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Seguiremos contra a Reforma da Previdência de Bolsonaro e Paulo Guedes

Por Gleisi Hoffmann

Publicado em 17/06/2019

Mesmo com as alterações feitas no texto da Reforma da Previdência, divulgadas semana passada, o Partido dos Trabalhadores mantém a decisão de votar contra a PEC 06. O governo Bolsonaro resolveu recuar nos itens que mais chamavam atenção e retirou do relatório mudanças no Benefício de Prestação Continuada (BPC) dos idosos carentes, na aposentadoria rural, além da criação do regime de capitalização previdenciário. Mas esses foram os primeiros passos, pois a proposta tal como está pretende extinguir o regime solidário criado pela Constituição Brasileira, em que contribui o empresário, empregador, trabalhador e Estado.

A proposta de Paulo Guedes mantém seu caráter cruel e destrutivo de um sistema que é uma conquista histórica das trabalhadoras e trabalhadores brasileiros. É justamente a solidariedade assegurada pelo regime previdenciário que faz com que se gere o mínimo de sobrevivência aos mais necessitados e para quem precisa de proteção. A Seguridade Social é antes de tudo humanitária, assim foi idealizada. Atende os idosos, ajuda a reduzir a pobreza e combate as desigualdades sociais. A reforma da Previdência de Bolsonaro e Paulo Guedes é danosa em suas premissas e a oposição seguirá vigilante e mobilizada contra a PEC 06 na comissão especial e no plenário da Câmara dos Deputados.

Os governos do PT fizeram ajustes no sistema previdenciário ao longo do tempo, como equiparar a aposentadoria no serviço público ao teto do benefício do INSS. Foram criados os fundos públicos de aposentadorias e, desde 2013, quem entrou para o funcionalismo estatal contribui para essa poupança se quiser ter uma remuneração acima do Regime Geral, que é de R$ 5.839,45. É preciso ir equacionamento o sistema, mas não como propõe Paulo Guedes, acabar com a aposentadoria por idade que prejudica quem precisou começar a trabalhar muito cedo para ajudar nas despesas da família.

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O principal alvo da proposta do governo continua sendo o Regime Geral em que os aposentados recebem até R$ 5.839,45, sendo que, sendo que 70% deles têm o benefício de apenas até dois salários mínimos. Não é verdade que a PEC 06 recai sobre os privilégios no serviço público, nem o bordão de quem ganha menos vai pagar menos. Em mais uma propaganda enganosa na tentativa de manipular a população, o governo anunciou a redução da alíquota, mas, por outro lado aumenta o tempo de contribuição ao longo dos anos. Então, o trabalhador vai pagar por mais contribuição durante a sua vida.

Não vamos aceitar também a redução do limite para o acesso ao Abono salarial, que é concedido ao trabalhador do setor privado que ganha até dois salários mínimos e passará a ser de R$ 1.364,43. Pela proposta, acidentes de trabalho e questões previdenciárias serão decididos pela Justiça Federal e não pela Trabalhista e o relatório ainda retira a vinculação de parte da receita do PIS/PASEP para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), diminuindo significativamente a capacidade da instituição de financiar projetos estratégicos para o desenvolvimento nacional.

A medida atinge diretamente a capacidade de investimento do BNDES, importante instrumento de financiamento público e indutor do crescimento da economia. Por fim, o governo decidiu também manter no texto a previsão para que as regras que tratam da aposentadoria de professores da educação na educação básica sejam feitas por meio de lei ordinária, facilitando a aprovação de mudanças no Congresso.

É preciso ficar alerta até afastar definitivamente o fatídico e nefasto regime de capitalização, que mesmo depois mesmo fora do relatório continuar a assombrar, pois o PSL, partido de Bolsonaro, e aliados, querem reintroduzir a medida na votação em plenário da Casa. A capitalização prevê que cada trabalhador faça a própria poupança para bancar as aposentadorias, o que só vai beneficiar os bancos e o mercado financeiro. Estudo da Associação Nacional dos Fiscais da Receita Federal (Unafisco) calculou o lucro que o modelo proposto vai gerar para os bancos e quanto o trabalhador terá de aposentadoria.

Os bancos deverão lucrar R$ 388 bilhões por ano, já o trabalhador terá uma renda baixa, equivalente a um quinto do que ele recebia quando estava na ativa, porque o novo modelo não terá mais a parte de contribuição das empresas, como é no modelo de repartição. No Chile, o sistema arrasou com as idosas e os idosos e, segundo estudo da Organização Internacional do Trabalho (OIT), falhou em 60% dos países que o adotaram – dos 30 países que modificaram seu sistema, 18 já fizeram uma nova reforma. A entidade chamou atenção para os impactos sociais e econômicos negativos e disse que o experimento fracassou.

E vem Bolsonaro dizer que vai “consertar” o Brasil, o que ele quer é “consertar” o país para os banqueiros! A Previdência não é a saída para melhorar a economia brasileira, que está em queda livre, nem muito menos para gerar empregos. Assim, como não foi um bom negócio a Reforma Trabalhista – aposta do governo Temer para reduzir o desemprego – pois as vagas não apareceram. Ficou provado que a retirada dos direitos trabalhistas não faz crescer o emprego. Pior, rasgar a Consolidação da Leis Trabalhistas (CLT) levou o Brasil a ser incluído na lista suja da OIT, em mais um motivo de vergonha para o nosso país lá fora. Precisamos de um Estado forte e investidor para que o Brasil volte a crescer, gerar empregos com os direitos dos trabalhadores assegurados.

Vamos primeiro fazer a reforma tributária, taxar os mais ricos, os que tem lancha, iate, helicóptero e jatinhos e, também aprovar o imposto sobre as grandes fortunas, heranças e sobre os lucros e dividendos dos maiores empresários. Essas pessoas não pagam impostos sobre esses bens, enquanto o governo propõe tratar a reforma previdenciária como matéria fiscal, recaindo sobre os mais humildes e de quem depende do Estado para sobreviver. O que precisamos é de um regime que taxe os mais ricos, alivie os mais pobres e a classe média.

Copiado de:  https://www.esmaelmorais.com.br/2019/06/seguiremos-contra-a-reforma-da-previdencia-de-bolsonaro-e-paulo-guedes/

ALVO DA LAVO JATO, ODEBRECHT QUEBRA E DÁ CALOTE NOS BANCOS

Obrigam-me a rir

 

Assistindo ao programa do Paulo Sergio na TV Pampa, transmitido desde Pelotas vi uma loira lindíssima e charmosa falando. É a Prefeita daquela cidade. Gostei da presença dela. Pois inteligente e culta.

Agora fala um deputado federal que se imagina o melhor dos melhores, pois disse que “deputado representa o BRASIL. Calado até é suportável, mas abrindo a boca logo se percebe que é mais um fanzoca do BOI SONORO.

 

Ronaldinho Gaúcho faz visita ao presidente Jair Bolsonaro

Esse bandido minúsculo, emendado até a medula com bandidos interessados em explorar a jogatina em nosso país o bancam e agora, por descumprir determinação judicial está com seu passaporte retido e assim enquanto não quitar uma dívida não poderá sair do país. Assim ele busca recuperar o passaporte. Apenas isto e o resto é apenas cortina de fumaça.

O Editor

 

 

Presidente Bolsonaro posa com o ex-jogador Ronaldinho Gaúcho (Créditos: Marcos Corrêa/PR)

País – Na campanha eleitoral, o ex-jogador Ronaldinho Gaúcho já havia demonstrado apoio ao então candidato Jair Bolsonaro. Mudou o ano e o craque de futebol resolveu visitar o presidente. O encontro ocorreu nesta segunda-feira.

Nas redes sociais, o presidente Bolsonaro postou a foto com Ronaldinho. Quem esteve junto na visita foi o irmão e assessor do ex-jogador, Roberto Assis Moreira. “Hoje recebi a visita do craque”, disse Bolsonaro.

O presidente e o ex-jogador se reuniram na hora do almoço, no Palácio do Planalto.

Copiado de:  https://odiario.net/editorias/politica/ronaldinho-gaucho-faz-visita-ao-presidente-jair-bolsonaro/

Moro destruiu pilares do Estado de Direito, diz deputado português

Por Esmael Morais

Publicado em 17/06/2019

O deputado português Pedro Filipe Soares, presidente do Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda, publicou um artigo no site Público, reproduzido em Esquerda.net, cujo título é Moro, criminoso. No texto, ele fala a respeito das mensagens trocadas entre Sergio Moro e procuradores do Ministério Público brasileiro.

“Diz a lei que a Justiça se aplica com imparcialidade, que o juiz não é o acusador nem faz parte da defesa, que as acusações não são políticas e que os procuradores não têm agendas partidárias. A lei diz isso em Portugal, como o faz no Brasil. Mas, entre a lei e a realidade, há um Moro de distância que destruiu os pilares do Estado de Direito e da presunção da inocência”, afirma o parlamentar.

Quando fala sobre o processo que culminou na prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Soares é assertivo. “Neste jogo encenado o resultado já estava combinado. Não houve um processo para chegar a uma acusação e a um veredito, existiu um veredito primordial e uma acusação montada num processo que lhe servia à medida. Lula da Silva estava condenado à partida”, pontua.

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“A trama dá conta de um pensamento que faria inveja a Maquiavel. A cartilha populista está bem urdida, demonstrando o que significa levar à prática a ideia da “justiça em praça pública”. A personagem do justiceiro é sempre uma das mais acarinhadas, Moro sabia disso e desejava-o. Da mesma forma, Deltan Dallagnol (o procurador que chefiava a equipa da Lava-Jato) sabia que a suspeição de corrupção é o suficiente para criar um clima de dúvida, pensa-se que ‘onde há fumo há fogo’. Quando se alinhou com estes ingredientes a agenda dos grandes grupos econômicos da comunicação social, ficou visível a imensa capacidade de manipulação de milhões de pessoas. ‘A opinião pública é decisiva e é um caso construído com prova indireta e palavra de colaboradores contra um ícone’, dizia um dos procuradores explicando como a condenação pública era parte fundamental da estratégia.”

Por fim, o parlamentar diz confiar na reação da sociedade brasileira. “Numa primeira análise, o golpe parece ter resultado, Moro é ministro e Bolsonaro o Presidente que segue indiferente, condecorando Moro num ambiente de desrespeito pelos direitos humanos. A Constituição não se cumpre no Planalto. Mas, se bem conhecemos o povo brasileiro, a mentira e a manipulação não serão o fim desta história.”

As informações são da RBA

Copiado de:  https://www.esmaelmorais.com.br/2019/06/moro-destruiu-pilares-do-estado-de-direito-diz-deputado-portugues/

JUSTIÇA BRASILEIRA BLOQUEIA 36 IMÓVEIS DE NEYMAR POR ‘CALOTE FISCAL’

Levy caiu pelo desastre na economia; Guedes também vai cair pelo mesmo motivo

Por Esmael Morais

Publicado em 17/06/2019

É falsa a versão de que o presidente do BNDES, Joaquim Levy, caiu porque havia uma “antipatia” entre ele e o presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL). Ele desabou porque a economia vai mal e o capitão já sentiu cheiro de enxofre no ar seco de Brasília.

Na sexta-feira (14), em entrevista ao Blog do Esmael, o presidente da Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo, disse que o “desemprego” e o “bolso vazio” são os piores inimigos do governo Bolsonaro. Segundo o dirigente do instituto de opinião preferido pelo presidente da República, a economia pode derrubar ou consagrar Bolsonaro.

Esses números da Paraná Pesquisas estão na mesa de Jair Bolsonaro no Palácio do Planalto. São alertas de que o pior ainda está por vir.

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Levy já desgraçou o governo de Dilma Rousseff e a levou à lona. Também estava fazendo o mesmo com o atual mandatário. O ex-presidente do BNDES, que deveria ter papel de fomento do desenvolvimento econômico, financiando o setor produtivo, é um neoliberal convicto devoto do sistema financeiro e especulativo. Era a raposa cuidando do galinheiro, portanto.

O próximo a desabar é o ministro da Economia, Paulo Guedes, que reza pela mesma cartilha neoliberal que Levy.

A ideia-fixa de Guedes de satisfazer os bancos em detrimento da sociedade, por meio da reforma da previdência e do sistema de capitalização, praticamente o tornou um zumbi no governo.

O ministro da Economia já “morreu”, mas esqueceu de se deitar.

A mídia tenta simplificar a queda certeira como “incompatibilidade de gênios” entre Guedes e o Congresso, blá, blá, blá. Mentira.

O que derrubou Levy e vai derrubar Guedes é a “economia, estúpido” –como dissera no final dos anos 90 James Carville, ex-estrategista de Bill Clinton.

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Paulo Guedes é o próximo a cair do governo Bolsonaro

Publicado em 16/06/2019

O governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) é uma verdadeira balbúrdia, para usar a expressão do ministro da Educação. Só nas últimas horas ocorreram três importantes demissões.

1- General Santos Cruz (Secretaria de Governo); 2- Joaquim Levy (BNDES); e 3- Marcos Barbosa Pinto (diretor do BNDES).

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O próximo a ser demitido, anote aí, será o ministro da Economia, Paulo Guedes, por não entregar “resultados” a Bolsonaro.

Quanto ao ministro da Justiça, Sérgio Moro, se cai ou não cai, é um espetáculo à parte.

A sorte do ex-juiz da Lava Jato depende do jornalista Glenn Greenwald, criador do Intercept.

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RAQUEL DODGE RECEBE PEDIDO PARA INVESTIGAR SÉRGIO MORO

 

 

 

 

  • 16.06.2019

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