Sou antigo e admito. Temos alguém ligado a nós que está na POLÍCIA JUDICIÁRIA já passa de cinco anos e casado com uma sua colega de trabalho. Faz alguns meses estiveram aqui em casa e perguntei a eles se portavam apenas pistolas ao que responderam sim. Sugeri então a ambos que adquirissem cada um revólver com tambor capaz de receber somente cinco cartuchos, pois são pequenos e fáceis de portar. Lembrei a eles que se por alguma razão essas pistolas falharem e não dispuserem de um revólver suas vidas estarão nas mãos dos criminosos.  Em favor do revólver há ainda o fato de que se ao acionar o gatilho e um cartucho não disparar basta acionar novamente o gatilho e o disparo sairá.

O Editor

quarta-feira, 16 de maio de 2018

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios ajuizou uma ação civil pública e uma ação criminal contra a empresa Forjas Taurus S/A, acusada de vender armas defeituosas à Polícia Civil do de Brasília. Os lotes dos equipamentos foram adquiridos pela corporação em 2014. Segundo a ação, uma perícia do Instituto de Criminalística do órgão constatou o risco de disparos acidentais quando as armas caem no chão. O Ministério Público afirma ainda que teve acesso a vários relatos de panes durante o uso das armas, que geraram lesões a policiais. Na ação civil pública, os promotores pedem o pagamento de indenização de cerca de R$ 11,6 milhões a Forjas Taurus S/A – R$ 10 milhões por dano moral coletivo referente aos riscos causados à população do Distrito Federal e R$ 1,6 milhão por dano material relacionado à venda das armas defeituosas. Na ação criminal, o Ministério Público cobra a responsabilização de seis executivos da companhia responsáveis pela venda do armamento. Eles são acusados por crimes contra as relações de consumo, por “comercializar produtos em condições impróprias e induzir o consumidor a erro”. O Ministério Público também recomendou que a Polícia Civil do Distrito Federal recolha as armas adquiridas pela empresa em 2014. Em nota, o órgão de segurança informou que um edital de licitação internacional para a aquisição de 3 mil armas já está fase final de preparação. Entretanto, não deu detalhes sobre que irá fazer com as armas da Forjas Taurus S/A. Em 2017, o Ministério Público Federal do Sergipe já havia entrado com ação civil pública contra a Forjas Taurus S/A pelos mesmos motivos.