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Como Damares, Agualusa subia em árvores, mas para ver mulher pelada

[opinião]

O escritor angolano José Eduardo Agualusa escreveu que, como a pastora e ministra Damares Alves, ele, quando criança, subia em árvores, não para ver Jesus, mas para apreciar mulher pelada.

Autor de livros que enriquecem a literatura em língua portuguesa, Agualusa agora entrou na mira das milícias evangélicas por ter ousado fazer humor com a já famosa declaração de Damares de que Jesus subiu na goiabeira onde ela se encontrava, quando tinha 10 anos tinha intenção de tomar veneno.

Agualusa não viu
Jesus nas árvores
em que subia

Muita gente está dizendo que não se pode brincar com uma tentativa de suicídio, mas o que é mesmo inadmissível é a censura. O humor não deve fazer nenhuma concessão, nem ao suicídio e muito menos a divindades.

É preferível ter humor de mau gosto (o que é subjetivo) a não ter nenhum por força da censura

E, além do mais, Damares resistiu ao impulso do suicídio, embora ela pareça não ter crescido e amadurecido, como se ainda fosse aquela menininha indefesa diante de seu predador sexual. É que compreensível o seu trauma e, provavelmente, ela deva procurar um bom terapeuta ou voltar ao pé de goiabeira.

Em reação às milícias fundamentalistas, transcrevo a crônica que Agualusa publicou em “O Globo”.

Jesus num pé de goiabeira

Damares Alves, a mulher que Jair Bolsonaro escolheu para ministra dos Direitos Humanos, Mulher e Família, afirma ter visto Jesus Cristo subindo um pé de goiaba. Isso enquanto ela mesma se preparava para tomar veneno em cima da goiabeira: “Vi Jesus em cima de um pé de goiaba e foi incrível!”

O que Damares disse a Jesus, quando o viu avançando, lindo e loiro, para a goiabeira? Ela disse: “Não sobe, Jesus, você não sabe subir em pé de goiaba.”

Todavia, para grande espanto de Damares, Jesus subiu. Conclui então a futura ministra: “Jesus é tão poderoso, tão poderoso, que conseguiu subir no pé de goiaba!”

O que mais espantou Damares, portanto, não foi Jesus ter-se revelado a ela em toda a sua infinita loireza. Foi conseguir subir o pé de goiaba. Achei as declarações da futura ministra um pouco estranhas. Primeiro: até pessoas como eu, que passaram as aulas de religião e moral a lerem gibis às escondidas, sabem que anjos, santos e divindades, particularmente as cristãs, sempre demostraram grande talento para subir em árvores. Um dos casos mais notórios é o de Nossa Senhora de Fátima, que gostava de aparecer aos pastorinhos em cima de uma azinheira.

Em segundo lugar, goiabeira é muito fácil de subir. Difícil é trepar em um eucalipto, por exemplo. Ou em um baobá. Isso sim, queria ver Jesus subir um baobá.


No quintal da minha casa também havia um pé de goiaba. Aos seis anos, eu já subia a goiabeira até aos ramos mais altos. Nunca encontrei Jesus por lá. Logo, deixei a goiabeira e comecei a escalar os abacateiros, árvores muito mais altas, com galhos distantes do solo, cuja escalada exige alguma coragem e um mínimo de destreza. Infelizmente, também não encontrei, entre a folhagem densa, nem Jesus, nem Nossa Senhora, nem sequer algum pequeno arcanjo extraviado. Acho que teria ficado satisfeito com o arcanjinho. No nosso quintal, os abacateiros só davam mesmo abacates. Em todo o caso, bons abacates.

Voltando à revelação de Damares Alves, também não consigo entender por que diabo uma pessoa que quer tomar veneno escala um pé de goiaba: para morrer mais pertinho do céu? Na esperança de que não morrendo do veneno, possa morrer da queda? Talvez a eficácia do veneno cresça à medida que o envenenado vá subindo num pé de goiaba. Não sei. 

Quanto a mim, comecei por escalar a goiabeira pelo mesmo motivo por que Sir Edmund Hillary decidiu escalar o Everest — “porque estava lá”. E também para comer goiabas. Mais tarde, a caminho da adolescência, passei a galgar o abacateiro para ver a vizinha, no quintal ao lado, tomando banhos de sol. Nas manhãs de domingo, a vizinha, uma jovem viúva, sem filhos, estendia uma toalha branca sobre a grama e deitava-se nela, nua e magnífica — a mulher mais linda do mundo. Era assim a minha missa. 

Hoje, compro goiabas e deixo-as dissolvendo-se em perfume, na fruteira, para que me devolvam a memória daquelas manhãs de domingo. É certo que não vi Jesus. Mas palavra de honra que nunca senti a falta — cada qual escolhe os milagres que lhe fazem melhor.

Copiado de:  https://www.paulopes.com.br/2018/12/agualusa-damares.html#.XBZXbpxKhPY

Eduardo Bolsonaro quer exceção para implantar pena de morte no país

 

A ignorância grudou nos membros dessa ‘famiglia’ e deles não se descola de forma alguma. Não sabe ele que essa é uma pena IRREVERSÍVEL e que ERROS JUDICIÁRIOS ocorrem de modo que ocorrido o erro e consumada a execução não haverá como repará-lo. Interessante que esse idiota lesse sobre ou mesmo assistisse ao filme sobre o CASO DOS IRMÃOS NAVES ocorrido em Minas Gerais. Os que foram à escola apenas pela merenda jamais serão capazes de pensar e esse deputado certamente deve ser um deles.

O Editor

 

Agência O Globo

O deputado federal mais votado do Brasil, Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), defendeu ,em entrevista ao GLOBO , a possibilidade de pena de morte para traficantes de drogas, a exemplo do que ocorre na Indonésia, e para autores de crimes hediondos. Filho mais atuante do presidente eleito, Jair Bolsonaro , desde a eleição em outubro, reeleito com 1,8 milhão de votos e provável futuro líder do PSL na Câmara, Eduardo disse que um plebiscito pode ser usado para consultar os brasileiros, apesar da vedação explícita da Constituição.

Hoje, o texto constitucional trata a impossibilidade da pena de morte como uma cláusula pétrea, que não pode ser alterada mesmo com uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC).

— Eu sei que é uma cláusula pétrea da Constituição, artigo 5º etc. Porém, existem exceções. Uma é para o desertor em caso de guerra. Por que não colocar outra exceção para crimes hediondos? — questionou Eduardo.

O GLOBO entrevistou o deputado na noite da última terça-feira. O contexto da conversa foram telegramas diplomáticos, obtidos pela reportagem, que revelam como ele tentou visitar o complexo prisional de Nusakanbangan, numa ilha na Indonésia, onde dois brasileiros condenados por tráfico foram fuzilados em 2015.

Os telegramas mostram que o parlamentar manifestou concordância com um sistema penal que permite a execução de traficantes.

A tentativa de Eduardo de ir ao complexo gerou um constrangimento diplomático. Depois de ação da Embaixada do Brasil na Indonésia, o filho do presidente eleito foi convencido a não ir ao local. O deputado restringiu sua visita ao presídio de Tangerang, na região metropolitana de Jacarta, capital da Indonésia, em 30 de julho de 2017.

“Medida bem propícia”
Por três horas, conheceu a unidade onde a maioria dos presos cumpre pena por tráfico. Um telegrama registra: “Após conhecer o complexo, o parlamentar conversou com o diretor-geral do presídio, ocasião em que manifestou sua concordância com o rígido tratamento conferido a traficantes de drogas neste país. Observou, também, o papel desempenhado pela religião na disciplina e na reabilitação dos detentos.”

Após ser questionado pelo GLOBO a respeito dos telegramas, Eduardo afirmou que a pena de morte é uma medida “bem propícia” para ser levada a um referendo ou a um plebiscito, inclusive para traficantes. Quase 30% dos presos brasileiros cumprem pena ou aguardam julgamento por suspeita de tráfico de drogas, conforme dados do Ministério da Justiça.

A posição assumida por Eduardo marca um retorno dos Bolsonaro a um assunto que eles haviam deixado para trás para tornar a candidatura do pai menos radicalizada. A pena de morte era presença constante nos discursos mais inflamados da família. As falas foram moduladas e os Bolsonaro passaram a evitar o tema.

Em 2015, no primeiro ano como deputado, Eduardo fez uma defesa explícita da pena capital, em casos de “crime premeditado em que resulte morte” e em casos de pedofilia. Naquele momento, ele fez a ressalva de que a Constituição proíbe a medida e que somente uma nova Assembleia Constituinte poderia mudar isso.

No ano seguinte, o deputado, após surfar na Indonésia, publicou nas redes sociais que o país “prevê pena de morte para tráfico de drogas”. Em 2017, antes de embarcar para a Indonésia nas férias em julho, Eduardo voltou a falar de pena de morte nas redes. Dessa vez, lembrou que a Constituição veda a pena:

— Pena de morte é muito mais uma força de expressão, uma bandeira a ser levantada, do que de fato uma medida a ser colocada em prática.

Nas férias de julho de 2017, em viagem de “interesse particular”, Eduardo mobilizou a diplomacia brasileira para tentar garantir sua presença na ilha da Indonésia onde os brasileiros Marco Archer Moreira e Rodrigo Gularte foram executados. Os dois foram flagrados com drogas e acabaram condenados à morte.

Um telegrama de 10 de julho registra a intenção do deputado de visitar o sistema prisional indonésio nos dias 30 e 31. “O deputado demonstrou particular interesse em realizar, se possível, visita à unidade prisional da ilha de Nusakanbangan”, registra o documento.

O embaixador Rubem Corrêa Barbosa consultou o Itamaraty sobre como proceder com o pedido, por se tratar de “tema especialmente delicado nas relações bilaterais”. Barbosa comunicou os diretores dos presídios de Nusakanbangan e de Tangerang sobre as intenções de Eduardo. “Alerto que o pedido do deputado esbarra em inconvenientes políticos e dificuldades logísticas”, anotou.

Outro telegrama cita a “possível repercussão” da visita do filho do presidente eleito ao presídio. Os argumentos foram apresentados ao deputado, que insistia em estar no presídio das execuções. Eduardo desistiu “à luz das ponderações e com vistas a maximizar o aproveitamento do exíguo tempo disponível”.

Mudança precisaria de Constituinte
Plebiscito e referendo, instrumentos citados por Eduardo Bolsonaro como possíveis de serem usados para uma consulta sobre a pena de morte no Brasil, não podem ser adotados com essa finalidade, segundo o professor de Direito Thiago Bottino, da Fundação Getulio Vargas (FGV) no Rio. O referendo é uma consulta para que a população aprove ou não uma mudança feita pelo Congresso. O plebiscito é uma consulta prévia — a decisão popular é encaminhada depois ao Legislativo.

— O plebiscito é a base para uma lei ou para uma alteração da Constituição. Mas não se pode perguntar algo à população sobre o que não pode ser mudado, como uma cláusula pétrea. E uma mudança em garantias fundamentais nunca pode ser para reduzir direitos, apenas para ampliar direitos — diz Bottino.

O caminho que resta, segundo o professor da FGV, é uma Assembleia Constituinte para fazer uma nova Constituição.

— Todas as novas Constituições brasileiras são fruto de uma ruptura. Não vejo a atual situação política do Brasil como ruptura. Bolsonaro e Mourão foram eleitos dentro das regras democráticas — diz o especialista.

O último dispositivo legal a prever pena de morte no Brasil de forma mais ampla foi o decreto-lei de segurança nacional baixado pelos comandos militares na ditadura, em 1969. O texto se voltava a crimes políticos que afrontassem a soberania e a independência nacionais ou atos de sabotagem que causassem mortes. A pena de morte não foi adotada na prática. A Constituição de 1988 prevê pena só em casos de crimes de militares “em guerra declarada”.

A Constituição do Império previa pena de morte. Dom Pedro II passou a conceder perdão para os condenados à morte, convertendo a pena em prisão perpétua. A última execução ocorreu em meados do século 19.

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Leia mais: http://jornalpequeno.blog.br/johncutrim/eduardo-bolsonaro-quer-excecao-para-implantar-pena-de-morte-no-pais/#ixzz5Zqstu3Fe

REVELAÇÃO E O TEMPO

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Foto: cena de Garden Of Words, by Mokoto Shinkai

 

Autor: Sandro Ari Andrade de Miranda

Duro é conviver com o amor que não se revela.

Escondido no silêncio? Talvez. Ou quem sabe na traição do tempo.

Este mesmo tempo que controla nossos atos com rigor medíocre,

nos limita e impede de avançar para novos mundos.

Querer viver é superar o tempo e não aceitar suas imposições.

Tristes são aqueles que se calam aos seus rigores.

Não somo máquinas, nossa eficiência é uma invenção lúdica,

é um grilhão que derruba anseios e emoções.

Nascemos com a liberdade de escolher caminhos.

Por que, então, decidir pela prisão?

Qual é a virtude que se aprende com sofrimento desnecessário?

Quais são as palavras ocultas entre as paredes?

O amor, este sentimento profano, só floresce quando livre.

Não conquistamos, não dominamos, nem fabricamos sentimentos.

Estes nascem como sementes jogadas ao vento,

regadas pela incerteza das chuvas e do orvalho.

O amor verdadeiro, portanto, não é lógico, jamais seria.

A sua essência é a incerteza e a sua grandeza está em vivenciá-lo.

Não esperem que a mecânica das horas defina os seus rumos.

O amor, a paixão, o desejo, são incontroláveis, explodem pelos poros.

Podemos nos esforçar e viver em vidas controladas

e nos apequenarmos como indivíduos sem sentimentos, talvez por medo.

Será apenas uma ilusão, porque a luz das emoções encontrará uma brecha

e como uma vaga poderosa romperá até as barreiras do tempo…

Copiado de:  https://sustentabilidadeedemocracia.wordpress.com/2018/12/16/revelacao-e-o-tempo/

Tribunal mantém ação de improbidade administrativa contra ex-prefeito de Capão da Canoa (RS)

Publicado em 12 de Dezembro de 2018 às 10h50

TRF4 –

O ex-prefeito de Capão da Canoa (RS) Valdomiro de Matos Novaski, que exerceu o mandato entre 2012 e 2016, e os ex-secretários Luís Roberto Treptow da Rocha, de Meio Ambiente e Planejamento, e Joel de Matos Novaski responderão ação de improbidade administrativa por terem promovido as obras de revitalização do calçadão de Capão da Canoa sem processo de licenciamento ambiental. A 4ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) negou, na última semana, recursos dos réus, que pediam a suspensão do processo. Eles foram denunciados pelo Ministério Público Federal (MPF) em agosto do ano passado. A 1ª Vara Federal de Capão da Canoa acolheu a denúncia e os três recorreram ao tribunal. Eles alegam que a eventual descaracterização do ambiente natural e a perda da função ecológica da antiga área de preservação permanente não advém desta obra efetivada em 2015, mas em razão de situação já consolidada. Segundo o relator, desembargador federal Luís Alberto d’Azevedo Aurvalle, os elementos de prova disponíveis – especialmente o inquérito civil – dão conta da existência de indícios e irregularidades nos procedimentos realizados pelos requeridos quando da implantação do projeto de calçadão na beira-mar do município de Capão da Canoa (RS), sendo suficientes ao processamento da ação, na medida em que, na presente fase, vigora o princípio in dubio pro societate. A decisão do colegiado confirmou decisão liminar do relator, proferida em agosto deste ano, que já havia negado a suspensão do processo. 5031246-47.2018.4.04.0000 Fonte: Tribunal Regional Federal da 4ª Região

Copiado de:  http://www.sintese.com/noticia_integra_new.asp?id=439360

Ministério Público acusa emedebista Sérgio Cabral e Sérgio Côrtes de fraudes no Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro

 

sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

O Grupo de Atuação Especializada no Combate à Corrupção (Gaecc), do Ministério Público do Rio de Janeiro, ajuizou duas ações civis públicas por atos de improbidade administrativa em operações fraudulentas na compra de equipamentos para o Corpo de Bombeiros. As fraudes, juntas, somam prejuízos de mais de R$ 27 milhões aos cofres públicos. Entre os acusados estão o ex-governador Sérgio Cabral Filho e o ex-secretário estadual de Saúde e Defesa Civil, Sérgio Côrtes. As investigações tiveram início a partir dos termos da colaboração premiada de César Romero, ex-subsecretário estadual de Saúde e Defesa Civil, firmado com o Ministério Público Federal e a Polícia Federal. De acordo com Romero, o esquema de recebimento de propina instituído na área da saúde durante o governo de Sérgio Cabral era replicado para o Corpo de Bombeiros. Sérgio Côrtes apresentava os equipamentos ao então comandante-geral do Corpo de Bombeiros e este analisava se o equipamento atendia ou não às necessidades da corporação. Em caso positivo, determinava a abertura de processo licitatório, direcionando o objeto da licitação com as especificações do equipamento apresentado pelo empresário Miguel Iskin, responsável pela organização do cartel, para que o fornecedor indicado por ele saísse vencedor da licitação.
O Estado fazia o pagamento integral à vencedora da licitação que, ao receber o pagamento, retinha o valor correspondente ao do equipamento que vendera e pagava o excedente ao empresário a título de comissão, em contas abertas no Exterior. O empresário, por sua vez, retinha sua comissão e rateava o restante, como pagamento de propina ao grupo acusado. Em uma das ações, o Ministério Público do Rio de Janeiro denuncia 15 pessoas e três empresas por fraudes em licitações internacionais para a aquisição de auto-escadas aéreas e auto-plataformas aéreas, de forma a beneficiar sociedades empresárias indicadas por Miguel Iskin, que repassava e dividia com Sérgio Cabral, Sérgio Côrtes e César Romero a propina oriunda dos contratos. O esquema criminoso gerou prejuízo ao erário de R$ 20,5 milhões em valores aferidos à época. Na outra ação, dez pessoas são acusadas também por atos de improbidade administrativa, superfaturamento de preço e direcionamento de objeto na licitação destinada à aquisição de uma embarcação de busca, resgate, atendimento médico e combate a incêndio para o Corpo de Bombeiros, com a finalidade de favorecer empresa ligada a Iskin para recebimento de vantagem indevida. Nessa ação, foram desviados R$ 6,8 milhões levantados à época.
Copiado de:  https://poncheverde.blogspot.com/2018/12/ministerio-publico-acusa-emedebista.html

Polícia Federal prende o prefeito de Mauá, cidade da Grande São Paulo

sábado, 15 de dezembro de 2018

O prefeito de Mauá, cidade localizada na Grande São Paulo, Átila Jacomussi (PSB), foi preso na quinta-feira, 13, na Operação Trato Feito, da Polícia Federal, e está recolhido no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Pinheiros, na capital paulista. Sob suspeita de ser o principal beneficiário de ‘mensalão’ de R$ 500 mil bancado por um grupo de nove empresas fornecedoras de sua gestão, Átila Jacomussi é o principal alvo de inquérito que aponta também para o ex-secretário de Governo de Mauá, João Eduardo Gaspar, e para 22 dos 23 vereadores da cidade – todos contemplados com propinas do esquema do prefeito em troca de ‘apoio político’. Átila passou por audiência de custódia, antes de seguir para o CDP Pinheiros. A Trato Feito é um desdobramento da Operação Prato Feito, desencadeada em maio para combater desvios de verbas da merenda escolar. Documentos apreendidos naquela ocasião nos endereços dos investigados levaram a Polícia Federal a ligações da gestão Átila Jacomussi com empresários que detinham o monopólio dos maiores contratos.
Entre os documentos encontrados havia planilhas que indicam repasses ilícitos aos vereadores. Eles deverão ser indiciados por corrupção passiva. Na Operação Trato Feito, na quinta-feira, 13, a Polícia Federal apreendeu R$ 1,089 milhão em dinheiro vivo – a dinheirama em dólares (US$ 150,3 mil), euros (€ 29,4 mil) e reais (R$ 372,1 mil) foi confiscada de empresários e políticos.
Copiado de:  https://poncheverde.blogspot.com/2018/12/policia-federal-pre.html

Polícia Federal prende deputada Ione Pedroso, de Roraima, por propinas e desvio de R$ 50 milhões do transporte escolar

sábado, 15 de dezembro de 2018

A Polícia Federal prendeu a deputada estadual eleita Ione Pedroso (Solidariedade/RR) e outras nove pessoas no âmbito da Operação Zaragata, deflagrada nesta sexta-feira, 14, para apurar desvios de R$ 50 milhões em recursos públicos e cobrança de propinas nos serviços de transporte escolar em Roraima. O marido de Ione, o empresário José Wallace Barbosa da Silva, também foi alvo de prisão, mas ainda não foi localizado. Ele é considerado foragido pela Polícia Federal. Ao todo, os agentes cumpriram 10 mandados de prisão e 12 de buscas e apreensão. Outros três alvos da ação foram os ex-secretários da Fazenda, Aline Karla Lira de Oliveira e Shiská Pereira, e o servidor público Thiago Lima Martinez. Os dois últimos estavam presos por outros processos envolvendo supostos desvios na merenda escolar do Estado. O inquérito da Zaragata foi instaurado em agosto deste ano para apurar supostas irregularidades cometidas em contratação do governo de Roraima com recursos do Fundeb por meio de dispensa de licitação emergencial. Segundo a Polícia Federal, há indícios de esquemas envolvendo o transporte escolar do Estado, como cobrança de propinas de empresas do setor, que eram obrigadas a pagar valores entre 10% a 15% das faturas para receber o pagamento do governo. “A organização criminosa também falsificava documentos de prestação de serviços que não eram, de fato, realizados, bem como também fraudava procedimentos licitatórios”, informou a Polícia Federal. Notas técnicas da Controladoria-Geral da União apontaram indícios de irregularidades em contratos de transporte escolar. Em um deles, os valores ultrapassam R$ 78 milhões. Segundo o órgão, os pagamentos indevidos poderiam chegar a R$ 50 milhões. “Em alguns casos, certa empresa era contratada para fazer rotas de transporte já prestadas por outra empresa, a qual efetivamente prestava o serviço. Ou ainda, uma mesma empresa era contratada várias vezes para a mesma rota, recebendo vários pagamentos por uma mesma prestação”, relata a Polícia Federal. As investigações contaram com o apoio do Ministério Público Federal, da Controladoria-Geral da União e do Ministério Público Estadual de Roraima. Zaragata faz alusão ao estado de desordem em que se encontra tanto a prestação dos serviços de transporte quanto os próprios contratos públicos.
Copiado de:  https://poncheverde.blogspot.com/2018/12/pf-prende-deputada-de-roraima-por.html

Não há diferença entre Damares e fundamentalistas islâmicos, diz sociólogo

Ao pregar que “a igreja deve governar”, a ministra Damares Alves (foto abaixo), dos Direitos Humanos do Governo Bolsonaro, mostra que não há diferenças essenciais entre ela e “fundamentalistas islâmicos que governam a Arábia Saudita, Irã, Sudão e Faixa de Gaza”.

A afirmação é do sociólogo e comentarista da Folha Demétrio Magnoli.

Ele alerta que o Governo Bolsonaro, com Damares, “desafia o Estado laico”, “brincando com fósforos entre tambores de substâncias inflamáveis”.

Seita de Damares vê
o seu cristianismo
como a fé verdadeira

Demétrio escreve que quando a igreja substitui o partido é o fim da democracia porque ela se julga portadora da Verdade absoluta e não aceitará deixar o poder.

“No Ocidente medieval, a Igreja Católica exercia um poder absoluto sobre as sociedades: o papado legitimava os reis. Um paralelo apropriado é com os totalitarismos do século 20: os partidos de Stalin e Hitler identificavam-se com o Estado”, escreve ele, que compara a religião ao partido comunista.

“Nas democracias, contudo, partidos e igrejas ocupam lugares radicalmente diferentes. Os primeiros almejam governar; as segundas só podem almejar a liberdade de pregar uma fé.”
“O governo do partido pode ser mudado; o ‘governo da igreja’ é, por definição, imutável.”


A Esse tipo governo, inclusive, é o pior que pode ocorrer para as próprias religiões, diz Demétrio.

“A seita de Damares vê, no cristianismo, a fé verdadeira exclusiva. O seu “governo da igreja” começaria proscrevendo as “religiões demoníacas” (ou seja, todas as não cristãs), mas não pararia por aí.’

Porque “tanto quanto as outras, a seita de Damares enxerga a si mesma como a única perfeita tradução da fé cristã. Depois de eliminar as “religiões demoníacas”, seu “governo da igreja” proscreveria as igrejas cristãs concorrentes. Todo o poder para Damares tem, como implicação lógica, a guerra de religião, primeiro contra os “infiéis” e, na sequência, contra os “falsos fiéis”.

É por isso que, agora mais do que nunca, escreve o sociólogo, há necessidade de “examinar as relações entre igreja, partido e governo para redescobrir o valor universal do princípio do Estado laico”.

Com informação da Folha e foto de divulgação.

Copiado de:   https://www.paulopes.com.br/2018/12/damares-fundamentalista.html#.XBVkFJxKhPY

Os “João de deus” que existem por aí

 

 

 

Estamos em pleno terceiro milênio e ainda a humanidade ainda se ilude com os “João de deus” que existem por todo o planeta. Eles têm várias formas de se apresentarem e todos sem exceção oferecem aquilo que jamais entregarão aos seus “clientes” que são as curas divinas assim como o enriquecimento.

Vendem “copos plásticos contendo água” que dizem ser divina e os trouxas entregam a eles tudo o que têm. Um desses grandes bandidos conseguiu condenar em processo judicial a um respeitável professor universitário, fato divulgado pelos meios de comunicação.

Eles se apresentam com os mais variados trajes e uns até mesmo com chapelões de “cowboys”. E isto dentro do que dizem serem templos.

Não faz muito tempo um casal de incautos acionou o Poder Judiciário no Vale do Taquari por que tendo caído na conversa de um desses muitos ordinários havia entregado a ele até mesmo o único imóvel que dispunham, ficando assim a dormir ao relento.

Divinos mesmo são a retidão de caráter e a disposição em trabalhar para conquistar algo ao longo da vida. Não sendo assim só mesmo se alguém tiver politicamente padrinhos. Estou errado?

ONG DE DAMARES É ACUSADA DE TRÁFICO DE CRIANÇAS INDÍGENAS

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