Na POLÍCIA JUDICIÁRIA de nosso Estado há alguns Delegados jovens que penso estejam falando demais à imprensa. Na PF se mantinham quietos e nessa semana que passou abriram o bico resultando nesse absurdo (carne fraca) que foi veiculado por meios de comunicação.

Agentes do MP tanto em nível estadual quanto federal também há gente falando muito, demais mesmo. Exemplo disto aqui no Estado é um agente do MP de nome Amorim que se julga o legitima cereja do bolo e não perde chance de criticar a magistrados. Penso que se ele se julga tão competente por que não se submeteu a concurso à Magistratura?

Os agentes da PGR, especialmente DALLAGNOL tem língua comprida e solta. Ele virou vedete e não há semana em que não deite falação na TV.

Chegou a montar um verdadeiro circo para desmoralizar o ex Presidente Lula com o tal Power Point.

Pouco sei de processo penal, mas sei que a investigação compete somente à POLÍCIA seja a FEDERAL ou a JUDICIÁRIA de cada Estado. Essa atividade nada tem a ver com a presença de agentes do MP na mesma.

Assim diz a CF/88. A POLÍCIA investiga e concluso o inquérito policial a autoridade policial única, o Delegado de Polícia remete os autos do inquérito policial ao Juiz de Direito. Este, uma vez recebido o IP o encaminha ao MP para manifestar-se já que este é tão somente o titular da ação penal.

A titular da AGU manifestou desgostosa com processo que Lula move contra o tal DALLAGNOL. O Lula está certo, pois o que estão fazendo em Curitiba é até criminoso.

Inadmissível que alguém que não tendo sido formalmente INTIMADO sem que tenha obedecido tal ordem possa ser CONDUZIDO COERCITIVAMENTE.

Isto é evidente que prejudica a defesa de qualquer um. E o que dizer do STF? Bem, aí a coisa é ainda mais séria, pois lá há um sujeito de nome Gilmar Mendes que em minha ótica é mais do que abusado, pois tem a língua solta.

Foi-me ensinado quando fui à escola primária que o magistrado fala nos autos do processo e não à imprensa.
Nosso STF hoje infelizmente me obriga a dizer que me faz lembrar um desses lupanares que encontramos à margem de rodovias.