Praia de Xangri-Lá

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Que domingo!









Minha esposa vem enfrentado problemas digestivos e por isto fez consultas médicas e exames sem fim aqui em Tramandaí.

Numa das tantas consultas o médico ao prescrever medicação a ela grafou na receita não Berenice Loeffler e sim Berenice AZAMBUJA.

Ela cobrou dele e ouviu como resposta que ele estava pensando na tal Azambuja. 

Aos que não sabem informo que há uma ‘gáucha’ tocadora de sanfona com tal nome. Essa criatura vive aqui pelo litoral.

Nos anos oitenta a mesma se botou num jovem Oficial do Exército em prédio onde habitava por que o jovem estava namorando uma jovem que ela entendia que deveria ser sua.

O rolo foi grande e o militar acabou disparando uma pistola .45 que perfurou um dos pés da sanfoneira. Isto resultou num inquérito policial na Oitava Delegacia de Polícia. Recordo do fato por que lá trabalhava então.

Por isto fico me perguntado como funciona a mente de um profissional de saúde como esse?

Semana passada e com os problemas digestivos se agravando frau Loeffler tomou uma decisão sensata procurando o médico cirurgião Fogaça, em Osório que já efetuou cirurgias em nós (ela, eu e nosso filho).

No final da tarde de sábado e com o agravamento das dores surgiu uma perda de sangue pela urina. Ela então telefonou ao Dr. Fogaça que estando fora do Estado a aconselhou a procurar alguns hospitais em Porto Alegre para ser submetida a exames de urgência.

Decidimos pelo Ernesto Dornelles, um dos listados  por que nosso, da Associação de Servidores Públicos do Estado do Rio Grande do Sul.

Lá chegando fomos muito bem atendidos e ela passou ontem mais de SETE HORAS fazendo toda a sorte de exames.

Durante as longas horas que lá passei saí algumas vezes por que a temperatura era demasiado baixa no ambiente.

Numa dessas saídas visitei as instalações da ÁREA JUDICIÁRIA no Palácio da Polícia e o que vi ali me deixou frustrado. 

As instalações são as mesmas em que trabalhei faz já mais de trinta anos, mas o pior é que desde então tais instalações não RECEBERAM MELHORIA OU REFORMA ALGUMA.

A POLÍCIA JUDICIÁRIA depende de orçamento do Estado ao passo que a guarda de quarteirão vende serviços e assim o que não lhes falta são recursos financeiros.

Por essa razão usam dos meios de comunicação para pressionar os clubes de ludopédio por que segundo sei ainda não conseguem cobrar pelos serviços prestados durante os jogos.

Essa é nossa triste realidade e tudo o que possa ser dito em sentido contrário será apenas mentira.

Após reunião com Onyx, Bolsonaro chega ao Planalto para definir destino de Bebianno

Após reunir-se logo pela manhã com o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni , no Palácio do Alvorada, o presidente Jair Bolsonarochegou ao Palácio do Planalto nesta segunda-feira em meio à expectativa da exoneração de Gustavo Bebianno , da Secretaria-Geral da Presidência. Após ser chamado de mentiroso pelo vereador Carlos Bolsonaro , filho do presidente, o ministro protagoniza a primeira grande crise do governo.

No final de semana, começou a circular a informação que o presidente já teria assinado a exoneração de Bebianno, mas a saída do ministro não foi confirmada no Diário Oficial da União (DOU) publicado nesta segunda-feira . O governo ainda pode publicar edições extras do DOU.

Como chefe da Casa Civil, Onyx é responsável pela publicação dos atos no Diário Oficial da União. A pasta abriga a Secretaria de Assuntos Jurídicos (SAJ) e a a Imprensa Oficial, ligados diretamente na publicação dos atos, decretos e portarias do presidente.

Onyx chegou ao Palácio da Alvorada por volta das 7h30, onde ficou por cerca de 30 minutos. Pouco antes das 8h30, o presidente deixou a residência oficial e seguiu para o Palácio do Planalto.

Bebianno enfrenta um processo de desgaste provocado por denúncias envolvendo justamente supostas irregularidades na sua gestão à frente do caixa eleitoral do PSL, partido dele e de Bolsonaro. A crise foi amplificada pelo vereador Carlos Bolsonaro, filho do presidente, que foi às redes sociais dizer que Bebianno mentiu ao falar ao GLOBO que havia conversado três vezes com o presidente na última terça-feira . A declaração foi dada para negar que ele estava protagonizando a crise.

Na semana passada, políticos e militares atuaram para tentar debelar a crise e evitar a demissão. Na sexta-feira, durante uma reunião no Palácio do Planalto, Onyx disse a Bebianno que ele ficaria no governo, mas foi alertado a permanecer em silêncio.

No fim da tarde do mesmo dia, Bolsonaro e Bebianno se encontraram pessoalmente. O presidente chegou a oferecer ao ministro, que foi seu coordenador de campanha, um cargo na diretoria da Hidrelétrica de Itaipu, mas Bebianno recusou. Após uma conversa ríspida, com ataques de ambos os lados, Bolsonaro saiu decidido a demiti-lo e integrantes do governo vazaram para a imprensa que o ato de exoneração do ministro já havia sido assinado.

Nesta segunda-feira, a agenda do ministro Bebianno, publicada no site do governo, informa apenas que não há compromissos oficiais. O Globo

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MPMA garante condenação da ex-prefeita Lidiane Leite por ato de improbidade

A pedido do Ministério Público do Maranhão, a ex-prefeita de Bom Jardim Lidiane Leite da Silva, Humberto Dantas dos Santos, Raimundo Antonio Carlos Mendes e a empresa Petlas Construções e Serviços LTDA foram condenados, em 11 de fevereiro, por ato de improbidade administrativa.

Todos foram acusados de fraudar a licitação nº 01/2013, na qual foram verificadas várias irregularidades.

O procedimento licitatório, na modalidade concorrência, era destinado à execução dos serviços de asfaltamento, colocação de sarjetas, meios-fios e sinalização horizontal e vertical.

Assinada em 22 de fevereiro de 2018, a Ação Civil Pública, que resultou na sentença, foi proposta pelo promotor de justiça Fábio Santos de Oliveira.

Os envolvidos foram condenados ao ressarcimento ao erário da quantia de R$ 915.074,57, devidamente corrigida, correspondente ao valor do contrato.

Também constam como penalidades a suspensão dos direitos políticos pelo prazo de cinco anos; proibição de contratar com o Poder Público, assim como de receber incentivos fiscais ou de crédito pelo prazo de cinco anos; além do pagamento de multa civil equivalente a duas vezes o valor do dano.

IRREGULARIDADES

De acordo com o promotor de justiça Fábio Santos de Oliveira, os envolvidos forjaram um procedimento licitatório, simulando uma competição. O certame foi marcado por diversas irregularidades, incluindo ausência de publicidade e inexistência de comprovante de empenho para atender as despesas do contrato.

Além disso, o objeto do contrato nunca foi executado, sendo fato público e notório na cidade que não foram realizados os serviços de asfaltamento e colocação de sarjetas, meios-fios e sinalização horizontal e vertical.

Outra irregularidade se refere à transferência pelo Município de Bom Jardim do valor de R$ 915.074,57 à empresa A.O. da Silva e Cia LTDA, que está sendo processada na Comarca, por supostamente ter feito desvios de recursos públicos na gestão de Lidiane Leite da Silva.

ENVOLVIDOS

Segundo a ACP, Humberto Dantas era quem indicava os participantes da Comissão de Licitação do Município, determinando as medidas a serem tomadas. Na época, ele era companheiro da então prefeita Lidiane Leite.

Já Lidiane Leite tinha conhecimento de todas as irregularidades cometidas no certame, assinando os documentos necessários para transparecer a legalidade do pregão.

Raimundo Antonio Carlos Mendes era proprietário da empresa vencedora da licitação e tinha conhecimento das ilegalidades, que desrespeitaram as regras da Lei de Licitações.

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Aliado vê com maus olhos atuação de filhos de Bolsonaro



As crias, mal criadas diga-se de passagem desse cidadão que hoje ocupa a Presidência da Republica e criam confusões para o Governo todas as semanas são o retrato fiel da incompetência do “papai”. Meus filhos pensam como todos os demais e se ou quando eventualmente discordam de alguma atitude minha falam sobre a mesma comigo e nunca com terceiros.

Ele não é o único a ser pai de vários filhos em vários casamentos, mas por certo o ÚNICO incapaz de ter educado suas crias.

O Editor

Suplente de Flávio no Senado, Paulo Marinho falou sobre polêmica envolvendo Carlos e o ministro Bibeanno

Aliado vê com maus olhos atuação de filhos de Bolsonaro
Notícias ao Minuto Brasil

HÁ 4 HORAS POR FOLHAPRESS

POLÍTICA CRISE NO GOVERNO

Suplente de Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) no Senado, o empresário Paulo Marinho afirmou neste domingo (17) que vê as atuação dos filhos do presidente Jair Bolsonaro em assuntos de governo “com maus olhos”.

“Vejo como todo mundo: com muito maus olhos. Mas filho é filho, né?”, afirmou a jornalistas ao deixar o hotel onde esteve hospedado com o ministro Gustavo Bebianno (Secretaria-Geral) nos últimos dias, em Brasília.

O ministro, que deve ter sua exoneração publicada nesta segunda (18), é pivô de uma crise que tem como um dos personagens centrais Carlos Bolsonaro, o filho do presidente que é vereador no Rio de Janeiro e seu desafeto desde a campanha.

‘Agora é hora de esfriar a cabeça’, diz Bebianno

Bebianno tornou-se o centro de uma crise instalada no Palácio do Planalto depois que a Folha de S.Paulo revelou a existência de um esquema de candidaturas laranjas do PSL, presidido pelo ministro entre janeiro e outubro de 2018.

Marinho, cuja casa se tornou o “quartel-general” da campanha de Bolsonaro no Rio de Janeiro em 2018, afirmou que Bebianno deve ter sua exoneração confirmada nesta segunda (18), se sente injustiçado e deve dar sua versão dos fatos.

“Ele vai querer dar sua versão, até porque ele não vai querer sair como mentiroso, porque essa acusação é improcedente”, disse.

Marinho almoçou com Bebianno neste domingo e disse que o ministro não se sente vingativo com relação a Bolsonaro, que endossou as críticas de seu filho Carlos ao aliado, presidente interino do PSL durante todo o período eleitoral.

“A gente deste lado não tem esse sentimento, só queria ajudar”, afirmou. Marinho disse ainda que é “vida que segue” e que é que acontece quando “se anda em más companhias”.

Marinho foi indicado por Bebianno para a chapa de Flávio. Ele e o ministro são próximos desde que compuseram a cúpula do Jornal do Brasil juntos, com Marinho vice-presidente e Bebianno como diretor jurídico.

O primogênito de Bolsonaro aceitou a contragosto a indicação, já que o relacionamento com o ministro não é dos melhores desde a pré-campanha, quando decidiu-se trocar o Patriota (preferido de Flávio) pelo PSL. Com informações da Folhapress.

Copiado de:   https://www.noticiasaominuto.com.br/politica/890921/aliado-ve-com-maus-olhos-atuacao-de-filhos-de-bolsonaro?utm_medium=email&utm_source=gekko&utm_campaign=daily

BEBIANNO DIZ QUE DEVE DESCULPAS AO PAÍS POR TER VIABILIZADO CANDIDATURA DE BOLSONARO

Novo caso reforça suspeita de que ong de Damares sequestrou vários índios

Revista publica informações
que implicam a pastora em
retiradas de jovens de aldeias
Ação impetrada pelo MPF (Ministério Público Federa) que tramita na Justiça do Rio acusa a ong Atini de ter sequestrado em setembro de 2011 o bebê da índia Arã, da etnia sateré-mawé, da Amazônia.

Em duas semanas, é o segundo caso que a revista Época destaca de suspeita de irregularidades na guarda de indígena por parte da ong criada pela pastora Damares Alves (na ilustração), atual ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos.

O primeiro caso é o da Kajutiti Lulu.

A revista informa que o caso do bebê de Arã é apenas uma das várias disputas judiciais envolvendo a Atini.

Como a ong informa ter abrigado 51 crianças indígenas em sua sede em Brasília, a revista, com base em um conjunto de apurações do Ministério Público, considera a possibilidade de ter havido vários sequestros.

O Ministério Público tem uma versão da história de Arã que contradiz justificativas da ong evangélica.

De acordo com relatório reservado do MPF, a adolescente, então com 14 anos, ficou grávida na sede a Atini de um jovem de outra etnia. A ong diz que a jovem chegou lá já grávida.

A adolescente queria ficar com o bebê, ao qual daria o nome de Mariana. Mas quatro dias após o parto a ong entregou a criança a Marcos e Angélica, irmão e à cunhada de um de seus dirigentes. A filha de Arã foi batizada com um nome que começa com “E”.

A Atini diz que a jovem, quando criança, sofreu estupros coletivos na tribo e que ela, por ter problemas mentais por causa dos maus-tratos, não tinha condições de cuidar do bebê.

Mas o MPF acrescentou ao processo um laudo médico que diz “em letras garrafais” que Arã não apresenta qualquer sintoma de transtorno metal.

Por isso, o órgão concluiu que “inexiste qualquer comprovação de que a adolescente tenha sido rejeitada pelos pais por apresentar problemas mentais”, diferentemente do que a ong alega.

Em 2013, uma perita se encontrou com Arã, que estava em um abrigo em Duque de Caxias (RJ), e lhe mostrou uma foto da filha.

Ao saber que poderia ter de volta o seu bebê, Arã disse: “Eu quero, eu quero! Eu tenho direito? Então eu quero minha filha!”.

Uma argumentação recorrente da ong é que ela “resgata” crianças indígenas para salvá-las da cultura indígena o infanticídio.

Mas no caso de Arã, segundo o MPF, não há qualquer “comprovação etnográfica” de que na atualidade os saterés-mawés” cometam matança de bebês.

“A afirmativa [da ong] de que Arã seria ‘maltratada com frequência e usada sexualmente por vários membros da tribo’ não explicita quem era o autor dos maus-tratos”.

Procuradores foram à aldeia e não contataram qualquer indício de que a menina tenha sofrido violência sexual. Atualmente, a jovem vive na aldeia.

Uma avaliação obtida pelo MPF do antropólogo Walter Coutinho Jr. considera ter havido um preconceito religioso da ong em relação aos índios.

“Qual é, afinal, a fonte ou o fundamento de tantas afirmações peremptórias sobre a jovem, seus familiares e o povo indígena ao qual pertencem?”, pergunta o perito.

Ele mesmo aponta que há apena uma fonte de julgamento de juízo, a dos próprios integrantes da Atini.

A ong rebate as acusações dizendo que sofre “perseguições em virtude de sua postura intransigente na defesa dos direitos humanos universais, não admitindo quaisquer tentativas de relativização de tais direitos”.

Damares contestou a versão da Época citando uma entrevista exclusiva que a linguista Márcia Suzuki, ex-dirigente da Atini, deu ao site “Agora Paraná”.

Márcia está envolvida nos casos de Arã, de Lulu e de outros jovens indígenas que passaram pela entidade.

Ela defende na entrevista a versão de que a jovem foi vítima de estupro, que possui transtornos mentais e que chegou grávida à ong.

Para Época, com base nas investigações ainda em curso do MPF, Damares e Márcia precisam esclarecer os casos de outras crianças e adolescentes retirados de suas aldeias, como o de Harandi, Hakani, Anuhari, Inikiru, Xagani, Sumawani e Amalé.

Com informação de Vinicius Sassine e Natália Portinari, da Época, e de outras fontes, com ilustração do Blog da Cidadania.

Copiado de:  https://www.paulopes.com.br/2019/02/damares-sequestro-indios.html#.XGjPePlKhPY

O que observei em nossas rodovias nessa tarde e algo mais

Fomos a Xangri-Lá e para tal rodamos pela RS-786 desde aqui de Tramandaí Sul até a Estrada do Mar. 

Movimento não muito intenso e sem a presença de guardas rodoviários. Estes nem mesmo estavam numa barraca deles onde essas duas rodovias se encontram. Ingressamos em Xangri-Lá e depois fomos até o centro de Capão da Canoa.

Também em Xangri-Lá e Capão da Canoa ausência completa dessa guarda ostensiva estadual. Quando retornávamos e na Estrada do Mar, na altura de Rainha do Mar passou por nós e em boa velocidade uma camioneta da guarda rodoviária e sumiu no horizonte.

Temos aqui no litoral norte mais do que tudo muita sorte, pois com a AUSÊNCIA dessa guarda nas ruas, avenidas e rodovias os bandidos poderiam estar bem mais ativos.

No desgoverno daquele bandido que não se constrangeu em dar emprego na TVE a um jornalista que havia sido flagrado subtraindo bolachas em uma emissora de TV, primo de deputado federal da ARENA recebia meu pagamento sempre no dia VINTE E OITO DO MÊS seguinte.

Ele dizia não dispor de meios. Obviamente que era mais uma de suas tantas mentiras, pois o atual governador me pagou o mês passado e também este mês no dia QUATORZE, ou seja duas semanas antes.

Mas o que me revolta é o fato de que o cretino hoje continua embolsando MAIS DE TRINTA MIL REAIS mensais como Governador APOSENTADO, além obviamente de outros SEIS MIL REAIS que já embolsava desde quando deixou de ser deputado estadual que ao lado de um tal BRITTO conseguiu detonar nosso Estado.

O povo é burro e elegeu essa inutilidade e por pouco não o REELEGEU.

Eduardo Bolsonaro sai em defesa do irmão e compartilha críticas a Bebianno em rede social

 

 

Isto é apenas uma “famiglia” ou uma quadrilha em que o chefe não manda nos seus pupilos?

O Editor

 

 

 

BRASÍLIA — O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) entrou, neste sábado, na briga na travada entre o ministro Gustavo Bebianno, da Secretaria-Geral da Presidência, e seu irmão, o vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ). Eduardo compartilhou em seu perfil numa rede social uma postagem na qual Bebianno é criticado e que chama de “jumento” quem diz que Carlos atrapalha o pai. Esta é a primeira vez que Eduardo se manifesta sobre o assunto, que provocou uma crise política no entorno do presidente Jair Bolsonaro e que deve acabar com a demissão de Bebianno.

Na postagem compartilhada, Bebianno é apontado como envolvido na sabotagem da escolha de Luiz Philipe de Orleans e Bragança para vice-presidente e num esquema de utilização de laranjas durante as eleições de 2018. E o texto conclui: “Se fosse qualquer outro ministro e Bolsonaro o defendesse, a mídia e membros do establishment iriam dizer que o presidente estaria passando pano pra corrupto, mas como grande parte está defendendo Bebianno, somos levados a concluir que ministro tem amigos no establishment e que o buraco é mais embaixo. E ainda tem jumento que diz que o Carlos atrapalha o pai. Vocês são idiotas ou o quê?”.

Bebianno enfrenta um processo de desgaste provocado por denúncias envolvendo justamente supostas irregularidades na sua gestão à frente do caixa eleitoral do PSL, partido dele e de Bolsonaro. A crise foi amplificada pelo vereador Carlos Bolsonaro, que foi às redes sociais dizer que Bebianno mentiu ao falar ao GLOBO que havia conversado três vezes com o presidente na última terça-feira. A declaração foi dada para negar que ele não estava protagonizando a crise. O Globo

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Reforma da Previdência: modelo inspiração de Paulo Guedes gera pobreza no Chile

Protesto contra a Administradora de Fondos de Pensiones (AFP). (Wikicommons)

Matheus Lobo Pismel
Opera Mundi

Ao que tudo indica, a equipe econômica do governo Bolsonaro, liderada por Paulo Guedes, optou por uma reforma radical da Previdência Social: a transição para um regime de capitalização. Com a justificativa do “rombo da Previdência”, a proposta se baseia na experiência chilena, que privatizou o sistema de aposentadorias em 1981, durante governo ditatorial de Augusto Pinochet. Atualmente, segundo dados oficiais, 79% dos pensionistas chilenos recebem menos que um salário mínimo e 44% menos que a linha da pobreza.

Em seu programa de governo, Bolsonaro já previa a transição do atual sistema de previdência pública para a capitalização privada. Sem maiores detalhes até o momento, o texto de Bolsonaro e Guedes deve ser apresentado entre fevereiro e março.

Público ou privado

O modelo da Previdência Social brasileira é o de repartição: trabalhadores ativos contribuem para o pagamento das aposentadorias dos inativos. O empregado contribui com uma alíquota que varia de 8% a 11% de seu salário, descontada obrigatoriamente na folha de pagamento. Os patrões pagam taxa equivalente a 20% do vencimento bruto de cada funcionário.

Além disso, conforme a Constituição Federal (CF), o Estado contribui com a Previdência a partir da captação de recursos tributários, como Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins); Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) e parte do PIS/PASEP.

Esse tipo de financiamento é chamado de tripartite, ou solidário.

Já no sistema de capitalização, patrão e Estado ficam de fora. Cada trabalhador é responsável por acumular sua própria poupança para um dia se aposentar.

No caso do Chile, paradigma da previdência privada, os trabalhadores destinam compulsoriamente 10% de seus salários a fundos previdenciários privados, além de uma  taxa de administração em torno de 1%. A idade mínima para acessar a aposentadoria é de 65 anos para homens e 60 para mulheres e o tempo de contribuição exigido é de 20 anos. Apenas os militares mantém aposentadoria pública, com contribuição de 6% dos salários.

O sistema de capitalização privada foi implantada no Chile no fim de 1980, sob a ditadura de Augusto Pinochet. À época Ministro do Trabalho, o economista José Piñera – irmão do atual presidente do país, Sebastián Piñera – foi o responsável pelo projeto. Antes da mudança, o sistema da Previdência era de repartição.

A ditadura chilena começou com um golpe militar, patrocinado pelos Estados Unidos, contra o socialista Salvador Allende, em 1973. Ao longo de 17 anos, deixou, segundo cifras sociais, mais de 3.200 militantes políticos assassinados pelo Estado, além de centenas de milhares torturados, perseguidos e exilados.

Em meio à repressão, o Chile se converteu em um “laboratório do neoliberalismo”, com uma série de privatizações de empresas públicas e desregulamentação do mercado financeiro.

Pobreza na velhice

A propaganda inicial das AFP, ressoada pela imprensa chilena, era de que os trabalhadores se aposentariam com 70% a 100% dos últimos salários, ou seja, aposentadoria integral. Não foi o que ocorreu. Hoje, a média das pensões é de 33% para homens e 25% para mulheres, segundo dados da Fundación Sol. Isso significa que um trabalhador que tem salário de US$ 700 ao se aposentar receberá o US$ 231 de benefício. Uma trabalhadora, US$ 175.

Para piorar, um estudo do próprio governo chileno, publicado em 2015, projeta que, entre 2025 e 2035, metade dos aposentados devem receber pensões equivalentes a 15% dos salários dos últimos anos de trabalho.

No Brasil, a média é das aposentadorias é de 82,5% do salário da ativa. Em Portugal, o índice chega a quase 90%.

“O que nós percebemos, depois de anos de funcionamento, é que o sistema de pensões das AFP baixa toda a qualidade de vida na velhice”, afirma a economista chilena Claudia Sanheuza, diretora do Centro de Economía y Políticas Sociales da Universidad Mayor.

Quanto à visível desigualdade de gênero das já baixas aposentadorias, Sanhueza explica que é resultado do próprio modelo de capitalização individual, no qual as pensões dependem do poder de contribuição de cada indivíduo. “Em sociedades como as nossas, nas quais há alta desigualdade no mercado de trabalho, as mulheres ainda têm mais responsabilidade na reprodução [familiar] do que na produção no mercado de trabalho”, expõe.

Sobrecarregadas por tarefas domésticas, o tempo de contribuição às AFP das mulheres é 12,7 anos (5,2 a menos que os homens). Os salários no mercado de trabalho, que são menores para as mulheres, conforme reconhece o governo, também contribuem para a desigualdade nas pensões.

O sistema de capitalização faz com que 79% das aposentadorias pagas aos chilenos não chegam a um salário mínimo (US$ 423). “Os trabalhadores, em nossas países, têm salários baixos. Além disso, durante a vida ativa, a pessoa pode passar por crises financeiras, períodos de desemprego. O que acontece, no fim da vida, quando vai se aposentar, é que não há recursos suficientes que garantam uma velhice digna”, destaca Sanhueza.

Além da pobreza, outro dado alarmante no Chile é o número de suicídio de idosos, o mais alto da América Latina.

No + AFP

O baixo valor das aposentadorias fez com que, em 2008, o governo chileno introduzisse um fundo estatal para contribuir com a renda dos idosos mais pobres. Promovida pela então presidenta Michelle Bachelet, a reforma da previdência passou a garantir uma renda mínima equivalente a cerca de US$ 158 (cerca de 37% do salário mínimo) para os idosos que se enquadrarem na faixa de pobreza estabelecida pelo Estado.

A introdução deste sistema complementar (conhecido como pilar solidário) não foi suficiente para conter a irrupção de um forte movimento social contra o sistema de capitalização privada cinco anos depois: “No + AFP”.

Para o movimento, a reforma de 2008 “não alterou as bases do sistema de capitalização” e o pilar solidário não foi suficiente para solucionar seus defeitos.

Confluíram na organização centenas de entidades e sindicatos, que passaram a convocar marchas multitudinárias pelo país nos anos seguintes.

Em novembro de 2016, lançaram uma proposta alternativa para um novo sistema previdenciário no Chile: público, de repartição e solidário. Sem mais AFP.

Na proposta, ocorreria um aumento gradual da taxa de contribuição previdenciária até chegar a 18% do salário em 2026. O valor seria dividido entre empregado e empregador (9% cada). Atualmente, apenas o trabalhador paga 10%, além de taxa de administração que varia de 0,7 a 1,5%.

Para enfrentar o envelhecimento da população, o movimento No + AFP propõe que o Estado financie, a partir de arrecadação tributária, um fundo público para complementar as aposentadorias no futuro. O valor seria baseado no Produto Interno Bruto (PIB) chileno, com aumento progressivo até chegar em 3% a partir de 2035.

Para enfrentar a pobreza, a principal novidade seria uma pensão universal de um salário mínimo para aqueles que não alcançarem o tempo de contribuição suficiente. A partir desse piso, o valor das aposentadorias aumentaria conforme o tempo de contribuição, com um máximo de 80% dos salários a partir de 40 anos de cotização.

Assim, os atuais 79% de pensões abaixo do salário mínimo ficariam reduzidos a zero.

Outra mudança defendida é a aplicação de mecanismos compensatórios para mulheres, enfrentando as desigualdades de gênero no mercado de trabalho.

Piñera: + AFP

O governo de Sebastián Piñera, apesar de reconhecer o drama das aposentadorias no Chile, não coloca em questão o modelo das AFP. A principal mudança é implementar gradualmente uma contribuição de 4% dos salários a cargo dos empregadores. O governo também pretende aumentar os recursos estatais do “pilar solidário”, pensões ou complementos para a parcela mais pobre dos idosos. Além disso, busca abrir o mercado das AFP a novas instituições financeiras para promover concorrência.

Para a economista Claudia Sanhueza, a reforma do governo Piñera ignora os debates abertos pelo movimento de contestação ao modelo AFP. “A verdade é que não há muito espaço para o debate neste momento. A proposta é bem ideológica. Aprofundar e incluir mais instituições financeiras que obtenham lucros dos recursos dos aposentados”, critica.

Sanhueza acredita que, apesar da possível reforma, o descontentamento com as AFP vai continuar, já que as mudanças não alteram o funcionamento da capitalização individual, com lucros a grandes corporações do sistema financeiro.

Pesquisa encomendada pelo governo chileno, em 2015, indicou alta rejeição ao sistema das AFP. A cada dez pessoas, sete consideraram que as aposentadorias recebidas não são suficientes para o sustento.

Negócio bilionário

Para o representante do movimento No + AFP Mario Villanueva, que esteve no Brasil em atividade organizada pelas principais centrais sindicais, o sistema da previdência privada chilena foi pensado para injetar capitais no sistema financeiro e é o “coração do modelo neoliberal instaurado na ditadura”. Para se ter uma ideia, os recursos geridos pelas AFP já somam US$ 220 bilhões, equivalente a mais de 80% do PIB chileno. “São muito poderosas porque administram muitos recursos”, considera Claudia Sanhueza.

Seis administradoras dominam o negócio bilionário das AFP. Cinco delas estão ligadas a grupos internacionais, em especial dos Estados Unidos.

A AFP Habitat, líder de mercado, tem como donos um fundo de capitais estadunidense (Prudential Financial) e a Cámara Chilena de la Construcción, associação de empresas da construção civil, com forte atividade no mercado financeiro.

A ProVida, segunda maior administradora, é controlada pela MetLife Inc, gigante estadunidense do setor de seguros. A AFP Cuprum também tem o comando uma empresa de capitais estadunidenses, o Principal Financial Group. Já a AFP Capital é uma propriedade do grupo SURA, uma multinacional colombiana.

Com menor participação no mercado, a AFP Plan Vital é controlada por um fundo de investimentos sediado no paraíso fiscal das Ilhas Virgens Britânicas. Por fim, os donos da AFP Modelo são empresários chilenos do grupo Sonda, da área de tecnologia de informação.

Os fundos acumulados pelas AFP são alocados em ações de grandes empresas, bancos e fundos de investimentos. Dos US$ 220 bilhões controlados, 41,1% são investimentos fora do território chileno. São recursos alocados principalmente em grandes fundos de investimento, como o Asian Equity Fund, gerido pela Investec.

Da parcela investida no próprio país, apenas 20% está alocada em títulos do Estado ou empresas estatais, como indica o boletim da associação que representa as AFP.

Levantamento da editoria Inversiones (Investimentos) do jornal chileno El Mercúrio indica que, entre as empresas do setor privado que mais recebem capitais das AFP, estão: grupo Falabella; companhia LATAM; Cenconsud, do ramo varejista; Enel, de energia elétrica; empresas Copec, de combustíveis; e CMPC, de extração de celulose.

Instituições financeiras como o Banco de Crédito de Inversiones (BCI) e o Santander também estão na lista.

Dependência econômica

Reportagem do jornal El Mostrador, de agosto 2016, baseada em números oficiais do sistema de pensões, aponta que “21% dos recursos recebidos por bancos e empresas como investimentos em títulos de dívidas, renda fixa, ações e títulos bancários no Chile vêm justamente das AFP e das companhias de seguro”. Esse percentual correspondia a US$ 76 bilhões.

O texto explica que os recursos das AFP funcionam como um “bombeamento” constante de recursos aos bancos e como impulsionador de grandes empresas.

No caso dos bancos, o dinheiro das AFP representava, em março de 2016, 11% do total de investimentos em renda fixa no Chile. Esses mesmo recursos, que chegavam a US$ 10 bilhões, são repassados, via crédito, a cidadãos e pequenas empresas.

Quanto às empresas, públicas ou privadas, 92% dos títulos de dívida emitidos no Chile (excetuando, portanto, os papéis vendidos no exterior) estão nas mãos das AFP. O valor, no início de 2016, correspondia a US$ 28,8 bilhões.

As AFP também mantêm papel fundamental no financiamento de empresas quando compram parcelas acionárias. Conforme El Mostrador, do total de ações emitidas no mercado financeiro chileno, 8,7% estão sob controle das AFP, ou seja, foram compradas com a poupança dos trabalhadores. Em algumas companhias, a porcentagem dos fundos de pensão chegam a 23% do capital total.

Assim, os fundos de pensão são uma fonte constante e segura de dinheiro para financiar a atividade econômica chilena, centrada nas corporações privadas. Sem essa disponibilidade de recursos, os bancos e as empresas teriam que recorrer a outras fontes de captação – mais caras e incertas.

É por isso que a previdência privada é o “coração do modelo neoliberal” do Chile, como define Mario Villanueva, do movimento No + AFP. Da mesma maneira, mas de outro lado, o ex-ministro José Piñera, idealizador do sistema e irmão do atual presidente, considera a reforma previdenciária de 1980 a “viga mestre” do desenvolvimento do país e chegou a compará-la à Capela Sistina, do Vaticano.

Rentabilidade desigual

“Quando você deposita esse dinheiro [dos fundos de pensão], por exemplo, no título de alguma empresa de varejo [como Falabella e Cenconsud], obtém pelo dinheiro depositado uns 5%. Mas quando essa mesma pessoa, que com seu dinheiro ganhou 5%, bota o chapéu de consumidor e vai à empresa de varejo e pede um crédito, a empresa cobra 30%. Isto é o que está por trás da marcha de ontem [contra as AFP], entendem?”. A explicação é do ex-presidente chileno Ricardo Lagos, em 2016, durante jornada de protestos convocada pelo movimento No + AFP.

Durante seu governo, Lagos não alterou o modelo previdenciário herdado da ditadura, mas se somou às críticas às AFP com as mobilizações. Sua fala expõe o que o movimento considera uma das maiores injustiças do sistema: enquanto os fundos de aposentadoria rendem aos trabalhadores, em média, 5% ano ano, as empresas de crédito e instituições financeiras cobram juros a taxas muito superiores.

Mas não apenas as empresas e bancos valorizam capitais com a poupança dos trabalhadores chilenos, as próprias AFP lucram cinco vezes mais os rendimentos dos contribuintes. Enquanto os fundos dos trabalhadores rendem 5%, o patrimônio das AFP, por outro lado, tem evoluído, em média, 25% ao ano, como mostram dados oficiais compilados pela Fundación Sol.

Para a economista Claudia Sanhueza, esse fluxo de recursos deixa claro que os trabalhadores chilenos, com seus baixos salários, “estão financiando investimentos para os mais ricos e para a especulação das AFP”. Em troca, recebem aposentadorias que não chegam ao salário mínimo.

Em seu projeto alternativo de Previdência, o movimento No + AFP é taxativo. “Pode-se afirmar que os trabalhadores pagaram inutilmente, nestes 35 anos, parte importante de sua contribuição previdenciária para enriquecer as AFPs e companhias de seguro. Caso esses recursos fossem destinados a um sistema que não fosse apartado da Seguridade Social, e que não tivesse transformado as aposentadorias em um negócio, a situação estaria substancialmente melhor, sem dúvidas”.

Além do Chile, conforme levantamento da Fundación Sol, apenas outros dez países contam com um sistema previdenciário exclusivamente de capitalização, ou seja, sem nenhuma estrutura de repartição.

Copiado de:  https://www.sul21.com.br/ultimas-noticias/politica/2019/02/reforma-da-previdencia-modelo-inspiracao-de-paulo-guedes-gera-pobreza-no-chile/

Não deveriam estar presos também?



Fernando Henrique Cardoso e Alberto Goldman, dois bandidos.

Quando na Presidência da República FCH mandou Goldman elaborar Lei que OBRIGAVA a Petrobras a receber toda a produção de álcool dos usineiros paulistas  e estocá-la por tempo indeterminado.

Quando da retirada os ‘amigos’ usineiros nada deviam pela ESTOCAGEM e à Petrobras cabia indenizar pelo volume evaporado durante o tempo de permanência em seus tanques.

Aqui em nosso Estado era descarregado petróleo bruto que levado por oleoduto até Canoas onde era e continua sendo processado e ali obtido como até hoje QUEROSENE. Tal produto era então levado por dutos até Triunfo nas instalações do Polo Petroquímico. Ali desse querosene saem incontáveis produtos tal como plásticos. Ali era e continua sendo produzido um aditivo conhecido como MTBE o qual adicionado ao querosene fazia com que o mesmo queimasse em motores de carros como se gasolina fosse.

FHC decidiu proibir tal adição alegando para tal que referido aditivo era nocivo aos motores e à saúde humana. Assim passamos a queimar TRINTA POR CENTO de cachaça paulista em motores de nossos carros.

Tal CACHAÇA vem por mar até o Terminal da Petrobras em Tramandaí e dali transportado por dutos até Canoas e posteriormente por caminhões tanque a todos os recantos de nosso Estado.

O MTBE continuou e continua sendo produzido ali e exportado à Europa que o emprega e nada vê de poluente no mesmo.

FHC e Alberto Goldman são honestos por que não são petistas, caso contrário estariam na cadeia.

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