Nosso problema não são os programas do Governo Federal e sim essa MALDITA CONSTITUIÇÃO que muito mais criou problemas do que possibilitou a resolução dos então existentes. Com as distorções tributárias criadas foram emancipadas ‘bibocas’ que não tem a menor condição de existir e hoje temos DUZENTOS MUNICÍPIOS que com o que arrecadam nem mesmo conseguem bancar suas “enúteis” Câmaras Municipais.

O Editor

 

 

 

 

 

O Bolsa Família é a transferência pública que mais alcançou a população pobre no Brasil, conforme conclusão de balanço de seus primeiros 15 anos realizado por pesquisadores do Ipea. Cerca de 70% de seus recursos atingiram os 20% mais pobres, reduzindo a pobreza em 15% e a extrema pobreza em 25%. O programa também responde por 10% de redução da desigualdade no Brasil, entre 2001 e 2015. Esse impacto é relevante, tendo em vista seu baixo custo de apenas 0,5% no PIB, destaca o pesquisador do Ipea Pedro Ferreira de Souza. A decisão de aumentar sua cobertura – de 6 milhões de famílias em 2004 para 13,3 milhões em 2017 – foi importante, pois permitiu que 3,4 milhões de pessoas deixassem a situação de pobreza extrema e outras 3,3 milhões superassem a pobreza. Mas, o Ipea alerta que os desafios permanecem, uma vez que 64% dos beneficiados pelo Bolsa Família continuam em situação de extrema pobreza, devido ao valor médio transferido mensalmente para cada família – cerca de R$ 180, em 2017. “O modesto valor impede que o programa seja ainda mais eficaz no combate à pobreza no país”, ponderou o pesquisador Pedro Ferreira de Souza, do Ipea.

Copiado de: www.AffonsoRitter.com.br