Caiu a máscara da mascarada

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by Gilmar Crestani

 

    Globo defende liberdade de corrupção da imprensa ao pedir blindagem da Veja

    Se não estivéssemos falando de organizações criminosas, seria motivo de comédia o editorial do jornal "O Globo" (se quiser ler clique na imagem acima para ampliar ou no link aqui).
    O jornalão não defende liberdade de expressão, nem liberdade de imprensa, o que o jornalão defende, de forma indecente, é a liberdade de corrupção para empresas jornalísticas, blindando-as de investigações, onde a revista aparece porque se meteu com a organização criminosa por conta própria.
    Nenhum membro da CPI, nem ninguém do PT, inventou um grampo sem aúdio para investigar a Veja. Foi a Justiça quem autorizou gravar os telefones de Cachoeira, inclusive habilitados em Miami, e foi o jornalista Policarpo Júnior quem caiu na malha fina da PF, tramando com o bicheiro por conta própria, durante anos.
    Agora "O Globo" invoca a presunção de inocência da revista Veja para que ela não seja INVESTIGADA por uma CPI.
    Ora, ninguém está pré-condenando criminalmente a revista nem jornalistas, e justamente por isso que todo mundo quer investigar o verdadeiro papel de cada um, durante a CPI. Se inocentes forem, inocentes sairão. Se culpados forem, culpados sairão, espera-se.
    O que toda Nação está querendo esclarecer são as diversas evidências, que existem de sobra, sobre os seguintes supostos crimes praticados nos bastidores da redação de uma grande revista:
    – associação para o crime, ao estabelecer relação de toma-lá-dá-cá com organização criminosa;
    – favorecimento a uma organização criminosa;
    – auferir vantagens comerciais através de acordos clandestinos com organização criminosa;
    – formação de quadrilha;
    – corrupção ativa e passiva;
    – incitação a crimes de violação de domicílios, sigilos, segredos de justiça;
    – crimes eleitorais, fazendo campanha eleitoral "subliminar", através da ocultação planejada de notícias desfavoráveis para uns e superdimensionamento de notícias desfavoráveis para outros;
    – crimes planejados de calúnia, injúria ou difamação;
    – conspiração contra instituições democráticas;
    Liberdade de imprensa e de expressão é uma coisa. Corrupção em conluio com organizações criminosas com fins lucrativos e de poder é outra.
    A Editora Abril, dona Veja, é uma empresa com fins lucrativos, tanto quanto a empreiteira Delta. Se licitações combinadas, aparelhamento de cargos com fins de corrupção são crimes quando envolvem empreiteiras, matérias jornalísticas combinadas com organizações criminosas com objetivos planejados para atingir lucros de ambos os lados, também é.
    A pergunta que fica no ar é, do que a Globo tem medo? Será que se a CPI abrir a caixa preta da revista Veja, pegará também a Globo?
    Quantas vezes a Globo repercutiu no "Jornal Nacional" matérias da revista Veja sem fazer apuração própria?
    Tudo isso deixa as empresas da organizações Globo em situação bastante delicada, expostas tanto a eventuais processos criminais em massa, como também a processos civis pedindo polpudas indenizações para quem foi ofendido, caso apareçam confidências nos telefonemas provando que reportagens foram feitas de má-fé.
    Em tempo: É piada ver "O Globo" escrever que, contra a Veja, existem "fragmentos" de conversas, quando o próprio "Jornal Nacional" já pinçou frases soltas, omitindo trecho de diálogos que inocentavam o governador Agnelo Queiroz (PT-DF), para fazer "reporcagens" direcionadas a derrubar um governo eleito do Distrito Federal, recorrendo não a provas e fatos, mas a mera difamação e discursos de uma oposição comandada por gente com a folha corrida de Joaquim Roriz e José Roberto Arruda (ex-DEMos-DF).

Os Amigos do Presidente Lula

Fonte: http://fichacorrida.wordpress.com/2012/05/08/caiu-a-mscara-da-mascarada/

MP expede recomendação à Câmara de Vereadores de Erechim

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07/05/2012 – Cível

Por abusar do poder e anular multas e glosas aplicadas pelo TCE, o Ministério Público de Erechim expediu Recomendação à Câmara Municipal de Vereadores de Erechim para que declare nulo artigo de Decreto Legislativo de 23 de fevereiro deste ano.

O Decreto da Casa Legislativa afastou os apontes de itens, bem como as respectivas glosas, constantes de processo do Tribunal de Contas do Estado, referente à prestação de contas do Executivo Municipal, no exercício de 1996, de responsabilidade de Antônio Carlos Dexheimer Pereira da Silva.

Pela Recomendação assinada pelo promotor de Justiça Cassiano Corleta, a Câmara de Vereadores deve “se abster de, futuramente, decidir sobre, apreciar ou julgar a subsistência, ou não, de quaisquer apontamentos de irregularidades efetuados, glosas impostas, multas aplicadas ou outros atos praticados e julgamentos realizados pelo TCE dentro de sua competência privativa”.

O Promotor de Justiça também requisitou à Presidência da Câmara que, no prazo de 30 dias, informe sobre os atos praticados visando ao cumprimento do item “a” da presente Recomendação, remetendo todos os documentos pertinentes.

O Ministério Público deu ciência da Recomendação ao Presidente do Tribunal de Contas do Estado, bem como ao Procurador-Geral de Contas daquele Tribunal.

Fonte: http://www.mp.rs.gov.br/noticias/id28208.htm

Diz o blogueiro – ao ler essa notícia tive a impressão de que as coisas por lá na visão dos vereadores correm muito bem e por isto eles puseram as unhas de fora dessa maneira. Ocorre que aquela cidade mercê da incompetência e relaxamento da CORSAN hoje sofre violento racionamento de água. Deveriam sim endurecer com essa estatal muito pouco eficiente, mas que sabe muito bem meter a mão nos bolsos dos consumidores.

Denúncia contra deputado é recebida pelo Órgão Especial do TJ

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07/05/2012 – Geral

Por Jorn. Celio Romais

Sessão ocorreu nesta segunda-feira

Com a maioria de votos, o Órgão Especial do Tribunal de Justiça decidiu, em sessão realizada na tarde desta segunda-feira, 7, pelo recebimento da denúncia ajuizada pelo procurador-geral de Justiça, Eduardo de Lima Veiga, contra o deputado estadual Marcelo Pires Moraes e o administrador de empresa estabelecida em Santa Cruz do Sul, Carlos Frederico Schultz. Os dois são acusados de fraudar a competividade em licitação.

A votação havia sido iniciada em sessão realizada no dia 2 de abril. Entretanto, um pedido de vista do desembargador Carlos Cini Marchionatti suspendeu a apreciação. Nesta sessão, Marchionatti votou pelo Órgão esperar o aprofundamento das investigações.

O relator da matéria no Órgão Especial do TJRS foi o desembargador Marco Antônio Ribeiro de Oliveira, que votou pelo recebimento da denúncia. Ele afirmou que a denúncia apresenta a exposição dos fatos, com todas as suas circunstâncias, com classificação do crime e apresentação do rol de testemunhas.

O FATO

O fato delituoso ocorreu entre dezembro de 2009 e 15 de março de 2010, na Prefeitura Municipal de Santa Cruz do Sul. Marcelo Moraes, à época no exercício do cargo de Secretário Municipal de Transportes e Serviços Públicos, e Carlos Schultz, sócio administrador da Colibri Empreendimentos Ltda., frustraram e fraudaram o caráter competitivo do Pregão Presencial nº 01/2010 para obterem vantagem para a empresa. O objeto do procedimento licitatório era a contratação de empresa para o fornecimento de veículos, equipamentos e equipes para a execução de serviços de manutenção, substituição e efienticização da iluminação pública no Município no valor de R$ 1.132.265,00.

Fonte: http://www.mp.rs.gov.br/noticias/id28220.htm


Diz o blogueiro – fico feliz ao ler essa notícia, pois ela nos informa que um deputado escorregou em sua conduta e por isto está sendo responsabilizado. Este é o caminho para termos dignidade em nossa vida política. Espero que não leve ainda muito tempo para alcançarmos um nível político de primeiro mundo separando o joio do trigo.

Pleno do TRE-RS cassa mandato de dois vereadores

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08/05/2012 15h20min

Na sessão plenária desta terça-feira (8), o Pleno do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul (TRE-RS) determinou a perda de mandato dos vereadores Thiara Gimenez Oliveira, de Jaguarão, e Selmo Damiani, de Saldanha Marinho.

As razões que levaram às penalidades dizem respeito à desfiliação e troca de partido ao longo do mandato. Os vereadores tiveram seu mandato cassado com base na Resolução do TSE n. 22.610/07.

Oliveira foi eleita pelo Partido dos Trabalhadores (PT), desfiliou-se do partido e filiou-se ao Partido Socialista Brasileiro (PSB). Damiani trocou o Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) pelo Partido Progressista (PP).

As decisões foram unânimes e a execução dos acórdãos deve ser imediata, expedindo-se comunicações às Mesas Diretoras das Câmaras Municipais dos dois municípios, para que convoquem os primeiros suplentes de vereador eleitos em 2008 pelo PT e pelo PMDB, respectivamente.

ASCOM/TRE-RS
Fonte: http://www.tre-rs.gov.br/index.php?item=1556

Diz o blogueiro – mais dois atletas políticos levaram uma bela rasteira. Infelizmente e mais nos municípios pequenos é comum esses políticos pularem de galho em galho tal como o fazem os macacos. O negócio de gente assim é acomodar-se e com isto garantir um rendimento que a maioria deles não conseguiria aqui fora pela baixa qualificação. Ano vindouro aqui um vereador irá embolsar mais de 5.500 reais e o Presidente do Legislativo mais de 7.500 reais.

 

Ministério Público em Osório

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A má conservação de algumas calçadas além da falta de acessibilidade universal nas vias públicas, desrespeitando as normas legais, levou o Ministério Público a estabelecer um termo de ajustamento de conduta com a Prefeitura de Osório.
O TAC (documento por meio do qual as partes firmam compromisso de providenciar soluções para problemas), fixa prazo até 31 de maio de 2011 para que o Município notifique, por edital, todos proprietários de prédios e terrenos localizados em ruas pavimentadas e com meio-fio para que estes pavimentem os respectivos passeios públicos e mantenham em bom estado de conservação.
Fonte: MP-RS.
*O Ministério Público faz bem ao agir no que se refere à acessibilidade dos espaços públicos. Esta notícia ganhou notoriedade no MP, tanto que foi publicada no site da instituição.
Só que em Osório há questões mais clamantes ainda, como a contratação de pessoal pela Secretaria Municipal de Saúde, a gestão do SUS e a contratação descarada de pessoal sem concurso público. O promotor Luiz Cesar Balaguez deve ajuizar a administração municipal pelo descumprimento do Termo de Ajustamento de Conduta na contratação via APAE para o Programa de Saúde da Família (PSF).


Fonte: http://gastao30.wordpress.com/2012/05/07/ministerio-publico-em-osorio/

Diz o blogueiro – Osório tem a seu favor o fato de que está em território do vizinho Brasil, país onde nasci e fui criado. Aqui onde vivo é a República de Piratini e o MP faz o que quer não importando nem mesmo resoluções do CONTRAN. Exemplo de diferença de visão do MP em ambos os países é que no Brasil, mais precisamente em Taquara o prefeito abusou e encheu a cidade com os malditos tachões. O MP de lá moveu uma Ação Civil Pública (sua obrigação e não favor) e no curso do processo que ainda tramita o magistrado determinou ao prefeito remover aquele “lixo” das ruas. O MP neste país em que hoje vivo tem uma visão completamente diferente da que tem o MP do meu país de origem. Sorte de quem vive em Osório, pois no Brasil o MP é pau ferro. Até estou pensando em retornar ao meu país, desgostoso com seguidos absurdos que aqui ocorrem.

Veja, ao vivo, no canal do Congresso, “A hora do espanto”

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by Gilmar Crestani

Estrelando, Roberto Civita. Policarpo Junior como principal coadjuvante. Remake do Murdock tem produção de Carlinhos Cachoeira e direção da estrela Roberto Civita. Nas melhores delegacias, bem próximo de você, brasiliense…

A hora do espanto

 

Somando fatos, pode-se concluir que a revista Veja e seus rottweilers travestidos de “colunistas” e “blogueiros” abusam da sorte. Pelo que já vazou sobre o conjunto da obra da Operação Monte Carlo, os teleguiados de Roberto Civita e o próprio estão metidos até o pescoço no esquema de Carlos Cachoeira.

Quando eclodiu o escândalo, logo que caiu a máscara de probidade do então senador pelo DEM de Goiás, Demóstenes Torres, vazou uma informação que a Veja e o resto da grande mídia insistiram em ignorar, que havia mais de 200 telefonemas trocados entre o editor Policarpo Júnior e a quadrilha de Cachoeira, sobretudo com o próprio.

Mas não fica por aí. Como se viu recentemente, a Polícia Federal não se limitou a grampear telefones. Fez, também, filmagens, tirou fotos, seguiu os envolvidos no escândalo.

Até o momento, conversas isoladas ao telefone, envolvendo vários atores, têm sido garimpadas no que já vazou das investigações, mas há muito mais. Não é segredo para muitos que o que já vazou é menos da metade do que foi apurado. O que está oculto é considerado um segredo de Estado.

Por exemplo: será que ninguém notou que ainda não vazaram os grampos em que Policarpo foi flagrado? Nem uma conversa inocente sobre o clima ou sobre futebol. Ou seja: essas conversas flagradas pela PF, pelo visto, são dinamite pura.

Outra evidência da gravidade das relações da Veja com Cachoeira e seu bando reside no fato de que nem o pouco que já vazou apareceu em um só veículo da grande imprensa, muito menos em jornais e telejornais, com exceção da Record.

Enquanto o PIG diz que as relações eram “institucionais”, que jornalista ter contato com bandidos seria “normal”, esconde o que todos que têm acesso à internet já sabem.

Já imaginaram se aparecesse no Jornal Nacional uma gravação em que a quadrilha discorre sobre em que seção da Veja Cachoeira deve “mandar” que Policarpo publique matéria para atingir uma “associação” que estaria incomodando os criminosos ou na qual um dos bandidos diz ao outro onde deve se reunir com o editor da revista?

Diante do segredo extremo sobre a parte ainda oculta do inquérito, pode-se compreender declarações recentíssimas do relator da CPI do Cachoeira, deputado Odair Cunha(PT-MG), sobre a cada vez mais provável convocação ao menos de Policarpo. Entre quinta e sexta-feira, Cunha falou várias vezes sobre o assunto.

Falou sobre a convocação de Policarpo ao jornalista da Folha Fernando Rodrigues (sem citar especificamente o jornalista da Veja) e ao Jornal da Record (citando Policarpo). Abaixo, os vídeos.

Odair Cunha fala à Folha sobre Veja/Cachoeira &lta href="http://mais.uol.com.br/view/12735775"&gtInvestigar mídia não é proibido, afirma relator da CPI</a>

Odair Cunha fala ao Jornal da Record sobre Veja/Cachoeira

Mas não ficou por aí. Na última sexta-feira, o presidente do PT, Rui Falcão, declarou que depois de deflagrar a cruzada contra o sistema financeiro privado e a cobrança de juros elevados no País, o governo da presidente Dilma Rousseff poderá colocar em discussão o polêmico tema do marco regulatório da comunicação.

Para coroar o conjunto de indícios de que parte da classe política sabe muito mais sobre o envolvimento da imprensa com o crime organizado do que pode supor nossa vã filosofia, não vamos nos esquecer do que a mídia mesma vem alardeando, que o ex-presidente Lula seria um dos grandes entusiastas da CPI do Cachoeira por julgar que “pega a oposição”.

Com base em fontes mais do que bem informadas, posso garantir que não é só a oposição que a CPI pega. Na verdade, se a arrogância dos impérios de mídia e da oposição que eles protegem não fosse tão grande, saberiam que, primeiro, Lula não é um tolinho que estimula uma investigação e depois se arrepende, como andam dizendo. E, segundo, que quando o RELATOR da Comissão fala em convocar ao menos um jornalista, tem bons motivos para isso.

Por alguma razão, aliás, lembrei-me da entrevista que o ator global José de Abreu concedeu a este blog no fim do ano passado, na qual relatou que Roberto Civita estaria decidido a derrubar o governo Dilma. Será que haveria alguma coisa nesse sentido nas conversas entre o “Poli” e a quadrilha de Cachoeira guardadas a sete chaves?

Tudo, na vida, tem sua hora. A verdade não é exceção. Que a Veja e seus defensores na mídia e entre a classe política não se enganem, a hora da verdade chegará para setores da imprensa e suas relações com o crime organizado. A sociedade saberá as razões para o ataque interminável a governos que mudaram o país. Será a hora do espanto.

 

Homem é morto a pauladas em Viamão

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Homem é morto a pauladas em Viamão

Vítima apresentava afundamento no crânio

Diz o blogueiro – vi isto agora na edição digital do Correio do Povo e fiquei preocupado, pois aquele bando de inúteis da tal ONG Viva Rio por certo vão propor ao governo que se elimine do território nacional todos os paus que possam ser usados para cometer crimes. Será que vão propor acabar com essas verdadeiras “hortas ou lavouras” de eucaliptos que estão crescendo em nossa fronteira? Irão propor o desmatamento completo da Amazônia e do resto do país? Por certo não, mas é de se perguntar, pois esses cretinos criaram essa idiotice de desarmar a cidadania. Armas nunca foram e nunca vão ser problema. O problema e quem as porta e as aciona. Elas são inofensivas por que não podem ser sujeito de crime de morte, mas apenas instrumento. Desde as cavernas matamos com pedras, paus e armas brancas.

E mais, essas armas que são usadas pelos bandidos em crimes violentos não são furtadas de cidadãos honestos e sim internadas no país por nossas fronteiras que são enormes e não há como policiá-las de forma adequada por melhor boa vontade que tenham os governos. SE duvidarem do que digo perguntem a qualquer um dos ladrões que a Polícia prender aqui em Xangri-Lá se o mesmo ousará entrar em minha residência à noite. Ele irá dizer que teme pela própria vida. E ele terá razão, pois se meter o focinho aqui à noite, acaba no necrotério. Armas de fogo nas mãos de cidadãos honestos desde que sabedores de como manusear armas são excelente elemento de dissuasão de bandidos.

Vereador de Cachoeira do Sul perde mandato

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03/05/2012 17h36min
 
A Corte do TRE-RS julgou procedente, nesta quinta-feira (3), o pedido de decretação de perda do cargo eletivo do vereador Joaquim Cléber Cardoso da Silva, de Cachoeira do Sul. O motivo que levou à cassação do parlamentar foi sua desfiliação, sem justa causa, do Partido Democratas (DEM), pelo qual havia sido eleito em 2008. Atualmente, Silva estava filiado ao Partido Democrático Trabalhista (PDT).
 
A decisão foi unânime e a execução do acórdão é imediata. A Mesa Diretora da Câmara Municipal de Cachoeira do Sul será comunicada e deverá convocar o primeiro suplente eleito pelo DEM nas eleições de 2008, conforme consta no resultado oficial divulgado pela Justiça Eleitoral.
 
Desde a publicação da Resolução pelo TSE, em 2007, disciplinando a questão da filiação partidária, o Tribunal gaúcho já cassou cerca de 100 vereadores.
 
Apenas quatro hipóteses autorizam o mandatário a sair do partido sem perder o cargo: se o partido sofrer fusão ou for incorporado por outro, se houver criação de novo partido, se houver mudança substancial ou desvio do programa partidário, ou ainda se ocorrer grave discriminação pessoal do eleito.
 
Acesse a íntegra de Resolução TSE 22.610/2007 
 
 
ASCOM/TRE-RS
 
Fonte: http://www.tre-rs.gov.br/index.php?item=1549

Justiça eleitoral gaúcha terá plantão neste final de semana

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Cartórios e Centrais de Atendimento ao Eleitor abrirão no sábado (5) e domingo (6). O dia 9 de maio é o prazo final para os cidadãos realizarem alistamento eleitoral, transferência e alteração de dados ou local de votação
 
    Nova ferramenta facilitará pesquisa à jurisprudência do TRE-RS
    Vereador de Cachoeira do Sul perde mandato
    Cadastro eleitoral fecha no dia 9 de maio
 
Fonte: http://www.tre-rs.gov.br/

Ação é ajuizada por desvios na área da saúde em Sarandi

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Por Jorn. Ricardo Grecellé
 
 
O Ministério Público de Sarandi ingressou nesta quinta-feira, 3, com ação civil pública por improbidade administrativa contra o atual secretário executivo do Consórcio Intermunicipal de Saúde do Grande Sarandi e administrador do Hospital de Caridade do Município, Luiz Valdemar Albrecht, em função do desvio de recursos públicos ao longo dos últimos anos. Também são apontados como responsáveis pelos prejuízos ao erário público os atuais prefeitos de Nova Boa Vista, Paulo Ricardo Merten; e de Barra Funda, Alexandre Elias Nicola; além do ex-prefeito do segundo município, Roberto Carlos Barbian; e da empresa Sarandi Bureau ME, que tem como sócio Luiz Albrecht. Os detalhes da ação foram repassados à Imprensa nesta manhã, durante entrevista coletiva que contou com a participação do subprocurador-geral de Justiça para Assuntos Institucionais, Marcelo Dornelles; e do promotor de Justiça Juliano Griza.
 
O Consórcio Intermunicipal de Saúde do Grande Sarandi foi criado em 2002 e reuniu, inicialmente, oito municípios com o propósito de disponibilizar aos cidadãos das comunidades abrangidas consultas especializadas no Hospital de Sarandi, o maior da região. A primeira irregularidade apontada pelo MP é o reconhecimento, em 2008, durante a gestão de Roberto Barbian na presidência do Consórcio, de uma dívida de sete salários mínimos mensais, retroativa a 2002, com o secretário executivo, Luiz Albrecht, supostamente a título de remuneração pelos serviços prestados. O valor, que somado chegou a R$ 300 mil, foi pago em 2009, durante a gestão de Paulo Ricardo Merten. Acontece que, de acordo com o promotor Juliano Griza, durante todo esse período nunca houve previsão legal do pagamento de qualquer quantia ao secretário executivo do grupo.
 
Entre as ilegalidades verificadas também está a contratação da empresa de Luiz Albrecht, a Sarandi Bureau ME, entre 2002 e 2010, para a prestação de serviços burocráticos financeiros ao Hospital de Caridade, sem qualquer tipo de licitação. Somente em 2010 ela foi realizada, porém, claramente dirigida para que a referida empresa ganhasse, conforme apontamentos do Tribunal de Contas do Estado. Em 2007 o escritório de advocacia de Luiz Albrecht foi contratado pelo Consórcio, na gestão de Alexandre Nicola, por R$ 42 mil, para fazer a defesa em um processo movido contra o Hospital de Sarandi, em função de débitos com o INSS. “Ou seja, o escritório do demandado foi contratado para defender a má gestão dele próprio na administração do hospital”, explica Griza. Além disso, o escritório de Albrecht é o responsável pela defesa na maior parte das ações movidas contra o hospital e, ainda, advogados de sua confiança respondem pela assessoria jurídica contratada permanentemente pelo estabelecimento.
 
Na ação civil pública, é pedido, liminarmente, o afastamento imediato de Luiz Albrecht do cargo de administrador do Hospital de Caridade de Sarandi, o cancelamento do contrato da Sarandi Bureau ME com a entidade e a indisponibilidade dos bens do demandado referente ao valor parcial no qual ele teria sido beneficiado.
 
Durante a coletiva, o subprocurador Marcelo Dornelles salientou que a Administração Superior do Ministério Público acompanhou e deu respaldo desde o início às investigações conduzidas por Juliano Griza. “Notamos que nesse período o Promotor sofreu diversos ataques covardes, através, por exemplo, de panfletos difamatórios distribuídos anonimamente, na tentativa de denegrir sua imagem. Por isso viemos aqui trazer o apoio e dizer que temos plena confiança no trabalho realizado”, destacou. Dornelles também frisou que a ação está muito bem fundamentada e contém farta comprovação das ilicitudes cometidas.
 
O promotor Juliano Griza completou afirmando que o trabalho está fundamentado em documentos e pareceres do Tribunal de Contas do Estado. “Entendemos que é uma ação importante e de grande impacto perante a comunidade da região, pois valores que poderiam ter sido aplicados na área da saúde em benefícios dos cidadãos foram parar nas mãos do gestor do hospital, atendendo interesses privados”, finalizou. 
 
Fonte: http://www.mp.rs.gov.br/noticias/id28191.htm
 

Diz o blogueiro – esses Consórcios deveriam ser extintos com a maior brevidade possível. No Consorcio da AMLINORTE sei de várias falcatruas havidas. Em 2009, próximo ao final do ano nosso Legislativo aprovou PL do sujeito (prefeito) repassando a esse tal consórcio valor de QUINHENTOS MIL REAIS em números redondos. Assim sendo é um sumidouro do dinheiro do contribuinte. Quando da posse do Delegado Regional de Polícia no início do atual Governo estive no recinto do Poder Legislativo de Osório, local do evento para cobertura do mesmo. Lendo a relação de convidados deparei-me com um “BASSANI Barbosa”, irmão do então poderoso mandatário de tal consórcio. Isto não deixa dúvida de que o sujeito valeu-se do mesmo para “encostar” um de seus irmãos que não sei por quanto tempo ficou mamando por lá. Meses antes da última eleição aqui em nossa cidade apareceu um médico condenado a mais de 14 anos de cadeia por mandante de crime de lesão corporal gravíssima. Este médico aqui fez sua campanha a deputado estadual. Minha esposa foi atendida por ele e ficou encantada com a “disposição” do mesmo no atendimento aos pacientes. Alguns dias depois chegaram a nossa residência dois envelopes com propaganda de candidatura à Assembleia Legislativa desse que não sei se qualifico como médico ou como bandido. Se isto não for algo destinado a pratica de falcatruas, não sei o que seja. Por certo estes não foram dois fatos isolados. Se houver uma séria investigação por parte do TCE ou mesmo da Polícia Judiciária muito mais podres irão aparecer. Por que manter algo assim que custa muito dinheiro aos contribuintes da região?

 

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