O Rio Grande do Sul quando governado por Antonio Britto do MPDB e tendo ao seu lado o líder desse grupo na AL José Ivo Sartori começou a DESTRUIR O ESTADO. A CEEE foi dividida em três pedaços, dois quais dois foram então vendidos por UM BILHÃO E MEIO DE REAIS o que era muito dinheiro já naquela época. Diziam eles que com tal valor iriam quitar todas as dívidas da empresa.

Derrotados na tentativa de reeleição de Britto o que restou da empresa continuou com enorme dívida. Foi essa mesma dupla que criou o Plano de Demissões Voluntárias em que o Estado pagava expressivo valor na área de Segurança Pública aos que solicitassem demissão.

Vi então muitos colegas meus dos quadros da POLÍCIA JUDICIÁRIA irem advogar com os bolsos cheios de dinheiro.

Em outro governo desse mesmo partido um irmão do Governador confundiu valores da CEEE com os seus e assim sumiram CEM MILHÕES DE DÓLARES. Descoberto o fato o irmão do Governador pulou de um prédio no centro de Porto Alegre, morrendo.

Eles não liquidaram o Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem, DAER, que preservado pelos governos seguintes por que ali todos ENGORDAM SEUS CABOS ELEITORAIS à eleição seguinte.

O atual Governador, a mais perfeita anta serrana, o tal Sartori é um grande mentiroso e vendeu aos idiotas a falsa imagem de que temos segurança. Comprou muitos, muitos mesmo automóveis de luxo e igualmente armas. Não disse ao povo idiotizado que veículos e armas nada fazem, sendo apenas instrumento.

Como em todos os Estados da Federação aqui temos uma coisa burra, coisa de terceiro mundo, uma guarda de quarteirão militarizada e que por isto pouco ou nada produz em termos de segurança.

Ali um “coroné”, figura preciosa que por preciosa nunca vai às ruas prestar serviço, ao final do mês assim como a única autoridade policial que é o Delegado de Polícia em final de carreira recebe TRINTA MIL REAIS DE SALÁRIO.

Não há assim dinheiro suficiente para nada mais.

Polícia surgiu na Grécia antiga para manter a ordem na POLIS (cidade em grego) e como tal para funcionar precisa ser treinada a pensar e agir. Não sendo assim quem pensa sabe que longe está de ser POLÍCIA. E aqui no Estado eles têm até mesmo um TRIBUNAL PARTICULAR, apenas deles. Parece brincadeira, mas infelizmente verdade.

São assim muitas as razões que levaram boa parte dos Estados da Federação à situação em que se encontram. Aqui ainda o gringo andou abrindo mão de cobrar dívidas expressivas de ricos empresários que assim ficaram ainda mais ricos.

Nesse país somente paga impostos quem consome. Grandes empresários, salvo honrosas exceções são os piores bandidos que há por que não pagam impostos e são tidos como pessoas respeitáveis quando não passam de vermes.

O Editor

 

 

 

Mais da metade dos Estados descumpriram a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) no ano passado ao estourar o limite de gastos com pessoal. O relatório divulgado ontem pelo Tesouro Nacional mostra que o problema vem se agravando nos últimos anos: em 2017, 16 Estados e o Distrito Federal extrapolaram as despesas com salários e aposentadorias. No anterior, foram nove Estados.

Por lei, as administrações não podem destinar mais de 60% da Receita Corrente Líquida (RCL) à folha de pessoal, o que coloca em risco as finanças públicas e aumenta o risco de insolvência. Os governadores eleitos terão de lidar com esse problema.

Ao destinar a maior parte da receita para pagar servidores, sobra cada vez menos para manter o funcionamento de serviços básicos que estão sob a responsabilidade dos Estados, como segurança e educação. “Se não forem revistos os parâmetros constitucionais atuais, há grande risco de ampliação das situações de insolvência nos próximos anos”, alerta o documento do Tesouro Nacional.

Em cinco Estados, o comprometimento com gastos de pessoal já ultrapassa os 75% da receita corrente líquida. Um deles é o Rio de Janeiro, que está no Regime de Recuperação Fiscal (RRF) com a União, mas ainda enfrenta dificuldades para equilibrar suas contas. Com um histórico de reajustes salariais generosos antes de ingressar no programa de socorro federal, o governo fluminense destinou 81% da receita ao pagamento da folha no ano passado.

A situação mais crítica é do Rio Grande do Norte (86%), que no fim do ano passado pressionou o governo federal por uma medida provisória (MP) para repassar dinheiro ao Estado e ajudar no pagamento de salários dos servidores – o que seria ilegal. O Ministério da Fazenda barrou a medida. Minas, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul comprometeram quase 80% da receita com gastos com pessoal.

Maquiagem
Além de expor a fragilidade das contas estaduais, o documento ainda demonstra a maquiagem contábil feita pelos Estados para ficar artificialmente dentro dos limites da Lei de Responsabilidade Fiscal. Apenas seis governos estaduais admitem em seus próprios dados que extrapolam a regra prevista em lei.

Os cálculos feitos pelo Tesouro Nacional contabilizam despesas que são deixadas de lado pelos Estados na tentativa de evitar as sanções da LRF para o caso de descumprimento do limite de gastos com pessoal. Muitos governos estaduais excluem das contas despesas com inativos ou auxílios, chancelados por resoluções dos Tribunais de Contas Estaduais (TCEs).

O Rio Grande do Sul, que pretende aderir ao Regime de Recuperação Fiscal para ter alívio na sua dívida e ter acesso a novos empréstimos, é um dos que ainda não reconhecem a maquiagem. Pelos dados do Estado, o comprometimento de receitas com pessoal está em 56%, abaixo do limite. O Estado está parcelando salários e já admite que não pagará o 13.º no prazo.

Há preocupação ainda porque em alguns casos a diferença entre o comprometimento admitido pelo Estado e o cálculo do Tesouro supera os 30 pontos porcentuais. É o caso do Rio Grande do Norte, que tem um comprometimento de 86% segundo o Tesouro (o maior entre os Estados), mas admite apenas 52%.

O alerta do Tesouro é para o fato de que hoje há muitas amarras que impedem a redução das despesas e, no futuro, não haverá paliativos. Mesmo que haja esforço de contenção de gastos pelas próximas gestões estaduais, a situação ainda será crítica porque o envelhecimento da população e o crescimento das aposentadorias elevarão as despesas com inativos de qualquer forma, aumentando o peso da folha.

De 2005 a 2016, o gasto per capita com servidores estaduais teve alta real média de 57%, sendo que em cinco Estados o avanço foi de mais de 80% acima da inflação. O resultado que se vê agora é o endividamento elevado de alguns Estados e uma folha de pessoal crescente e incompatível com seu volume normal de receitas.

Colapso
O economista Raul Velloso, especialista em contas públicas pondera que o relatório do Tesouro “não conta toda a história” da trajetória de endividamento dos Estados. “O Tesouro constata que os gastos com pessoal passaram do limite e deduz que o Estado está insolvente. Mas é preciso entender a causa para apontar um ‘caminho da salvação’.” Ele avalia que a principal fonte de problemas das folhas dos governos estaduais hoje está nos servidores aposentados e que os governadores eleitos devem, a partir do ano que vem, traçar estratégias para reverter os gastos crescentes.

Ana Carla Abrão Costa, que foi secretária da Fazenda de Goiás, lembra que os dados de despesa com pessoal dos Estados no ano passado aponta uma tendência que os economistas já vinham alertando. “É uma trajetória insustentável e que já estava delineada. Se os Estados não fizerem um ajuste, as despesas com pessoal vão consumir toda a receita. Eles estão a caminho do colapso dos serviços públicos.”

“Os gastos elevados com pessoal são um alerta. São despesas obrigatórias e de difícil redução. Para alguns Estados, em que a folha tem um peso maior, é ainda mais urgente, porque muitos estão em um processo acelerado de envelhecimento da população, o que vai pesar no futuro”, diz Fabio Klein, da Tendências. (Estadao)

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