O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou ontem (23) o pedido do governo Yeda Crusius de levantar a suspensão do projeto Professor Digital, paralisado por uma liminar concedida pelo Tribunal de Justiça do Estado à Associação Software Livre e à comunidade BrOffice. As entidades apontaram irregularidades no pregão de compra dos computadores com valores subsidiados já adquiridos por 16 mil professores públicos e em processo de compra por outros 18 mil. O edital publicado pelo governo estadual exigia máquinas com Windows 7 Home Basic PPP em português do Brasil pré-instalado ou superior e Office Pro Plus 2007. Segundo Sady Jacques, da Associação Software Livre, o edital fere a lei 8666, que proíbe a realização de licitação que determine marcas, características e especificações exclusivas para os objetos a serem adquiridos. As entidades defendem a compra separada de hardware e software, que seria legal e mais econômica
Fonte: http://rsurgente.opsblog.org/
Diz o blogueiro – tem alguém que ou é muito bonzinho e fez tudo pela Microsoft neste caso ou é um baita ladrão. Escolha você leitor, pois eu já fiz a escolha e penso que haja corrupção e das grandes. Até parece com as licitações da Prefeitura de Xangri-Lá que não diz a marca do carro que quer, mas coloca inclusive distância entre eixos. Gente fina não é mesmo e nós os Otávios, digo, otários. Até quando?



fevereiro 25th, 2010 at 1:50
O edital deveria ter previsto as duas possibilidades, conforme coloquei num post inicial, no meu blog e lá há também uma enquete sobre o Programa Professor digital. Liberdade por liberdade, a escolha deve ser de quem adquirir o notebook.