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MORO CHOROU QUANDO PENSOU QUE SERIA DEMITIDO e se humilhou pedindo segunda chance a Bolsonaro.

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O livro “O Governo Bolsonaro: crises intrigas e segredos”, da jornalista Thaís Oyama, vem trazendo relatos importantíssimos do jogo mesquinho de intrigas e apego ao poder, com episódios que são verdadeiras pérolas de novela mexicana e outros, que demonstram o tamanho da fraqueza moral e o apego ao poder de certos personagens da nova velha República. Uma dessas passagens, revelada pelo colunista Rovai, da Revista Fórum, é o símbolo de uma análise já realizada neste jornal, assim que o ex-super-juiz Sérgio Moro, resolveu abandonar o judiciário, para vestir o que melhor lhe cabe, a máscara de político.

Moro sabe que se for jogado no lixo, será trucidado pela mídia, pelos que defendem a democracia e pelo próprio STF, além de não ficar com nada. Sem proteção, sua única saída será debandar para os EUA e se tornar palestrante motivacional.

Oyama relatou em seu livro que Sérgio Moro ficou com os olhos cheios de lágrimas ao saber que seria demitido do Ministério da Justiça e o relato seria de uma deputada do PSL. Rovai confirmou a informação com a deputada, veja o que escreveu.

“No dia em que foi avisado por um dos ministros militares que seria demitido por Bolsonaro, Moro ficou atordoado. Calou-se por uns minutos, ficou olhando para o alto, como se tivesse perdido o chão, e ao voltar a encarar o interlocutor, lacrimejava.

A história, porém, não se encerra aqui. A mesma fonte dizia que nesta conversa, após discretamente enxugar os olhos, Moro pediu uma segunda chance. Usando exatamente este termo. E disse que se o presidente lhe permitisse, mudaria o comportamento.”

A citação humilhante é digna de quem sabe o tamanho do abismo que o espera ao fim de um governo terrível, como o de Bolsonaro. Mas, para Moro, tudo pode ficar pior antes mesmo do fim do mandato. Melancólico o fim do ex-super-juiz.

Copiado de:

 

Witzel inclui fuzis de vizinho de Bolsonaro na conta e RJ bate recorde na apreensão da armas

14 de janeiro de 2020, 16h37

Armamento de Ronnie Lessa, o vizinho do presidente envolvido no assassinato de Marielle, ajudou a PM do Rio a superar número de anos anteriores

Bolsonaro e Ronaldo Lessa, que atirou em Marielle Franco (Reprodução)

Os 117 fuzis M-16 do PM reformado Ronnie Lessa, vizinho do presidente Jair Bolsonaro no Condomínio Vivendas da Barra, ajudaram a Polícia Militar do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, a bater recorde na apreensão de fuzis em 2019. Lessa, que é acusado de ter efetuado os disparos que assassinaram a vereadora Marielle Franco, é investigado por comércio ilegal de armas.

Segundo informações da PM, foram 505 fuzis apreendidos no estado apenas em 2019 – colocando o ano na ponta do ranking de maiores apreensões. No ano de 2017, que ocupava até então a primeira posição, foram 382 apreensões. Sem os fuzis de Lessa, a conta ficaria mais apertada.

A apreensão dos armamentos do ex-PM foi a maior da história do Rio e aconteceu na casa do policial civil Alexandre Mota de Souza, o amigo de Ronnie Lessa que guardou o arsenal. As armas eram novas e estavam desmontadas em caixas dentro de um guarda-roupas. Souza foi absolvido no caso.

Em interrogatório, Lessa chegou a reconhecer que era o proprietário das armas. No entanto, tentou se defender, afirmando que parte do material seria comercializada com colecionadores e que outra parte era de airsoft, mas uma demonstração feita pela polícia mostrou o poder de destruição dessas armas.

Copiado de:  https://revistaforum.com.br/brasil/witzel-inclui-fuzis-de-vizinho-de-bolsonaro-na-conta-e-rj-bate-recorde-na-apreensao-da-armas/

Censura ao porta dos fundos demonstra a falência do direito no Brasil, diz Lênio Streck

A decisão demonstra que o juiz-censor tentou impor à sociedade a sua própria moral, diz o jurista

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Lenio Streck: juízos morais e ‘voz das ruas’ não podem valer mais que Direito e Constituição.
Lenio Streck: juízos morais e ‘voz das ruas’ não podem valer mais que Direito e Constituição. (Foto: Luiza Castro/Sul21)

247 – O professor Lênio Streck, um dos maiores juristas do Brasil, explicou, de forma didática, por que a censura imposta ao Porta dos Fundos por um desembargador do Rio de Janeiro é absolutamente inconstitucional. “Com base em que ele decidiu? Simples: com base na moral pessoal dele, julgador”, afirma:

Saiba mais sobre o caso e confira os tweets de Lênio:

247 – A Justiça do Rio de Janeiro determinou em decisão liminar que a produtora Porta dos Fundos e a Netflix retirem do ar o “Especial de Natal Porta dos Fundos: A Primeira Tentação de Cristo”.

Segundo o colunista Ancelmo Gois, do O Globo, a decisão foi do desembargador Benedicto Abicair, da 6ª Câmara Cível, atendendo a um pedido feito pela Associação Centro Dom Bosco de Fé e Cultura. Em primeira instância, o pedido havia sido negado.

“Por todo o exposto, se me aparenta, portanto, mais adequado e benéfico, não só para a comunidade cristã, mas para a sociedade brasileira, majoritariamente cristã, até que se julgue o mérito do Agravo, recorrer-se à cautela, para acalmar ânimos, pelo que concedo a liminar na forma requerida”, defendeu o desembargador.

Lenio Luiz Streck @LenioStreck

A determinação fala em ponderação de valores, coisa que não existe. Que ponderação? Quais valores? O julgador estaria falando na jurisprudência dos valores? Ou na jurisprudência dos interesses? Sim, porque da ponderação de Alexy, com completa certeza, não é.

Lenio Luiz Streck @LenioStreck

Então, com base em que ele decidiu? Simples: com base na moral pessoal dele, julgador. Ele é o próprio fundamento. Típica decisão solipsista

Lenio Luiz Streck @LenioStreck

CENSURA/PORTA DOS FUNDOS: A decisão demonstra duas coisas: primeiro, que o Judiciário pensa que pode ditar a moral e o comportamento da sociedade; segundo, mostra o fracasso da teoria do direito no Brasil.

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Antifascistas confrontam apoiantes do partido de extrema-direita Vox, em Girona, Espanha, a 12 de Janeiro de 2020, durante uma concentração organizada pela plataforma 'Espanha existe'.

Antifascistas confrontam apoiantes do partido de extrema-direita Vox, em Girona, Espanha, a 12 de Janeiro de 2020, durante uma concentração organizada pela plataforma ‘Espanha existe’.CréditosDavid Borrat / EPA

“Abominava você”: Moro leva invertida de neta de militar que elogiou

12 de janeiro de 2020, 12h19

Herói da FEB morreu aos 101 anos e Moro tentou fazer homenagem e ouviu da neta: “Meu avô, anti-fascista, defensor da Constituição e democrata, ABOMINAVA você”

Foto: Reprodução

O ministro da Justiça, Sérgio Moro, tentou homenagear, através de sua conta do Twitter, neste sábado (11), o herói da Força Expedicionária Brasileira (FEB), Coronel Antônio Alexandrino Correia Lima, que morreu no último dia 3, aos 101 anos, mas se deu mal. A filha do coronel respondeu ao ministro:

“Meu avô, anti-fascista, defensor da Constituição e democrata, ABOMINAVA você, sua afronta ao estado democrático de direito e seu governo, que, entre outros, destrói a cultura e a produção audiovisual. Quem envergonha a FEB – e o Brasil – são vocês!”

Sergio Moro

@SF_Moro

Meus respeitos igualmente.A história da FEB é infelizmente insuficientemente valorizada no Brasil.Isso é algo que tem que mudar.Não podemos esquecer o esforço brasileiro contra o nazi-fascismo e os sacrifícios dos combatentes.Por favor, mais livros e filmes sobre isso, no mínimo. https://twitter.com/exercitooficial/status/1215647104745472001 

Exército Brasileiro

@exercitooficial

10ª Região Militar despede-se de herói da 2ª Guerra Mundial, ex-combatente da Força Expedicionária Brasileira (FEB): https://mla.bs/dd282c2a 

Ver imagem no Twitter

renata gomes @renatagames

Eu, neta do Cel. Alexandrino, o FEBiano da foto, herói da WWII, posto a seguinte informação, da eleição do ano passado:

Troféu puxa-saco: ministros encheram Bolsonaro de presentes em 2019

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Os dados do Planalto sobre os presentes recebidos por Jair Bolsonaro em seu primeiro ano no Palácio do Planalto mostram que catorze ministros e secretários do governo presentearam o chefe durante 2019.

Augusto Heleno deu a Bolsonaro quatro mimos e uma camisa do Palmeiras.

Onyx Lorenzoni, da Casa Civil, deu uma gravata.

Jorge Oliveira, da Secretaria-Geral, apareceu com uma escultura.

Luiz Eduardo Ramos levou um quadro.

Fora do Planalto, Sergio Moro, da Justiça, deu um livro — mesmo presente escolhido pelos ministros do Turismo e Transparência.

Fernando Azevedo, da Defesa, deu uma mochila e uma gravata.

O advogado-geral da União terrivelmente evangélico, André Mendonça, também deu gravata.

O ministro astronauta Marcos Pontes encheu a mesa do presidente: caneta, camiseta, bloco de notas, caderno…

Entre os secretários, o chefe da Secom, Fabio Wajngarten, deu uma garibada no guarda-roupas de Bolsonaro: cinco camisas polo, quatro camisas sociais e uma camisa do Grêmio.

Nabhan Garcia, secretário de Assuntos Fundiários, deu um par de botinas.

Ninguém superou, porém, o secretário da Pesca, Jorge Seif, que levou ao Planalto onze itens, entre bonés, broches, agendas… Veja

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Criticar Edir por dizer que Espírito Santo quer dinheiro é intolerância, diz Universal

Penso que violência nada resolve, mas nesse caso acredito que uma boa surra nessa corja que toma tudo o que pode dos miseráveis prometendo o que jamais irá entregar seria um castigo adequado e justo.

O Editor

 

 

 

Um vídeo [abaixo] de 2018 onde o bispo Edir Macedo diz a fiéis que o Espírito Santo quer dinheiro viralizou na rede social, fazendo com que a Igreja Universal desse a sua versão a uma jornalista da Folha de S.Paulo.

Para a Igreja, a frase de Macedo foi “retirada do contexto”.

Durante uma pregação, conforme mostra o vídeo, os fiéis aplaudem Edir Macedo, que diz: “Não, não, não, eu não creio que o Espírito Santo queira palmas. Ele quer que você nos ajude a pagar as nossas contas. Amém? Ele quer que você bata a mão no bolso”.


A Universal argumentou que a divulgação do vídeo é intolerância religiosa.

“O dízimo não é uma doutrina da Universal, mas um ensinamento bíblico. Quem devolve o dízimo, o faz por obediência à palavra de Deus.”

A nota diz que “aqueles que têm ódio da Universal e dos demais cristãos” não são obrigados a praticar a fé cristã, mas “não tem o direito de debochar quem opta por obedecer às sagradas escrituras”.

A citação do dízimo na Bíblia é controversa, mas a certeza mesmo é que o Espírito Santo em nenhum trecho das escrituras pede dinheiro.



Com informação da Universal, da Folha de S.Paulo e de outras fontes.

Copiado de: https://www.paulopes.com.br/2020/01/espirito-santo-quer-dinheiro.html

O PLANETA DA FUMAÇA ESTÁ CHEGANDO

 

 

Mais uma edição desse evento que rende certamente muito à RB$, mas que INFERNIZA a vida de quem tem imóvel em Atlântida, município de Xangri-Lá.

Para mim que conheço e bem Xangri-Lá onde vivi por uma década é na verdade um verdadeiro INFERNO. Eu disse INFERNO e não inverno.

Ali juntam, ao longo da Avenida Central de Atlântida algo que é inimaginável.

Se alguém duvidar do que digo que percorra a Avenida Central no dia que antecede essa coisa que dizem ser um evento.

Ali se vê de tudo, até mesmo gente digna e honesta.

Ano passado o destaque foi a presença maciça da GUARDA ESTADUAL DE QUARTEIRÃO que nunca conta com meios e efetivo necessários, mas quando a RB$ chama para lá acorrem com FORÇA AÉREA, CAVALARIA e até mesmo MARINHA.

Errei, me desculpem, pois MARINHA eles ainda não ousaram montar em respeito à MARINHA DO BRASIL.

A situação econômica em nosso país vai mal embora digam o contrário. Prova do que digo é que nesse ano os ingressos a esta bagunça, Planeta da FUMAÇA, estão sendo vendidos em suaves prestações mensais e a perder de vista.

Militares dos EUA são encontrados mortos em dormitório de base na Alemanha

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Vista aérea da Base Aérea de Spangdahlem na alemanha.
Vista aérea da Base Aérea de Spangdahlem na alemanha. (Foto: Divulgação)

Sputnik – Oficiais da Base Aérea de Spangdahlem, em Binsfeld, Alemanha, iniciaram uma investigação depois que dois pilotos americanos foram encontrados mortos, ontem, em um dormitório da instalação.

De acordo com um comunicado obtido pela Stars & Stripes, os dois homens foram encontrados inconscientes no quarto por volta das 18h30, horário local, do último dia 9, e foram declarados mortos pelos socorristas apenas 20 minutos depois.

“É com o coração pesado que informo a morte de dois [de] nossos aviadores, que foram encontrados sem resposta em um dormitório ontem”, diz o comunicado. “É difícil perder membros valiosos da nossa equipe. Em nome da Spangdahlem, a equipe de liderança gostaria de estender nossas sinceras e calorosas condolências aos amigos e famílias que foram afetados por essa tragédia.”

As identidades dos aviadores mortos não serão divulgadas até pelo menos 24 horas depois que seus familiares forem notificados do ocorrido, de acordo com a política do Departamento de Defesa dos EUA.

A declaração também observa que capelães militares, profissionais de saúde mental e outros especialistas estão prontos para apoiar qualquer outro membro militar após o incidente em Binsfeld.

Copiado de: https://www.brasil247.com/mundo/militares-dos-eua-sao-encontrados-mortos-em-dormitorio-de-base-na-alemanha?utm_source=notification-mobile&utm_medium=notification

Assessor de Guedes é denunciado pelo MPF na Operação Greenfield

Esteves Colnago foi denunciado por gestão temerária de fundos de pensão.
Assessor de Guedes é denunciado pelo MPF na Operação Greenfield
Notícias ao Minuto Brasil

10/01/20 07:50 ‧ Há 8 Horas por Folhapress

Economia Investigação

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O assessor do ministro Paulo Guedes (Economia) Esteves Colnago e mais 28 pessoas foram denunciados pelo MPF (Ministério Público Federal) em Brasília por gestão temerária de fundos de pensão. Eles são acusados de causar prejuízos de R$ 5,5 bilhões à Funcef (dos funcionários da Caixa Econômica), à Petros (Petrobras), à Previ (Banco do Brasil) e à Valia (Vale).

Servidor de carreira, Colnago foi ministro do Planejamento no fim do governo Michel Temer (MDB). Em seguida, ele passou a integrar o governo Jair Bolsonaro.

O desempenho como secretário especial adjunto de Fazenda desde o começo de 2019 agradou tanto que Guedes o promoveu nesta quinta-feira (9) a assessor especial, principalmente para articular com congressistas propostas de interesse da equipe econômica.

O MPF afirma que os crimes teriam sido cometidos entre 2011 e 2016.

Segundo a força-tarefa Greenfield, grupo de procuradores da República que apura desvios em fundos de pensão e bancos, Colnago era membro do conselheiro deliberativo da Funcef e, nessa condição, aprovou de forma temerária investimentos feitos na empresa Sete Brasil, de construção de sondas de petróleo.

Interlocutores do assessor afirmam que ele está calmo e tranquilo sobre sua conduta nos episódios. O Ministério da Economia diz que ele está à disposição para prestar esclarecimentos e que suas ações foram legais.

De acordo com o MPF, ele e outros gestores do Funcef autorizaram os aportes ignorando riscos, diretrizes do mercado financeiro e do CMN (Conselho Monetário Nacional), além dos próprios regimentos internos. Além disso, não teriam sido feitos estudos de viabilidade sobre os aportes.

A Sete Brasil foi formada durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e recebeu aportes de diferentes fundos de pensão, além de bancos, com o objetivo de construir sondas (unidades de perfuração) para a exploração de petróleo no pré-sal.

Posteriormente, as atividades da Sete Brasil passaram a ser investigadas. Segundo a força-tarefa, o prejuízo causado às entidades, de R$ 5,5 bilhões, é o maior entre todos os casos investigados.

A derrocada financeira da Sete começou ainda na fase inicial da Lava Jato, no fim de 2015.

As primeiras denúncias de executivos da Sete, que também eram da Petrobras -no envolvimento de pagamento de propinas a estaleiros brasileiros que construiriam as sondas-, levaram o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) a vetar o empréstimo de longo prazo que permitiria manter a máquina da Sete funcionando.

As perdas da Funcef com os aportes na Sete seriam de R$ 2,3 bilhões (em valores atualizados até outubro de 2019). O valor só não é maior que o da Petros, que teria registrado prejuízo de R$ 2,4 bilhões com os investimentos. Na Previ, a conta chega a R$ 331,6 milhões; na Valia, a R$ 340,1 milhões.

Os procuradores afirmam que Colnago e os demais conselheiros do Funcef referendaram em 16 de maio de 2012 um investimento de mais de R$ 1 bilhão na Sete Brasil sem qualquer discussão ou embasamento técnico, “com negligência assustadora” e como se estivessem tratando de “um tema qualquer”.

De acordo com os procuradores, o aporte foi feito sem ser examinado o mérito do investimento, deixando para um momento posterior a verificação de uma apresentação sobre o fundo.

“Nota-se a forma pouco razoável de se tratar um investimento daquela importância. Não há justificativa plausível para uma apresentação posterior à aprovação”, afirma um relatório que embasa a denúncia do MPF feito pela Previc (Superintendência Nacional de Previdência Complementar, que fiscaliza os fundos de pensão).

Além disso, os procuradores afirmam que no começo de 2012 já se sabia dos problemas na Sete Brasil, como o atraso no cronograma da construção das primeiras sondas.

De acordo com a denúncia, a apresentação sobre o investimento só foi feita quatro meses após a deliberação do conselho da Funcef, em setembro de 2012. E, mesmo assim, de forma superficial.

“Conclui-se que os denunciados violaram seus deveres fiduciários e de diligência ao assumir um investimento claramente temerário, sem adoção das cautelas necessárias para a gestão adequada dos recursos”, diz o MPF.

A pena prevista para quem gerir de forma temerária instituição financeira é reclusão de 2 a 8 anos, além de multa.

A força-tarefa pede, além do recebimento da denúncia e a condenação dos acusados, a reparação econômica e moral das vítimas equivalente ao triplo do prejuízo causado aos fundos -ou seja, mais de R$ 16 bilhões.

Colnago já responde a um processo administrativo na Previc sobre o mesmo caso.

Nos bastidores do Ministério da Economia, a denúncia do MPF contra Colnago foi recebida com ceticismo.

A visão entre colegas que comentaram o episódio é que a equipe confia no trabalho do assessor especial de Guedes.

Além disso, interlocutores de Colnago afirmam que ele está calmo e tranquilo sobre sua conduta nos episódios.

OUTRO LADO

Procurado, o Ministério da Economia afirmou que Conalgo está à disposição da força-tarefa Greenfield para prestar informações ao MPF.

“O assessor esclarece que todas as atividades exercidas como membro do conselho deliberativo da Fundação dos Economiários Federais (Funcef) ocorreram em consonância com o regimento interno e demais normas legais”, afirma nota da pasta.

Procurada, a Funcef afirmou que mantém sistemas de apuração para analisar investimentos feitos no passado.

Além disso, a instituição ressaltou que foi o primeiro fundo de pensão a se tornar assistente de acusação na Greenfield e que “contribui ativamente na produção de provas” para auxiliar as autoridades.

A Petros disse que vem colaborando de forma irrestrita com as autoridades e que já pediu para ser assistente do MPF em processos investigados pela Greenfield.

A Valia afirmou que seguirá defendendo o aporte, “cujos consistentes resultados demonstram inequivocamente o rigor técnico adotado”. Apesar disso, afirmou que vai buscar “a reparação pelos prejuízos sofridos no investimento”.

Já a Previ disse que o aporte foi feito de acordo com as normas regulatórias vigentes e precedido de estudos técnicos.

“Caso fique comprovado que o nome da Previ foi usado para vantagens indevidas, serão adotadas todas as medidas para reparação de danos”, afirmou o fundo, em nota.

A força-tarefa também investiga o ministro Paulo Guedes por suposta gestão temerária em negócios com fundos de pensão, feitos por uma gestora de ativos que pertencia a ele. O caso corre em sigilo. Guedes nega ilegalidades.

Prejuízo dos fundos por investimentos na Sete Brasil, em R$ bi

  • Previ 0,331
  • Petros 2,408
  • Funcef 2,394
  • Valia 0,340

Total 5,475O caso

Período dos supostos crimes: de 2011 a 2016

Pena: quem gerir instituição financeira de forma temerária pode ser condenado a reclusão de 2 a 8 anos, além de multa.O que o MPF quer?

Além da condenação dos acusados, a reparação econômica e moral das vítimas em valor equivalente ao triplo do prejuízo causado aos fundos

R$ 16 bilhões é quanto o MPF espera de reparação pelos danosFonte: MPF (Ministério Público Federal)

Copiado de:  https://www.noticiasaominuto.com.br/economia/1222536/assessor-de-guedes-e-denunciado-pelo-mpf-na-operacao-greenfield

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