Isto só podia vir mesmo de bandidos e da pior espécie. Nada falam ou cogitam de endurecer com os que sonegam impostos. Até poderiam pensar em como punir e com cadeia os Marrinho$, Sirot$ki$, Gerdau$ e outros milhares tão ordinários quanto estes, pois não pode haver crime maior do que este vez que assim privam crianças de merenda em escolas e enfermos de leitos e medicamentos em hospitais, mas isto não é problema deles, pois desfrutam do que há de melhor quando necessitam.
O Editor
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Limitar gastos com saúde e educação é uma das estratégias do novo governo Temer. Isso pode acontecer se for aprovada a PEC 241. Ela muda a Constituição, é a principal medida concreta de ajuste fiscal apresentada e, se aprovada pelo Congresso, irá fixar a regra pelos próximos 20 anos. A lei hoje exige que os governos apliquem um percentual mínimo de sua receita em educação e saúde. O governo federal é obrigado a aplicar na saúde ao menos o mesmo valor do ano anterior mais o percentual de variação do PIB. Estados e municípios precisam investir 12% e 15%, respectivamente. Na educação, o governo federal deve gastar 18% do arrecadado, e Estados e cidades, 25%. Pela proposta, os percentuais se mantêm, mas o cálculo seria feito sobre o valor aplicado no ano anterior corrigido pela inflação, e não mais sobre a receita líquida do governo. Aprovada na CCJ, a PEC está em análise por uma comissão especial, que tem até 40 sessões para discutir e votar o tema. Ainda precisa passar por votação no plenário da Câmara e depois no Senado.

Fonte: www.AffonsoRitter.com.br