Fonte: Estadão

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O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) concluiu nesta sexta-feira (15) um relatório sobre o mutirão carcerário realizado durante um mês no Rio Grande do Sul. Ao todo, foram analisados 30.179 processos no Estado, sendo 23,2 mil referentes a presos condenados e 6,9 mil a presos provisórios.

Foram concedidos, ao longo do período de realização do mutirão, benefícios a 3.530 presos sentenciados. Parte foi libertada em razão de ter sido verificado que suas penas estavam extintas e outros receberam liberdade condicional. Entre os presos provisórios, foram concedidos benefícios como relaxamento de flagrante, liberdade provisória e revogação de preventiva.

O relatório aponta a influência do crime organizado nas prisões gaúchas como o maior problema detectado no sistema carcerário. Ele registra ainda que a atuação de facções criminosas é ampla e compromete a execução penal.

O governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, prometeu ao coordenador do mutirão carcerário ampliar o número de vagas no sistema prisional, com a construção de novas unidades.