Praia de Xangri-Lá

Saiba tudo o que REALMENTE acontece em Xangri-Lá

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Que sábado!

 

E aquele emi$$ora de$onesta de TV hoje conseguiu cobrir nosso Estado de BOSTA. Isto mesmo, pois hoje inventaram de cobrir nosso Estado com CAvalGADAS.

E em muito pouco tempo vem mais uma edição da dita CAvalGADA DO MAR quando eles fazem o veranista idiotizado rir, abanar e por fim com seus filhos pequenos brincaram na praia coberta de BOSTA de equinos. O fato de os tolos acharem graça nisto a mim não preocupa. Preocupa-me sim o fato de que toda a bosta e urina dessa tal CAvalGADA chega ao mar onde mata o marisco, a tatuíra e até mesmo o CORRUPTO, não o de Brasília, RIO DE JANEIRO e outros tantos lugares, mas o nosso que dizem os que pescam ser uma excelente isca.

Essa emissora está usando esses tolos para arrecadar alimentos não perecíveis que dizem ela irá distribuir aos mais necessitados.

Quem deseja mesmo o bem dos menos favorecidos paga seus tributos rigorosamente em dia e do seu caixa retira algum dinheiro à caridade o que eles obviamente não fazem.

Se bastasse UMA REFEIÇÃO AO ANO até aplaudiria isto, mas óbvio está que não passa de uma forma de fazer brilhar a IMAGEM dessa emi$$ora que dentro de poucas semanas estará nos infestando com mais um PLANETA DA FUMAÇA onde juntam num final de semana o supra sumo do que não presta em nosso Estado na Avenida Central de Atlântida  infernizando quem vive em Xangri-Lá e fazendo com que bata em retirada expressivo número de veranistas que têm suas mansões em Atlântida, por que o ambiente é fétido e o barulho insuportável.

Fosse eu Prefeito em Xangri-Lá não expediria Alvará para tal mandando esses bandidos se instalarem entre o Cassino e o Chuí.

 

 

O motorista de Flávio Bolsonaro evaporou: o sumiço da peça-chave no caso

 

Triste a estupidez do eleitorado de nosso país que comprou essa “famiglia” como a salvação de nossa lavoura. O Rio de Janeiro está podre e de longa data, logo como poderia haver um ÚNICO deputado digno e honesto naquele mar de lama. Mas o que lamento é que os que pensam vão pagar e muito caro por essa conta da qual não sou um dos responsáveis. Ou o GENERAL mete o pé na bunda deles ou vão nos ferrar literalmente.

O Editor

 

 

O policial aposentado Fabrício José Carlos de Queiroz trabalhou durante onze anos para o deputado estadual Flavio Bolsonaro. Oficialmente, ele era assessor do gabinete. Na prática, era uma espécie de motorista faz-tudo do parlamentar, além de ser íntimo de toda a família, incluindo o presidente eleito. A relação profissional entre os Bolsonaro e Queiroz é ainda mais extensa. A mulher e duas filhas de Queiroz também já integraram o quadro de assessores tanto de Flavio como de Jair Bolsonaro. A relação, antes aparentemente tranquila e cheia de confiança mútua, agora virou um estorvo.

O jornal O Estado de S. Paulo revelou que o nome do policial constava de uma relação de funcionários da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) que caíram numa espécie de malha fina. O Coaf, órgão federal que monitora as movimentações bancárias, detectou uma série de transações exóticas na conta bancária do motorista, a começar pelo volume “incompatível” com a renda do correntista.

Entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017, Queiroz, que ganhava 23 000 reais entre salários da Alerj e da PM, movimentou 1,2 milhão de reais. Ao buscarem a origem de tanto dinheiro, os técnicos do Coaf esbarraram num segundo fato estranho: uma parte dos depósitos feitos na conta era oriunda do próprio motorista, da mulher dele e de suas duas filhas. Mas uma segunda parte vinha de outros funcionários da Alerj. Havia ainda uma curiosa coincidência de datas. O dinheiro entrava na conta de Queiroz nos dias subsequentes ao pagamento dos servidores da Alerj, conforme revelou em sua versão on-line a coluna Radar, publicada por VEJA. Os técnicos olharam então o destino do dinheiro — e encontraram um terceiro fato estranho: Queiroz sacava os valores na boca do caixa, em dinheiro vivo, tão logo recebia os depósitos.

O Coaf classificou as operações financeiras do motorista como “suspeitas” — e a hipótese que emergiu da análise da movimentação atípica foi que estaria sendo cobrado um “pedágio” dos funcionários. A prática do pedágio não é uma novidade na Assembleia fluminense, nem no Parlamento brasileiro em geral. Em 2013, a deputada Inês Pandeló, do PT, foi condenada por ficar com uma parte do salário de seus assessores. A deputada Janira Rocha, do PSOL, quase perdeu o mandato depois que seus auxiliares denunciaram que eram obrigados a repartir com ela parte do salário. O relatório informa que oito assessores do deputado Flavio Bolsonaro depositavam regularmente dinheiro na conta do motorista logo depois do pagamento, incluindo o próprio Queiroz, suas filhas Nathalia e Evelyn e sua mulher, Márcia. No período, a família transferiu 221 000 reais (veja o quadro ao lado). A operação, por si só, ainda não é uma evidência concreta de irregularidade, mas a suspeita é inevitável: o deputado Flavio Bolsonaro embolsava parte do salário de seus servidores?

Ao envolver o filho mais velho do presidente eleito, o caso já ganhou ares de escândalo. Mas apareceu um ingrediente ainda mais intrigante. O relatório do Coaf revelou a transferência de 24 000 reais da conta do motorista para a conta de Michelle Bolsonaro, a futura primeira-­dama. Perguntado a respeito, o presidente eleito disse que não era nada de mais. “Emprestei dinheiro para ele (Queiroz) em outras oportunidades. Nessa última agora, ele estava com um problema financeiro. Não foram 24 000, foram 40 000. Eu podia ter botado na minha conta. Foi para a conta da minha esposa, porque eu não tenho tempo de sair. Essa é a história, nada além disso”, disse, sem explicitar a data, o motivo do empréstimo, sem ter declarado a transação no seu imposto de renda e, para completar, sem explicar por que alguém com 1,2 milhão de reais passando por sua conta precisa tomar 40 000 emprestados. O deputado Flavio Bolsonaro, que se elegeu senador em outubro, também minimizou o caso: “Hoje o Fabrício Queiroz veio conversar comigo. Ele me relatou uma história bastante plausível. Me garantiu que não teria nenhuma ilegalidade nas suas movimentações”. E nada mais disse — nem ele nem Queiroz.

Esperava-se que o motorista aparecesse, contasse a “história plausível” e colocasse um ponto-final no caso. Mas não foi isso que aconteceu. Até o fechamento desta edição, Queiroz continuava em silêncio. Mais que isso: ele sumiu — aliás, o sumiço tornou-se coletivo, pois ele, a mulher, as filhas e todos os assessores depositantes evaporaram, o que aumenta as suspeitas de que alguma coisa fora do normal se passava no gabinete de Flavio Bolsonaro. Em 2007, logo depois de as­sumir o mandato, Flavio contratou Queiroz, Márcia e Nathalia, que tinha então apenas 18 anos. Personal trainer, a jovem acumulava as tarefas do gabinete com aulas em academias de ginástica. Em 2016, ela foi transferida para o gabinete de Jair Bolsonaro, em Brasília, mas continuou trabalhando no Rio. Sua vaga foi preenchida pela irmã Evelyn, que trabalha como manicure. Juntas, Márcia e Nathalia transferiram 123 000 reais para a conta do motorista, pouco mais da metade de tudo o que receberam da Alerj durante treze meses. Dos quatro assessores da família Queiroz, apenas Evelyn continua no cargo. Márcia, que repassou 37 000 reais, deixou o gabinete em agosto de 2017. O motorista e Nathalia foram exonerados em outubro, às vésperas do segundo turno da eleição presidencial. Na época, o documento do Coaf já circulava entre procuradores e promotores do Ministério Público.

O policial aposentado mora em uma casa simples no bairro Taquara, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio, uma aparente contradição para quem tem uma conta abastada. Em julho deste ano, o motorista fechou a compra de um apartamento de três quartos num condomínio com piscina e ampla área de lazer, situado no mesmo bairro. O prédio ainda não foi entregue e em muito difere do casebre onde ele vive até o momento. O negócio também chama atenção. Queiroz comprou o imóvel por 356 000 reais, dos quais 80% foram financiados pela Caixa Econômica Federal. Ou seja, apesar das movimentações vultosas e de receber 23 000 reais mensais há uma década, o motorista tinha apenas 71 000 reais para dar como entrada no imóvel.

Diante da repercussão do caso, na quarta-feira 12 o presidente eleito voltou a falar sobre o assunto. Não explicou nada, mas o tom mudou. “Se algo estiver errado, que seja comigo, com meu filho, com o Queiroz, que paguemos a conta desse erro. Não podemos comungar com o erro de ninguém”, afirmou. E acrescentou: “Aconteça o que acontecer, enquanto eu for presidente, nós vamos combater a corrupção com todas as armas do governo”. Bolsonaro disse uma novidade: o motorista, segundo ele, vai aparecer na semana que vem.

Com reportagem de Edoardo Ghirotto na Veja

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Leia mais: http://jornalpequeno.blog.br/johncutrim/o-motorista-de-flavio-bolsonaro-evaporou-o-sumico-da-peca-chave-no-caso/#ixzz5ZlA0YlDj

Battisti é mais uma vítima a ser sacrificada para salvar a pele do descendente dos descobridores do vidro

 

 

 

As ditas delações premiadas são um instrumento que acabou por vergonhosamente permitir que AGENTES DO MP, especialmente no âmbito federal se imiscuíssem em atividade típica de POLÍCIA JUDICIÁRIA que nesse país são apenas as também conhecidas como POLÍCIAS CIVIS, estaduais e federal. Os absurdos são tamanhos que fôssemos um país mesmo sério o tal DALLAGNOL estaria desempregado e enfiado na cadeia e por um longo tempo.

Expor um Presidente de Republica em “PowerPoint” em rede nacional de televisão em qualquer país sério resultaria em demissão a bem do serviço público e longa pena de prisão a ser cumprida.

Tal atitude desse agente do MPF está tipificada no CPB como crime de “Execração Pública”, sujeitando seu autor aos rigores da Lei.

O Ministério Público desde o ano de 2015 saiu às ruas junto com aquelas multidões de estudantes que incendiavam o país com sua campanha contra a PEC-137 que iria deixar ainda mais claro quem é quem na persecução penal.

O MP e seus AGENTES são fiscais da Lei e penso que escolhem apenas o que a eles convém. Claro exemplo disto é o que ocorre em Imbé ao longo da rodovia que vai para a Estrada do Mar à margem esquerda da qual proliferam favelas em que sem o menor controle  são erguidos casebres da noite para o dia e puxada energia elétrica obviamente SUBTRAÍDA.

Não pretendo condenar os miseráveis que assim se comportam, pois com o VERTIGINOSO crescimento de nossa população somado a miséria com que é remunerado o trabalho só pode resultar no que vemos diuturnamente.

Sendo os AGENTES do MP os FISCAIS da Lei e certamente que alguns deles eventualmente circulam naquela área, mas parecem ser CEGOS.

Os bandidos que tomaram o Poder em Brasília para salvarem a pele daquele cretino decidiram entregar Battisti à Itália e já no dia 02 de janeiro para lá mandam o descendente dos descobridores do vidro como Embaixador assim livrando-o da cadeia, lugar que penso mais do que merecido para tal sujeito.

 

Sinais são de que Bolsonaro terá o mesmo fim de Collor e Jânio Quadros

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Agência Senado

Jânio Quadros ganhou a eleição com uma vassourinha que seria usada para varrer a bandalheira. Era um moralista sem moral que desafiou o sistema e derrotou os grandes partidos da época.

Fernando Collor saiu de Alagoas para caçar os marajás e combater a corrupção. Seu programa de governo, aliás, era muito parecido com o de Bolsonaro. Privatizações, diminuição do Estado, fim da estabilidade do servidor público, sanha moralista e criminalização dos movimentos sociais e sindical.

Collor também derrotou os grandes partidos e favoritos na primeira eleição pós-democratização. Na primeira eleição pós fim de um regime militar motivado pela renúncia de Jânio Quadros.

O fato é que ambos foram substituídos por seus vices em curto espaço de tempo e derrotados pelo discurso que os levou ao poder.

Os vices de Jânio e de Collor eram muito melhores do que eles, João Goulart e Itamar Franco. O primeiro acabou sofrendo um golpe militar. O segundo, de alguma maneira, uma rasteira civil.

Itamar apoiou FHC para a sua sucessão, mas este o traiu logo no início do mandato implementando uma agenda neoliberal, que Itamar, convicto nacionalista, era contrário.

O que impressiona neste momento é que Jair Bolsonaro, que se elegeu com a mesma agenda e narrativas de Jânio e Collor, vive antes mesmo de sua posse um desgaste tão grande que sequer terá a famosa lua de mel, que quando curta, dura até a semana santa.

O bate-cabeças no PSL, partido do governo, as caneladas do general Mourão no presidente e em seus filhos, a dificuldade em criar uma base para eleger os presidentes da Câmara e do Senado e a nomeação de uma série de ministros inexpressivos e caricatos, indicam que Bolsonaro começa seu mandato já com cheiro de mofo.

Em começo de mandato, governantes costumam ter paz e capital político para se impor. Mas isso não está acontecendo com o futuro presidente. Ao contrário, ele está completamente perdido e já começa a ser visto como um estorvo a ser retirado do cargo.

A questão que vai se colocar em breve se o caso do “esquema laranja” de Flávio Bolsonaro não vier a ser solucionado e se, por exemplo, o assessor Queiroz vier a abrir a boca e dizer que a grana que depositou na conta de Michelle não tem nada a ver com dívida com Bolsonaro, é que se iniciará a fase “como se livrar do presidente”.

Porque o capital financeiro e os agentes políticos não estarão dispostos a viver mais quatro anos de crise político-econômica, que será ainda maior com a perseguição do Estado, via Moro, a todos aqueles que incomodarem.

Quando isso acontecer, Mourão, que já está se mostrando bem assanhado para o cargo, estará sambando em articulações para armar um impeachment rápido e indolor contra o seu cabeça de chapa.

O Brasil parece estar prestes a mais uma interrupção de governo por impeachment ou golpe. A forma como a Globo está cobrindo o caso do “esquema laranja”, as entrevistas de Mourão e o jeitão como estão se movendo as raposas políticas mais astutas é que apontam para isso.

Bolsonaro, o jacaré banguela, pode estar prestes a se tornar bolsa. Nunca antes da posse um governo em primeira eleição esteve tão desgastado. Nunca antes na história deste país. Dilma e FHC viveram algo semelhante, mas nas suas reeleições.

Copiado de:  https://www.brasil247.com/pt/colunistas/renatorovai/377651/Sinais-s%C3%A3o-de-que-Bolsonaro-ter%C3%A1-o-mesmo-fim-de-Collor-e-J%C3%A2nio-Quadros.htm?utm_source=social_monitor&utm_medium=widget_vertical

Canetada de Temer para abrir aéreas a estrangeiros provoca desconfianças

VAMOS FALAR DE AMOR? O Brasil e a “Parábola do Mau Samaritano”

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Foto: Hieronymus Bosch, Crist Before Pilate, 1520.

 

Autor: Sandro Ari Andrade de Miranda, advogado, mestre em ciências sociais

Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de toda a tua força e de todo o teu entendimento, e ao teu próximo como a ti mesmo” (Lucas, X, 27)

Inicialmente, é importante destacar que não me considero um cristão. Entendo que existem bons ensinamentos em todas as religiões, do budismo ao cristianismo, do africanismo ao xintoísmo. Uma das essências da civilidade é conviver com as diferenças e respeitar as posições sinceras expressas nas crenças das pessoas, desde que estas não violem a dignidade de outrem. Aliás, se existe um limite para o exercício religioso, independente da crença, é quando está viola a dignidade, nestes casos deve sempre prevalecer uma ponderação que faça prevalecer a vida, a liberdade, a igualdade e o amor. Mas este é um debate longo e para um outro momento.

Quanto ao cristianismo, existem várias passagens maravilhosas da Bíblia que podem servir de guia moral tanto para as outras religiões como para aquelas pessoas que não possuem religião. Quando falamos em paz, em amor e dignidade, o sectarismo e a pregação do ódio são sempre o pior caminho. Aliás, são o caminho contrário, Um destes bons ensinamentos está na famosa “Parábola do Bom Samaritano”, a qual tomo a liberdade de repetir aqui:

25. Levantando-se um doutor da lei, experimentou-o, dizendo: Mestre, que farei para herdar a vida eterna? 26. Respondeu-lhe Jesus: Que é o que está escrito na Lei? como lês tu? 27. Respondeu ele: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de toda a tua força e de todo o teu entendimento, e ao teu próximo como a ti mesmo. 28. Replicou-lhe Jesus: Respondeste bem; faze isso, e viverás. 29. Ele, porém, querendo justificar-se, perguntou a Jesus: E quem é o meu próximo? 30. Prosseguindo Jesus, disse: Um homem descia de Jerusalém a Jericó, e caiu nas mãos de ladrões que, depois de o despirem e espancarem, se retiraram, deixando-o meio morto. 31. Por uma coincidência descia por aquele caminho um sacerdote; quando o viu, passou de largo. 32. Do mesmo modo também um levita, chegando ao lugar e vendo-o, passou de largo. 33. Um samaritano, porém, que ia de viagem, aproximou-se do homem e, vendo-o, teve compaixão dele. 34. Chegando-se, atou-lhe as feridas, deitando nelas azeite e vinho e, pondo-o sobre o seu animal, levou-o para uma hospedaria e tratou-o. 35. No dia seguinte tirou dois denários, deu-os ao hospedeiro e disse: Trata-o e quanto gastares de mais, na volta eu te pagarei. 36. Qual destes três te parece ter sido o próximo daquele que caiu nas mãos dos salteadores? 37. Respondeu o doutor da lei: Aquele que usou de misericórdia para com ele. Disse-lhe Jesus: Vai-te, e faze tu o mesmo”.

Qual é o objetivo da parábola do bom samaritano? De forma bem direta, demonstrar que o dever de todo o cristão é o de ser solidário para com o próximo quando este encontra-se em dificuldade. Para este dever não existe diferença de crença, de gênero, de religião ou de nacionalidade. É um imperativo moral obrigatório ou, nas palavras de Kant, um imperativo categórico.

Ocorre que, contrariando tal ensinamento, o futuro Ministro das Relações Exteriores do Brasil, Sr. Ernesto Araújo, manifestou ontem que o país deverá sair Pacto Global Para Migração das Nações Unidas. Não é preciso dizer que, em virtude das mudanças climáticas, das guerras civis e tribais, de genocídios, da fome, de perseguições políticos e do medo do surto de doenças como o ebola, o mundo tem apresentado um movimento migratório cada vez maior. Para garantir o mínimo de dignidade aos migrantes e evitar que estes sejam vítimas de ações de ódio e preconceito ou, ainda, de mais violência, os países-membros da ONU construíram, coletivamente, um acordo internacional. Dirigidos por Donald Trump, os EUA foram os primeiros a abandonar o pacto. Logo depois governos de extrema-direita, como Polônia, Hungria e República Tcheca também o fizeram, no que foram acompanhadas por novos governos direitistas, como da Itália, de Israel e da Áustria. Agora, o Brasil segue a horda fascista no mesmo caminho.

A justificativa do futuro chanceler do nosso país é a pior possível: defesa da soberania. Exatamente o mesmo argumento utilizado por Jair Bolsonaro (PSL/RJ) e seus asseclas para atacar terras indígenas e o Protocolo de Paris. Para estas pessoas, a soberania deixou de ser um valor diplomático e um atributo do país para virar uma arma política visando a disseminação do ódio.

O curioso é que Ernesto Araújo se afirma um cristão e a sua primeira manifestação oficial de uma medida como um futuro chefe de diplomacia é negar valores como misericórdia e solidariedade, é negar a essência da parábola do bom samaritano. A postura de Araújo é a mesma do Levita e a do Sacerdotepassar ao largo de quem sofre e deixar de prestar auxílio. Nesta conduta vergonhosa do futuro chanceler do Brasil observamos mais um traço do fascismo: utilizar Deus como justificativa para comete as mais diversas atrocidades, tal qual a Inquisição Católica, o fascismo de Mussolini ou o nazismo de Hitler. Não podemos esquecer que as tropas nazistas rezavam antes das batalhas e depois queimavam judeus, ciganos, deficientes e homossexuais nas câmaras de gás.

Neste momento, não vou discutir os aspectos constitucionais da proposta de Araújo, a qual viola os fundamentos da nossa Lei maior. O foco deste artigo é apenas o elemento moral. E, novamente, o nobre Chanceler entra em contradição, pois o livro que ele diz utilizar como guia afirmar que “o verdadeiro cristão é medido pelos seus atos”. Não adianta orar mais alto, fazer discursos longos, dizer que ama a Deus e odiar os seus inimigos ou, ainda pior, odiar aqueles que sequer possuem condições de sobreviver e dependem da solidariedade (1 João, 4:20). Pois, na verdade, como ensina Madre Tereza, para o verdadeiro cristão, “as mãos que servem são mais importantes do que os lábios que oram”. De nada adianta rogar a Cristo, se na hora em o seu próximo precisa de ajuda, você prefere apoiar aos “Vendilhões do Templo”. Neste caso, serás sempre um mau samaritano!

Copiado de:   https://sustentabilidadeedemocracia.wordpress.com/2018/12/12/o-brasil-e-a-parabola-do-mau-samaritano/

Aumento da exploração mineira ilegal na Amazónia atinge em força as áreas indígenas

INTERNACIONAL|BRASIL

Abril Abril

Um mapa recente com informações da actividade em terras demarcadas e protegidas mostra que a Amazónia brasileira abriga 453 explorações ilegais. O povo Yanomami prepara-se para a investida de Bolsonaro.

Área da Amazónia afectada pela extracção mineira

Área da Amazónia afectada pela extracção mineiraCréditos/ RAISG

Não sendo ilegal no Brasil, a exploração ou extracção de substâncias minerais (garimpo) é proibida em áreas protegidas e reservas indígenas. No entanto, o mapa Amazónia Saqueada, realizado pela InfoAmazónia e pela Rede Amazónica de Informação Socioambiental Georreferenciada (RAISG) – organização que reúne técnicos de seis países da Amazónia –, mostra que existem pelo menos 2312 pontos e 245 áreas não autorizadas de extracção de ouro, diamantes e coltan no Brasil, na Bolívia, na Colômbia, no Equador, no Peru e na Venezuela.

A pesquisa inédita compilou dados sobre a situação de mineração ilegal nos sete milhões de metros quadrados do território amazónico, sublinha o Brasil de Fato numa peça hoje publicada. No que respeita ao Brasil, a RAISG aponta a existência de 453 «garimpos» em 132 áreas.

Sobre a pesquisa, os dados recolhidos e o seu significado, Alicia Rolla, geógrafa do Instituto Socioambiental (ISA), que coordena a RAISG, afirmou ao Brasil de Fato que «as informações obtidas sobre a exploração em áreas indígenas e de conservação são obtidas através das instituições que trabalham na Rede».

Em seu entender, o mapa é importante para a compreensão da dinâmica extractivista de minérios. «O garimpo está presente dos dois lados da fronteira, e os garimpeiros atravessam-nas inclusive para fugir de fiscalização. Outra coisa que conseguimos observar é que a prática ilegal possui uma proximidade com a legal», afirmou a geógrafa.

Outro aspecto sublinhado são as consequências ambientais da exploração mineira ilegal – bastante sentidas pelos pelos indígenas e comunidades ribeirinhas que dependem dos recursos naturais em áreas demarcadas e de preservação. «O uso do mercúrio para separar o ouro da areia contamina os rios e, consequentemente, os peixes. Além disso, a extracção de minérios provoca o desmatamento para chegar ao subsolo, e o assoreamento dos rios, causando distúrbios ambientais como o aumento de mosquitos transmissores de doenças», destaca o Brasil de Fato.

Terra Yanomami em Roraima

«A nossa terra está demarcada pelo governo federal desde 1992, mas não está a ser respeitada», denunciou Dário Vitório Kopenawa Yanomami, vice-presidente da Hutukara Associação Yanomami, no estado de Roraima. «Várias doenças estão a surgir por conta da contaminação e de crimes ambientais feitos pelos garimpeiros», acrescentou.

Os abusos cometidos na área indígena do povo Yanomami, com cerca de 9 419 108 hectares, são encaminhados para «órgãos públicos como a Fundação Nacional do Índio (Funai), a Polícia Federal (PF), o Ministério Público Federal (MPF) e para o Exército Brasileiro, para que assumam as suas responsabilidades», afirma.

Em Julho último, dois índios isolados foram mortos por garimpeiros. «Fizemos a denúncia para a Procuradoria-Geral da República e o Ministério da Justiça, e pedimos investigação sobre o garimpo ilegal, além de [uma] investigação sobre as mortes para o MPF e Polícia Federal», revela Dário.

De acordo com a pesquisa da RAISG, a extracção de minérios começou a chegar à terra Yanomami em 2010, e tem vindo a aumentar: no final de 2016, já tinham sido identificadas 49 balsas na região.

Povo Yanomami realiza manifestação na região do Ajarani, em Roraima Créditos

Resistência ao governo de Bolsonaro

Tendo em conta as declarações do presidente eleito, no passado dia 12, relativas às «riquezas de Roraima» – o seu subsolo, a sua terra e os seus recursos hídricos – e a reafirmação, num encontro com deputados dos Democratas, também na quarta-feira, de que, se depender dele, não haverá «demarcações de terras para indígenas», o povo Yanomami «prepara-se para resistir».

É que 46% do estado de Roraima é território indígena e, face às ameças de Jair Bolsonaro, Dário Vitório Kopenawa Yanomami destaca: «Estamos a organizar-nos e vamos posicionar-nos para cobrar os nossos direitos que estão na Constituição. Ele precisa de respeitar as áreas demarcadas, não pode quebrar o protocolo e enfrentar as autoridades anteriores que fizeram as demarcações.»

Copiado de:  https://www.abrilabril.pt/internacional/aumento-da-exploracao-mineira-ilegal-na-amazonia-atinge-em-forca-areas-indigenas

A morte do Mosquito

Conheci o Amilton Alexandre numa de minhas andanças pelo norte da cidade de Floriano. De formação em Administração, mas com o sangue do jornalismo nas veias ele incendiava com suas denúncias a vida dos corruptos por lá. Casado e separado tinha então uma filha com 12 anos. Certa feita quando o levei do norte da ilha ao continente, paramos no Mercado Público e ele foi cercado pela multidão. Aproximou-se então um médico que o convidou para irem até seu carro de onde tirou uma caixa repleta de medicamentos necessários ao tratamento de saúde dele.

Lembro-me da repercussão quando ele divulgou estupro praticado por filho dos Sirotsky em companhia do filho do Chefe de Polícia de lá contra uma menina.

Numa tarde recebi e-mail dele me dizendo que estava embarcando em avião com destino a Porto Alegre onde iria promover, se a memória não me trai, uma publicação sua no Salão de Atos da AL/RS naquela noite o que me levou a Porto Alegre.

Depois do evento na AL/RS jantamos em restaurante em transversal da Borges de Medeiros e depois o deixei em Hotel ali existente onde pernoitou e retornei para o litoral.

Tenho dúvida se ele realmente suicidou-se, pois penso que possa ter sido “suicidado” e essa dúvida irá me acompanhar para sempre.

O Editor

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

Recebi hoje do amigo Emanuel Medeiros Vieira:

Estimado Sérgio

   Só para lembrar: Hoje, 13 de dezembro de 2018, faz sete anos da morte do Mosquito (Amilton Alexandre) – 13 de dezembro de 2011.
    Sim: o tempo passa por cima da gente.
    Apesar de todos os voluntarismos, merecem o NÃO ESQUECIMENTO, O NÃO OLVIDO, TODOS AQUELES  QUE DISSERAM “NÃO”, que não se acomodaram!
    Ele cansou. É da humana lida.
    Hoje também faz 50 anos do AI-5, 13 de dezembro de 1968, que deu um brutal “chega-pra-lá” nas utopias de minha geração.
    E de outras.
    E vamos continuando – em tempos TÃO DISTÓPICOS.
Fraternal abraço do Emanuel

 

(Brasília, 13 de dezembro de 2018)
Copiado de:   https://cangarubim.blogspot.com/2018/12/a-morte-do-mosquito.html

Maior fraude contra os cofres públicos do RS completa 22 anos em 1ª instância

Nesta quarta-feira de cinzas, 14 de fevereiro, fecharam-se 22 anos desde que a Ação Civil Pública foi ajuizada pelo Ministério Público Estadual, para reaver (em valores de 1996), R$ 79,9 milhões de reais (hoje seriam mais de 500 milhões) subtraídos da Companhia Estadual de Energia Elétrica através de licitação e contratos fraudulentos.

É a mais antiga e a maior entre mais de 200 ações por fraude ao patrimônio público do Rio Grande do Sul em andamento na Justiça.

O processo ainda está em primeira instância, na 2ª Vara da Fazenda em Porto Alegre, em segredo de Justiça.

Os dois contratos fraudados foram assinados em 1987, no governo Pedro Simon. A ação foi ajuizada em 1996, depois de uma das mais longas e rumorosas Comissões Parlamentares de Inquéritos (CPI) instaladas na Assembleia gaúcha.

CPI foi primeira a apontar corruptores

A fraude contra a CEEE, denunciada pela então secretária estadual de Minas e Energia, Dilma Rousseff, foi alvo de uma CPI na Assembleia Legislativa do RS, em 1995. Tumultuada, a CPI só foi concluída no ano seguinte, mas foi a primeira no país que apontou as empresas que promoveram a corrupção de funcionários públicos. A Comissão revelou em detalhes como agentes das empresas, organizadas em dois consórcios, agiam, alguns com trânsito livre dentro da companhia.

A CPI, que teve como relator o deputado Pepe Vargas (PT), deu origem a uma Ação Civil Pública, ajuizada em 1996 pelo Ministério Público Estadual que estimou em R$ 79 milhões o prejuízo à estatal de energia. Houve fraude no edital, na licitação e nos contratos, segundo o MP.

Na ação, são réus 11 empresas e 23 pessoas físicas. Entre as empresas estão a Alstom e a Siemens, as duas envolvidas nas fraudes do metrô de São Paulo.

Entre as pessoas físicas, o principal acusado é Lindomar Rigotto, ex- assessor da diretoria financeira da CEEE, irmão do ex-governador Germano Rigotto. Lindomar foi assassinado num assalto em fevereiro de 1999, no litoral gaúcho.

A história completa da falcatrua na estatal e os demais fatos que motivaram uma reportagem no jornal JÁ – como a morte de uma dançarina, do próprio Lindomar e ações judiciais movidas pela família Rigotto contra os poucos veículos de imprensa que ousaram publicar sobre o assunto – pode ser conferida em artigos assinados pelo jornalista Luiz Claudio Cunha para o Observatório da Imprensa e, com muito mais detalhes, no livro Uma Reportagem, Duas Sentenças – O caso do jornal JÁ.

 

Copiado de:  http://www.jornalja.com.br/maior-fraude-contra-os-cofres-publicos-do-estado-completa-22-anos-em-1a-instancia/

Estatuto do Nascituro É A Legalização da Cultura do Estupro

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Foto: Entrevista da futura Ministra da Família e dos Direitos Humanos, defensora do Estatuto do Nascituro

 

Autor: Sandro Ari Andrade de Miranda, advogado, mestre em ciências sociais

A futura Ministra da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, já virou piada internacional por causa da sua manifestação em que afirma ter encontrado Jesus em uma goiabeira. Todavia, as suas posições políticas não tem nada de divertidas, ao contrário, servem para alimentar uma das piores fontes de violência do nosso país: a cultura do estupro. Aliás, a própria Damares alegou em entrevista ao Jornal The Intercept ter sido vítima, quando jovem, de violência sexual praticada por um missionário que foi recebido por sua família, algo que reafirma uma estatística já conhecida, 82,7% dos estupros no Brasil são realizados dentro da casa da vítima, envolvendo parantes, amigos ou conhecidos.

Mas se isto deveria abrir os olhos da futura Ministra, acabou servindo como uma justificativa para a criação do seu “arquétipo heroico”. Hoje ela é um símbolo do que há de pior no conservadorismo brasileiro, sendo defensora do “projeto escola sem partido”, criadora de falácias como o “kit gay”, e feroz militante pela aprovação do “Estatuto do Nascituro”. Ainda de acordo com o The Intercept, ela é criadora de um canal no Youtube, e chegou a afirmar que a ex-Prefeita de São Paulo, Marta Suplicy (MDB-SP) teria financiado uma pesquisa sobre “masturbação de bebês”. Defende notícias tão absurdas que a pesquisadora da Universidade Metodista de São Paulo, Magali Cunha, escreveu um artigo demonstrando que as informações divulgadas por Damares na internet não tinham base concreta ou fundamentação real. Em geral, eram “inverdades, falsas associações e generalizações” sem identificação de quaisquer fontes.

Outro fato que sozinho deveria servir como base para o afastamento de Damares Alves de quaisquer órgãos ligados aos direitos humanos, especialmente se considerarmos que a FUNAI será vinculada à referida pasta, é a realização de duas investigações abertas pelo Ministério Público Federal contra esta, em virtude da manutenção da ONG Atini, da qual faz parte, e que retira crianças indígenas de suas famílias, no povo Sataré-Mawé, para “doutriná-las dentro dos seus conceitos religiosos”, algo que fere tanto a Constituição, quanto tratados e acordos internacionais que protegem os povos indígenas.

Mas se a vida de Damares não lhe recomenda para um posto político de tamanha importância, a sua prioridade anunciada no cargo é mais uma agressão contra a dignidade humana. Nas suas entrevistas, a futura Ministra afirma que pretende se empenhar, prioritariamente, na aprovação do Estatuto do Nascituro, projeto de Lei que prevê, dentre outros absurdos, a “bolsa estupro”. A proposta de Lei é eivada de vícios de constitucionalidade e fere frontalmente a Convenção de Direitos Humanos das Nações Unidas de Viena, de 1993, especialmente no que se refere à “liberdade sexual e aos direitos reprodutivos das mulheres”.

Não existe nenhuma justificativa lógica, política ou racional para criar uma norma que verse sobre o nascituro além do já previsto no Código Civil de 1992. Na prática, “defender o nascituro” é um eufemismo, uma mera figura de linguagem que significa “criminalizar as vítimas de violência sexual”. O projeto foi proposto por homens, seu relator no Congresso é um homem, pastor evangélico. Não há nenhuma preocupação com a violência real, mas apenas a de esconder a verdade pagando uma bolsa para a vítima de estupro que aceitar manter a criança, ou seja, aceitar ser vítima de outra violência.

Se considerarmos que 70% das 50 mil vítimas de estupro por ano, no Brasil, são crianças e adolescentes, o projeto ainda compromete as estas na fase em que se encontram vulneráveis na sua formação psicológica. Ou seja, é a legitimação do abuso, da cultura da violência, da cultura do estupro. Uma tentativa de silenciar as vítimas e atacar a liberdade sexual e reprodutiva das mulheres. Uma prova descarada de misoginia e de revolta do patriarcado contra a emancipação feminina. Um segundo estupro, travestido de preocupação.

O Estatuto do Nascituro é mais um instrumento para esconder uma verdade gritante que salta aos olhos nos indicadores do Ministério da Saúde, da Polícia Civil, do IPEA e outras instituições de pesquisa: “o estupro é um crime cometido dentro do meio familiar”. Ele é resultado de um modelo cultural machista que submete à mulher a diversos tipos de violência todos os dias, seja física, moral ou simbólica. “São os chamados homens de bem que cometem estupro” e, muitas vezes, quando não é praticado no âmbito familiar é executado por colegas de trabalho ou por autoridades religiosas. O maior escândalo de violência sexual contra crianças foi identificado dentro da Igreja Católica e envolveu padres de todo o mundo. No Brasil, não faz duas semanas estourou outro escândalo, agora contra mulheres adultas em estado de vulnerabilidade psicológica, executada por um religioso. Em síntese, este é um crime que desmonta os pilares de uma sociedade conservadora e patriarcal: família, tradição e religião. Daí a preocupação em abafá-lo com leis hipócritas ou outros meios. E, ao contrário do que afirma a futura Ministra, a gravidez, quando advinda de estupro, não é um problema que dura apenas nove meses. É um dano à dignidade humana e feminina que dura a vida toda, ainda mais dentro de uma sociedade desigual como a nossa.

Copiado de:  https://sustentabilidadeedemocracia.wordpress.com/2018/12/13/estatuto-do-nascituro-e-a-legalizacao-da-cultura-do-estupro/

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