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Tribunal mantém prisão preventiva de ex-PM investigado por tráfico internacional de drogas e de armas – TRF4

Publicado em 13 de Maio de 2020 às 09h52

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) negou Habeas Corpus (HC) impetrado pela defesa de um ex-policial militar, residente de Marechal Cândido Rondon (PR), que é investigado como um dos integrantes de uma organização criminosa de tráfico de drogas e de armas vindas do Paraguai. A decisão do relator do caso, desembargador federal Leandro Paulsen, indeferiu o pedido de concessão de liberdade provisória ao suspeito, ressaltando o risco de fuga e a necessidade de garantia da ordem pública.

O homem de 44 anos foi denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF) após ter sua prisão em flagrante decretada em abril, durante uma operação da Polícia Federal (PF) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF) em três cidades na região Noroeste do Paraná onde o grupo criminoso atuava.

Na ocasião, foram apreendidas oito toneladas de maconha, cerca de 20 armas, diversas munições além de veículos roubados. Segundo as investigações, as drogas e o equipamento seriam destinados a facções criminosas de São Paulo e do Rio de Janeiro.

O pedido de liberdade provisória do acusado foi negado pela 1ª Vara Federal de Umuarama (PR), que salientou os indícios de que ele teria participação importante nas atividades delituosas, sendo identificado como um dos comandantes do grupo.

Contra a decisão de primeiro grau, a defesa impetrou o HC no tribunal, sustentando que a prisão em flagrante, que ocorreu em trânsito, teria sido irregular por não serem constatadas atitudes delituosas no momento da interceptação.

Na análise do pedido liminar, o relator na corte verificou que os elementos probatórios são suficientes para a manutenção da preventiva, afastando a alegação de ilegalidade da prisão em flagrante.

Paulsen constatou o risco de persistência criminosa provocado pela liberdade do ex-PM, observando que ele já foi investigado em pelo menos outras três operações da PF ligadas ao tráfico de drogas.

O magistrado apontou ainda que o fato da detenção do acusado ter se dado em locomoção entre cidades poderia representar outra preocupação legal, o que sugere que possivelmente já possuía conhecimento das buscas e apreensões realizadas naquele dia, situação que recomenda a manutenção da prisão cautelar também sob o prisma da conveniência da instrução criminal, a fim de evitar a fuga do investigado e para prevenir eventual destruição de provas e ocultação de outros bens.

De acordo com o desembargador, ante a magnitude dos crimes narrados, em relação aos quais haveria o envolvimento do paciente, justifica-se sua segregação cautelar para o acautelamento da ordem pública.

Fonte: Tribunal Regional Federal da 4ª Região

Copiado de:  http://www.sintese.com/noticia_integra_new.asp?id=458557

Imagem do Dia

O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) organizou uma manifestação «virtual» para assinalar o Dia Internacional do Enfermeiro, em Braga, 12 de Maio de 2020, em cujo hospital estes profissionais recebem abaixo da tabela nacional. Este dia é celebrado anualmente devido ao nascimento de Florence Nightingale, também conhecida como fundadora da Enfermagem Moderna. Em 2020 assinala-se também o Ano Internacional do Enfermeiro, já que passam 200 anos do seu nascimento.
O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) organizou uma manifestação «virtual» para assinalar o Dia Internacional do Enfermeiro, em Braga, 12 de Maio de 2020, em cujo hospital estes profissionais recebem abaixo da tabela nacional. Este dia é celebrado anualmente devido ao nascimento de Florence Nightingale, também conhecida como fundadora da Enfermagem Moderna. Em 2020 assinala-se também o Ano Internacional do Enfermeiro, já que passam 200 anos do seu nascimento.CréditosHugo Delgado / LUSA

 

Ministros, delegados e deputada depõem sobre interferência de Bolsonaro na PF

Redação

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Até quinta-feira (14), nomes envolvidos no inquérito que investiga a suposta interferência política de Jair Bolsonaro (sem partido) serão ouvidos pela PF (Polícia Federal). A acusação foi feita pelo ex-ministro da Justiça Sergio Moro durante seu pedido de demissão.

Nesta segunda-feira (11), três nomes serão ouvidos na oitiva. O ex-diretor geral da PF Maurício Valeixo será ouvido pela manhã, em Curitiba. No período da tarde, Alexandre Ramagem -que teve seu nome indicado para substituir Valeixo- e Ricardo Saadi -ex-superintendente da PF no Rio de Janeiro- serão ouvidos em Brasília.

Já na terça-feira (12), no Palácio do Planalto, durante a tarde, serão ouvidos os ministros Walter Braga Netto -Casa Civil-, Augusto Heleno -Gabinete de Segurança Institucional- e Luiz Eduardo Ramos -Secretaria de Governo-.

A deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) será ouvida na quarta-feira (13), juntamente com os delegados Carlos Henrique de Oliveira Souza, Alexandre da Silva Saraiva e Rodrigo de Melo Teixeira.

INTERFERÊNCIA POLÍTICA DE BOLSONARO NA PF

O ex-ministro Sergio Moro pediu demissão do Ministério da Justiça no dia 24 de abril, após um ano e três meses no cargo. Ao anunciar a saída do governo, ele afirmou que não podia mais persistir no “compromisso que assumiu”.

Moro pontuou que havia assumido cargo com três missões: combate à corrupção, ao crime organizado e à criminalidade violenta.

O estopim para a saída foi a exoneração do diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo.

Sergio Moro disse que, em conversa com o presidente Jair Bolsonaro, alertou que a troca sem motivos na direção da Polícia Federal poderia ser uma interferência política. E que recebeu como resposta de Bolsonaro: “seria mesmo”.

Copiado de:  https://paranaportal.uol.com.br/politica/depoimentos-inquerito-interferencia-politica-bolsonaro/?utm_source=pushnews&utm_medium=noticia&utm_campaign=news

Vídeo: Veja a íntegra da entrevista do governador Flávio Dino hoje à TV Difusora

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Foto: Reprodução

O governador Flávio Dino concedeu entrevista hoje (11) à TV Difusora. Na pauta, novas medidas relacionadas ao lockdown, rodízio de veículos, requisição administrativa de leitos privados e possibilidade da volta progressiva do comércio. Veja no vídeo acima.

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Armas de quartéis abastecem facções

Triste, mas algo incontestável. O Rio de Janeiro é um verdadeiro câncer a corroer nosso país. Dali nada se salva. Está tudo podre e já faz décadas. Felizes seríamos se pudéssemos separar o mesmo fisicamente e jogá-lo em meio ao oceano.

O Editor

 

As armas e munições dos quartéis das polícias e do Exército estão sendo entregues para facções criminosas
Armas de quartéis abastecem facções

11/05/20 07:00 ‧ Há 1 Hora por Estadao Conteudo

Justiça Crime

O desvio de armas e munições dos quartéis das polícias e do Exército para facções criminosas, clubes de tiro e milícias virou rotina. Na segunda-feira passada, por exemplo, o Tribunal de Justiça da Bahia negou a soltura de um sargento da Polícia Militar, de 52 anos, preso em flagrante dias antes, em Salvador, com três pistolas que seriam vendidas a traficantes. O nome do policial só deve ser divulgado após o primeiro júri, mas, em instâncias superiores da Justiça, não faltam réus com identidade revelada, acusados de envolvimento em crimes semelhantes.

De granadas de luz e som da Presidência, como as utilizadas para dispersar multidões, a fuzis da Polícia Federal, o mercado ilegal de armamento vem se sofisticando cada vez mais. Um dos cooptados foi o sargento Marcelo Rodrigues Gonçalves. Cedido pelo Corpo de Bombeiros do Distrito Federal ao Gabinete de Segurança Institucional (GSI), ele despachou, em 2018, balas de fuzil e granadas da guarnição do Exército no Palácio do Planalto para pontos do Comando Vermelho, no Rio.

O caso de Gonçalves é um dos 15 inquéritos do Superior Tribunal Militar (STM) aos quais o Estadão teve acesso. Os processos revelam o esquema que começa com a cooptação de militares de baixa patente, passa por oficiais e termina na cúpula de organizações criminosas. Só esses processos indicam que pelo menos 200 mil balas de fuzis foram desviadas, um corte pequeno no universo de casos investigados.

O capitão Thiago Fonseca Lima e a mulher, a tenente Ana Carolina Pinheiro dos Santos, ambos do Exército, foram presos em maio do ano passado na rodovia Dom Pedro I, em Atibaia (SP), com 1.398 projéteis calibre 5,56 no assoalho do carro, depois de abastecerem clubes de tiro em Olaria, região de milícias do Rio. Thiago cumpre prisão domiciliar e Ana Carolina está em regime aberto.

Para defender o casal, o advogado André Rodrigo do Espírito Santo mergulhou em casos julgados na Corte sobre desvios de armas e munições. “Há uma falha no controle dessas munições, aí. É algo que tem de ter uma segurança muito maior do que eles utilizam”, disse.

As investidas do mercado ilegal de armas são conhecidas do comando do Exército. A reportagem obteve cópias de ofícios da instituição militar ao Tribunal de Contas da União (TCU) e ao Ministério Público Federal, além de documentos internos que mostram a preocupação da Força, nos 15 meses do governo Jair Bolsonaro, em cessar os desvios de armamentos e munições. Em reuniões no quartel-general de Brasília, oficiais deixaram claro o interesse em garantir um controle mínimo não apenas de seu armamento, mas também do comércio privado.

Diante da desorganização do setor e de pressões, o Comando Logístico do Exército (Colog) montou um grupo para criar uma legislação de controle de armas e munições. O esforço de um ano da comissão chefiada pelo general Eugênio Pacelli Vieira Mota, porém, sofreu um revés em 17 de abril, quando as portarias 46, 60 e 61, preparadas pelo grupo, foram revogadas antes de entrarem em vigor, a pedido de Bolsonaro.

Numa transmissão ao vivo na internet, na véspera, Bolsonaro recebeu pedidos do lobby das armas para cancelar as normas. Como o Estadão mostrou, a possível interferência do presidente em atos exclusivos do Exército é agora alvo de investigação do Ministério Público Federal. O Exército tem afrouxado o trabalho para garantir regras de rastreamento e controle de munições.

Bancos

A pressão por mais controle de armas e munições vem especialmente do setor bancário. De 2015 a 2018, a Confederação Nacional dos Trabalhadores da Segurança Privada registrou 361 atentados a carros-fortes no País. São quadrilhas que manejam explosivos desviados de pedreiras e armamento de uso restrito.

Ao investigar o ataque a um veículo de uma transportadora de valores na região metropolitana de João Pessoa, na Paraíba, em 2018, a polícia também encontrou 1,8 mil munições. A Companhia Brasileira de Cartuchos, fabricante dos projéteis, informou que as balas haviam sido furtadas de polícias de Pernambuco, Paraíba, Distrito Federal e São Paulo.

Criado para treinar pracinhas que lutariam na Segunda Guerra, o quartel do 11º Grupo de Artilharia de Campanha (11.º GAC), no Rio, não foi poupado pelo esquema que abastecia criminosos da comunidade do Chapadão. Num habeas corpus negado, em 2019, o civil Allan Malaquias de Oliveira confessou que intermediava a venda de munições calibre 7,62 mm entre militares e traficantes.

O inquérito não aponta, no entanto, o número exato de munições desviadas nem o nome de envolvidos. Esta lacuna aparece nos demais processos analisados pela reportagem. Os furtos só costumam ser descobertos quando o armamento já está nas mãos do crime. O caso que cita Malaquias só foi desvendado porque, ao passar de carro na Baixada Fluminense, ele foi parado pela PM.

Entre 2015 e 2018, um total de 1.049 armas foi desviado da Polícia Civil do Rio, segundo relatórios analisados pelo Instituto Sou da Paz, a pedido do Estadão. A esse arsenal se juntam as armas e munições desviadas dos batalhões das Forças Armadas e da PM.

Em abril do ano passado, uma perícia no celular do ex-policial Orlando Curicica mostrou mensagens trocadas entre ele e suspeitos de atuar como milicianos. O laudo foi anexado às investigações do caso Marielle Franco (PSOL) e Anderson Gomes e revelou que Curicica negociava armas para favelas da zona oeste do Rio. Ele pretendia comprar uma pistola Glock, apreendida na Cidade de Deus, que seria desviada do Grupamento Tático de Jacarepaguá.

Outro inquérito na Justiça Militar apura o uso de munições restritas ao Exército por milícias em São Paulo. Projéteis de um lote desviado da Polícia Federal, o UZZ 18, foram usados em pelo menos três casos de repercussão nacional: os assassinatos da juíza Patrícia Acioli, no Rio, em 2011, e de 23 pessoas, em chacinas, em 2015, em Osasco, Itapevi e Barueri (SP).

O lote roubado possuía 2,5 milhões de munições, sendo 1,85 milhão de calibre 9 mm, e dali também teriam saído as balas que mataram Marielle e Anderson, no Rio, em 2018. Num processo que chegou neste ano ao STM, o tenente-coronel Alexandre de Almeida, ex-chefe do Serviço de Fiscalização de Produtos Controlados da 1ª Região Militar, do Exército, foi preso, em abril de 2019, por desviar 110 armas para um clube de tiro na Serra, no Espírito Santo.

O setor comandado por ele era responsável pelo controle de armas naquele Estado e no Rio e fiscalizava clubes de tiro, comércio de explosivos e atividades de caçadores, atiradores e colecionadores. Com atuação no Rio, Almeida foi responsável por assinar o certificado de colecionador de Ronnie Lessa, o sargento reformado da PM acusado de envolvimento no assassinato de Marielle e Anderson. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Copiado de:  https://www.noticiasaominuto.com.br/justica/1435056/armas-de-quarteis-abastecem-faccoes?utm_medium=email&utm_source=gekko&utm_campaign=daily

Maurício Valeixo presta depoimento na PF de Curitiba nesta segunda-feira (11)

Redação

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Maurício Valeixo, ex-diretor geral da PF (Polícia Federal), presta depoimento na Superintendência de Curitiba nesta segunda-feira (11). Ele será ouvido pelos investigadores que atuam no inquérito que apura a suposta interferência política do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

O inquérito foi aberto após relatos do ex-ministro da Justiça Sergio Moro, durante seu pedido de demissão do cargo. Moro prestou depoimento no dia dois de maio em Curitiba.

Valeixo vai ser ouvido após ‘pedir’ sua demissão e, Sergio Moro, afirmar que Bolsonaro pedia o nome de Maurício desde agosto de 2019. O inquérito foi autorizado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) e vai investigar as acusações contra o Governo Bolsonaro.

Se as acusações não forem verdadeiras, o ex-ministro pode responder por denunciação caluniosa e crimes contra a honra.

Nesta segunda-feira (11), Alexandre Ramagem também deve ser ouvido, no período da tarde, após ter seu nome indicado para o cargo de diretor-geral da PF, que foi suspensa pelo STF.

De hoje, até quinta-feira (14), três atuais ministros, seis delegados da PF e a deputada federal Carla Zambelli serão ouvidos nas oitivas. As diligências foram solicitadas pelo procurador-geral da República, Augusto Aras.

Copiado de:  https://paranaportal.uol.com.br/politica/mauricio-valeixo-depoimento-em-curitiba/?utm_source=pushnews&utm_medium=noticia&utm_campaign=news

Flávio Dino rebate Bolsonaro: “Deveria fazer algo útil e não passear de jet ski”

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O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), rebateu, neste domingo (10/05), acusações virtuais disparados pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sobre as medidas protetivas determinadas no estado.

Pelo Twitter, Bolsonaro havia comparado o chamado lockdown – confinamento em português – instituído em cidades como São Luís (MA) ao caos social vivido pela Venezuela. “O chefe de família deve ficar em casa passando fome com a sua família. Milhões já sabem como é viver na Venezuela”, escreveu o capitão do Exército reformado.

As imagens trazem um policial militar, com a bandeira do Maranhão estampada na farda, em um procedimento de revista dentro de um ônibus. O agente de segurança pergunta se os passageiros estão se deslocando por motivo de “atividade essencial” —ou seja, dentro das exceções previstas pelo decreto que enrijeceu a quarentena no estado em decorrência da pandemia do coronavírus. O material mostra ainda o PM pedindo às pessoas sem documento e/ou “declaração de que vai trabalhar” que desçam do coletivo. Não é possível identificar a autoria do vídeo, tampouco se ele foi realmente registrado no sistema de transporte público maranhense.

Dino também usou a mesma rede social para contra-atacar. Em sua conta no micro-blog, o governador maranhense diz que Bolsonaro tenta “sabotar” as medidas sanitárias.

Bolsonaro inicia o domingo me agredindo e tentando sabotar medidas sanitárias determinadas pelo Judiciário e executadas pelo Governo. E finge estar preocupado com o desemprego. Deveria então fazer algo de útil e não ficar passeando de jet ski para “comemorar” 10.000 mortos”, escreveu o governador.

Se Bolsonaro morasse em São Luís, não teria como se deslocar para apoiar coronavírus, passear de jet ski e fazer números de “humor”. Por isso ele se preocupou com a restrição a atividades não essenciais. Afinal, o seu atual cotidiano nada tem de essencial para a nossa Nação“, completou Flávio Dino.

Veja a publicação:

DESRESPEITO DE VIZINHO A SERVIÇO DOS IANQUES – Venezuela apreende 3 lanchas da Marinha da Colômbia em seu território

domingo, 10 de maio de 2020




AMÉRICAS
03:31 10.05.2020(atualizado 06:47 10.05.2020)

Lancha da Marinha da Colômbia (imagem referencial)

O achado se deu ainda pela madrugada de ontem (9) nas margens do rio Orinoco no sul. No momento, as lanchas se encontram em poder dos militares venezuelanos.
Em uma publicação no Twitter, fotos mostram o material apreendido.
Venezuela apreende 3 lanchas de combate com emblemas da Marinha da Colômbia. Os barcos “armados com metralhadoras calibre .50 e M60” se encontravam “em estado de abandono” na costa do estado de Bolívar, informam os militares venezuelanos.

‘Correnteza forte’

Por sua vez, a Marinha colombiana emitiu um comunicado em seu Twitter dizendo que as lanchas estavam na orla do rio Meta, mas que a correnteza local acabou por as arrastar até o território venezuelano.
De acordo com fatos sob investigação, três embarcações da Instituição [Marinha da Colômbia] que se encontravam em um Posto de Controle Fluvial amarrados na margem do rio Meta, em Vichada, foram arrastados pela corrente até o território venezuelano.

Prisões

Para além disso, o presidente venezuelano Nicolás Maduro anunciou também ontem a captura de outros três supostos mercenários implicados na tentativa de invasão do território venezuelano por via marítima no estado de La Guaira uma semana atrás.

“Devo informar que hoje capturamos mais três mercenários, foram capturados pelo grupo de comando marítimo número 82”, afirmou o presidente em cadeia televisiva, publicou o portal Minuto30.com.

Na ocasião, foram interceptadas lanchas com homens armados supostamente vindas do território colombiano.
Entre os homens armados estavam dois cidadãos americanos.
O grupo teria como objetivo “cometer assassinatos de líderes” do governo venezuelano, segundo o ministro da Justiça do país, Néstor Reverol.

Fonte: https://br.sputniknews.com/americas/2020051015561444-venezuela-apreende-3-lanchas-da-marinha-da-colombia-em-seu-territorio-fotos/

 Copiado de:  http://izidoroazevedo.blogspot.com/2020/05/desrespeito-de-vizinho-servico-dos.html

Americano detido na Venezuela diz que ataque visava levar Maduro aos EUA

 

Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro -

 

Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro

De Caracas

07/05/2020 01h41

Luke Denman, um dos dois americanos detidos na Venezuela por participarem de um ataque marítimo frustrado no país no último domingo, disse nesta quarta-feira que tinha ordens para assumir o controle do aeroporto nas imediações de Caracas e enviar o presidente Nicolas Maduro aos Estados Unidos.

“Tinha que ter certeza de que assumi o controle do aeroporto para que pudéssemos levar Maduro com segurança para o avião”, disse o americano, que também declarou ter entrado para as Forças Armadas dos EUA em 2006 e se especializado em infiltração e trabalhos táticos.

As declarações de Denman em interrogatório foram apresentadas por Maduro durante uma entrevista coletiva realizada no palácio presidencial de Miraflores, na capital do país sul-americano, que também contou com a presença de ministros e do alto comando militar e teve a participação de embaixadores e jornalistas por videoconferência.

O americano explicou que sua parte no plano, descrita pelo governo venezuelano como uma invasão fracassada, consistia em estabelecer “segurança própria”, se comunicar com as torres do aeroporto que servem Caracas e “trazer os aviões”.

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“Um (desses aviões) era para levar Maduro para os EUA”, contou o americano em um interrogatório com mais de 30 perguntas e que foi filmado e exibido na imprensa estatal.

Denman disse ter trabalhado com Jordan Goudreau, representante da empresa americana Silvercorp, nesse plano, e alegou ter entrado na Venezuela com dois compatriotas, mas até agora apenas dois americanos foram detidos: ele e Airan Berry.

Quando perguntado sobre quem comanda Goudreau, Denman respondeu: “presidente Donald Trump”.

Maduro afirmou considerar impossível que os governos de Estados Unidos e Colômbia consigam provar não ter ligação com o caso porque, segundo ele, inúmeras evidências os ligam ao ataque, ocorrido entre domingo e segunda-feira no litoral dos estados de La Guaira e Aragua.

Além disso, Denman mostrou no vídeo do interrogatório um contrato no qual, segundo ele, consta a intenção de retirar Maduro da Venezuela. O documento seria assinado por Goudreau, o assessor político venezuelano Juan José Rendón e o líder da oposição Juan Guaidó.

A resposta do governo venezuelano para dissuadir essa “tentativa de assassinato” deixou até agora oito pessoas envolvidas mortas e pelo menos 19 detidas.

Copiado de:  https://operamundi.uol.com.br/politica-e-economia/64561/venezuela-captura-mais-4-envolvidos-em-tentativa-de-invasao-ao-pais?bol

Bolsonaro dobra gastos secretos com cartão corporativo da presidência

 

Sem pobrema, pois o gado paga e ainda apraude o indiota.

O Editor

 

 

 

O total de gastos sigilosos vinculados a Bolsonaro e sua família foi de R$ 3,76 milhão neste ano, um salto em relação a períodos anteriores. Órgãos como GSI e Abin também tiveram alta

 

Jair Bolsonaro e General Augusto Heleno
Jair Bolsonaro e General Augusto Heleno (Foto: Carolina Antunes/PR)

247 – Jair Bolsonaro e sua equipe gastam cada vez mais recursos públicos sem prestar contas à sociedade. “Os gastos com cartão corporativo da Presidência da República, usado para bancar despesas sigilosas do presidente Jair Bolsonaro, dobraram nos quatro primeiros meses de 2020, na comparação com a média dos últimos cinco anos. A fatura no período foi de R$ 3,76 milhões, valor que é lançado mensalmente no Portal da Transparência do governo, mas cujo detalhamento é trancado a sete chaves pelo Palácio do Planalto”, aponta reportagem de Patrick Camporez e Thiago Faria, publicada no jornal Estado de S, Paulo.

“O fato é que, neste início de ano, essas despesas deram um salto e fugiram do padrão do que gastaram os ex-presidentes Dilma Rousseff e Michel Temer no mesmo período. Foge do padrão, inclusive, do que gastou o próprio Bolsonaro no seu primeiro ano de mandato, quando apresentou uma despesa de R$ 1,98 milhão de janeiro a abril. Mas não foi só a fatura dos cartões ligados diretamente a Bolsonaro que explodiu neste início do ano. O total de despesas sigilosas da Presidência, que inclui também gastos do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) e da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) aumentaram na mesma proporção. Foram R$ 7,55 milhões em despesas sigilosas da Presidência da República de janeiro a abril, 122% a mais do gasto no mesmo período do último ano do governo Temer. Em cinco anos, o mais próximo disso foram os R$ 4,69 milhões (em valores corrigidos pela inflação) despendidos em 2015, na gestão de Dilma”, apontam ainda os jornalistas.

Copiado de:  https://www.brasil247.com/regionais/brasilia/bolsonaro-dobra-gastos-secretos-com-cartao-corporativo-da-presidencia?utm_campaign=os_destaques_da_manha_no_247_em_10520&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

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