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PM diz que videos apenas sugerem que houve excessos em ação que matou 9 pessoas

 

 

 

 

 

 

 

O que esses guardas já deitaram de falação aos meios de comunicação é demais. Tal será sim objeto de investigação da POLÍCIA JUDICIÁRIA, única compete a investigar crimes. A autoridade policial (DELEGADO DE POLÍCIA) a qual esteja afeta aquela área conduzirá a investigação e certamente irá indiciar todos os responsáveis por essa matança, incluindo até os guardas ainda que sejam os ditos ‘coroné’.

O Editor

 

 

 

01 de dezembro de 2019, 17h38

Caso vai ser investigado pela corregedoria da corporação

Para o porta-voz da Polícia Militar de São Paulo será muito difícil analisar se houve excesso por parte do policiais que participaram da ação que resultou na morte de nove pessoas durante um baile funk, na madrugada deste domingo (1), no bairro de Paraisópolis, na Zona Sul da capital paulista.

“Nós recebemos as imagens, todas as imagens estão incluídas no inquérito policial militar para ser analisadas. Não temos certeza que tudo tenha acontecido nesta madrugada. Algumas imagens nos sugerem abuso, ação desproporcional. Evidentemente, o rigor vai responsabilizar quem cometeu algum excesso, algum abuso. O relato que temos é que os policiais, para conseguirem recuar, fizeram uso de munições químicas (duas de efeito moral, mais duas de gás lacrimogênio), mais oito disparos de balas de borracha”, explicou o tenente-coronel Emerson Massera.

Na versão da Polícia Militar dois homens em um moto atiraram em uma viatura e entraram dentro do baile funk que ocorria na rua. Estima-se que cerca de cinco mil pessoas estivessem em um cruzamento das estreitas ruas do bairro paulistano.

“A fuga foi breve. (Os suspeitos) Entraram na comunidade atirando contra os policiais. A moto ainda não foi apreendida, nem os indivíduos foram presos. Todos os policiais relataram a mesma coisa. Estamos apurando se existem câmeras na região para esclarecer melhor. A tentativa de abordagem realmente se deu, isso temos comprovado pela comunicação de rádio”, disse Massera.

Ainda segundo o porta-voz, os criminosos utilizaram os frequentadores da festa como escudo humano e que o policiais teriam sido recebidos com pedras e garrafas sendo arremessadas pela comunidade. Moradores divergem dessa versão. Eles afirmam que a polícia encurralou todos que estavam na festa fechando todas as vias do local. A ação com que as pessoas que estavam na festa fossem espremidas em pequenas vielas. Com o tumulto nove pessoas acabaram morrendo pisoteadas.

Veja abaixo o vídeo que mostra o momento em que a polícia encurrala as pessoas que estavam na festa

Tocador de vídeo

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O ouvidor das polícias de SP, Benedito Mariano, disse que quem ficará a frente das investigações do caso será a Corregedoria da Polícia Militar. “Já telefonei ao corregedor da PM, coronel Marcelino Fernandes, para que seja a Corregedoria responsável pela investigação e não o batalhão onde atuam os policiais militares envolvidos neste caso gravíssimo”.

Polícia Militar instaurou inquérito policial militar (IPM) para apurar todas as circunstâncias relativas ao fato. O caso está sendo registrado no 89º Distrito Policial. Seis policiais envolvidos na ação estão prestando depoimento na tarde deste domingo.

 

Copiado de:  https://revistaforum.com.br/noticias/pm-diz-que-videos-apenas-sugerem-que-houve-excessos-em-acao-que-matou-9-pessoas/?utm_source=notificacaopush&utm_medium=onesignal

Se a decisão do STF não revoga e não proíbe prisões em segunda instância, por que mutilar a Constituição? Por Lenio Luiz Streck

Barroso

Publicado originalmente no ConJur:

POR LENIO LUIZ STRECK

Nada melhor do que um dia depois do outro. Depois que Sardenberg e quejandos espalharam que a decisão do STF provocava o caos e que parlamentares, enlouquecidos, correram para apresentar projetos de PECs, incentivados pela conspiração do ministro da Justiça, eis que exsurge, no horizonte, uma luz que ilumina a discussão.

Pois não é que o ministro Roberto Barroso, duro adversário das ADCs 43, 44 e 54, acaba de negar um Habeas Corpus e, incisivamente, diz o que venho dizendo e que as fake news do “fator Sardenberg” obnubilam (recado para Sardenberg: obnubilam quer dizer “escondem”, “escamoteiam”!). Decidiu o ministro Barroso (HC 178.446-SP) que:

A decisão nas ADCs 43, 44 e 54 não implicou a automática revogação das prisões decretadas em segunda instância.

E negou o pedido de Habeas Corpus.

O que isso quer dizer? Senhoras e senhores parlamentares. Se a decisão do STF não revoga e não proíbe prisões em segunda instância, por qual razão querem mutilar a Constituição, arriscando duas coisas que são ruins para a democracia e ao próprio judiciário:

a) mexer com cláusula pétrea é mexer com o quarto do pânico do castelo do direito — as consequências podem ser graves, muito graves; isso sem considerar o desastre que representa acabar com o recurso especial e o extraordinário — isso é o caos!

b) se “restaurarem” a prisão em segunda instância (que não está proibida, gente de Deus), retirarão do STF o poder, ínsito à democracia, de dizer por último o que é o direito — no caso, mais grave é o fato de a decisão nas ADCs ter efeito vinculante.

Simples assim. O ministro Barroso acaba de acabar com o discurso dos parlamentares, dos jornalistas e jornaleiros que diziam que o STF tinha proibido a prisão em segunda instância e que milhares e milhares seriam soltos.

Pois é. Se Barroso diz que a liberação não é automática, implicitamente diz, a contrario sensu, que a prisão não está proibida, tanto é que negou o habeas corpus. Eu venho dizendo isso há meses. Escrevi no mínimo 15 artigos sobre isso. O mais recente tratando disso é Juiz boicota STF ao soltar condenado a 29 anos! E Mazloum salva o dia!

Aliás, se soubermos ler bem, o mesmo está dito na decisão do ministro Ribeiro Dantas, do STJ, no HC 547.430-SP, também desta semana.

And I rest my case. Nada mais há a dizer. A tese de Moro, Sardenberg e quejandos caiu por terra. Por todos os lados que se olhe. Na verdade, isto aqui nem é um artigo. É um furo de reportagem! Acabou o discurso das PEC. Melhor que os parlamentares retirem logo as PECs e voltem a fazer coisas mais úteis ao país.

Post scriptum: seria essa “perigosa” decisão do STF, “causadora do caos e da impunidade” e pela qual o ministro Barroso acaba de negar um Habeas Corpus baseado nela, que teria causado a subida do dólar? Cartas para a Globo News Supreme Court, aos cuidados do Justice Sardenberg!

Copiado de:  https://www.diariodocentrodomundo.com.br/se-a-decisao-do-stf-nao-revoga-e-nao-proibe-prisoes-em-segunda-instancia-por-que-mutilar-a-constituicao-por-lenio-luiz-streck/

Hospital e médico são condenados por deixar clipe metálico dentro da paciente

 

Hospital e médico são condenados por deixar clipe metálico dentro da paciente
(Imagem meramente ilustrativa/Pixabay)

Os Desembargadores da 5ª Câmara Cível do TJRS condenaram a Sociedade Beneficente Sapiranguense e o médico Heriberth Adam a indenizar uma paciente em R$ 21.750,00 por danos materiais, morais e estéticos.

Caso

A autora da ação ingressou com ação judicial devido às consequências de uma cirurgia para retirada da vesícula biliar. Segundo ela, em consulta pós-operatória, cinco dias depois do procedimento, o médico a autorizou para viajar para Santa Catarina. Ela disse ter sido recomendada sobre a necessidade de retirada de pontos em 15 dias. Porém, passados quatro dias, ela começou a sentir dores fortes e apresentar cor amarelada na pele, urina escura e fezes brancas. Procurou então outro profissional em Santa Catarina e foi diagnosticada com icterícia de padrão obstrutivo e informada que havia um clipe metálico obstruindo o ducto hepático, equivocadamente fixado quando da realização da cirurgia. Ela teve que fazer nova cirurgia para retirada do clipe.

Em 1º Grau, na Comarca de Porto Alegre, hospital e médico foram condenados a pagar de forma solidária R$ 3.750,00 por danos materiais e R$ 10 mil por dano moral.

A autora recorreu pedindo aumento do valor da indenização por dano moral. O hospital também recorreu, afirmando que o julgador desconsiderou o descumprimento da autora às orientações médicas recebidas para sua recuperação pós-operatória, o que independe de registro em prontuário. E que as complicações surgidas não decorrem de erro médico, tampouco de ação ou omissão do hospital, mas de fatores específicos ligados à evolução clínica e características próprias do paciente e, principalmente, da sua inobservância às orientações e recomendações médicas no que se refere ao repouso mínimo de 15 dias.

O médico recorreu da decisão e sustentou que a prova produzida não era conclusiva para impor a ele a culpa no episódio. Ele disse também que não pôde fazer a retirada dos pontos porque a paciente viajou sem a concordância dele. E que a paciente não voltou para consultar decorridos sete dias após a consulta, além de não ter obedecido à recomendação de repouso domiciliar.

Todas as partes recorreram da decisão.

Acórdão

O Desembargador Jorge Luiz Lopes do Canto, relator do recurso no Tribunal de Justiça, afirmou que a responsabilidade civil dos estabelecimentos hospitalares e demais empresas prestadoras de serviços de assistência à saúde é de ordem objetiva, independentemente de culpa, no que concerne aos serviços que prestam.

A obrigação assumida pelo médico, por sua vez, é de meio e não de resultado. Dessa forma, além da prova do dano e do nexo de causalidade, faz-se necessária a demonstração do agir culposo do profissional.

O magistrado citou a prova pericial, capaz de demonstrar que se o clipe metálico fosse colocado de forma correta, não ultrapassaria o ducto hepático comum gerando obstrução do fluxo biliar.

Ademais, o perito não encontrou qualquer registro nos autos quanto à indicação de repouso ou quanto à eventual recomendação de não-realização de viagem, conforme alegado pelo médico.

O Desembargador determinou a indenização por danos morais pela negligência e pela imperícia do caso em análise, já que a lesão imaterial consiste na dor e sofrimento causados a ela por longo período.

Foi mantido o valor de R$ 10 mil. O magistrado esclareceu que apesar da necessidade de realização de nova cirurgia, foi possível a recuperação da autora, não havendo maiores sequelas em razão do ocorrido.

No que tange aos danos estéticos, convém salientar que a perícia concluiu que a cicatriz é permanente, mede 23 cm na parede do abdômen e que a segunda cirurgia teve interferência estética com necessidade de incisão maior. Dessa forma, o Desembargador fixou o valor de R$ 8 mil por danos estéticos.

Quanto aos danos materiais, o relator manteve a indenização determinada em primeiro grau, no valor de R$ 3.750,00.

Participaram da votação as Desembargadoras Isabel Dias Almeida, Lusmary Fatima Turelly da Silva, Eliziana da Silveira Perez e o Desembargador Jorge André Pereira Gailhard.

Proc. nº 70080014772


EXPEDIENTE
Texto: Patrícia Cavalheiro
Assessora-Coordenadora de Imprensa: Adriana Arend
imprensa@tjrs.jus.br

Prefeita quer que contribuintes paguem até a taxa de lixo das igrejas

Falta a essa Prefeita vergonha na cara e se a mesma postura ocorrer por parte do Legislativo restará a qualquer cidadão ajuizar ação que porá fim a tamanho desrespeito.

A cidadania não tem obrigação alguma para endossar esse tipo de absurdo. Todos pagam pela coleta de lixo e ninguém está acima da Lei.

O Editor

 

 

Rosana Martinelli não informou
quanto a sua gentileza vai custar
aos cofres públicos de Sinop

[texto opinativo] A prefeita Rosana Martinelli (PR) [foto], de Sinop (MT), é mais uma política que não tem um mínimo de apreço pela laicidade de Estado e, para agradar os evangélicos, apresentou uma proposta que, se aprovada pelos vereadores, isenta as igrejas de pagarem a taxa de lixo.

As igrejas já desfrutam de imunidade em relação a alguns impostos federais, por determinação constitucional, e isentá-las do custo do recolhimento de seu próprio lixo é uma afronta, além de ser um simbolismo em uma sociedade em que determinados setores estão sempre tentando obter benefício do erário.

Por princípio, todos deveriam pagar pela coleta de seu próprio lixo. De qualquer tipo de lixo, o material e o imaterial, como político, religioso.

Mais do que pregações, os líderes religiosos deveriam dar bons exemplos, e esse da isenção da taxa do lixo não está entre os mais dignos.

Outra coisa: quem produz lixo e não o recolhe não possui senso de responsabilidade com a coletividade, não comunga da ideia de uma economia sustentável.

Querer se servir da sociedade em vez de participar dela, com todos seus direitos e principalmente obrigações, é malandragem.


A prefeita Martinelli não informa quanto o benefício custará para os cofres públicos, como ocorre, aliás, em casos como esse em dezenas de outras cidades.Trata-se de um desaforo à cidadania: os contribuintes vão pagar a taxa de lixo das igrejas, se o projeto for aprovado, e eles não têm a informação de quanto isso vai lhes custar.

Em seu projeto, a prefeita recorre aos argumentos de praxe quando se trata desse tipo de assalto aos cofres públicos.

Ela diz que as igrejas prestam um serviço social e de caridade e não têm “fins lucrativos”.

Ora, quem deve prover a sociedade de serviços básicos é o Estado, a prefeitura, no caso, e a sua representante legal em Sinop é a Martinelli.

E a melhor caridade é aquela feita diretamente, pelo doador de recursos, por exemplo, ao necessitado.

A caridade feita com intermediação, seja a das igrejas ou a de quaisquer outras instituições, tem de ser evitada porque possui um custo e está exposta a desvios, como é notório.

O que os pastores deveriam fazer é recolher o dízimo para a manutenção de suas atividades e estimular os fiéis a tomarem a iniciativa da caridade com suas próprias mãos.

Em vez de pedir dinheiro para crianças pobres, por exemplo, os pastores deveriam incentivar os fiéis a fazerem diretamente essa bondade.

O argumento da prefeita de que as igrejas não têm fins lucrativos é fraco.

Os trabalhadores também não têm fins lucrativos, vivem de salário, dão um duro para pagar as suas contas, para comprar comida, e sobrecarregá-los com a taxa de lixo das igrejas não está dentro do espírito cristão, salvo engano de minha parte.

Também há algo que não dá para entender: por que em um país laico ateus, como eu, têm de contribuir para o pagamento do lixo de entidades que veneram deuses?

Está claro que o projeto de lei da prefeita Martinelli é inconstitucional, e a expectativa é que o Ministério Público faça o que tem de fazer.

Copiado de:  https://www.paulopes.com.br/2019/11/sinop-favorecimento-igrejas.html#.XeL0ZNV7lPY

Abaixo a Ditadura

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ROGOWSKI, J.F. jurista e teólogo

11:01 (há 8 minutos)

ESMERALDAS E BANANAS

Caros confrades,

Escrever para uma comunidade de Juristas, Advogados e Magistrados, é sempre uma grande responsabilidade e um desafio, por isso, já de largada aviso que este texto é um simples desabafo informal, sem consulta à legislação, toquei de ouvido, lembrando-me de um meu tio-avô, grande músico, empresário das artes, animador de bailes, tinha a sua própria orquestra, mas não lia partituras, “tocava de ouvido” como se dizia antigamente.

Há notícias que eu não deveria ler pela manhã, evitando o despertar da minha mente de jurista.

Hoje cedo li notícia no site Litoralmania sobre a prisão de um casal que transportava esmeraldas desacompanhadas da nota fiscal.

A matéria publicada, bastante imprecisa, não revela a quantidade da mercadoria, mas pelo contexto eu deduzo que seja pequena quantidade de pedras brutas.

Essa notícia imediatamente me levou a refletir.

É de conhecimento geral que a Constituição Federal garante a liberdade de locomoção no território nacional em tempo de paz, podendo qualquer pessoa nele entrar, permanecer ou dele sair com seus bens.

Ela também consagra o princípio do Estado de Inocência pelo qual todos são inocentes até provas em contrário, cabendo ao Estado provar a culpa do cidadão, pois a inocência se presume.

Então, se o indivíduo fosse flagrado com uma carga 30 toneladas de bananas sem nota fiscal, ele não seria preso, somente  a carga seria apreendida por questões fiscais, mesmo assim, isso seria ilegal, precisamente pela garantia constitucional do livre trânsito dos cidadãos e seus bens dentro do território nacional.

O Supremo Tribunal Federal tem dois verbetes de Súmula dizendo que é ilegal a apreensão de mercadorias com o intuito de cobrar impostos.

O agente fiscal pode reter a carga por um curto período necessário para lavratura do auto de infração, depois da autuação a carga tem que ser liberada, porque o Estado dispõe de meios legais para a cobrança do tributo.

No caso das Esmeraldas o possuidor foi preso e a mercadoria apreendida, mas se ao invés de pedras preciosas fosse banana, ele não seria preso, então qual a diferença?

A meu ver nenhuma diferença, exceto a presunção de culpabilidade de parte dos agentes policiais, de todo ilegal porque inexistente  em nosso ordenamento jurídico, pois, como todos sabem, o que se presume é a inocência, a culpa tem que ser comprovada.

Há muitos anos nós já vivemos num comunismo disfarçado, que veio devagarzinho comendo pelas beiradas, tomando conta de tudo sem que percebêssemos.

No Brasil existe o curso forçado da moeda nacional, lembro-me que antigamente algumas revendas de veículos não aceitavam pagamento em cheque, então o cliente irritado ia ao banco, retirava o valor do  pagamento, digamos R$ 100 mil reais, tudo em moeda metálica, levava de pick-up até a revenda, os funcionários ficavam três dias contando as moedas, porque eram obrigados a aceitar pagamento naquela modalidade.

Notícia no site G1 da rede Globo diz: Pela decisão do CMN, bancos não poderão recusar pagamentos em dinheiro de qualquer valor abaixo de R$ 10 mil.

De começo até parece boa notícia, “bancos não poderão recusar pagamentos em dinheiro”, mas o detalhe é que faz toda a diferença, só para valores abaixo de R$ 10 mil.

Ou seja, por decisão do Conselho  Monetário Nacional, órgão administrativo do Poder Executivo, o curso forçado da moeda foi limitado em valores até R$ 9.999,99.

Transportar em espécie valores acima de R$ 10.000,00 é expor-se ao risco de ter sérios aborrecimentos, podendo até ser detido.

Sempre sob o  pretexto de bons propósitos, como combate à corrupção, simples normas administrativas, como instruções normativas da Receita Federal, portarias do Banco Central, entre outros, vão dispondo de maneira diferente daquilo que a lei dispõe, ou seja, a burocracia por regras internas das repartições públicas, assinadas por simples funcionários sem mandato eletivo, acaba negando vigência as leis e a Constituição Federal.

Se isso fosse assim há alguns anos, meu pai viveria em cana, porque sempre foi de andar com algum dinheiro no bolso, comprar, vender, pagar contas, tudo em dinheiro.

Teve empresas, inclusive de construção civil onde muitos funcionários eram analfabetos e não sabiam sequer assinar o nome, e o pagamento de seus salários dava-se em espécie, assim semanalmente meu pai andava com uma maleta cheia de dinheiro para pagamento dos salários.

Concluindo, vê-se que tais medidas só atingem e sufocam o cidadão de bem, porque a corrupção continuou e continua grassando solta em nosso país.

Com os avanços tecnológicos o crime organizado dispõe dos serviços de hackers altamente especializados que movimentam trilhões de dólares mundo afora em criptomoedas e ninguém consegue rastrear.

A meu sentir, impedir o cidadão de carregar no bolso R$ 10 mil reais, equivalentes a US$2,000 (dois mil dólares), nada mais é do que uma ditadura, uma violência, intromissão repugnante à livre determinação e pragmatismo do ser humano, porque dinheiro é sinônimo de trabalho, horas, dias, semanas, meses ou anos de labor que foram trocados por dinheiro.

Todo ser humano tem o direito de usufruir livremente dos frutos legítimos do seu trabalho lícito.

Basta!

Folha aceita a guerra de Bolsonaro. Por Moisés Mendes

Jair Bolsonaro. Foto: CARL DE SOUZA/AFP

A Folha fez hoje o que não é comum. Largou um editorial fora de hora, no início da noite, na sua versão online, para bater forte em Bolsonaro.

O editorial é ruim. O padrão dos textos caiu muito nos jornalões, o que faz com que brigas com chance de serem históricas, envolvendo a imprensa e poderosos ex-aliados, pareçam hoje conflitos de estudantes.

O texto é precário como reflexão e colegial na forma. É quase uma composição de 5ª série, o que pelo menos tem coerência com o nível do debate.

A Folha foi cúmplice do golpe que derrubou Dilma Rousseff, por imaginar – antes das manobras no Congresso – que alguém da turma dos tucanos ou um parceiro deles, mesmo do PFL, poderia se beneficiar de uma eventual eleição indireta ou da eleição direta de 2018.

Fez uma aposta golpista e ajudou, ao lado da Globo, a criar Bolsonaro. A Folha foi patrocinadora das ideias que, por desvios de rota, levaram ao poder o sujeito agora denunciado por autoritarismo.

O editorial serve para formalizar uma posição. A Folha está dizendo que aceita a declaração de guerra de Bolsonaro. Os Frias vão tentar se livrar da criatura, mais uma vez com a ajuda da Globo.

Não é a defesa da democracia que está em jogo, mas a tentativa de proteger interesses contrariados, de um lado e de outro.

Pode ser a batalha final antes da extinção da grande imprensa com o formato que tem até hoje. É também a primeira vez que os jornalões se desentendem com um grupo acumpliciado com milicianos. Saiam de perto.

Copiado de:  https://www.diariodocentrodomundo.com.br/folha-aceita-a-guerra-de-bolsonaro-por-moises-mendes/

Doleiro dos doleiros diz ter pago propinas mensais a procurador da Lava Jato que fazia ataques rasteiros a Lula

O doleiro Dario Messer, conhecido como “doleiro dos doleiros”, contou à namorada ter sido protegido pela Lava Jato paranaense por pagar propinas ao procurador Januário Paludo, que inspirou o grupo “filhos de Januário” e fez vários ataques ao ex-presidente Lula – inclusive após as mortes de seus familiares

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(Foto: Divulgação/PRPR | Ricardo Stuckert)

247 – “O doleiro Dario Messer afirmou em mensagens trocadas com sua namorada, Myra Athayde, que pagou propinas mensais ao procurador da República Januário Paludo, da Lava Jati do Paraná. Os pagamentos estariam ligados a uma suposta proteção. Os diálogos de Messer sobre a propina a Paludo ocorreram em agosto de 2018 e foram obtidos pela PF (Polícia Federal) do Rio de Janeiro durante as investigações que basearam a operação Patrón, última fase da Lava Jato do Rio”, informa reportagem especial do jornalista Vinícios Konchinski, produzida para o portal Uol.

Um relatório a respeito do conteúdo das mensagens foi elaborado pelo órgão em outubro. Nele, a PF diz que o assunto é grave e pede providências sobre o caso.

Nas conversas obtidas pela PF, Messer fala a Myra sobre o andamento dos processos que responde. Ele diz que uma das testemunhas de acusação contra ele teria uma reunião com Januário Paludo. Depois, afirma a namorada: “Sendo que esse Paludo é destinatário de pelo menos parte da propina paga pelos meninos todo mês.” Os meninos seriam os também doleiros Claudio Fernando Barbosa de Souza, o Tony, e Vinicius Claret Vieira Barreto, o Juca. Ambos trabalharam com Messer em operações de lavagem de dinheiro investigadas pela Lava Jato do Rio. Depois que foram presos, viraram delatores.

“Em depoimentos prestados em 2018 à Lava Jato no MPF-RJ (Ministério Público Federal do Rio de Janeiro), Juca e Tony afirmaram ter pago US$ 50 mil (cerca de R$ 200 mil) por mês ao advogado Antonio Figueiredo Basto em troca de proteção a Messer na PF e no Ministério Público. Basto já advogou para o doleiro”, revela a reportagem. Basto sempre foi um dos advogados mais próximos à força-tarefa da Lava Jato.

Paludo inspirou o grupo “filhos de Januário” e fez vários ataques ao ex-presidente Lula – inclusive após as mortes de seus familiares. No dia 24 de janeiro de 2017, a mulher de Lula, Marisa Letícia, sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) e foi internada no hospital Sírio Libanês, em São Paulo. “Um amigo de um amigo de uma prima disse que Marisa chegou ao atendimento sem resposta, como vegetal”, disse Deltan Dallagnol, às 22h24. Dez minutos depois, Paludo escreveu: “Estão eliminando testemunhas”.

Dois anos depois, com Lula já na prisão, Paludo afirmou que “o safado só queria viajar”, referindo-se ao pedido da defesa do ex-presidente para que ele saísse do cárcere para acompanhar o enterro do irmão Genival Inácio da Silva, o Vavá.

Em nota, a  força-tarefa da Lava Jato do Paraná se posicionou:

Em relação à matéria do UOL divulgada nesta madrugada, os procuradores da força-tarefa da Lava Jato informam que:

1. A ação penal que tramitou contra Dario Messer em Curitiba foi de responsabilidade de outro procurador que atua na procuradoria da República no Paraná, o qual trabalhou no caso com completa independência. Nem o procurador Januário Paludo nem a força-tarefa atuaram nesse processo.

2. O doleiro Dario Messer é alvo alvo de investigação na Lava Jato do Rio de Janeiro, razão pela qual não faz sequer sentido a suposição de que um procurador da força-tarefa do Paraná poderia oferecer qualquer tipo de proteção.

3. As ilações mencionadas pela reportagem de supostas propinas pagas a PF e ao MP já foram alvo de matérias publicadas na imprensa no passado e, pelo que foi divulgado, há investigação sobre possível exploração de prestígio por parte de advogado do investigado, fato que acontece quando o nome de uma autoridade é utilizado sem o seu conhecimento.

4. Em todos os acordos de colaboração premiada feitos pela força-tarefa, sem exceção, os colaboradores têm a obrigação de revelar todos os fatos criminosos, sob pena de rescisão do acordo.

5. Os procuradores da força-tarefa reiteram a plena confiança no trabalho do procurador Januário Paludo, pessoa com extenso rol de serviços prestados à sociedade e respeitada no Ministério Público pela seriedade, profissionalismo e experiência.

Copiado de:  https://www.brasil247.com/brasil/doleiro-dos-doleiros-diz-ter-pago-propinas-mensais-a-procurador-da-lava-jato-que-fazia-ataques-rasteiros-a-lula

MAIS UM BELO DIA NO LITORAL NORTE

 

Ao contrário dos dois dias anteriores em que predominou o vento sul e com alguma intensidade o que nos trouxe manhãs com baixa temperatura para a época do ano, hoje não temos vento algum.

Sei que os que me leem não são tão burros quanto o bando de “ripórti” que os grandes veículos de comunicação mandam para cá no veraneio quando para eles o vento é nordeste ou nordestão.

Durante o verão em nossa costa prevalece o vento LESTE, mas eles não sabem disto.

A temperatura ao que tudo indica será bastante elevada no correr do dia.

Felizmente nesse final de semana, ao contrário dos anteriores teremos calma devido à ausência dos veranistas que nos finais de semana anteriores acorreram ao litoral em massa.

Pastores da Universal em Angola acusam bispos brasileiros de desvio e rompem com Edir

Pastores angolanos acusam
os brasileiros de discriminar
os funcionários; Igreja nega
estar havendo um cisma

Mais de 300 pastores da Igreja Universal de Angola acusaram os bispos brasileiros de desvio de recursos e declararam independência de Edir Macedo, o fundador dessa vertente pentecostal com representação em vários países africanos.

Além de denunciar o desvio de recursos do dízimo para o Brasil, os pastores angolanos querem a expulsão dos sacerdotes brasileiros o mais rápido possível, dentro do prazo legal.

Eles afirmam que os brasileiros discriminam os funcionários locais e obrigam os sacerdotes angolanos a se submeterem à esterilização.

Os pastores rebeldes angolanos contam com o apoio da população e de setores do governo.

A Universal tem mais de 230 templos no país e o seu número de fiéis corresponde a 2,7% da população, de acordo com a Igreja.

Se houver mesmo uma cisma na Universal de Angola, o mesmo poderá ocorrer em outros países africanos, onde há as mesmas acusações.

Para que isso não ocorra, a Igreja Universal está tentando conter a revolta em Angola.

Em nota, a Igreja disse que se trata de acusações falsas feitas por ex-pastores que foram afastados pela instituição por desvio moral e até por atos criminosas “com o único objetivo de terem sua ganância saciada”.

Houve no dia 28 de novembro de 2019 defronte a um templo em Luanda uma manifestação de angolanos contra pastores brasileiros.

A polícia teve de intervir para impedir uma invasão ao local.

Líderes da manifestação acusaram Edir Macedo de mandar vender “mais da metade do patrimônio da Igreja” em Angola, sem qualquer consulta aos bispos e pastores angolanos.

“O referido patrimônio inclui residências e terrenos que foram adquiridos e/ou construídos com os dízimos, ofertas e doações dos bispos, pastores, obreiros e membros de Angola.”

A direção central da Universal, no Brasil, desmentiu que esteja havendo um cisma, acrescentando que a Igreja Angolana está mais unida do que nunca.

Com informação da BBC Brasil e imprensa de Angola.

Copiado de:  https://www.paulopes.com.br/search/label/evang%C3%A9licos

ONU cobra R$ 1,7 bilhão do Brasil e ameaça tirar direito a voto

Publicado em 29 novembro, 2019 8:21 am
Trecho da carta da ONU que cobra a dívida do governo brasileiro. Exibe o valor bilionário, apela que o Brasil pague imediatamente e informa que 136 outros membros estão com suas contribuições em dia. (///VEJA/Reprodução)

De Evandro Éboli na Coluna Radar da Revista Veja.

Vergonha das vergonhas! O Itamaraty pediu que o Ministério da Economia libere verba com urgência para quitar a dívida do país com a ONU. Motivo?

O Brasil está a um mês de perder o direito de voto na Assembleia Geral das Nações Unidas por ser mau pagador.

O país deve 415,8 milhões de dólares, acumulado entre 2016 a 2019. Com o dólar a R$ 4,19, chega a 1,7 bilhão de reais.

Para não perder espaço na ONU, um mico histórico, o Brasil deve, pelo menos, efetuar o pagamento mínimo da fatura, de 126 milhões de dólares, ou R$ 530,6 milhões, até início de janeiro de 2020. Pouco mais de  um mês.

Copiado de:  https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/onu-cobra-r-17-bilhao-do-brasil-e-ameaca-tirar-direito-a-voto/

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