Precisamos colocar ordem nesse galinheiro que é o Congresso Nacional onde se não todos, a grande maioria tem preço vez que não tem vergonha na cara.

Henrique Eduardo Alves por longos QUARENTA QUATRO ANOS foi deputado federal eleito pelo Rio Grande do Norte e hoje enrolado em falcatruas acredito que até preso esteja. Precisamos limitar os mandatos a não mais do que dois bem como fazer com que contribuam ao Regime Geral da Previdência e assim não encham os bolsos com o dinheiro dos contribuintes como ocorre hoje. Senadores são outra praga, pois quando decidem deixar o Parlamento passam o resto da vida gozando de todo o tipo de assistência. Sei de um ex Senador que quando deixou o parlamento fez serviço odontológico que custou SESSENTA E SEIS MIL REAIS e isto por que não optou por fazer tal prótese com porcelana o que poderia alcançar a casa dos CEM MIL REAIS. Esses ex-senadores gozam de toda a assistência como se estivessem no exercício do mandato até o momento em que morrerem.

O Editor

A Câmara dos Deputados da Itália votou nesta quinta-feira (12) uma lei para cortar as pensões de ex-parlamentares, cumprindo uma promessa do governo do Movimento Cinco Estrelas de reduzir os privilégios dos legisladores. O corte de vantagens e benefícios dos deputados, vistos como algo bastante impopular, sempre foi uma das plataformas do partido fundado em 2009, que formou um governo no mês passado aliando-se à Liga, partido de extrema-direita. Segundo um levantamento do instituto de pesquisa Vision, um think tank com sede na capital italiana, o custo total para manter a Câmara do país, com 630 deputados, daria para financiar, juntas, as Câmaras de Reino Unido, Alemanha, França e Espanha. Os gastos com as pensões de ex-deputados estão entre as principais queixas do povo italiano,  que nos últimos anos foi alvo de uma reforma previdenciária que aumentou a idade para aposentadoria e reduziu os custos de demissões para os cofres públicos. O novo sistema aprovado pela Câmara corta profundamente as pensões de quase 1.400 ex-deputados, alguns dos quais prometem recorrer da medida na Justiça.

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