Praia de Xangri-Lá

Saiba tudo o que REALMENTE acontece em Xangri-Lá

Category: Noticias (Page 2 of 2657)

Há momentos em que até sinto vergonha de ser brasileiro

 

 

Não me envergonho do meu país e sim de seu povo, legítima massa de idiotizados. Nessa tarde o ludopédio do nosso país representado por clube aqui do Rio Grande do Sul, CAMPEÃO CONTINENTAL disputou o título mundial contra clube da Espanha.

Os espanhóis jogaram um pouco melhor e lograram vencer pelo magro placar de 1 X 0.

Terminado o jogo eclodiram fogos de artifício em profusão aqui no litoral. Nossos cães, amigos fiéis, estão assustados vez que tem ouvidos sensíveis.

E os brasileiros que amam aquele maldito país do hemisfério norte que nem mesmo nome próprio tem estão felizes.Espero que nenhum deles tenha perdido dedos ou mãos com essa estupidez que são os fogos de artifício.

Porém se tal tiver ocorrido a culpa será da própria vítima de sua estupidez ímpar.

Votação da Previdência na Argentina é advertência ao Brasil

manhana

Depois de duas semanas de encenação, o governo, finalmente assumiu que não tem – até agora – os votos para aprovar a reforma previdenciária.

Dificilmente os terá até o dia 19 de fevereiro, para quando Rodrigo Maia diz ter marcado a votação, data  mais que improvável, por ser a do retorno dos deputados a Brasília, após o Carnaval.

Mas as cenas de hoje, na Argentina, quando se tentou fazer o mesmo tipo de arranjo neoliberal, num Congresso cercado de policiais e de manifestantes deve nos lembrar de que, nos anos neoliberais da década de 90, tínhamos a história de que os brasileiros olhavam nossos irmãos portenhos com os olhos que uma propaganda acabou imortalizando: “eu sou você, amanhã”.

Mesmo com poucas chances, o jogo será pesado até lá e não faltarão deputados no desespero pré-eleitoral aceitando o “topa tudo por dinheiro” para negociar o seu voto.

Mesmo com a provável tentativa de cassação da candidatura Lula, a direita não tem a eleição garantida e, por isso, sabe que sua maior chance de destruir o sistema previdenciário é com o cadáver insepulto de Michel Temer a presidir o país.

Por isso, o recesso parlamentar não pode ser um período de baixar a guarda e de deitar sobre os louros da “vitória” numa batalha que não terminou.

Temer é um zumbi e, por isso, não se deterá pela razão.

Copiado de:  http://www.tijolaco.com.br/blog/votacao-da-previdencia-na-argentina-e-advertencia-ao-brasil/

Cavalo de Tróia

 

O crescimento da economia brasileira foi orientado por suas raízes históricas e colonialistas. Até o final do século XIX, o Brasil ombreava com as principais economias do planeta, porém, a elite aristocrática dominante, espelhada na “belle époque” europeia, e uma população majoritariamente pobre e despreparada dificultaram a introdução dos modernos meios de produção e do desenvolvimento tecnológico decorrentes da 2ª revolução industrial. Essa condição permaneceu até meados do século XX, época em que toda a riqueza brasileira era formada por produtos agrícolas e florestais, pela produção e exportação de matérias primas minerais e por uma indústria incipiente de manufaturas com baixo valor agregado.

À época da instituição da Petrobras, em 1954, a quase totalidade dos produtos derivados de petróleo consumidos no País era importada. A partir da criação da empresa, foram estabelecidos os objetivos de autossuficiência na produção de combustíveis e de garantia do suprimento do nosso mercado, dentro de uma perspectiva de crescimento acelerado da economia brasileira. Essses objetivos foram alcançado com a entrada em operação da Refinaria Henrique Lage – Revap, em 1980. Desde então, o abastecimento de combustíveis passou a ser garantido pela Petrobras e, sempre que a demanda interna exigiu, a estatal promoveu a complementação dos volumes adicionais necessários.

O desenvolvimento do setor de petróleo constituiu, portanto, uma exceção e um ponto de inflexão na história da economia brasileira. Contrariando a vocação herdada do período colonial – exportar matérias primas e importar produtos acabados – o Brasil passou a importar petróleo e a agregar valor ao produto no parque de refino nacional. Além de uma enorme economia de divisas, ocorreu, na esteira deste processo, um extraordinário crescimento da indústria e da engenharia nacionais, com expressiva elevação dos níveis de emprego e renda do setor.

Vemos, hoje, no entanto, que a Petrobras abandonou este papel a partir de 2016, quando adotou uma política de preços que favoreceu, diretamente, a importação de derivados por agentes competidores, em especial, a Ultrapar (Ipiranga) e a Raizen (Shell). A importação de diesel e gasolina a partir dos EUA atingiu mais de US$4 bilhões no período jan/out de 2017, três vezes o valor importado em 2015, tornando-se o principal item de exportação americana para o Brasil. Já o parque de refino nacional vem mantendo uma injustificável ociosidade média da ordem de 500 mil bpd, enquanto as importações de diesel e gasolina atingem 350 mil bpd. As exportações de petróleo, por outro lado, subiram 39%, mostrando que estamos exportando óleo cru e importando derivados, uma contradição e um retrocesso sem precedentes.

Perde a Petrobras e perde o Brasil. É inadmissível que, com liberdade para fixar preços, a administração da companhia aceite a condição extremamente desvantajosa de exportar petróleo e manter o parque de refino ocioso. O custo do petróleo produzido pela empresa não varia com os humores do mercado internacional e, portanto, oferece margem suficiente para uma política de preços que proteja as cotas de participação da companhia no mercado interno. A decisão de retirar a Petrobras do setor produtivo de biocombustíveis piora, ainda mais, o quadro descrito, pois, transfere a empresas concorrentes participações importantes, atuais e futuras, nos mercados de gasolina e diesel. Os sucessivos aumentos dos combustíveis, a título de “acompanhar” a variação dos preços internacionais do petróleo, vêm onerando o consumidor brasileiro e estimulando a importação de derivados por agentes meramente oportunistas, que não mantêm qualquer compromisso com o abastecimento nacional.

Se a missão recebida do governo foi a de abrir espaço para outros agentes, criando condições para uma futura venda, total ou parcial, dos ativos de “downstream” da Petrobras, a atual administração da companhia está obtendo um extraordinário sucesso. A política de preços adotada funciona como um presente de grego, destruindo, por dentro, a capacidade de resistência da empresa ao desmonte em curso.    

Em: novembro de 2017

*Eugenio Miguel Mancini Scheleder é engenheiro aposentado da Petrobras. Também ocupou cargos de direção nos ministérios de Minas e Energia e do Planejamento, de 1991 a 2005. Atualmente, exerce a função de Mediador Extrajudicial, capacitado pela Câmara de Conciliação, Mediação e Arbitragem – CCMA/RJ.

TJ decide afastar desembargador Eduardo Gallo

Se não estou enganado tal Desembargador foi denunciado por advogado octogenário de ter oferecido a ele decisão favorável em antigo processo por valor expressivo em moeda corrente.

O Editor

 

15/12/2017– 12h08min

  –  Atualizada em 15/12/2017– 13h00min
TJ decide afastar desembargador Eduardo Gallo  TJSC / Arquivo/Arquivo

Foto: TJSC / Arquivo / Arquivo

O Órgão Especial do Tribunal de Justiça acaba de decidir pelo afastamento do desembargador Eduardo Gallo por 140 dias. Por 16 votos a sete, os desembargadores votaram pela instalação do Processo Administrativo Disciplinar para apurar outras três denúncias contra o magistrado.  O afastamento é inédito na história centenária no tribunal.

Sobre o rumoroso pedido de propina que teria sido feito a Gallo, denunciado pelo advogado Felisberto Córdova, a corte determinou mais tempo para as investigações, mas o processo correrá em separado do PAD.

No processo administrativo serão analisadas as denúncias de influência na aquisição de uma casa comercial em Florianópolis, o vídeo em que ele aparece nu para mostrar supostas agressões da ex-mulher e uma assessoria jurídica prestada a um servidor público.

Ao fim do prazo de 140 dias, a corte poderá decidir até mesmo pela aposentadoria compulsória do desembargador.

Copiado de:  http://dc.clicrbs.com.br/sc/colunistas/rafael-martini/noticia/2017/12/tj-decide-afastar-desembargador-eduardo-gallo-10096192.html

Tribunal autoriza eutanásia de cães com Leishmaniose


(Imagem meramente ilustrativa/Pixabay)

A 22ª Câmara Cível Tribunal de Justiça do RS rejeitou, por unanimidade, recurso (Agravo de Instrumento) da Deputada Estadual Regina Becker que buscava barrar a eutanásia em 12 cães portadores de Leishmaniose Visceral, doença transmissível ao homem. Os cães, inicialmente 14 (dois morreram), estão albergados pela Secretaria Especial dos Direitos Animais (SEDA) do Município de Porto Alegre.

“Tenho que a proibição da eutanásia nos cães caracteriza o desatendimento das normas técnicas relativas à doença e desconsidera a gravidade do problema de saúde que se pretende controlar”, declarou a relatora do apelo, Desembargadora Denise Oliveira Cezar.

A sessão de julgamento foi finalizada na tarde desta quinta-feira, 14/12, no oitavo andar do TJRS. A Desembargadora Denise e o Desembargador Miguel Ângelo da Silva já haviam votado em sessão anterior. O Desembargador Francisco José Moesch, que havia pedido vista do processo, votou na tarde de ontem. Além da Deputada, partidárias da causa animal estiveram presentes.

O agravo pretendia atacar decisão de maio do Juiz da Capital José Antonio Coutinho, liberando a eutanásia, mas só depois de esgotadas as possibilidades de recurso. O argumento é de que não haveria comprovação cabal de contaminação e que, mesmo instalada nos animais, a doença poderia ser tratada.

Decisão

No entender da relatora do processo, a decisão sobre o caso passa pela admissão de que o Poder Público tem discricionaridade para tomar medidas técnicas, próprias de certas áreas da administração. “A administração do Município seguiu as orientações que lhe impuseram as normas técnicas, as quais, infelizmente apontam que o controle da transmissão da LV exige a eutanásia dos animais sororreagentes.”

Nesse sentido, a Desembargadora cita a validade dos exames realizados nos animais, atestada pelo Ministério da Saúde, e o perigo de proliferação da doença – “causando grande preocupação no âmbito da saúde pública”. Um primeiro caso de Leishmaniose Visceral fora detectado em Porto Alegre, em setembro do ano passado, ocasião em que o Ministro da Saúde recomendou a eutanásia dos animais positivos. Mais dois casos em humanos foram confirmados em 2017.

“É inegável que tal medida é triste”, disse a Desembargadora Denise Cezar. “Não obstante, sendo a única que apresenta efetividade, porquanto os casos autóctones confirmados ocorreram em regiões de matas nativas, impossibilitando o extermínio do mosquito-palha (verdadeiro transmissor).”

Concluiu observando que os casos da doença ocorreram em áreas de baixa renda, nas quais os proprietários dos animais não assumiram o compromisso de tratar os animais com a medicação que poderia bloquear a carga parasitária.

Ao seguir o voto da relatora, o Desembargador Moesch comentou: “Apesar de se cuidar de medida extrema e que causa visível pesar à comunidade, deve ser analisada sob o aspecto de proteção à saúde pública da população, observadas as recomendações dadas pelos órgãos estatais responsáveis pelo controle e prevenção de doenças no País.”

Cabe recurso da decisão.

Histórico

A Desembargadora Denise Oliveira Cezar determinou, no dia 1º/8, a suspensão provisória da realização pela Secretaria da Saúde de Porto Alegre de eutanásia nos 12 cães. A decisão atendia pedido em recurso de Agravo de Instrumento com efeito suspensivo, formulado pela Deputada Estadual Regina Becker.

Em maio, alegando que a Vigilância Sanitária da capital havia recolhido “arbitrariamente””14 cães albergados na Secretaria Especial de Direitos Animais (SEDA) e que o diagnóstico da doença não era conclusivo, Regina Becker ingressou com Ação Popular (AP) na 2ª Vara da Fazenda Pública do Foro Central para impedir o sacrifício dos animais.

O argumento foi aceito pelo Juiz da AP, José Antônio Coitinho, que suspendeu o procedimento. No entanto, 10 dias após a primeira decisão, o magistrado voltava atrás, determinando que a eutanásia não fosse levada a termo antes do fim do prazo para interposição do recurso de Agravo de Instrumento.

“Os cães, que estão por ser sacrificados, estão morrendo”, escreveu ele no despacho assinado em 18/5. “Restam 12. Os cachorros estão sofrendo e a doença, ainda que tratada com o medicamento Milteforan, não tem cura. O cão continua sendo reservatório do parasita. O medicamento gera, ainda, nefasta consequência consistente em selecionar parasitos resistentes às drogas para o tratamento humano.”

No mês de junho, o Presidente do Tribunal de Justiça, Desembargador Luiz Felipe Silveira Difini, negou recurso do Município para a realização do procedimento.

A Deputada Regina Becker então interpôs Agravo de Instrumento no Tribunal. Ao analisar o pedido liminar, a Desembargadora Denise Cezar entendeu que eutanásia poderia ser adiada, diante da ausência de urgência da irreversibilidade da medida, caso concretizada. O mérito foi julgado na tarde de ontem.

Processo nº 70074665357

 

Copiado de:  http://www.tjrs.jus.br/site/imprensa/noticias/?idNoticia=410380


Furto qualificado contra banco em QUEVEDOS, outrora RINCÃO DOS PAPUDOS

 

 

Ocorreu na noite passada FURTO QUALIFICADO contra agência bancária em Quevedos/RS.

Dizem os guardas do Sartori que dormiam confortavelmente a repórteres ansiosos por detalhes da notícia que ocorreu um ASSALTO a banco.

Segundo nossos jornalões há naquela cidade TRÊS guardas e todos dormiam, como costuma ocorrer.

Os ladrões que podem ter incontáveis defeitos, mas não são idiotas aproveitam a FROUXIDÃO da polícia que deveria ser OSTENSIVA e fazem a festa.

QUEVEDOS é uma localidade que conheci faz quase cinco décadas, logo depois de casado.

Trabalhava em Porto Alegre e num ambiente não recomendável um colega e eu fomos para cima de um milico do exército. O moquele era negro. O conduzimos à Área Judiciária e ali ele resolveu virar o valentão. Contido foi dado a ele o destino que o caso requeria.

Dias depois fomos chamados ao DPM onde nos foi dito que seríamos removidos ao interior por pressão do então titular da SSP, militar de verdade e que não gostava da POLÍCIA, pois filho de ‘coroné’ de mentirinha.

Não me restando alternativa fui a DRP em Santa Maria e de lá até a tal cidade que não cito aqui. Horrorizado com aquele legítimo povoado em que fora lotado retornei à DRP em Santa Maria disposto a pedir demissão.

Lá chegando fui levado ao Gabinete do Delegado Regional que me disse que iria me lotar em Julio de Castilhos onde havia certos problemas e que eu fora a ele recomendado por fulano de tal, seu primo o qual era vizinho/lindeiro de meus pais em Porto Alegre.

Ali enfrentei alguns problemas, mas fiz as coisas funcionarem. Naquela cidade havia um agente do MP dos poucos que penso respeitáveis e cujo nome igualmente não cito.

Lá foi gerada nossa filha que veio ao mundo no Hospital Moinhos de Vento em Porto Alegre. Dias depois do parto quando retornamos com ela à cidade encontrei a água cortada.

Era um sábado pela manhã. Contatei com o Prefeito que me cedeu uma ferramenta e assim pude religar a água extremamente necessária por que tínhamos uma criança recém nascida.

Na segunda-feira fui a CORSAN pagar a conta e disse ao gerente o que tinha feito. O sujeito montou literalmente num porco e então o mandei a PQP. O cretino correu ao MP para prestar queixa contra mim. Recebi ligação telefônica do Promotor e o problema morreu ali.

Algum tempo depois, em pleno verão partimos a uma diligência e nos vimos obrigados a tomar uma daquelas estradas terríveis no interior do interior.

Começou a chover quando rumávamos ao RINCÃO DOS PAPUDOS, assim era conhecida QUEVEDOS devido ao fato de lá haver quase toda a população acometida de BÓCIO.

A chuva se intensificou e quando atravessávamos um arroio o jipe se entregou às já caudalosas águas.

Conseguimos chegar a margem oposta e depois de caminharmos vários quilômetros chegamos a QUEVEDOS.

Meia dúzia de casas e um boteco. Com sede e famintos fomos direto ao boteco onde fomos atendidos por uma senhora já bastante idosa.

Perguntamos a ela o que havia para comer e a resposta foi: o pão é velho e a lingüiça fresquinha. Olhamos a um varal apontado por ela e lá estavam algumas lingüiças pinguindo graxa.

Perguntei se havia algo para beber e a resposta foi que havia água bem fresquinha.

Pedimos então a água e veio uma jarra de vidro com uma água com coloração levemente azulada. Enchi o copo e ao ingerir o primeiro gole senti forte presença de sal. Então perguntei de onde viera tal água e a resposta foi que do poço. Disse a ela haver estranhado o sabor de sal e então ouvimos dela que colocavam sal no poço por causa das LESMAS.

Aquilo nos revoltou o estômago e confesso que senti forte vontade de apertar o gatilho da calibre 12 que portava.

Assim era então o QUEVEDOS, também conhecida como RINCÃO DOS PAPUDOS. Hoje até banco tem por lá, sinal de que o progresso também alcançou aquela comunidade.

 

Advogado gaúcho é réu em processo sobre falsificação de documentos

Em todas as atividades humanas há ordinários, mas peitudo como esse sujeito ainda não havia visto. Peitudo e burro.

O Editor

 

 

 

Sexta-Feira, 15 de Dezembro de 2017

A 4ª Câmara Criminal do TJRS negou o pedido de absolvição sumária do advogado Edson Fábio Euzébio (OAB-RS nº 50.400) e de extinção da ação penal contra ele, por suposta falsificação de documentos de clientes.

De acordo com a denúncia – que aborda a hipótese de crime contra a fé pública – Euzébio teria falsificado 42 documentos particulares. Seriam procurações de diversos delegados de polícia em nome do advogado acusado e de outra denunciada (Letícia Pinto Ferrazi) conferindo-lhes poderes para retirar contracheques em nome dos servidores estaduais.

Nos assentamentos da OAB gaúcha, a situação profissional de Euzébio é normal. O nome de Letícia não existe no cadastro da entidade.

Segundo informa o saite do TJRS, “as procurações falsas e alteradas seriam usadas para retirar contracheques que serviriam para calcular o valor de honorários sucumbenciais em ações de conhecimento patrocinadas pelo denunciado como advogado da ASDEP, Associação dos Delegados de Polícia do Rio Grande do Sul”.

Em sua defesa, Edson Fábio Euzébio alegou que a inicial seria inepta, sendo incompleto o fato atribuído a ele. Ele sustentou “não haver definições sobre o ´como, onde, e qual´ seria a sua participação, o que inviabilizaria a defesa técnica”. Também sustentou a ausência de materialidade, já que não há laudo pericial que demonstre as adulterações, bem como, em quais documentos houve falsificação.

Ele também requereu a decretação da prescrição retroativa antecipada, porque os fatos apontados ocorreram em 2010.

Na decisão recorrida, a juíza Vanessa Gastal de Magalhães, da 1ª Vara Criminal de Porto Alegre, afirmou que, “por ora, não seria possível concluir que as penas eventualmente aplicadas ao réu em caso de condenação sejam menores do que dois anos de reclusão, hipótese em que, aí sim, estariam prescritas”.

O réu interpôs recurso em sentido estrito em face da decisão que não acolheu a absolvição sumária e negou a extinção da ação penal. Os desembargadores da 4ª Câmara Criminal do TJRS consideraram que, no tocante à demonstração da justa causa, de acordo com os documentos já presentes, “a hipótese de participação do réu na falsificação dos documentos é substancial”. Para os magistrados, “é desnecessária a realização de perícia, quando há prova oral e documental atestando a falsidade dos documentos”.

O relator, desembargador Rogério Gesta Leal – que ocupa vaga como integrante do quinto constitucional (advocacia) descreveu que as provas juntadas indicam o possível envolvimento do réu na prática delitiva, especialmente pelo ofício oriundo do 1º Tabelionato de Notas da Capital. Este “dá conta da existência da falsidade nas procurações, uma vez que não foram efetuadas naquele órgão, se tratando de uma montagem para caracterizar a existência de reconhecimento de firmas dos signatários em ditas procurações, montagens estas, da etiqueta, do carimbo da seta indicativa de assinaturas e do carimbo da rubrica do conferente”.

Os desembargadores Newton Brasil de Leão e Julio Cesar Finger denegaram a ordem, nos limites da fundamentação do relator, mas divergiram do Desembargador Rogério Gesta Leal (que conhecia a peça como recurso em sentido estrito) e o conheceram como Habeas Corpus. Não há trânsito em julgado. (Proc. nº 70075271007).

Leia a íntegra do acórdão

EV1512.pdf

Copiado de:  http://www.espacovital.com.br/noticia-35652-advogado-gaucho-e-reu-em-processo-sobre-falsificacao-documentos

As passarelas de Xangri-Lá 

Excelente iniciativa da Administração de Xangri-Lá. Lamento que Cilon e Xoto não tenham me dado ouvidos nomeando uma assessoria de imprensa. Notícias de lá só me chegam através de terceiros como essa, o que lamento.

O Editor

O Grupo Imobi de Porto Alegre venceu a concorrência pública promovida pela prefeitura de Xangri-Lá do litoral norte para administrar as passarelas na beira-mar. “A ideia é gerar uma experiência positiva entre marca e consumidor”, afirma o diretor Daniel Costa, que promete implementar um projeto de acessibilidade e sustentabilidade. E integrar as marcas dos parceiros a uma plataforma de proteção ao meio ambiente, que contará com a instalação de lixeiras para coleta seletiva nas passarelas, criadas para melhorar o acesso nas praias do litoral gaúcho. Crianças, pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida são as beneficiadas. A Prefeitura de Xangri-Lá é pioneira no estado em construção de passarelas e esteiras na praia.

Copiado de: www.AffonsoRitter.com.br

Reinaldo Azevedo, da Folha, vê desespero do TRF-4 para ‘livrar a cara’ da lava jato

  | 1 Comentário

Ouça este conteúdo0:00100%Audima

O jornalista Reinaldo Azevedo, colunista da Folha de S. Paulo, acredita que povo pode desmoralizar nas urnas as urdiduras tramadas nos corredores do MPF e da Justiça. “Não há explicação razoável para que o caso de Lula tramite com uma celeridade inédita, dados os padrões —atenção!— do próprio TRF-4”, escreve.

Para Azevedo, a sentença condenatória do juiz Sérgio Moro será mantida na segunda instância ainda que sem provas.

“A condenação precoce de Lula em segunda instância é uma tentativa desesperada e, mais uma vez, heterodoxa de impedir a completa desmoralização da operação que começou caçando ladrões e terminou caçando prerrogativas garantidas pelo Estado de Direito”, denuncia o colunista da Folha.

Abaixo, leia a íntegra da coluna de Reinaldo Azevedo:

Pressa para condenar Lula é desespero para tentar livrar a cara da Lava Jato

Os dias em curso são de tal sorte insólitos que a simples marcação da data do julgamento de um recurso se torna o fato mais importante da corrida eleitoral. Refiro-me, é evidente, ao dia 24 de janeiro, quando o Tribunal Regional Federal da 4ª Região julga apelo da defesa de Lula contra a condenação a nove anos e meio de cadeia que o juiz Sergio Moro impôs ao petista no ruidoso caso do tríplex de Guarujá.

Curiosamente, ao percorrer caminhos heterodoxos na condução da investigação e do julgamento —refiro-me ao conjunto da obra, não apenas aos casos relacionados ao ex-presidente—, as forças associadas à Lava Jato acabaram criando uma armadilha contra a própria operação.

O risco é o povo desmoralizar nas urnas as urdiduras tramadas nos corredores do MPF e da Justiça.

Por que é assim? Porque a agressão ao Estado de Direito e ao devido processo legal sempre cobra o seu preço. Tenta-se remendar o malfeito com novas agressões, numa espiral sem fim para baixo. Não há explicação razoável para que o caso de Lula tramite com uma celeridade inédita, dados os padrões —atenção!— do próprio TRF-4. A pressa, nesse caso, tem propósito; trata-se de decisão “ad hoc”.

A sentença condenatória de Moro será mantida ainda que sem provas. Atenção! Se elas existirem, não estão nos autos. E é o que interessa ao Estado de Direito. O que evidencia que assim será? Os meros cem dias consumidos por João Pedro Gebran Neto, relator do caso no TRF-4, para dar o seu veredito.

O tempo médio de 23 de suas decisões relativas ao petrolão é de 275,9 dias. Em 12 das 23, ele levou mais do que isso. A maior demora é de 469. A celeridade do revisor, Leandro Paulsen, é ainda mais eloquente. Meros 11 dias para anunciar que seu trabalho estava pronto.

Parcos 54 dias distanciarão o 24 de janeiro da manhã em que o relatório de Gebran chegou à sua mesa. Para rever o caso de Fernando Baiano, ele consumiu 240 dias. Foi 20 vezes mais rápido com Lula Pernambucano… Nessa velocidade, só se pode dizer “sim” ao que já se fez, certo?

É forçoso reconhecer que MPF e Justiça estão sob a administração de uma espécie de “ente de razão” voltado não ao esclarecimento do mundo, mas à satisfação das fantasias de seus “ativistas”, mais ocupados em ser exemplares do que em ser justos. Esse é o ninho que dá origem aos fascismos de esquerda e de direita. E tenho uma alma profundamente antifascista —daí derivam, note-se, meu antipetismo e meu asco à direita xucra que se diz liberal.

A Lava Jato e os valores —ou antivalores— que insuflou provocaram tal estrago no processo político que a consequência foi a ressurreição de Lula e do PT, forças que, ora vejam!, por maus motivos, nunca se ajoelharam em seu altar. Note-se à margem: o PSDB, que foi à televisão fazer um patético “mea culpa”, esmerando-se na genuflexão autopunitiva, transformou-se na Geni do eleitorado e da imprensa…

O que quer que tenha sido isso a que se chamou “petrolão” teve como protagonista o PT, de que Lula, por óbvio, é a figura emblemática. Ocorre que, tudo o mais constante, dada a razia produzida por Rodrigo Janot, Sergio Moro e Deltan Dallagnol, entre outros menos importantes ou mais feiosos, seria o petista o ungido pelo povo para conduzir a nossa melancolia, de sorte que a Lava Jato seria o caminho mais longo, mais caro e mais traumático entre o PT e o PT.

A condenação precoce de Lula em segunda instância é uma tentativa desesperada e, mais uma vez, heterodoxa de impedir a completa desmoralização da operação que começou caçando ladrões e terminou caçando prerrogativas garantidas pelo Estado de Direito.

O futuro imediato: Lula será condenado pelo TRF-4, não poderá se candidatar, deverá pôr um ungido seu no segundo turno e, aposto!, não será preso porque é grande a chance de o STF, até lá, decidir cumprir o que está no inciso 57 do artigo 5º da Constituição, do qual nunca deveria ter se divorciado, diga-se.

Condenado, inelegível e solto. Se você é antipetista, considere que poderia ser pior: condenado, inelegível e preso. “Pior por quê?”. Quem faz tal pergunta, a esta altura, não merece uma resposta.

Copiado de:  https://www.esmaelmorais.com.br/2017/12/reinaldo-azevedo-da-folha-ve-desespero-do-trf-4-para-livrar-a-cara-da-lava-jato/

Maria Odete chora e afirma: ‘A Universal levou minhas netas’  

Essas mega quadrilhas também conhecidas como igrejas já não se contentam em tomar todo o dinheiro possível dos incautos e levam até mesmo crianças. Ao fim e ao cabo tudo se não é DINHEIRO pode ser convertido em tal, não é mesmo?

Lugar desses bandidos se a humanidade não fosse burra como é seria na cadeia e jogando a chave fora.

O Editor

Aposentada viu as
gêmeas só uma vez
por Débora Carvalho
para Correio da Manhã, de Portugal
Passaram vinte anos, mas Maria Odete Rocha (foto) não esquece as netas. Como o escândalo da alegada rede de adoções na IURD (Igreja Universal do Reino de Deus), ele reviveu um pesadelo: recordar que só viu as gêmeas Cristela e Daniela Reis uma única vez quando tinham um ano de idade.

“A IURD levou as minhas netas. A primeira vez que fui ao lar correram comigo. Não me deixavam ver as meninas e fui atendida pela janela”, desabafa ao CM a antiga funcionária pública, com 70 anos.

As crianças foram acolhidas no lar da IURD na avenida Gago Coutinho. A mãe não tinha condições para criá-las, e o pai, militar em Angola, pediu à sua mãe que fosse a Portugal buscar as netas.

“Fizeram-me alugar uma casa, montei um quarto para elas, o tribunal deu-me a guarda e não me entregaram a minhas netas”, recorda, dizendo que nessa altura as crianças já tinham sido acolhidas por um casal.

Durante mais de três anos, Maria Odete tentou recuperar as crianças. O Tribunal de Menores de Lisboa deu-lhe a guarda e a Relação de Lisboa confirmou a decisão em 2000. Mas as crianças nunca foram confiadas à guarda e cuidados da avó paterna.

Desgastada com toda a situação e com poucos recursos financeiros para continuar a agir judicialmente, Maria Odete regressou a Luanda. Foi aí que soube que o Supremo revogava a guarda das menores, tanto mais que já não se encontrava no país.

“Fui eu que registrei as meninas. Cristela Daniela e Daniela Cristela, hoje com 21 anos. Na minha mente uma chama-se Cris e outra Dani. Não quero morrer sem as ver”. A aposentada é clara: “Não quero tirá-las da família. São maiores. Só quero saber que estão bem”.

Pai das meninas, quando pediu ajuda à mãe Patrice Rocha, já estava separado da mãe das gêmeas quando elas nasceram.

Também a mãe das meninas assinou uma procuração a dar poderes a Maria Odete.
O Tribunal da Relação de Lisboa decidiu, em 2000, que as gêmeas teriam de ser entregues à avó Maria Odete.

O processo teria de ocorrer de forma gradual, uma vez que as meninas já residiam com um família, em Vila Nova de Gaia. O tribunal permitia que o casal visitasse as crianças.

O Ministério Público abriu um inquérito sobre uma suposta rede de adoção ilegal de crianças portuguesas ligadas à Igreja Universal do Reino de Deus.

A IURD desmente todas as acusações e garante que vai avançar com processos judiciais por difamação agravada.

“Infelizmente, nunca conheci as minhas irmãs, mas gostava de saber o que é que aconteceu. Ninguém desaparece sem deixar rastro”. As palavras são de Sandra Rocha, irmã das gêmeas Cristela e Daniela por parte do pai.

A estudante, de 20 anos, ficou chocada com a polêmica das adoções de bispos e pastores da Igreja Universal.

Há muitos anos que a família tenta ganhar coragem para denunciar o caso publicamente. “Desde pequena que acompanho a minha avó na busca pela Cristela e pela Daniela. Não é justo uma família, que tem condições econômicas e de habitação, ficar longe dos filhos e netos”, conta ao CM Sandra.

Ao longo dos anos, a família foi recebendo pistas sobre o paradeiro das gêmeas, quase todas apontavam para o Norte do país.

Copiado de:  http://www.paulopes.com.br/2017/12/maria-odete–afirma-que-universal-levou-suas-netas.html#.WjOqqt-nFPY

Page 2 of 2657

Powered by WordPress & Theme by Anders Norén