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Garrafas de cerveja achadas em navio podem ter mais de 200 anos
Crédito: AFP / CP |
Garrafas, que estavam em um navio naufragado, podem ter cerca de 200 anos
As “mais antigas cervejas do mundo” foram descobertas nesta quinta-feira em meio aos destroços de um navio no Mar Báltico, alguns dias depois do início das operações para a retirada do mesmo local de garrafas de champanhe de 200 anos, anunciaram as autoridades locais. Intactas, as garrafas com a bebida foram retiradas dos destroços de uma embarcação que está a 50 metros de profundidade, talvez há mais de dois séculos.
“Acreditamos que são de longe as mais antigas garrafas de cerveja do mundo”, declarou Rainer Juslin, um porta-voz do governo local de Aaland, uma província semiautônoma da Finlândia.
Os mergulhadores se depararam com o carregamento no momento em que participavam de uma operação no local para retirar 70 garrafas de champanhe, descobertas em julho. O champanhe está sendo considerado o mais antigo ainda em condições de ser bebido do mundo.
A cerveja estava no navio não identificado que as autoridades de Aaland acreditam que tenha naufragado no início dos anos 1800. A origem do navio e a data exata de seu naufrágio não foram determinadas pelos especialistas.
“A temperatura constante e a baixa luminosidade forneceram as condições ideais para a conservação, e a pressão presente nas garrafas de cerveja permitiu evitar que a água do mar entrasse pela rolha”, indicou o comunicado divulgado nesta quinta-feira.
Em relação ao champanhe, a hipótese de que fosse da casa Veuve Clicquot, uma das mais conhecidas do mundo, foi mencionada em julho, pois as rolhas ainda traziam o desenho de uma âncora, exclusivamente utilizado por esta produtora. Mas depois de ter provado um pouco do champanhe, um representante da marca considerou no início de agosto que pertencia à casa Juglar, que já não existe mais. As garrafas de champanhe podem valer dezenas de milhares de euros cada uma.
O carregamento do navio pertence legalmente às autoridades das ilhas de Aaland. Este arquipélago de língua sueca pertence à Finlândia, mas possui um governo local autônomo.
Fonte: www.correiodopovo.com.br
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