Home Matéria MORO CHOROU QUANDO PENSOU QUE SERIA DEMITIDO e se humilhou pedindo segunda…

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O livro “O Governo Bolsonaro: crises intrigas e segredos”, da jornalista Thaís Oyama, vem trazendo relatos importantíssimos do jogo mesquinho de intrigas e apego ao poder, com episódios que são verdadeiras pérolas de novela mexicana e outros, que demonstram o tamanho da fraqueza moral e o apego ao poder de certos personagens da nova velha República. Uma dessas passagens, revelada pelo colunista Rovai, da Revista Fórum, é o símbolo de uma análise já realizada neste jornal, assim que o ex-super-juiz Sérgio Moro, resolveu abandonar o judiciário, para vestir o que melhor lhe cabe, a máscara de político.

Moro sabe que se for jogado no lixo, será trucidado pela mídia, pelos que defendem a democracia e pelo próprio STF, além de não ficar com nada. Sem proteção, sua única saída será debandar para os EUA e se tornar palestrante motivacional.

Oyama relatou em seu livro que Sérgio Moro ficou com os olhos cheios de lágrimas ao saber que seria demitido do Ministério da Justiça e o relato seria de uma deputada do PSL. Rovai confirmou a informação com a deputada, veja o que escreveu.

“No dia em que foi avisado por um dos ministros militares que seria demitido por Bolsonaro, Moro ficou atordoado. Calou-se por uns minutos, ficou olhando para o alto, como se tivesse perdido o chão, e ao voltar a encarar o interlocutor, lacrimejava.

A história, porém, não se encerra aqui. A mesma fonte dizia que nesta conversa, após discretamente enxugar os olhos, Moro pediu uma segunda chance. Usando exatamente este termo. E disse que se o presidente lhe permitisse, mudaria o comportamento.”

A citação humilhante é digna de quem sabe o tamanho do abismo que o espera ao fim de um governo terrível, como o de Bolsonaro. Mas, para Moro, tudo pode ficar pior antes mesmo do fim do mandato. Melancólico o fim do ex-super-juiz.

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