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Crianças palestinianas sofrem maus-tratos nas cadeias israelitas

Internacional|Palestina

AbrilAbril

 

Os menores palestinianos detidos em cadeias israelitas são alvo de maus-tratos físicos e verbais, revelou uma comissão palestiniana. Na sua maioria, os jovens – alguns com 12 anos – são acusados de atirar pedras.

Jovens afirmaram à Comissão dos Assuntos dos Presos e ex-Presos Palestinianos terem sido severamente espancados pelos militares israelitas da unidade «Nahshon»

Jovens afirmaram à Comissão dos Assuntos dos Presos e ex-Presos Palestinianos terem sido severamente espancados pelos militares israelitas da unidade «Nahshon» Créditos / al-monitor.com

A Comissão dos Assuntos dos Presos e ex-Presos Palestinianos publicou um relatório no domingo passado, com base nos testemunhos de 45 menores de 18 anos de Jerusalém Oriental que se encontram detidos na prisão israelita de Damon, noticiou o jornal egípcio em língua árabe al-Youm al-Sabe’.

De acordo com a fonte, a que a PressTV teve acesso, as crianças afirmaram ter sido severamente espancadas pelas chamadas forças «Nahshon», que os acompanharam nas transferências entre a cadeia e os tribunais e entre o presídio de Damon e outras prisões.

Os jovens afirmaram que os militares israelitas lhes deram socos e pontapés em todo o corpo, além de os insultarem, tanto nas viaturas de transporte como nas salas de espera dos tribunais.

Um dos prisioneiros mais velhos em Damon, responsável pelas crianças no cárcere israelita, destacou o agravamento da situação, afirmando que têm vindo a aumentar os casos de maus-tratos verbais e físicos por parte das forças israelitas, e que as marcas das tareias são visíveis nas caras e nos corpos dos menores quando estes regressam às suas celas.

Esta fonte, consultada pela Comissão, acrescentou que foram apresentadas de imediato queixas às autoridades prisionais, sem qualquer resposta.

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De acordo com o relatório, os agentes da unidade conhecida como «Nahshon», que tem a seu cargo as prisões e as transferências dos prisioneiros palestinianos entre prisões e para os tribunais, obrigam regularmente os menores a despirem-se – com o pretexto de os inspeccionar –, invadem as suas celas e mexem nos seus pertences.

Organizações palestinianas estimam que, actualmente, haja nas cadeias israelitas cerca de 5700 prisioneiros palestinianos, 500 dos quais estão presos sob o regime de detenção administrativa, que permite a Israel manter prisioneiros palestinianos na cadeia, sem acusação formal ou julgamento, por períodos de seis meses, prorrogáveis indefinidamente.

«Uma viagem ao inferno»

Em Junho último, uma comissão, composta por especialistas independentes das Nações Unidas, expressou particular preocupação com as operações nocturnas levadas a efeito pelas forças israelitas com o propósito de deter crianças e adolescentes na Cisjordânia ocupada, com «graves consequências para o seu bem-estar e gozo dos seus direitos».

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«Mais de 300 crianças estão detidas no sistema militar israelita. A maioria por delitos menores, como atirar pedras e publicações nas redes sociais», assinala a comissão, que denuncia o facto de os menores serem «levados para locais desconhecidos, presos em viaturas militares e sujeitos a ameaças e abusos verbais», bem como o facto de, por vezes, serem «obrigados a assinar confissões em hebraico, uma língua que não costumam entender», lia-se no texto da ONU.

No final de Março, um relatório publicado pelo Ministério palestiniano da Informação denunciava também esta realidade, afirmando que «95% das crianças palestinianas presas pelas autoridades israelitas foram torturadas durante a detenção».

De acordo com o texto, até 2015 foram documentadas anualmente 700 detenções de menores palestinianos. Já em 2017, Israel prendeu 1467 crianças e adolescentes; 1063 no ano seguinte e, nos dois primeiros dois meses deste ano, 118. Entre 2000 e 2018, foram presos mais de 16 mil menores.

Copiado de:  https://www.abrilabril.pt/internacional/criancas-palestinianas-sofrem-maus-tratos-nas-cadeias-israelitas

Realmente vai chover

 

 

Faz poucos segundos que uma camioneta dessa guarda estadual passou aqui na frente de nosso rancho e rodando em baixíssima velocidade.

A dúvida que fica é se estão mesmo fazendo a obrigação o que não é costume por aqui ou se estão de olho em mim.

Tanto faz, pois sou muito tranquilo e ando sempre com os olhos abertos de forma que será difícil ser vítima de bandidos.

EUA enviaram 150 camiões com armas para milícias das FDS na Síria

Internacional|Síria

AbrilAbril

 

A agência SANA informou este domingo que os EUA enviaram 150 camiões carregados com equipamento militar e logístico para o Nordeste da Síria, para apoiar as milícias predominantemente curdas das FDS.

Fontes locais, em Qamishli, revelaram à SANA que os EUA fizeram entrar no Nordeste da Síria 150 camiões com armamento e material logístico a partir do Iraque

Fontes locais, em Qamishli, revelaram à SANA que os EUA fizeram entrar no Nordeste da Síria 150 camiões com armamento e material logístico a partir do Iraque Créditos / SANA

Fontes locais da cidade de Qamishli, na província de Hasaka, confirmaram à SANA a chegada de uma caravana com 150 camiões norte-americanos carregados com equipamento militar e logístico, que entraram na Síria a partir do Norte do Iraque, pela passagem fronteiriça de Simalka sobre o rio Tigre.

Segundo as mesmas fontes, o objectivo é reforçar o poderio das milícias das chamadas Forças Democráticas Sírias (FDS), ajudando-as «a manter o controlo sobre [vastas] zonas do Nordeste da Síria e as populações que ali residem».

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«As milícias FDS continuam a reprimir a população local, prendendo os jovens em controlos de estrada e nos seus bairros, para os levar para os seus acampamentos», indica a SANA.

Maioritariamente curdas, as milícias das FDS são apoiadas há muito pelos Estados Unidos. Na mais recente denúncia efectuada pelas autoridades sírias, em cartas enviadas pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros às Nações Unidas e ao seu Conselho de Segurança, estas milícias são acusadas de levar a cabo práticas terroristas e repressivas contra a população civil nas províncias de Hasaka, Raqqa, Deir ez-Zor e Alepo.

A diplomacia síria afirma que os grupos que integram as FDS «coincidem nas suas acções com os esquemas dos Estados Unidos e dos ocupantes israelitas, que os apoiam do ponto de vista militar, logístico, financeiro e político».

As FDS estão agora na fase sequestrar, torturar, matar e deslocar os civis, bem como de recrutar ilegitimamente os jovens com o objectivo de impor um novo status quo que sirva esses esquemas e prolongue a crise no país, lê-se ainda nas missivas.

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Nas últimas semanas, a população de diversas vilas e cidades nas províncias de Raqqa, Hasaka e Deir ez-Zor tem vindo para as ruas protestar contra as práticas das FDS, exigindo que partam das suas áreas de residência, assim como as forças de ocupação norte-americanas, noticia a SANA.

Washington alega que o envio de armas para as FDS visa reforçar o combate ao grupo terrorista Daesh, mas tal argumentação não tem convencido o Exército Árabe Sírio e seus aliados, que vêem na «cartada curda» uma forma de promover a fragmentação da Síria e têm denunciado reiteradamente o apoio dos EUA a grupos terroristas no território sírio.

Copiado de:  https://www.abrilabril.pt/internacional/eua-enviaram-150-camioes-com-armas-para-milicias-das-fds-na-siria

Juiz condena filho de Edir Macedo por ofensa a massagista da Record

Foto de Moysés Macedo quando
estava mais jovem; ele é tido
como a ovelha negra da família
O juiz Marcelo Augusto de Oliveira, da 41ª Vara Cível do Foro Central Cível de São Paulo,  condenou Moysés Macedo (foto antiga), filho do bispo Edir Macedo, a pagar R$ 40 mil a uma massagista por danos morais.

Em agosto de 2019, de acordo com a acusação, Moysés, que é cantor gospel, humilhou uma massagista da TV Record, emissora de seu pai, por estar descontente com o serviço dela.

No Twitter, ele escreveu: “Massagem com uma puta baiana e agora tô com nojo”, “Gorda falei pra ela sair de mim e disse: boa sorte na sua carreira”, “Não recomendo que ninguém faça massagem na record e se for fazer cuidado com (nome da funcionária)”, “Ela tem aids”.

A emissora demitiu a funcionária.

O advogado do filho de Edir Macedo disse que o seu cliente não se lembra de ter feito massagem na Record e que, por isso, a suposta mensagem publicada por Moisés no Twitter é inverídica.

O advogado vai recorrer da sentença, caso o cantor não resolva fazer um acordo com a massagista para que o caso não se estenda, o que seria de interesse de seu pai, cuja exposição na imprensa causaria desgaste à imagem do bispo e da Igreja Mundial.

Moysés passa a maior parte do tempo nos Estados Unidos.

Há mais de dez anos, as novelas “Os Mutantes” e “Chamas da Vida”, da Record, usou como trilha sonora músicas de Mikefoxx, pseudônimo então de Moysés.

Em 2011, Moiyses simulou em seu canal no Youtube uma masturbação.

Em seu perfil escreveu na época em inglês que é ‘o príncipe da máfia’.

Com informação de Jota e de outras fontes e foto de Moyses encontrada na rede social.

Documentário denuncia mais uma ameaça à Amazônia: a mineração ilegal de ouro

Revista ihu on-line

 

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17 Setembro 2019

Enquanto eu escrevo esta resenha do documentário “River of Gold” [Rio do ouro], a Floresta Amazônica continua queimando. Os incêndios de 2019 supostamente têm origem humana. Eles provavelmente deveriam limpar a terra para a produção de carne para os mercados estadunidenses e além, e para o cultivo de soja e milho para alimentação.

O comentário é da irmã paulina Rose Pacatte, diretora-fundadora do Pauline Center for Media Studies, de Los Angeles, EUA, em artigo publicado por National Catholic Reporter, 16-09-2019. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Mas perder dezenas de milhares de hectares da floresta tropical por dia não é a única ameaça para o rio Amazonas, para a floresta como um todo ou para os nove países que o compartilham, assim como seus afluentes e nascentes. A mineração ilegal e não regulamentada de ouro que destrói a floresta e polui rios e águas subterrâneas com mercúrio é uma ameaça que também é impulsionada pelos mercados e pela ganância.

Não muito diferente dos conflitos em torno do diamante na África ocidental, o ouro peruano, por mais que brilhe, está manchado desde o início. “Junto com cada árvore que é cortada para a mineração do ouro”, conta a narração, “libera-se dióxido de carbono no ar, aumentando o aquecimento global.”

“São necessárias aproximadamente 250 toneladas de terra para extrair o ouro suficiente para uma aliança de casamento comum.”

River of Gold”, narrado por Sissy Spacek e Herbie Hancock, começa com a história das cutias, o único mamífero da floresta tropical forte o suficiente para abrir as castanhas-do-pará, deixando para trás sementes o suficiente para garantir um novo crescimento natural das árvores. Mas essas árvores gigantescas – lar de inúmeras espécies de insetos e pequenos animais da Floresta Amazônica – estão sendo destruídas por novas operações ilegais de mineração de ouro, que surgiram nos últimos 20 anos.

A mineração, através do desmatamento – cavando grandes fossas na terra para transportar a sujeira da lavagem do ouro até o rio –, está destruindo habitats e criando um desequilíbrio no relacionamento frágil e interdependente entre os alimentos e os animais da floresta tropical que existe há milênios. A mineração também está criando um problema de saúde pública para a população local, devido ao envenenamento por mercúrio, já que o metal não dissolve e pode permanecer nos rios e nas águas subterrâneas durante séculos.

Uma equipe de filmagem, incluindo os codiretores e produtores Sarah duPont e Reuben Aaronson, viajou para a região de Madre de Dios, no sudeste do Peru, na fronteira com o Brasil, liderada por Enrique Ortiz, um cientista que se tornou ativista e político. Eles começam com uma visão macro da região e depois se concentram nas terras desmatadas, nas minas abandonadas e nos barcos que podem abrigar famílias inteiras, junto com equipamentos de mineração. Esses equipamentos são usados para processar o solo em busca de ouro, acrescentar mercúrio para capturar o ouro e depois ferver ou queimar o mercúrio, deixando apenas o ouro puro.

Hoje, o ouro é vendido a aproximadamente 1.600 dólares a onça [cerca de 28 gramas] no mercado mundial, embora os rapazes e as famílias que extraem o ouro recebam muito pouco pelos seus esforços. Muitos dos garimpeiros estão buscando sair da pobreza e são facilmente explorados pela máfia do crime organizado e pelos cartéis.

O envenenamento por mercúrio leva a uma vida útil curta, a danos cerebrais e a um baixo QI, além de prejudicar o sistema imunológico. As crianças indígenas que vivem na floresta são as mais afetadas.

Fazer esse filme foi um projeto muito arriscado, pois 90% da mineração de ouro nessa região é ilegal, administrada pelo crime organizado e pela “máfia madeireira”. Em uma cidade no estilo da corrida do ouro, a equipe do filme foi expulsa. Os trabalhadores se mudam para lá por seis meses ou um ano para ganhar dinheiro rápido.

Mas as pessoas que extraem ouro para escapar da pobreza são apenas uma parte do problema. Há exploração do trabalho infantil, intimidação e lavagem de dinheiro, tráfico ilegal de drogas e contrabando de ouro. Os chefões do crime que são os principais responsáveis pela mineração ilegal não moram lá, mas os que compram o ouro dos mineradores, sim. O filme afirma que um mercado clandestino global fixa o preço do ouro em um valor mais alto do que o de uma pessoa humana e do seu custo para a Terra.

O filme assume uma posição firme contra a busca de ouro através da mineração que saqueia a terra e prejudica a comunidade humana e o ambiente. É ganância e corrupção. “Sempre que o homem quer mais, isso tem que vir da terra, mas as limitações da terra estão diante de nós”, diz o filme. “É tarde demais para apreciar as coisas quando você não as tem mais para nos ajudar a entender o que estamos tirando da terra.” A verdadeira riqueza está em “viver em relação com todos os seres vivos”.

O conteúdo desse documentário é certamente alarmante. Estima-se que cerca de 30 toneladas de mercúrio tóxico sejam lançadas no ecossistema Madre de Dios anualmente. O governo peruano está trabalhando agora para tentar regular a mineração ilegal de ouro na região e, como afirma o filme, “as organizações local e globalmente estão trabalhando para produzir uma cadeia de suprimentos de ouro limpa”. Há esperança.

DuPont vai viajar para Roma no início de outubro para apresentar o documentário no evento “Voices of the Amazon” do Global Catholic Climate Movement. Ela é a fundadora da Amazon Aid Foundation, que produziu “River of Gold”. DuPont disse-me via e-mail: “Eu sou uma grande fiel e admiradora do Papa Francisco e da missão da Igreja Católica de enfrentar as questões complexas em torno da crise climática. Eu continuo esperançosa”.

Também é interessante que Francisco nomeou o cardeal Pedro Barreto Jimeno, 75 anos, de Huancayo, Peru, como um dos presidentes delegados do Sínodo dos Bispos para a Amazônia em outubro. Huancayo faz fronteira com a região de Madre de Dios, onde são realizadas as operações ilegais de mineração de ouro que o filme expõe. Ele falou sobre a mineração ilegal de ouro ao Catholic Relief Services em 2016.

“A Igreja se posiciona sobre o que está acontecendo no mundo hoje com as mudanças climáticas e a crise causada pelo homem por meio desse sistema que favorece o dinheiro e não a dignidade, a vida e o ambiente”, disse ele. “Em vez de gerar uma distribuição mais justa de recursos naturais e riqueza, isso está criando dois grupos que estão muito, muito distantes um do outro. Um grupo muito pequeno detém a riqueza, e o outro grupo experimenta a pobreza.”

Barreto diz que a degradação ambiental e as mudanças climáticas estão impactando a migração global”, de acordo com uma reportagem do site do Catholic Relief Services, que continua:

“[Barreto] diz que as pessoas costumam abandonar suas casas não apenas em busca de oportunidades econômicas, mas também porque o ambiente natural tem sido afetado. Muitos foram a Madre de Dios por causa do garimpo, porque o solo para a agricultura onde viviam foi destruído. Outros abandonaram suas casas por causa de uma imprevisibilidade no clima.”

Também há uma importante sobreposição em relação à mineração de ouro com a nomeação de Baltazar Porras Cardozo, 74 anos, de Mérida, Venezuela, como outro presidente delegado para o Sínodo da Amazônia. Mesmo com o colapso da economia e das estruturas internas da Venezuela, seu país está cada vez mais envolvido na geopolítica da mineração ilegal de ouro.

Copiado de:  http://www.ihu.unisinos.br/592653-documentario-denuncia-mais-uma-ameaca-a-amazonia-a-mineracao-ilegal-de-ouro

Ameaças a Felipe Neto crescem após sua reação a líderes evangélicos

Malafaia se fosse alguém sério mesmo teria estudado medicina e se especializado em PSIQUIATRIA, por que ciência. Não, ele fez um cursinho de psicologia que o jurista Nelson Hungria dizia ser picaretagem.

O Feliciano é um pilantra que torrou perto de DUZENTOS MIL REAIS numa dentadura nova e paga por nós com dinheiro do Congresso Nacional. Como aceitar gente com tal postura? Somente sendo um perfeito idiota, penso.

Enriquecem tomando dinheiro de incautos e que jamais irão receber aquilo que esses pilantras oferecem.

O Editor

 

 

 

Youtuber disse que
teve de mandar sua mãe
para o Exterior

Felipe Neto tem sofrido ameaça de bolsonaristas desde o início do governo, mas o tom subiu em momento que coincide com as críticas do youtuber a líderes evangélicos e com a maior adesão desses religiosos à base de apoio ao presidente Bolsonaro.

Nesta segunda-feira, 16 de setembro de 2019, Neto confirmou que sofre ameaças de todo o tipo, incluindo de morte, que está se expondo menos em público e que mandou sua mãe para o Exterior.

Recentemente,  ele reagiu ao prefeito do Rio, o pastor da Universal Marcelo Crivella, ao comprar da Bienal 14 mil livros com a temática LGBT para distribuição gratuita.

Crivella chegou a ameaçar a cassar a licença de funcionamento da Bienal por causa de uma HQ que mostra um beijo entre dois personagens masculinos.

Antes, Felipe Neto já tinha revelado que está sendo processado criminalmente por Silas Malafaia por ele se opor ao “esquema de boicote [do pastor] às empresas que apoiam causas LGBT”.

O processo corre desde 2017 e em 2019 houve uma tentativa de conciliação na Justiça, quando o youtuber com 33 milhões de seguidores disse que não retiraria nada do que tinha colocado no ar sobre o pastor.

“Deixei claro que ele [Malafaia] poderia me processar 800 vezes, e eu jamais iria me permitir silenciar, e que não aceitava o acordo, ele ficou uma fera. Claramente não esperava por isso. Ele achava que estava lidando com um menino do Youtube. Saiu de lá sabendo onde tinha se metido”, escreveu no início de agosto de 2019.

No mesmo mês, a Central Gospel, de Malafaia e da pastora Elizete, sua mulher, entrou com pedido de recuperação judicial com uma dívida de R$ 15,6 milhões.

Felipe Neto já cutucou o deputado Marco Feliciano (Podemos-SP), que é o pastor mais próximo de Jair Bolsonaro.

Nesta segunda, por intermédio de sua assessoria de imprensa, Felipe Neto disse que vai continuar “enfrentando o obscurantismo”.

Com informação das redes sociais.
Copiado de:  https://www.paulopes.com.br/2019/09/ameacas-a-elipe-neto.html#.XYEF52Z7lPY

Carlos Bolsonaro chama eleitores do seu pai de ‘gado’

Vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ) usou as redes sociais para chamar os eleitores e apoiadores do governo Jair Bolsonaro de “gado”. “Obrigado pela confiança no Presidente, ‘gado’!”, postou no Twitter

247 – O vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ) usou as redes sociais para chamar os eleitores e apoiadores do governo Jair Bolsonaro de “gado”. “Obrigado pela confiança no Presidente, ‘gado’!”, postou em sua conta no Twitter. “Pqp! Não deixe a narrativa dos ‘expertos’ com sangue de barata te engolir! O Brasil avança a cada semana!”, completou. A postagem que veio acompanhada de uma “lista de feitos” do atual governo, incluindo a entrega dos caças Gripen à Força Aérea e do cargueiro militar KC-390 cujos projetos e acordos foram feitos nos governos do PT.

A postagem vem na esteira dos memes que chama os eleitores e Bolsonaro de “gado” pela falta de questionamentos em torno do uso de fake news e do apoio incondicional a qualquer medida do governo. A reação dos seguidores à postagem, contudo, foi de aceitação.

Confira a postagem de Cralos Bolsonaro.

Carlos Bolsonaro

@CarlosBolsonaro

Obrigado pela confiança no Presidente, “gado”! Pqp! Não deixe a narrativa dos “expertos” com sangue de barata te engolir! O Brasil avança a cada semana!

Copiado de:  https://www.brasil247.com/brasil/carlos-bolsonaro-chama-eleitores-e-apoiadores-de-bolsonaro-de-gado

‘Eles tinham que entregar o Lula’, diz empresária citada na Vaza Jato

Em entrevista ao DCM, a empresária Rosângela Lyra, que recentemente foi citada em uma reportagem da Vaza Jato como organizadora de “uma certa Balada contra Corrupção em que Deltan era a estrela da festa”, afirmou que os procuradores tinham que entregar o Lula, caso contrário o trabalho deles não valeria de nada. “Lula era a cereja do bolo”

Empresária Rosângela Lyra
Empresária Rosângela Lyra

247 – O Diário do Centro do Mundo (DCM) conversou com a empresária Rosângela Lyra, presidente da Associação de Lojistas dos Jardins, em São Paulo, que recentemente foi citada em uma reportagem da Vaza Jato do Intercept Brasil em parceria com a Agência Pública.

Ex-militante em prol das “10 Medidas Contra a Corrupção”, a ponto de receber duas placas da Procuradoria-Geral da República e ser reconhecida como “a brasileira que mais combateu a corrupção”, Rosângela Lyra apareceu na Vaza Jata como organizadora de “uma certa Balada contra Corrupção em que Deltan era a estrela da festa” e hoje, apesar de não se dizer arrependida de seus esforços, admite que o objetivo da operação Lava Jato era o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“Era mais ou menos como o Coliseu e o imperador com dedo voltado para baixo. Queriam a cabeça dele. Os procuradores estavam pressionados. Nada adiantava pros movimentos de rua, pras redes sociais. ‘E o Lula?’, era a cobrança (…) eles tinham que entregar o Lula, caso contrário o trabalho deles não valeria de nada. Lula era a cereja do bolo. Eles foram levados a isso. Não quero isentar nenhum procurador de culpa, mas, se há uma culpa entre eles, essas pessoas foram conduzidas pelas manifestações”, explica.

Em outro trecho, a ex-representante da marca de luxo Dior diz que abomina o ódio das pessoas em relação à suposta divisão do Brasil por parte do PT. “Falam que o ‘PT dividiu o país’. PT só mostrou que existia uma divisão e eles [do PT] queriam ajudar quem mais precisava”, afirma.

Leia a entrevista na íntegra no DCM.

Copiado de:  https://www.brasil247.com/midia/eles-tinham-que-entregar-o-lula-diz-empresaria-citada-na-vaza-jato

Procuradores da Lava Jato atuaram para tentar derrubar Gilmar do STF

Se esses AGENTES da PGR não constituem uma quadrilha confesso que não mais sei o que seja uma quadrilha. Pretender escolher os julgadores é coisa de bandido, gostem ou não.

O Editor

 

 

Com apoio do coordenador da força-tarefa, Deltan Dallagnol, a procuradora Thaméa Danelon, cotada pelo futuro PGR Augusto Aras para coordenar a Lava Jato em Brasília, aceitou em 2017 pedido do advogado do setor privado Modesto Carvalhosa para redigir uma minuta que pedia o impeachment do ministro do STF Gilmar Mendes. “Sensacional. Apoiadíssima. Se quiser, podemos olhar depois de você redigir”, disse Deltan

Gilmar Mendes Thaméa Danelon Deltan Dallagnol
Gilmar Mendes Thaméa Danelon Deltan Dallagnol

247 – Procuradores da força-tarefa da Lava Jato atuaram em 2017 para tentar derrubar o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes. As revelações são do novo capítulo da Vaza Jato, divulgadas na noite desta segunda-feira 26 pelo jornalista Reinaldo Azevedo no programa O É da Coisa, na BandNews FM.

A iniciativa para a redação da minuta veio da procuradora Thaméa Danelon, que é cotada pelo indicado a procurador-geral da República, Augusto Aras, para coordenar a Lava Jato em Brasília. Ela recebeu forte apoio do chefe da força-tarefa, Deltan Dallagnol, para que realizasse o trabalho.

Mensagens trocadas em maio de 2017 revelam que Thaméa foi procurada por Modesto Carvalhosa, advogado que atua no setor privado, para redigir um pedido de impeachment contra Gilmar, a fim de que ele o apresentasse.

“Oi. O professor Carvalhosa vai abrir o impeachment do Gilmar. Ele pediu para eu minutar para ele”, contou Thaméa ao chefe, Dallagnol. “Sensacional, manda ver”, respondeu Dallagnol sobre o ato ilegal. “Seu apoio é muito importante para mim”, disse a colega. “Apoiadíssima. Se quiser, podemos olhar depois de você redigir”, ofereceu ainda o chefe da força-tarefa. “Quero sim, lógico. Obrigada”, concluiu.

Depois de uma sugestão de Dallagnol para que fizesse contato com a equipe da Lava Jato no Rio de Janeiro, que teria “tudo documentado quanto à atuação do sócio da esposa”, Thaméa citou ainda um terceiro procurador, El Hage, com quem disse ‘já estar em contato’ para lhe ajudar no trabalho. Ela se referia ao coordenador da força-tarefa no Rio, Eduardo El Hage.

Copiado de:  https://www.brasil247.com/brasil/procuradoradores-da-lava-jato-atuaram-para-tentar-derrubar-gilmar-do-stf

Relógio de pulso para quê?

 

Tenho uns poucos relógios de pulso e estão todos aposentados. Hoje temos no TELEMÓVEL relógio. Temos relógio no painel do carro.

Temos relógios em todos os lugares em que vamos e ainda há os ditos “relógios de rua”.

Por que então mais relógios? Confesso que não sei e por falar em relógios temos também no programa da charmosa Magda Beatriz na TV Pampa um idoso que digo ser o BATACLAN do Século XXI que ali está para exibir relógios de pulso.

Penso que há preocupação excessiva e totalmente desnecessária com os tais relógios.

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