modelo, segundo ele, tem tido bons resultados no exterior nos últimos anos: a revista brasileira se inspirou no diário britânico The Independent e na revista estadunidense Newsweek. “Aqui estamos em um bom começo, um começo animador porque os primeiros resultados são muito bons. Mas o caminho é longo e não se resolve da noite pelo dia”, disse o jornalista.

Além das dificuldades que o fazer jornalístico já enfrenta de maneira geral — crise de credibilidade, de financiamento e disputa com as redes sociais na Internet — a concentração da verba governamental da publicidade é mais uma barreira à existência de veículos da imprensa alternativa. Durante o governo golpista de Michel Temer (PMDB), o gasto federal com publicidade cresceu 65% no primeiro semestre de 2016 em comparação com o mesmo período de 2015. E a maior parte do recurso foi destinada aos veículos da já tradicional grande imprensa do país.

Para ele, o aumento da verba é o pagamento ao apoio que estes veículos deram e continuando dando ao golpe. “Quem tentou resistir, de alguma maneira, evidentemente é ignorado, esquecido, escanteado”, afirmou o diretor de redação da CartaCapital. Para mino, o processo de impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff (PT) “levou ao poder quadrilhas que agora se digladiam entre si”.

Ainda assim, ele criticou a falta de políticas públicas para democratização comunicação nos 13 anos dos governos petistas com Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma (2003-2016). Na conversa concedida por telefone, o fundador da CartaCapital afirmou que o partido “não soube executar certas tarefas que lhe cabiam na qualidade de partido de esquerda”. “O PT no poder portou-se como todos os demais partidos e favoreceu brutalmente a Globo, que é o seu principal inimigo”, avaliou.

Veja abaixo os principais trechos da entrevista.

Brasil de Fato: Em seu último editorial na CartaCapital, você afirma que “estamos asfixiados financeiramente por um governo ilegítimo” e pelo abandono de “setores do empresariado que tinham compromisso com a diversidade e a pluralidade”. Quais foram as implicações do processo de golpe para a comunicação alternativa?
Mino Carta: O golpe levou ao poder algumas quadrilhas que agora estão se digladiando entre si. É uma guerra de máfias e um dos resultados é que eles racionam com seu palanque a publicidade. Eu não considero a CartaCapital uma mídia alternativa, porque diria que é uma revista muito bem feita, bem impressa e em condições de competir com a chamada grande mídia brasileira — que é hedionda. Os alternativos devem estar pior do que nós, suponho, porque seus meios são pequenos e, ao mesmo tempo, tem o uso do papel, isso na mídia impressa… Então eles devem estar em grandes dificuldades, imagino.

O governo de Michel Temer aumentou a publicidade em grandes jornais…
Aumentou de uma forma brutal. De um modo geral, toda a chamada grande mídia foi beneficiada extraordinariamente por esse governo totalmente ilegítimo, enquanto o resto é perseguido, tanto os alternativos quanto a revista CartaCapital.

São perseguidos de que maneira?

Perseguidos no sentido de que não existem simplesmente. Eu te confesso uma certa irritação, também em relação ao PT [Partido dos Trabalhadores] porque o partido esteve no poder por 13 anos e foi incapaz de democratizar a mídia brasileira. Até mesmo aplicando a Constituição e todas as leis que se manifestam com extrema clareza contra o monopólio.

Essa nossa mídia está na mão de poucas famílias, todas elas são porta-vozes da Casa Grande pelo simples fato de que todas elas fazem parte do inquilinato da Casa Grande, a começar pelos senhores Marinho [proprietários da Rede Globo de Televisão]. É essa a situação do momento e o golpe simplesmente aprofundou isso.

O PT no poder não soube executar certas tarefas que lhe cabiam na qualidade de partido de esquerda. Se tivéssemos tido uma esquerda verdadeira e um grande partido de esquerda, o povo brasileiro não estaria no estado de aturdimento que ele está, fadado a permanecer por muito tempo. O PT no poder portou-se como todos os demais partidos e favoreceu brutalmente a Globo, que é o seu principal inimigo.

E como este aumento de publicidade reverberou, na prática, na cobertura e na atuação da imprensa neste último ano?
É um jogo entre amigos e entre bons companheiros. Eles estão recebendo em troca ao apoio que deram ao golpe e que continuam dando a um governo totalmente ilegítimo, então recebem o prêmio. Quem tentou resistir, de alguma maneira, evidentemente é ignorado, esquecido, escanteado. Nós estamos vivendo dias muito difíceis, estamos à beira do desastre final. Não temos publicidade, como disse naquele meu último editorial, e não temos ajuda de quem poderia nos ajudar.

O Página12, na Argentina, é amparado pelos sindicatos, que cuidam de manter vivo o veículo, que tem um desempenho igual da CartaCapital. Eles sustentam o jornal e aqui, não.

A revista CartaCapital foi acusada de ser beneficiária do esquema Lava Jato, de ter recebido R$ 3 milhões… Você acredita que este episódio, de alguma forma, contribuiu para esta situação ou impactou de alguma forma o veículo?
Se calaram sobre este episódio porque é ridículo. Realmente, tivemos publicidade da Odebrecht. Isso significa o quê? Que a Odebrecht nos comprou? Quanto a empresa deu para a Globo e para os demais jornais? Garanto que muito mais do que deu para a revista CartaCapital. A preocupação com a CartaCapital é porque, realmente, ela faz oposição.

É como dizer que Lula tem um tríplex em Guarujá ou sítio em Atibaia. São coisas ridículas, mas e se tivesse? Qual seria o pecado? O sr. [Sérgio] Moro conduz uma operação absolutamente irregular. Um dos grandes juízes italianos que trabalharam na [operação] Mãos Limpas, à qual Moro se diz inspirar, veio ao Brasil no ano passado… Um juiz importantíssimo. Encontrei com ele, inclusive. Era um dos líderes da força-tarefa da Mãos Limpas. Quando voltou para a Itália, ele disse textualmente: “Se nós tivéssemos feito o que o Moro faz no Brasil, nós é que acabaríamos em cana”. É isso, porque quem manda é a prepotência absoluta e tudo bem.

Isso deveria indignar o povo, mas o povo não tem capacidade de se indignar, é resignado. Tirando certos movimentos, como o movimento dos sem-terra e dos sem-teto [MST e MTST]. Ali tem lideranças que passam aos seus filiados e seguidores o verbo correto, a ideia certa. O PT foi um desastre, não soube fazer isso. Essa que é a verdade.

A CartaCapital está apostando agora em “sócios-assinantes”. Financeiramente, como você enxerga o caminho para a mídia alternativa?
É um caminho comprido, eu acho. Não é algo que se resolve de um dia para outro. É um caminho correto e que está dando muito certo fora do Brasil, em vários lugares. É inegável isso. E aqui estamos em um bom começo, um começo animador porque os primeiros resultados são muito bons. Mas o caminho é longo e não se resolve da noite pelo dia; pelo contrário. Mas os balanços poderão ser feitos dentro de seis meses a um ano. Neste modelo que na linguagem em inglês é o chamado de crowdfunding. É o modelo que está dando muito certo em outros lugares e nós achamos que acabará dando certo também aqui. Se tivermos tempo.

Você falou um pouco de medidas estruturais no campo da comunicação que estiveram aquém nos governos Lula e Dilma. Quais você acredita que são imediatas no caso, por exemplo, de um novo governo progressista?
Em primeiríssimo lugar, é preciso aplicar a Constituição. É simples. Depois, devemos estudar à luz de outras medidas que podem ser suplementares e, eventualmente, serão muito importantes. Mas o começo da história se dá pela Constituição, pela carta que foi rasgada pelos golpistas. Esse é o começo da história. Apliquem a Constituição.

E também não chamem para dirigir as comunicações pessoas da Globo. Colocaram a senhora [Helena] Chagas para dirigir a Secom [Secretaria Especial de Comunicação Social], como fez a Dilma. Isso é um acinte. Ou ela está mal informada ou ela caiu, realmente, no logro monumental. Como é possível terem chamado esta senhora? Ou o Paulo Bernardo, para cuidar da comunicação? É chamar a raposa para cuidar do galinheiro. É uma piada. Mostra, inclusive, a incompetência dos nossos governantes em um tempo em que eles tinham a faca e o queijo na mão, mas não souberam nem usar a faca, nem comer o queijo.

E como está seu otimismo em relação a possibilidade de eleições diretas ou o pleito de 2018?
Ah, isso é evidente. A única solução, neste momento, seria chamar eleições. Diretas eu não diria porque quando houve aquela campanha para as diretas já, que foi derrotada pelo [José] Sarney que depois se tornou presidente da República. Esses são os engodos do destino brasileiro. Mas, hoje, deveríamos falar em eleições antecipadas realizadas em outubro próximo. É a única saída inteligente e pacífica para esse angu de caroço que está aí.

Os resultados serão, de qualquer maneira, animadores se houver estas eleições porque certamente o golpe será desfeito. É inegável. Se vão chegar ao poder homens competentes ou não, há de se verificar. Mas o golpe será desfeito. Esse governo que está aí é ilegal porque lhe falta apoio do voto popular. É totalmente ilegítimo. Se houvesse eleições antecipadas, o golpe seria desfeito e voltaríamos a uma situação de legalidade.

Edição: Luiz Felipe Albuquerque

Créditos da foto: Reprodução/CartaCapital

Fonte:  http://www.cartamaior.com.br/?/Editoria/Politica/Mino-Carta-O-golpe-levou-ao-poder-quadrilhas-que-agora-se-digladiam-entre-si-/4/38303


Governo adia plano de construir usinas hidrelétricas no Rio Negro

REVISTA IHU ON-LINE

23 Junho 2017

O plano de erguer usinas hidrelétricas no Alto Rio Negro, em uma das regiões mais remotas e preservadas da Amazônia, foi adiado pelo governo. No início deste mês, a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), responsável pelo planejamento do setor elétrico, pediu à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) que cancele autorizações para novos estudos sobre a viabilidade de erguer barragens ao longo do Rio Negro, afluente do Rio Amazonas.

A reportagem é de André Borges, publicada por O Estado de S. Paulo, 23-06-2017.

Por trás da decisão está a grande complexidade do licenciamento ambiental – pelo menos 50% de toda a região banhada pelo Rio Negro é formada por florestas protegidas e terras indígenas.

Levantamentos já realizados pela Eletrobrás indicam potencial de geração de mais de 4,1 mil megawatts de energia na região, mas a EPE decidiu dar um passo atrás nos estudos, antes de propor qualquer novo empreendimento.

Em vez de renovar seu registro para a elaboração dos “estudos de inventário hidrelétrico da bacia do Rio Negro” e seguir adiante com a expectativa de licenciar hidrelétricas, o órgão, ligado ao Ministério de Minas e Energia, optou por fazer um “pré-inventário” da bacia.

“A nossa previsão é de que o pré-inventário esteja concluído até o final do primeiro semestre de 2019”, declarou a EPE, por meio de nota. “Em um momento oportuno, a EPE poderá solicitar um novo registro para iniciar a elaboração dos Estudos de Inventário Hidrelétrico abrangendo as áreas selecionadas nos estudos.”

Os estudos da Eletrobrás davam conta de que haveria potencial de instalação de barragens abaixo do município de São Gabriel da Cachoeira, no Estado do Amazonas. Os dados cartográficos também apontam potencial para hidrelétricas na região da chamada Cabeça do Cachorro, na fronteira da Amazônia brasileira com a Colômbia.

Questionada sobre o assunto, a EPE declarou que, até o momento, o único levantamento realizado na bacia do Rio Negro foi o diagnóstico socioambiental, “que revelou a existência de alta complexidade biológica e sociocultural, além de diversos conflitos na bacia”. Além disso, a EPE fez estudos cartográficos na região. O pré-inventário não incluirá levantamentos de campo, mas imagens de satélite.

“Como as fases do estudo que envolvem a identificação de locais barráveis e os estudos de alternativas de divisão de queda, que apontam o potencial de instalação de barragens no Rio Negro e nos seus principais afluentes, não foram iniciados, ainda não é possível afirmar os locais dos aproveitamentos”, informou a instituição.

Dificuldades

A ideia de erguer barragens no Rio Negro, que não tem nenhuma usina, vem dos anos 1990, mas desde 2011 passou a ser analisada pela EPE, que encontrou sucessivas dificuldades para realizar seus estudos de campo em terras indígenas.

O Rio Negro tem extensão aproximada de 1.260 quilômetros dentro do território nacional. Em sua totalidade, drena uma área de cerca de 280 mil quilômetros quadrados e ocupa 20% do território estadual do Amazonas.

O setor elétrico coleciona polêmicas históricas na construção de barragens na Amazônia, por causa das extensas áreas planas da região, o que não favorece quedas d’água.

A hidrelétrica de Balbina, construída nos anos 1980 pelo governo militar, inundou 2.360 quilômetros quadrados de mata nativa do Estados do Amazonas, uma área equivalente à das cidades de São Paulo e Campinas juntas, para gerar apenas 250 megawatts (MW), energia suficiente para atender apenas 370 mil pessoas.

Sua área alagada é equivalente a mais de cinco vezes a área total do reservatório de Belo Monte (516 quilômetros quadrados), que tem potência de 11.233 MW.

A hidrelétrica de Samuel, construída pelos militares em Rondônia, também está entre os maiores escândalos do setor. Foi necessário inundar 656 quilômetros quadrados de mata para gerar ínfimos 216 MW.

Fonte:  http://www.ihu.unisinos.br/568968-governo-adia-plano-de-construir-usinas-hidreletricas-no-rio-negro

Escolas do Litoral Norte receberão R$ 1 milhão para reformas

Um milhão de reais para a quase totalidade dos brasileiros até é muito dinheiro, mas esse valor diluído em varias escolas e em diversas cidades de nossa região deve ser para fazer algumas poucas coisas como pinturas, acredito. Os deputados tentam nos vender grande esforço até por que ano vindouro haverá eleições e eles precisam de votos para ficarem acumulando salários absurdos o que de forma alguma ganhariam aí fora em suas profissões. Um é veterinário e o outro não sei se tem profissão.

O editor

Escola Arthur da Costa e Silva será contemplada

O Governo do Estado iniciará na segunda-feira (26), o repasse de cerca de R$ 1 milhão para reformas e pequenas ampliações em sete escolas do Litoral Norte, beneficiando diretamente mais de 2,5 mil alunos. A viabilização do recurso foi possível graças ao esforço e articulação conjunta dos deputados Gabriel Souza e Alceu Moreira que, mais de uma vez, levaram as demandas das instituições para a Secretaria Estadual de Educação.
Segundo o deputado Gabriel, esses investimentos são imprescindíveis para que o Rio Grande do Sul volte a ter uma posição de destaque na área educacional do país.
Entre as escolas contempladas estão a Santa Terezinha, de Maquiné; Gregória Mendonça e Felisberto Luiz de Oliveira, de Santo Antonio da Patrulha; Erica Marques, de Terra de Areia; Arthur da Costa e Silva, de Capivari do Sul; Padre Simão Moser, de Mostardas, e Pedro Nicolau Krás Borges, de Torres.
Ao todo, o governo do Estado repassará R$ 40,5 milhões para reformas em 301 escolas. A expectativa é de que até o final de 2018 sejam entregues mais de 600 escolas reformadas em todo o Rio Grande do Sul.

Fonte: https://gastao30.wordpress.com/2017/06/23/escolas-do-litoral-norte-receberao-r-1-milhao-para-reformas/

NOTA DE PESAR

Publicação:

Luto
Luto – Foto: –

A Polícia Civil do Estado do Rio Grande do Sul manifesta seu mais profundo pesar pelo falecimento, no cumprimento do dever, do Escrivão de Polícia Rodrigo Wilsen da Silveira, ocorrido nessa manhã, 23 de junho de 2017, no município de Gravataí. O Policial estava cumprindo mandado de busca na cidade de Gravataí no combate ao tráfico de drogas. No local estavam quatro homens, uma mulher e armas. O indivíduo que alvejou o policial está preso.

Ele deixa como legado sua bela trajetória marcada pelo profissionalismo e dedicação incondicionais. Diante desta perda irreparável, a Polícia Civil se solidariza com a dor dos familiares e amigos do Escrivão Rodrigo.

FamiliaPCemLuto
SomostodosRodrigo

Porto Alegre, 23 de junho de 2017.

Emerson Wendt
Delegado de Polícia
Chefe de Polícia – RS

Fonte: http://www.pc.rs.gov.br/conteudo/42421/nota-de-pesar

Depois de preso, o fascista do MBL vai delatar seus financiadores. Por Donato

Esse sujeito só pode ser doente mental vez que tem tendência  suicida. Desafiando multidões vai acabar sendo linchado. Com multidões não se brinca impunemente.

O Editor

 

 

 

por Luiz Müller

Arthur do Val, do canal Mamãe Falei, é detido em Porto Alegre

Quem procura, acha. Depois de tanto tempo se infiltrando em manifestações e fazendo provocações grosseiras para registrá-las em vídeo, Arthur Moledo Do Val, mais conhecido como MamãeFalei, encontrou gaúchos sem paciência para suas cretinices.

Acompanhado de dois ‘seguranças’, MamãeFalei foi a um protesto de municipários que estão contra o parcelamento de seus salários e contra o aumento da alíquota de contribuição à Previdência.

Longe de seu berço, MamãeFalei foi acompanhar essa manifestação que ocorria em Porto Alegre, em frente à Prefeitura. Cansados das babaquices do integrante do MBL (Movimento Brasil Livre), os servidores públicos confrontaram o youtuber pelas filmagens.

Deu-se o atrito e um dos seguranças de MamãeFalei agrediu um manifestante com um cassetete retrátil. Os três foram detidos e encaminhados à 17ª Delegacia de Polícia.

Curiosamente, assessores da prefeitura também foram à delegacia, acompanhar o caso. Por quê?

Em seus depoimentos, os seguranças afirmaram não ser empregados nem mesmo terem sido contratados pela prefeitura. Disseram que estavam se protegendo mutuamente após já terem sido hostilizados em outras manifestações. Já o corajoso MamãeFalei, escorregadio, disse que nem mesmo os conhecia direito.

A repórter da Radio Guaíba, Vitória Famer, acompanhou toda a confusão de perto e ainda flagrou em vídeo o carro com assessores do deputado Marcel Van Hattem chegando à delegacia. Em seu twitter, a jornalista questionou:

“Por que gente da prefeitura veio?”

Irritado, o deputado Van Hattem respondeu com rispidez, acusando Vitória de ser uma ‘militante de extrema esquerda’, ‘tendenciosa’. Não respondeu, porém, a seguidores de Vitória Famer que deram sequência na postagem e perguntavam diretamente a ele: “Caro deputado, o que seus assessores (CCs) foram fazer em horário de expediente na delegacia após prisão dos militantes do MBL?”

A própria jornalista insistiu na dúvida: “Por que vieram acompanhar o caso se ambos disseram não trabalhar na prefeitura?” Um grande silêncio se seguiu.

Marcel Van Hattem é deputado pelo liberal-conservador Partido Progressista. Participante ativíssimo nas manifestações pró-impeachment de Dilma, é também o responsável por protocolar o projeto do Escola Sem Partido na assembléia do Rio Grande do Sul. Van Hattem e o MBL são, portanto, gêmeos xifópagos.

O deputado também não nutre simpatia pela Radio Guaíba desde que há dois anos a emissora vem dando destaque para Van Hattem em decorrência de um atropelamento com morte envolvendo-o.

Segundo familiares da vítima – que ficou em coma por 7 meses antes de morrer – o deputado não prestou nenhum auxílio, disse que não poderia acionar o seguro do carro e ainda colocou a culpa no atropelado. Recurso rasteiro, o deputado considera que a família ‘esteja se utilizando politicamente do caso’. O processo ainda está em curso.

Mamãefalei recebe para fazer seus vídeos? Por que foi até Porto Alegre ‘cobrir’ a manifestação do sindicato em frente à prefeitura? O MBL, como sabido, apoiou a campanha do prefeito Nelson Marchezan Júnior (PSDB). Quem bancou a viagem de Mamãefalei?

Em nítida demonstração de quem é, após ser liberado MamãeFalei declarou que conhecera os dois capangas naquele dia mesmo, que praticamente nada tinha a ver com a história e relatou, choroso:

“Eu também sofri ataques e tive que sair correndo para a polícia me proteger. Se não fosse a polícia, eu tinha sido linchado e a minha câmera, com certeza, não estaria mais aqui. Eu nem encostei em ninguém”, explicou o youtuber recorrendo aos métodos habituais com os quais pratica sua já famosa coragem.

Sempre que suas provocações causaram reação em manifestantes, ele correu para trás do cordão de PMs.

Fonte:  https://luizmuller.com/author/luizmullerpt/

CRIMES NA INTERNET (Por Adeli Sell)

por Luiz Müller

InternetEstava sentindo a necessidade de falar sobre a Internet e o Direito, em especial sobre os crimes cibernéticos. Agora, depois de ler “INTERNET E DIREITO PENAL – Risco e cultura do medo”, de Emerson Wendt, nosso Chefe de Polícia, me senti obrigado a escrever e resenhar o livro.

O livro é fruto de sua tese de mestrado na Unilassale de Canoas; numa edição deste ano de 2017, pela Livraria do Advogado. Vai caminhar para se tornar um clássico no assunto.

Mesmo com o incrível aumento destes crimes, pouca produção teórica foi realizada e ainda são parcos os processos.  Falo que os crimes são muitos por percepção e apelos que recebo para tratar do tema, mas dados são precários. Desconfio que estes ainda sejam pouco confiáveis.

Afinal de contas precisamos de mais penas¿ mais lei penal¿ ou de educação e cultura para o uso adequado da Internet¿ Válido para o o que se posta, para que o que se abre, seja para um email que vem com “uma pegadinha”, que de diminutiva não tem nada, podendo se transformar num transtorno sem limites.

O objetivo do trabalho-pesquisa de Wendt é de trazer à luz o grau de confiança que os usuários de internet têm nos serviços que utilizam.

Sabemos que a Internet tomou conta do “mundo plano” (Thomas Friedman), o medo é instantâneo como o risco também.

Risco e medo de alguém capturar sua senha e sua conta, depois de uma compra “on line”, ou  o mundo ver a sua nudez como foi vista a da Carolina Dieckmann mesmo se negando a posar para a Playboy.

A mídia no caso jogou holofotes, fez manchetes bombásticas, mas ficam numa zona cinzenta casos mais graves de ameaças de morte, mortes de meninas expostas a escândalos e vergonha. Ou alguém já esqueceu o caso da mulher linchada no Guarujá, depois de uma “mera postagem”.

Wendt leu e pesquisou o tema, além de já ser um profundo conhecedor do Direito Penal, seguindo e citando o falecido professor Luiz Luisi: “E sobretudo temos um objetivo certo e definido a alcançar, como todos os amantes da liberdade, que é o de ajudar a construção de um mundo onde o homem não seja o logo do homem, mas o irmão, o semelhante, a pessoa portadora de direitos inalienáveis”.

A Lei no. 12.737 de 2012, conhecido como LCD, Lei Carolina Dieckmann, para Wendt não foi a mais adequada; não foi e não é solução para os problemas de indeterminações tecnológicas na rede; não ataca seus riscos e medo. A pressão da mídia como o senso comum é pressionar para criar novas leis, mais leis, para preencher lacunas (mesmo não sabendo quais nem quantas) de qualquer jeito, criminalizar, penalizar, e muito, mas muito mesmo, coisas de tirar o escalpo, com dor e sofrimentos. As pessoas se esquecem das lições de “O Alienista”, de Machado de Assis, onde o médico, que queria prender todo mundo, acabou ele sendo preso pelas mesmas razões que queria os outros presos.

Onde ficam a legitimidade e a proporcionalidade? Criminalizar por atacado, como ensina Luiz Luisi. Estamos na era das leis penais simbólicas, que, regra geral, restam inúteis.

A insegurança que vivemos no mundo real e virtual se espalha como toxina na verborragia fácil e incriminadora. A insegurança e crueldade sem limites se veem nas pessoas decapitadas nos presídios, cujos apenados estão sob tutela do Estado, que deveria ser protetor, mas naquele espaço não mais existe lei amarrada pelos liames da Justiça nem Estado, existe o Estado das Facções Criminosas, “a lei do mais forte”, a Lei do Talião. Estas mazelas não serão extirpadas com mais leis e mais prisões. Ali, o crime passou de um ataque ao bem da vida, para se tornar um crime de cunho essencialmente econômico, não está no livro, mas para quem leu “Ilícitos”, de Moisés Naim, sabe do que estou falando, “o crime compensa”.

Os crimes cibernéticos não serão resolvidos apenas pelo Direito Penal. E como a Internet é fundada na liberdade, temos que buscar outros meios de resolver os dilemas postos, sem fugir do respeito ao Direito e à Justiça.

E daí?

Wendt pesquisa bravamente por essa mesma Internet e usa seu questionário naquele potencial que o Facebook e o Google podem lhe oferecer. Consegue dados nacionais e em número de razoável e aceito dentro dos preceitos para pesquisa, para os ditames de nossas ciências sociais.

Como a Internet chega à metade da população brasileira poder-se-ia duvidar de tal pesquisa. Porém, ela alcança um número razoável de pessoas que são expressão da média, do pensamento padrão do povo, e dos que de fato usam e usam muito, através de várias mídias.

Parecem-nos bem plausíveis os dados, porque “bate” com nossas experiências cotidianas e vivências.

Mais de 80% veem risco no uso da Internet; mais de 50% sentem medo.

Mas querem mais leis, penal ou outra lei, mesmo desconhecendo o atual arcabouço e alcance da legislação existente, isso tudo depois da LCD e do Marco Civil da Internet, dos vários projetos incriminadores como o do senador Azeredo, conhecido como o AI-5 da Internet.

Mais de 90% querem regulamentação, mais mecanismos de prevenção a riscos.

O Direito não acompanhou, apesar de ter mecanismos que poderiam e podem ser usados, para resguardar a pessoa das lesões a seus direitos. Nem vai acompanhar, porém a linha das lutas das pessoas, da sociedade não é por mais penalizações, por “outras penalizações”, quando deveria ser por um vivo e dinâmico processo de educação, preparo cultural do usuário e dos cidadãos em geral, entendo a diversidade geográfica e cultural do país, quando aqui nos queixamos da falta de banda larga, da morosidade dos acesos, temos que entender que aqui uma criança tem o último modelo de celular na mão, sem ter sido alertada para a arma que pode ser este belo instrumento de inclusão, temos os moradores dos fundões  do Brasil onde há pouco,  nem energia chega. Mesmo que tenha chegado o sinal de Internet ainda é um sonho para quem viu na TV um modelo de celular…

Estamos diante de elementos essencialmente comportamentais. E os riscos que corremos por não atentar a certos valores, a procedimentos claros, serão evitados e corrigidos por comportamentos. E nos casos de risco, repetimos, temos mais do que um aspecto para possível uso da Lei Penal, temos crimes eminentemente econômicos, pois o ditado de que o crime não compensa foi posto à prova e compensam em muito os aspectos do lado econômico.

Adeli Sell é acadêmico de Direito

Fonte: https://luizmuller.com/2017/06/22/crimes-na-internet-por-adeli-sell/

Comandante do Exército é ouvido em Comissão do Senado

 

Na manhã de ontem, quinta-feira assisti na TV Senado explanação do General de Exército, Villas Bôas, Ministro do Exército falando aos membros da Comissão sobre situação do Exército hoje e o que o mesmo vem fazendo em prol da segurança nacional.

Depois de sua explanação manifestou-se o Senador Requião. Disse o General que hoje o Exército tem orçamento que é a metade do que tinha faz vinte anos.

Traçou um retrato da Amazônia na qual há um patrimônio que vale 35 trilhões de dólares. Também disse que tropas do Exército foram surpreendidos ao encontrarem o Rei da Noruega que fazia uma visita ignorada até mesmo pelo Exército.

O Senador septuagenário, aquele que surrou sua cuidadora com o cinto e a Rede Mexe Mexe de Televisão assim como a não menos de$one$ta por que também $onegadora RB$ trataram de sepulta tal violência, este senhor ao ouvir do General que o Exército tem 30.000 homens na Amazonia indagou ao General que o mesmo com tal efetivo não resolvia os problemas de segurança lá existentes.

A resposta do General foi a de que temos na fronteira de 1.100 quilômetros enquanto aquele adorado pela maioria dos idiotas conhecido como USA tem fronteira de 1.300 quilômetros com o México e com todo o seu poderio não consegue impedir o ingresso de imigrantes e de drogas.

Tive a impressão que depois de tal resposta o referido Senador foi para baixo da cadeira.

Ex-prefeito de Ilhota está entre os presos da Operação Terra Prometida

22/06/2017- 18h24min – Atualizada em 22/06/2017- 18h30min

Por

DAGMARA SPAUTZ

O ex-prefeito de Ilhota, Daniel Bosi está entre os presos temporários da Operação Terra Prometida, deflagrada nesta quinta-feira pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) em Camboriú. A operação investiga o pagamento de benefícios a detentores de cargos públicos, em troca de alterações no plano diretor que beneficiaram loteamentos particulares.

Além de Daniel Bosi, também foram detidos o vereador de Camboriú Antônio Paulo da Silva Neto, o Piteco (PR), os ex-vereadores Carlos Alexandre Martins, o Xande (SD) e Márcio Aquiles da Silva, o Márcio Kido (PV), o ex-secretário da Fazenda de Camboriú, Sérgio Venâncio, e os empresários Gilson Laffite Neto e Gelson Laffite.

Foram expedidos 25 mandados de busca e apreensão, e entre os alvos estava a casa da ex-prefeita de Camboriú, Luzia Coppi Mathias (PSDB), e o gabinete da atual presidente da Câmara, Márcia Freitag (PSDB).

A Câmara de Vereadores não se manifestou sobre a operação, e a informação da assessoria de imprensa do Legislativo é de que não chegou nenhum pedido de afastamento até agora.

Todas as prisões são temporárias, por cinco dias.

Contraponto

Carlos Alexandre Martins – o advogado Juliano Cavalcanti, que representa o ex-vereador, disse que ainda não teve acesso aos autos para entender o motivo da prisão. Segundo ele, trata-se de uma prisão temporária, para investigação.

Antônio Paulo da Silva Neto – a reportagem não conseguiu contato com a defesa do vereador.

Gelson e Gilson Laffite – o advogado Ricardo Dudek, que representa os dois empresários, disse que ainda está analisando os autos.

Sérgio Venâncio – o advogado Olegário João da Silva não foi localizado pela reportagem.

Daniel Bosi – o advogado Rogério Ristow acredita que ele será liberado após prestar depoimento . Se houver algo errado, não é da parte do Daniel”, afirmou.

Márcio Aquiles da Silva – a reportagem não teve acesso à defesa do ex-vereador.

Márcia Freitag – a Câmara de Vereadores informou que ela não vai se manifestar

Luzia Coppi Mathias – não foi localizada pela reportagem.

 

Fonte: http://dc.clicrbs.com.br/sc/noticias/noticia/2017/06/ex-prefeito-de-ilhota-esta-entre-os-presos-da-operacao-terra-prometida-9822740.html

 

 

Moro quis evitar que documento que prova que a Caixa tem tripléx como garantia viesse a tona

21/6/2017 21:22

 

Fizemos pedidos na ação do tríplex para que fossem exibidos os contratos das debêntures, negados pelo juiz. Tivemos que procurar. Achamos.

 

dO Cafezinho

O jornalista Paulo Moreira Leite, colunista do Brasil 247, dá entrevista aos Jornalistas Livres sobre a última reviravolta do caso triplex: a descoberta de documentos que provam que o apartamento pertence, na verdade, à Caixa Econômica Federal.

A defesa de Lula procurava há tempos essa documentação, e solicitou a Sergio Moro que determinasse a sua busca. Sergio Moro negou. O justiceiro da Globo não tinha interesse em encontrar documentos que provariam a inocência de Lula.

O zé do powerpoint também não se interessou em buscar esses documentos. Nem ele nem os delegados que faziam campanha pelo Aécio nas redes sociais.

A grande mídia também não demonstrou nenhum interesse em pôr seus jornalistas investigativos na caça aos documentos, e agora trata deles com visível constrangimento e mal estar, como se lamentasse que eles tenham aparecido.

Fonte:  http://www.plantaobrasil.net/news.asp?nID=97720&po=s

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