Não existe o transgênero na natureza.

O mais assemelhado disso é o hermafrodita, de que não há exemplo na espécie humana, mas é comum entre os vegetais, e entre alguns micro-organismos que mudam de sexo com o avanço da idade – jovens, são machos e maduros, são fêmeas.

O transgênero é uma invenção cultural moderna e modista, que implica em ignorar a realidade física e biológica das pessoas.

Os ambientalistas deveriam se unir ao protesto contra a transgenia, porque é um desrespeito óbvio à ordem natural.

Se os indivíduos são problemáticos em relação a suas relações sexuais, isso é seu problema pessoal, intransferível, ou, no máximo, de interesse das escolas, e de seus psicoterapeutas, não pode constituir matéria de negação da natureza real, ou álibi para fingir que o real não existe, apenas a interpretação que a fantasia que cada um quiser tecer a seu redor – o que é um pensamento imaturo e infantil, beirando a esquizofrenia.

Assim, qualquer um poderia decidir ser um elefante, uma formiga, uma árvore, etc., e exigir tratamentos políticos e sociais condizentes com sua imaginação.

É o império do desvario.

Que os sujeitos se assumam: sou homem com costumes homossexuais; sou mulher, com costumes homossexuais. E é suficiente para obter seu reconhecimento, aceitação ou rejeição, conforme a sociedade em que vivem.

As feministas fizeram muito bem. Principalmente considerando que os transexuais são seus rivais na luta pela realização do sexo, pois ambicionam o mesmo objeto: o homem devidamente masculino e seu bastão mágico.

Essa agressão contra o sexo natural é do interesse da Nova Ordem Mundial, que quer impedir a reprodução natural ou então dificultá-la ou demonizá-la, para permitir a redução da humanidade a apenas 500 milhões de pessoas.

Não adianta matar todos esses bilhões, se as pessoas continuarem fazendo filhos, e o homossexualismo é o preservativo mais eficiente – separem-se em definitivo homens e mulheres, e não nasce mais ninguém: teremos a extinção auto-programada da humanidade.

 

Tânia Jamardo Faillace

jornalista e escritora de Porto Alegre, RS