Praia de Xangri-Lá

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Categoria: Noticias (Page 3 of 2921)

CULTURA DO ÓDIO

EMANUEL MEDEIROS VIEIRA

“O ódio, capaz de destruir tanta coisa, nunca deixou de destruir o homem que odeia e essa é uma lei imutável” 

(James Baldwin ­- 1924-1987)

Ódio: essa é a palavra.

Vivemos a cultura do ódio, do fascismo.

Pela democracia muito sofreram, foram torturados, martirizados, exilados.

Ela é um valor universal.

Um fascista tosco, cercado de aproveitadores, além de tudo, poderá (deverá) atacar todos os direitos civis, as minorias, como os quilombolas (que ele tanto despreza e trata como animais).

Tentem imaginar o que ele faria (fará) com a Amazônia!

Na burguesia brasileira, há um nojo ancestral contra a pobreza.

Quando vejo uma atriz como Regina Duarte abraçada ao capitão, sinto engulhos!

É a Bancada Bola, do Boi e da Bíblia.

E USAM O NOME DE CRISTO!

A união de Bolsonaro com alguns grupos evangélicos – só apegados ao ao poder e ao dinheiro -, não é de estranhar.

São os supermercados universais – em um deles, o chefe é um famoso bispo. 

O que está por detrás disso?

É o que em Latim se chama “Auri Sacra Fames”: “Fome de Dinheiro”.

É o casamento do neoliberalismo mais perverso, com a bancada do agrotóxico, da violência e da crueldade.

SÓ A DEMOCRACIA PODE NOS SALVAR.

ELE NÃO!

(Brasília, outubro de 2018)

A democracia está ameaçada: não deu para notar? (por Flavio Koutzii)

Foto: Guilherme Santos/Sul21

 Flavio Koutzii (*)

A grande turbulência das eleições nacionais opaca em parte nossa eleição estadual. É extraordinário e deprimente a velocidade com que Sartori e Leite anunciaram seu apoio a Bolsonaro. Especialistas em afirmações contundentes consideraram Sartori mais enfático desde o primeiro momento. Certamente instado por seus coordenadores, Leite se corrigiu rapidamente.

O certo é que o que pareceria uma manobra tática regional foi e é uma decisão muito mais grave, há transposição de um limite, a identificação com posições bárbaras. Não tem volta. Sejam ou não eleitos, ficarão para sempre associados às posições nefastas, regressivas e fascistóides que Bolsonaro representa. Escrevo essas linhas para impedir (ao menos tentar) a banalização desse fato.

A anuência de Pedro Simon é um melancólico finale e a ambigüidade dele e de Ibsen Pinheiro dão conta de todo o seu constrangimento e busca de álibis que dão às costas à democracia.  Eles deviam lembrar-se que durante os 13 anos de governos petistas, não houve violência política, nem o preconceito patrulhando as ruas, nem ruptura institucional, nem um sieg heil suspenso no ar, muito menos desconsideração das regras da democracia.

Não transformem sua crítica ao PT num álibi, defendam a democracia que é seu dever, ao menos, se ainda respeitam sua própria história, como fez tão corajosa e honradamente Bona Garcia!

(*) Flavio Koutzii foi deputado estadual por várias legislaturas e chefe da Casa Civil do governo Olívio Dutra.

Copiado de:   https://www.sul21.com.br/opiniaopublica/2018/10/a-democracia-esta-ameacada-nao-deu-para-notar-por-flavio-koutzii/

Hoje, 15/10 comemoramos o DIA DO PROFESSOR

 

 

Em nosso Estado há uma categoria profissional que é vergonhosamente mal tratada por Governos e em especial pelo atual DESGOVERNO ainda nas mãos dessa toupeira serrana que se julga o suprassumo e depois de mais de três anos e meio de desmandos e atrasos de salários em todo o período.

Triste um Estado em que há um arremedo de Governo que trata de forma vergonhosa aos servidores e aos professores em especial. Sou casado com uma professora que trabalhou no Estado por boa parte de sua vida e hoje recebe uma aposentadoria que é uma vergonha pelo baixíssimo valor e pago nunca ao final do mês.

Nesse mês, por exemplo, o magistério foi pago apenas no dia TREZE, ou seja, na metade do mês seguinte. São mal remunerados e tratados sem o devido respeito por um sujeito que pretende deles exigir RESPEITO, algo que ele não tem pela categoria. Não tem por ninguém exceto a cambada que o cerca e a ele dedica enorme puxação de saco.

Jamais esquecerei que no dia da posse esse sujeito alugou uma aeronave de asas rotativas ao custo de TREZE MIL REAIS, certamente pago pelos contribuintes quando então foi a Xangri-Lá comer feijoada na casa de rico Vereador em Porto Alegre eleito pelo mesmo partido.

Vivíamos em Xangri-Lá então e para nossa sorte ao final daquele dia ele e a sua onerosa Secretária foram pernoitar em Torres e assim a feijoada foi descartada por lá.

Sabia que dele pouco podia esperar, mas seu desempenho tem sido vergonhoso a ponto de agora que gostou do PODER e obviamente das mordomias decorrentes quer continuar por que a ele falta aquilo que o povo diz ser “desconfiômetro”.

Como cidadão e servidor que sempre pagou suas obrigações previdenciárias em dia que somadas ao Imposto de Renda superam os QUARENTA POR CENTO do que consta no contra cheque quero ver essa múmia bem longe do Palácio Piratini.

 

 

Se eleito, Bolsonaro vai barrar as desapropriações de terras denunciadas por trabalho escravo

   
Foto: Sérgio Carvalho.

Com o objetivo de travar a desapropriação de terras no Brasil, o candidato Jair Bolsonaro (PSL) defende em seu programa de governo que vai “retirar da Constituição qualquer relativização da propriedade privada”, isso inclui as propriedades denunciadas ou flagradas com trabalho escravo.
A proposta vai contra, principalmente, a Emenda Constitucional 81, que ficou conhecida como a “PEC do trabalho escravo” onde inclui na Constituição a determinação de que fossem “expropriadas e destinadas à reforma agrária e programas de habitação popular” todas as propriedades rurais e urbanas nas quais se encontrasse exploração de trabalho escravo.

Essa não é a primeira vez que uma proposta desse caráter foi colocada em discussão. A bancada ruralista no Congresso Nacional, que é composta por uma frente de parlamentares com atuação na defesa dos interesses de latifundiários e empresas do agronegócio, protagonizou em 2017 uma proposta com o objetivo de editar uma portaria mudando a regulamentação do que seria enquadrado nos critérios de fiscalização. A portaria foi revogada diante da repercussão e da pressão de movimentos e organizações populares.

Trabalho escravo no Brasil

Números alarmantes apontam o perigo da proposta do candidato Jair Bolsonaro para o país. De acordo com o Ministério do Trabalho e a Previdência Social, após um levantamento das libertações, indenizações, operações, estabelecimentos e infrações cometidas em torno dessa temática, entre 1995 e 2015, destaca que o trabalho escravo é uma realidade concreta.

A quantidade de infrações segue em crescente desde 2002, quando foram notificados 621 casos de trabalho escravo ou análogo a escravidão. Desde então, em 2008, cerca de 4.892 casos foram denunciados.

Após diversas manifestações parte destes empregadores e latifúndios entraram na “lista suja” do trabalho escravo, que é um Cadastro de Empregadores da Portaria Interministerial nº 2/2011, do Ministério do Trabalho e da Secretaria Especial de Direitos Humanos. Porém, após cumprir dois anos exigidos de permanência, foram retirados da lista. Ou seja, nenhuma medida punitiva foi aplicada diretamente.

Esses dados demonstram que a proposta do candidato, além de apoiar a “lista suja”, barra qualquer iniciativa legal que possa ser tomada em torno de tais infrações e a própria desapropriação de terras no país, a partir de uma análise desses casos específicos.

Retirada de direitos

Ayala Ferreira, da direção nacional do MST, diz que não estranha um posicionamento dessa natureza vindo de uma figura como o Jair Bolsonaro. “A trajetória política dele, enquanto parlamentar, sempre foi em busca de retirar direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras, principalmente, daqueles que lutam pela Reforma Agrária em nosso país”, pontua.

Segundo ela, com um programa de governo que aponta um posicionamento dessa natureza revela algumas questões: “Estamos falando de uma candidatura emblemática para o conjunto da sociedade brasileira e que fazem revelações que vai barrar a desapropriação de terra, mas também são posicionamentos que vão barrar o avanço da educação, da saúde, da segurança e do bem estar do povo brasileiro, para fins de interesses particulares e privados, de setores da classe dominante, que declaradamente tem apoiado essa candidatura tão perigosa que agora se configura”.

Sobre a necessidade de avançar nas lutas contra esse projeto, Ayala afirma que essa candidatura é perigosa, “porque na verdade vai romper e derrubar, de uma vez por todas, as garantias principais dos trabalhadores e das trabalhadoras, dentre elas a própria Reforma Agrária. Enquanto MST, temos um posicionamento extremamente crítico em relação a essa postura e a nossa criticidade se dá no campo da organização da ação. A nossa tarefa seguirá sendo, como tem sido nesses últimos 34 anos, que é de mobilizar os trabalhadores Sem Terra, ocupar latifúndios improdutivos nesse nosso país, para fazer com que o Estado assuma uma postura positiva naquilo que está garantido na constituição que é uma política de Reforma Agrária”, finaliza a dirigente.

Lutas

Do Norte ao Sul do país, mobilizações tem repudiado o programa de governo do candidato, mas também as posturas fascistas, machistas, LGBTfóbicas e conservadoras de extrema-direita. Exemplo claro desse processo, tem sido os Atos #EleNão, que aconteceram no último dia 29 e levou às ruas de todos os estados brasileiros mais de 1 milhão de mulheres.

Uma agenda com novas mobilizações já movimenta os trabalhadores do campo e da cidade nesse 2º turno. A partir do dia 20 de outubro manifestações nas ruas, atos inter-religiosos, agitações nas ruas, panfletagens, passeatas e carreatas denunciam o projeto do Bolsonaro e apontam uma alternativa no programa dos candidatos Fernando Haddad e Manuela D’Ávila na defesa dos direitos e da democracia brasileira.

Copiado de:  http://desacato.info/se-eleito-bolsonaro-vai-barrar-as-desapropriacoes-de-terras-denunciadas-por-trabalho-escravo/

AGENTE do MP Estadual deita falação na TV Pampa parecendo ser o que eles não são

 

Quem desconheça as atribuições das diversas instituições na persecução penal imagina que eles sejam investidos de autoridade policial quando não são. A eles na ação penal compete apenas a acusação e isto ocorre depois que a única autoridade policial, o Delegado de Polícia, concluso o inquérito policial o encaminha a outra autoridade na persecução que é o Juiz de Direito. Somente aí que os AGENTES do MP devem atuar. Quando eles se juntam com os guardas e assim criam uma polícia de mentirinha fazendo grande movimentação pouco ou nenhum resultado é obtido, pois ovelha não é para mato. A atividade é extremamente burocrática e o tudo o que mais fazem demonstra a enorme vontade que eles têm de serem o que não são.

No programa conduzido por Armando Burd presentes dois deputados estaduais reeleitos. O riopardense Edon Brum e Luiz Augusto Lara, bageense que teve a coragem de cobrar desse gringo que enterra nosso Estado e quer continuar para terminar o serviço iniciado por BRITTO lá no passado com a conivência dele o absurdo de FAVORECER certos empresários que deviam fortunas ao Estado dando tais valores para que os mesmos se tornem ainda mais ricos.

Campanha de Haddad recebe alerta sobre vigilância militar pró-Bolsonaro

   
Foto: Ian Cheibub.

Por André Barrocal.

Dois dias após a votação que quase levou o presidenciável da extrema-direita, Jair Bolsonaro (PSL), à vitória em primeiro turno, um cardeal do QG petista recebeu um alerta sinistro. As principais peças do comitê de Fernando Haddad têm sido monitoradas pela área de inteligência das Forças Armadas.

Por trás da espionagem estaria o general da reserva Sérgio Etchegoyen, chefe do GSI, o órgão controlador da Agência Brasileira de Inteligência, a Abin. O objetivo seria reunir informações para ajudar Bolsonaro a triunfar daqui a duas semanas.

É um alerta crível?

CartaCapital mostrou recentemente: a maioria do Exército bolsonarizou-se. É uma identificação corporativa alimentada pela fúria antipetista que se alastrou pelo País e se converteu em 49 milhões de sufrágios no deputado do PSL, 46% dos votos válidos.

Entre oficiais da reserva, o bolsonarismo é total. O vice da chapa dele, general Antonio Hamilton Mourão, comandava até setembro o Clube Militar, ponto de encontro dos que penduraram a farda. Vários militares colaboram com a campanha e os planos do candidato extremista.

Tem mais. Etchegoyen nutre antipatia visceral pelo PT. Há uns seis, sete anos, ele esteve em uma solenidade em sua terra natal, a cidade gaúcha de Santa Maria. O atual líder petista na Câmara, Paulo Pimenta, outro filho da terra, também. O deputado estendeu-lhe a mão, e Etchegoyen deixou-a no ar. Pimenta foi puxado de canto por outro general e ouviu: “Ele não gosta do PT, coisa de família e ideologia”.

Os instintos de Etchegoyen parecem ter piorado com a Comissão da Verdade, no primeiro mandato de Dilma Rousseff. A comissão listou seu pai, Leo, e um tio, Cyro, como cúmplices da violação de direitos humanos na ditadura civil-militar de 1964 a 1985.

Subordinada a Etchegoyen, a Abin foi apontada em junho de 2017, pela Veja, como espiã de um juiz do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin. Foi logo após a delação da JBS/Friboi que quase derrubou Michel Temer, um processo que corria no STF sob a guarda de Fachin.

Na época, o hoje chefe da articulação política de Temer, Carlos Marun, que era apenas deputado, disse à reportagem de CartaCapital: “O presidente não usou a Abin. Mas, e se tivesse usado, qual o problema?” A Lei da Abin (a 9.883, de 1999), afirmava, autorizaria a espionagem em caso de ameaça à “segurança nacional”.

O petista alertado agora lembra que, na crise que levou à deposição de Dilma, tinha recebido outro aviso, da parte de um major. O informante pediu para conversar. E que fosse caminhando, pois ficar parado era dar sopa à espionagem. No papo, o major disse: as Forças Armadas não aceitam a permanência de Dilma, ela vai ser cassada.

Em 5 de junho passado, a reportagem conversou com um deputado do PSDB, que não foi reeleito agora, sobre uma aparente inteligência na campanha bolsonarista. Ele contou que, na época do impeachment, a inteligência do Exército tinha seus próprios cálculos quanto à votação e acertou na mosca, 367 deputados contra Dilma. Nas contas dos civis do mutirão partidário anti-Dilma, seriam 369.

No alerta feito agora ao QG petista, há mais coisa sinistra. O mesmo STF que teria tido um de seus membros bisbilhotado há pouco mais de um ano estaria hoje sob o tacão dos quartéis. A começar pelo presidente da Corte, Dias Toffoli, contra quem já haveria munição para usar.

Seria para agradar aos militares que Toffoli classificou recentemente o golpe de 1964 de “movimento de 1964”? Seria esse também o motivo para ter nomeado como seu assessor especial o número 2 do Exército até aquele setembro, o general Fernando Azevedo e Silva?

Um oficial que, soube-se recentemente, presta colaboração informal à campanha de Bolsonaro, tendo inclusive recebido Mourão em sua casa para um almoço em setembro.

Nas redondezas do gabinete de Toffoli circula uma história espantosa. Quando Bolsonaro tomou uma facada, em 6 de setembro, altos oficiais teriam se revoltado e decidido ir às ruas. A ameaça de golpe militar era real. Como Temer não tem autoridade moral para enquadrá-los, sobrou para Toffoli segurar o abacaxi. A nomeação de um general para assessor teria sido um misto de abertura de canal com o Exército e aceitação tácita de tutela fardada.

Em 9 de setembro, o Estadão publicou uma entrevista com o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, em que ele afirmava que haveria risco de instabilidade no País, caso Bolsonaro fosse derrotado e essa derrota, encarada como efeito da facada.

Mais: que a candidatura de Lula, se aceita pelo Judiciário, provocaria a mesma instabilidade. Até hoje, nem Toffoli nem Villas Bôas comentaram a nomeação de Azevedo e Silva.

Há sinais de que as Forças Armadas aderiram à Operação Lava Jato e não aceitam a soltura de Lula. Quando o STF negou um habeas corpus ao petista, em abril, um general da reserva, Paulo Chagas, recém derrotado na disputa pelo governo do Distrito Federal, mandou uma carta ao juiz Gilmar Mendes, que votara a favor do HC, em tom ameaçador.

“Se a última esperança de salvar a Nação do caos, depositada pelos brasileiros nas mãos dos Ministros do STF, está desmoronando, onde estará a salvação?” Nas Forças Armadas, dizia.

Em setembro, um bolsonarista general da reserva, Luiz Eduardo da Rocha Paiva, defendeu no GloboNews a ideia de um “autogolpe”, ou seja, de golpe, pois não daria para confiar nem no STF. “Vai fazer o quê? Vai esperar o esfacelamento da Nação?”

O alerta recente ao QG petista continha mais duas informações. Etchegoyen teria garantido uma espécie de salvo-conduto para Temer, quando este deixar o poder. Como se sabe, há dois processos criminais à espera do emedebista.

Além disso, já haveria articulações para blindar a Lava Jato no Supremo por meio de duas nomeações para a Corte no próximo governo, para vagas que serão abertas em 2020 e 2021. Uma nomeada seria a PGR Raquel Dodge, que gosta da ideia, segundo relatos. O outro seria o juiz Sergio Moro.

“Não tenho receio de um golpe militar que impeça o Haddad de assumir, caso ele vença. Tenho é de o Supremo impedir, por pressão militar”, disse à reportagem o petista alertado. Como seria a manobra jurídica? “O Supremo e o TSE podem inventar problemas nas nossas contas de campanha.”

Na PGR, há gente graúda com seus receios. “A preocupação é enorme. O golpe parece inevitável em algum momento, principalmente se o Haddad ganhar”, diz um subprocurador-geral da ativa.

Copiado de:   http://desacato.info/campanha-de-haddad-recebe-alerta-sobre-vigilancia-militar-pro-bolsonaro/

A FEIRA DO LIVRO EM PORTO ALEGRE ESTÁ CHEGANDO E O MÉDICO E ACADÊMICO FRANKLIN CUNHA LÁ ESTARÁ AUTOGRAFANDO MAIS UMA OBRA SUA

Professora e pesquisadora trans é agredida na Cinelândia (RJ)

E com os débeis mentais no Poder vai ficar ainda pior. Quem viver vai compreender o que digo.

O Editor

 

   

Imagem usada pela professora para mostrar o local agredido | Foto: Arquivo pessoal

Por Paloma Vasconcelos.

“Estava resolvendo problemas pessoais na região da Cinelândia e, quando atravessava a Rua Evaristo da Veiga, fui atingida por uma violenta cotovelada. O agressor era um homem branco, usava um boné verde e amarelo do Brasil e camisa da seleção brasileira, portava um celular, e com o mesmo braço que segurava o telefone deu uma forte cotovelada no meu peito”.

É assim que começa a postagem de Jaqueline Gomes de Jesus, professora e pesquisadora trans, sobre a agressão sofrida na última quinta-feira (11/10) na região da Cinelândia (RJ). Jaqueline é professora no IFRJ (Instituto Federal do Rio de Janeiro), e psicóloga, com doutorado em Psicologia Social, do Trabalho pela UnB (Universidade de Brasília) e pós-doutorado pela Escola Superior de Ciências Sociais, da Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro. Também é autora dos livros “Homofobia: identificar e prevenir”, “O que é racismo?” e organizadora do “Transfeminismo: Teorias e práticas”. Mulher transexual e negra, ela foi uma das 52 candidaturas de pessoas trans nas eleições de 2018.

De acordo com o relato da professora, a cotovelada foi tão forte que ela se desequilibrou, mas foi socorrida por duas pessoas que trabalhavam em uma banca de jornais próxima do local. Até esse momento, a atitude do agressor, que continuou falando ao telefone, mostrava que tudo poderia ser apenas um incidente.

“Enquanto eu me recuperava da dor e do susto, o senhor que me socorreu foi em direção ao homem perguntar porque tinha feito aquilo. O homem nada respondeu e seguiu seu caminho, sob os olhares assustados de frequentadores do bar ao lado”, continua a professora.

Depois de tomar um medicamento que tinha na sua bolsa, pediu um táxi e foi para casa. Lá, percebeu que o local atingido doía e agora estava com uma vermelhidão.

“Após muito refletir com amigos e parceiros de militância, suspeitamos fortemente que eu fui alvo de uma agressão intencional, já que acabamos de sair de uma campanha em que fui candidata a deputada estadual pelo PT-RJ. Esta área da cidade é uma onde atuei prioritariamente e onde meu rosto pode ter ficado mais conhecido, assim como meus discursos incisivos na defesa das mulheres, da população negra e LGBTI”, argumenta Jesus.

Jaqueline Gomes de Jesus, professora, pesquisadora e psicóloga. Foto: Divulgação.

Em seu relato, a professora também destaca que, durante a sua campanha, foi alvo de ataques sistemáticos de perfis conservadores “bastante agressivos agindo em massa e de forma coordenada com injúrias, xingamentos e práticas explícitas de transfobia e racismo” em suas redes sociais. A professora acredita que a agressão foi realizada por um eleitor do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL). Nos últimos dias, mais de 50 ataques foram realizados por apoiadores de Bolsonaro no país.

“A conexão imediata que fazemos é que a descrição do agressor que me atingiu gratuitamente e silenciosamente na rua traz consigo os signos que os eleitores do candidato Jair Bolsonaro têm costumado utilizar. Além de ser óbvia a vulnerabilidade do meu corpo transvestigênere pelas ruas, despertando o ódio daqueles que nesse momento querem restringir as liberdades individuais e coletivas”, finaliza Jaqueline.

A professora registrou uma queixa por meio de um Comunicado de Ocorrência na Delegacia Online da Polícia Civil do Rio de Janeiro.

Copiado de:   http://desacato.info/professora-e-pesquisadora-trans-e-agredida-na-cinelandia-rj/

Huck critica Bolsonaro em coluna: ‘tudo aquilo de que não precisamos’

 

Esse empregado da Globo tomou a iniciativa de falar ou foi mandado/

O Editor

Apresentador do Caldeirão, no entanto, também não se posicionou favorável ao candidato do PT

Huck critica Bolsonaro em coluna: 'tudo aquilo de que não precisamos'
Notícias ao Minuto Brasil

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POLÍTICA OPINIÃO

Em coluna no jornal ‘Folha de S. Paulo’, publicada no sábado (13), Luciano Huck lamentou os candidatos que chegaram ao segundo turno das eleições presidenciais. Apesar de salientar que não compactua com o “modo de pensar e de operar do PT”, representado por Fernando Haddad, o apresentador do Caldeirão fez críticas ferrenhas ao candidato do PSL, Jair Bolsonaro: “Um postulante ao cargo máximo da República definitivamente não pode pensar e muito menos dizer o que ele já disse ao longo dos seus 27 anos de vida pública”.

Huck inicia o texto comemorando a “renovação legislativa”, que teve 61% das vagas do Senado e 50% da Câmara dos Deputados renovadas. “Boa parte da velha e apodrecida política aposentada pelas urnas”, escreveu.

+ Bolsonaro e Haddad intensificam as agendas a 13 dias do segundo turno

No entanto, segundo o apresentador, “infelizmente” esta renovação “não se materializou na eleição presidencial”. “Mas o resultado está posto e é sobre ele que teremos que refletir e escolher”, completou.Não compactuo com o modo de pensar e de operar do PT. (…) Sem entrar em questões específicas, tenho enorme dificuldade em confiar em qualquer um que não tenha autocritica, que não tenha a humildade de aprender com seus próprios erros.”

Em relação ao opositor de Haddad, Huck se mostra ainda mais preocupado: “temos um grave problema do outro lado também. Bolsonaro se tornou conhecido propagando ideias retrógradas, sectárias, preconceituosas e belicistas. Tudo aquilo de que não precisamos na atual conjuntura. Um postulante ao cargo máximo da República definitivamente não pode pensar e muito menos dizer o que ele já disse ao longo dos seus 27 anos de vida pública”, opinou.

Temo sim que o discurso de ódio ou de desprezo pelo diferente na boca de um mandatário eleito pela maioria legitime violência e discriminação.”

O apresentador concluiu a coluna afirmando que, independentemente do resultado, “seremos a resistência positiva”, que ele define como “aquela que partindo da premissa inegociável da manutenção e do aperfeiçoamento da democracia, das liberdades individuais e da imprensa livre, do respeito ao meio ambiente, à Constituição e à cidadania, consciente da desigualdade e de todos os demais problemas do país, estará disposta a monitorar e fiscalizar com vigor cada passo do novo governo e igualmente pronta a contribuir com uma agenda de propostas e possíveis soluções para as necessidades e demandas nacionais”.

Copiado de:  https://www.noticiasaominuto.com.br/politica/674402/huck-critica-bolsonaro-em-coluna-tudo-aquilo-de-que-nao-precisamos

Haddad fuzila Bolsonaro: ‘Eu sou professor, não capitão expulso do Exército’

 

O presidenciável Fernando Haddad (PT), numa entrevista para a rádio Bandeirantes, lamentou que seu adversário — Jair Bolsonaro (PSL) — estimule a violência neste segundo turno.

“Você numa vai ouvir da minha boca uma uma expressão como ‘é era de metralhar os bolsonaristas’ como ele [Jair Bolsonaro] falou no Acre. Eu sou professor, não capitão expulso do Exército”, disparou o candidato petista.

“Quando você entra em uma sala de aula, você não pergunta se o aluno é corinthiano ou torce pro Bahia, se ele é judeu ou muçulmano, se é preto ou branco. Você apenas se doa. Se doa para que as pessoas aprendam e se desenvolvam. Essa é a missão de vida de um professor”, disse o professor que disputa a Presidência da República.

No fim de semana, ao jornal espanhol El País, Haddad já tinha dito que Bolsonaro era o cara mais baixo que ele tinha conhecido em sua vida pública.

Assista:

Copiado de:  https://www.esmaelmorais.com.br/2018/10/haddad-fuzila-bolsonaro-eu-sou-professor-nao-capitao-expulso-do-exercito/

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