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Jornal de Collor demite 30 profissionais e passa a ser semanal. Sindicato aciona MP

 

Braço impresso da Organização Arnon de Mello (OAM), um dos maior conglomerado de mídia do Norte-Nordeste brasileiro, o jornal Gazeta de Alagoas deixou de circular diariamente. Nos últimos dias, 30 dos 45 jornalistas da redação do periódico foram demitidos, e os que foram mantidos passarão a acumular funções na versão eletrônica do grupo, o site Gazetaweb. Uma ação civil contra as demissões em massa foi aberta no Ministério Público de Alagoas pelo sindicato local (leia mais abaixo).

Com 88 de anos de circulação e tiragem de cerca de 15 mil exemplares, o jornal é o mais influente de Alagoas e pertence à família do senador Fernando Collor de Mello (PTC-AL). Além do jornal Gazeta e do site Gazetaweb, o conglomerado reúne emissoras de rádio, a TV Gazeta, uma das primeiras emissoras do Nordeste afiliadas da Rede Globo, o Instituto Gape (Gazeta Pesquisa) e o Instituto Arnon de Mello (área de responsabilidade social).

O clima é de consternação no estado. Profissionais de imprensa e o sindicato local têm se manifestado contra a demissão em massa e se dizem em luto pelo jornalismo alagoano. Há a possibilidade de que sejam realizadas manifestações públicas, como passeatas, por iniciativa de entidades de classe como o Sindicato dos Jornalistas de Alagoas (Sindjornal).

Por meio de nota conjunta (íntegra abaixo), a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e o Sindjornal protestaram contra a direção do jornal e escreveram que “a gestão continuou ignorando os sinais de mudança do mercado e deixou que as dificuldades se agravassem, chegando ao fim que agora se apresenta”. “Repudiamos a decisão de abrir mão de um legado que faz parte da história de Alagoas, ao invés de buscar soluções para viabilizar a empresa”, diz trecho da nota.

Por meio de comunicado publicado na capa da edição de 10 de novembro – o sábado que marcou a última edição diária –, o jornal diz que a ideia agora é manter a atualização diária de seu site e produzir a edição semanal com “caráter opinativo mais reforçado e diversificado nas análises dos acontecimentos”. “Estaremos com duas versões de mídia mais dinâmicas e mais modernas, seguindo a tendência dos principais jornais de todos os países”, acrescenta a nota.

Luto na festa

Presidente do Sindjornal, Isaías Barbosa anunciou a abertura de uma ação civil pública contra o jornal no Ministério Público de Alagoas. Em evento de premiação jornalística realizado neste fim de semana, Isaías fez discurso enfático em defesa da classe e criticou a forma com que as demissões foram executadas, súbita e arbitrariamente.

No mesmo evento, a blogueira Graça Carvalho, uma das jornalistas mais experientes de Alagoas, também lamentou a postura da direção do jornal. Em seu blog, Graça resumiu o clima de tristeza da classe jornalística.

“Como acontece todos os anos, muita expectativa entre os concorrentes, torcidas organizadas, em todas as categorias, mas a comemoração dos premiados foi mais discreta se comparada a edições anteriores. No geral, o clima era de consternação, por conta da demissão em massa ocorrida no jornal Gazeta de Alagoas, às vésperas da premiação. Logo na entrada do local do evento, uma faixa já anunciava: ‘Imprensa alagoana de luto'”, observou.

“O presidente do Sindjornal, Izaías Barbosa, abriu o evento lamentando o episódio e denunciando o descumprimento de direitos trabalhistas dos empregados da OAM, a exemplo do não recolhimento do FGTS e não pagamento de horas extras. No mesmo sentido foi a manifestação da representante da Federação Nacional dos Jornalistas, Valdice Gomes, que reafirmou o compromisso da entidade com a defesa da categoria, sobretudo no conturbado momento político brasileiro”, acrescentou Graça.

Leia a íntegra da nota conjunta Fenaj-Sindjornal:

Neste momento desolador para a história do jornalismo alagoano, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de Alagoas (Sindjornal) e a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) manifestam total e irrestrita solidariedade a todos que fazem parte da Organização Arnon de Mello (OAM), em especial aos que trabalham, diariamente, no Jornal Gazeta de Alagoas.

Com 88 anos de existência o maior jornal diário de Alagoas passa a ser semanal, a partir deste sábado (10), deixando uma lacuna em toda a sociedade alagoana.

Merecem todo o apoio e respeito os profissionais que, ao longo dos últimos anos, foram muito além do seu papel de funcionários, fizeram concessões e sacrifícios por compreender a importância de manter o impresso funcionando. Com paciência e muito trabalho, viram seus direitos como hora-extra e FGTS serem negligenciados pela empresa, mas sempre optaram pelo diálogo e a manutenção do veículo, que sempre foi entregue, pontualmente, e com qualidade ao leitor.

Por outro lado, a gestão continuou ignorando os sinais de mudança do mercado e deixou que as dificuldades se agravassem, chegando ao fim que agora se apresenta.

Repudiamos a decisão de abrir mão de um legado que faz parte da história de Alagoas, ao invés de buscar soluções para viabilizar a empresa.

Prioritariamente, o Sindjornal já acionou o seu departamento jurídico e vai trabalhar incansavelmente para garantir que todos os direitos dos trabalhadores sejam respeitados. Sobre as possíveis demissões, o sindicato espera que sejam apenas boato. Porque não é justo que pais e mães de família que dedicaram tanto trabalho à empresa sejam penalizados por erros que não cometeram.

Maceió, 10 de novembro de 2018

Copiado de:   https://congressoemfoco.uol.com.br/midia/jornal-de-collor-demite-30-profissionais-e-passa-a-ser-semanal-sindicato-aciona-mp/

Tucano Eduardo Leite convida MDB gaúcho para fazer parte do governo, até surpreendeu o ficha suja Alceu Moreira, presidente do partido

 

Os grifos são desse Editor

segunda-feira, 19 de novembro de 2018

O governador eleito do Rio Grande do Sul, o tucano Eduardo Leite, procurou nesta segunda-feira o MDB gaúcho e formalizou o convite para o que o partido integre o seu governo. O MDB é o partido campeão da “bocada” no Estado, por já ter estado cinco vezes no comando no Palácio Piratini desde a redemocratização do País. O presidente do MDB do Rio Grande do Sul, o deputado federal ficha suja Alceu Moreira, manifestou surpresa diante do convite e disse que vai convocar o diretório estadual para tomar uma decisão. A direção agora sofrerá uma intensa pressão “das bases” emedebistas, desesperadas por carguinhos na máquina pública. Por enquanto o MDB, que tem oito deputados na Assembleia Legislativa, diz que manterá a sua independência. Para que seu governo comece com alguma tranquilidade, Eduardo Leite precisa que a Assembleia Legislativa aprove a manutenção do aumento das alíquotas do ICMS por mais dois anos, como pediu, e também que barre o aumento para os marajás do serviços público, do Poder Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública, Tribunal de Contas e a própria Assembleia Legislativa.

PT: Castello Branco foi escolhido para ser o coveiro da Petrobras

 


O PT criticou duramente nesta segunda feira (19) o anúncio do economista Roberto Castello Branco como futuro presidente da Petrobras no governo de Jair Bolsonaro (PSL).

LEIA TAMBÉM:
Roberto Castello Branco na Petrobras será a raposa cuidando do galinheiro, fulmina Gleisi Hoffmann

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Segundo os petistas, o economista, que em artigo publicado na Folha de São Paulo defendeu a necessidade de se privatizar a Petrobras e outras estatais, não está sendo escolhido para ser o presidente, mas sim o coveiro da empresa.

Para o líder do PT na Câmara, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), a indicação deixa claro o viés entreguista do futuro governo e gera um evidente conflito de interesses.

“Se isso for confirmado, teremos um flagrante conflito de interesses, pois é uma afronta você colocar na direção de uma das maiores empresas do mundo no seu setor alguém que é notoriamente favorável à venda dessa empresa”, diz Pimenta.

“Castello Branco não está sendo escolhido para ser o presidente, mas sim o coveiro da quinta maior empresa brasileira e uma das maiores petrolíferas do mundo. Seria como colocar para presidir a Ford uma pessoa que quer vender a Ford para a Volkswagen”, complementa o líder .

Segundo a presidenta nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), a escolha equivale a colocar a raposa tomando conta do galinheiro. “Vai para a Petrobras quem defende sua privatização! É a entrega do Brasil ao sistema financeiro internacional”, afirmou Gleisi em sua conta no Twitter, na qual também sugeriu o documentário “A doutrina do choque”, da jornalista canadense Naomi Klein, para se entender o que pode acontecer com o Brasil.

Para o deputado Enio Verri (PT-PR), que também é economista, a indicação de Castello Branco é questionável tanto no aspecto econômico quanto no político.

“Do ponto de vista econômico, é temerário deixar nas mãos da iniciativa privada um setor estratégico e tão vital para economia de qualquer país como o petrolífero. Dos 20 países com as maiores reservas de petróleo no mundo, a maioria absoluta tem estatais no controle do uso dessas reservas. Essa é a regra global. Por que o Brasil teria que abrir mão do controle de um bem tão fundamental para o nosso desenvolvimento?”, indaga Verri, que é economista e professor licenciado da Universidade Estadual de Maringá (UEM).

“Do ponto de vista político, nós sabemos que o interesse do governo Temer e do futuro governo Bolsonaro é entregar as nossas riquezas para um punhado de multinacionais estrangeiras cujo único objetivo é garantir os lucros dos seus acionistas. Por isso nós vamos lutar para que isso não ocorra, especialmente porque temos um nível absurdo de desigualdade social para combater”, completou o parlamentar.

Paulo Pimenta garante que a bancada petista no Congresso Nacional vai lutar para barrar a privatização da Petrobras.

“Nós vamos lutar e mobilizar a sociedade brasileira para denunciar e impedir que se concretize essa intenção do consórcio Temer/Bolsonaro de entregar a nossa maior empresa e a nossa maior riqueza, o pré-sal, para as multinacionais do petróleo”, declarou o líder.

Com informações do PT na Câmara

Copiado de:   https://www.esmaelmorais.com.br/2018/11/pt-castello-branco-foi-escolhido-para-ser-o-coveiro-da-petrobras/

Indígenas realizam manifestação em defesa de direitos previstos na Constituição

 


Integrantes de movimentos sociais indígenas realizaram nesta segunda-feira (19), no Memorial dos Povos Indígenas, em Brasília, um ato em defesa dos direitos dos povos tradicionais previstos na Constituição Federal de 1988. O grupo liderado pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) e pela Mobilização Nacional Indígena se reuniu para lembrar os 30 anos da Constituição, completados no mês passado.

As lideranças indígenas avaliam que as garantias constitucionais que reconhecem o direito à terra, a legitimidade das organizações sociais e das tradições culturais estão ameaçadas pela conjuntura atual.

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Os manifestantes citam como exemplo projetos que tramitam no Congresso Nacional, como a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 215/2000, que pretende transferir do poder Executivo para o Legislativo a atribuição de demarcar as terras indígenas e o Projeto de Lei 490/2007, que pode dificultar o processo de demarcação e facilitar a instalação de obras e a exploração de recursos naturais em terras indígenas.

Eles citam ainda um parecer jurídico que tramita na Advocacia Geral da União (AGU) e pretende aplicar a toda a administração pública a tese do chamado Marco Temporal. De acordo com o marco, os povos indígenas só teriam direito às terras ocupadas a partir da data de promulgação da Constituição vigente, em 5 de outubro de 1988.

Os representantes dos movimentos indígenas temem que as mudanças em curso na legislação possam aumentar os casos de invasão a terras, ameaça a lideranças, violência e conflito no campo.

Participaram do ato cerca de 150 pessoas, entre indígenas de várias etnias do país, a primeira mulher indígena eleita deputada federal, Joenia Wapichana, além de representantes de organizações indigenistas e de órgãos públicos que trabalham com o tema.

Fonte: Agência Brasil

Copiado de: https://www.esmaelmorais.com.br/

Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses poderá ser privatizado pelo Governo Federal

Do JP  Online com Estadão – O governo de Michel Temer entregará à equipe de transição de Jair Bolsonaro um plano para privatizar nove parques nacionais. A ideia é aliar a preservação ambiental ao turismo. Hoje, das 324 unidades de conservação no País, só 53 estão abertas à visitação.

As quatro já concedidas à iniciativa privada são responsáveis por 60% do ecoturismo no Brasil. Nos Estados Unidos, os parques recebem, em média, 300 milhões de pessoas por ano e faturam R$ 60 bilhões. Por aqui, em 2017, foram 10,7 milhões de turistas, com faturamento de R$ 2 bilhões.

A lista

Entre os parques nacionais que podem ser privatizados por 20 anos, em média, estão a Serra da Canastra, a Chapada dos Guimarães, os Lençóis Maranhenses e o Parque Nacional de Jericoacoara.

O estudo que Bolsonaro receberá é uma continuação do programa já iniciado na gestão Temer. Até o final do ano, o ministro Vinicius Lummertz (Turismo) deve concluir a concessão da Chapada dos Veadeiros (GO) e do parque Pau Brasil (BA).

Pelos cálculos do governo, o plano deve render R$ 140 milhões em outorgas e R$ 153 milhões em investimentos privados.

O conteúdo deste blog é livre e seus editores não têm ressalvas na reprodução do conteúdo em outros canais, desde que dados os devidos créditos.

Leia mais: http://jornalpequeno.blog.br/johncutrim/parque-nacional-dos-lencois-maranhenses-podera-ser-privatizado-pelo-governo-federal/#ixzz5XLRql1Zy

“Ação contra Haddad é vingança política”, diz PT

A insanidade toma conta de nossa sociedade. Agora querem liquidar com reputação de Haddad a qualquer custo, pois imaginam assim que liquidam ao Partido dos Trabalhadores. Ignoram esses cretinos que o PT não se limita a ser apenas um partido político, o PT é uma IDEIA e IDEIAS, gostem ou não são difíceis de liquidar quando não impossível.

O Editor

 

 


A direção executiva do Partido dos Trabalhadores(PT) divulgou nota nesta noite de segunda-feira(19) denunciando mais uma manobra do Ministério Público de São Paulo contra Fernando Haddad, baseado apenas na palavra de um réu confesso. Segundo o PT, “é mais uma denúncia infundada que não poderia ter sido aceita por um juízo imparcial. É uma vingança política”. Leia a íntegra da nota.

Nota do PT sobre depoimento de Lula na Lava Jato

O Partido dos Trabalhadores denuncia a perseguição movida pelo Ministério Público de São Paulo e pelo juízo da 5a. Vara Criminal da Barra Funda contra o ex-ministro Fernando Haddad, candidato do PT à presidência da República que recebeu 47 milhões de votos no segundo turno das eleições.

Com base apenas na palavra de um réu confesso, Ricardo Pessoa, que foi descartada pelo Supremo Tribunal Federal por ausência de provas e de credibilidade, o MP-SP fez uma denúncia infundada que não poderia ter sido aceita por um juízo imparcial.

Este episódio caracteriza a partidarização do sistema judicial do estado de São Paulo, controlado por notórios adversários do Partido dos Trabalhadores. Tem cheiro de vingança e retaliação pelo grande desempenho de Haddad e do PT nas eleições presidenciais.

O Brasil precisa de mais Justiça e menos perseguição política. Mais democracia e nenhum tipo de manipulação das instituições. O Brasil precisa resistir a esse tipo de ataque, que não fere apenas o cidadão Fernando Haddad, fere a própria democracia.

Comissão Executiva Nacional do PT

Copiado de:   https://www.esmaelmorais.com.br/2018/11/acao-contra-haddad-e-vinganca-politica-diz-pt/

Tá tudo errado

 

O DAER que é preservado apenas para que nele sejam engordados por longos quatro anos os cabos eleitorais de quem assume o Governo não tem mesmo razão de existir.

A ele compete construir e manter rodovias e isto é o que essa inutilidade não faz.

Aqui em Tramandaí Sul temos como via principal de circulação a rodovia RS-786 que também conhecida como Avenida Flores da Cunha. O canteiro central da mesma ao longo de décadas foi sendo cortado de acordo com as vontades e por conta de comerciantes de forma que cada um fazia o retorno na frente da porta do seu comércio.

Isto gerava muitos acidentes inclusive muitos provocando mortes de inocentes.

Como não havia maneira alguma de o DAER fazer sua obrigação algumas entidades comunitárias locais decidiram colocar o MP e seus AGENTES a trabalhar.

Resultou então que o DAER sem outra alternativa foi obrigado a colocar meio fio em toda a extensão dos canteiros centrais da Avenida, mas fez apenas isto que é o legítimo serviço porco.

Hoje é a Prefeitura que está preenchendo com aterro as partes desses canteiros que haviam sido abertas e isto onera o município.

A Prefeitura não faz muito tempo, bem no denominado Centrinho efetuou a remoção de macegas (plantas decorativas) que dificultavam a visão de motoristas que vindo no sentido sul/norte sofriam ou eram envolvidos em acidentes com outros veículos e mesmo pedestres.

Ali nessa rodovia havia duas daquelas coisas que dizem registrar excesso de velocidade, uma em cada sentido e tais coisas inibiam aos mais abusados que ali tiravam o pé do acelerador.

O DAER e sempre o DAER retirou aquelas coisas dali e agora trafegam por ali em altíssima velocidade. Também os pedestres por falta de educação atravessam a rodovia em qualquer lugar, desprezando assim as faixas de segurança.

Um semáforo no Centrinho seria o ideal, mas o DAER imprestável como é deve estar cuidando apenas das suas TRÊS COLÔNIAS de férias localizadas uma aqui na Avenida Flores da Cunha, outra em local paradisíaco em Imbé e a terceira, esta ENORME e localizada em Cidreira.

Sabe de onde saem os meios para tantas mordomias? Já pensou?

Pois sai dos bolsos dos trouxas como eu e você que pagamos tributos.

 

 

ORDEM DA DIREÇÃO DO FANTÁSTICO É PARA “DESCONSTRUIR O MITO” BOLSONARO

Paulo Guedes confirma Roberto Castello Branco como presidente da Petrobras

  • Por Jovem Pan
  • 19/11/2018 08h32
VALE/DIVULGAÇÃO/JCRoberto Castello Branco aceitou convite de Paulo Guedes

O economista Roberto Castello Branco aceitou o convite para assumir o comando da Petrobras por indicação de Paulo Guedes, confirmado para a superpasta do Ministério da Economia – que deve englobar Fazenda, Planejamento, Indústria e Comércio Exterior – do governo de Jair Bolsonaro. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (19) pela equipe de Guedes.

Em nota à imprensa, Castello Branco é apresentado como economista com pós-doutorado pela Universidade de Chicago e  com “extensa experiência nos setores público e privado”.

Já ocupou cargos de direção no Banco Central e na mineradora Vale, fez parte do Conselho de Administração da Petrobras e desenvolveu projetos de pesquisa na área de petróleo e gás.

Castello Branco é diretor do Centro de Estudos em Crescimento e Desenvolvimento Econômico da Fundação Getúlio Vargas. O atual presidente da Petrobras, Ivan Monteiro, permanece no comando da estatal até a nomeação.

Copiado de:  https://jovempan.uol.com.br/noticias/politica/paulo-guedes-confirma-roberto-castello-branco-como-presidente-da-petrobras.html?utm_source=push

Justiça da Suíça anuncia que vai entregar os extratos bancários do dono da Cervejaria Itaipava

segunda-feira, 19 de novembro de 2018

A Justiça na Suíça aprovou o envio ao Brasil de extratos bancários relativos ao empresário Walter Faria, dono da Itaipava, fabricante de cerveja e denunciada cooperar com a empreiteira baiana muito corrupta e propineira Odebrecht no financiamento ilegal de campanhas eleitorais no Brasil. Em um processo que durou três anos, a defesa de Faria insistia que a transmissão dos extratos “não tinha qualquer utilidade, já que o processo penal pela qual as autoridades brasileiras tinham solicitado a cooperação judicial da Suíça já havia sido definitivamente julgado”. Em um publicado no dia 14 de novembro, o Tribunal Federal da Suíça rejeitou o recurso do empresário brasileiro e, atendendo a um pedido de abril de 2015, autorizou que os dados sejam enviados ao Ministério Público no Paraná. Os extratos se referem a pelo menos duas contas e uma “sub-conta”, todas mantidas em bancos na Suíça. Com a informação, os procuradores brasileiros poderão traçar a origem do dinheiro e a quem ele foi entregue. Em diferentes delações de ex-executivos da Odebrecht, o empresário é citado em esquemas de financiamento ilegal de campanha, ao lado da construtora. Walter Faria já confirmou a existência de quatro contas suas na Suíça. O esquema cruzado entre a construtora e a cervejaria implicava em depósitos da Odebrecht no Exterior para a fabricante. No Brasil, era o Grupo Petrópolis, que controla a Itaipava, quem fornecia o dinheiro em reais para que a Odebrecht pudesse bancar de forma ilegal candidatos, em um total que supera a marca de R$ 120 milhões.
Em depoimento à Polícia Federal, Walter Faria chegou a afirmar que usou o programa de repatriação estabelecido pela Receita Federal para regularizar a situação do dinheiro. “Todas as contas foram objeto de repatriação junto à Receita Federal”, disse. Na delação premiada do ex-chefe do Setor de Operações Estruturadas da empreiteira baiana muito corrupta e propineira Odebrecht, Hilberto Mascarenhas da Silva Filho, o esquema de desvio de cerveja do Grupo Petrópolis abasteceu a máquina de pagar propinas, montada pelo sinhozinho baiana propineiro Marcelo Bahia Odebrecht, com R$ 105 milhões de dinheiro vivo, em 2007 e 2008. Era a corrupção e o caixa 2 de políticos e agentes públicos, alvos da Operação Lava Jato. “Eu soube, eles comentaram que era um desvio de quantidade, no medidor. Porque o imposto é gerado em função na quantidade de cerveja que passa em determinado medidor. Então eles criaram, parece, um by pass, para adulterar a quantidade de imposto”, afirmou Hilberto Silva. “Essa venda dessa cerveja, que passava a latere, era vendido, e o dinheiro gerado ia para o caixa 2. Esse caixa 2 era vendido para nós”, explicou o delator. “Segundo me foi dito por Vanuê (Faria, da Petrópolis), em visita à fábrica de Boituba, não me recordo o ano, a disponibilidade de gerar reais em caixa 2 da Itaipava vinha através de uma espécie de burla do medidor de produção de sua (s) fábrica (s), produzindo assim cerveja ‘fria’ sem pagar imposto que era vendida em pequenos bares sem nota, gerando disponibilidade desses recursos”.
O empresário corrupto Marcelo Odebrecht também confessou em sua delação que a partir de 2006 o empreiteira passou a ter relações ilícitas de parceria com o Grupo Petrópolis. A parceria rendeu dois momentos de práticas criminosas de fraudes, lavagem de dinheiro e atos contra o sistema financeiro, em que os dois grupos empresariais cruzaram suas estruturas paralelas. A que envolve o “caixa 2 da cevada”, em um primeiro momento, de 2006 até 2008. A Odebrecht comprava reais não -contabilizados da cervejaria no Brasil e pagava em dólares, em conta secreta no Exterior – típica operação de dólar-cabo. A segunda fase, a partir de 2010 e até 2014. O Grupo Petrópolis funcionou como uma espécie de “laranja” para a Odebrecht fazer repasses oficiais para campanhas políticas e partidos. A cervejaria fazia doações em seu nome, dentro da cota legal permitida à ela, e recebia da empreiteira por fora, como no acerto de valores das obras das duas fábricas da Itaipava construídas pela construtora.
Copiado de:  https://poncheverde.blogspot.com/2018/11/justica-da-suica-anuncia-que-vai.html

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