Praia de Xangri-Lá

Saiba tudo o que REALMENTE acontece em Xangri-Lá

Categoria: Noticias (Page 2 of 3091)

O Irã e os idiotas úteis… a Washington

Em conchavos com Israel, Brasil está prestes a perder parceiro geopolítico e econômico estratégico no Oriente Médio. Prejuízo será imenso – mas ninguém, além de Bolsonaro, topa fazer para Trump papel de bobo da corte

Mais uma vez, o governo Bolsonaro demonstra que está disposto a atirar contra os interesses do Brasil para satisfazer os delírios psicopatas de assessores de Trump e os interesses do governo Netanyahu.

A notícia de que o Brasil e Israel promoveram reunião sigilosa no Itamaraty, para que nosso país se some aos esforços para desestabilizar o Irã, inteiramente crível, face às fantasias ideológicas do presidente e do seu folclórico chanceler, indica que está em andamento outro gigantesco tiro no pé do Brasil. Não bastassem as agressões à China, à Rússia, aos países árabes, a membros do Mercosul, etc., chegou agora a vez do Irã. Essa gente vive, definitivamente, fora da realidade, num mundo irracional e pré-iluminista.

O Irã é o quinto maior mercado para os produtos agrícolas do Brasil, mesmo com o embargo comercial imposto pelos EUA. Nosso país é o principal fornecedor para o Irã de complexo de soja, milho, açúcar, carne bovina, papel e celulose. Merece ainda destaque a exportação de produtos de confeitaria, resíduos das indústrias alimentares, alimentos para animais e, por fim, veículos aéreos, automóveis, tratores e ciclos.

Nos últimos dez anos (2009-2018), o Brasil exportou para o Irã, ainda que com crise e embargo, US$ 19,6 bilhões, com um superávit de incríveis US$ 19,2 bilhões. Para Israel exportamos, no mesmo período, US$ 3,9 bilhões, com um déficit de US$ 5,4 bilhões. Ou seja, exportamos para o Irã cerca de 5 vezes mais que para Israel, com enorme superávit a nosso favor, ao contrário do que acontece com esse último país.

O mais importante, contudo, é que o potencial das relações bilaterais entre Brasil e o Irã é muito maior do que deixam entrever esses números. O Irã tem apenas 11% de seu território de terras agricultáveis. Assim, as nossas exportações para lá poderiam aumentar muito, caso não houvesse o embargo imposto pelos EUA.

Quando o ex-presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad esteve no Brasil, em 2010, foram feitos planos para quintuplicar nossa corrente de comércio em cinco anos. Também foram realizadas parcerias na área de energia, cooperação tecnológica, agricultura, educação, etc. Dada a complementariedade das duas economias, o potencial é, de fato, imenso.

Tal ampliação dependia e depende, contudo, do fim do embargo e do relacionamento político entre as duas nações.

Mas o governo Bolsonaro está jogando tudo isso fora apenas para satisfazer os interesses geopolíticos de Trump e Netanyahu. E o pior é que governo Bolsonaro está comprando uma briga importada que já está perdida.

Quem está impulsionando a nova ofensiva contra o Irã é gente como os norte-americanos Bolton, Pompeo e Abrams, psicopatas com pouco contato com realidade. Os militares do Pentágono sabem que uma guerra “quente” contra o Irã seria um atoleiro trágico. Possivelmente foram eles, aliás, que vazaram para o The New York Times a informação de que os EUA estariam reunindo 120 mil homens para uma possível invasão do Irã.

Trata-se de um cenário de guerra encomendado pelo maluquete Bolton. Um cenário ridículo também. São demasiados homens para uma invasão por ar e mar e pateticamente insuficientes para uma invasão por terra. O Irã reúne, entre forças armadas e a Guarda Revolucionária, 530 mil homens na ativa, fora os reservistas, que somam 350 mil. Ao todo são, portanto, cerca de 880 mil homens fortemente armados que poderiam ser mobilizados no curto prazo, mais de sete vezes as forças do maluquete. Além disso, o Irã dispõe de 40 milhões de homens aptos a combater.

Na realidade, o Irã tem o exército convencional mais poderoso do Oriente Médio. É a quarta força mundial em termos de lançadores móveis de foguetes e a oitava, no que tange à artilharia convencional. Possui também 1.634 tanques de combate e 165 caças.

Mas sua força maior vem de aliados, como China e Rússia. O Irá é um país chave para o domínio da Eurásia, o supercontinente cujo controle, como já previa Zbigniew Brzezinski em o Grande Tabuleiro de Xadrez, propiciará hegemonia na ordem mundial.

China e Rússia sabem disso.

A China depende do petróleo e do gás do Irã e vem fazendo pesados investimentos naquele país. Os chineses, em contratos de centenas de bilhões de dólares, conseguiram acesso exclusivo a partes significativas dos campos de gás e óleo do Irã. Em contrapartida, prometeram investir na infraestrutura energética do país e, mais do que isso, comprometeram-se a defender essas áreas petrolíferas contra agressões estrangeiras, “como se fossem território chinês”. O acesso às jazidas iranianas, complementado por uma rede de gasodutos, permitirá à China amenizar sua dependência energética e é fundamental para a sua estratégia de constituir a Nova Rota da Seda. O Irã, por sua vez, poderá bloquear o estreito de Ormuz, por onde passam os grandes petroleiros que vêm do Golfo Pérsico, sem que isso impacte as suas exportações.

Já a Rússia vê o Irã como um parceiro geopolítico muito importante no Oriente Médio. O Irã é aliado do governo da Síria, apoiada pela Rússia, e adversário da Arábia Saudita e Israel, principais parceiros dos EUA no Oriente Médio. Com a recente e injustificada ofensiva do governo Trump contra o Irã, contrariando abertamente o texto do acordo Joint Comprehensive Plan of Action (JCPOA), que colocou o programa nuclear iraniano sob controle dos EUA e Europa, em troca do levantamento das sanções, a Rússia aproximou-se muito do Irã. Na última reunião entre Putin e o supremo líder do Irã, Ali Khamenei, realizada em novembro do ano passado, o mandatário russo assegurou que a “Rússia não trairá o Irã”.

Assim, China e Rússia estão dispostos a defender o Irã por todos os meios, inclusive os militares. E a Europa, mesmo amedrontada com as pressões de Washington, não quer embarcar nessa nova loucura de Trump.

Resta, portanto, aos EUA buscar apoio em suas colônias.

Quando o Brasil defendia seus interesses próprios no cenário mundial, tínhamos boas relações com o Irã e com todos os países do Grande Oriente Médio, independentemente das orientações políticas de seus governos. Tanto é assim que conseguimos, com Lula, um acordo que solucionava a questão do programa nuclear do Irã, infelizmente bombardeado a posteriori por Obama, que havia dado o sinal verde para as negociações.

Agora, no entanto, nos limitamos a ser massa de manobra de psicopatas que fazem a geopolítica da insanidade.

Coisa de idiotas úteis e de imbecis.

Copiado de:   https://outraspalavras.net/geopoliticaeguerra/o-ira-e-os-idiotas-uteis-a-washington/?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=17_5_a_tecnologia_da_adaptacao_e_como_vence_la_o_ira_e_os_idiotas_uteis_a_washington_o_rastro_de_sangue_que_encurrala_o_cla_bolsonaro_insania_fanatismo_agiotagem_ou_tudo_junto_e_misturado&utm_term=2019-05-17

Ou a democracia barra Bolsonaro ou Bolsonaro barra a democracia

 

 

Por Alex Solnik, colunista do 247 e membro do Jornalistas pela Democracia – A mensagem endossada ontem pelo presidente da República Jair Bolsonaro tem evidente teor terrorista. Ou seja, o objetivo é provocar clima de terror, insegurança, dúvida, medo na população. Foi a maior ameaça à democracia que já fez e sua maior violação à constituição desde que assumiu.

Ameaças terroristas têm sido praxe na sua vida. Foi terrorismo sua ameaça de explodir os quartéis e o sistema de abastecimento de água do Rio de Janeiro se não obtivesse aumento nos soldos.

Deu outra demonstração de seu perfil terrorista quando declarou à Playboy que o então presidente Fernando Henrique Cardoso deveria ser fuzilado. Como também na oportunidade em que disse que a solução para o Brasil seria uma guerra civil, na qual “morressem uns 30 mil”.

Comportou-se como terrorista enquanto deputado federal, atacando petistas, em especial a deputada Maria do Rosário. Mostrou sua face terrorista ao adotar como símbolo de campanha um revólver e ameaçar metralhar petistas.

O seu endosso à mensagem terrorista é a resposta à sua própria incapacidade de governar dentro do regime democrático, o qual afronta desde o primeiro dia da sua gestão e ao avanço das investigações sobre seu filho Flávio que podem resultar, se as denúncias forem comprovadas não só na sua cassação, mas na desmoralização de todo o clã Bolsonaro, que se gabava de ser mais íntegro que madre Teresa de Calcutá.

Não acredito que ele consiga apoio dos militares para fechar o Congresso e o STF, que são, ao que parece, seus objetivos principais. Talvez por essa razão conclame as ruas, o que aponta para uma tentativa de insuflar as massas para atacar as instituições na base do porrete.

O endosso à ideia de “ruptura” reforça a impressão de ter sido uma declaração de guerra às instituições, em especial ao Congresso, o que é inadmissível numa democracia.

Ou o Congresso reage à altura de suas responsabilidades e breca as intenções golpistas, com o apoio do STF ou a guerra será ganha por eles.

Ou a democracia barra Bolsonaro ou Bolsonaro barra a democracia.

IMAGEM DO DIA

Centenas de milhares de pessoas concentraram-se em Chimoré (Cochabamba), no acto de lançamento da campanha de Evo Morales, candidato pelo Movimiento al Socialismo (MAS), às eleições gerais de Outubro próximo na Bolívia. 18 de Maio de 2019
Centenas de milhares de pessoas concentraram-se em Chimoré (Cochabamba), no acto de lançamento da campanha de Evo Morales, candidato pelo Movimiento al Socialismo (MAS), às eleições gerais de Outubro próximo na Bolívia. 18 de Maio de 2019 Créditos@evoespueblo

PIMENTA: OS BOLSONAROS SÃO BANDIDOS E DEVEM SER EXECRADOS DA POLÍTICA

BOLSONARO RECUA SOBRE POST DA RENÚNCIA OU GOLPE: ‘EU SÓ PASSEI’

Israelitas arrasam aldeia beduína de al-Araqib pela 143.ª vez

INTERNACIONAL|PALESTINA

AbrilAbril

Os bulldozers, protegidos pela Polícia israelita, voltaram a demolir a aldeia «não reconhecida» no deserto do Neguev. Os seus habitantes dizem que a vão reconstruir, como sempre têm feito.

Bulldozers e Exército israelitas destroem uma aldeia beduína no Neguev (foto de arquivo)

Bulldozers e Exército israelitas destroem uma aldeia beduína no Neguev (foto de arquivo) Créditos/ Middle East Monitor

A aldeia beduína de al-Araqib foi demolida pela 143.ª na quarta-feira, informou ontem a agência Ma’an. Fontes locais revelaram que os bulldozers, escoltados por agentes da Polícia israelita, arrasaram as estruturas residenciais e tendas, deixando mulheres, crianças e idosos ao relento.

De acordo com a Quds Press, os palestinianos de al-Araqib são duramente multados pelo Estado sionista, que lhes imputa os custos dos processos de demolição – e também já foram parar à cadeia na luta pelo reconhecimento da posse das suas terras. Apesar disso, mostram-se determinados em permanecer na aldeia e insistem que «continuarão a reconstruí-la».

Estas demolições levadas a cabo sucessivamente por Israel visam forçar a população beduína a mudar-se para zonas designadas pelo governo israelita. Localizada no deserto do Neguev (Naqab, em arábe), naquilo que é hoje o Sul de Israel, al-Araqib é uma de 34 aldeias beduínas «não reconhecidas» pelo Estado sionista.

Aldeia beduína no Negev demolida pela 130.ª vez por Israel

LER MAIS

As aldeias com este estatuto «desaparecem» dos mapas oficiais, sendo que os seus habitantes não têm morada e vivem sob a ameaça constante de expulsação e de verem as suas casas demolidas. As autoridades israelitas, que não lhes reconhecem os seus direitos sobre a terra e os consideram «ocupantes» em «terras estatais», não lhes fornecem serviços básicos como água e electricidade, e excluem-nos do acesso a serviços de saúde e educação.

De acordo com a imprensa – também israelita –, a expulsão de milhares de palestinianos beduínos do Neguev e o confisco das suas terras estão associados a planos de construção, nomeadamente da expansão da Auto-estrada Trans-Israel.

Estas aldeias «não reconhecidas» foram criadas no Neguev pouco depois da criação do Estado de Israel, no âmbito da qual cerca de 750 mil palestinianos foram expulsos de suas casas e se tornaram refugiados, lembra a Ma’an.

Muitos dos beduínos foram transferidos à força para as aldeias de onde os querem expulsar agora, no período de 17 anos em que os palestinianos que permaneceram em Israel estiveram sob regime militar. Este regime terminou pouco antes de, em 1967, Israel ocupar militarmente a Faixa de Gaza e a Cisjordânia, incluindo Jerusalém Oriental.

Copiado de:  https://www.abrilabril.pt/internacional/israelitas-arrasam-aldeia-beduina-de-al-araqib-pela-143a-vez

 

Preso segundo criminoso que matou pai e filho em assalto a joalheria

Estância Velha – Foi preso na Argentina, Davi dos Santos Mello, 20 anos. Ele é acusado de ter participado do assalto que resultou na morte dos empresários Leomar Canova e Luiz Fernando Canova.

Copiado de:  https://odiario.net/por-municipio/estancia-velha/preso-segundo-criminoso-que-matou-pai-e-filho-em-assalto-a-joalheria/

BOLSONARISMO COMEÇA A AGITAR ESPANTALHO DO TERROR PARA TENTAR O GOLPE

ASSESSOR DE MOURÃO É ALVO DE QUEBRA DE SIGILO NA INVESTIGAÇÃO DE FLÁVIO

Juíza aumenta multa da Vale para R$ 300 milhões e pede explicações

A mineradora não apresentou o estudo dos impactos relacionados ao eventual rompimento das estruturas da Mina de Congo Soco
Juíza aumenta multa da Vale para R$ 300 milhões e pede explicações
Notícias ao Minuto Brasil

HÁ 2 HORAS POR NOTÍCIAS AO MINUTO

BRASIL JUSTIÇA

Em atendimento a um pedido feito pelo Ministério Público (MP), a juíza Fernanda Machado, da Vara de Barão de Cocais (MG), decidiu ontem (17) elevar o teto de uma multa aplicada à Vale para R$ 300 milhões.

Segundo o MP, a mineradora não apresentou o estudo dos impactos relacionados ao eventual rompimento das estruturas da Mina de Congo Soco. A decisão ocorreu após notícias de movimentação do talude da cava norte da mina, que pode ter como consequência o rompimento da barragem.

Na decisão, a juíza determinou ainda que a Vale apresente, em 72 horas, um estudo atualizado de ruptura (dam break), considerando a zona de impacto como um todo (mancha de inundação que deve estar descrita no estudo hipotético de situação), levando em conta todos os cenários possíveis e os efeitos cumulativos e sinérgicos do conjunto de todas as estruturas que integram o complexo.

Fernanda Machado também pediu informações detalhadas sobre o que representaria o pior cenário, com todos os parâmetros da barragem que influenciariam a mobilização do rejeito em uma ruptura. A juíza quer detalhes da atualização das rotas de fuga e pontos de encontro, implantação de sinalização de campo e de sistemas de alerta, estratégias para evacuação e resgate da população, comunicação, adequação de estrutura lógica, resgate e cuidado dos animais e de bens culturais. Em caso de descumprimento da decisão, ela alerta a mineradora de que a multa poderá ser aumentada.

Com informações da Agência Brasil

Copiado de:  https://www.noticiasaominuto.com.br/brasil/916294/juiza-aumenta-multa-da-vale-para-r-300-milhoes-e-pede-explicacoes?utm_source=notification&utm_medium=push&utm_campaign=916294

Page 2 of 3091

Desenvolvido em WordPress & Tema por Anders Norén