Aos inocentes e desinformados como o próprio Polibio Braga informo que essa família Tuma longe está de ser respeitável.

O pai do autor desse dito livro, Romeu Tuma era Delegado de Polícia no Estado de São Paulo e por ser emendado com o PSDB (mal da família) foi nomeado por FHC Chefe da PF. A PF apreendeu expressiva quantidade de cocaína em Fortaleza e ele ao ser comunicado mandou colocar num hangar do aeroporto daquela cidade na qual chegou algumas horas depois num jatinho da FAB, deu entrevistas aos meios de comunicação e restou eleito Senador por São Paulo.

Lula quando assumiu o Governo criou a CGU e conferiu à PF status de POLÍCIA DE ESTADO E NÃO MAIS DE GOVERNO. Para tal definiu em lei que a PF só pode ter como Chefe Delegado de Polícia da própria, no último padrão da carreira e ainda no exercício da função. Antes a PF era uma Polícia de GOVERNO.

O Editor

 

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Lula vendia o controle das greves que liderava ao patriarca da empreiteira Odebrecht. Ao lado, fotos do livro de Tuma Jr, no qual ele conta detalhes das traições de Lula. Ele era informante do Dops e operava como pelego no Sindicato dos Metalúrgicos,.  

Para qualquer sindicalista, da direção ou da base, que militasse nos anos 70 no movimento operário, a mais forte condenação feita a um adversário era chamá-lo de pelego. Afinal, de acordo com o Dicionário Houaiss, a palavra designa “agente disfarçado do governo que procura agir politicamente nos sindicatos”. O sentido original do termo remete à “pele de carneiro com a lã, colocada sobre os arreios para tornar o assento do cavaleiro mais confortável”. Ou, por extensão, “indivíduo servil e bajulador, capacho, puxa-saco”.

Dificilmente alguém que conhecesse, então, a fama de Luiz Inácio da Silva, o Lula, eleito presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e Diadema (hoje do ABC) em 1975 com 92% dos votos e principal líder das greves da categoria na virada dos 70 para os 80 do século 20, o desqualificaria dessa forma.

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Postado por Polibio Braga