Já faz muitos anos li, confesso que não recordo onde, que esse ancião conhecido como José Sarney teria nascido JOSÉ RIBAMAR DE ARAUJO COSTA. Como lá havia uma companhia inglesa que gerava energia elétrica assim como mantinha um serviço de bondes elétricos, uma das muitas coisas que certos merdas durante a ditadura mandaram extinguir. Quem mandava naquela companhia era um inglês que exigia que o tratassem pelo título de SIR e cujo nome seria NEY. Assim por soar bonito papais passaram a dar tal nome aos seus filhotes.

O então José Ribamar de Araujo Costa tinha um colega em sala de aula cujo nome seria Epitácio que foi o nome dado aqui no extremo sul ao meu sogro, obviamente já falecido, pois amigo de infância de outro garoto que também trocou de nome. Refiro-me ao ITAGIBA de Moura Brizola, ambos nascidos em São Bento, subdistrito de Carazinho e cujo município era Passo Fundo.

ITAGIBA quando chegou em Porto Alegre foi tratar de fazer seus documentos e por não gostar do nome adotou o nome de Leonel. A passagem de Brizola por Viamão onde foi acolhido pela senhora Julieta PINTO Cesar, uma verdadeira mecenas é também uma bela história.

Voltando ao objeto desse comentário que é aquele que ainda se julga senhor do Maranhão. Certa feita, consta que em sala de aula a professora perguntou a um dos alunos de onde vinha a laranja tendo o mesmo respondido que da LARANJEIRA. A seguir a professora teria perguntado ao Epitácio de onde vinha o café e ele prontamente teria respondido que da CAFETEIRA.

Nosso gigantesco país de norte a sul e de leste a oeste e repleto de histórias, umas demasiado tocantes e outras tantas demasiado hilárias.

O Editor

 

 

No devastador artigo “José Sarney, o mais longevo oligarca brasileiro”, o professor e historiador Marco Antonio Villa sintetiza momentos da biografia do político maranhense, que começou jovem na política, apoiou a ditadura militar, lutou contra as ‘diretas já’, caiu de paraquedas na Presidência da República e foi senador pelo Macapá por 24 longos anos sem nunca ter de fato morado lá.

Tudo isso sem ter realizado “uma importante ação em prol do Brasil, nada, absolutamente nada”, frisa Villa.

Mas o historiador esqueceu de citar que Sarney também nunca fez nada pelo Maranhão. O velho cacique lidera o clã que por mais de 50 anos governou o estado. Sarney e sua família são frequentemente apontados como responsáveis pelos péssimos indicadores socioeconômicos do Maranhão, acumulados nas últimas cinco décadas. Até 2014, o estado era sempre lembrado pela extrema pobreza e pelas condições medievais de vida do povo maranhense.

Ha três anos afastados do poder, Sarney vê o futuro de seu grupo político ameaçado. Com sua base derretida e poucos aliados históricos, sua filha Roseana Sarney (MDB) tentará retomar o poder nas eleições gerais deste ano. Com baixa popularidade até entre a classe política, as chances de Roseana são mínimas.

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